Fisiologia - Margarida

Organizado por: Paulo Menezes
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Capítulos 49, 51, 52 e 54
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49 - Visão Morfofuncional do Rim

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Capítulo

49

Visão Morfofuncional do Rim  727

Visão Morfofuncional do Rim

Margarida de Mello Aires

■■ Introdução, 728

■■ Estrutura renal, 728

■■ Estrutura do néfron, 730

■■ Circulação renal, 736

■■ Inervação renal, 738

■■ Bibliografia, 739

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728  Aires | Fisiologia

Capítulo 49

INTRODUÇÃO

Os rins são os órgãos responsáveis pela manutenção do volume e da composição do líquido extracelular do in­di­ví­ duo dentro dos limites fisiológicos compatíveis com a vida.

A quantidade e a composição da urina eliminada são conse­ quência do papel regulador do rim.

A formação da urina inicia-se no glomérulo, onde 20% do plasma que entra no rim através da artéria renal são filtrados graças à pressão hidrostática do sangue nos capilares glomeru­ lares. Os 80% de plasma restante, que não foram filtrados, cir­ culam ao longo dos capilares glomerulares, atingindo a arterío­la eferente, daí se dirigindo para a circulação capilar peritubular.

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51 - Função Tubular

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Capítulo

51

Função Tubular  757

Função Tubular

Margarida de Mello Aires

■■ Introdução, 758

■■ Clearance renal, 758

■■ Medida do clearance, 760

■■ Métodos para o estudo da função tubular, 762

■■ Análise da composição do fluido tubular, 763

■■ Mecanismos de transporte no túbulo proximal, 766

■■ Mecanismos de transporte na alça de Henle, 773

■■ Mecanismos de transporte no túbulo distal, 774

■■ Mecanismos de transporte no ducto coletor, 775

■■ Bibliografia, 776

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758  Aires | Fisiologia

INTRODUÇÃO

Ao estudar a fisiologia do rim, o interesse pode ser a visão global da função do órgão como um todo e/ou o conhecimento dos mecanismos básicos de transporte que ocorrem em cada um dos segmentos tubulares. O método mais comumente utilizado em clínica humana, e que permite verificar a resultante final de todos os processos de transporte tubular renal sofridos por determinada substância, é o que analisa o clearance renal da substância. Entretanto, para estudar separadamente os mecanismos de transporte da substância através dos vários segmentos tubulares renais, são utilizados métodos aplicáveis somente em experimentos em animais, como a micropunção ou microperfusão tubular in vivo, ou os micrométodos feitos in vitro, como a microperfusão de segmentos tubulares isolados, o patch clamp e a cultura de células de determinada porção tubular. As características do transporte dos vários solutos através das membranas tubulares podem também ser conhecidas por meio do estudo da biologia molecular dos transportadores membranais envolvidos nesse processo. Nos capítulos que se seguem, a função renal será vista sob esses diferentes aspectos.

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52 - Excreção Renal de Solutos

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Capítulo

52

Excreção Renal de Solutos  779

Excreção Renal de Solutos

Margarida de Mello Aires

■■ Excreção renal de eletrólitos, 780

■■ Excreção renal de não eletrólitos, 789

■■ Bibliografia, 795

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780  Aires | Fisiologia

EXCREÇÃO RENAL DE ELETRÓLITOS

O líquido que ocupa o compartimento extracelular (LEC) é uma solução que contém vários solutos e 95% de água. Dentre os eletrólitos predominantes no LEC, aqueles que aparecem em altas concentrações são o cátion sódio (140 mM), e os ânions cloreto (100 mM) e bicarbonato (25 mM); os que ocorrem em baixas concentrações são os cátions potássio (4,5 mM), cálcio

(2,5 mM) e magnésio (1 mM), e o ânion fosfato (1,3 mM). O volume do LEC corresponde a cerca de 20% do peso corpóreo, e sua osmolalidade é próxima de 290 mOsm.

