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Medium 9788582714874

Capítulo 2. Avaliação da inteligência no ciclo vital

Claudio Simon Hutz; Denise Ruschel Bandeira; Clarissa Marceli Trentini Grupo A ePub Criptografado

A avaliação da inteligência é um dos grandes temas de estudo da psicologia e uma prática psicológica existente desde os primórdios da psicologia científica. Excelentes revisões podem ser encontradas em Segabinazi e Zamo (2016), Primi (2006) e Pasquali (2002). A evolução da produção científica em psicologia nas áreas de avaliação psicológica, psicologia do desenvolvimento, psicologia cognitiva e neuropsicologia permite, atualmente, construir um conjunto de conhecimentos que subsidiam a avaliação da inteligência ao longo do ciclo vital, tema deste capítulo.

Com o desenvolvimento das áreas da psicologia citadas e o crescimento do conhecimento acerca do tema, os estudos relacionados à inteligência passaram a focar também nas funções cognitivas, como atenção, percepção, memória, imaginação, organização do conhecimento, linguagem, pensamento, resolução de problemas, criatividade, raciocínio e tomada de decisão. Atualmente, o conceito de inteligência está relacionado à habilidade de utilizar o conhecimento para resolver problemas (Eysenck & Keane, 1994; Matlin, 2004; Sternberg et al., 2000).

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Medium 9788582715802

Capítulo 41. O que está por trás da fofoca?

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A ePub Criptografado

Embora muitas vezes passe totalmente despercebida, a fofoca está presente em toda parte. Apesar de ser vista como algo ruim e de conotação negativa, ela cumpre um papel social de extrema importância.

Segundo os antropólogos, esse fenômeno tem suas raízes em nossos antepassados mais distantes; assim, para entendermos o presente, vale a pena olharmos para trás.

Nos primórdios, vivíamos em comunidades de até 150 indivíduos e, entre eles, alguns se destacavam por suas habilidades de caça e de proteção do bando – os chamados “machos-alfa”. Eles eram poucos e desfrutavam de um status elevado por terem um papel vital para a comunidade, já que a vida dos demais dependia diretamente de suas aptidões físicas e de seus esforços contínuos.1

Como nem todos possuíam destreza para caça e/ou força, os menos hábeis acabavam por desempenhar papéis menores na pirâmide social. Tenha em mente que, em épocas de difícil sobrevivência, qualquer informação a respeito dos colegas ou do ambiente se tornava fundamental, e, mais do que isso, virava uma moeda de troca e de poder.

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Medium 9788582715154

Capítulo 12 - B. F. Skinner, Análise do Comportamento e o Behaviorismo Radical

Márcio Borges Moreira; Carlos Augusto de Medeiros Grupo A ePub Criptografado

Objetivos do capítulo

Ao final deste capítulo, espera-se que o leitor seja capaz de:

1Listar dados históricos da carreira e da obra de Burrhus Frederic Skinner;

2Conceituar Análise do Comportamento;

3Caracterizar Análise Experimental do Comportamento;

4Caracterizar Análise do Comportamento Aplicada;

5Caracterizar Behaviorismo Radical;

6Identificar e contrapor concepções equivocadas sobre o Behaviorismo Radical.

Todos os assuntos abordados neste livro baseiam-se na ciência/abordagem psicológica chamada Análise do Comportamento, cujo maior expoente histórico é Burrhus Frederic Skinner. A concepção de ser humano, as premissas epistemológicas, a proposta de objeto de estudo da psicologia, o modelo de causalidade e as discussões conceituais acerca dos fenômenos psicológicos, entre outras discussões filosóficas que embasam essa abordagem, constituem o corpo de conhecimento filosófico chamado Behaviorismo Radical, também concebido por Skinner, e que constitui a filosofia da Ciência do Comportamento. Neste capítulo veremos um pouco sobre quem foi Skinner e sobre as características definidoras tanto da ciência e profissão chamada de Análise do Comportamento como da filosofia chamada de Behaviorismo Radical.

