433 capítulos
Medium 9788582710531

Capítulo 8 - Abuso de substâncias

Richard O. Straub Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Uso e abuso de substâncias: fatos básicos

Mecanismos de ação das substâncias

Substâncias psicoativas

Modelos de dependência

Modelos biomédicos: a dependência como doença

Modelos de recompensa: a dependência como busca de prazer

Modelos de aprendizagem social: a dependência como comportamento

Uso e abuso de álcool

O perfil dos alcoolistas

Efeitos físicos do uso de

álcool

Consequências psicossociais do uso de

álcool

Fatores que contribuem para dependência de

álcool

Tratamento e prevenção da dependência de

álcool

Abuso de tabaco

Prevalência do tabagismo

Efeitos físicos do cigarro

Por que as pessoas fumam?

Programas de prevenção

Programas de cessação

Abuso de substâncias

J

ack foi um dos primeiros estudantes que conheci quando entrei para o programa de pós-graduação da Universidade de Columbia, no outono de 1975. Como todos nós, ele era um indivíduo muito bem-sucedido e bastante motivado, que estava ansioso para se tornar um psicólogo pesquisador.

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Medium 9788580554311

26.5 Contratos derivativos negociados na BM&FBOVESPA

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

888

Parte VI

Opções, Futuros e Finanças Corporativas

Sistema de Risco BM&FBOVESPA, que representa variáveis financeiras que influenciam diretamente a formação dos preços dos ativos negociados na Bolsa, compreende:

• Preços dos mercados à vista;

• Estruturas a termo de taxas de juros. Para os contratos da BM&FBOVESPA, são consideradas as estruturas a termo em reais (curva de taxa pré) e em dólares (curva de cupom cambial);

• Nível de volatilidade dos mercados, fator de risco presente em contratos de opção.

Os “cenários de stress”9 podem ser oriundos tanto de análises técnicas/estatísticas como de análises de Extreme Value Theory (EVT), como de avaliações subjetivas sobre a conjuntura dos mercados.

A principal fonte de risco da clearing é a possibilidade de inadimplemento ou atraso dos participantes aos quais são atribuídas as operações com garantia da clearing – os Membros de

Compensação. Na medida em que atua como contraparte central das operações registradas, a clearing torna-se responsável pelas posições dos inadimplentes perante os membros adimplentes. A fim de mitigar o risco de contraparte, a clearing adota modelo de cobertura de riscos, por meio de mecanismos de gerenciamento de riscos, que compreendem a exigência de depósito de margem de garantia, a definição de uma estrutura de salvaguardas adicionais, a imposição de limites para o tamanho de posições em aberto e para a oscilação de preços, entre outros.

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Medium 9788536325408

Capítulo 15 - Desenvolvimento Social e da Personalidade na Adolescência

Denise Boyd, Helen Bee Grupo A PDF Criptografado

15

Desenvolvimento Social e da

Personalidade na Adolescência

B

aseados no trabalho pioneiro do teórico psicanalítico Erik

Erikson (1959), alguns desenvolvimentistas acreditam que a ausência de ritos de passagem formais, cerimônias que marcam a transição da infância para a vida adulta nas sociedades industrializadas, torna os adolescentes mais vulneráveis a comportamentos de risco como uso de álcool, sexo desprotegido e agressão. Adolescentes que se envolvem nessas atividades, dizem alguns observadores, estão tentando inventar seus próprios ritos de passagem. Como os adolescentes atingem essa meta depende do grupo de pares com o qual eles se identificam.

Para um adolescente, o rito pode envolver se preparar para um teste padronizado como o PSAT* com o qual podem obter uma bolsa de estudos. Para outro, ele pode envolver se unir a uma gangue de rua.

A consideração de ritos de passagem nos faz lembrar o conceito de andaimes de Vygotsky. Os adolescentes estão conscientes da necessidade de transição para a vida adulta, e eles dão muitos passos para essa meta sozinhos. Todavia eles precisam de adultos para abrir caminho e dar-lhes apoio quando seus passos para a maturidade se revelam equivocados, quer esse apoio ocorra no contexto de ritos de passagem formais quer de maneiras mais informais.

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Medium 9788580554311

7.3 Opções reais

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

222

Parte II

Valor e Orçamento de Capital

pois é difícil modelar as distribuições de cada variável ou as interações entre elas. Além disso, o resultado computacional, muitas vezes, é desprovido de intuição econômica. Portanto, embora

4 as simulações de Monte Carlo sejam utilizadas em certas situações do mundo real, a aborda5 gem não tende a ser “a onda do futuro”. De fato, Graham e Harvey relatam que apenas 15% das empresas em sua amostra utilizam simulações de orçamento de capital.

7.3

Opções reais

No Capítulo 5, enfatizamos a superioridade da análise do valor presente líquido (VPL) sobre outras abordagens ao avaliar projetos de orçamento de capital. No entanto, tanto os estudiosos quanto os profissionais apontaram problemas com o VPL. A ideia básica é que a análise do

VPL, bem como todas as outras abordagens no Capítulo 5, ignora os ajustes que uma empresa pode fazer após um projeto ser aceito. Esses ajustes são chamados de opções reais. Nesse sentido, o VPL subestima o valor real de um projeto. O conservadorismo do VPL é mais bem explicado por meio de uma série de exemplos.

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Medium 9788580551105

4. Software

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Software

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Software de aplicação para usuários finais

1. Descrever as diversas tendências importantes em termos de software.

Introdução ao software

“Caso do mundo real 1”: GE, H.B. Fuller Co., e outras empresas: implementações bem-sucedidas de software como serviço

Software de aplicação empresarial

Suítes de softwares e pacotes integrados

Navegadores web e outros softwares

Correio eletrônico, mensagem instantânea e blog

Processamento de texto e editoração eletrônica

Planilhas eletrônicas

Apresentações gráficas

Gerenciador de informações pessoais

Groupware

Softwares alternativos

2. Exemplificar os principais tipos de software de sistema e de aplicação.

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