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Medium 9788582713532

Apêndice B - Métodos para a coleta de amostras clínicas

Gerard J. Tortora; Christine L. Case; Berdell R. Funke Grupo A PDF Criptografado

Apêndice B

Métodos para a coleta de amostras clínicas

8. Profissionais da saúde gestantes aparentemente não apresentam maior risco de infecção por HIV quando comparadas às profissionais da saúde não gestantes; entretanto, caso uma profissional da saúde desenvolva a infecção por HIV durante a gestação, a criança apresentará risco de infecção. Em razão desse risco, profissionais da saúde gestantes devem estar especialmente familiarizadas e devem aderir estritamente às precauções para minimizar o risco de transmissão do HIV.

Instruções para procedimentos específicos de coleta

Cultura de feridas ou abscessos

1. Limpe a área com um swab estéril umedecido em salina estéril.

Precauções universais

1

Os seguintes procedimentos devem ser utilizados por todos os profissionais da saúde, incluindo estudantes, cujas atividades envolvam o contato com pacientes, sangue ou outros fluidos corporais. Esses procedimentos foram criados para minimizar os riscos de transmissão de HIV ou Aids em um ambiente de cuidados da saúde, mas a adesão a essas orientações minimiza a transmissão de todas as infecções adquiridas em hospitais (IAH).

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Medium 9788563899675

5: Tigran Petrosian

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Tigran Petrosian

De todos os Campeões Mundiais, Tigran

Vartanovich Petrosian (1929-1984) é o mais difícil de categorizar. Todos queremos boas definições, rótulos que possamos afixar às pessoas ou coisas para nos sentirmos confortáveis ao dar-nos uma referência para compreender. Chamamos algo de “martelo” ou alguém “semelhante a um martelo” e ficamos imediatamente satisfeitos. Sabemos o que é um martelo e estamos prontos para conversar mais sobre as qualidades da pessoa semelhantes a um martelo. Por quê?

Conhecemos positivamente o camarada e estamos prontos para elucidar mais!

Ficamos satisfeitos chamando Mikhail

Tal de “um gênio da combinação”, “um tático sem pares” ou “um mágico tático”. Isso certamente nos ajuda a nos sentirmos mais pertos de Tal e podemos definir o enxadrista, ao menos um pouco, para nós mesmos, mesmo que tal definição seja ridiculamente limitada. Tal nunca jogou um final de partida em sua vida? Puxa, ele era capaz de jogar finais de partida? Ou ele polvilhava sua poeira tática mágica sobre todas as posições, inclusive reis expostos, produzindo fogos de artifício num instante?

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Medium 9788580552928

Capítulo 35 - Transporte de Gases e pH

Kim E. Barrett; Susan M. Barman; Scott Boitano; Heddwen L. Brooks Grupo A PDF Criptografado

35

C A P Í T U L O

Transporte de Gases e pH

O B J E T iVOS

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

�� Descrever

a maneira pela qual o O2 flui dos pulmões para os tecidos e o CO2 flui dos tecidos para os pulmões.

�� Listar os fatores importantes que afetam a afinidade da hemoglobina por O2 e o significado fisiológico de cada um.

�� Especificar as reações que aumentam a quantidade de CO2 no sangue, e desenhar a curva de dissociação do CO2 para o sangue arterial e venoso.

�� Definir alcalose e acidose e listar causas típicas e respostas compensatórias para cada uma.

�� Definir hipoxia e descrever as diferenças dos subtipos de hipoxia.

�� Descrever os efeitos de hipercapnia e hipocapnia, e dar exemplos de condições que podem causá-las.

InTRodUção

Os gradientes de pressão parcial para O2 e CO2, plotados em forma gráfica na Figura 35–1, enfatizam que eles são a chave para o movimento de gases, e que o O2 “flui ladeira abaixo” a partir do ar através dos alvéolos e sangue para os tecidos, ao passo que o

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Medium 9788582604809

Capítulo 27 - Uma introdução à deflexão

Philip Garrison Grupo A PDF Criptografado

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Uma introdução à deflexão

O termo deflexão já foi mencionado diversas vezes neste livro. Quando uma carga é aplicada a uma viga ou a uma laje, esta sofre uma flexão e, portanto, uma deflexão. A deflexão é a distância vertical que a viga ou laje se move a partir de sua posição horizontal original (conforme mostrada na Figura 27.1) e geralmente é medida em milímetros.

