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Medium 9788563308061

18. Aspectos genéticos dos distúrbios oculares

Paul Riordan-Eva Grupo A PDF Criptografado

Aspectos genéticos dos distúrbios oculares

18

James Augsburger, MD e Taylor Asbury, MD

A influência genética vem sendo descrita em um número cada vez maior de doenças, e um papel causal primário dos defeitos genéticos está sendo definido mais claramente em muitos casos. Assim, torna-se cada vez mais importante compreender os princípios da transmissão genética. Grande parte do trabalho básico em genética clínica tem sido feita na área da oftalmologia. O olho parece ser extraordinariamente propenso a doenças determinadas geneticamente e, em geral, pode-se chegar a um diagnóstico preciso da doença ocular com base em um exame clínico cuidadoso.

Os médicos podem estimar o risco de ocorrência de muitas doenças determinadas geneticamente (em geral as mais raras, porém graves), mas a incidência familiar de muitas outras doenças determinadas geneticamente ainda não pode ser prevista com exatidão.

Os genes exercem seus efeitos através do controle da produção de proteínas dentro da célula.

Cada uma das fitas da estrutura de dupla hélice do DNA

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Medium 9788582714560

Capítulo 89. O dinheiro nos faz egoístas – Mentes corrompidas, Parte 4

Daniel Martins de Barros Grupo A PDF Criptografado

89

O DINHEIRO NOS FAZ EGOÍSTAS

– MENTES CORROMPIDAS,

PARTE 4

Corrupção é praticamente sinônimo de desvio de dinheiro. A palavra até tem outros significados, mas o uso do dinheiro de forma imprópria para obtenção de alguma vantagem é tão forte que, quando ouvimos a palavra

“corrupto”, logo pensamos nele. E o dinheiro é de fato um dos mais fortes fatores de risco para a corrupção.

Vários estudos, em diversas culturas, apontam para o mesmo fenômeno: quando somos levados a pensar no conceito de dinheiro, tornamo-nos mais individualistas, autossuficientes, menos altruístas e mais indiferentes ao outro. Em experimentos conduzidos com voluntários, aqueles lembrados do vil metal demoravam o dobro de tempo para pedir ajuda na realização de tarefas difíceis, por exemplo, e gastavam quase metade do tempo ajudando alguém. Quando lhes era dada oportunidade de contribuir financeiramente para uma causa, doavam 42% a menos do que os demais. Num dos testes mais curiosos, o pesquisador derrubava uma caixa de lápis na frente dos sujeitos, e aqueles que estavam com dinheiro na cabeça recolheram

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Medium 9788540701182

Capítulo 4 - Liderança intercultural em empresas globais em rede

Paul R. Kleindorfer, Yoram Wind, Robert E. Gunther Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Liderança intercultural em empresas globais em rede

Russell E. Palmer

 Resumo

Organizações hierárquicas e verticalizadas estão sendo rapidamente substituídas por redes globais de empresas. Essas redes, graças à tecnologia de informação e aos sistemas globais de comunicações, são capazes de responder às mudanças na demanda internacional com maior rapidez e flexibilidade do que era possível às rígidas organizações corporativas do passado. Mas, ao reunir diversas culturas e indivíduos, elas apresentam novos desafios aos líderes. Estilos de liderança tradicionais já não bastam para esse ambiente emergente.

A execução eficiente nessas redes globais requer um modelo de liderança diferente da velha abordagem “faça e faça agora”, que talvez funcionasse nas organizações hierárquicas.

Este capítulo, baseando-se na experiência do autor à frente da empresa global de auditoria e contabilidade Touche Ross, em sua atuação como reitor da Wharton School e na direção de sua própria empresa de investimentos corporativos, discute o papel da liderança em um ambiente global em rede. Ademais, servindo-se de princípios descritos no Capítulo

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Medium 9788582711026

Capítulo 12 - Prevenção no ambiente comunitário

Alessandra Diehl, Neliana Buzi Figlie Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

PREVENÇÃO NO

AMBIENTE COMUNITÁRIO

ALESSANDRA DIEHL

NELIANA BUZI FIGLIE

D ENISE LEITE VIEIRA

J OEL W. GRUBE

A falta de regulamentação adequada das leis e dos regimentos de muitos países, incluindo o Brasil, com relação à venda, à compra e ao consumo de drogas lícitas, como o álcool e o tabaco, assim como aquelas leis formalmente dirigidas às drogas ilícitas (cocaína, crack, maconha, etc.) e amplamente desrespeitadas e questionadas obviamente afetam os ambientes em que o álcool pode ser vendido e utilizado e onde as drogas ilícitas são “camufladamente” consumidas e comercializadas.1 O impacto da falta de regulamentação é sentido quase exclusivamente pelos moradores da comunidade que enfrentam diversos problemas relacionados à ausência de regulamentação adequada na comunidade em que vivem.2

Entre esses problemas, pode-se citar principalmente a violência. Além dos determinantes socioculturais, grande parte da violência no Brasil tem sido associada ao abuso de álcool e drogas ilícitas e à ampla disponibilidade de armas de fogo. Os homicídios, os traumas e as mortes no trânsito no País são responsáveis por quase dois terços de todas as mortes por causas externas.3

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Medium 9788580555561

Capítulo 2 - Estrutura de Células Bacterianas

Warren Levinson Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

2

Estrutura de Células

Bacterianas

CONTEÚDO DO CAPÍTULO

Forma e tamanho da célula bacteriana

Estrutura da célula bacteriana

Estruturas externas à parede celular

Esporos bacterianos

Parede celular

Conceitos-chave

Membrana citoplasmática

Aplique seu conhecimento

Citoplasma

Questões para autoavaliação

FORMA E TAMANHO DA CÉLULA

BACTERIANA

As bactérias podem ser classificadas, de acordo com sua forma, em três grupos básicos: cocos, bacilos e espiroquetas

(Figura 2-1). Os cocos são esféricos, os bacilos exibem forma de bastonete, e os espiroquetas são espiralados. Algumas bactérias variam quanto à forma, sendo referidas como pleomórficas

(com muitas formas). A forma de uma bactéria é determinada por sua parede celular rígida. O aspecto microscópico de uma bactéria corresponde a um dos critérios mais importantes utilizados em sua identificação.

Além de suas formas características, o arranjo das bactérias

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