1203 capítulos
Medium 9788547215064

4 - O PRODUTO LOGÍSTICODE PÓS-CONSUMO

LEITE, Paulo Roberto Saraiva - Uni PDF Criptografado

O PRODUTO LOGÍSTICO

DE PÓS-CONSUMO

4

CAPÍTULO 4

O PRODUTO LOGÍSTICO DE PÓS-CONSUMO

NESTE CAPÍTULO VOCÊ IRÁ:

1. identificar as principais características do produto logístico de pós-consumo;

2. determinar as linhas divisórias que se estabelecem entre os produtos de pós-consumo;

3. entender as variáveis que contribuem para a descartabilidade crescente dos bens em geral;

4. entender de que maneira essa descartabilidade crescente afeta a implementação da logística reversa nas empresas;

5. entender as razões das dificuldades crescentes do descarte dos bens de pós-consumo;

6. compreender de que maneira a logística reversa pode auxiliar as políticas governamentais de revalorização de bens de pós-consumo.

4.1 Natureza e classificação dos bens de pós-consumo

A classificação dos bens de utilidade adotada neste livro refere-se à duração de sua vida útil, por ser mais adequada considerando que a preocupação principal da logística reversa é o equacionamento dos processos e caminhos percorridos por esses bens ou por seus materiais constituintes após o término de sua vida útil. Esses bens ou seus materiais constituintes transformam-se em produtos denominados “pós-consumo” e podem ser enviados a destinos finais tradicionais, como incineração ou aterros sanitários, considerados meios seguros de estocagem e eliminação, ou retornar ao ciclo produtivo, por meio dos canais de desmanche, reciclagem ou reúso, em uma extensão de sua vida útil. Essas alternativas de retorno ao ciclo produtivo, conforme já mencionamos, constituem-se na principal preocupação do estudo da logística reversa e dos canais de distribuição reversos de pós-consumo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547224745

2.6 Plano de carreira do auditor independente

RIBEIRO, Osni Moura Saraiva - Uni PDF Criptografado

CAPÍTULO 2 · o auditor independente

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por meio do art. 34 da Instrução n.

308/1999, por sua vez, exige que os auditores independentes nela registrados mantenham uma política de educação continuada de todo o seu quadro funcional e de si próprio, conforme o caso, segundo as diretrizes aprovadas pelo Conselho Federal de

Contabilidade (CFC) e pelo Instituto Brasileiro de Contadores (Ibracon), com vistas a garantir a qualidade e o pleno atendimento das normas que regem o exercício da atividade de auditoria de demonstrações contábeis.

Dessa forma, por meio da Deliberação n. 570/2009, que dispõe sobre o Programa de Educação Continuada e sobre a necessidade de aprimoramento e treinamento dos auditores independentes em função da adoção do padrão contábil internacional emitido pelo International Accounting Standards Board (Iasb), determinou que os

Auditores Independentes – Pessoa Física e os sócios, responsáveis técnicos, diretores, supervisores e gerentes de Auditores independentes – Pessoa Jurídica se submetam periodicamente ao Programa de Educação Profissional Continuada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547224776

13.2 Relacionamentos que não devem ser considerados

RIBEIRO, Osni Moura Saraiva - Uni PDF Criptografado

Influência significativa: é o poder de participar nas decisões financeiras e opera­cionais da entidade, mesmo não tendo o controle sobre essas políticas. Influência significativa pode ser obtida por meio de participação acionária, disposições estatutárias ou acordo de acionistas. Há influência significativa no caso de sociedades nas quais a entidade exerça influência sobre as decisões da administração, embora não tenha participação direta ou indireta, mas dela usufrui benefícios ou assume riscos, tais como so­ciedade de propósito específico (SPE).

13.2 �Relacionamentos que não devem ser considerados

Não são consideradas partes relacionadas: a. duas entidades simplesmente por terem administrador ou outro membro do pessoal-chave da administração em comum, ou porque um membro do pessoal-chave da administração da entidade exerce influência significativa sobre a outra entidade; b. dois investidores simplesmente por compartilharem o controle conjunto sobre um empreendimento controlado em conjunto (joint venture); c. 1. entidades que proporcionam financiamentos;

Ver todos os capítulos
Medium 9788547219864

2.5 Especialista ou generalista

CROCCO, Luciano Saraiva - Uni PDF Criptografado

36

CONSULTORIA EMPRESARIAL

2.4.6 Formas de trabalho

O ponto principal da análise sobre as formas de trabalho é a averiguação da necessidade de o consultor trabalhar sozinho ou com outros consultores.

As formas comuns de atuação conjunta podem ser:

�� em equipe;

�� repasse de trabalho;

�� terceirização.

É necessário definir a responsabilidade técnica, a abrangência do projeto, a metodologia utilizada e as competências necessárias. Veja alguns componentes extremamente importantes para a tomada de decisão quanto à forma de trabalho:

�� se existe uma equipe de consultores, quem será identificado como responsável técnico? Na prática de trabalho, devem ser seguidos os princípios para a realização em equipe: sinergia, comprometimento, valores compartilhados e todos os outros fatores inerentes ao projeto;

�� se houver repasse de trabalho, duas situações podem ocorrer:

(1) a responsabilidade técnica permanece com o consultor, que repassará parte dos trabalhos, já que ele tem a competência em seu currículo; e (2) a responsabilidade técnica pela parte repas­ sada vai para o consultor que recebeu o repasse, mantendo no consultor inicial o relacionamento com o cliente;

Ver todos os capítulos
Medium 9788547220631

1. Conceitos Básicos, Nomenclaturas e Convenções

PUCCINI,Abelardo de Lima Saraiva - Uni PDF Criptografado

1.

1.1

C on ce i tos B ás i c o s , N o m e n c l a t u r a s e C on v e nçõe s

Introdução

Neste capítulo vamos apresentar os conceitos básicos que norteiam o estudo da

Matemática Financeira e as nomenclaturas e convenções adotadas no livro para a representação dos valores envolvidos no desenvolvimento das fórmulas e na resolução dos problemas.

1.2

Conceitos Básicos

O valor do dinheiro no tempo e a existência de juros são elementos interligados e indispensáveis no estudo da Matemática Financeira.

Os juros remuneratórios ou compensatórios, expressos em porcentagem por período, representam: a) a remuneração do capital do credor por ficar privado do seu uso e não poder usar o capital financiado até o dia do recebimento, com o risco de não receber o capital de volta (inadimplência); b) o custo do capital financiado para o tomador do financiamento, para que tenha o direito de usar o capital emprestado até o dia do pagamento; c) a remuneração paga pelas instituições financeiras sobre o capital nelas aplicado.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos