444 capítulos
Medium 9788520461105

29. Projetos de vida na velhice: o acesso à educação superior

Luma Carolina Câmara Gradim, Tamara Neves Finarde Pedro, Débora Couto de Melo Carrijo Editora Manole ePub Criptografado

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Introdução

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil vem passando por uma mudança do perfil da faixa etária da população, em virtude do aumento da expectativa de vida; consequentemente, há um crescimento do percentual de pessoas com 60 anos de idade ou mais. Entre 2012 e 2017, a população idosa chegou a 30,2 milhões, um aumento de 18,8%. Para 2060, a estimativa é aumentar para 73 milhões de idosos brasileiros.1

A velhice, nas últimas décadas, tem se deslocado de espaços privados de convivência para espaços coletivos, em que o idoso se torna autor, atuando de forma representativa e cada vez mais participativa na sociedade brasileira, capaz de gerar novas conquistas, guiadas pela busca do prazer e da satisfação pessoal. Desta forma, cabe refletir que a experiência de envelhecer é heterogênea e envolve as vivências pessoais e os contextos sociais e culturais de uma determinada época e lugar, trazendo distintas percepções e maneiras de lidar.

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Medium 9788520461358

5. INIBIDORES DE TIROSINA QUINASE E TERAPIASANTIBCR‑ABL — MECANISMO DE AÇÃO E RELAÇÃO COM A CARDIOTOXICIDADE

HERON R. S. RACHED, MIGUEL ANTONIO MORETTI, MARCELO DANTAS TAVARES DE MELO, MARIA VERÔNICA CÂMARA DOS SANTOS, RODRIGO SANTUCCI Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

INIBIDORES DE TIROSINA QUINASE E TERAPIAS

ANTIBCR‑ABL — MECANISMO DE AÇÃO E

RELAÇÃO COM A CARDIOTOXICIDADE

R E N ATO C E N T R O N E

M A R C E LO B E L L E S S O

H E R O N R . S . R AC H E D

INTRODUÇÃO

As tirosinas quinases são enzimas do subgrupo das proteínas quinases, responsáveis pela catalisação das proteínas, transferindo um grupo de fosfato da adenosina trifosfato (ATP), ativando cascatas de sinalização e promovendo proliferação celular.1,2 Terapias-alvo, como os inibidores de tirosina quinase (ITK), promoveram importante avanço no tratamento oncológico.2

Os ITKs são fármacos geralmente menos tóxicos em comparação

à terapia convencional,2 entretanto, em razão do seu uso crônico e difundido, podem ocorrer eventos cardiológicos adversos considerados off-target, ou seja, efeitos colaterais não relacionados ao alvo terapêutico. Dentre os espectros de cardiotoxicidade, estão: insuficiência cardíaca, arritmia, prolongamento do intervalo QT, hipertensão arterial, síndrome coronariana aguda e isquemia miocárdica.3

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Medium 9788520453827

44. Doença de Stargardt e reabilitação visual

Maria Aparecida Onuki Haddad, Marcos Wilson Sampaio, Remo Susanna Jr. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 44

Doença de Stargardt e reabilitação visual

Karina Eiko Yamashita

Christian Wang

INTRODUÇÃO

A doença de Stargardt (STGD) é a forma mais comum de distrofia macular juvenil.1 Foi descrita pela primeira vez pelo médico alemão Karl

Stargardt em 1909 como uma distrofia macular.2

Em 1963, Franceschetti descreveu o fundus flavimaculatus. A teoria mais atual é que tanto este quanto a maculopatia de Stargardt são expressões diferentes de uma mesma doença, hoje denominada doença de Stargardt.3 Trata-se de uma condição hereditária predominantemente autossômica recessiva, causada por mutações no gene

ABCA4, que faz parte do cromossomo 1.4 Esse gene expressa uma proteína que está envolvida no transporte ATP-dependente da membrana dos cones e bastonetes. Está também associado a outras distrofias da retina, como a distrofia de cones. Afeta principalmente jovens entre a primeira e a segunda décadas de vida, e o início precoce geralmente está associado a um ritmo mais rápido de progressão. O sintoma mais comum é a perda de visão central grave e progressiva bilateral, podendo atingir acuidade visual de

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Medium 9788520459850

10. Ajudar as crianças a prosperar

Jane Nelsen, Kristina Bill, Joy Marchese Editora Manole ePub Criptografado

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Jane compartilhou: “Em nossa família, tínhamos o que chamamos de síndrome de três semanas do plano de tarefas domésticas. Na reunião de família, criávamos juntos uma rotina de tarefas que as crianças seguiriam com entusiasmo por uma semana. Elas seguiam o plano sem entusiasmo por mais uma semana. Na terceira semana, havia reclamação e ranger de dentes sobre o plano de tarefas. Então, de volta à programação das tarefas. Nós, então, elaborávamos outro plano, que seguiria um padrão semelhante de três semanas.” Isso significa que o quadro de rotina não estava funcionando? Longe disso! Como Jane diz: “Eu me sentia muito melhor nessa síndrome de três semanas do que nas batalhas diárias em que costumava me envolver. Não sei o que teríamos feito sem as reuniões de família.”

Reuniões de família

Estresse, desorganização, frustração e raiva – fazem parte da sua rotina matinal? Fazer com que crianças sonolentas e não cooperativas saiam de casa a tempo pela manhã pode testar a paciência de qualquer pai, mas é especialmente difícil quando ambos os pais também precisam sair de casa ao mesmo tempo para trabalhar. E por que essas mesmas crianças sonolentas estão bem acordadas e cheias de energia depois de um dia inteiro de trabalho e bem na hora de dormir? Você já murmurou: “Deve haver uma maneira melhor?” Bem, existe. Imagine o seguinte: seus filhos acordam sozinhos, se vestem sozinhos, se revezam para preparar o café da manhã (incluindo o seu) e pegam seus lanches (que deixaram preparados na noite anterior) na geladeira. Eles então pegam seu material escolar e roupas de ginástica (no local onde eles mesmos deixaram arrumados na noite anterior) e lhe dão um beijo enquanto saem para a escola com tempo de sobra. Parece bom? Essa poderia ser sua casa – ou algo bem parecido com isso.

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Medium 9788520460696

14. Dor articular crônica

Reinaldo José Gianini, Tarcísio Eloy Pessoa de Barros Filho, Alexandre Fogaça Cristante, Luiz Angelo Vieira, David Gonçalves Nordon Editora Manole ePub Criptografado

David Gonçalves Nordon

Jéssica Vasques Rodrigues Almenara

Yuri Justi Jardim

 

 

 

Classificação pelo CID-10

M15

Poliartrose

M15.0

Artrose primária generalizada

M15.3

Artrose múltipla secundária

M15.9

Poliartrose não especificada

M16

Coxartrose (artrose do quadril)

M16.0

Coxartrose primária bilateral

M16.1

Outras coxartroses primárias

M16.9

Coxartrose não especificada

M17

Gonartrose (artrose do joelho)

M17.0

Gonartrose primária bilateral

M17.1

Outras gonartroses primárias

M17.9

Gonartrose não especificada

M18

Artrose da primeira articulação carpometacarpal

M18.0

Artrose primária bilateral das primeiras articulações carpometacarpais

M18.1

Outras artroses primárias da primeira articulação carpometacarpal

M18.9

Artrose não especificada da primeira articulação carpometacarpal

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