Tópicos de Farmacologia

Organizado por: Joyce Gomes
Visualizações: 48
Classificação: (0)
Publicado por:     Detalhes do Produto
 

9 capítulos

Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582713167

Capítulo 3. Estudos pré-clínicos

João Massud Filho Grupo A PDF Criptografado

3

Estudos pré-Clínicos

Edinéia Lemos de Andrade

Cristina Setim Freitas

Rodrigo Marcon

Raquel Cristina Schwanke

Allisson Freire Bento

Jarbas Mota Siqueira Junior

João B. Calixto

Neste capítulo, são discutidos, de forma integrada, os estudos não clínicos necessários ao processo de desenvolvimento de novos medicamentos, desde a concepção dos primeiros ensaios exploratórios após a seleção de moléculas líderes, até aqueles preconizados e exigidos pelas autoridades reguladoras para o início dos testes clínicos. Além disso, são mencionados os testes não clínicos que eventualmente possam ser realizados em concomitância com os ensaios clínicos. Para facilitar a compreensão, os temas apresentados também alcançam os pontos críticos envolvidos na reprodutibilidade, rastreabilidade e confiabilidade dos estudos não clínicos, bem como os requisitos necessários para submissão de dossiês às autoridades reguladoras para aplicação do formulário denominado

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713167

Capítulo 5. Pesquisa clínica

João Massud Filho Grupo A PDF Criptografado

5

Pesquisa clínica

João Massud Filho

A busca por “medicamentos” e fórmulas que pudessem ser usadas no tratamento de enfermidades se iniciou em algum momento do passado remoto e continuou por séculos, havendo documentação sobre esse uso, mas sem relatos ou comprovação de qualquer resultado.

Existem muitas menções ao uso empírico desses “medicamentos” ou fórmulas.

Uma delas está no Velho Testamento, segundo o qual o rei Nabucodonosor determinou que crianças da família real se alimentassem de vinho e carne por 3 anos, enquanto algumas outras receberam grãos e água pelo mesmo período. No fim desse tempo, observou-se que as crianças do segundo grupo eram mais saudáveis.

A máxima de Hipócrates, Primum non noscere, ainda norteia todo e qualquer estudo clínico com medicamentos.

No século X d.C., Avicena publicou a obra Princípios da Medicina, com base em experiência própria e de Hipócrates, Galeno, entre outros. Avicena estabeleceu sete princípios:

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713167

Capítulo 11. Fitomedicamentos

João Massud Filho Grupo A PDF Criptografado

11

Fitomedicamentos

Dagoberto de Castro Brandão

Luis Carlos Marques

O uso de plantas medicinais é uma prática desde a antiguidade, documentada na história das diversas civilizações.

Desde 3000 a.C., os chineses e os egípcios já se dedicavam ao cultivo e ao uso de plantas medicinais.

O papiro de Ebers (descoberto em 1873 pelo egiptólogo alemão Ebers) é um dos primeiros documentos escritos sobre a fitoterapia.

As duas figuras médicas mais importantes da antiguidade foram Dioscórides e

Galeno. Se Hipócrates foi considerado o pai da Medicina, Dioscórides, sem qualquer dúvida, é o pai da fitoterapia.

Embora Dioscórides tenha sido con­ siderado a absoluta autoridade em “matéria médica” durante mais de 1500 anos, deve-se ressaltar que o conhecimento sobre plantas medicinais foi passado de geração para geração, pertencendo a toda humanidade.

Na conquista da América, os religiosos que vieram da Europa trouxeram os seus conhecimentos, que foram enriquecidos pelo contato com os pajés indígenas que lhes transmitiram os conhecimentos sobre as plantas medicinais americanas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713167

Capítulo 12. Medicamentos genéricos

João Massud Filho Grupo A PDF Criptografado

12

Medicamentos genéricos

Roberta Pessoa Simões

Apesar da tentativa frustrada em 1993 com o Decreto nº 793,1 a política de medicamentos genéricos foi implantada de fato no Brasil em 1999. Tinha como objetivos estimular a concorrência comercial; melhorar a qualidade dos medicamentos; assegurar a eficácia e a segurança, ainda que por medida indireta para as cópias, possíveis somente após a expiração da patente; e facilitar o acesso da população ao tratamento medicamentoso. O processo de implementação dessa política permitiu a introdução e a discussão de conceitos nunca antes utilizados ou exigidos para o registro de medicamentos no Brasil: a biodisponibilidade; a bioequivalência; a equivalência farmacêutica; o equivalente terapêutico; os medicamentos genéricos, similares e de referência; a classificação biofarmacêutica; e a bioisenção.

Por meio das resoluções, com a cronologia de implementação desses regulamentos no

Brasil, seriam compreendidos os avanços nacionais dessa política e o cenário dos dias atuais, em que medicamentos genéricos e similares são intercambiáveis por lei com os respectivos medicamentos de referência.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731317

61 - Prescrição de Vitaminas e Antianêmicos em Situações Carenciais e Não Carenciais e Anemias

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

61

Prescrição de Vitaminas e

Antianêmicos em Situações

Carenciais e Não Carenciais e Anemias

Leila Beltrami Moreira

``

Introdução

Vitaminas

Vitaminas, compostos orgânicos essenciais para algumas funções metabólicas, são provenientes da dieta em sua quase totalidade. Por serem aminas, denominaram-se “aminas vitais”, daí a designação que se consagrou. São classificadas de acordo com seu grau de afinidade por água ou lipídios (Quadro 61.1).

Quadro 61.1  Classificação das vitaminas.

