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Medium 9788536307442

Capítulo 8 - História e importância de TD&E

Borges-Andrade, Jairo E. Grupo A PDF Criptografado

TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

8

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História e importância de TD&E

Ronaldo Pilati

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Sintetizar o desenvolvimento das práticas de TD&E, ressaltando seu avanço tecnológico.

Descrever a influência histórica das abordagens administrativas nas ações de TD&E.

Descrever o desenvolvimento tecnológico da área.

Identificar o atual papel estratégico das ações de TD&E.

Descrever a relação entre ações de TD&E e o comportamento organizacional.

INTRODUÇÃO

O estudo do processo de aprendizagem dentro do ambiente organizacional sempre foi necessário para as organizações. Há muito tempo, desde que se estruturaram formalmente, como as conhecemos hoje, a aprendizagem é fundamental para que as organizações possam atingir seus objetivos. Nesse aspecto, torna-se essencial que o leitor tenha uma visão histórica dos processos de treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E) nas organizações de trabalho, bem como suas características atuais e de relações com o comportamento organizacional. Em última instância, as ações de capacitação nas organizações pretendem influenciar o comportamento humano no ambiente de trabalho. O presente capítulo tem como objetivos: a) Descrever historicamente a influência dos modelos administrativos sobre as ações de TD&E nas organizações. b) Descrever a produção de tecnologias em TD&E nas suas três principais áreas (avaliação de necessidades, planejamento e avaliação de treinamento). c) Analisar suas relações com o comportamento organizacional. d) Descrever suas funções estratégicas.

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Medium 9788536326474

15. Medidas de insumo: perfil cognitivo-comportamental da clientela de ações de TD&E

da Silva Abbad, Gardênia Grupo A PDF Criptografado

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Medidas de insumo: perfil cognitivo­‑comportamental da clientela de ações de TD&E

Thaís Zerbini

Ronaldo Pilati

A o final deste cap í t u lo, v o c ê dever á :

ü Discutir a importância da mensuração de variáveis cognitivo­‑comportamentais em programas de

TD&E.

Distinguir os conceitos de estratégias de aprendizagem e estratégias de aplicação do aprendido.

Relatar o processo de construção e validação dos instrumentos de estratégias de aprendizagem e estratégias de aplicação do aprendido.

Definir procedimentos de aplicação dos instrumentos de estratégias de aprendizagem e estratégias de aplicação do aprendido em contexto de organizações e trabalho.

Analisar resultados provenientes da aplicação dos instrumentos de estratégias de aprendizagem e estratégias de aplicação do aprendido.

Discutir o uso dos resultados obtidos em intervenções nas organizações.

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Introdução

Segundo Meneses e colaboradores (2006), as variáveis referentes às características da clientela, classificadas na categoria cog­ nitivo­‑comportamental, consistem em estratégias cognitivas, comportamentais e autorregulatórias utilizadas pelo participante para aprender e aplicar. Zerbini (2007), em análise da literatura sobre avaliação de treinamentos, verificou que, em pesquisas científicas sobre diferenças individuais em processos e resultados de treinamento, são muito estudadas as variáveis psicossociais como conscienciosidade, ansiedade, comprometimento com o trabalho e autoeficácia (ver capítulos 12 e 14). Além dessas, destacam­‑se as variáveis motivacionais valência, motivação para o treinamento, para

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Medium 9788577807505

10. Virtualização de Armazenamento

Somasundaram, G. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

10

Virtualização de Armazenamento

À medida que a tecnologia de rede de armazeCONCEITOS-CHAVE namento amadurece, implementações maiores

Virtualização de memória e mais complexas estão se tornando mais comuns. A natureza heterogênea das infraestruVirtualização de rede turas de armazenamento ampliou a complexiVirtualização de servidor dade do gerenciamento e a utilização efetiva dos recursos de armazenamento. Tecnologias

Virtualização de armazenamento especializadas são necessárias para atender aos

Implementações de banda interna e rigorosos acordos de nível de serviço e para externa fornecer uma infraestrutura adaptável com

Virtualização em nível de bloco e em custo reduzido de gerenciamento. As tecnolonível de arquivo gias de virtualização discutidas neste capítulo fornecem mais produtividade, utilização dos bens e melhor gerenciamento da infraestrutura de armazenamento.

Virtualização é a técnica de mascarar ou abstrair recursos físicos, o que simplifica a infraestrutura e acomoda a velocidade cada vez maior das mudanças nos negócios e na tecnologia. Ela aumenta a utilização e a capacidade dos recursos de TI, como servidores, redes ou dispositivos de armazenamento, além dos seus limites físicos. A virtualização simplifica o gerenciamento de recursos agrupando-os e compartilhando-os para uma máxima utilização e os faz parecer recursos lógicos com capacidade ampliada.

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Medium 9788582715253

Referências

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11  Pasteurização  469

A agência Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, aprovou a utilização comercial de radiação UV para o tratamento de alimentos em condições específicas (Code of Federal

Regulations, 2005, 21 CFR 179.39). Na prática, o tratamento UV do leite tem sido mais desafiador porque o teor de sólidos do leite limita a penetração da luz UV, reduzindo sua eficácia. Além disso, a exposição excessiva aos raios UV pode levar a alterações oxidativas e mudanças no sabor do produto. As características críticas do projeto são o comprimento de onda UV, a intensidade e taxa da dosagem, a espessura do percurso da radiação e as condições de fluxo turbulento (Reinemann et al., 2006). Matak et al. (2005) e Smith et al.

(2002) são alguns dos diversos pesquisadores que relatam estudos bem-sucedidos de pasteurização

UV pulsada de leite e Choudhary e Bandla (2012) realizaram uma revisão sobre o assunto.

A homogeneização por alta pressão (UHPH, do inglês ultrahigh-pressure homogenisation) está sendo desenvolvida como um processo mínimo para aumentar a vida útil e a segurança microbiana de uma variedade de alimentos pasteurizados (Hayes et al., 2005). Ferragut et al. (2011) relatam o tratamento UHPH de leites vegetais

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Medium 9788536317175

2. Descoberta

Steven French Grupo A PDF Criptografado

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Steven French

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Descoberta

Quando as pessoas pensam nos cientistas, elas normalmente pensam em um homem (tipicamente) vestido com um jaleco branco; e quando pensam no que os cientistas fazem, elas geralmente os imaginam fazendo grandes descobertas, pelas quais poderiam receber o Prêmio Nobel. A descoberta – de algum fato, de alguma explicação para um fenômeno, de alguma teoria ou hipótese – é vista como estando no centro da prática científica. Desse modo, a questão fundamental que procuraremos responder neste capítulo é: como são descobertas as teorias, as hipóteses, enfim, os modelos científicos? Comecemos com uma resposta bastante comum e bem-conhecida.

A VISÃO COMUM: O MOMENTO EURECA

Nos quadrinhos, a criatividade é muitas vezes representada por uma lâmpada sobre a cabeça do herói. Supõe-se que represente o lampejo da inspiração. De modo semelhante, as descobertas científicas são geralmente caracterizadas como algo que ocorre de repente, em um dramático momento criativo da imaginação, um lampejo de visão ou uma experiência do tipo “aha!”.

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