Avaliação Fases da Vida

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Professor Abelardo Moreira Lima
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21 -Avaliação Nutricional de Crianças

RIBEIRO, Sandra Maria Lima; MELO, Camila Maria de; TIRAPEGUI, Julio Grupo Gen PDF Criptografado

21

Avaliação Nutricional de Crianças

Camila Maria de Melo  |  Sandra Maria Lima Ribeiro

Introdução

A infância compreende o período entre o nascimento até aproximadamente os 9 anos e 11 meses. Acompanhar o crescimento e desenvolvimento nessa fase da vida possibilita identificar as condições de saúde e nutrição. O principal indicador do estado nutricional nessa etapa é o crescimento – um processo complexo que compreende alterações na dimensão corporal e aumento no número e na função celular.1,2

Durante os primeiros 2 anos de vida, observam-se rápidos crescimento e desenvolvimento. Em paralelo, diversas mudanças afetam a alimentação e o consumo de nutrientes pela criança, e a garantia de um bom estado nutricional propicia o crescimento saudável.3

A avaliação do estado nutricional leva à detecção de necessidades e deficiências nutricionais e visa a estabelecer a melhor intervenção nutricional em termos de contribuição para o crescimento e o desenvolvimento adequados. Essa avaliação deve combinar informações como a história alimentar da criança, o exame físico, as medidas antropométricas e bioquímicas, quando necessário.

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22 -Avaliação Nutricional de Adolescentes

RIBEIRO, Sandra Maria Lima; MELO, Camila Maria de; TIRAPEGUI, Julio Grupo Gen PDF Criptografado

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Avaliação Nutricional de Adolescentes

Aline de Piano Ganen  |  Ariana Galhardi Lira  |  Roseli Espíndola Blachiunas

Introdução

A adolescência, de acordo com a etimologia da palavra, deriva do latim adolescere, que significa crescer. É uma fase de transição da infância para a vida adulta, caracterizada pela intensa transformação biopsicossocial. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa fase é representada pelo período cronológico entre 10 e 19 anos completos; já a Organização das Nações Unidas (ONU) utiliza como critério, para fins estatísticos e políticos, entre 15 e 24 anos.1

No Brasil, nas normas e políticas de saúde do Ministério de Saúde, os limites da faixa etária são as idades de 10 a

24 anos. Em contrapartida, no país, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei n. 8.069, de 1990,

considera-se criança o indivíduo com até 12 anos de idade incompletos, definindo a adolescência como a faixa etária entre 12 e 18 anos de idade (Art. 2o) e, em casos excepcionais e quando disposto na lei, o estatuto pode ser aplicável até os 21 anos de idade (Art. 121 e 142).2

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23 -Avaliação do Estado Nutricional de Adultos

RIBEIRO, Sandra Maria Lima; MELO, Camila Maria de; TIRAPEGUI, Julio Grupo Gen PDF Criptografado

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Avaliação do Estado

Nutricional de Adultos

Sandra Maria Lima Ribeiro  |  Camila Maria de Melo  | 

Marcus Vinicius Lucio dos Santos Quaresma

Introdução

A fase adulta é caracterizada por uma estabilidade física, sendo que um indivíduo adulto já ultrapassou a fase de crescimento e de maturação sexual. Em crianças e adolescentes, o consumo inadequado de nutrientes pode ter consequências como a interrupção do crescimento e da maturação sexual, de modo a não garantir as funções vitais.

Assim, na avaliação nutricional desses grupos, esses indicadores (crescimento ou avaliação da maturação sexual) são bastante utilizados. A avaliação do estado nutricional do adulto se baseia na análise de depleções e excessos nutricionais e, em ambos os casos, avaliações do consumo alimentar e a distribuição dos diferentes tecidos corporais

(massa magra e massa gorda) são fortes indicadores do estado nutricional.

Assim, é possível esquematizar as três situações que podem ocorrer na avaliação do estado nutricional do adulto, como apresentado na Figura 23.1.

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24 -Avaliação Nutricional de Idosos

RIBEIRO, Sandra Maria Lima; MELO, Camila Maria de; TIRAPEGUI, Julio Grupo Gen PDF Criptografado

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Avaliação Nutricional de Idosos

Sandra Maria Lima Ribeiro  |  Mariana Staut Zukeran

Introdução

Risco nutricional

Envelhecimento é um termo de difícil definição e explicação, uma vez que envolve modificações físicas, fisiológicas, metabólicas e psicológicas. É um processo que ocorre lenta e gradualmente e varia muito de um indivíduo para outro.

Enquanto as manifestações são precoces em alguns, em outros aparecem muito mais tarde, por inúmeros motivos.1

De modo geral, começa-se a definir velhice a partir dos

60 ou 65 anos. Existem propostas de se estudar os idosos em subgrupos: idosos jovens (entre 65 e 75 anos), idosos velhos (entre 75 e 85 anos) e, acima disso, idosos mais velhos ou longevos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os dados de referência sejam apresentados em grupos separados por sexo, em intervalos de 10 anos, e que idosos acima de 80 anos sejam estudados separadamente.2

Com o envelhecimento, várias funções fisiológicas e metabólicas são alteradas, e estas acabam por refletir no estado nutricional e, portanto, na saúde como um todo. De modo geral, podem ocorrer alterações na composição corporal, no metabolismo ósseo, na fisiologia bucal, nos órgãos dos sentidos, nas concentrações de nutrientes no plasma e nos tecidos, na secreção de enzimas e hormônios, entre outros.1,3-5

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25 -Avaliação Nutricional de Gestantes

RIBEIRO, Sandra Maria Lima; MELO, Camila Maria de; TIRAPEGUI, Julio Grupo Gen PDF Criptografado

25

Avaliação Nutricional de Gestantes

Rita Maria Monteiro Goulart  |  Fernanda Guilhermino Magalhães

Introdução

Este capítulo discute a importância do período gestacional na saúde da gestante e do feto, do pré-natal e da avaliação do estado nutricional da gestante. Além disso, apresenta os parâmetros de avaliação nutricional, os instrumentos utilizados para realizar o diagnóstico e o acompanhamento nutricional da gestante. No Anexo, há a descrição de um exemplo de estudo de caso de uma gestante.

