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Medium 9788520427477

17. Alcance, preensão e manipulação: mudanças durante a vida

SHUMWAY-COOK, Anne; WOOLLACOTT, Marjorie Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 17

ALCANCE, PREENSÃO E

MANIPULAÇÃO: MUDANÇAS

DURANTE A VIDA

Perfil do Capítulo

Introdução

Papel dos reflexos no desenvolvimento dos comportamentos de alcance

Comportamentos de alcance: inatos ou aprendidos?

Localizando um alvo – coordenação olho-mão

Mudando o olhar

Seguindo os movimentos dos objetos

Desenvolvimento dos tratos visuais para o alcance

Desenvolvimento da coordenação olho-cabeça-mão

Alcance e preensão

Componentes motores

Início do desenvolvimento

Desenvolvimento na infância

Desenvolvimento da adaptação da força durante o alcance

Componentes sensoriais

Alcance visualmente desencadeado versus visualmente orientado

Desenvolvimento precoce

Desenvolvimento na infância

Desenvolvimento da preensão

Aparecimento da orientação da mão

Desenvolvimento da preensão em pinça

Quando as crianças começam a utilizar o controle antecipatório na preensão e no levantar dos objetos?

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Medium 9788520435755

Rio de Janeiro

LAPOUGE, Gilles Editora Manole PDF Criptografado

Rio de Janeiro

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as cavernas do Amazonas, entre os quais provavelmente os grandes sáurios que aparecem na Bíblia, como o Leviatã ou o Melmoth.

Mesmo incompleta, a colheita dos pescadores de Belém, naquela manhã, não deixava de ser imponente. Vi se acumularem nos cais todos esses seres que normalmente encontramos no livro VII das Histórias naturais de Plínio ou no livro XIX das

Noites áticas de Aulu-Gelle, bem como nas descrições da Índia feitas por Ctésias de

Cnido depois de ter passado, no século IV, algumas temporadas na corte de Artaxerxes II, o grande rei da Pérsia. Como não reconhecer os meio-cães que os gregos chamavam de hemikune, os sciapodes que procuram a sombra de seus próprios pés, ou esses magníficos enotocetes que à noite dormem cobrindo-se com suas próprias orelhas?

Na claridade incerta que acompanhava o retorno do dia, creio ter visto até mesmo alguns astomos, que não têm boca; alguns monoftalmos, esses ciclopes, do tipo

Polifemo; e criaturas cujos pés eram invertidos, como os opisthodactyles, o que deve lhes dar muito trabalho quando querem ir para a frente. Um último barco atracou.

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Medium 9788598416908

Capítulo 4 – Estudos Interpretativos Jurisprudenciais

MAZOTTI, Marcelo Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Estudos Interpretativos Jurisprudenciais

Após a pesquisa analítica acerca dos métodos interpretativos da lei, nada mais vital do que realizar uma leitura de cunho pragmático de tais métodos em consonância com a jurisprudência dos Tribunais. Vale dizer, se é verdade que, teoricamente, a hermenêutica se apresenta como um intrincado complexo de meios de aferição de sentidos da lei, será que esta dimensão também é encontrada nas interpretações realizadas pelo Poder Judiciário? Ou será que o labor empírico oferece aspectos outros que não os abordados pela doutrina?

É importante ressaltarmos esses questionamentos pois o Direito, numa acepção lata de sistema de normas que rege uma sociedade, não pode apresentar uma lógica e uma dogmática que se descole da realidade e vigore apenas no imaginário dos juristas e acadêmicos. Como bem reza a doutrina norte-ame­ ricana, devemos orientar o Direito mais em um sentido de law in action do que law in books.

Nesse compasso, a leitura da jurisprudência é fundamental para se averiguar como os magistrados têm interpretado a lei e se ela se amolda nos parâmetros metodológicos propostos. Poderíamos, evidentemente, pesquisar a hermenêutica sob a ótica da atividade dos advogados, promotores, pareceristas e outros que atuam juridicamente. Todavia, é nas sentenças e acórdãos que encontramos, de forma cristalina, as diversas interpretações que medeiam determinado tema e, principalmente, encontramos a justificação do porquê da preferência por um sentido da lei e não por outro.

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Medium 9788520439289

Doenças da coluna localizadas na CID-10

KNOPLICH, José Editora Manole PDF Criptografado

Doenças da coluna localizadas na CID-10

A18.0 Tuberculose óssea e das articulações

M49.0 Tuberculose da coluna vertebral (A18.0+)

C41.2 Neoplasia maligna da coluna vertebral

C41.4 Exclui sacro e cóccix

C72.1 Neoplasia maligna da cauda equina

D16.6 Neoplasia benigna da coluna vertebral

D16.8 Neoplasia benigna dos ossos pélvicos, sacro e cóccix

F45.4 Transtorno doloroso somatoforme persistente

�Inclui dores psicogênicas da coluna vertebral

Dor somatoforme. Psicalgia

Exclui: M79.0 Reumatismo não especificado

Fibromialgia, Fibrosite

Exclui reumatismo palindrômico M12.3

Exclui dor lombar M54.9 Dor nas costas

G82

Paraplegia e tetraplegia

G83.4 Síndrome da cauda equina

(Definição – Bexiga neurogênica devido à

síndrome da cauda equina)

Exclui bexiga neurogênica G95.8

G97.1 Outra reação à punção espinal e lombar

M07.2 Espondilite psoriásica (L40.5+)

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Medium 9788520428078

8. Coluna torácica (dorsal)

MAGEE, David J. Editora Manole PDF Criptografado

C a p í t u l o

C h a p t e r

C oluna torácica ( dorsal )

A avaliação da coluna torácica inclui o exame da parte mais rígida da coluna vertebral, em decorrência do gradil costal associado. O gradil costal, por sua vez, proporciona proteção para o coração e os pulmões. Em geral, a coluna torácica, que é uma curva primária, apresenta uma discreta cifose (curvatura poste­rior); a coluna cervical e a coluna lombar, que são curvas secundárias, apresentam uma discreta lordose (curvatura anterior). Ao avaliar a coluna torácica, é essencial que o examinador avalie, ao mesmo tempo, as colu­ nas cervical e/ou lombar (Fig. 8.1, ver Fig. 3.7).

Anatomia aplicada

As articulações costovertebrais são articulações sino­ viais planas localizadas entre as costelas e os corpos verte­ brais (Fig. 8.2). Existem 24 articulações costovertebrais, que estão divididas em duas partes. A 1ª, 10ª, 11ª e 12ª costelas articulam-se com uma única vértebra. As outras articulações não possuem nenhum ligamento intra-articu­lar que divide a articulação em duas partes, de modo que, da 2ª à 9ª costela, a articulação ocorre com duas vérte­bras adjacentes e o disco intervertebral correspondente. O ligamento principal da arti­ culação costovertebral é o liga­mento radiado, que está ligado ao aspecto anterior da cabeça da costela e se irradia para os lados dos corpos ver­tebrais e discos. Ele se fixa nas costelas

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