CADÊ DINHEIRO DA EMPRESA?

Organizado por: Silvio Duartes
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Administração Contábil aos olhos do CEO
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9 capítulos

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4 Balanço Patrimonial

José Carlos et al. MARION Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Estudar os conceitos da principal Demonstração Financeira: o balanço patrimonial.

• Apresentar ao leitor sua representação gráfica, equação contábil, as origens e aplicações de recursos.

O balanço patrimonial é o principal Relatório Contábil de uma organização ou empresa. Com ele, identifica-se a posição financeira em determinada data do seu exercício social.

O balanço patrimonial é constituído por três grupos de contas; no lado esquerdo, consta o Ativo, que são as aplicações de recursos, e, no lado direito, dois grandes grupos de contas, o Passivo e o Patrimônio Líquido, que são origens de recursos. Vejamos o exemplo da empresa Cia. Jundiaí S.A.:

Esse termo dá uma ideia positiva, favorável, de algo que contribui para a obtenção de produção, de vendas, de lucros.

Ativos são todos os bens e direitos de propriedade da empresa, que são avaliáveis em dinheiro e que representam benefícios econômicos presentes ou futuros.

Bens: Máquinas, terrenos, estoques, dinheiro (moeda), ferramentas, veículos, instalações etc. (coisas úteis à empresa).

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5 Grupo de Contas do Balanço Patrimonial

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Estudar os grupos de contas que compõem o balanço patrimonial.

• Apresentar os conceitos e as características de cada grupo.

O Ativo está disposto em grupos de contas homogêneas ou de mesmas características. Os itens do Ativo são agrupados de acordo com a sua liquidez, isto é, de acordo com a rapidez com que são convertidos em dinheiro. O Ativo é dividido em dois grandes grupos: Circulante e Não Circulante.

Para classificar um Ativo como Circulante é preciso levar em conta três critérios, primeiro a Lei das Sociedades por Ações, no 6.404/76, que determina como critério de classificação no Ativo Circulante aquilo que se realize até o final do exercício seguinte, portanto, seguindo esse critério, todos os recebíveis até o final do próximo ano serão considerados Ativo Circulante. Segundo, o pronunciamento CPC 26 que trata da apresentação das Demonstrações Contábeis e determina que o critério deva ser de até 12 meses da data do balanço. Dessa forma, por exemplo, um balanço encerrado em março deverá considerar para classificação no Ativo Circulante os recebíveis até março do ano seguinte (e não dezembro como no primeiro critério). Terceiro, ambos consideram e determinam que, se o ciclo operacional da empresa for superior a esses prazos, então ela pode adotar o prazo do ciclo operacional para classificação do Circulante. Isso ocorre em certos tipos de empresa, como, por exemplo, a indústria naval, cujo prazo entre a compra da matéria-prima, a produção e a entrega do navio para receber o contrato é superior a dois anos.

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8 Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPAc) e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL)

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Estudar os relatórios de Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPAc) e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL).

A Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados tem por finalidade evidenciar a movimentação na conta lucros ou prejuízos acumulados. É um demonstrativo obrigatório.

É muito importante porque ela funciona como um instrumento de integração entre o balanço patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício, permitindo que visualizemos com clareza o destino do lucro evidenciado nesses demonstrativos de forma estanque.

A destinação (canalização) do lucro líquido para os proprietários (distribuição de dividendos) ou o reinvestimento na própria empresa serão evidenciados na Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados antes de serem indicados no balanço patrimonial.

Elabora-se a Demonstração do Resultado do Exercício com a apuração do lucro líquido. Em seguida, transporta-se esse lucro líquido para a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados, para efetuar a sua distribuição.

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7 Demonstração do Resultado do Exercício – DRE

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Oferecer aos leitores as seguintes noções:

∘ a cada exercício social, as empresas devem apurar o resultado dos seus negócios;

∘ os conceitos de receita e despesa;

∘ o regime de competência e caixa, os ajustes em relação ao regime de competência;

∘ o efeito do lucro no balanço patrimonial;

∘ a diferença entre despesa e custo;

∘ as destinações do lucro líquido.

A cada exercício social (normalmente, no período de um ano), a empresa deve apurar o resultado dos seus negócios para saber se obteve lucro ou prejuízo. A Contabilidade confronta as receitas (venda, prestação de serviços etc.) com as despesas. Se a receita foi maior do que as despesas, a empresa teve lucro. Se a receita foi menor do que as despesas, teve prejuízo.

O Regime de Competência é a forma de se fazer Contabilidade. Para melhor explicá-lo, destacam-se duas regras básicas: a da Realização da receita e a da Confrontação das despesas.

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9 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)

José Carlos et al. MARION Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Discorrer sobre as técnicas contábeis para a elaboração da Demonstração dos fluxos de caixa.

• Conhecer os métodos direto e indireto.

