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Medium 9788582713785

Capítulo 22: Transtornos da personalidade

Benjamin J. Sadock, Virginia A. Sadock, Pedro Ruiz Grupo A PDF Criptografado

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Transtornos da personalidade

A compreensão da personalidade e de seus transtornos é a distinção fundamental entre a psiquiatria e todos os outros ramos da medicina.

Um indivíduo é um ser humano autoconsciente, como afirmou C.

Robert Cloninger, e não “uma máquina sem consciência”. Personalidade refere-se a todas as características de adaptação de formas

únicas a ambientes internos e externos em constante modificação.

Transtornos da personalidade são comuns e crônicos. Eles ocorrem em 10 a 20% da população em geral, e sua duração é expressa em décadas. Aproximadamente 50% de todos os pacientes psiquiátricos apresentam um transtorno da personalidade, com frequência comórbido com outras síndromes clínicas. O transtorno da personalidade também é um fator predisponente para outros transtornos psiquiátricos

(p. ex., uso de substância, suicídio, transtornos afetivos, do controle de impulsos, alimentares e de ansiedade), interferindo nos resultados de tratamento de várias síndromes clínicas e aumentando a incapacitação pessoal, a morbidade e a mortalidade desses pacientes.

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Medium 9788577807239

Capítulo 6. O Pedido de Peças

Ananth V. Iyer, Sridhar Seshadri, Roy Vasher Grupo A PDF Criptografado

O Pedido de Peças

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A Toyota adota diferentes métodos de planejamento, dependendo dos tipos de peças envolvidas. Alguns dos processos de planejamento são exclusivos à Toyota e por essa razão é interessante compará-los com o que em geral é praticado na indústria.

As diferentes categorias de peças têm diferentes processos de pedido. As quatro principais categorias de peças são as peças produzidas na região, as peças de lead time longo, as peças produzidas internamente e as peças just in time:

1. Peças fabricadas na região são fornecidas por fornecedores localizados na mesma região em que se encontram as unidades de montagem. Por exemplo, as peças fornecidas pelos fornecedores norte-americanos às unidades localizadas nos EUA são consideradas peças produzidas na região.

2. As peças produzidas por fornecedores japoneses para as unidades norte-americanas e europeias são consideradas peças de lead time longo.

3. Peças fabricadas na própria unidade, como painéis de carroceria, para-choques plásticos e motores, são fabricadas internamente pela unidade de montagem.

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Medium 9788577808397

6 Invista nos profi ssionais de RH

Dave Ulrich, Justin Allen, Wayne Brockbank, Jon Younger, Mark Nyman Grupo A PDF Criptografado

INVISTA NOS

PROFISSIONAIS DE RH

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A

transformação do RH depende fundamentalmente da qualidade dos profissionais de RH. E as exigências aumentaram para esses profissionais de RH, pois existem os desafios de entender todo o contexto do negócio

(Fase 1), definir importantes resultados relacionados ao negócio (Fase 2) e redesenhar o departamento e as práticas modernas de RH (Fase 3). No novo mundo dos desafios do RH, as antigas competências não são mais suficientes. O que era necessário para o sucesso dos recursos humanos no passado mudou com os novos desafios abordados neste livro. Neste capítulo, ampliamos o modelo para criar competências de quatro etapas introduzidas no Capítulo 5:

• Etapa 1: Articule uma teoria ou defina um padrão. Prepare uma declaração sobre padrões exigidos para o sucesso dos profissionais de RH.

• Etapa 2: Avalie indivíduos e organizações. Estabeleça uma metodologia para determinar de que maneira os profissionais de RH atingem ou não os padrões exigidos.

• Etapa 3: Invista no aprimoramento do talento. Prepare um portfólio de atividades de desenvolvimento destinado a aprimorar os profissionais de RH.

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Medium 9786581334062

Capítulo 1. STEAM: integrando as áreas para desenvolver competências

Lilian Bacich, Leandro Holanda Grupo A ePub Criptografado

Capítulo 1

Lilian Bacich

Leandro Holanda

A busca por uma educação que coloque o estudante em um papel investigativo não é algo recente, nem mesmo pode ser atribuída às metodologias ativas – experiências de aprendizagem que inserem o estudante no centro dos processos de ensino e de aprendizagem. Esse movimento, não de forma integrada, acontece há mais de um século, e são inúmeros os educadores, pensadores e pesquisadores que têm dedicado suas carreiras para repensar o processo que leva a uma aprendizagem não somente de conceitos, mas que desenvolva também valores e competências.

Essas mudanças não ocorrem apenas na educação, são parte de um processo que se dá na própria sociedade. Para Fadel, Bialik e Trilling (2015), são justamente essas mudanças da sociedade que intensificam os processos de mudança na educação.

Estamos testemunhando transformações – mudanças dramáticas e abrangentes, como a mobilidade internacional, mudanças nas estruturas das famílias, aumento na diversidade das populações, a globalização e seus impactos na competitividade econômica e coesão social, profissões e carreiras novas e emergentes, avanços tecnológicos rápidos e contínuos, maior uso das tecnologias, etc. E as mudanças tecnológicas estão acontecendo com muita rapidez, muitas vezes intensificando os desafios da sociedade. (FADEL; BIALIK; TRILLING, 2015, p. 15).

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Medium 9788582600535

Capítulo 19 - Computação Móvel e Ubíqua

George Coulouris, Jean Dollimore, Tim Kindberg, Gordon Blair Grupo A PDF Criptografado

19

Computação

Móvel e Ubíqua

19.1 Introdução

19.2 Associação

19.3 Interoperabilidade

19.4 Percepção e reconhecimento de contexto

19.5 Segurança e privacidade

19.6 Adaptabilidade

19.7 Estudo de caso: Cooltown

19.8 Resumo

Este capítulo estuda as áreas de computação móvel e ubíqua, as quais surgiram devido à miniaturização dos dispositivos e à conectividade sem fio. De modo geral, a computação móvel ocupa-se da exploração da conexão de equipamentos portáteis; a computação ubíqua diz respeito à exploração da integração cada vez maior dos dispositivos de computação com nosso mundo físico cotidiano.

Este capítulo apresenta um modelo de sistema comum que dá ênfase à volatilidade dos sistemas móveis e ubíquos: o conjunto de usuários, dispositivos e componentes de software, em qualquer ambiente, está sujeito a mudar frequentemente. Em seguida, o capítulo examina algumas das principais áreas de pesquisa que surgiram por causa da volatilidade e de suas bases físicas, incluindo como os componentes de software podem associar-se e interagir quando as entidades mudam, falham ou aparecem espontaneamente; como os sistemas são integrados no mundo físico, por meio da percepção e do reconhecimento de contexto; os problemas de segurança e privacidade que surgem nos sistemas voláteis e fisicamente integrados; e as técnicas para se adaptar à falta de recursos computacionais e de E/S dos dispositivos portáteis. O capítulo termina com um estudo de caso do projeto Cooltown, uma arquitetura orientada para usuários humanos, baseada na Web, para computação móvel e ubíqua.

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