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Medium 9788536326405

Capítulo 4 | As Bases Cromossômicas da Hereditariedade e Cromossomopatias

Maria R. Borges-Osório; Wanyce M. Robinson Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

As Bases

Cromossômicas da

Hereditariedade e

Cromossomopatias

4.1 Cromossomos humanos

94

4.1.1 Cromossomos na interfase

94

4.1.2 Cromossomos metafásicos

95

4.2 Análise dos cromossomos

4.3 Notação cromossômica

111

4.4 Alterações cromossômicas

112

4.4.1 Causas das alterações cromossômicas

95

4.2.1 Técnicas para o estudo dos cromossomos humanos 97

4.4.2.1 Translocações robertsonianas 112

4.2.1.1 Técnica clássica para o estudo dos cromossomos humanos: microtécnica 98

4.4.2.2 Possibilidades de cariótipos variantes da síndrome de

Turner 114

4.2.1.2 Técnicas de bandeamento cromossômico 99

4.4.2.3 Sítios frágeis

4.2.1.3 Técnicas de citogenética molecular 101

4.2.2 Morfologia e classificação dos cromossomos 105

112

4.4.2 Aspectos especiais de algumas alterações cromossômicas 112

114

4.4.2.4 Mosaicismo e quimerismo

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Medium 9788577801831

8 Equações Diferenciais Lineares: Teoria das Soluções

Bronson, Richard Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Equações Diferenciais

Lineares: Teoria das Soluções

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES

Uma equação diferencial linear de ordem n tem a forma

(8.1)

onde g(x) e os coeficientes bj (x) (j = 0, 1, 2,..., n) dependem apenas da variável x. Em outras palavras, não dependem de y ou qualquer derivada de y.

Se g(x) ≡ 0, então a Eq. (8.1) é homogênea; caso contrário, é não-homogênea. Uma equação diferencial linear possui coeficientes constantes se todos os coeficientes bj (x) em (8.1) forem constantes; se um ou mais desses coeficientes não forem constantes, (8.1) possui coeficientes variáveis.

Teorema 8.1 iniciais

Considere o problema de valor inicial dado pela equação diferencial linear (8.1) e n condições

(8.2)

Se g(x) e bj (x) (j = 0, 1, 2,..., n) são contínuas em um intervalo contendo x0 e se bn(x) ≠ 0 em , então o problema de valor inicial dado por (8.1) e (8.2) possui uma única (e apenas uma) solução definida para todo o intervalo .

Quando as condições sobre bn(x) no Teorema 8.1 se verificam, podemos dividir a Eq. (8.1) por bn(x), obtendo

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Medium 9788536320403

CAPÍTULO 1 - CUIDADOS DE ENFERMAGEM A INDIVÍDUOS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIAS CLÍNICAS, CIRÚRGICAS, DE TRAUMA E PSIQUIÁTRICAS

Soares, Maria Augusta Moraes Grupo A PDF Criptografado

26

ENFERMAGEM: CUIDADOS BÁSICOS AO INDIVÍDUO HOSPITALIZADO

AMBU: bolsa de ventilação manual

Anisocoria: diâmetros pupilares diferentes

Ansiedade: sentimento de apreensão desagradável, vago, acompanhado de sensações físicas como vazio/frio no estômago ou na espinha, opressão no peito, palpitações, transpiração, dor de cabeça ou falta de ar, entre várias outras; diferencia-se do medo por não ser possível identificar uma ameaça

Apneia: ausência de movimentos respiratórios

Assistolia: ausência de contrações cardíacas

AVC/AVE: acidente vascular cerebral ou acidente vascular encefálico

Cardiopatia: doença relacionada ao coração

Delírio: transtorno do estado mental, geralmente de instalação brusca, caracterizado por desorientação, confusão e distorção da realidade

Delirium tremens: delírio acompanhado por tremores constantes, movimentos desordenados das mãos, insônia, sudorese e outros sintomas físicos; geralmente associado à abstinência de álcool nos alcoolistas, pode ocorrer também em graves distúrbios cerebrais orgânicos ou funcionais

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Medium 9788582715611

Capítulo 39 - Paciente geriátrico

Calvin A. Brown III; John C. Sakles; Nathan W. Mick Grupo A PDF Criptografado

Paciente geriátrico

39

C apítulo 39  Paciente geriátrico     429

Katren R. Tyler e Stephen Bush

DESAFIO CLÍNICO

As comorbidades são comuns nas pessoas mais velhas e, em qualquer doença ou lesão, os adultos mais velhos têm desfechos piores que aqueles mais novos. O envelhecimento causa deterioração progressiva na reserva fisiológica muitas vezes exacerbada por condições crônicas preexistentes, de modo que os idosos têm maior risco de eventos adversos peri-intubação.