Como sugerido anteriormente, é essencial que as deflexões sejam minimizadas. Deflexões excessivas de pisos são alarmantes e deflexões excessivas de vergas de portas podem levar à distorção dos marcos, dificultando a abertura e o fechamento apropriados da porta. No projeto de lajes de concreto armado, a deflexão é um quesito crucial.

Sendo assim, é importante ser capaz de calcular a deflexão. O cálculo da deflexão costuma ser lecionado em um nível mais avançado dos cursos de graduação em engenharia civil e está, portanto, além do escopo deste livro. No entanto, recentemente me espantei com a dificuldade que um grupo de competentes estudantes do segundo ano estava enfrentando para compreender as deflexões. Daí a inclusão deste capítulo.

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Medium 9788580554984

Capítulo 7 - Transformações de tensão de deformação

Ferdinand P. Beer, E. Russell Johnston, Jr., John T. DeWolf, David. F. Mazurek Grupo A PDF Criptografado

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Transformações de tensão e deformação

Este capítulo examinará os métodos para determinar as tensões e deformações máximas em qualquer ponto de uma estrutura, como em uma asa de avião, bem como estudar as condições de tensão necessárias a que se produza a falha.

Objetivos

Neste capítulo vamos:

�� Aplicar as equações de transformação de tensões às situações de estado plano de tensões para determinar qualquer componente de tensão em um ponto.

�� Aplicar a abordagem alternativa do círculo de Mohr para realizar as transformações de tensões.

�� Utilizar as técnicas de transformação de tensão para identificar componentes-chave de tensão, como as tensões principais.

�� Estender a análise via círculo de Mohr ao exame dos estados tridimensionais de tensão.

�� Experimentar as teorias de falha para materiais dúcteis e frágeis.

�� Analisar os estados de tensão em vasos de paredes finas.

�� Estender a análise via círculo de Mohr ao exame das transformações de deformações.

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Medium 9788577806959

2: sen x (x em graus e minutos)

Murray R. Spiegel; Seymour Lipschutz; John Liu Grupo A PDF Criptografado

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sen x (x em graus e minutos)

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Medium 9788536326474

8. Transferência de treinamento e impacto do treinamento em profundidade

da Silva Abbad, Gardênia Grupo A PDF Criptografado

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Transferência de treinamento e impacto do treinamento em profundidade

Thaís Zerbini

Francisco Antonio Coelho Junior

Gardênia da silva Abbad

Luciana Mourão

Silvana Alvim

Elisabeth Loiola

A o final deste cap í t u lo, v o c ê dever á :

ü Discutir a importância da mensuração da transferência de treinamento em programas de TD&E e de

qualificação profissional.

Distinguir os conceitos de transferência de treinamento e de impacto, em profundidade e amplitude, do treinamento no trabalho.

Relatar o processo de construção e validação de instrumentos de impacto em profundidade e de transferência de treinamento.

Descrever procedimentos de aplicação de instrumentos de impacto em profundidade e de transfe‑ rência de treinamento em contextos de organizações e trabalho.

Analisar resultados provenientes da aplicação de instrumentos de impacto em profundidade e de transferência de treinamento.

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Introdução

As organizações investem cada vez mais recursos em ações formais de Treinamento,

Desenvolvimento e Educação (TD&E) com a intenção de que os participantes, geralmente seus próprios empregados ou funcionários, aprendam e transfiram novos conhecimentos, habilidades e atitudes (CHAs) para o ambiente de trabalho. As organizações esperam, desse modo, que essas ações, daqui para a frente denominadas de “treinamentos” para facilitar a definição e utilização de termos neste capítulo, sejam capazes de produzir efeitos positivos sobre o desempenho posterior do egresso. Este capítulo

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Medium 9788582714560

Capítulo 107. A demonização dos calmantes

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

107

A DEMONIZAÇÃO DOS

CALMANTES

“Eu não quero depender de remédios” é uma frase muito comum de se ouvir no consultório. A sombra de dependência que paira sobre os tratamentos psiquiátricos assusta muitos pacientes, e é um trabalho enorme explicar a diferença entre necessidade, dependência, vício, etc. O tema

é quente, e um episódio do programa Profissão repórter investigou o exagero de prescrições de calmantes no País. Embora a tarefa seja legítima, acredito que se perdeu a chance de expor para a população algumas distinções essenciais.