O manejo renal desses eletrólitos é descrito a seguir, salvo o do hidrogênio e o do bicarbonato, que está exposto no Capítulo 53, Papel do Rim na Regulação do Volume e da Tonicidade do Líquido Extracelular. A regulação neuroendócrina do balanço hidreletrolítico é discutida no Capítulo 75, Controle

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54 - Papel do Rim na Regulação do pH do Líquido Extracelular

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Capítulo

54

Papel do Rim na Regulação do pH do Líquido Extracelular  817

Papel do Rim na Regulação do pH do Líquido Extracelular

Margarida de Mello Aires

■■ Introdução, 818

■■ Secreção de hidrogênio e reabsorção de bicarbonato, 818

■■ Eliminação de ácidos livres ou sais ácidos, 820

■■ Excreção de sais de amônio, 821

■■ Balanço global de H+, 826

■■ Fatores que afetam a secreção de H+ e a reabsorção de HCO3–, 827

■■ Bibliografia, 829

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818

Aires | Fisiologia

Capítulo 54

INTRODUÇÃO

A concentração de íons H+ (ou [H+]) nos líquidos corporais é extremamente baixa. No sangue arterial de um indivíduo normal corresponde a 40 × 10–9 Eq/l (ou 40 nEq/l), sendo cerca de seis ordens de grandeza menor do que a concentração plasmática de Na+ (de 140 × 10–3 Eq/l, ou 140 mEq/l).

Em virtude de a [H+] ser tão baixa, é comumente expressa como uma função logarítmica, denominada pH. Por definição, pH = –log10 [H+].

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50 - Hemodinâmica Renal

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Capítulo

50

Hemodinâmica Renal  741

Hemodinâmica Renal

Margarida de Mello Aires

■■ Introdução, 742

■■ Fluxo sanguí­neo renal (FSR), 742

■■ Ritmo de filtração glomerular (RFG), 744

■■ Medida do RFG, 745

■■ Membrana filtrante, 746

■■ Pressão de ultrafiltração, 747

■■ Coeficiente de ultrafiltração, 749

■■ Gradientes de pressão nos vasos renais, 750

■■ Regulação do fluxo sanguí­neo renal e do ritmo de filtração glomerular, 751

■■ Autorregulação do FSR e do RFG, 752

■■ Controle da circulação renal, 754

■■ Bibliografia, 756

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23-05-2018 09:16:49

742  Aires | Fisiologia

O valor máximo do FSR é atingido entre 20 e 30 anos; depois dessa idade, declina gradualmente, chegando, em octogenários, a 60% do valor máximo. Vários fatores aumentam o FSR cronicamente. Na gravidez normal, pode aumentar cerca de 40%, em parte devido a in­fluên­cias de hormônios gestacionais. Quando um rim é removido, o FSR do rim remanescente pode dobrar, após algumas semanas. No córtex renal, a perfusão sanguí­nea, por 100 g de tecido, é bastante elevada, cerca de

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53 - Papel do Rim na Regulação do Volume e da Tonicidade do Líquido Extracelular

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Papel do Rim na Regulação do Volume e da Tonicidade do Líquido Extracelular  797

Capítulo

53

Papel do Rim na Regulação do Volume e da Tonicidade do Líquido Extracelular

Margarida de Mello Aires

■■ Introdução, 798

■■ Regulação do volume do LEC, 798

■■ Regulação da tonicidade do LEC, 804

■■ Reabsorção e excreção renal de água, 805

■■ Hormônio antidiurético, 808

■■ Medida da excreção renal de água livre de soluto, 814

■■ Medida do transporte renal de água pelo ducto coletor (TCágua), 814

■■ Efeito dos diuréticos no Cágua e no TCágua, 815

■■ Bibliografia, 815

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798  Aires | Fisiologia

REGULAÇÃO DO VOLUME DO LEC

O conteú­do corporal de Na+ é o mais importante determi­ nante do volume do LEC, pois o Na+, associado aos ânions

Cl– e HCO3–, é o principal constituinte osmótico desse líquido; assim, quando o Na+ se move, a água se move com ele. Como o organismo normal mantém a osmolalidade do LEC dentro de limites estreitos (cerca de 290 ± 4 miliosmói­s/kg, ou mOsm), o conteú­do de Na+ corporal total, controlado pelos rins, é o principal determinante do volume do LEC.

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