A idade avançada afeta o manejo da via aérea em quatro áreas principais. Morbidade cardiovascular, patologia pulmonar, síndromes de fragilidade e condições subjacentes crônicas são particularmente relevantes para evitar as armadilhas do manejo da via aérea em pacientes geriátricos.

É provável que os pacientes mais velhos que necessitam de manejo da via aérea tenham comorbidades significativas. Os idosos também estão cada vez mais obesos e, paradoxalmente, têm mais chances de desnutrição. Eles podem necessitar de manejo da via aérea por múltiplas razões; porém, seu curso clínico esperado costuma ser o fator mais importante na decisão de intubar no departamento de emergência

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Medium 9788582714997

Capítulo 77 - Biosseguridade

P.J. Quinn; B.K. Markey; F.C. Leonard; E.S. Fitzpatrick; S. Fanning Grupo A PDF Criptografado

77

Biosseguridade

Rotas de transmissão de agentes infecciosos em animais e consequências de medidas de biosseguridade eficazes e ineficazes

Agentes infecciosos de origem animal

Animais

Alimento e água

Animais silvestres, incluindo roedores e aves

Vetores artrópodes

Tráfego de veículos e pessoas

Disseminação pelo ar

Equipamento

Contaminação do ambiente dos animais, incluindo as edificações, equipamentos, pastagem, solo, água e veículos de transporte, facilitando a transmissão de agentes infecciosos

Animais

Dejetos de animais

Prevenção da transmissão de agentes infecciosos a animais suscetíveis

Produtos de origem animal

Animais silvestres, incluindo roedores e aves

Equipamento

Medidas eficazes de biosseguridade

Medidas ineficazes de biosseguridade

PARTE V

Calçados, roupas, veículos

O termo “biosseguridade” inclui uma grande diversidade de medidas que visam prevenir ou limitar a exposição de animais domésticos a patógenos microbianos a partir de fontes externas, ou a agentes infecciosos eliminados por animais infectados dentro de um rebanho. Essas medidas são importantes para prevenção e controle de doenças infecciosas

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Medium 9788582714010

Capítulo 28. Nutrição para maximizar a perda de gordura

Jim Stoppani Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 28

Nutrição para maximizar a perda de gordura

Antes de ler este capítulo, o Capítulo 27 deve ser lido. As orientações nele discutidas são as mesmas que devem ser seguidas para maximizar a perda de gordura corporal. Afinal de contas, quando se fala sobre isso, deseja-se ao menos manter, ou até aumentar, a massa e a força muscular, o que se torna possível por meio dos programas descritos no Capítulo 13, acompanhados das informações contidas nos Capítulos 27 e 28.

Enquanto no Capítulo 27 as orientações nutricionais são divididas em objetivos, o Capítulo 28 o faz por meio de etapas que visam maximizar a perda de gordura. Isso se deve ao fato de a perda de gordura ser um processo contínuo, devendo a dieta mudar de forma gradual ao longo do tempo. A pior coisa que pode ser feita é pular imediatamente para uma dieta com uma quantidade muito baixa de calorias e carboidratos. Por exemplo, muitas pessoas perguntam se partir para uma dieta cetogênica, em que quase todos os carboidratos são retirados do cardápio, é uma alternativa inteligente. A resposta é não. Sim, pode ocorrer uma queda muito rápida da gordura no início da dieta. Mas depois de dois meses ou menos, quando a perda de gordura chega a um platô, existe pouca margem para reduzir o número de calorias e continuar perdendo gordura.

