casos clinicos

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Caso 1

Eugene C. Toy; Benton Baker III; Patti Jayne Ross; John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 1

Uma mulher de 26 anos, G1P0, com 39 semanas de gestação, é internada no hospital em trabalho de parto. Ela apresenta contrações uterinas a cada 7 a 10 minutos. A história da paciente antes do parto é significativa para um estado não imune à rubéola. Ao exame, a pressão arterial (PA) é de 110/70 mmHg e a frequência cardíaca (FC) é de 80 batimentos por minuto (bpm). O peso fetal estimado é 3.175 g. Ao exame pélvico, observa-se que ela tem mudança no exame do colo uterino, de uma dilatação de 4 cm para 7 cm nas últimas duas horas. A pelve é avaliada como adequada ao toque.

Qual deve ser o próximo passo no manejo dessa paciente?

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TOY, BAKER, ROSS & JENNINGS

RESPOSTA PARA O CASO 1:

Trabalho de parto (fase ativa normal)

Resumo: Uma mulher de 26 anos, G1P0, a termo, com pelve adequada na pelvimetria clínica, estado não imune para rubéola, está em trabalho de parto. O colo alterou-se de 4 cm de dilatação para 7 cm em 2 horas, com contrações uterinas a cada 7 a 10 minutos.

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Caso 6

Eugene C. Toy; Benton Baker III; Patti Jayne Ross; John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 6

Uma mulher multípara de 29 anos, G5P4, com 39 semanas de gestação, e com pré-eclâmpsia, tem um parto vaginal. O curso pré-natal não teve complicações, exceto por bacteriúria assintomática causada por Escherichia coli no primeiro trimestre, tratada com cefalexina oral. Ela nega história familiar de diátese hemorrágica. Após o secundamento, há sangramento vaginal considerável, estimado em 1.000 mL.

Qual é o diagnóstico mais provável?

Qual deve ser o próximo passo na terapia?

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TOY, BAKER, ROSS & JENNINGS

RESPOSTAS PARA O CASO 6:

Hemorragia pós-parto

Resumo: Uma mulher multípara, G5P4, com 39 semanas de gestação, e com pré-eclâmpsia, tem um parto vaginal. Ela nega história familiar de diátese hemor­ rágica. Após o secundamento, há sangramento vaginal significativo, estimado em

1.000 mL.

• Diagnóstico mais provável: Atonia uterina.

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Caso 7

Eugene C. Toy; Benton Baker III; Patti Jayne Ross; John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 7

Uma mulher de 20 anos, G1P0, com 16 semanas de gestação definida por seu

último período menstrual, realizou teste de α-fetoproteína sérica materna (msAFP, do inglês maternal serum α-fetoprotein), cujo valor correspondeu a 2,8 múltiplos da mediana (MoM, do inglês multiples of the median). Ela tem razoável certeza do seu último período menstrual e tem menstruações regulares; nega história familiar de anomalias congênitas ou anormalidades cromossômicas. Ao exame, a paciente está afebril, a PA é de 100/70 mmHg e a frequência cardíaca

é de 70 bpm. Os exames do coração e do pulmão são normais. O fundo do útero está no meio da distância entre a sínfise pubiana e o umbigo. Os batimentos cardíacos fetais estão na faixa de 140 bpm.

Qual deve ser o próximo passo no diagnóstico dessa paciente?

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RESPOSTA PARA O CASO 7:

Rastreamento bioquímico na gravidez

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Caso 9

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CASO 9

Uma mulher de 31 anos, G3P2, com 39 semanas de gestação, chega à unidade obstétrica se queixando de fortes contrações uterinas de 4 horas de duração; as membranas romperam-se há 2 horas. Ela tem história de infecção por herpes-vírus simples (HSV, do inglês herpes simplex virus); nega a presença de vesículas e seu último surto foi há 4 meses, e está em uso de aciclovir oral. Ela observa história de formigamento há um dia na área perineal. Ao exame, a PA

é de 110/60 mmHg, a temperatura, 37,2°C e a frequência cardíaca, 80 bpm.

Os pulmões estão limpos. O abdome revela uma altura do fundo de útero de

40 cm. A cardiotocografia (CTG) é de 140 bpm, reativa e sem desacelerações.

As contrações uterinas ocorrem a cada 3 minutos. A genitália externa é normal, sem evidência de lesão. A vagina, o colo e a região perianal têm aspecto normal.

O fluido vaginal é consistente com ruptura das membranas, mostrando cristalização arboriforme e pH alcalino.