Hidrossolúveis

Tiamina (B1)

Riboflavina (B2)

Niacina (B3)

Ácido pantotênico (B5)

Piridoxina (B6)

Cianocobalamina (B12 )

Ácido fólico (B9 ou M)

Ácido ascórbico (C)

Lipossolúveis

Retinol (A)

Colecalciferol (D)

Tocoferol (E)

Fitonadiona (K)

Vitaminas são usadas em prevenção e tratamento de carências nutricionais e na terapêutica de doen­ças não relacionadas à deficiên­cia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731317

62 - Uso de Fármacos em Gestação e Lactação

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

62

Uso de Fármacos em

Gestação e Lactação

Lenita Wannmacher

``

Introdução

Quase todas as mulheres estão expostas a algum tipo de medicamento durante a gestação e a amamentação, seja por prescrição ou automedicação. No entanto, poucos são os fármacos especificamente testados quanto a eficácia e segurança naqueles perío­dos. A investigação nesta ­área da Farmacologia apresenta limitações éticas e metodológicas que fizeram com que até hoje predominem estudos pré-clínicos in vitro e in vivo e farmacológico-clínicos observacionais

(levantamentos epidemiológicos, coortes, estudos de casos e controles, séries e relatos de casos). Os primeiros não necessariamente mimetizam os potenciais riscos em humanos. Os segundos têm menor poder metodológico para definir condutas. Neste contexto, ensaios clínicos randomizados e controlados por placebo ou tratamentos convencionais têm sido considerados não éticos pelo potencial risco proveniente da exposição em fetos e neonatos. No entanto, com vista ao benefício materno e do feto, o princípio de justiça dita que a pesquisa médica se estenda a gestantes, desde que suficientemente informadas, sendo respeitada sua autonomia de decisão.1

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731317

63 - Prescrição de Medicamentos em Pediatria

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

63

Prescrição de Medicamentos em Pediatria

Elza Daniel de Mello

``

Introdução

A prescrição de medicamentos em Pediatria segue os mesmos princípios da que é feita para os adultos, embora existam mais par­ ticularidades e muitas vezes menos dados sistemáticos de comprova­

ção científica. Em Pediatria, uso hospitalar ou ambulatorial de medi­ camentos ainda não licenciados (prescrição off-label) constitui prática comum, podendo expor as crianças a riscos. No entanto, o prolonga­ do tempo para que haja licenciamento – muitas vezes não do interesse da indústria farmacêutica – exigiria a omissão do tratamento.

A falta de aprovação para uso pediá­trico não implica que o medi­ camento seja contraindicado, apenas que há evidências insuficientes para garantir benefícios e permitir identificação de riscos de seu uso naquela faixa etária.

Assim sendo, embora não haja proibição de uso de medicamen­ to não licenciado para uso pediá­trico, é necessário ter cautela, reco­ mendando-se que o mesmo não seja primeira opção terapêutica do pediatra.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731317

64 - Prescrição de Medicamentos em Geriatria

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

64

Prescrição de Medicamentos em Geriatria

Renato Gorga Bandeira de Mello

``

Introdução

“Todo novo sintoma em um paciente idoso deve ser considerado como um evento adverso por medicamento até que se prove o contrário.”1

Os processos de transição demográfica rapidamente se solidificam em todo o mundo, sobretudo em paí­ses de média renda como o Brasil. Na atua­li­da­de, a população brasileira já é constituí­da por 12,5% de pessoas com mais de 60 anos de idade, segundo projeções do Instituto

Brasileiro de Geografia e Estatística.2 A velocidade de envelhecimento

é elevada, permitindo estimativas de que em 2030 o número proporcional de idosos será superior ao de in­di­ví­duos com menos de 14 anos de idade, com completa inversão da pirâmide etária em 2050.3

Tal realidade permite estimar o processo de transição epidemiológica com potencial impacto sobre as ações de saú­de, visto que diversas são as peculiaridades fisiológicas e patológicas associadas ao envelhecimento. Isso coloca o in­di­ví­duo idoso sob maior risco de desenvolver doen­ças, maior demanda de tratamentos e maior risco de complicações não intencionais associadas a esses tratamentos, ou seja, iatrogenia. A iatrogenia, em virtude de seu significativo impacto clínico sobre a saú­de do idoso, é considerada uma das síndromes geriá­tricas ou “gigantes da geriatria”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527731317

65 - Repercussão do Uso de Medicamentos sobre Funções Renais

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

65

Repercussão do Uso de

Medicamentos sobre

Funções Renais

Gerson Luiz da Silva Nunes

``

Introdução

Uma das importantes funções renais é a eliminação de substâncias exógenas. Dentre essas, incluem-se fármacos utilizados em diagnóstico e tratamento de doen­ças, bem como agentes causadores de intoxicações. O interesse médico é suscitado para o modo como o rim manipula fármacos, em função dos seguintes aspectos:

• Obtenção de efeito terapêutico no próprio rim. Nesse caso, o fár-

maco tem como sítio de ação esse órgão, produzindo modificações em suas funções ou sobre condições do parênquima renal, com conse­quências terapêuticas. Exemplos: diuréticos, uricosúricos, antimicrobianos. A capacidade do rim de concentrar determinados fármacos favorece a ação terapêutica

• Excreção renal de substâncias exógenas (principalmente em intoxicações) por meio, por exemplo, de manobras de alcalinização urinária

• Emprego de fármacos em insuficiente renal crônico. Deficiên­cia de função renal pode afetar características farmacocinéticas da maioria dos fármacos, facilitando aparecimento de níveis séricos tóxicos nos pacientes afetados por essa condição

Ver todos os capítulos

Detalhes do Produto

Livro Impresso
eBook
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Sim
SKU
UR72974444171
ISBN
 
Tamanho do arquivo
0 Bytes
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados