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Medium 9788582713099

Capítulo 2. Visões clínicas de normalidade, saúde e disfunção familiar

Froma Walsh Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Visões clínicas de normalidade, saúde e disfunção familiar

A partir de uma perspectiva dos déficits até os pontos fortes

Froma Walsh

A

s construções de normalidade, saúde e disfunção familiar, que estão inseridas em nossos sistemas de crenças culturais e profissionais, se encontram subjacentes a toda a teoria e prática clínica. Esses pressupostos exercem uma influência poderosa e em boa parte não examinada em cada avaliação e intervenção familiar.

ATRAVÉS DE UMA VISÃO RESTRITA

O campo da saúde mental por muito tempo ignorou o estudo e a promoção da saúde.

Devido ao foco na doença mental, a normalidade familiar foi associada à ausência de sintomas, uma situação raramente, ou nunca, vista no contexto clínico. Os pressupostos sobre famílias sadias eram em grande parte especulativos e utópicos, extrapolados da experiência com casos clínicos perturbados. Foi dada pouca atenção aos desafios estressantes e aos pontos fortes das famílias comuns na comunidade ou no seu contexto social mais amplo.

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Medium 9788584290789

Capítulo 3. Atividades de Sólidos Geométricos com materiais didáticos manipulativos

Kátia Stocco Smole, Maria Ignez Diniz Grupo A PDF Criptografado

Atividades de Sólidos

Geométricos com materiais didáticos manipulativos

Em todo o texto apresentado até aqui, duas perspectivas metodológicas formam a base do projeto dos materiais manipulativos para aprender matemática: a utilização dos recursos de comunicação e a proposição de situações-problema.

Elas se aliam e se revelam, neste texto, na descrição das etapas de cada atividade ou jogo. São sugeridos os encaminhamentos da atividade na forma de questões a serem propostas aos alunos antes, durante e após a atividade propriamente dita, assim como a melhor forma de apresentação do material.

Para começar, é importante que os alunos tenham a oportunidade de manusear o material livremente para que algumas noções comecem a emergir da exploração inicial, para que depois, na condução da atividade, as relações percebidas possam ser sistematizadas.

De modo geral, cada sequência de atividades apresenta as seguintes partes:

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Medium 9788536327013

7. PERÍCIA DE IMPUTABILIDADE PENAL

Jose G. Taborda Grupo A PDF Criptografado

7

PERÍCIA DE

IMPUTABILIDADE PENAL

José G. V. Taborda

Miguel Chalub

PONTOS-CHAVE

• A avaliação da imputabilidade é sempre retroativa e visa a

avaliar o estado mental do réu ao tempo da prática do delito.

A lei brasileira adota o critério biopsicológico para a avaliação da imputabilidade de um agente. Por tal critério, o réu deveria apresentar um transtorno mental quando da prática do crime e, em razão desse transtorno mental (nexo de causalidade), ser inteiramente incapaz de entender o que fazia (elemento cognitivo) ou de determinar-se conforme esse entendimento (elemento volitivo).

A lei brasileira prevê a possibilidade de semi-imputabilidade, categoria na qual se enquadram aqueles que, em razão de transtorno mental, tinham reduzida capacidade de entendimento ou de determinação quando da prática do crime.

O diagnóstico de doença mental, mesmo grave, por si só não implica que o agente seja inimputável.

A emoção e a paixão, se não forem manifestações sintomáticas de algum transtorno mental, não têm qualquer relevância para a determinação da imputabilidade do réu.

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Medium 9788553603138

4. Tipo subjetivo: adequação típica

Grupo A PDF Criptografado

O presente artigo, segundo Luiz Regis Prado, foi tacitamente revogado pelo disposto no art. 61 da Lei n. 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais), que comina pena de reclusão, de um a quatro anos, e multa, para o agente que “disseminar doença ou praga ou espécies que possam causar dano à agricultura, à pecuária, à fauna, à flora ou aos ecossistemas”. Para caracterizar este delito, é preciso que a difusão afete número considerável de plantas ou animais1.

4. Tipo subjetivo: adequação típica

Elemento subjetivo é o dolo, representado pela vontade consciente de difundir doença ou praga, tendo consciência de causar perigo comum. Não há necessidade de qualquer elemento subjetivo especial do injusto.

Pune-se também a modalidade culposa.

5. Consumação e tentativa

Consuma-se o crime com a real difusão de doença ou praga, desde que seja poten­ cialmente lesiva, isto é, desde que seja idônea a causar dano a floresta, plantação ou animais. Não é necessária a comprovação real do perigo comum, sendo suficiente sua idoneidade perigosa.

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Medium 9788536327655

Capítulo 196 - Dor no ombro

Gustavo Gusso; José Mauro Ceratti Lopes Grupo A PDF Criptografado

� CAPÍTULO 196

DOR NO OMBRO

Daniel Knupp Augusto

Aspectos-chave

Dor no ombro é um problema frequente na atenção primária.

A síndrome do impacto e as lesões do manguito rotador são as condições mais comuns.

A chave para o diagnóstico preciso está na história clínica da pessoa e no exame físico bem conduzido.

Os exames de imagem estão indicados na falha do tratamento conservador, nas condições graves, em que há limitação importante da mobilidade, e nos casos em que o diagnóstico é incerto.

Caso clínico

“Doutor, essa dor tem me incomodado bastante (a pessoa apoia a mão esquerda sobre o ombro direito, enquanto faz uma leve abdução deste). Já a sinto há mais de um ano, mas está bem pior nos últimos meses, depois que fiz umas reformas lá em casa. Já não consigo mais carregar meu neto no colo e tenho medo de perder os movimentos do braço por causa disso. Será que posso ter uma bursite? Gostaria que o senhor pedisse uma ultrassonografia para ver o que eu tenho nesse ombro”.

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