Um breve levantamento histórico dos termos usados em relação ao uso de substâncias pode ajudar um pouco:

Inebriação (ou embriaguez) – termo famoso no Brasil na voz de ­Vicente

Celestino (“Tornei-me um ébrio e, na bebida, busco esquecer aquela ingrata que eu amava e que me abandonou...”), designava o uso habitual de

álcool ou outras bebidas que causassem dependência. Muito associado a políticas públicas, o termo estimulou a criação da Sociedade para o Estudo (e Cura) da Inebriação em 1884, no Reino Unido, com propostas de internação compulsória dos ébrios (filme que se repete periodicamente).

Adição – embora tenha voltado à moda mais recentemente no anglicismo “drogadito” (má tradução de drug-addicted), remete ao início do

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Medium 9788584290420

Capítulo 4 - Educação física e livros didáticos

Luiz Gustavo Bonatto Rufino; Suraya Cristina Darido Grupo A PDF Criptografado

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Educação física e livros didáticos

A elaboração de livros é sempre algo bastante complexo, uma vez que

é preciso levar em consideração os inúmeros aspectos que compõem a prática educativa e, a partir disso, realizar um difícil processo de escolha e seleção dos conteúdos que devem e os que não devem fazer parte do currículo. Para

Forquin (1993), toda educação do tipo escolar realiza uma seleção no interior da cultura e uma reelaboração dos conteúdos desta cultura destinados a serem transmitidos às novas gerações. Assim, para esse autor, a educação não transmite a cultura e sim algo da cultura, proveniente de fontes diversas e de diferentes épocas.

O livro didático pode ser compreendido como a materialização destas formas de seleção de determinados aspectos da cultura e sua respectiva implementação no currículo, sendo entendido como um meio interventor do currículo, de acordo com Gimeno Sacristán (2000). Para esse autor, são várias as funções que os livros didáticos adquirem no processo de ensino e aprendizagem da educação escolar, sendo que seus usos são determinantes para o reconhecimento efetivo deles como meios interventores do currículo. Sendo assim, esses materiais podem assinalar o que deve ser aprendido, enfatizar determinados aspectos dos conteúdos, sugerir exercícios e atividades para os alunos, assinalar critérios de avaliação, entre outros.

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Medium 9788536323091

3. Formulação de Caso e de Plano de Tratamento Individualizados

Roemer, Lizabeth Grupo A PDF Criptografado

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Formulação de Caso e de Plano de Tratamento Individualizados

Conforme discutimos no Capítulo 1, um aspecto básico do tratamento é um entendimento compartilhado pelo cliente e pelo terapeuta da natureza dos desafios que o cliente está enfrentando. A formulação de caso individualizada se vale do modelo comportamental geral baseado na aceitação apresentado anteriormente, mas está ligada

às características específicas das preocupações e experiências do cliente. Essa formulação, portanto, está vinculada à abordagem da intervenção, tanto em termos gerais, às metas e aos métodos de tratamento, quanto especificamente, a cada exercício, prática ou tópico introduzido. Dessa maneira, de uma perspectiva comportamental baseada na aceitação (como nas intervenções de TCC), o tratamento é transparente, com o terapeuta partilhando com o cliente seu entendimento e sua intenção o tempo todo, e colaborativo, com o terapeuta incorporando a perspectiva do cliente à formulação e seleção das intervenções. Essa formulação e o plano de tratamento são individualizados, pois se incorporam informações dos métodos de avaliação descritos no capítulo anterior a um modelo comportamental geral baseado na aceitação, se compartilha essa formulação com o cliente ajustando-a com base em seu feedback, e se adaptam métodos gerais de intervenção de acordo com os elementos

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Medium 9788582710494

Capítulo 11 - O transporte transmembrana de íons e pequenas moléculas

Harvey Lodish; Arnold Berk; Chris A. Kaiser; Monty Krieger; Anthony Bretscher; Hidde Ploegh; Angelika Amon Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Visão externa de uma proteína aquaporina bacteriana, responsável pelo transporte de água e glicerol para dentro e para fora da célula, embebida na membrana fosfolipídica. Os quatro monômeros idênticos estão coloridos individualmente; cada monômero tem um canal no seu centro. (De M. Ø. Jensen et al., 2002, Proc. Nat’l Acad. Sci. USA

99:6731-6736.)

