33555 capítulos
Medium 9788530954369

Introdução

MAFFESOLI, Michel Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução

Magnus ab integro saeclorum nascitur ordo.1

Virgílio

Ninguém, entre os espíritos agudos deste tempo, ignora totalmente a importância dos afetos; mas alguns a desprezam; convém, pois, corrigir esse desconhecimento. Mas, é preciso lembrar, é somente sabendo manter a distância que se pode ficar perto do que é; da vida no que ela tem de concreto e de experimental. Ser capaz de dar conta do “real”: o poiei dos gregos que exprime a “poesia” da existência. Um

“real” que não tem muito a ver com esse famoso “princípio de realidade” (econômico, social, político) de que nos cansam de repetir, e que é somente a realização desse modus operandi próprio à modernidade: reduzir a totalidade do ser

às suas mais simples expressões. Em uma fórmula sintética, Auguste Comte deu a chave disso: reductio ad unum.

Ora, pouco a pouco se dissipam as quimeras estranhas

à experiência, essa vida empírica que, ao longo dos séculos, se erigiu a partir do bom senso e da correta razão reunidos.

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Medium 9788521618867

Capítulo 13 - Simetrias e Leis de Conservação

MAHON, José Roberto Pinheiro Grupo Gen PDF Criptografado

“z” — 2011/7/14 — 16:52 — page 343 — #343

Capítulo

13

Simetrias e Leis de Conservação

As leis de conservação de energia, momentum linear e momentum angular são válidas tanto na mecânica clássica 1 como na mecânica quântica e resultam da invariância da teoria em relação às operações de translações no tempo e no espaço e em relação às rotações. Essas leis estão portanto ligadas a princípios de invariância ou de simetria.

13.1 Simetrias na Física Clássica e Quântica

Em 1918, Emmy Noether 2 demonstrou que as leis de conservação da física estão relacionadas com simetrias do operador hamiltoniano.

Simetrias na Mecânica Clássica Faremos uma pequena revisão dos conceitos de simetria e leis de conservação na física clássica. Vamos partir da lagrangiana L, que é função da coordenada generalizada qi e de sua correspondente velocidade generalizada q˙i . Se L é invariante para um deslocamento qi → qi + δqi

(13.1)

∂L

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Medium 9788527726955

1 - Sistemas Diagnósticos em Dependência Química | Conceitos Básicos e Classificação Geral

FIGLIE, Neliana Buzi; BORDIN, Selma; LARANJEIRA, Ronaldo Grupo Gen PDF Criptografado

1

Sistemas Diagnósticos em Dependência

Química | Conceitos

Básicos e Classificação

Geral

Neliana Buzi Figlie, Neide A. Zanelatto, Selma Bordin, Camila

Garcia de Grandi e Ronaldo Laranjeira

Introdução

A resposta à pergunta O que é dependência química? ainda não está clara, apesar dos inúmeros estudos já realizados. Existe uma grande variedade de modelos que oferecem uma fundamentação teórica para explicar a complexidade da natureza da dependência química. Inicialmente, o modelo moral, hoje em franco desuso, foi utilizado para descrever o fenômeno da dependência como se fosse uma escolha pessoal,1 como se fosse um desrespeito às normas e regras de convivência social e, portanto, passível de punição. Apesar de todos os avanços científicos realizados, ainda encontramos muitas pessoas, inclusive profissionais de saúde, respondendo ao usuário de álcool ou drogas com ideias e atitudes preconceituosas. Expressões como “outra vez bêbado?”, “é um fraco”, “não tem vergonha na cara” são, infelizmente, muito comuns.

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Medium 9788527728096

Seção 15 | Ginecologia e Saúde da Mulher

LOPES, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

Seção 15 | Ginecologia e

Saú­de da Mulher

Coordenadores

Angela Maggio da Fonseca

Vicente Renato Bagnoli

Capítulo 247 | Noções Básicas de Embriologia, Anatomia e Fisiologia do Sistema Genital Feminino, 2196

Capítulo 248 | Assistência Integral à Saú­de da Mulher, 2198

Capítulo 249 | Aspectos Relevantes do Ciclo Menstrual na Fase Reprodutora, 2202

Capítulo 250 | Assistência Ginecológica e Integral na Infância e na Adolescência, 2205

Capítulo 251 | Síndrome Pré‑menstrual, 2221

Capítulo 252 | Traumas Genitais, 2226

Capítulo 253 | Assistência à Mulher na Idade Reprodutora, 2229

Capítulo 254 | Assistência à Mulher no Climatério e na Senilidade, 2234

Capítulo 255 | Assistência à Mulher Portadora de Neoplasias Malignas das Mamas, 2239

Capítulo 256 | Ecografia Bi/Tridimensional Integrada na Identificação de Doenças Pélvicas, 2242

Lopes 247.indd 2195

14/08/2015 12:03:41

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Seção 15  |  Ginecologia e Saúde da Mulher

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Medium 9788530983154

11 - Uso DE Softwares para o Compliance

VENTURINI, Otavio Venturini et al. (Coord.) Grupo Gen PDF Criptografado

11

USO DE SOFTWARES PARA O COMPLIANCE

Nelson Ricardo Fernandes

Christian de Lamboy

Adilson de Souza Rodrigues

Fábio Prado Moreno

Sumário: 1. Tone from the top;  2. Gestão de riscos;  3. Comunicação e treinamento;  4. Sistemas de denúncia;  5. Gestão de normas;  6. Resumo;  Referências bibliográficas

A principal ideia que norteia este trabalho é identificar como os pilares de um programa de compliance podem ser identificados em um software de compliance, e como esse software poderia auxiliar na gestão do próprio programa. Não será feito um comparativo entre diversos softwares de compliance existentes no mercado, que estão em constante mudança. Qualquer trabalho feito seguindo uma abordagem comparativa dos diversos softwares existentes seria perecível, tendo em vista a velocidade com que as empresas atualizam as suas versões e o número crescente de novas opções disponíveis a cada dia. Além disso, não existe um catálogo de softwares confiável que pudesse assegurar que serão cobertos todos os softwares existentes no mundo ou mesmo no mercado brasileiro.

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