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Capítulo 37 - Grupoterapia psicanalítica

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

37

Grupoterapia Psicanalítica

A psicologia individual e a social não diferem em sua essência [...] O êxito que a terapia passa a ter no indivíduo haverá de obtê-lo na coletividade.

No futuro, os estudiosos da sociologia e psicologia se perguntarão, perplexos: como é que há mais tempo nós não nos interssamos por grupos se vivemos e convivemos, há maior parte do tempo de nossa vida, em uma permanente, intensa, extraordinária e complexa relaçao do indivíduo com os seu mundo?

S. Freud

O objetivo precípuo do presente capítulo

– aqui – ficará restrito unicamente à prática com grupoterapia de base psicanalítica dirigida ao insight consiste justamente em partilhar com os interessados as mudanças que vêm se operando no meu trabalho clínico, ao longo de mais de 40 anos, especialmente aquelas que dizem respeito aos aspectos referentes à técnica. Para tanto, adotarei um esquema de exposição algo didático, especificando separadamente cada um dos fenômenos que estão sempre presentes no campo analítico grupal. Ademais, sempre que possível, procurarei traçar, ainda que de forma breve, possíveis semelhanças e diferenças, eventuais vantagens e desvantagens, entre a psicanálise individual e a grupal.

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Medium 9788536320663

Capítulo 9 Visualização de Células

Bruce Alberts Grupo A PDF Criptografado

Visualização de Células

Como as células são pequenas e complexas, é difícil ver sua estrutura, descobrir sua composição molecular e, ainda mais difícil, descobrir como seus vários componentes funcionam.

As ferramentas a nossa disposição determinam o que podemos aprender sobre as células, e a introdução de novas técnicas frequentemente tem resultado em maiores avanços na biologia celular. Para compreender a biologia celular contemporânea, é necessário conhecer parte de seus métodos.

Neste capítulo, serão revistos brevemente alguns dos principais métodos em microscopia utilizados para estudar as células. O entendimento da organização estrutural das células

é um pré-requisito essencial para o entendimento de como as células funcionam. A microscopia óptica será nosso ponto de partida, pois a biologia celular iniciou com o microscópio

óptico e ele continua sendo uma ferramenta essencial. Nos anos recentes, a microscopia

óptica tornou-se cada vez mais importante, em grande parte devido ao desenvolvimento de métodos para a marcação específica e a obtenção de imagens dos constituintes celulares individuais, assim como a reconstrução da sua arquitetura tridimensional. Uma importante vantagem da microscopia óptica é que a luz é relativamente não-destrutiva. Pela marcação dos componentes celulares específicos com sondas fluorescentes, como proteínas intrinsecamente fluorescentes, podemos observar o movimento, a dinâmica e as interações nas células vivas. Se utilizarmos um feixe de elétrons, a microscopia eletrônica pode obter imagens de complexos moleculares dentro das células a uma resolução quase atômica e em três dimensões.

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Medium 9788565848466

Capítulo 6. Miscelânea

Johan Hellstein Grupo A PDF Criptografado

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Miscelânea

Este capítulo final contém um mix de elementos e conceitos relacionados à estratégia.

Casas fracas

O tópico “casas fracas” está presente em várias partes deste livro, especialmente na seção sobre melhorar o cavalo. Aqui, vamos continuar a investigação, começando por dois exemplos nos quais as casas fracas são exploradas por outras peças.

Exemplo 189

V.Kramnik – V.Zvjaginsev

Tilburgo, 1998

As Brancas estão um pouco na frente graças às suas peças mais ativas. Um olhar mais atento também revela que a ala da dama das Pretas está algo exposta nas casas pretas, o que Kramnik explora imediatamente.

25 ♘d1!

O cavalo é reposicionado para e3, e, ainda mais importante, a dama ganha acesso à casa protegida b4.

25…g6?!

Zvjaginsev evita uma futura transferência do cavalo para f5, porém mais eficaz seria 25…♕d6!, prevenindo 26 ♕b4.

As Brancas poderiam reagir com 26 ♖xe8

♖xe8 27 ♖xe8+ ♗xe8 28 ♘e3 ♗d7 29

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Medium 9788565852623

Capítulo 17 - Cerebelo

Claudia Krebs, Joanne Weinberg, Elizabeth Akesson Grupo A PDF Criptografado

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Cerebelo

I. VISÃO GERAL

O cerebelo pode ser considerado o coordenador e preditor do movimento. Ele medeia a manipulação hábil dos músculos e recebe informações da periferia sobre a posição das partes do corpo (informação proprioceptiva), o tônus muscular, a posição da cabeça no espaço (informação vestibular) e o ambiente.

O cerebelo compara e integra essa informação aos planos de movimento recebidos do córtex. O cerebelo pode prever a consequência dos movimentos por meio de mecanismos antecipatórios e modular continuamente os padrões de movimento. Essa previsão não se aplica apenas ao próprio indivíduo, mas também aos outros. É por isso que não há colisões entre as pessoas em uma rua movimentada

(Fig. 17.1). O cerebelo calcula as trajetórias e os prováveis resultados comportamentais e, então, modula em tempo real o movimento de forma adequada.

Curiosamente, o cerebelo também é importante na cognição, sobretudo na linguagem, e ajuda a coordenar e prever conceitos mentais.

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Medium 9788582602454

Capítulo 15 - Tópicos do Cálculo Vetorial

Howard Anton, Irl C. Bivens, Stephen L. Davis Grupo A PDF Criptografado

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TÓPICOS DO CÁLCULO

VETORIAL

NASA Goddard Space Flight Center (NASA/GSFC)

Os resultados deste capítulo fornecem ferramentas para analisar e entender o comportamento de furacões e outros fluxos fluidos.

15.1

O tema principal deste capítulo é o conceito de “fluxo”. O ramo da Matemática que estudaremos aqui preocupa-se com a análise de vários tipos de fluxos: por exemplo, o fluxo de um fluido ou o fluxo da eletricidade. Na verdade, os primeiros textos de Cálculo de Isaac Newton estão repletos de termos como “fluxão” e “fluente”, que têm como raiz o termo latim fluere (fluir). Começaremos o capítulo introduzindo o conceito de campo vetorial, que é a descrição matemática de um fluxo. Em seções subsequentes, introduziremos dois novos tipos de integrais, que são usadas em uma ampla variedade de aplicações para analisar as propriedades de campos vetoriais e de fluxos. Finalmente, concluiremos com três teoremas básicos: o Teorema de Green, o Teorema da Divergência e o

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