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Medium 9788521624011

Tópico I 3 - Fenômenos de Transporte

LINDEBURG, Michael R. Grupo Gen PDF Criptografado

Pré-Requisitos e

Suporte

3

  Fenômenos de Transporte

 1. Introdução

  2. Grupos Adimensionais

  3. Processos Unitários

  4. Transferência de Momento

  5. Transferência de Energia

  6. Transferência de Massa

  7. Analogias dos Fenômenos de Transporte

Nomenclatura m/s2 a aceleração ft/s2

2

A

área ft m2 cm concentração mol/ft3 mol/m3 cp calor específico

Btu/lbm-°R kJ/kg⋅K

D diâmetro ft m ft2/s m2/s

Dm coeficiente de difusão f fator de atrito de Moody

F força lbf N

G velocidade de massa lbm/ft2-s kg/m2⋅s h coeficiente de película

Btu/h-ft2-°R W/m2⋅K h perda de calor ft m número-j de calor

– jH

– jM número-j de massa k condutividade térmica

Btu/h-ft2-°R W/m2⋅K

L comprimento ft m m massa lbm kg

Pa p pressão lbf/ft2

Pr número de Prandtl

Q˙ transferência de calor

Btu/h

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Medium 9788530956882

Capítulo XXIII – A DEFESA DA MEAÇÃO

RIZZARDO, Arnaldo Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XXIII

A Defesa da Meação

1. A proteção legal da meação

Anote-se que o capítulo em epígrafe não vem destacado no vigente Código Civil.

Há vários dispositivos que consagram a defesa da meação, seja da mulher, seja do marido.

Em primeiro lugar, veda o art. 1.647 do Código Civil (art. 235 do Código anterior) ao cônjuge, sem a autorização do outro, prestar fiança ou aval.

Em segundo lugar, o art. 1.659 (art. 270 do Código anterior), relativamente ao regime de comunhão parcial, enumera uma série de bens que se excluem da comunhão:

“I – os bens que cada cônjuge possuir ao casar, e os que lhe sobrevierem, na constância do casamento, por doação ou sucessão, e os sub-rogados em seu lugar;

II – os bens adquiridos com valores exclusivamente pertencentes a um dos cônjuges em sub-rogação dos bens particulares;

III – as obrigações anteriores ao casamento;

IV – as obrigações provenientes de atos ilícitos, salvo reversão em proveito do casal;

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Medium 9788570066107

Capítulo 15 - Abordagem do Paciente Geriátrico em Terapia Intensiva

ULTRA, Rogério Brito Grupo Gen PDF Criptografado

Abordagem do Paciente

Geriátrico em Terapia Intensiva

15

ADRIANO ROBERTO TARIFA VICENTE

ROGÉRIO BRITO ULTRA

Em nenhum momento da história se discutiu tanto a respeito do idoso, em razão do crescimento populacional, e somente nos últimos anos houve uma maior mobilização para organizar o cuidado ao idoso, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia tem menos de 25 anos; o estatuto do idoso nasceu em 2003; os conselhos do idoso também se formaram há pouco tempo, ou seja, as organizações e leis para o idoso são novas e a maior parte dos leitos de UTI são destinados a idosos. O Brasil passará de 7,5% de população idosa em 1991, para 15% em 2025, entre estes, os com mais de 80 anos serão a população mais numerosa (Graficos 1 e 2).

Estas mudanças demográficas têm repercussão direta nas unidades de terapia intensiva, pois apesar de os idosos representarem aproximadamente 7,5% da população, eles consomem mais de 25% dos recursos de trauma e de terapia intensiva. Enquanto admissões por todas as faixas etárias têm diminuído, nos idosos acima de 65 anos houve um aumento de 23% nas últimas três décadas. Em 1970, cerca de 20% das admissões e 33% dos dias hospitalares eram usados por idosos; em 2000, estes números chegaram a 40% das admissões e 50% dos dias hospitalares.

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Medium 9788521618805

7. Métodos Baseados em Otimização

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; FACELI, Katti; LORENA, Ana Carolina; GAMA, João Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 107 — #107

Cap´ıtulo 7

M´ etodos Baseados em Otimiza¸ c˜ ao

Algumas t´ecnicas de AM realizam a busca pela hip´otese que descreve os dados recorrendo `a otimiza¸c˜ao de alguma fun¸c˜ao. Nesse processo, um problema de aprendizado

´e formulado como um problema de otimiza¸c˜ao em que o objetivo consiste em minimizar

(ou maximizar) uma fun¸c˜ao objetivo. No caso de problemas supervisionados, o r´otulo dos objetos ´e normalmente considerado de alguma forma na formula¸c˜ao realizada.

Neste cap´ıtulo s˜ao descritas duas t´ecnicas populares em AM que recorrem `a otimiza¸c˜ao de uma fun¸c˜ao em seu treinamento: as redes neurais artificiais (RNAs) (Braga et al.,

2007; Haykin, 1999) e as m´aquinas de vetores de suporte (SVMs, do inglˆes support vector machines) (Cristianini e Shawe-Taylor, 2000). As RNAs tˆem inspira¸c˜ao nas redes neurais biol´ogicas presentes no c´erebro, enquanto as SVMs tˆem suas origens na aplica¸c˜ao de conceitos da Teoria de Aprendizado Estat´ıstico (Vapnik, 1995). O algoritmo de treinamento mais comum das RNAs envolve uma regra de corre¸c˜ao de erros, na qual se recorre

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Medium 9788527726955

11 - Solventes e Inalantes

FIGLIE, Neliana Buzi; BORDIN, Selma; LARANJEIRA, Ronaldo Grupo Gen PDF Criptografado

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Solventes e Inalantes

Selma Bordin, Neliana Buzi Figlie e Ronaldo Laranjeira

Introdução

Os solventes também são chamados de inalantes ou substâncias voláteis. Representam um grupo de substâncias psicoativas quimicamente bastante diversificado e envolvem uma grande variedade de produtos: gasolina, cola, solventes, tintas, vernizes, esmaltes, aerossóis, removedores, fluido de isqueiro, gás de botijão, benzina, inseticidas, extintores de incêndio, laquês, acetonas, lança-perfume, cheirinho da loló etc.1-3 Frequentemente, são divididos em quatro classes: voláteis ou solventes orgânicos, aerossóis, anestésicos e nitratos voláteis.4 Podem ser inalados involuntariamente por trabalhadores da indústria ou utilizados como drogas de abuso.3

O fenômeno da inalação de produtos químicos desenvolveu-se nos países industrializados a partir de 1940, período do início da produção industrial e uso generalizado dessas substâncias. Nos

últimos 50 anos, uma grande variedade de produtos começou a ser inalada visando à obtenção de efeitos psicoativos. O abuso de colas, que deu o nome a seus usuários de “cheiradores de cola”, foi relatado pela primeira vez em 1959, na Califórnia.1

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