PSIQUIATRIA

Organizado por: RONALDO DOS SANTOS FRANCO
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RONALDO FRANCO
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2 capítulos

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Caso 2

Eugene C. Toy; Debra Klamen Grupo A PDF Criptografado

CASO 2

Um homem de 21 anos é levado ao setor de emergência pela polícia depois de ter sido encontrado sentado no meio de uma rua de grande movimento. À guisa de explicação, o paciente fala: “Foram as vozes que mandaram”. Relata que, no último ano, sentiu que “as pessoas não são quem elas dizem ser”. Começou a isolar-se em seu quarto e largou a escola. Afirma que ouve vozes lhe dizendo para fazer “coisas erradas”. Em geral existem 2 ou 3 vozes falando, e muitas vezes comentam entre si seu comportamento. Nega estar usando drogas ou

álcool, embora relate ter fumado maconha ocasionalmente no passado. Diz que interrompeu o hábito nos últimos seis meses porque não tem mais dinheiro e que a maconha contribuía para as vozes. Nega qualquer problema clínico e não está tomando medicamento.

No exame do estado mental, foi observado que o paciente está sujo e desalinhado, com má higiene. Parece um pouco nervoso no ambiente e caminha em torno da sala de exame, sempre com as costas voltadas para uma parede.

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Caso 27

Eugene C. Toy; Debra Klamen Grupo A PDF Criptografado

CASO 27

Uma mulher de 24 anos procura seu médico com a queixa principal de “sentir cheiros ruins”. Relata que, no último mês, várias vezes por semana sentiu de repente o cheiro de borracha queimada. Também percebeu um cheiro de “carne podre”. Durante esses episódios, nota que ninguém mais ao seu redor se queixa dos odores, os quais são muito fortes e acres. Seus amigos não observaram nada de incomum, exceto que a viram “olhando para o vazio”, às vezes por vários minutos, e geralmente nos momentos em que sentiu os cheiros ruins. A paciente não está consciente desses períodos de tempo perdido e não tem outra queixa. Sua história clínica chama atenção apenas por um acidente de carro, no ano anterior, em que perdeu a consciência, mas ela não relata cefaleia. Nega o uso de drogas e bebe álcool raras vezes, em ocasiões especiais. Ninguém em sua família jamais teve episódios parecidos com esses.

Qual é o diagnóstico mais provável para essa paciente?

Que outro exame estabeleceria o diagnóstico?

Em qual eixo do DSM-IV são codificados os problemas clínicos?

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