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Capítulo 2 - Planejando o ambiente físico

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CAPÍTULO 2

Planejando o ambiente físico

Cinco funções do ambiente de sala de aula 25

O professor como um planejador do ambiente 36

Algumas reflexões sobre ter de compartilhar salas 39

Comentários finais 41

Resumo 41

Discussões de organização e gestão frequentemente negligenciam as características físicas da sala de aula. A menos que ela se torne quente demais, fria demais, cheia demais ou barulhenta demais, tendemos a pensar no ambiente da sala de aula como um cenário sem importância para a interação. Essa tendência geral a ignorar o ambiente físico é especialmente predominante nas escolas de

PARE E REFLITA

Você provavelmente passou mais de 13 mil horas como estudante em salas de aula do ensino fundamental e médio. Sem dúvida, algumas dessas salas eram bem mais atraentes e confortáveis do que outras. Pense o que as tornava desse jeito. Por exemplo, eram os quadros de aviso ou pôsteres? A presença de plantas? O tipo e o arranjo da mobília? A iluminação? O tamanho ou a localização da sala? Pense sobre as características específicas que fizeram dessas salas ambientes agradáveis para aprender e, então, reflita sobre quais delas estão sob o controle do professor. Tenha essas características em mente

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Capítulo 4 - Estabelecendo normas de comportamento

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CAPÍTULO 4

Estabelecendo normas de comportamento

Pesquisas sobre gestão eficiente da sala de aula 83

Definindo suas expectativas de comportamento 85

Os primeiros dias de aula: ensinando as normas aos alunos 94

Comentários finais 99

Resumo 100

Às vezes, os professores dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio argumentam que seus alunos sabem como se comportar, uma vez que eles estão na escola há muitos anos. O argumento é o seguinte:

Meus alunos não são bebês. Nos anos finais do ensino fundamental ou no ensino médio, os estudantes sabem a importância de chegar na hora à sala de aula, de fazer o dever de casa, de respeitar os pertences dos outros e de levantar a mão quando quiserem fazer um comentário. Além disso, há tanto conteúdo a ser ensinado que eu não posso desperdiçar tempo ensinando regras que eles já deveriam conhecer.

Essa argumentação tem um certo apelo, particularmente para professores que são entusiastas das suas áreas de conhecimento e ávidos por começar. Porém, é importante reconhecer que, embora os seus alunos tenham noções gerais a respeito do comportamento adequado no ambiente escolar, eles não conhecem suas expectativas específicas.

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Capítulo 7 - Aproveitando ao máximo o tempo de sala de aula

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CAPÍTULO 7

Aproveitando ao máximo o tempo de sala de aula

Quanto tempo existe, afinal? 166

Aumentando as oportunidades de aprender 170

O uso de horários em bloco 181

Comentários finais 184

Resumo 184

No primeiro dia de aula, o ano acadêmico parece se estender indefinidamente. Se você for um professor iniciante, você pode se perguntar como irá preencher todas as horas escolares que estão previstas – especialmente se você não está nem mesmo certo do que irá fazer no dia seguinte. À medida que os dias passam, você pode começar a sentir que falta tempo para realizar todas as suas atividades. Com assembleias, simulações de incêndio, testes, feriados e tarefas burocráticas, as horas disponíveis para o ensino parecem bem mais reduzidas do que pareciam no início do ano. De fato, a tendência ao longo do ano é você encarar

o tempo como um recurso precioso – não algo que precisa ser preenchido (ou gasto), mas algo que deve ser conservado e usado com sabedoria (é claro que seus alunos podem não compartilhar dessa visão – como ilustra a Fig. 7.1).

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Parte I - Introdução

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PA R T E I

Introdução

Quando você escuta as palavras “um professor realmente bom” o que vem à sua mente?

Nós fazemos essa pergunta aos nossos alunos de formação de professores, eles invariavelmente falam sobre cuidar.

Um bom professor é atencioso, eles afirmam, alguém que respeita e apoia os estudantes, que não os coloca para baixo e que demonstra um interesse genuíno por eles. Nossos estudantes de licenciatura também acreditam ter capacidade para ser esse tipo de professor e se veem fortalecendo a autoestima dos alunos, se alegrando com seus sucessos e criando fortes laços de afeição e respeito mútuo.

E então esses futuros professores começam a ensinar aos alunos. Ao longo das semanas, o discurso sobre cuidar começa a desaparecer, substituído por uma fala sobre controle e disciplina, penalidades e consequências, nomes no quadro e punição. Nossos estudantes lamentam o fato de terem sido “bonzinhos demais” no início e concluem que deveriam ter sido

“mais duros”. Alguns parecem mesmo acreditar que cuidar e manter a ordem são mutuamente excludentes.

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Capítulo 11 - Administrando recitações e discussões

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CAPÍTULO 11

Administrando recitações e discussões

As armadilhas das recitações* e discussões conduzidas por professores 263

Planejando e implantando eficientes recitações e discussões conduzidas por professores 267

Facilitando discussões centradas nos alunos 277

Comentários finais 281

Resumo 283

Em geral, as conversas que ocorrem entre professores e alunos não são como as conversas que você ouve no “mundo real”. Vamos considerar apenas um exemplo. No mundo real, se você perguntar a alguém o nome de um autor em particular, entenderemos que você realmente está precisando dessa informação e ficará grato com a resposta.

A conversação provavelmente seria assim:

“Quem escreveu As vinhas da ira?”

“John Steinbeck.”

“Oh, sim, obrigado.”

Em contraste, se um professor fizer essa pergunta durante uma aula, o diálogo poderá se constituir da seguinte forma:

“Quem escreveu As vinhas da ira?”

“John Steinbeck.”

“Muito bem.”

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