22803 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582715253

Referências

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

422   PARTE III   Processamento por meio da aplicação de calor

8.3  TIPOS DE TROCADORES

DE CALOR

Os trocadores de calor utilizados para aquecer ou resfriar alimentos estão entre os tipos mais comuns de equipamentos encontrados nas operações de processamento de alimentos. Existe uma grande variedade de trocadores de calor utilizados para aquecer alimentos (p. ex., para realizar branqueamento, pasteurização, esterilização pelo calor, evaporação, secagem, fritura e forneamento

[veja capítulos subsequentes na Parte III]) e para resfriar alimentos (veja capítulos na Parte IV). O seu design e operação dependem das propriedades dos alimentos que estão sendo processados e do grau de aquecimento ou resfriamento necessário. Os equipamentos podem ser classificados pelo tipo de aquecimento, em aquecimento direto: injeção de vapor ou infusão de vapor (seção

12.2.3) e aquecimento indireto:

•• Trocadores de calor de superfície raspada usados para esterilização (veja Secção

Ver todos os capítulos
Medium 9788536327655

Capítulo 44 - Especialização em Medicina de Família e Comunidade

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes Grupo A PDF Criptografado

� CAPÍTULO 44

ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA DE FAMÍLIA

E COMUNIDADE

Daniel Knupp Augusto

Raphael Augusto Teixeira de Aguiar

Aspectos-chave

As mudanças na reorganização da atenção primária no Brasil implicam a necessidade de um profissional de saúde com características que os cursos de graduação, em especial os de medicina, não conseguem prover plenamente.

As normas para o funcionamento dos cursos de especialização lato sensu são estabelecidas pela Câmara de Educação Superior do

Conselho Nacional de Educação.

A reorganização da atenção primária no Brasil por meio da

Estratégia de Saúde da Família teve início em 1994. Desde então, se tem visto uma transformação no cotidiano dos serviços de saúde. A substituição de um paradigma com excessiva ênfase na superespecialização e nos aspectos biológicos do cuidado, por outro, composto por uma visão sistêmica e integral dos indivíduos e das comunidades, é um aspecto da transformação a que se propôs a atenção primária no país.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536303925

14 - Discutindo a Gestão de Ensino Básico

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

14

Discutindo a Gestão de Ensino Básico

Mirza Laranja

NOVO CENÁRIO, NOVA ESCOLA

A concepção de gestão entrou para o universo escolar muito recentemente. Por certo, se esta publicação tivesse sido idealizada na década de 1980, já no final do século XX, teria enfoque totalmente diverso. Se muito, poderíamos nos deparar com uma obra voltada para administração escolar, abordando princípios e normas de ordenação e controle. Nos últimos anos, houve, no entanto, uma grande evolução que trouxe benefícios para o setor. Ao desatar as amarras do lado operacional, o gestor escolar percebeu-se inserido em um contexto muito maior, cujo dinamismo precisava ser incorporado pelas instituições de ensino. E não foi o setor educacional que naturalmente identificou a necessidade de mudança e se preparou para esse processo. Ao contrário, a dificuldade de sobreviver em um novo contexto social e econômico impeliu as escolas a buscarem novos caminhos. Fez-se clara uma certeza: o modelo tradicional de administração escolar não estava mais atendendo às necessidades atuais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713556

Capítulo 26. Monitoração da perfusão tecidual e terapia de reposição volêmica guiada por metas

Patrícia W. Gamermann, Luciana Cadore Stefani, Elaine A. Felix Grupo A PDF Criptografado

26

Monitoração da perfusão tecidual e terapia de reposição volêmica guiada por metas

Luiz Fernando R. de Menezes

Rosângela da Rosa Minuzzi

Luciana Cadore Stefani

Sabe-se que a maior mortalidade cirúrgica ocorre em pacientes com reservas fisiológicas limitadas submetidos a procedimentos de maior porte. A monitoração da perfusão sistêmica é parte integrante da avaliação hemodinâmica e resulta em melhoria dos desfechos quando comparada à monitoração-padrão.1 A complexidade da monitoração deve ser individualizada, levando-se em conta que as manifestações relacionadas aos distúrbios de perfusão tecidual ocorrem antes de sinais clássicos, como hipotensão e redução de pressão venosa central (PVC). Como nenhum método de avaliação de perfusão isoladamente é definitivo, qualquer resultado deve ser incluído na perspectiva clínica e associado às demais variáveis disponíveis.