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Caso 10

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CASO 10

Uma mulher de 30 anos, G5P4, com 32 semanas de gestação, queixa-se de sangramento vaginal vermelho-vivo significativo. Ela nega contrações uterinas, perda de líquido ou trauma. A paciente afirma que 4 semanas antes, após uma relação sexual, ela apresentou perda sanguínea vaginal. Ao exame, a PA é de

110/60 mmHg e a FC, 80 bpm. A temperatura é de 37,2°C. Os exames do coração e do pulmão são normais. O abdome está flácido e o útero não está dolorido. Os batimentos cardíacos fetais estão na faixa de 140 a 150 bpm.

Qual deve ser o próximo passo?

Qual é o diagnóstico mais provável?

 Qual é o manejo em longo prazo dessa paciente?

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RESPOSTAS PARA O CASO 10:

Placenta prévia

Resumo: Uma mulher de 30 anos, G5P4, com 32 semanas de gestação, queixa-se de sangramento vaginal indolor. Quatro semanas antes, ela apresentou sangramento discreto após relação sexual. O abdome está flácido e o útero, indolor. Os batimentos cardíacos fetais estão na faixa de 140 a 150 bpm.

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Caso 11

Eugene C. Toy; Benton Baker III; Patti Jayne Ross; John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 11

Uma mulher de 22 anos, G2P1, com 35 semanas de gestação, que admite fazer uso de cocaína, queixa-se de dor abdominal. Ela informa que está apresentando sangramento vaginal moderado sem perda de líquido pela vagina, e que não tem história de trauma. Ao exame, a PA é 150/90 mmHg e a FC é

110 bpm. O exame do fundo de útero revela sensibilidade, e é observada uma quantidade moderada de sangue escuro no fundo de saco. O exame ultrassonográfico não mostra anormalidades placentárias. O colo uterino mostra 1 cm de dilatação. Os batimentos cardíacos fetais estão na faixa de 160 a 170 bpm.

Qual é o diagnóstico mais provável?

Quais são as complicações que podem ocorrer devido a essa situação?

 Qual é o melhor manejo para essa condição?

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RESPOSTAS PARA O CASO 11:

Descolamento prematuro de placenta

Resumo: Uma usuária de cocaína de 22 anos, G2P1, com 35 semanas de gestação, queixa-se de dor abdominal e sangramento vaginal moderado. Ao exame, a PA é

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Caso 14

Eugene C. Toy; Benton Baker III; Patti Jayne Ross; John C. Jennings Grupo A PDF Criptografado

CASO 14

Uma mulher de 24 anos, G1P0, com 28 semanas de gestação, queixa-se de prurido generalizado que já dura duas semanas. Ela nega erupções cutâneas, exposições a insetos ou alergias. Suas medicações incluem vitaminas pré-natais e suplementação de ferro. Ao exame, a PA é 100/60 mmHg, a FC, 80 bpm e o peso, 63 kg. Ela é anictérica. A pele não apresenta erupções. Os batimentos cardíacos fetais estão na faixa de 140 bpm.

Qual é o diagnóstico mais provável?

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TOY, BAKER, ROSS & JENNINGS

RESPOSTA PARA O CASO 14:

Prurido (coléstase) da gravidez

Resumo: Uma mulher de 24 anos, G1P0, com 28 semanas de gestação, queixa-se de prurido generalizado que já dura duas semanas. Ela está anictérica e normotensa. A pele não apresenta erupções. Os batimentos cardíacos fetais estão na faixa de 140 bpm.

• Diagnóstico mais provável: Coléstase da gravidez.

ANÁLISE

Objetivos

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Caso 32

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CASO 32

Uma mulher de 55 anos, G3P3, queixa-se de história de pressão pélvica de um mês de duração, e de sensação de “algo estar caindo da vagina”. Ela havia sido submetida à histerectomia abdominal total há 10 anos por mioma uterino sintomático. Ela teve três partos vaginais e nega qualquer outro problema clínico; não tem incontinência urinária ou disúria. Ao exame, a PA é 120/70 mmHg, a FC, 90 bpm, a FR, 12 ipm, a temperatura, 36,6°C, a altura, 1,55 m e o peso, 72,5 kg. As mamas estão indolores e sem massas. O exame do coração e dos pulmões é normal. Ao exame pélvico, a genitália externa é de certo modo atrófica, porém, sem lesões. No introito, é vista uma saliência de mucosa, que aumenta de tamanho se a paciente fizer força. Essa massa é redutível com o exame pélvico digital. Não há massas anexiais. O médico coloca um cotonete na uretra, mas não há movimento do mesmo com a manobra de Valsalva. Ao exame retal, o tônus do esfincter é normal.

Qual é o diagnóstico mais provável?

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