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Medium 9788571106093

Capítulo IV. A análise histórica

BLOCH, Marc Zahar PDF Criptografado

Capítulo IV

A análise histórica

A análise histórica

1. Julgar ou compreender?

A fórmula do velho Ranke é célebre: o historiador propõe apenas descrever as coisas “tais como aconteceram, wie es eigentlich gewesen”. Heródoto o dissera antes dele, “ta eonta legein, contar o que foi”. O cientista, em outros termos, é convidado a se ofuscar diante dos fatos. Como muitas máximas, esta talvez deva sua fortuna apenas à sua ambiguidade. Podemos ler aí, modestamente, um conselho de probidade: este era, não se pode duvidar, o sentido de Ranke. Mas também um conselho de passividade. De modo que eis, colocados de chofre, dois problemas: o da imparcialidade histórica; o da história como tentativa de reprodução ou como tentativa de análise.

Mas haverá então um problema da imparcialidade? Ele só se coloca porque a palavra, por sua vez, é equívoca.

Existem duas maneiras de ser imparcial: a do cientista e a do juiz. Elas têm uma raiz comum, que é a honesta submissão à verdade. O cientista registra, ou melhor, provoca o experimento que, talvez, inverterá suas mais caras teorias.

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Medium 9788571109278

A preservação do patrimônio cultural na América Latina

FUNARI, Pedro Paulo; PELEGRINI, Sandra C.A. Zahar PDF Criptografado

Patrimônio histórico e cultural

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patrimônios digitais protegidos por copyright? Como garantir que o patrimônio, custodiado por uma empresa que o armazena em forma digital, seja preservado se a firma falir e desaparecer (e, com ela, todo o seu suporte digital)? Esses são alguns dos desafios que enfrentamos para preservar o patrimônio em nossa época, e outros muitos se multiplicam a cada dia, como veremos a seguir.

A preservação do patrimônio cultural na América Latina

A valorização do patrimônio cultural e a necessidade de reabilitar os centros históricos, na atualidade, constituem premissas básicas dos debates sobre o desenvolvimento sustentável nas cidades latino-americanas, pois esses centros representam a síntese da diversidade que caracteriza a própria cidade. Vista por esse ângulo, a reabilitação dos centros históricos, além de potencializar a identidade coletiva dos povos e promover a preservação de seus bens culturais — materiais e imateriais — pode contribuir para o desenvolvimento econômico e social e, ainda, otimizar os custos financeiros e ambientais do desenvolvimento urbano, através do aproveitamento da infraestrutura de áreas centrais e do incremento da indústria turística.

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Medium 9788571109278

A gestão do patrimônio cultural no limiar do século XXI

FUNARI, Pedro Paulo; PELEGRINI, Sandra C.A. Zahar PDF Criptografado

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Pedro Paulo Funari e Sandra C.A. Pelegrini

A organização de oficinas-escola em João Pessoa (com subsídios da Agência Espanhola de Cooperação Internacional) e de mutirões supervisionados por mestres em restauração de talhas no Recife e em Olinda (mediante associações entre o governo do estado e as prefeituras) já apresentam resultados louváveis. As oficinas, ao prepararem mão-deobra para os trabalhos de restauração, possibilitam um eficaz intercâmbio de informação sobre o patrimônio e promovem a difusão de experiências práticas no campo do restauro de edificações, altares entalhados, portadas de pedra e obras de arte, entre outros bens. Mais do que isso: atuam como multiplicadoras de conscientização, na medida em que o exercício dos aprendizes suscita o interesse de outros membros da comunidade. Esse movimento se une a um labor silencioso de reabilitação que precede a exibição do bem e das obras mais vistosas. Trata-se, portanto, de um procedimento que não pode se restringir a dar visibilidade ao “espetáculo do patrimônio”, seja através de exposição das obras de arte em museus, de visita aos monumentos ou de turismo cultural.

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Medium 9788571109278

O patrimônio, do indivíduo à coletividade

FUNARI, Pedro Paulo; PELEGRINI, Sandra C.A. Zahar PDF Criptografado

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Pedro Paulo Funari e Sandra C.A. Pelegrini

nio, tanto no contexto mundial como no Brasil. Pretendemos que, ao final, o leitor não apenas entenda melhor as discussões e práticas referentes ao patrimônio como possa, individual ou coletivamente, contribuir para uma ação patrimonial em benefício de todos.

O patrimônio, do indivíduo à coletividade

Hoje, quando falamos em patrimônio, duas ideias diferentes, mas relacionadas, vêm à nossa mente. Em primeiro lugar, pensamos nos bens que transmitimos aos nossos herdeiros — e que podem ser materiais, como uma casa ou uma joia, com valor monetário determinado pelo mercado. Legamos, também, bens materiais de pouco valor comercial, mas de grande significado emocional, como uma foto, um livro autografado ou uma imagem religiosa do nosso altar doméstico. Tudo isso pode ser mencionado em um testamento e constitui o patrimônio de um indivíduo.