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Medium 9788582605219

Capítulo 7 - Aprendizagem reutilizável para aumentar o valor continuamente

Michael Ballé; Daniel T. Jones; Jacques Chaize; Orest J. Fiume Grupo A ePub Criptografado

Para aprender a aprender, comece no ponto certo e siga uma direção de melhoria clara.

O lean, como revelam os capítulos anteriores, representa um modo fundamentalmente diferente de pensar, uma revolução cognitiva que altera o modo como organizamos, financiamos e agimos. Os elementos de uma estratégia lean são radicalmente diferentes do senso comum em tudo, desde uma fórmula diferente para o crescimento até uma maneira diferente de liderar e gerenciar. Em especial, os elementos de uma estratégia lean incluem:

1.Maior percepção de qualidade para promover as vendas

2.Intensidade dos esforços de kaizen para reduzir os custos

3.Lançamento de novos produtos como segredo para o crescimento sustentável

4.Tempos de atravessamento reduzidos como segredo para aumentar as margens e gerar caixa

Daqui em diante, analisaremos a estratégia lean na prática. Veremos como Fabiano e Furio Clerico, dois irmãos que administram uma operação de vendas e serviços, transformaram uma catástrofe em oportunidade quando tiveram que reestruturar a sua base de clientes, de empresas petrolíferas para independentes, com a prática da análise de valor e engenharia de valor, uma abordagem que permitiu que o seu sensei, Evrard Guelton, provocasse uma reviravolta na parte industrial do seu grupo corporativo. Com a FCI, Pierre Vareille e Yves Mérel mudaram radicalmente a história de uma empresa de eletrônicos de 1 bilhão de euros, reduzindo os custos operacionais mediante o aumento da qualidade e triplicando o valor da empresa no processo. Por fim, como vimos no caso da empresa do próprio Jacques, a estratégia foi a aplicação de uma ampla variedade de modelos, usando principalmente o kanban, um pouco de Smed e solução de problemas de qualidade. Mas a pergunta que ainda precisamos responder é “como?”.

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Medium 9788582715758

Capítulo 4. Recursos pessoais no trabalho: definição, impacto e estratégias para avaliá-los

Claudio Simon Hutz; Denise Ruschel Bandeira; Clarissa Marceli Trentini; Ana Claudia S. Vazquez Grupo A ePub Criptografado

Na organização social atual, o trabalho tem-se constituído como uma dimensão relevante na vida dos indivíduos. Estima-se que as pessoas passem em média de um quarto a um terço de seu tempo desenvolvendo atividades laborais (Harter, Schmidt, & Keyes, 2002). Devido à complexidade da relação do profissional com seu trabalho, diversos estudos têm investigado quais características do ambiente ocupacional e do profissional estão associadas ao seu bem-estar no trabalho (Bakker & Demerouti, 2017; Schaufeli & Taris, 2014).

Os fatores do ambiente ocupacional que têm o potencial de promover o bem-estar no trabalho podem ser compreendidos a partir do Modelo de Recursos e Demanda no Trabalho (JD-R) (Bakker & Demerouti, 2017; Demerouti, Bakker, Nachreiner, & Schaufeli, 2001). Nesse modelo, apesar de cada profissional ter características específicas, referentes à função que desempenha e à organização à qual está vinculado, estas podem ser categorizadas como demanda ou recursos pessoais e do trabalho (Bakker & Demerouti, 2017).

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Medium 9788582605233

Capítulo 12. Colaboração: o combustível do alto desempenho

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Jane Ripley, Eunice Parisi-Carew e Ken Blanchard

A colaboração cria equipes e organizações de alto desempenho. Com a força de trabalho diversa e globalizada de hoje, ela é crucial. As organizações que adotam uma cultura colaborativa se beneficiam internamente do aumento das vendas, maior inovação e melhores processos de negócios. Os benefícios externos podem incluir novos produtos e serviços e um negócio mais estável, que produz maior satisfação ao cliente, mais receitas e rentabilidade. Benefícios adicionais menos tangíveis incluem o compartilhamento de conhecimento e aumento da competência dos funcionários e terceirizados.

