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PARTE 7: 84 - Drenagem de Cisto ou Pseudocisto do Pâncreas

E. Christopher Ellison, Robert M. Zollinger Jr Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

84

Drenagem de Cisto ou

Pseudocisto do Pâncreas

INDICAÇÕES Os pseudocistos do pâncreas não são sequelas raras da pancreatite aguda, pancreatite crônica e traumatismo abdominal contuso com consequente pancreatite traumática. Deve‑se suspeitar da existência de pseudocistos pancreáticos quando o nível sérico de amilase permanece elevado após uma resposta aparentemente satisfatória ao tratamento do episódio agudo. Entretanto, o nível sérico de amilase pode estar normal, e a determinação quantitativa da amilase urinária pode estabelecer o diag‑ nóstico. Os níveis sanguíneos de cálcio devem ser acompanhados durante os episódios graves. Em geral, pode‑se detectar uma massa palpável no abdome superior, mais frequentemente na porção média do epigástrio ou quadrante superior esquerdo. Esses cistos não têm um revestimento epitelial como os cistos pancreáticos verdadeiros. São mais comumente encontrados no corpo e na cauda do pâncreas, mas também podem ocor‑ rer no colo e na cabeça do pâncreas. A ultrassonografia, a tomografia computadorizada e o cateterismo retrógrado do ducto pancreático com injeção de corante e opacificação radiológica (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica ou CPRE) podem demonstrar a existência de um pseudocisto. As radiografias de tórax e abdome podem revelar uma elevação do hemidiafragma esquerdo, com ou sem atelectasia basilar ou derrame pleural. O tratamento dos cistos que não regridem de modo espontâneo consiste mais comumente em drenagem interna através do estômago, duodeno ou jejuno. A drenagem com tubo externa, com fístula subsequente, raramente está indicada. Como alternativa, alguns radiolo‑ gistas podem drenar pseudocistos maduros fixados à parede posterior do estômago por meio de tomografia computadorizada axial. Uma agulha transgástrica e, em seguida, um cateter são introduzidos através de uma gastrostomia habitualmente realizada pela técnica de gastrostomia endos‑ cópica percutânea (ver Capítulo 18).

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Medium 9788530990084

Capítulo II – Direito Subjetivo

Caio Mário da Silva PEREIRA Grupo Gen ePub Criptografado

5. Conceito de direito subjetivo. Outras situações jurídicas subjetivas. 6. Análise do direito subjetivo. A relação jurídica. 7. Categorias de direito subjetivo.

Clóvis Beviláqua, Teoria Geral de Direito Civil, nº 46; Henri Capitant, Introduction à l’Étude du Droit Civil, p. 74; Jean Dabin, Le Droit Subjectif, passim; Brethe de la Gressaye e Marcel Laborde-Lacoste, Introduction Générale à l’Étude du Droit Civil, nos 362 e ss.; Paul Roubier, Théorie Générale du Droit, p. 227 e ss.; Léon Michoud e Marcel Trotabas, La Théorie de la Personnalité Morale, cap. IV; Andreas von Tuhr, Derecho Civil, §§ 1º e ss.; Bernhard Windscheid, Pandette, I, §§ 38 e ss.; Rudolph von Ihering, L’Esprit du Droit Romain, IV, § 70; Léon Duguit, Leçons de Droit Publique Général, p. 38; René Demogue, Les Notions Fondamentales de Droit Privé, p. 320 e ss.; François Gény, Science et Technique, IV, p. 175; Francesco Ferrara, Trattato, I, § 68; Ruggiero e Maroi, Istituzioni, §§ 21 e 22; Mazeaud et Mazeaud, Leçons, nos 155 e ss.; Hans Kelsen, Théorie Pure du Droit, p. 94 e ss.; Alberto Trabucchi, Istituzioni di Diritto Civile, §§ 21 e ss.; Cunha Gonçalves, Tratado, I, nº 47; Serpa Lopes, Curso, nos 103 e ss.; Pontes de Miranda, Tratado de Direito Privado, II, § 49; Orlando Gomes, Introdução, cap. 10; San Tiago Dantas, Programa de Direito Civil, vol. I, p. 145 e ss.; Maria Celina Bodin de Moraes, “Constituição e Direito Civil: Tendências”, in RT, vol. 779, p. 47 e ss.