A esse sentido legal do termo, devemos acrescentar outro, não menos importante: o patrimônio espiritual.

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Medium 9788571109674

Stuart Mill

MARCONDES, Danilo Zahar PDF Criptografado

Stuart Mill

O

utilitarismo como corrente de pensamento no campo da ética e da filosofia política tem sua origem principalmente nas ideias do pensador francês

Claude-Adrien Helvétius (1715-71) e do inglês Jeremy Bentham (1748-1832), este influenciado por Helvétius. Esses pensadores formularam o “princípio de utilida­de” como critério do valor moral de um ato. De acordo com este princípio universal, o bem seria aquilo que maximiza o benefício e reduz a dor ou o sofrimento.

Terão mais valor de um ponto de vista ético, portanto, as ações que beneficiarem o maior número de pessoas possível. Trata-se de uma concepção que avalia o caráter ético de uma atitude a partir do ponto de vista de suas consequências ou resultados. Este princípio difundiu-se bastante no século XVIII, durante o

Iluminismo, por ir ao encontro de um projeto de reforma social. Constitui-se ao mesmo tempo em um princípio de aplicação prática, inspirando inclusive a

Revolução Francesa (1789), que chegou a conceder a Bentham o título de “ci­dadão honorário”. O útil (useful) é entendido como aquilo que contribui para o bem-estar geral. No entanto, o utilitarismo foi bastante criticado por pensadores racionalistas, por exemplo, Kant, adversário da ética das consequências.

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Medium 9788571104051

A crise da modernidade

MARCONDES, Danilo Zahar PDF Criptografado

A Crise da Modernidade

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KANT E A FILOSOFIA CRÍTICA

A. A concepção kantiana de filosofia

A obra de Immanuel Kant (1724-1804) pode ser vista como um marco na filosofia moderna.1 Seu pensamento é geralmente dividido em duas fases: a pré-crítica, que vai até a Dissertação de 1770, e a crítica, a partir da publicação da Crítica da razão pura

(1a ed. 1781). Em sua fase pré-crítica, Kant pode ser considerado um representante típico do chamado “racionalismo dogmático”, caracterizado pela forte influência do

“sistema Leibniz-Wolff ’, isto é, do predomínio, sobretudo no contexto alemão, da filosofia racionalista inspirada em Leibniz e desenvolvida e sistematizada por Christian Wolff (1679-1754).2 Segundo ele mesmo nos relata em seus Prolegômenos, foi a leitura de Hume que o despertou de seu “sonho dogmático”. Os questionamentos céticos de Hume abalaram profundamente Kant, que visava empreender uma defesa do racionalismo contra o empirismo cético. Percebeu, no entanto, a importância das questões levantadas pelos empiristas, destacadamente Hume, e acabou por elaborar uma filosofia que caracterizou como racionalismo crítico, pretendendo precisamente superar a dicotomia entre racionalismo e empirismo. É significativo que Kant, formado no contexto do racionalismo alemão, tenha dedicado a Crítica da razão pura a Bacon, o iniciador do empirismo.

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Medium 9788571109308

2. O documento

BOYLE, David Zahar PDF Criptografado

MANIFESTO

O MANIFESTO

COMUNISTA

O DOCUMENTO

Um espectro ronda a Europa — o espectro do comunismo. Todas as potências da velha Europa uniram-se numa Santa Aliança para exorcizá-lo: o papa e o czar,

Metternich e Guizot, os radicais franceses e os espiões da polícia alemã.

Que partido de oposição não foi acusado de comunista por seus adversários no poder? Que partido de oposição também não lançou contra seus adversários progressistas ou reacionários o estigma do comunismo?

Daí decorrem dois fatos:

1. O comunismo já é considerado uma força por todas as potências da

Europa.

2. Já é tempo de os comunistas publicarem abertamente, diante de todo o mundo, suas ideias, seus fins, suas tendências, opondo à lenda do comunismo um manifesto do próprio partido.

Para isso, comunistas de várias nacionalidades reuniram-se em Londres e redigiram o manifesto a seguir, a ser publicado em inglês, francês, alemão, italiano, flamengo e dinamarquês.

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Medium 9788571104051

Fase inicial

MARCONDES, Danilo Zahar PDF Criptografado

Fase Inicial

1

As ORIGENS DO PENSAMENTO MODERNO

E A Ideia DE MODERNIDADE

A. A ideia de modernidade

O pensamento moderno talvez seja mais fácil de ser compreendido por nós, pelo fato de estarmos mais próximos dele do que do antigo e do medieval, e por sermos ainda hoje, de certo modo, herdeiros dessa tradição. Por outro lado, às vezes é mais difícil tomarmos consciência e explicitarmos as características mais fundamentais daquilo que nos é mais familiar, exatamente porque nos acostumamos a aceitá-lo como tal.