O transporte transmembrana de íons e pequenas moléculas

SUMÁRIO

11.1 Visão geral do transporte transmembrana

476

11.2 O transporte facilitado da glicose e da água

479

11.3 As bombas movidas por ATP e o ambiente iônico intracelular

486

E

m todas as células, a membrana plasmática forma uma barreira permeável que separa o citoplasma do ambiente externo, definindo os limites físicos e químicos da célula. Por meio da prevenção do movimento livre de moléculas e íons para dentro e para fora das células, a membrana plasmática mantém diferenças essenciais entre a composição do líquido extracelular e do citosol; por exemplo, a concentração de NaCl no sangue e nos líquidos extracelulares de animais geralmente está acima de 150 mM, semelhante à concentração da água do mar, onde se acredita que as células tenham evoluído,

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Medium 9788577806959

7: Logaritmos Naturais ou Neperianos

Murray R. Spiegel; Seymour Lipschutz; John Liu Grupo A PDF Criptografado

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Logaritmos Naturais ou Neperianos loge x ou ln x

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Medium 9788582710197

Capítulo 4 - Dor na criança

Newton Barros Grupo A PDF Criptografado

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DOR NA

CRIANÇA

Newton Barros

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CRIANÇA SENTE DOR

IGUAL AO ADULTO?

?

Até algumas décadas atrás, era senso comum entre médicos e demais profissionais da saúde que a criança, por ter um sistema nervoso imaturo, sentia menos dor do que o adulto. Os avanços das pesquisas mostraram não só que as crianças sentem dor igual a qualquer adulto, como também, no caso dos recém-nascidos, são mais

sensíveis a estímulos que provocam dor do que os adultos.

Uma das diferenças é que na criança, por razões óbvias, a dor sentida não se soma às experiências anteriores de ter tido o mesmo problema.

Os estudos têm demonstrado que ao nascer, a criança já tem o sistema nervoso bem formado e apto a perceber o estímulo doloroso, mesmo as prematuras.

Ainda hoje, persistem falsos mitos que dificultam o tratamento da dor na criança, apesar dos esforços que vêm sendo feitos há décadas para divulgar os novos ensinamentos e atualização sobre a avaliação e tratamento da dor:

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Medium 9788540701946

1. Melhoria contínua em direção à excelência

Jeffrey K. Liker; James K. Franz Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Melhoria contínua em direção

à excelência

O motivo por trás da ausência de foco no produto e nas pessoas em tantas empresas americanas é, cremos, (...) o excesso de confiança em análises feitas em torres de marfim das grandes corporações e em truques financeiros, ferramentas que parecem eliminar os riscos, mas que, infelizmente, também eliminam a ação.

—Thomas Peters e Robert H. Waterman Jr.,

Vencendo a Crise

A melhoria contínua como busca da excelência

É difícil imaginar um CEO respeitável dizendo: “Minha visão para a empresa é de mediocridade”. A excelência parece ser um objetivo universal. Mas nossa experiência de trabalho com muitas empresas é que as ações dos altos executivos tendem a produzir mediocridade, não excelência. Talvez seja uma questão de definição. Quando o CEO estabelece as metas de negócios, elas costumam ser expressadas em termos de rentabilidade e crescimento. Liderar o setor nessas áreas significa o mesmo que buscar excelência? Se a empresa cresce rapidamente com fusões e aquisições e se torna a maior do setor, com o preço de suas ações nas alturas, será que ela alcançou a excelência?

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Medium 9788582605110

O Túmulo de Teodorico, o Grande

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Europa

Burgúndios

Ostrogodos

Visigodos

Vândalos

Mar Mediterrâneo

8.57  Os territórios dos ostrogodos, burgúndios e visigodos

O TÚMULO DE TEODORICO,

O GRANDE

Os ostrogodos, uma tribo das estepes russas, haviam entrado na Europa e se estabelecido no

Norte da Itália. Eles fundaram um estado relativamente efêmero sob o reino de Teodorico, o

Grande (454–526 d.C.). Seu território abarcou, em sua máxima extensão, a Itália e os Bálcãs; e a capital era Ravena. Em 402 d.C., Ravena havia se tornado a capital do Império Romano do

Ocidente. A transferência foi feita por motivos de defesa: a cidade era circundada por pântanos e charcos. Mesmo com a mudança, não foi possível conter os germanos, que tomaram a cidade, o que levou o imperador bizantino Zênon a convidar Teodorico a conquistar a Itália. Contudo, uma vez no poder, Teodorico fundou seu próprio reino e trabalhou diligentemente para resgatar ao máximo a cultura e a estadística romanas.

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