A Contabilidade, aceita e respeitada há muito tempo como uma ciência, não admite ser entendida como uma arte, no sentido de ser somente uma ferramenta financeira, à disposição dos segmentos que compõem a sociedade, para controlar e administrar seus bens, direitos e obrigações, sem base teórica que a fundamente como ciência. O nome “Contabilidade”, atribuído a essa ciência, foi associado à ideia de ela ser a “ciência do contar”, necessidade básica para se poder administrar e mensurar os bens adquiridos, como demonstração e registro de riqueza.

Como toda ciência, a Contabilidade começa a apresentar, com a crescente complexidade dos processos empresariais, suas vulnerabilidades, o que dificulta, ao administrador, uma visão precisa da situação financeira e patrimonial de seu negócio.

Essa falta de precisão faz com que o administrador investigue novas técnicas que o auxiliem a interpretar a realidade de seu negócio. Para resolver essa necessidade de garantir a fidedignidade da situação financeira da empresa, o administrador deve se valer da Demonstração dos Fluxos de Caixa.

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10 Demonstração do Valor Adicionado (DVA)

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Discorrer sobre as técnicas contábeis de elaboração da Demonstração do Valor Adicionado, de acordo com a Lei nº 11.638/07 que a tornou obrigatória para as companhias abertas.

O surgimento desse novo recurso contábil deu-se na Europa, mormente na França, Inglaterra e Alemanha. Com o apoio incondicional da ONU, a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) vem recebendo uma aceitação, cada vez mais intensa, nos meios internacionais.

As informações veiculadas por meio da elaboração da DVA são tão importantes que alguns países emergentes só aceitam a instalação e a manutenção de uma empresa transnacional, se houver a Demonstração do Valor Adicionado que irá produzir.

A necessidade da DVA justifica-se, pois sua elaboração evidencia o grau de riqueza produzida por uma empresa, demonstrando o quanto ela adicionou de valores a seus fatores de produção, a forma como essa riqueza foi distribuída (entre empregados, governos, acionistas, financiadores de capital) e o quanto ficou retido na empresa.

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12 Decisões Referentes ao Capital de Giro

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• Oferecer aos leitores o entendimento quantitativo das participações do capital de terceiros sobre os recursos próprios.

Para fins didáticos, trataremos o capital de giro como o Ativo Circulante. Ainda que não seja tecnicamente perfeito, consideraremos o capital de giro próprio (CGP) como a diferença entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante. Na verdade, capital de giro próprio é a diferença entre Patrimônio Líquido e o Ativo Não Circulante (investimentos, imobilizado e intangível). Neste caso, envolvemos recursos de curto e longo prazos. Porém, na diferença entre os Ativos e Passivos Circulantes, trataremos de recursos apenas de curto prazo. Daí nossa opção.

Quanto maior o capital de giro próprio, maior será a liquidez corrente da empresa e, evidentemente, menor o risco de insolvência. Assim, normalmente, o efeito no lucro é positivo, pois evitam-se fontes de financiamento sensivelmente onerosas para suprir a falta do capital de giro próprio, como é o caso de desconto de duplicatas.

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15 Decisões Referentes ao Comportamento das Despesas em Relação às Vendas

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Entender a análise horizontal.

• Estudar a participação e a evolução das despesas em relação às vendas.

Para analisar o comportamento das despesas em relação às vendas, vamos utilizar, como exemplo, valores hipotéticos (em $ milhões):

Demonstração do Resultado

X1

X0

Evolução %

Receita de vendas

1.800

1.000

80%

Custos de produção

(790)

(390)

103%

Matéria-prima

440

200

120%

Mão de obra

290

150

93%

Outros

60

40

50%

Despesas

(1108)

(480)

131%

Vendas

216

120

80%

Administrativas

492

210

134%

Financeiras

400

150

167

Lucro (prejuízo) operacional

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18 Análise dos Fluxos de Caixa

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• Analisar as informações extraídas da Demonstração dos Fluxos de Caixa.

• Compreender os caixas gerados e consumidos até o caixa líquido final.

Aqui faremos uma análise bem simplificada dos fluxos de caixa, propondo, inicialmente, uma nova disposição desses fluxos para um melhor entendimento.

Modelo de fluxos de caixa para facilitar a análise:

→ Receitas recebidas

→ (–) Caixa despendido na produção

Item A: Caixa bruto obtido nas operações

→ (–) Despesas operacionais pagas

→ Vendas

→ Administrativas

→ Despesas antecipadas

Item B: Caixa gerado nos negócios

→ Não operacionais:

→ (+) Outras receitas (diversas) recebidas

→ (–) Outras despesas pagas

Item C: Caixa líquido após os fatos não operacionais

→ (+) Receitas financeiras recebidas

→ (–) Despesas financeiras pagas

→ (–) Dividendos pagos

Item D: Caixa líquido após operações financeiras

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