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Medium 9788520430934

4. Diarreia aguda e diarreia persistente

Vera Lucia Sdepanian Editora Manole PDF Criptografado

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Diarreia aguda e diarreia persistente

R osa H elena P orto G usmão

F átima M aria L indoso S. L ima

V era L ucia S depanian

Diarreia aguda

Conceito

Síndrome de má absorção de água e eletrólitos com presença de fezes de conteúdo líquido acima do habitual, aumento do número de evacuações e que ocorre principalmente em crianças com menos de 5 anos de idade. Apesar de sua evolução potencial para a cura, com duração inferior a quatorze dias, ainda está associada a elevados índices de morbimortalidade infantil, principalmente nas regiões pobres do mundo, onde com frequência desencadeia ou agrava a desnutrição infantil1.

Etiologia

A diarreia aguda, na grande maioria dos casos, resulta da ação de agentes infecciosos no sistema gastrintestinal, daí ser também denominada diarreia infecciosa, infecção intestinal e gastroenterite. Esses enteropatógenos são transmitidos através de material fecal que contamina água, mãos e objetos; bactérias, vírus e parasitas são os mais frequentemente implicados2 (Tabela 1).

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Medium 9788520430941

FISIOLOGIA DO TREINAMENTO

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

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TrEinAMEnTo DE ForÇA

FisioLoGiA DO TREINAMENTO seu corpo é uma máquina impressionante que se adapta, de modo progressivo, à quantidade e ao tipo de trabalho que você exige dele, tanto física como mentalmente. Por exemplo, se você habitualmente levanta cargas pesadas, seu corpo responderá aumentando a densidade óssea; e se executa exercícios periódicos que fazem seus músculos se contraírem contra uma resistência externa, você desenvolverá potência e força muscular. O princípio básico do treinamento de força é promover essas modificações por meio de repetições de exercícios específicos em uma progressão de atividades planejada.

Para entender como o treinamento de força provoca essas mudanças em seus músculos e outros tecidos de seu corpo, precisamos ter em mente alguns aspectos básicos da biologia humana.

P | como seus músculos trabalham?

R | Seu corpo tem três tipos diferentes de músculo: o cardíaco, que compõe grande parte do coração; o liso, que reveste órgãos como o estômago, a bexiga urinária e os vasos sanguíneos; e o esquelético, que se liga aos ossos através dos tendões e é a força por trás de quase todos os seus movimentos. Dos três, apenas o músculo esquelético está sob controle voluntário e, como tal, é “treinável.”

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Medium 9788520432228

Capítulo 6 - Lazer: o campo acadêmico

MELO, Victor Andrade de; ALVES JR., Edmundo de Drummond Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 6

lazer: o campo acadêmico

Para concluir o livro, apresentamos um panorama da organização do campo acadêmico do lazer. Por se tratar de um tema multidisciplinar, perceberá o leitor que tentamos apresentar, dentro do possível, iniciativas de diferentes áreas de conhecimento, embora a maioria, em razão da trajetória histórica, ainda seja ligada à Educação Física e, mais recentemente, ao Turismo.

Como não seria possível apresentar a totalidade das iniciativas, assim optamos por apresentar aquelas mais reconhecidas, acessíveis e consolidadas. O fato de um grupo de pesquisa, periódico ou qualquer outra coisa não ter sido citado não significa que o julgamos de menor importância. Simplesmente, por questão de espaço, optamos por estabelecer uma seleção segundo os critérios mencionados anteriormente.

Grupos de pesquisa

No que se refere aos grupos de pesquisa, na primeira edição deste livro, usamos os dados do censo realizado pelo Conselho Nacional de

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Medium 9788520437766

5. Métodos alternativos para enumeração e identificação de microrganismos

PINTO, Terezinha de Jesus Andreoli; KANEKO, Telma Mary; PINTO, Antonio F. Editora Manole PDF Criptografado

Métodos alternativos para enumeração e identificação de microrganismos

Histórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129

Novos paradigmas: métodos convencionais e alternativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130

Métodos microbiológicos e tecnologias aplicáveis . . . . . . 131

Desenvolvimento e validação de métodos microbiológicos rápidos . . . . . . . . . . . . . . 133

Modelo de qualificação de equipamento . . . . . . . . . . . . . 133

Critério de validação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134

Evolução nos métodos de enumeração microbiana . . 139

Automação de métodos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139

HISTÓRICO

A tarefa do laboratório de microbiologia na área farmacêutica consiste em prover, para todo o processo de produção, informações de natureza microbiológica, como o monitoramento ambiental, testes de controle no processo e testes do produto terminado. Para esse propósito, o microbiologista deve dispor de métodos analíticos confiáveis e exatos, que permitam a enumeração e identificação de microrganismos, pois falhas neste aspecto conduzirão a sistemas fora de controle, ocasionando, como mais grave consequência, a possibilidade de uso, pelo paciente, de produto potencialmente inseguro, além de perdas financeiras para a empresa.

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Medium 9788520434628

Insuficiência Cardíaca Congestiva Direita

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

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Consulta Veterinária em 5 Minutos

Insuficiência Cardíaca Congestiva Direita

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

Insuficiência do lado direito do coração em bombear o sangue a uma velocidade suficiente para suprir as necessidades metabólicas do paciente ou evitar o acúmulo de sangue dentro da circulação venosa sistêmica.

FISIOPATOLOGIA

• A pressão hidrostática elevada leva ao extravasamento de líquido da circulação venosa para os espaços pleural e peritoneal e, potencialmente, para o pericárdio e o interstício dos tecidos periféricos.

• Quando o extravasamento de líquido excede a capacidade dos vasos linfáticos na drenagem das

áreas acometidas, desenvolvem-se efusão pleural, ascite, efusão pericárdica e edema periférico.

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

Todos os sistemas orgânicos podem ser acometidos pela má distribuição sanguínea ou pelos efeitos da congestão passiva decorrente do fluxo retrógrado de sangue venoso.

I

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