O conceito de modernidade está sempre relacionado para nós ao “novo”, àquilo que rompe com a tradição. Trata-se, portanto, de um conceito associado quase sempre a um sentido positivo de mudança, transformação e progresso. Não é à toa que no discurso político frequentemente encontramos esse termo, quando falamos, p.ex., em um projeto de “modernização” do país. Veremos, em seguida, como de fato esses ideais de mudança, ruptura, progresso e inovação, e até mesmo de revolução, surgem e se desenvolvem no início do período que, na história da filosofia, convencionalmente conhecemos como “moderno”, i.e., os sécs. XVII-XIX.

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Medium 9788571104389

Capítulo 4. O desenvolvimento do conceito de cultura

LARAIA, Roque de Barros Zahar PDF Criptografado

4. O DESENVOLVIMENTO

DO CONCEITO DE CULTURA

A primeira definição de cultura que foi formulada do ponto de vista antropológico, como vimos, pertence a Edward Tylor, no primeiro parágrafo de seu livro Primitive Culture (1871).

Tylor procurou, além disto, demonstrar que cultura pode ser objeto de um estudo sistemático, pois trata-se de um fenômeno natural que possui causas e regularidades, permitindo um estudo objetivo e uma análise capazes de proporcionar a formulação de leis sobre o processo cultural e a evolução.1

O seu pensamento pode ser mais bem compreendido a partir da leitura deste seu trecho:

Por um lado, a uniformidade que tão largamente permeia entre as civilizações pode ser atribuída, em grande parte, a uma uniformidade de ação de causas uniformes, enquanto, por outro lado, seus vários graus podem ser considerados como estágios de desenvolvimento ou evolução…2

Buscando apoio nas ciências naturais, pois considera cultura um fenômeno natural, Tylor escreve em seguida:

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Medium 9788537807712

Capítulo 4. Convívio destruído

BAUMAN, Zygmunt Zahar PDF Criptografado

.4.

Convívio destruído

Um espectro paira sobre o planeta: o espectro da xenofobia.

Suspeitas e animosidades tribais, antigas e novas, jamais extintas e recentemente descongeladas, misturaram-se e fundiramse a uma nova preocupação, a da segurança, destilada das incertezas e intranquilidades da existência líquido-moderna.

Pessoas desgastadas e mortalmente fatigadas em consequência de testes de adequação eternamente inconclusos, assustadas até a alma pela misteriosa e inexplicável precariedade de seus destinos e pelas névoas globais que ocultam suas esperanças, buscam desesperadamente os culpados por seus problemas e tribulações.

Encontram-nos, sem surpresa, sob o poste de luz mais próximo

– o único ponto obrigatoriamente iluminado pelas forças da lei e da ordem: “São os criminosos que nos deixam inseguros, são os forasteiros que trazem o crime.” E assim “é reunindo, encarcerando e deportando os forasteiros que vamos restaurar a segurança perdida ou roubada”.

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Medium 9788537817698

3. Realismo

JACKSON, Robert; SØRENSEN, Georg Zahar PDF Criptografado

3

Realismo

Introdução: elementos do realismo�

104

Realismo clássico�

106

Tucídides�

Maquiavel�

106

108

Hobbes e o dilema de segurança�

110

Morgenthau e o realismo clássico 112

Repensando o equilíbrio de poder �

133

Duas críticas contra o realismo�

136

Programas e perspectivas de pesquisa�

142

Pontos-chave�

144

Questões�

146

Schelling e o realismo � estratégico�

117

Waltz e o neorrealismo�

121

Mearsheimer, teoria da estabilidade e hegemonia�

Orientação para leitura complementar�

146

125

Links �

147

Realismo neoclássico�

131

Resumo

Este capítulo descreve a tradição realista das RI e observa uma importante dicotomia neste pensamento entre as abordagens clássicas e contemporâneas acerca da teoria, incluindo abordagens estratégicas e estruturais. Realistas clássicos enfatizam os aspectos normativos do realismo, assim como os empíricos. A maioria dos realistas contemporâneos segue uma análise científica social das estruturas e dos processos da política mundial, mas tende a ignorar normas e valores. O capítulo discute tanto tendências clássicas como contemporâneas do pensamento realista. Ele examina um recente debate teórico entre intelectuais das RI de viés realista quanto à relevância do conceito de equilíbrio de poder. Em seguida analisa duas críticas à doutrina realista: uma da sociedade internacional e outra emancipatória. A última seção avalia as perspectivas para a tradição realista como um programa de pesquisa em RI.

