Neuropsiquiatria e

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Neurociencias Na Pratica Clinica
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Capítulo 1. Biologia celular e molecular do neurônio

Stuart C. Yudofsky Grupo A PDF Criptografado

Parte I

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Princípios básicos de neurociências

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Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Biologia celular e molecular do neurônio

A. Kimberley McAllister, Ph.D.

W. Martin Usrey, Ph.D.

Arnold R. Kriegstein, M.D., Ph.D.

Stephen Rayport, M.D., Ph.D.

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uitos transtornos neuropsiquiátricos podem ser relacionados a aberrações em mecanismos do desenvolvimento neural. Nos estágios iniciais do desenvolvimento cerebral, interações celulares representam a força dominante no estabelecimento de conexões no cérebro. À medida que os circuitos se formam, os neurônios individuais, bem como suas conexões, são refinados de um modo dependente da atividade, direcionados por sua atividade intrínseca e pela competição por fatores tróficos. Em um estágio mais maduro, a experiência torna-se a força dominante ao dar forma às conexões neuronais e ao regular sua eficácia. No cérebro maduro, esses mecanismos relacionados ao desenvolvimento neural são controlados de maneira diferente e medeiam a maioria dos processos plásticos (Black, 1995; Kandel e O’Dell, 1992). Os transtornos neuropsiquiátricos originados de problemas no desenvolvimento cerebral inicial são provavelmente gerados intrínseca ou geneticamente, enquanto os surgidos durante estágios mais tardios são provavelmente relacionados à experiência. Na senescência, processos neurodegenerativos podem desconectar circuitos neurais por mecanismos de desenvolvimento neural empregados erroneamente.

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Capítulo 3. Neuroanatomia funcional: correlatos neuropsicológicos de lesões corticais e subcorticais

Stuart C. Yudofsky Grupo A PDF Criptografado

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Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Neuroanatomia funcional

Correlatos neuropsicológicos de lesões corticais e subcorticais

Daniel Tranel, Ph.D.

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á cerca de um século e meio, investigadores começaram a observar que lesões em pequenas regiões do cérebro poderiam levar a transtornos comportamentais altamente seletivos (para uma revisão histórica, ver Feinberg e Farah, 1997).

Por exemplo, por volta do ano de 1860, o cirurgião e antropólogo físico Paul Broca fez a observação de que lesões na porção anterior do lado esquerdo do cérebro levavam a um déficit na produção da linguagem, deixando preservada a função de compreensão da linguagem (Broca, 1863, 1865). Uma observação complementar foi descrita 10 anos mais tarde pelo neuropsiquiatra Carl Wernicke, que notou que danos à porção posterior do hemisfério esquerdo levavam a distúrbios na compreensão da linguagem, deixando intacta a função de produção da linguagem (Wernicke, 1874). Essas observações culminaram na noção de que os humanos falam e processam a linguagem com o lado esquerdo do cérebro. De fato, essas descrições iniciais tornaram-se marcos sobre os quais a neuropsicologia, a neuropsiquiatria e a neurociência cognitiva estabeleceram-se. Nos dias de hoje, muitas relações consistentes entre o cérebro e o comportamento têm sido estabelecidas, e uma ampla faixa de capacidades cognitivas e comportamentais associadas a regiões específicas do cérebro podem ser destacadas. Neste capítulo, uma variedade de relações entre cérebro e comportamento são descritas, com ênfase nas correlações mais robustas, científica e clinicamente mais importantes.

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Capítulo 4. Interações dos sistemas nervoso, endócrino e imunológico em psiquiatria

Stuart C. Yudofsky Grupo A PDF Criptografado

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Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Interações dos sistemas nervoso, endócrino e imunológico em psiquiatria

Jane F. Gumnick, M.D.

Dwight L. Evans, M.D.

Andrew H. Miller, M.D.

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urante as últimas décadas, grandes avanços têm sido feitos na direção do entendimento das vias mediante as quais o SNC e o sistema imunológico interagem. Dados indicam que as células e os tecidos do sistema imunológico têm a capacidade de receber sinais do cérebro e do sistema endócrino e que moléculas derivadas do sistema imunológico (citocinas) apresentam efeitos potentes sobre as funções do sistema nervoso. Além da elucidação dos detalhes dessas vias de comunicação em nível bioquímico e molecular, um desafio importante tem sido enquadrar as interações dos sistemas nervoso, endócrino e imunológico no contexto clínico. Investigadores têm examinado o impacto relevante de condições neuropsiquiátricas e do estresse sobre as respostas imunológicas e sobre os distúrbios relacionados ao sistema imunológico, bem como o papel desse sistema nas doenças neuropsiquiátricas.

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