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Medium 9788597024272

28 Vocação Hereditária. Sucessão Legítima e Testamentária. Ordem de Vocação Hereditária

Sílvio de Salvo VENOSA Grupo Gen ePub Criptografado

Se a pessoa falecer sem testamento (ab intestato), a lei determinará a ordem pela qual serão chamados os herdeiros: a ordem de vocação hereditária. Tal ordem, no Código de 2002, vem estabelecida no art. 1.829:

“A sucessão legítima defere-se na ordem seguinte:

I – aos descendentes, em concorrência com o cônjuge sobrevivente, salvo se casado este com o falecido no regime da comunhão universal, ou no da separação obrigatória de bens (art. 1.640, parágrafo único); ou se, no regime da comunhão parcial, o autor da herança não houver deixado bens particulares;

II – aos ascendentes, em concorrência com o cônjuge;

III – ao cônjuge sobrevivente;

IV – aos colaterais.”

A posição do cônjuge na ordem de vocação hereditária do mais recente diploma é nova, com relação ao art. 1.603 do Código anterior: “serão chamados, pela ordem, os descendentes, os ascendentes, o cônjuge sobrevivente, os colaterais até o quarto grau e, por fim, o Estado”.

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Medium 9788597025101

Capítulo 86 – Recurso Extraordinário

Gediel Claudino ARAUJO Jr. Grupo Gen ePub Criptografado

O art. 102, inciso III, da Constituição Federal declara que cabe ao Supremo Tribunal Federal, ou simplesmente STF, julgar, mediante recurso extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida: I – contrariar dispositivo da Constituição Federal; II – declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal; III – julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face da Constituição Federal; IV – julgar válida lei local contestada em face de lei federal.

Qualquer que seja o seu fundamento, o recurso extraordinário tem como pressuposto fundamental a existência da questão constitucional (quaestio juris); isto é, divergência quanto à correta interpretação ou aplicação da Constituição Federal. Em outros termos, o que dá efetivo arrimo ao recurso extraordinário não é a menção na decisão a ser impugnada de algum dispositivo constitucional (simples citação), mas a emissão de um juízo de valor sobre o fato jurígeno veiculado. Por fim, lembro que não cabe, por meio do recurso extraordinário, a impugnação de questões de fato; nesse sentido, a Súmula 279 do STF: “Para simples reexame de prova não cabe recurso extraordinário”.

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Medium 9788521628491

Lesson 9 - Fazendo perguntas sobre a profissao de alguém | Asking about a person´s occupation

MARTINEZ, Ron Grupo Gen PDF Criptografado

LESSON

'

Fazendo perguntas sobre a profissão de alguém

Asking about a person�s occupation

A palavra occupation em inglês, na verdade, significa a função habitual que a pessoa desempenha, seja profissional, seja acadêmica. Por isso, nesta lição se aprende a fazer perguntas tanto a pessoas já no mercado de trabalho quanto a pessoas ainda terminando a faculdade.

LISTEN AND REPEAT

(Faixa 18 no CD 1)

Escute e repita as seguintes frases em inglês.

O que você faz? / Você trabalha no quê?

Você trabalha/estuda?

E isso envolve o que (exatamente)?

Está estudando o que?

Em que área da [engenharia] (exatamente)?

Está em que ano?

Falta quanto para você se formar?

Está gostando dos seus professores?

É difícil?

Você está em que área de trabalho?

"

Que tipo de [médico]?

Onde você trabalha?

Onde (isso) fica?

É uma companhia grande/pequena?

Como você começou a trabalhar lá?

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