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Medium 9788536317946

Capítulo 22. O sistema circulatório: vasos e circulação

Frederic H. Martini; Michael J. Timmons; Robert B. Tallitsch Grupo A PDF Criptografado

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O Sistema Circulatório

Vasos e Circulação

O BJ E T I VO S D O C A P Í T U L O :

1. Descrever a organização anatômica geral dos vasos sangüíneos e suas relações com o coração.

2. Identificar e descrever os vários tipos de vasos sangüíneos com base nas suas características histológicas.

3. Descrever como a estrutura histológica influencia a função de cada tipo de vaso sangüíneo.

4. Descrever a estrutura, a função e as características de permeabilidade dos capilares, sinusóides e leitos capilares.

5. Descrever a estrutura, a função e a ação das válvulas venosas.

6. Explicar a distribuição do sangue nas artérias, nas veias e nos capilares e discutir a função dos reservatórios sangüíneos.

7. Identificar e descrever os vasos da circulação pulmonar.

8. Identificar os principais vasos da circulação sistêmica e as regiões e os

órgãos supridos por eles.

9. Preparar um fluxograma dos ramos arteriais da cabeça, do pescoço, do tórax, do abdome, dos membros superiores e inferiores.

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Medium 9788536307374

Capítulo 3 - Coesão grupal

Irvin D. Yalom, Molyn Leszcz Grupo A PDF Criptografado

PSICOTERAPIA DE GRUPO

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3

Coesão grupal

Neste capítulo, examino as propriedades da coesão, as evidências consideráveis da coesão grupal como fator terapêutico e os diversos caminhos pelos quais ela exerce a sua influência terapêutica.

O que é a coesão e como ela influencia o resultado terapêutico? A resposta mais simples

é que a coesão é o análogo na terapia de grupo do relacionamento na terapia individual. Em primeiro lugar, tenha em mente que existe um vasto corpus bibliográfico sobre a psicoterapia individual demonstrando que um bom relacionamento entre o terapeuta e o paciente é essencial para um resultado positivo. Será que um bom relacionamento terapêutico é essencial na terapia de grupo? Mais uma vez, a literatura deixa poucas dúvidas de que o “relacionamento” é básico para o resultado positivo na terapia de grupo. Mas o relacionamento na terapia de grupo é um conceito muito mais complexo do que o relacionamento na terapia individual. Afinal, existem apenas duas pessoas na transação da terapia individual, ao passo que diversos indivíduos, geralmente de seis a dez, trabalham juntos na terapia de grupo. Não será suficiente dizer que um bom relacionamento é necessário para o sucesso da terapia de grupo – devemos especificar qual relacionamento: o relacionamento entre o paciente e o terapeuta do grupo (ou terapeutas, se houver co-líderes)? Ou entre o paciente e os outros membros do grupo? Ou quem sabe entre o indivíduo e o “grupo” como um todo?

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Medium 9788582600733

Fundamentos da representação

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da representação

Fundamentos da representação

O potencial criativo de um designer ou artista deve ser enriquecido pelo processo da representação. Nesse sentido, a análise e os complexos fatores pelos quais se elaboram os juízos do desenho acabam sendo um processo natural. Cada desenho ou rendering é sempre um problema diferente que possui peculiaridades, porém alguns fundamentos são inerentes a qualquer tipo de desenho ou representação. Questões como a proporção ou a composição são, sem dúvida, fundamentos familiares e conhecidos mesmo

àqueles que desconhecem o desenho; o que muitas vezes não existe para alguns é a educação ou o aprendizado do olhar, que aguça a sensibilidade e o poder de transformar imagens mentais em uma representação bidimensional. Talvez a essência dessa pequena parte do livro seja salientar a importância do ato de desenhar – afinal, o sketch, por exemplo, é um desenho “in natura” que se utiliza de materiais próprios. O rendering, manual ou digital, é uma técnica, mas antes dele existe o desenho, a definição do que se quer representar.

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Medium 9788565837866

Capítulo 37

Rogério Garcia Bañolas Grupo A PDF Criptografado

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RO GÉ R I O G A R C I A B AÑ O L A S

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O diálogo entre Jorge e Moacir não atrasou o início da reunião com a equipe gerencial, que tinha sido previamente agendada. Silvana, assistente de Jorge, chamou as pessoas que ainda não estavam na sala de reuniões. Poucos minutos depois, lá estavam todos: Arnaldo Casachi, gerente financeiro; Miguel Ascorbi, gerente industrial;

Ronaldo Schuch, gerente de RH; Ricardo Tamagna, gerente de logística; Cláudia Lira, gerente comercial; Marcos Pereira, supervisor de qualidade; Clélio Vianna, supervisor de produção; e Simone Garcia, supervisora de PCP.

– Pessoal, quero apresentar-lhes Moacir Ventura.

Após uma breve pausa e alguns sorrisos de boas-vindas dirigidos a Moacir, Jorge continuou:

– Moacir possui grande experiência como executivo e consultor empresarial em

áreas como engenharia de produção, qualidade, lean, indicadores de desempenho, teoria das restrições, logística e marketing. Mas o que o traz aqui é seu expertise em mudança organizacional.

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Medium 9788536327655

Capítulo 41 - Metodologias de ensino médico

Gustavo Gusso, Vinicius Pereira silva silva Grupo A PDF Criptografado

I V

S E Ç Ã O

� CAPÍTULO 41

METODOLOGIAS DE ENSINO MÉDICO

Maria Helena Itaqui Lopes

José Mauro Ceratti Lopes

Aspectos-chave

Um dos fatores que influencia o aprendizado são as características do aluno, que incluem diferenças individuais, experiências prévias de aprendizado e entendimento do tema proposto.

Um aspecto essencial para o aprendizado é o ambiente de ensino.

O ambiente deve ser estimulante, baseado na interação, e enfatizar

Métodos e técnicas remetem a conceitos organizacionais e de solução de problemas. No entanto, no caso do ensino médico, nem sempre isso é uma verdade, já que as ferramentas e o instrumental técnico são facilitadores, mas não garantem o sucesso da ação docente. Outros fatores estão envolvidos na ação de ensinar, em sua totalidade, e compreendem a técnica, as pessoas envolvidas no processo – professor e aluno –, a competência profissional e, de forma muito importante, a dimensão contextual.

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