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Medium 9788582602171

Storytelling

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Quais são as ferramentas do design de serviços?

IMPLEMENTAÇÃO

COMUNICAÇÃO DE CONCEITOS DE SERVIÇOS DENTRO DE ORGANIZAÇÕES

STORYTELLING

O que é?

Storytelling, ou narrativa, é um método de compartilhamento de insights e novos conceitos de serviços. É possível construir narrativas envolventes para todos os aspectos do serviço de uma empresa, desde a vida dos usuários até as experiências dos funcionários e a experiência do serviço que a empresa oferece.

Como é feito?

O storytelling situa serviços novos ou reformulados dentro de um contexto narrativo, usando insights e ideias-chave para contar histórias envolventes a partir de uma variedade de perspectivas. É comum usar uma combinação de storytelling e personas para expressar insights profundamente relevantes sobre as experiências dos usuários. Técnicas narrativas também podem demonstrar com eficácia como as inovações nos novos serviços afetam todos os departamentos do provedor de serviços.

Por que é utilizado?

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Medium 9788536702353

Capitulo 55 - Genodermatoses

Evandro A. Rivitti Grupo A PDF Criptografado

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Genodermatoses

São dermatoses cuja etiologia envolve alterações genéticas em geral hereditárias e eventualmente fruto de mutações esporádicas, de novo, que atingem o indivíduo que, nessas condições, não terá familiares acometidos.

As genodermatoses são doenças resultantes de alterações de um único gene e compreendem a maioria das doenças hereditárias. Os clássicos padrões de herança são autossômicos dominantes, autossômicos recessivos, recessivos ligados ao cromossomo X e dominantes ligados ao cromossomo X e ligados ao cromossomo Y.

Algumas doenças comuns, como a psoríase e a dermatite atópica, têm sua origem em fatores ambientais que, por sua vez, interagem com múltiplos genes e são vistas, portanto, do ponto de vista genético, como multifatoriais.

Existem ainda doenças decorrentes de alterações cromossômicas que geralmente se caracterizam por múltiplas anormalidades com eventual participação na pele.

As genodermatoses são afecções cutâneas raras e serão analisadas apenas algumas observadas com maior frequência: neurofibromatose; adenoma sebáceo tipo

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Medium 9788582711026

Capítulo 19 - Resiliência

Alessandra Diehl, Neliana Buzi Figlie Grupo A PDF Criptografado

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DIEHL & FIGLIE (orgs.)

CAPÍTULO 19

RESILIÊNCIA

NEIDE A. ZANELATTO

RAQUEL ZANELATTO

Quando a circunstância é boa, devemos desfrutá-la; quando não é favorável, devemos transformá-la, e quando não pode ser transformada, devemos transformar a nós mesmos.

Viktor Frankl

A dependência química é vista como um fenômeno multifacetado, inserido em um contexto igualmente complexo, em função da quantidade de variáveis que nele interferem e que, da mesma forma, são influenciadas por sua presença. Fatores de risco e de proteção, presentes durante a vida de cada indivíduo, internos e externos a ele, atuam como facilitadores ou não da experimentação, do abuso e do desenvolvimento da dependência de substâncias.

Estudos recentes têm evidenciado que a resiliência, capacidade ou competência que permite que o indivíduo lide com eventos adversos de modo adequado, tende a proteger o adolescente e o jovem adulto da experimentação e do abuso de substâncias psicoativas.

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Medium 9788584291731

Capítulo 4 - O jogo em jogo: a contribuição dos games para o processo de aprendizagem de estudantes

Luciano Meira, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Carla Alexandre

A relação entre educação e tecnologia está presente em quase todos os estudos que se têm dedicado a analisar o contexto educacional atual. Assim, a pesquisa que originou este capítulo buscava uma discussão sobre a utilização de mídias digitais, como o game, não apenas como instrumento, mas como parte de uma cultura e de uma sociedade. O jogo analisado foi o Combus, da plataforma lúdica de aprendizagem Plinks (www.plinks.com.br), de acesso gratuito, que trabalha as disciplinas de português e matemática por meio de vários objetos de aprendizagem (ODA). Combus é um jogo do tipo puzzle, em que o usuário junta três elementos iguais para transformá-los em outro elemento. A pesquisa foi realizada em uma escola municipal do Recife, em uma turma de 6º ano do ensino fundamental 2 (EF2).

Sobre o caminho metodológico, foi traçado o percurso descrito a seguir.

1. Análise prévia (AP): fase de estudo do game em si, apoiada no aporte teórico para a identificação da dimensão epistemológica associada às características do jogo (LARA; PIMENTEL, 2006; HUIZINGA, 2000; PRENSKY, 2006, 2012); da dimensão cognitiva associada às características cognitivas do público ao qual se direciona o jogo (LÈVY, 1993, 2010; PRENSKY, 2006, 2012; STERN­BERG, 2000; VYGOTSKY, 1991, 2008; VYGOTSKY, LURIA; LEONTIEV, 2014); e da dimensão didática associada às características do funcionamento do próprio jogo (GEE, 2009). A AP permitiu inferir sobre um determinado conjunto de categorias, pertinentes aos objetivos específicos da pesquisa, que foi levado à fase seguinte.

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Medium 9788536306155

7. Dimensão e Estrutura

Howard Anton, Robert C. Busby Grupo A PDF Criptografado

7

CAPÍTULO

Dimensão e Estrutura

As noções de dimensão e estrutura no espaço n-dimensional tornam possível a visualização e interpretação de dados utilizando objetos geométricos familiares.

Praticamente todas as aplicações da Álgebra Linear utilizam essas idéias de alguma maneira.

Seção 7.1

Base e Dimensão

Na Seção 3.5, discutimos informalmente o conceito de dimensão. O objetivo desta seção é tornar essa idéia matematicamente mais precisa.

Se V = ger{v1, v2, . . . , vs} é um subespaço de Rn e se os vetores do conjunto S = {v1, v2, . . . , vs} são linearmente dependentes, então pelo menos um dos vetores de S pode ser omitido e os demais vetores continuam gerando V. Por exemplo, suponha que V = ger{v1, v2, v3}, onde S = {v1, v2, v3} é um conjunto linearmente dependente. A dependência linear de S implica que pelo menos um vetor daquele conjunto é uma combinação linear dos outros dois, digamos

(1) v3 = k1 v1 + k2 v2

BASES DE

SUBESPAÇOS

Assim, cada vetor w em V pode ser expresso como uma combinação linear só de v1 e v2, pois escrevendo w como uma combinação linear de v1, v2 e v3, digamos w = c1 v1 + c2 v2 + c3 v3

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