Muitas pessoas acham que colaboração é o mesmo que coordenação, cooperação ou trabalho em equipe. Contudo, essas palavras não são intercambiáveis.

Coordenação é quando um departamento ou função completa uma tarefa específica antes de passar o trabalho para outro departamento, que então completa a sua própria tarefa específica. Nenhum dos dois precisa do outro para atingir sua própria meta, e o resultado dos dois esforços é completar a meta final.

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Medium 9788582715888

Capítulo 12 - Ações do enfermeiro no processo de admissão e alta do paciente na UTI: avaliação e prioridades

Renata Andréa Pietro Pereira Viana; Iveth Yamaguchi Whitaker; Suely Sueko Viski Zanei Grupo A ePub Criptografado

PARTE IV

Widlani Sousa Montenegro

Tâmara Rúbia C. G. Coutinho

Com a evolução da complexidade da terapia intensiva, que inclui tecnologias, estrutura física apropriada e recursos humanos com alto padrão de formação e resolutividade, a custo-efetividade passou a ser uma forte preocupação da alta administração das instituições de saúde.

Associada a custos elevados, a grande demanda por leitos de unidade de terapia intensiva (UTI), que lotam prontos-socorros e unidades de internações, tornou a vaga em UTI um objeto de avaliação minuciosa na escolha de quem a ocupará. Segundo levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM), 70% dos Estados brasileiros não possuem o número de leitos de UTI preconizados pelo Ministério da Saúde (MS) para garantir o atendimento da população, elevando o tempo médio de espera por leito nessas unidades.1

Dessa forma, a admissão do paciente é uma fase da linha de cuidado do paciente crítico de grande impacto, pois, além da definição de quem se beneficiará desse leito, também é a etapa na qual o plano terapêutico será instituído a partir de um diagnóstico ou hipótese diagnóstica.

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Medium 9788582715802

Capítulo 40. Como será que anda a sua força de vontade?

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A ePub Criptografado

Há mais de 40 anos, um psicólogo chamado Walter Mischel, da Columbia University, nos Estados Unidos, queria saber qual seria a capacidade das crianças de controlarem seu comportamento. Por isso, bolou um experimento reunindo um grupo em idade pré-escolar e lhes apresentou um prato cheio de doces. O experimento ganhou o nome de “teste do marshmallow”.

A dinâmica era a seguinte: as crianças foram informadas de que o pesquisador precisaria sair da sala por alguns instantes. No entanto, o combinado é que elas esperassem até o cientista voltar para terem a permissão de comer dois marshmallows. Caso alguma criança não quisesse esperar, ela poderia tocar uma campainha antes do tempo e o cientista voltaria imediatamente e lhe daria o aval para comer; nesse caso, porém, a criança teria direito a apenas um marshmallow.1

Esse simples experimento deu início a pesquisas envolvendo uma das mais importantes habilidades do ser humano: a capacidade de exercer a força de vontade.

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Medium 9788582715802

Capítulo 33. Selfities: o lado patológico e perverso das selfies

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A ePub Criptografado

O ato de autofotografar-se por meio de telefones celulares já é uma prática bastante comum e foi batizada, como bem sabemos, de selfie, ou seja, autorretratos extraídos dos mais variados momentos de nosso cotidiano.

Até aqui, tudo normal, nenhuma novidade.

Ocorre que esse hábito começa a chamar a atenção, em alguns casos específicos, dado seu exagero. Assim, em 2014, o site da Associação Americana de Psiquiatria publica, pela primeira vez, uma crônica, nomeando a conduta exagerada das selfies como selfities, isto é, um comportamento que revela um desejo obsessivo compulsivo de tirar fotos de si mesmo e postá-las nas mídias sociais como forma de maquiar a falta de autoestima e, com isso, preencher o espaço, através da exposição da intimidade pessoal.1

O mesmo artigo classifica, então, esses autorretratos como “patológicos” e propõe, assim, três categorias de intensidade, a saber:

1.Um primeiro nível, mais leve, denominado borderline, em que a pessoa se autofotografa pelo menos três vezes por dia, mas não posta os retratos nas redes sociais.