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Medium 9788536326955

14. Avaliação lúdica na psicoterapia infantil

Affonso, Rosa Maria Lopes Grupo A PDF Criptografado

14

Avaliação lúdica na psicoterapia infantil

Rosa Maria Lopes Affonso

A

Clínica Psicológica do Centro Universitário FMU (UniFMU) atende por ano, em média, 180 casos de crianças de 2 a 12 anos, encaminhadas por escolas, médicos, hospitais, postos de saúde e profissionais em geral. Essa população é atendida por alunos do quinto ano do curso de Psicologia, sob a supervisão de professores da área de Psicodiagnóstico e Psicoterapia Breve Infantil.

Até 1999, tinha­‑se como procedimento não aceitar para atendimento crianças com traços de personalidade indicando diagnóstico de psicose. Essa decisão baseava­‑se no fato de que muito pouco estudo clínico existia sobre essas crianças, além do que o próprio diagnóstico ainda era muito questionável. Além disso, por se tratar de casos graves, os alunos não apresentariam ainda condições clínicas para a realização de tais diagnósticos. Este último argumento baseava­‑se ainda no fato de o cliente causar vários transtornos na clínica durante a realização do atendimento, muitas vezes, não contornados pelo aluno. Diante disso, decidiu­‑se que esses casos seriam apenas atendidos por professores interessados em pesquisa.

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Medium 9788580555646

Capítulo 28 - Toxicologia do sistema reprodutor feminino

Ladou Joseph; Harrison Robert; Grupo A PDF Criptografado

28

Toxicologia do sistema reprodutor feminino

Sarah Janssen, MD, PhD, MPH

A ocorrência de resultados adversos ao sistema reprodutor feminino é de fundamental interesse para os indivíduos e as famílias afetadas. Isso é especialmente verdadeiro quando os indivíduos percebem que estão vivendo ou trabalhando em áreas com possível exposição a agentes perigosos sobre os quais possuem pouco ou nenhum controle. O interesse tem sido aumentado por incidentes como a contaminação de peixes com metilmercúrio, na

Baía de Minamata, Japão, que foi causada por um vazamento de uma planta industrial. O consumo de peixe contaminado por mulheres grávidas resultou em uma epidemia de deficiência intelectual, paralisia cerebral e atraso no desenvolvimento de sua prole. O uso de óleo de cozinha contaminado com bifenilas policloradas (BPCs) no Havaí levou a retardo no crescimento intrauterino e à hiperpigmentação da pele de bebês de mulheres expostas. Os efeitos naquela coorte permanecem ainda a serem descobertos, incluindo o efeito sobre o desenvolvimento da puberdade da prole. Nos últimos anos, tem havido preocupação a respeito dos efeitos ao sistema reprodutor da exposição ocupacional a solventes, pesticidas, monitores de computador ou campos eletromagnéticos. Uma nova área de pesquisas surgiu para identificar e estudar as substâncias químicas que desregulam o sistema endócrino, afetando tanto a vida selvagem quanto a do homem.

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Medium 9788582712900

Capítulo 22 - A estimulação cognitiva do idoso deprimido

Leandro F. Malloy-Diniz (org.); Paulo Mattos (org.); Neander Abreu (org.); Daniel Fuentes (org.) Grupo A PDF Criptografado

22

A estimulação cognitiva do idoso deprimido

MÔNICA VIEIRA COSTA

BRENO SATLER DINIZ

A estimulação cognitiva reflete a proposição de que os processos mentais superiores podem ser mantidos ou melhorados por meio do exercício cognitivo. Termos como “treinamento cerebral” são amplamente discutidos no contexto de livros de autoajuda e produtos virtuais. O objetivo deste capítulo é abordar o estudo científico da estimulação cognitiva como técnica de reabilitação para comprometimento cognitivo no idoso deprimido.

Há fortes indícios de que a plasticidade neural permanece ao longo da vida (Jones et al., 2006) e de que a reserva cognitiva está associada à redução de risco de comprometimento cognitivo em idosos. Os conceitos de reserva cerebral e cognitiva estão relacionados a sistemas compensatórios do indivíduo e à capacidade de otimizar ou maximizar o desempenho por meio de recrutamento diferencial das redes cerebrais

(Scarmeas & Stern, 2003). As reservas cognitiva e cerebral são consideradas fatores de proteção para declínio cognitivo. No diagnóstico precoce de síndromes demenciais, por exemplo, um bom desempenho cognitivo pré-mórbido pode proporcionar a oportunidade de planejamento do cuidado futuro e de adaptação, enquanto o paciente ainda é capaz de tomar decisões.

