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Medium 9788580552515

Capítulo 2 - Sistemas CNC

Michael Fitzpatrick Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

Sistemas CNC

O Capítulo 2 fornece a base de conhecimentos acerca das máquinas e as informações necessárias para utilizar um equipamento CNC. Analisaremos três aspectos do sistema CNC:

Mecânica de acionamento do eixo Com base na explicação do Capítulo 1 sobre os tipos de movimento de eixo que uma máquina CNC pode fazer, investigaremos a mecânica de como eles ocorrem. Vamos aprender como eles podem fazer uma superfície quase perfeita em lotes de materiais diferentes, não importando o acionamento de corte. Mesmo com a variação do sobremetal de uma peça para outra, todas as peças saem da máquina como uma duplicata quase perfeita da anterior.

Variação e evolução da máquina Embora as máquinas atuais sejam muito superiores a qualquer uma do passado, com certeza elas não são perfeitas. Então, nosso objetivo é a compreensão do que levou à evolução da máquina, para que o futuro seja mais facilmente vislumbrado. Observando cuidadosamente a linha do tempo, você poderá prever uma grande mudança logo à frente!

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Medium 9788536702377

Capítulo 3 - Restaurações diretas e indiretas

Antonio Salazar Fonseca Grupo A PDF Criptografado

3

Carlos Martins Agra • Taciana Emília de Almeida Anfe

Restaurações diretas e indiretas

Sumário

Quais são os critérios que devem ser observados para se tomar a decisão de restaurar? 41

Quais são os materiais existentes hoje para restaurar o dente, e quais são os limites de sua indicação? 48

Qual é o limite de indicação entre restaurações diretas e indiretas? 49

Qual é a importância da oclusão na indicação? 49

Quais são as vantagens e as desvantagens das técnicas diretas e indiretas? 53

êê Quais são os critérios que devem ser observados

para se tomar a decisão de restaurar?

Os conceitos que orientam os princípios restauradores estão em constante evolução, e as atuais opções restauradoras estão fundamentadas na melhor compreensão sobre a etiologia dos fatores que levam ao comprometimento do esmalte e dentina. Parece justificável que um leigo considere a cárie um buraco no dente, no entanto, entre os profissionais de saúde, a concepção de que a cárie representa a destruição do dente por meio de cavitação não é mais concebível. Trata-se, na verdade, de uma doença infectocontagiosa que necessita de uma abordagem complementar ao mero processo de limpeza da cavidade e preenchimento desta com material restaurador, uma vez que a cavitação é uma manifestação da doença, e não a doença em si. O tratamento restaurador deveria contemplar esse aspecto e deixar de ser apenas mecanicista, englobando, portanto, outras medidas preventivas e terapêuticas.

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Medium 9788577806959

36: Outras Funções Especiais

Murray R. Spiegel, Seymour Lipschutz, John Liu Grupo A PDF Criptografado

Outras Funções Especiais

Função erro

36.1

36.2

36.3

Função erro complementar

36.4

36.5

36.6

Integral exponencial

36.7

36.8

36.9

36.10

Integral seno

36.11

36

212

MANUAL DE FÓRMULAS E TABELAS MATEMÁTICAS

36.12

36.13

Integral cosseno

36.14

36.15

36.16

36.17

Integral seno de Fresnel

36.18

36.19

36.20

Integral cosseno de Fresnel

36.21

36.22

36.23

Função zeta de Riemann

36.24

36.25

36.26

[extensões para outros valores]

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Medium 9788580555332

Capítulo 35 - Gestão de riscos

Roger S. Pressman, Bruce R. Maxim Grupo A PDF Criptografado

Gestão de riscos

Em seu livro sobre análise e gestão de riscos, Robert Charette [Cha89] apresenta uma definição conceitual de risco:

Primeiro, risco diz respeito a acontecimentos futuros. Hoje e ontem já estão além da preocupação ativa, já que estamos colhendo o que plantamos com nossas ações passadas. A pergunta é, mudando nossas ações hoje, podemos criar uma oportunidade para uma situação diferente e, esperamos, melhor para nós mesmos amanhã? Segundo, isso significa que o risco envolve mudanças, como de ideia, opinião, ação ou lugar... [Terceiro,] risco envolve escolha e a incerteza que a própria escolha traz. Paradoxalmente, o risco, assim como a morte e os impostos, é uma das poucas certezas da vida.

Quando se considera risco no contexto da engenharia de software, os três fundamentos conceituais de Charette estão sempre em evidência. O futuro é a sua preocupação – quais riscos podem fazer o projeto de software dar errado? A mudança é sua preocupação – como as alterações nos requisitos do cliente, nas tecnologias de desenvolvimento, nos ambientes-alvo e em todas as outras entidades conectadas ao projeto afetam a cadência e o

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Medium 9788580552577

Capítulo 3 - Transformadores e sistemas de distribuição deenergia para motores

Frank D. Petruzella Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Transformadores e sistemas de distribuição de energia para motores

Os transformadores transferem energia elétrica de um circuito elétrico para outro por meio de indução mútua eletromagnética. Em seu sentido mais amplo, um sistema de distribuição refere-se à forma como a energia elétrica é transmitida a partir dos geradores para os seus vários pontos de utilização. Neste capítulo, vamos estudar o papel dos transformadores nos sistemas de acionamento e distribuição de energia para motores.

Objetivos do capítulo

Descrever os princípios usados para transmitir energia com eficiência a partir do gerador da usina para os consumidores.

Mostrar as diferentes partes e funções de uma subestação.

Diferenciar a entrada de fornecimento de energia, os alimentadores e os circuitos secundários do sistema de distribuição de energia elétrica dentro de um edifício.

Apresentar a função e os tipos de eletrodutos utilizados em sistemas de distribuição de energia elétrica.

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