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Medium 9788571109674

Spinoza

MARCONDES, Danilo Zahar PDF Criptografado

Spinoza

B

enedito, ou Baruch, de Spinoza (1632-77), um dos filósofos mais originais de sua época, nasceu e viveu em Amsterdam, na Holanda, e pertencia a uma família judaica de origem portuguesa. Ética, demonstrada à maneira dos geômetras, escrito originariamente em latim, entre 1661 e 1673, e publicado apenas após sua morte, é um texto de grande originalidade. Não se trata de um simples tratado de ética, mas de uma obra de metafísica que parte da ontologia e desenvolve uma teoria sobre a natureza humana e o fim último do homem: a beatitude. Articula assim de forma integrada a metafísica, o conhecimento, a antropologia filosófica e a moral.

A Ética é escrita segundo o método geométrico (more geometrico). É inspirada, portanto, na geometria de Euclides, considerada na época um mo­delo de ciência e de pensamento rigoroso. Começa com definições e axiomas, formula proposições e demonstrações com base nesses axiomas, seguindo o método dedutivo, e examina as consequências dessas demonstrações em seus corolários e escólios.

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Medium 9788571105980

Capítulo 1. Emancipação

BAUMAN, Zygmunt Zahar PDF Criptografado

.1.

Emancipação

Ao fim das “três décadas gloriosas” que se seguiram ao final da

Segunda Guerra Mundial – as três décadas de crescimento sem precedentes e de estabelecimento da riqueza e da segurança eco­ nômica no próspero Ocidente – Herbert Marcuse reclamava:

Em relação a hoje e à nossa própria condição, creio que estamos diante de uma situação nova na história, porque temos que ser liber­tados de uma sociedade rica, poderosa e que funciona relativamente bem … O problema que enfrentamos é a necessidade de nos liber­tarmos de uma sociedade que desenvolve em grande medida as ne­cessidades materiais e mesmo culturais do homem – uma sociedade que, para usar um slogan, cumpre o que prometeu a uma parte cres­cente da população. E isso implica que enfrentamos a libertação de uma sociedade na qual a libertação aparentemente não conta com uma base de massas.¹

Devermos nos emancipar, “libertar-nos da sociedade”, não era problema para Marcuse. O que era um problema – o problema específico para a sociedade que “cumpre o que prometeu” – era a falta de uma “base de massas” para a libertação.

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Medium 9788571106093

Capítulo III. A crítica

BLOCH, Marc Zahar PDF Criptografado

Capítulo III

A crítica

A crítica

1. Esboço de uma história do método crítico

Que a palavra das testemunhas não deve ser obrigatoriamente digna de crédito,1 os mais ingênuos dos policiais sabem bem2. Livres, de resto, para nem sempre tirar desse conhecimento teórico o partido que seria preciso. Do mesmo modo, há muito tempo estamos alertados no sentido de não aceitar cegamente todos os testemunhos históricos. Uma experiência, quase tão velha como a humanidade, nos ensinou que mais de um texto se diz de3 outra proveniência do que de fato é: nem todos os relatos são verídicos e os vestígios materiais, [eles] também, podem ser falsificados. Na Idade Média, diante da própria abundância de falsificações4, a dúvida foi [frequentemente] como um reflexo natural de defesa5. “Com tinta, qualquer um pode escrever qualquer coisa”, exclamava, no século XI, um fidalgo provinciano loreno, em processo contra monges que armavam-se de provas documentais contra ele. A Doação de Constantino — essa espantosa elucubração que um clérigo romano do século VIII assinou sob o nome do primeiro César cristão

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Medium 9788571109674

São Tomás de Aquino

MARCONDES, Danilo Zahar PDF Criptografado

São Tomás de Aquino

A

ética de são Tomás de Aquino (1224-74) toma como ponto de partida a

ética aristotélica (ver p.37-49 deste livro), interpretando-a à luz da dou­trina cristã, assim como santo Agostinho havia feito em relação ao platonismo quase 800 anos antes. Com efeito, são Tomás foi o principal responsável, em sua época, por mostrar que a filosofia de Aristóteles era compatível com o cristianismo. Abriu, assim, caminho para a legitimação da leitura de Aristóte­les ao final do séc. XIII, leitura essa que, em suas várias vertentes, perdurou até o final do pensamento medieval, no séc. XV, e encontrou seguidores ainda durante o período moderno dentre os escolásticos, sobretudo em relação a questões éticas. A Contrarreforma elege são Tomás como representante da ortodoxia católica, de modo que sua obra terá grande importância para o pensamento moderno, embora muitas vezes identificada, ainda que errone­ amente, com uma visão tradicionalista de filosofia e teologia.

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