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Medium 9788584291885

Capítulo 2. Investigação em robótica na educação brasileira: o que dizem as dissertações e teses

Rodrigo Barbosa e Silva; Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

o que dizem as dissertações e teses

Flavio Rodrigues Campos, Gláucio Carlos Libardoni

O histórico da robótica na educação brasileira apresenta como marco inicial a interação de profissionais brasileiros com profissionais do exterior para o conhecimento de tipos de materiais e para a compreensão de suas potencialidades no ensino. Conforme D’Abreu (2014), esses primeiros passos foram dados por algumas universidades brasileiras na década de 1980. Para tanto, os primeiros projetos em robótica estavam atrelados ao sistema Lego-Logo.[NT] Segundo Valente (1999), foi criado, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 1983, o grupo de pesquisa chamado Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied), que desenvolveu diversas pesquisas relacionadas com o uso do Logo na educação. O Projeto Logo da Unicamp foi o primeiro de sua natureza a ser implantado no Brasil. Seu objetivo inicial foi introduzir a linguagem Logo de programação e adequá-la à realidade brasileira (Valente, 1999).

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Medium 9788582715802

Capítulo 30. Psicologia da infidelidade: a traição é muito mais comum do que se imagina

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A ePub Criptografado

É exatamente isso: provavelmente você já flertou, ainda que apenas em seu imaginário, com a infidelidade. Embora o tema seja rodeado por uma série de questões morais, a grande maioria das pessoas, segundo pesquisas da América do Norte e da Europa, acredita que a infidelidade, de fato, não é muito aceitável. Por outro lado, muito embora se perceba uma censura social bastante ampla, a infidelidade é mais comum do que se imagina, principalmente no Brasil e na América Latina, onde há um traço cultural geral nas pessoas, presente igualmente nos espanhóis, italianos e franceses, que aceitam a experiência como algo normal.

Estimativas americanas sugerem que de 10 a 25% dos casados já cometeram, pelo menos uma vez, algum tipo de traição.1, 2 Outros autores já apontam para estatísticas bem mais generosas, pois citam que nada menos do que de 50 a 75% já teriam sido infiéis.3, 4 Aqui no Brasil, uma outra investigação aponta que, entre os homens, o percentual daqueles que dizem já ter traído pelo menos uma vez na vida chega a 70,6% e, entre as mulheres, o número é de 56,4%.

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Medium 9788582715802

Capítulo 3. Sono: o que vocêdeveria saber, mas ainda desconhece

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A ePub Criptografado

Sabemos, já não é de hoje, que o sono exerce uma importante função em nossa vida. Pesquisadores já afirmaram há muito tempo que dormir é extremamente importante para o desenvolvimento das funções cerebrais, como a consolidação das memórias de longo prazo ou, ainda, o favorecimento e a criação das habilidades de aprendizagem.

Contudo, além dos aspectos já bem conhecidos, algumas questões têm sido recentemente apontadas.

Um estudo conduzido pelo Centro Médico da Universidade de Rochester (Nova Iorque) constatou que o sono pode ser também um período no qual o cérebro se desfaz das moléculas tóxicas acumuladas ao longo do dia, ou seja, uma boa noite de sono pode, literalmente, limpar a nossa mente.

Em estudos utilizando ratos, os pesquisadores mostraram, pela primeira vez, que o espaço entre as células do cérebro pode aumentar durante o sono, permitindo, então, que sejam eliminadas as toxinas acumuladas.