É desejável, portanto, que a manutenção da perfusão e da oferta de oxigênio aos tecidos seja alvo das estratégias adotadas no perioperatório, especialmente em pacientes críticos. A perfusão depende de duas variáveis principais: o fluxo e o conteúdo de oxigênio e pode ser resumida pela fórmula da entrega de oxigênio (DO2) aos tecidos:

Ver todos os capítulos
Medium 9788536322100

43 Bateria Memo

Leandro F. Malloy-Diniz Grupo A PDF Criptografado

43

BATERIA MEMO

Neander Abreu

Everson Cristiano de Abreu Meireles

Cláudia Berlim de Mello

O

s processos de categorização estão relacionados às funções mnêmicas de armazenamento e de recuperação da informação. Por exemplo, palavras ou figuras são mais facilmente recordadas quando podem ser associadas em categorias. O uso dessas estratégias de memorização baseado na identificação de relações de categoria expressam uma integração entre a organização percebida pelo indivíduo no material a ser aprendido e a organização do conhecimento preexistente na memória de longa duração, o que é crucial para a aprendizagem (Baddeley, 1997).

nosticados com o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade e (TDAH), podem incluir ou estar relacionados a falhas e/ ou ao uso reduzido de estratégias de categorização (Cornoldi, Barbieri, Gaiani e

Zocchi, 1999). A investigação neuropsicológica feita por meio de instrumentos de medida de avaliação da memória deve ser capaz de identificar se tais processos estão presentes ou não em pessoas com disfunções cognitivas e/ou comportamentais, além de ser capaz de precisar fatores que facilitam o processo de armazenamento e recuperação da informação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788563899392

Capítulo 4 - História e historiografia

Hans-Johann Glock Grupo A PDF Criptografado

4

História e historiografia

Se não por referência ao espaço (geografia e linguagem), talvez a filosofia analítica possa ser concebida por referência ao tempo. Uma desconsideração por questões históricas é com frequência mencionada como um dos traços distintivos da filosofia analítica (Agostini, 1997, p. 73­‑74; Engel,

1997, p. 184­‑196). Além do mais, esse fato alegado é quase universalmente utilizado como um bastão com o qual se possa bater na filosofia analítica. Sem bons motivos, eu acho. Não somente porque os filósofos analíticos têm um interesse maior no passado do que aquilo que é comumente assumido, mas também porque sua negligência de algumas questões históricas não é o pecado mortal que seus críticos fazem com que seja.

A acusação de que a filosofia analítica carece de consciência histórica une seus dois principais rivais dentro da filosofia ocidental contemporânea, a filosofia continental e a tradicionalista. De forma mais surpreendente, talvez, a crítica é também partilhada por alguns que, por consentimento comum, são eles mesmos filósofos analíticos. De uma perspectiva continental­‑mais­‑pragmatista,

Ver todos os capítulos
Medium 9788563899859

6 Inclusão e educação matemática

Katia Stocco Smole, Cristiano Alberto Muniz Grupo A PDF Criptografado

6

Este capítulo visa apresentar algumas reflexões de uma professora de sala de recursos sobre o ensino da matemática para alunos com necessidades educacionais especiais, diante da proposta de inclusão, a partir de uma pesquisa de mestrado.1

O trabalho relata uma experiência desenvolvida em uma sala de recursos, na qual foi colocado em experimentação o procedimento de intervenção psicopedagógica proposto por Fávero (2002, 2003), visando a aquisição conceitual na área específica do conhecimento matemático, seguindo um trabalho sistematizado de articulação entre intervenção e pesquisa.

A sala de recursos é um dos programas disponibilizados pelo atendimento educacional especializado, que tem como objetivo complementar e/ou suplementar a formação dos alunos especiais com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela. (MEC, Brasília, 2008). Vale ressaltar que neste capítulo

1

Dissertação de Mestrado na Faculdade de Psicologia da Universidade de Brasília/DF, sob a orientação da Profa. Dra.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536702353

Capitulo 70 - Dermatoses na gestante

Evandro A. Rivitti Grupo A PDF Criptografado

70

Dermatoses na Gestante

A gravidez é uma condição que envolve marcantes modificações metabólicas, proteicas, lipídicas, glicídicas, endócrinas, imunológicas e vasculares, que poderão levar a alterações da pele e dos anexos em âmbitos fisiológico e patológico.

Alterações Fisiológicas da Pele na Gravidez

As alterações cutâneas fisiológicas da gravidez podem ser divididas em pigmentares, dos cabelos e pelos, ungueais, das glândulas da pele, vasculares e das mucosas.

