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Medium 9788522478026

15 Casos Práticos de Perícia Contábil

ALBERTO, Valder Luiz Palombo Grupo Gen PDF Criptografado

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Casos Práticos de Perícia Contábil

Conforme antecipamos na introdução deste trabalho, toda a fundamentação teórica e doutrinária aqui desenvolvida – altamente necessária, diga-se, em face da própria existência da cadeira de perícia contábil no currículo mínimo obrigatório dos cursos de Ciências Contábeis – serviria apenas como instrumental puramente intelectual àqueles, docentes e discentes, envolvidos ou que se debruçam sobre tal atividade, e, provavelmente, após o bacharelado, não se interessariam em, efetivamente, utilizar tais conhecimentos realizando perícias contábeis.

Optamos, então, por introduzir este capítulo puramente prático, exemplificativo, com modelos de texto e anexos, para que os interessados tenham, ao menos, uma base de onde partir para o exercício profissional, sem sair às escuras, tendo que tudo redescobrir ou criar. É claro que tais modelos não devem ser tomados como definitivos ou capazes de ser aplicados a todas as situações, devendo ser encarados como sugestões para que outros venham a criar ou aperfeiçoar o existente.

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Medium 9788597008340

5. Custeio abc

VEIGA, Windsor Espenser; SANTOS, Fernando de Almeida Grupo Gen PDF Criptografado

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C U STE IO ABC

É a alocação de custos indiretos aos produtos, tendo como base a metodologia do conceito e o foco na atividade, utilizando direcionadores de custos.

De acordo com Martins:

ABC consiste em uma ferramenta que permite melhor visualização dos custos por meio da análise das atividades executadas na empresa e as suas relações com os produtos. Para se utilizar o ABC, é necessário definir as atividades relevantes dos departamentos, bem como os direcionadores de custos de recursos, que irão alocar os diversos custos incorridos às atividades.1

Neste capítulo apresenta-se a forma de custeio ABC (activity based costing), que consiste no custeio baseado em atividades. É um importante método de identificação de custos, pois auxilia muito a tomada de decisão. O custeio ABC passou a ser muito utilizado na década de

1980, mas afirma-se que já era utilizado na década de 1960 nos Estados Unidos.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

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Medium 9788527726412

CAPÍTULO 4 – Qualidade de Vida e Deglutição – Como Avaliar na Prática Clínica

MARCHESAN, Irene Queiroz; JUSTINO, Hilton; TOMÉ, Marileda Cattelan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

Qualidade de Vida e Deglutição –

Como Avaliar na Prática Clínica

J u lia n a P o r t a s

R e n a t a L . V. G u e d e s

Introdução

A dificuldade de deglutição tem um forte impacto na qualidade de vida e na saúde do indivíduo. Os pacientes não têm apenas de enfrentar a doença, mas também precisam conviver com as sequelas físicas, psicológicas e sociais de seu tratamento. No planejamento do tratamento do paciente disfágico, há uma necessidade de medidas específicas que reflitam a sensação de bem

-estar do indivíduo, e não apenas a cura da doença e a taxa de sobrevida (Tschudi et al., 2003; Bandeira,

2004; Zuydam et al., 2005).

Qualidade de vida

Conceito

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)

(1998), qualidade de vida é “a percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive, e com relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”.

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Medium 9788527733502

20 - Infecções Virais | HIV e HTLV

VAZ, Adelaide José et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 20

Infecções Virais | HIV e HTLV

Kioko Takei e Joilson O. Martins

Introdução

A síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) corresponde ao estágio final da infecção por vírus da imunodeficiência adquirida (HIV), quando as manifestações clínicas de uma grave imunodeficiência são observadas, decorrentes da incapacidade do paciente em controlar infecções oportunistas e processos neoplásicos.

A AIDS foi reconhecida em 1981 e o seu agente etiológico,

HIV-1, foi identificado em 1983. É altamente patogênico e responsável pela pandemia que vem assolando o mundo desde a sua descoberta. Segundo estimativa feita em 2012, cerca de

35,3 milhões de indivíduos no mundo são infectados, e é no sul da África onde se encontra a maior prevalência.

Em 1986, foi isolado o HIV-2, menos patogênico e de distribuição geográfica restrita principalmente ao oeste da

África e a outras regiões do mundo em menor frequência.

Tanto HIV-1 como HIV-2 pertencem ao gênero Lentivirus, família Retroviridae.

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Medium 9788527723879

29 - Síntese e Processamento do RNA

BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert Grupo Gen PDF Criptografado

Síntese e Processamento do RNA

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Íntron excisado

Precursor do mRNA

mRNA

A síntese de RNA constitui uma etapa essencial na expressão da informação genética. Para as células eucarió­ticas, o RNA transcrito inicial (o precursor do mRNA) frequentemente sofre splicing, removendo íntrons que não codificam se­quências de proteí­nas. Em geral, o mesmo pré-mRNA sofre splicing diferente em tipos distintos de células ou em diferentes estágios do desenvolvimento. Na imagem à esquerda, proteí­nas associadas ao splicing do RNA (coradas com um anticorpo fluorescente) destacam as re­giões do genoma do tritão que estão sendo ativamente transcritas.

[Imagem à esquerda, cortesia do Dr. Mark B. Roth e do Dr.

Joseph G. Gall.]

O

DNA armazena a informação genética de modo estável, passível de ser prontamente replicado. A expressão dessa informação genética exige que o seu fluxo ocorra do DNA para o RNA e, habitualmente, para a proteí­na, como foi documentado no Capítulo 4. Este capítulo irá exami­ nar a síntese ou transcrição do RNA, que consiste no processo de síntese de um transcrito de RNA com transferência da informação das se­quências a partir de um molde de DNA. Começaremos com uma discussão das RNA polimerases, as grandes e complexas enzimas que rea­li­zam o processo de síntese. Em seguida, trataremos da transcrição nas bactérias e abordaremos os três estágios da transcrição: ligação ao promotor e iniciação; alongamen­ to do transcrito de RNA nascente; e término. Em seguida, examinaremos a transcrição nos eucariotos, enfatizando as distinções entre a transcrição nas bactérias e nos eucariotos.

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