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Medium 9788582715802

Capítulo 69. Por que às vezes temos crises psicológicas? entenda mais sobre elas

Cristiano Nabuco de Abreu Grupo A ePub Criptografado

Tão velha como a história da humanidade, talvez seja a história da crise psicológica. Desde o momento em que nos tornamos inteligentes, a consciência de que “algo” dentro de nós não vai bem sempre nos acompanhou. Registros na Bíblia, bem como no Alcorão, já apontam, junto aos primeiros seres humanos, a manifestação de questões que teriam assolado nosso espírito e nos colocado em estado de desequilíbrio.

Ter comido o fruto proibido fez Adão e Eva serem expulsos do Jardim do Éden, e, assim, ao que tudo indica, ter se tornado mais lúcido criou uma consequência impactante.

Embora existam algumas centenas de explicações derivadas das teorias da psicologia moderna, creio que aprender a manejar os momentos de crise seja uma das habilidades mais importantes para assegurar nosso equilíbrio emocional.

Mas, em primeiro lugar, o que é uma crise? A palavra “crise” deriva do grego krisis, que, em português, significa: decisão, distinção, separação. Isto é, a crise se manifesta sempre que há necessidade de mudança ou alguma decisão a ser tomada.

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Medium 9788536305738

Parte VIII - O CAMPO ANALÍTICO: OS VÍNCULOS ENTRE O ANALISTA E O PACIENTE

Zimerman, David E. Grupo A PDF Criptografado

Psicanálise em Perguntas e Respostas

257

Parte VIII

O CAMPO ANALÍTICO: OS VÍNCULOS

ENTRE O ANALISTA E O PACIENTE

434.

“Tomei a decisão de me analisar, mas não sei com quem, porque tenho medo de errar. Existe algum critério que possa me orientar para escolher o psicanalista ‘certo’ para mim? A propósito, o que é ‘match’?”

Um critério absolutamente certo não existe, tendo em vista que cada paciente tem as suas características particulares, e o mesmo acontece com o psicanalista, independentemente da corrente psicanalítica que ele segue e de sua provável competência e conceito público. Assim, o mais importante é considerar o fato de que pode acontecer que determinado paciente possa evoluir mal com o terapeuta X e ir muito bem com o Y, de mesma competência. No entanto, também pode ocorrer que este segundo analista (Y), que foi tão eficaz na resolução de certos problemas do paciente (por exemplo, a sexualidade, ou a agressão, com culpas), não conseguiu alcançar êxito diante de outros transtornos (por exemplo, o narcisismo exagerado) do mesmo paciente. O oposto também pode ocorrer, isto é, outro paciente ir mal com Y e bem com X. A psicanálise contemporânea explica este fato, levando em conta que, além do – importante – aspecto transferencial que se reproduz igualmente com qualquer analista, também tem um peso significativo o vínculo especial, singular e único que se configura entre o paciente e o analista; vínculo este que alguns autores norte-americanos denominam como

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Medium 9788536315508

Capítulo 22. Sistema Digestório

Elaine N. Marieb Grupo A PDF Criptografado

22

Sistema Digestório

PARTE 1: VISÃO GERAL DO SISTEMA

DIGESTÓRIO (p. 773-779)

1. Descrever a função do sistema digestório e diferenciar

órgãos do trato gastrintestinal e órgãos acessórios da digestão.