Período gestacional

A gestação normal compreende o período que se inicia na concepção e se completa em torno de 37 a 42 semanas, ou aproximadamente 280 dias (40 semanas ou 9 meses), sendo dividida por trimestres:

• 1o trimestre: da concepção até a 13a semana gestacional

• 2o trimestre: 14a até a 27a semana gestacional

• 3o trimestre: a partir da 28a semana gestacional.

Considerando os diferentes ciclos da vida, o período gestacional é reconhecido como aquele de maior vulnerabilidade biológica da mulher, particularmente por causa das alterações fisiológicas impostas ao organismo materno e do aumento das necessidades nutricionais para atender às demandas específicas.1

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26 -Avaliação Nutricional de Pessoas com Deficiência Motora

RIBEIRO, Sandra Maria Lima; MELO, Camila Maria de; TIRAPEGUI, Julio Grupo Gen PDF Criptografado

26

Avaliação Nutricional de Pessoas com

Deficiência Motora

Sandra Maria Lima Ribeiro  |  Regina Célia da Silva  | 

Carlos Bandeira de Mello Monteiro  |  Julio Tirapegui

Conceitos iniciais

O termo “deficiência” remete a “incapacidade” e implica uma série de aspectos que necessitam de padronização.

Em 2001, a Organização Mundial da Saúde (OMS) propôs a “Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde” (CIF)1, com publicação em português em 2003, a fim de propiciar uma linguagem padrão para a descrição dos estados relacionados com a saúde. Nesse sentido, pretendeu-se melhorar a comunicação entre profissionais de saúde, pesquisadores, políticos e o público em geral.1-3 Nesse sistema de classificação, utiliza-se uma proposta integrativa entre os modelos médico e social. No modelo médico, considera-se incapacidade um problema da pessoa, causado diretamente pela doença, trauma ou outro problema de saúde, que requer assistência médica sob a forma de tratamento individual por profissionais. Já para o modelo social, a questão é vista como a integração plena do indivíduo na sociedade. Para integrar várias perspectivas de funcionalidade, a OMS optou por uma abordagem biopsicossocial, na qual tenta chegar a uma síntese que ofereça uma visão coerente das diferentes perspectivas de saúde: biológica, individual e social.1,4

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27 -Avaliação Nutricional de Atletas

RIBEIRO, Sandra Maria Lima; MELO, Camila Maria de; TIRAPEGUI, Julio Grupo Gen PDF Criptografado

27

Avaliação Nutricional de Atletas

Raquel Raizel | Rogerio Graça Pedrosa | Luciana Rossi | 

Marcelo Macedo Rogero  |  Julio Tirapegui

Introdução

A procura por profissionais para orientar nas melhores escolhas de alimentos e fluidos tem sido crescente entre atletas e indivíduos ativos que almejam melhorar seus desempenhos físicos. É vital compreender todos os aspectos individuais e reconhecer que, em esportes competitivos, os atletas tendem a exercitar-se no limite de sua capacidade física. Portanto, a avaliação do atleta é fundamental para a prevenção do risco de doença e lesão associadas a um volume de treinamento excessivo e, assim, preservar a saúde e o desempenho esportivo.1 Embora existam vários instrumentos com boa acurácia na avaliação do estado nutricional, por vezes, é útil combinar os métodos para obter uma avaliação mais abrangente e precisa. Em consideração

a essas questões, este capítulo aborda os principais fatores a serem incluídos na avaliação de um atleta.

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28 -Avaliação Nutricional de Pacientes Hospitalizados

RIBEIRO, Sandra Maria Lima; MELO, Camila Maria de; TIRAPEGUI, Julio Grupo Gen PDF Criptografado

28

Avaliação Nutricional de

Pacientes Hospitalizados

Rita de Cássia de Aquino  |  Margareth Lage Leite de Fornasari  | 

Mariana Izabel Marques de Sousa  |  Ágatha Nogueira Previdelli

Introdução

A alta prevalência mundial da desnutrição em pacientes hospitalizados tem sido amplamente documentada nas

últimas décadas. Além da alta prevalência (20 a 60%), os diversos estudos correlacionam a desnutrição ao aumento no risco de complicações clínicas, mortalidade, custos e tempo de internação hospitalar. Quanto maior o período de permanência do paciente no hospital, maior o risco de ocorrência ou agravamento da desnutrição.

No Brasil, vários estudos têm constatado prevalências consideravelmente elevadas. Em 1997, o Inquérito Brasileiro de Avaliação Nutricional Hospitalar (Ibranutri), realizado pela Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e

Enteral (SBNPE), avaliou 4 mil pacientes hospitalizados e constatou desnutrição em praticamente metade da amostra.1 Em 2003, o Estudo Latino-Americano de Nutrição

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