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Medium 9788580554212

Caso 11 - Epicondilalgia lateral

Jason Brumitt, Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

Epicondilalgia lateral

R. Barry Dale

CASO 11

Um carpinteiro de 44 anos foi encaminhado ao fisioterapeuta com diagnóstico de dor no cotovelo lateral direito. Ele é destro e relata que “trabalhou com as mãos a vida toda”. Nos últimos seis meses, a dor “vai e volta”, mas aumentou muito, durante o trabalho, há duas semanas. Não há nada notável na história médica do paciente, exceto uma pré-hipertensão e o fato de ter parado de fumar recentemente, há oito meses (fumava ¼ de maço por dia, durante mais de 20 anos). Além disso, caiu de uma escada quatro anos atrás, sofreu uma lesão no pescoço e foi tratado com repouso, colar cervical e massagem.

Radiografias recentes do cotovelo e do ombro deram negativas para patologias

óbvias; entretanto, a coluna cervical apresentou mudanças consistentes com degeneração leve nas articulações apofisárias de C6 e C7. O paciente começou a tomar medicação anti-inflamatória não esteroide há seis dias. Você foi solicitado para avaliar e tratar o paciente, durante quatro semanas, antes da consulta de acompanhamento com o médico ortopedista. As queixas atuais do paciente são dor no cotovelo direito e fraqueza na preensão ativa, na extensão do punho e na supinação do antebraço. A dor e a fraqueza limitam a sua habilidade no trabalho de carpinteiro. O objetivo do paciente é voltar ao trabalho o mais rápido possível.

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Medium 9788580553444

Capítulo 8 - Desenvolvimento físico e saúde na segunda infância

Gabriela Martorell Grupo A PDF Criptografado

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DESENVOLVIMENTO FÍSICO

E

Martorell_08.indd 164

SAÚDE NA SEGUNDA

12/12/13 16:52

166 Crescimento físico

O QUE VEM POR AÍ

166 Sono

168 Desenvolvimento motor

170 Saúde e segurança

Foi o primeiro dia de Eva no jardim de infância. Enquanto a levava de carro para a escola, seu pai refletia sobre o quanto ela havia mudado em uns poucos anos. Aos 2 anos, Eva tinha sido um bebê rechonchudo com bochechas redondas e cachos castanhos, entusiasticamente andando em seu mundo em rápida expansão. Agora, aos 5 anos, Eva tinha perdido sua barriga de bebê e seus membros tinham se alongado.

Ela era capaz de pular com qualquer uma das pernas, andar para trás e usar utensílios com facilidade. Tagarelava, fazia perguntas sobre tudo a seu redor e tinha fortes preferências por comidas, roupas e brinquedos.

Neste capítulo, discutiremos o desenvolvimento físico dos

3 aos 6 anos. Na segunda infância, as proporções corporais das crianças mudam, e elas ficam mais altas e mais delgadas.

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Medium 9788577801091

Capítulo 5 - Produção Just-in-Time

Pascal Dennis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

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Produção Just-in-Time

Em um período de baixo crescimento econômico, a superprodução é um crime.

Taiichi Ohno

Produção just-in-time (JIT) significa produzir o item necessário na hora necessária na quantidade necessária. Qualquer outra coisa acarreta muda. A Toyota introduziu o JIT nos anos 50 como uma reação a problemas muito concretos, tais como:

Mercados fragmentados que demandavam muitos produtos em volume baixo.

Uma dura concorrência.

Preços fixos ou em queda.

Uma tecnologia que rapidamente mudava.

O alto custo de capital.

Trabalhadores capazes que exigiam maior nível de envolvimento.

Na Toyota, passei a entender que JIT deve ser apoiado por todo o sistema lean.

Por que JIT?

Fabricantes convencionais de produtos em massa “empurram”1o produto pelo sistema inde2 pendente da demanda real . Um cronograma mestre é elaborado baseado na demanda projetada. Pedidos diários são passados para cada departamento para que produzam as peças que a montagem final precisará. Como os tempos de troca são longos, lotes grandes são comuns.

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Medium 9788580554311

8.6 Características gerais dos títulos de dívida brasileiros*

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Taxas de Juros e Avaliação de Títulos de Dívida

8.6 Características gerais dos títulos de dívida brasileiros*

Até aqui, apresentamos uma visão geral do mercado de títulos de dívida e formas de cálculos vigentes no mercado norte-americano. Apresentaremos agora o mercado brasileiro de títulos de dívida. Iniciamos discutindo os títulos públicos federais emitidos pelo Tesouro Nacional e, em seguida, trataremos dos títulos emitidos por empresas.

Títulos públicos federais

Trataremos os títulos públicos federais emitidos no Brasil de forma mais detalhada do que fizemos com os títulos emitidos nos Estados Unidos. Ao comparar as diferentes formas de cálculo do preço de um título público emitido pelo Tesouro brasileiro com o apresentado sobre os títulos de dívida até aqui, talvez você ache os títulos públicos brasileiros um pouco mais complicados. Porém, examinando de forma conjunta as práticas do mercado brasileiro, veremos que, na verdade, são simples.

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28.1 Motivos para manter saldos de caixa

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

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Para ficar por dentro dos últimos acontecimentos na área de finanças, visite www. rwjcorporatefinance. blogspot.com.

Gestão do Caixa

Quando surgem notícias sobre a situação financeira de uma empresa, geralmente é porque ela está ficando com pouco caixa. Porém, esse não era o caso de muitas empresas no início de 2012. Por exemplo, dois dos maiores saldos de caixa pertenciam às gigantes da tecnologia Cisco e Microsoft, que possuíam saldos próximos de $ 48,5 bilhões e $ 59,4 bilhões, respectivamente. Ainda mais alto era o saldo de caixa da Google: quase $ 49,3 bi-

lhões, somando cerca de $ 151 por ação! Outras empresas também tinham grandes quantias em caixa. A General Electric (GE) tinha um saldo de $ 131,4 bilhões. Mas nenhuma chegava perto do banco investidor Goldman Sachs, com um caixa acumulado de $ 308 bilhões.

Por que empresas como essas possuem tais acúmulos de disponibilidades? Neste capítulo, descobriremos a resposta ao examinarmos a gestão do caixa.

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