2. Listar e definir os principais processos que ocorrem durante a atividade do sistema digestório.

3. Descrever a localização e a função do peritônio. Definir retroperitoneal e citar os órgãos retroperitoneais.

4. Descrever a composição do tecido e a função geral de cada uma das quatro camadas do trato gastrintestinal.

PARTE 2: ANATOMIA FUNCIONAL DO

SISTEMA DIGESTÓRIO (p. 779-817)

5. Descrever a anatomia e a função básica de cada órgão do trato gastrintestinal e dos órgãos acessórios.

6. Explicar a fórmula dental e diferenciar dentes deciduais e permanentes.

7. Descrever a composição e a função da saliva e explicar como a salivação é controlada.

8. Descrever os mecanismos da mastigação e da deglutição.

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Medium 9788582715215

Capítulo 6. Assegurando os serviços de atendimento

Fred R. Volkmar, Lisa A. Wiesner Grupo A PDF Criptografado

6

Assegurando os serviços de atendimento

Depois de ter ajudado os pais a obter um diagnóstico, como você os ajuda a conseguir serviços de atendimento? Neste capítulo, discutimos os direitos legais e os principais conceitos relativos aos direitos a serviços educacionais. É importante que pais e professores tenham algum conhecimento básico desses conceitos e direitos e saibam que os prestadores de cuidados primários podem ser importante fonte de informação e ajuda. Tenha em mente que, como em outras áreas, os grupos de apoio para pais e professores podem ser boas fontes de informação. Lembre-se também de que as coisas podem evoluir – seja por meio de alterações nas leis (pelo congresso), seja por meio de novas decisões judiciais (pelos tribunais) –, portanto é fundamental que todos os envolvidos estejam a par dos requisitos atuais. Além disso, neste capítulo, abordaremos questões complexas dos serviços de atendimento para adultos com TEA.

Este capítulo refere-se principalmente aos Estados Unidos. As leis em outros países poderão variar. Antes de 1975, apenas um pequeno número de crianças com deficiências, talvez cerca de 20%, recebia educação no

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Medium 9788582714034

Capítulo 15 - Fluxo Sanguíneo e Controle da Pressão Arterial

Dee Unglaub Silverthorn Grupo A PDF Criptografado

15

Fluxo Sanguíneo e Controle da Pressão Arterial

Desde 1900, as doenças cardiovasculares têm sido a causa número 1 de mortes nos Estados

Unidos, exceto no ano de 1918.

TÓPICOS ABORDADOS E OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

American Heart Association,

Heart Disease and Stroke

Statistics – atualização em

2006, A Report From the

American Heart Association

Statistics Committee and Stroke Statistics

Subcommittee.

15.2 Explicar o que cria pressão arterial e como a pressão arterial muda à medida que o sangue flui através da circulação sistêmica.

15.3 Explicar a relação entre fluxo sanguíneo, gradientes de pressão e a resistência do sistema ao fluxo. Usar a lei de Poiseuille para explicar os fatores que influenciam na resistência.

15.4 Descrever como a pressão arterial é estimada utilizando esfigmomanometria.

15.5 Explicar as contribuições do débito cardíaco e da resistência periférica para a pressão arterial. Calcular a pressão arterial média.

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Medium 9788540701885

Capítulo 9 - Swaps de Taxas de Juros e de Moeda

David K. Eiteman; Arthur I. Stonehill; Michael H. Moffett Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Swaps de Taxas de Juros e de Moeda

Os objetivos de um financista são, então, assegurar uma ampla receita; impo-la com criteriosidade e igualdade; empregá-la economicamente; e, quando a necessidade o obrigar a fazer uso de crédito, garantir suas bases, nesse caso e para sempre, através da clareza e da candidez de seus procedimentos, da exatidão de seus cálculos, e da solidez de seus fundos.

—Edmund Burke (1729–1797).

Este capítulo discute a variedade de estratégias para gerenciar os riscos da taxa de juros e de moeda associados à estrutura de capital de uma EMN. Nossas principais ferramentas são os swaps de taxa de juros e de moeda. Além disso, muitas das mesmas ferramentas que observamos anteriormente no gerenciamento de risco de câmbio têm paralelos no gerenciamento de risco da taxa de juros e de moedas.

O gerenciamento de riscos financeiros – taxas de câmbio, taxas de juros e preços de commodities

– é uma área da administração financeira internacional em rápido crescimento. Todos esses preços financeiros introduzem risco aos fluxos de caixa da empresa. A identificação, mensuração e gerenciamento do risco da taxa de juros agora recebem aproximadamente o mesmo nível de atenção e esforço que o risco de câmbio recebia há alguns anos.

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