Dessa forma, quando dormimos, um sistema de “encanamento”, chamado de sistema glinfático, abre e “libera a passagem” (encolhendo em até 60% do tamanho original das células), permitindo que o líquido cerebrospinal “enxágue” o tecido cerebral, expulsando, assim, os resíduos acumulados no sistema circulatório.1

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Medium 9788584291885

Capítulo 7. Relato de experiência sobre a implementação do projeto robótica educacional em uma escola rural

Rodrigo Barbosa e Silva; Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Anderson Szeuczuk

Este capítulo aborda o processo de implementação do projeto Robótica Educacional em uma escola rural no município de Guarapuava (PR). Relatarei a seguir a prática que realizei como orientador do projeto. Serão descritas impressões acerca do projeto e as dificuldades e desafios encontrados pelos estudantes durante o trabalho.

No primeiro semestre de 2009, as atividades com o projeto Robótica Educacional foram iniciadas em uma escola localizada a mais de 30 quilômetros do centro de Guarapuava. Grande parte dos alunos não residia no entorno da escola e dependia exclusivamente do transporte escolar para chegar a seu destino.

A escola municipal dividia seu espaço físico, inclusive o laboratório de informática, com uma escola estadual. As aulas de robótica educacional eram ministradas uma vez por semana nas turmas da 3ª série (atual 4º ano) e da 4ª série (atual 5º ano) do ensino fundamental. Cada aula tinha aproximadamente duas horas, divididas entre o trabalho conceitual em sala de aula e a prática no laboratório de informática, com a programação em linguagem Logo.

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Medium 9788582715802

Capítulo 36. A perda de peso e a mudança nos relacionamentos afetivos

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A ePub Criptografado

É de conhecimento geral o impacto da obesidade em todo o mundo. Considerada uma epidemia global, afeta uma em cada dez pessoas. No Brasil, a obesidade chega a 53,9% da população em geral, levando-se em conta crianças e adultos. Entre os adultos, pouco mais de 50% já são obesos.1, 2

Ao criar desdobramentos em praticamente todas as esferas de nossa existência, a obesidade interfere nas relações sociais, impacta a economia e se faz notar de maneira expressiva em nossa saúde e em nosso bem-estar mais imediato.3 De todas as tentativas de controle, a cirurgia bariátrica tem sido uma das opções mais discutidas quando o assunto é o alto índice de massa corporal (IMC).4

Para saber seu IMC, divida seu peso pela sua altura, depois divida o resultado novamente pela altura. Se o resultado estiver entre 18,5 e 24,9, seu IMC está dentro da normalidade. IMC ≥ 25 indica sobrepeso; ≥ 30 indica obesidade. Com um IMC ≥ 35, você pode ser um candidato para cirurgia bariátrica, caso tenha diabetes; com um resultado ≥ 40, porém, a cirurgia seria recomendada mesmo sem nenhuma doença.

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Medium 9788584290482

Apresentação do Instituto Península — Ana Maria Diniz

Lilian Bacich (org.); Adolfo Tanzi Neto (org.); Fernando de Mello Trevisani (org.) Grupo A ePub Criptografado

O Instituto Península acredita que é possível transformar a realidade da educação brasileira por meio de um professor que acredite de verdade em seu potencial de catalisador para fazer seus alunos aprenderem. Que possa despertar neles a curiosidade, por meio da qual cada um será guiado pelo interminável mundo do aprender e do conhecimento. Que confie em si a ponto de aceitar que não é o único detentor de conhecimento no processo de ensino e aprendizagem.

Quando isso acontecer, o Brasil será de fato um país diferente. Somente nesse dia estaremos no caminho seguro para extinguir a principal barreira que nos separa dos países ricos: a barreira do conhecimento. Nossos professores serão bem preparados, cheios de entusiasmo para ensinar, aprender e estimular cada criança e adolescente a se interessar pelo aprendizado contemplando os diversos olhares: da vida, da natureza e da arte.

Com esses ideais, o Instituto Península foi constituído, com a missão de contribuir para a educação básica de qualidade de crianças e adolescentes no Brasil a partir da formação, da valorização e do fortalecimento de professores como agentes multiplicadores de modernos métodos de ensino e aprendizagem.

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