Alterações dos cabelos e pelos

Hirsutismo

Praticamente todas as mulheres, na gravidez, apresentam certo grau de hirsutismo, particularmente na face e, com menor frequência, nos braços, nas pernas e no dorso. Admite-se que o fenômeno se relacione às alterações hormonais próprias da gravidez e, em geral, regride dentro de seis meses pós-parto. Quando, durante a gravidez, surge hirsutismo muito intenso, deve-se considerar a possibilidade de tumores androgênio-secretantes, luteomas ou cistos luteínicos, ou ainda, ovários policísticos. Nesses casos, pode ocorrer virilização dos fetos fe-

Ver todos os capítulos
Medium 9788553608416

22.4. CAUSAS DE DESERDAÇÃO

Grupo A PDF Criptografado

Direito das Sucessões

1157

por exemplo, sem declarar a causa da deserdação, porque tal pena não pode ser imposta por simples declaração, mas com expressa menção da causa e motivos legais4.

JJ Propositura de ação ordinária. Não basta a exclusão expressa do herdeiro no testamento, para que seja deserdado. É necessário, ainda, que o herdeiro instituído no lugar do deserdado, ou aquele a quem aproveite a deserdação (outros herdeiros legítimos, na ordem legal, inclusive o Município, se estes não existirem), promova ação ordinária e prove, em seu curso, a veracidade da causa alegada pelo testador, como o exige o art. 1.965 do Código Civil, nestes termos: “Ao herdeiro instituído, ou àquele a quem aproveite a deserdação, incumbe provar a veracidade da causa alegada pelo testador”5. Sem essa comprovação é ineficaz a deserdação, não ficando prejudicada a legítima do deserdado.

O direito de provar a causa da deserdação por meio da referida ação extingue-se no prazo decadencial “de quatro anos, a contar da data da abertura do testamento”, como prescreve o parágrafo único do art. 1.965.

Ver todos os capítulos
Medium 9788565852869

Capítulo 10. Redução do estresse

Robert L. Leahy; Dennis Tirch; Lisa A. Napolitano Grupo A PDF Criptografado

10

REDUÇÃO DO ESTRESSE

O conceito de “estresse” está no centro das pesquisas sobre regulação emocional há quase meio século. O endocrinologista

Hans Selye (1974, 1978) identificou a síndrome de adaptação geral como sequência de reações ao estresse. O estresse foi definido por ele como uma reação do organismo a um agente estressor (ou estímulo relativo a ele) que incluía componentes fisiológicos e cognitivos. De acordo com Selye, a síndrome de adaptação geral compreende três fases: alarme, resistência e exaustão.

Durante a fase do alarme, o organismo rea­ ge tanto lutando quanto fugindo (ou, em alguns casos, “paralisando”), por meio da ativação do eixo hipotalâmico-hipofisário-suprarrenal (HHSR) e da secreção de cortisol. Isso marca a mobilização da reação

à ameaça. Durante a fase de resistência, o organismo tenta lidar ativamente com o estresse, mobilizando recursos, energia e comportamento para resolver ativamente os problemas enfrentados. Por fim, após a mobilização contínua de recursos e o manejo, o organismo começa um processo de descompensação durante a fase de exaustão, marcado por falha das respostas defensivas e de manejo, problemas digestivos, fadiga, agitação e irritabilidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580553048

Caso 35

Eugene C. Toy, Debra Klamen Grupo A PDF Criptografado

CASO 35

Uma enfermeira de 41 anos procura o setor de emergência por temer estar com hipoglicemia decorrente de insulinoma. Ela relata repetidos episódios de cefaleia, sudorese, tremor e palpitações. Nega qualquer problema clínico anterior, e o único medicamento que toma é um anti-inflamatório não esteroide para cólicas menstruais. No exame físico, observa-se que é uma mulher bem vestida, inteligente, educada e cooperativa. Seus sinais vitais são estáveis, exceto por uma leve taquicardia. No exame são percebidas diaforese, taquicardia e numerosas cicatrizes em seu abdome, assim como marcas de agulha em seus braços.

Quando questionada sobre isso, ela diz que está confusa devido à hipoglicemia.

A paciente é então internada no serviço médico. As avaliações laboratoriais demonstram redução no nível de açúcar no sangue em jejum e um aumento no nível de insulina, mas um nível reduzido do peptídeo-C plasmático, o que indica injeção exógena de insulina. Quando confrontada com essa informação, ela logo fica zangada, afirma que a equipe do hospital é incompetente e exige ser liberada, contra os conselhos médicos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577804016

7. ABASTECIMENTO ESTRATÉGICO

F. Robert Jacobs, Richard B. Chase Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

ABASTECIMENTO ESTRATÉGICO

Após ler este capítulo, você:

1. Saberá como as importantes decisões de abastecimento vão muito além de simples decisões de compra de materiais.

2. Conhecerá o “efeito chicote” e saberá por que é importante sincronizar o fluxo de material entre os parceiros da cadeia de suprimentos.

