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Medium 9788520428504

Apêndice 4 - Valor aproximado em volume para ingredientes secos

Wayne Gisslen Editora Manole PDF Criptografado

4

Apêndice

Valor aproximado em volume para ingredientes secos

As seguintes equivalências são apenas aproximadas.

O peso exato varia consideravelmente. Para uma medição exata, todos os ingredientes devem ser pesados.

Farinha de trigo para pão, peneirada

Conforme a prática corrente, as medidas em volume são apresentadas em frações, e não em decimais.

Amido de milho, peneirado

1 kg = 9 xícaras

1 kg = 9 xícaras

1 xícara = 115 g

1 xícara = 115 g

Farinha de trigo para pão, sem peneirar

1 kg = 71/2 xícaras

1 xícara = 135 g

Farinha de trigo especial para bolo, peneirada

1 kg = 91/2 xícaras

1 xícara = 105 g

Farinha de trigo especial para bolo, sem peneirar

1 kg = 7 /4 xícaras

3

1 xícara = 130 g

Açúcar comum

1 kg = 5 xícaras

1 xícara = 200 g

Açúcar de confeiteiro, peneirado

1 kg = 9 xícaras

1 xícara = 115 g

Bicarbonato de sódio

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Medium 9788520434628

Bloqueio Atrioventricular Completo (Terceiro Grau)

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

143

Espécies Canina e Felina

Bloqueio Atrioventricular Completo (Terceiro Grau)

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• Todos os impulsos atriais são bloqueados na junção AV; além disso, os batimentos atriais e ventriculares são independentes. Um marca-passo com ritmo secundário de “escape” (juncional ou ventricular) estimula os ventrículos.

• A frequência atrial permanece normal.

• O ritmo de escape idioventricular apresenta-se lento.

Características do ECG

• Frequência ventricular mais lenta do que a atrial

(mais ondas P do que complexos QRS) — ritmo de escape ventricular (idioventricular) geralmente

<40 bpm; ritmo de escape juncional

(idiojuncional) de 40-60 bpm em cães e 60-100 bpm em gatos.

• Ondas P — costumam exibir configuração normal (Fig. 1).

• Complexo QRS — apresenta-se amplo e bizarro quando o marca-passo se localiza no ventrículo ou na junção AV inferior em paciente com bloqueio de ramo do feixe de His; permanece normal quando o marca-passo de escape se encontra na junção AV inferior (acima da bifurcação do feixe de

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Medium 9788520433690

Respostas das questões extras

MAIA, João Maurício Castaldelli; ANDRADE, Arthur Guerra de Editora Manole PDF Criptografado

Questões extras� �

 319

Respostas das questões extras

Questão e-1

Alternativa C

Comentários

A alucinação é um distúrbio psicossensorial que pode ser definido como uma percepção sem o objeto1. Muitos autores têm pesquisado recentemente teorias para explicar tal fenômeno. Grande parte dos estudos vem das observações e relatos de usuários de alucinógenos, como LSD e mescalina. Sabe-se que essas substâncias produzem alterações nas vias dopaminérgicas, serotoninérgicas e colinérgicas centrais, com associação da hiperativação dessas vias às alucinações1. Existem diversas medicações que podem estar associadas a fenômenos alucinatórios como efeito adverso, como é apresentado na Tabela a seguir1. Na teoria da desaferentação neuronal, uma produção do sistema nervoso central para manter um nível basal de ativação, em vigência do déficit de estímulos externos em decorrência de uma privação sensorial, levaria à alucinação, como na síndrome do “membro fantasma”1. Na epilepsia, a ativação de determinadas

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Medium 9788520432211

21. Erro na execução

THOMAZ, Paulo Amador; BUENO, Alves da Cunha Editora Manole PDF Criptografado

21

Erro na execução

É a hipótese do agente que, pretendendo atingir certa vítima, acaba, por acidente ou erro nos meios de execução de sua conduta, por atingir pessoa diversa. É o que a doutrina sói chamar de aberratio ictus.

Nesse contexto, determina o art. 73 que o agente responderá como se houvesse atingido a pessoa visada (vítima virtual), e não a pessoa de fato atingida (vítima real), à guisa do que ocorre na hipótese do art. 20, § 3°. Assim, v. g., se um indivíduo que pretende matar sua mãe acaba tendo a mão desviada no momento do disparo da arma de fogo e, conta disso, matando um terceiro (vítima real), deverá responder como se houvesse matado sua mãe (vítima virtual).

O mesmo dispositivo prevê, em sua segunda parte, a hipótese de serem atingidos tanto a vítima virtual quanto o terceiro não visado pela intenção do agente, e que acaba sendo atingido, igualmente, por erro nos meios de execução ou por acidente. No exemplo anterior, seria a hipótese de tanto a mãe do agente quanto o terceiro serem mortos pelos disparos da arma. Nesses casos, aplica-se a regra do concurso formal (art. 70).

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Medium 9788520434628

Urolitíase por Fosfato de Cálcio

Larry P. Tilley, Francis W. K. Smith Junior Editora Manole PDF Criptografado

1313

Espécies Canina e Felina

Urolitíase por Fosfato de Cálcio

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

REVISÃO

• Formação de urólitos de fosfato de cálcio no trato urinário e condições clínicas associadas.

• Os urólitos de fosfato de cálcio representam

<0,5% dos urólitos de cães e gatos enviados à análise laboratorial no Centro de Análise de

Urólitos de Minnesota.

• Os urólitos de fosfato de cálcio costumam ser chamados urólitos de apatita.

• Hidroxiapatita é a forma mais comum, seguida por bruxita (fosfato de cálcio di-idratado).

Carbonato de apatita, whitlockite (fosfato tricálcico) e fosfato de ortocálcio são incomuns.

• Nos rins, é encontrada uma porcentagem maior de urólitos de fosfato de cálcio em comparação à bexiga.

• Os urólitos de fosfato de cálcio, excluindo a bruxita, não possuem um formato característico.

Já os urólitos de bruxita são tipicamente arredondados e lisos.

• A coloração dos urólitos de fosfato de cálcio costuma ser creme ou castanha. Os coágulos sanguíneos mineralizados com fosfato de cálcio são tipicamente pretos.

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