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Capítulo 11 AUTOR

Andrea Cristina Filatro, Sabrina M. Cairo Bileski Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

11

AUTORIA

Introdução

Este capítulo trata da atividade central na elaboração de conteúdos educacionais: a autoria.

A partir de uma visão geral de estratégias de criação de conteúdos educacionais, trabalhamos de forma mais detalhada na construção da retórica instrucional.

No projeto de produção de conteúdos, a autoria é desempenhada, em geral, por um conteudista, um especialista na área de conhecimento ou prática, que se dedicará a redigir um texto-base para cada unidade de estudo prevista no planejamento educacional. Esse texto pode estar voltado apenas à apresentação de conteúdos ou incluir também a proposição de atividades de aprendizagem.

Como diz o nome, o texto produzido pelo conteudista serve de base para as atividades de roteirização e produção de mídias realizadas por especialistas em educação, comunicação e tecnologia. Esta é a etapa em que se assegura principalmente a qualidade tecnocientífica dos conteúdos, em grande parte baseada na capacidade de comunicação e argumentação do conteudista.

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Capítulo 12 ROTEIRIZAÇÃO

Andrea Cristina Filatro, Sabrina M. Cairo Bileski Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

12

ROTEIRIZAÇÃO

Introdução

As atividades de autoria vistas até aqui estão voltadas principalmente à elaboração de um texto-base pelo conteudista, o especialista responsável por assegurar a qualidade técnico-científica dos conteúdos educacionais. O texto-base pode ser um artigo científico, um manual de instruções, um conjunto de slides ou um material preparado especialmente para o conteúdo a ser desenvolvido. Não é incomum, porém, que esse texto seja disponibilizado aos alunos como material final (como ocorre no design instrucional aberto) ou complementar.

Em muitos projetos, porém, esse texto serve como um pré-texto, a partir do qual são construídos outros recursos multi, hiper e transmídia.

Em ambos os casos, da autoria à entrega dos conteúdos, em seus variados formatos, há espaço para a contribuição de outros profissionais. O designer instrucional é um deles, e sua atuação é intensificada na subetapa de roteirização.

Contudo, também entram em cena vários especialistas em comunicação – editores, roteiristas, redatores –, os quais podem fazer uma diferença significativa no design fino dos conteúdos.

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Capítulo 13 PRODUÇÃO DE MÍDIAS

Andrea Cristina Filatro, Sabrina M. Cairo Bileski Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

13

PRODUÇÃO DE MÍDIAS

Introdução

A mídia impressa ainda é amplamente utilizada em educação, a despeito do crescimento das tecnologias digitais. A qualidade dos conteúdos impressos varia, em geral, em proporção direta ao tempo dedicado à sua elaboração. No modelo industrial, o processo pode consumir vários meses, visto que envolve uma série de atividades especializadas desempenhadas por diferentes profissionais.

A produção de mídias digitais é ainda mais complexa e onerosa. Multiplicam-se as especializações à medida que novas mídias e tecnologias emergem, o que, por um lado, causa sobreposição de interesses e, por outro, felizmente, articulação de funções. A área é tão sujeita a inovações que nos vemos incapazes de cobrir todos os aspectos envolvidos sem cair no risco da incompletude ou da rápida desatualização.

Assim, optamos por abordar o tema pela vertente multimodal, que procura relacionar os princípios da produção gráfica à produção digital, principalmente no que diz respeito à composição visual. E, no que tange aos aspectos de acessibilidade, trazemos a perspectiva do design responsivo como resposta à busca por soluções integradas.

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Capítulo 14 AVALIAÇÃO

Andrea Cristina Filatro, Sabrina M. Cairo Bileski Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

14

AVALIAÇÃO

Introdução

Avaliar significa analisar o valor de certa atividade ou produto segundo critérios determinados (por exemplo, objetivos de aprendizagem, satisfação dos alunos, empregabilidade, cidadania etc.).

No contexto da produção de conteúdos, precisamos recorrer à língua inglesa para fazer uma distinção entre avaliação da aprendizagem propriamente dita (assessment) e avaliação de um sistema educacional, de um curso ou de um material didático (evaluation).

Por que essa diferenciação? Bem, em primeiro lugar porque a avaliação faz parte do planejamento educacional e muitas vezes aparece internamente aos conteúdos educacionais produzidos. Por exemplo, um objeto de aprendizagem é composto por objetivos educacionais, conteúdo instrucional e prática e feedback, com possibilidade de atrelar pontuação às atividades práticas. Da mesma forma, os jogos se apoiam basicamente em uma sistemática de avaliação das escolhas do jogador, acúmulo de pontos proporcionais ao êxito nessas escolhas e condução ao longo de um percurso progressivo rumo ao sucesso final.

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