3. Entenderá como as características do abastecimento e a demanda afetam a estruturação das cadeias de suprimentos.

4. Saberá o motivo para terceirizar capacidades.

5. Aprenderá a calcular a rotatividade de estoque e os dias de abastecimento.

6. Conhecerá os componentes básicos de um programa eficiente de customização em massa.

195

O mundo é nivelado

Efeito nivelador 5: Terceirização

Efeito nivelador 6: Offshoring

196

Abastecimento estratégico

Definição de abastecimento estratégico

Definição de efeito chicote

Definição de produtos funcionais

Definição de produtos inovadores

200

Terceirização

Definição de terceirização

Definição de logística

204

Avaliação do desempenho do abastecimento

Definição de giro de estoque

Ver todos os capítulos
Medium 9788580556087

PARTE II - Principais manifestações e apresentações das doenças

Charles Wiener, Cynthia Brown, Brian. Houston Grupo A PDF Criptografado

Parte II: Principais manifestações e apresentações das doenças

57

Questões

A. Artrite gonocócica aguda

B. Síndrome do túnel do carpo

C. Síndrome dolorosa complexa regional

D. Gota

E. Lúpus eritematoso sistêmico

Questões

II-1.  Quando são aplicados estímulos intensos e repetidos a tecidos lesionados ou inflamados, qual das seguintes respostas ocorre?

sexualmente ativa, não faz uso de medicamentos e não usa tabaco, álcool ou substâncias ilícitas. Qual é o diagnóstico mais provável?

Parte II

INSTRUÇÕES: Escolha a resposta mais adequada para cada questão.

A. O limiar de ativação dos nociceptores aferentes primários é reduzido, e a frequência de descarga torna-se maior para estímulos de todas as intensidades.

B. O limiar de ativação dos nociceptores aferentes primários é reduzido, e a frequência de descarga torna-se menor para estímulos de todas as intensidades.

C. O limiar de ativação dos nociceptores aferentes primários é elevado, e a frequência de descarga torna-se maior para estímulos de todas as intensidades.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714706

Capítulo 87 - Acesso à cavidade peritoneal

Luiz Rohde, Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A ePub Criptografado

Maurício Cardoso Zulian

Oly Campos Corleta

Leandro Totti Cavazzola

O acesso à cavidade peritoneal é fundamental para a realização das cirurgias do trato digestivo.

A via de acesso laparotômica, empregada com sucesso pela primeira vez há mais de 200 anos para a ressecção de um tumor de ovário, antes ainda do advento da anestesia, é a mais tradicional. As diferentes incisões possibilitam acesso adequado a todos os órgãos abdominais do aparelho digestivo.

A abordagem videolaparoscópica teve seu desenvolvimento impulsionado a partir da primeira colecistectomia realizada por esse método, em 1987. Essa via de acesso demonstrou diversas vantagens ao longo dos anos de observação, como menos dor no pós-operatório, melhor resultado estético, menor tempo de hospitalização e retorno mais precoce do paciente às suas atividades habituais.

O desenvolvimento tecnológico dos materiais de videocirurgia e endoscopia, somado ao desejo dos cirurgiões de realizar as cirurgias abdominais sem deixar cicatrizes cutâneas, vêm gerando inúmeras pesquisas sobre alternativas ainda menos invasivas do que a laparoscopia. Alternativas em fase de desenvolvimento clínico têm sido relatadas, como a cirurgia endoscópica transluminal por orifícios naturais (NOTES, do inglês natural orifice translumenal endoscopic surgery) e a cirurgia laparoscópica por acesso único (LESS, do inglês laparoendoscopic single-site surgery).

Ver todos os capítulos
Medium 9788582713266

Capítulo 5 - Criando um ambiente favorável para clínica de família mais efetiva

Michael Kidd Grupo A PDF Criptografado

5

Criando um ambiente favorável para clínica de família mais efetiva

Médicos de família necessitam de ambientes favoráveis que lhes permitam atender indivíduos, famílias e comunidades. Muitas condições são necessárias para o sucesso da clínica de família (ver Tab. 5.1). Educação e treinamento adequados preparam médicos de família, enquanto sistemas de saúde efetivos e equipes colaborativas oferecem a estrutura organizacional necessária para a disponibilização de serviços de saúde eficientes. Ambientes favoráveis tornam possível que médicos de família prestem atendimentos de saúde da maior qualidade com os recursos disponíveis.

TABELA 5.1  Principais condições para clínica de família mais efetiva

Componentes

Exemplos

Relações

Comunicação efetiva e colaboração com pacientes, famílias, comunidades, equipes de saúde, colegas de especialidade, escolas médicas e centros clínicos acadêmicos, autoridades de saúde pública e governamentais, e associações profissionais

Ver todos os capítulos

Carregar mais