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Medium 9788520429303

14. Músculos do Dorso: Camadas Profundas

DIMON JR., Theodore Editora Manole PDF Criptografado

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Músculos do Dorso:

Camadas Profundas

Revisando a coluna, vimos que existem 24 vértebras móveis conectadas por uma série de ligamentos curtos na região posterior e sustentadas por dois ligamentos longos na região anterior e posterior. O crânio apoia-se na primeira vértebra ou atlas, formando a articulação atlantoccipital; o atlas, com o crânio nele apoiado, gira na segunda vértebra, o áxis.

Vamos agora nos concentrar nos músculos do dorso e da coluna. Se você procurar no livro de Gray’s Anatomy, verá que não há nada menos do que cinco camadas de músculos do dorso. A mais superficial é constituída por dois músculos grandes e potentes com os quais muitos estudantes e profissionais de anatomia estão familiarizados

– latíssimo do dorso e tra­pézio. Alguns músculos nas camadas médias tendem a estender-se horizontalmente e têm como função sustentar a escápula e as costelas. Existem ainda camadas longitudinais mais profundas dispostas ao longo da coluna. As superficiais tendem a ser relacionadas aos movimentos mais amplos e potentes, enquanto as mais profundas possuem principalmente função postural.

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Medium 9788520434628

Hipoxemia

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

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Consulta Veterinária em 5 Minutos

Hipoxemia

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

DEFINIÇÃO

• Queda na PaO2, resultando em dessaturação acentuada da hemoglobina.

• A PaO2 ao nível do mar varia de 80 a 100 mmHg.

FISIOPATOLOGIA

Há seis causas fisiológicas — (1) PIO2 baixa; (2) hipoventilação (aumento na PaCO2); (3) desequilíbrio entre ventilação-perfusão alveolar, de modo que as áreas do pulmão não ventiladas de forma conveniente também não são perfundidas adequadamente; (4) defeito de difusão através da membrana alveolocapilar; (5) desvio cardíaco da direita para a esquerda ou pulmonar; (6) baixo débito cardíaco.

H

SISTEMA(S) ACOMETIDO(S)

• Todos os órgãos — o oxigênio é essencial para a função celular normal; a necessidade individual de oxigênio para os tecidos varia de acordo com o

órgão.

• Cardiovascular — a hipoxemia pode resultar em isquemia focal ou global; se prolongada, podem se desenvolver arritmias e insuficiência cardíaca.

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Medium 9788520456798

11. Fechamento da parede abdominal na fase imediata após peritoniostomia

Edivaldo M. Utiyam; Samir Rasslan; Dario Birolini Editora Manole PDF Criptografado

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Fechamento da parede abdominal na fase imediata após peritoniostomia

Fernando da Costa Ferreira Novo

Médico Assistente Doutor da Divisão de Clínica Cirúrgica III e Cirurgião do Pronto­

‑Socorro do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São

Paulo.

INTRODUÇÃO: O ABDOME ABERTO

É frequente deixar-se o abdome aberto (AA), quer em cirurgia de controle de danos (em urgências traumáticas ou não traumáticas), quer na prevenção ou no tratamento da síndrome compartimental abdominal (SCA). O termo peritoniostomia ou abdome aberto refere-se ao defeito na parede abdominal criado sempre que, intencionalmente, deixa-se a incisão abdominal aberta após laparotomia ou se abre (ou reabre) a cavidade peritoneal para tratar a síndrome compartimental abdominal. A necessidade de peritoniostomia pode também decorrer de lesão ou infecção da parede abdominal, que leva à perda significativa de partes moles e impede o fechamento do abdome. A indicação de tratamento com peritoniostomia pode variar de uma região para outra. Por exemplo, nos Estados Unidos, a principal indicação de peritoniostomia é a operação de controle de danos no trauma abdominal, enquanto no Reino Unido a peritoniostomia é mais frequentemente indicada na sepse abdominal1. Entre as principais indicações para deixar o abdome aberto, podemos citar: necessidade de concluir rapidamente uma operação de controle de danos (mais frequentemente no trauma), peritonite de qualquer etiologia, pancreatite grave, complicações de cirurgia eletiva com necessidade de reoperação, destruição e perda de parede abdominal (por necrose, infecção ou trauma) e reoperações, programadas ou por demanda, quando há necessidade de preservar a parede abdominal. Naturalmente, a prevenção e o tratamento da síndrome compartimental abdominal podem implicar também deixar o abdome aberto. Uma indicação controversa de peritoniostomia é o tratamento da hipertensão intracraniana associada ao trauma de crânio. Há relatos

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Medium 9788520440018

8. Articulação iliofemoral (do quadril)

STAUGAARD-JONES, Jo Ann  Editora Manole PDF Criptografado

Articulação iliofemoral

(do quadril)

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A articulação iliofemoral é uma grande articulação esferoide

(em bola e soquete), formada pela junção entre o acetábulo da pelve (o soquete) e a cabeça do fêmur (a bola). Do ponto de vista arquitetônico, a pelve é a pedra angular e os fêmures são os pilares de uma estrutura em formato de arco. Essa estrutura torna a articulação do quadril muito estável.

Os músculos que atuam na articulação do quadril passam da pelve para o fêmur, alguns indo até mesmo além da articulação do joelho. Todos os grandes músculos dão formato

à coxa. Os músculos da parte anterior da coxa flexionam o quadril, os músculos da parte externa (lateral) abduzem, os músculos da parte posterior estendem e os músculos da parte medial (interna) aduzem. A maior parte dos músculos acima realiza também a rotação medial ou lateral, as duas últimas ações do quadril.

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Exercício e movimento: abordagem anatômica

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Medium 9788520432846

Crescimento e desenvolvimento na adolescência

LOPEZ, Fabio Ancona; CAMPOS JR., Dioclécio Editora Manole PDF Criptografado

A adolescência é o período intermediário entre a infância e a fase adulta. Embora biologicamente considerada pela Organização

Mundial da Saúde (OMS) como o período de 10 a 20 anos, tem variações etárias para os diferentes padrões legais das diversas nações. No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente considera adolescente aquele que tem entre 12 e 18 anos .

Às profundas transformações psicossexuais que ocorrem na adolescência, somam-se as transformações biológicas, destacando-se o aparecimento de caracteres sexuais (características específicas da sexualidade de meninos e meninas).

Por puberdade se entendem as variações no organismo (somáticas) que ocorrem na adolescência. Mesmo após ter sido atingida a maturação biológica, o fenômeno “adolescência” ainda pode persistir por vários anos.

Mudanças no corpo

O QUE VOCÊ

DEVE SABER

Os primeiros sinais da puberdade na menina ocorrem entre 8 e 12 anos de idade; nos meninos, entre 10 e 14 anos.

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