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5. ANEXOS A a D

Ana Carolina Carpes Madaleno, Rolf Madaleno Grupo Gen ePub Criptografado
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13 As Filosofias do Direito Juspositivistas

Alysson Leandro Mascaro Grupo Gen ePub Criptografado

As perspectivas filosóficas mais comuns ao pensamento jurídico contemporâneo, as juspositivistas, são expressão imediata do domínio do Estado pela burguesia, a partir do século XIX. Até o século XVIII, a classe burguesa, em ascendência, era contrária ao direito positivo, pois encontrava no Estado absolutista um obstáculo aos seus interesses. Na França, por exemplo, o direito positivo do Antigo Regime mantinha a condição privilegiada da nobreza, impedindo a liberdade comercial burguesa.

Antes de tomar o positivismo estatal como sua filosofia basilar, a burguesia apoiava-se na doutrina do direito natural racional. O jusracionalismo, como expressão imediata, no plano teórico, de todos os interesses fundamentais da burguesia para suas atividades mercantis e produtivas, pautava-se na defesa intransigente da propriedade privada, da igualdade formal e da liberdade contratual. Tais princípios foram elevados à condição de direitos naturais dos homens, porque, nas palavras dos pensadores burgueses, a Razão assim impunha.

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Medium 9788521634492

CAPÍTULO 3 - Engrenagens Cilíndricas de Dentes Helicoidais

Stipkovic Filho Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Engrenagens Cilíndricas de

Dentes Helicoidais

Stipkovic 03.indd 35

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36  

CAPÍTULO 3

3.1  Características Geométricas (Formulário )

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Figura 3.1 Engrenagem

3.1 cilíndrica helicoidal.

Tabela 3.1

Denominação

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F órmula

Z

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Número de dentes

Módulo frontal ou circunferencial

ms

Módulo normal ou Módulo do cortador

mn

Passo frontal

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Medium 9788527729321

Capítulo 22 Genética Desenvolvimental e Imunogenética

Benjamin A. Pierce Grupo Gen PDF Criptografado

22

Genética Desenvolvimental e Imunogenética

Origem dos esgana-gatas sem espinhas dorsais e pélvicas

Os esgana-gatas (Gasterosteus aculeatus) são pequenos peixes curiosos. Apesar do seu tamanho pequeno – apenas 5 cm de comprimento –, eles têm pesada carapaça corporal, placas de proteção nas costas, nas laterais e no ventre e três espinhas na sua superfície dorsal. Cada peixe tem espinhas pélvicas impressionantes, que estão ancoradas na cintura pélvica e se projetam para suas laterais. As espinhas dorsais e pélvicas dificultam engolir esse peixe, permitindo que eles sobrevivam em um ambiente onde um peixe de 5 cm desprotegido seria uma refeição fácil para numerosos predadores.

A maioria dos esgana-gatas é marinha, mas algumas populações isoladas podem ser encontradas em lagos de água doce. Na América do Norte, essas populações de água doce se originaram há 10.000 a 20.000 anos atrás, no final da última era do gelo, quando os esgana-gatas marinhos invadiram os lagos. Muitas populações lacustres dos esgana-gatas perderam sua carapaça e suas espinhas, provavelmente porque não existem os predadores do peixe que poderiam comê-los, existe pouco cálcio para desenvolver as placas e espinhas e os predadores invertebrados encontrados no lago pegam o peixe ao se agarrarem a suas espinhas. Os biólogos estão interessados em como os esgana-gatas marinhos fizeram a transição evolutiva do ambiente marinho para a água doce: como um peixe com pesada carapaça ficou sem espinhas? A pesquisa feita pelos geneticistas do desenvolvimento começou a responder a essa pergunta.

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Medium 9788597019636

Parte Geral - Parte I – 9 - Intervenção de terceiros (arts. 119 a 138)

Elpídio Donizetti Grupo Gen PDF Criptografado

9

Intervenção de terceiros

(arts. 119 a 138)

1.

NOÇÕES GERAIS

No Capítulo 7, vimos que as partes são os sujeitos parciais do processo, ou seja, aqueles que pedem ou contra quem é pedida uma providência jurisdicional e, por essa razão, integram o contraditório e são atingidos pelos efeitos da coisa julgada.

Para que determinado ente/sujeito se torne parte em determinada relação jurídica processual, deverá propor a demanda, ou ser chamado a juízo para ver-se processar ou intervir em processo já existente.1

Dá-se a intervenção de terceiro, nas modalidades assistência, denunciação e chamamento, quando uma pessoa (física ou jurídica), ingressa como parte ou coadjuvante (assistente) da parte em processo pendente. Na intervenção relacionada ao incidente de desconsideração da personalidade jurídica, o terceiro será o sócio ou a pessoa jurídica, que integrará o polo passivo da lide. Já na intervenção do amicus curiae, a assistência que se dá à parte leva em consideração a sua integração ao núcleo da sociedade o qual o amicus curiae representa2 (por exemplo: manifestação de associações civis em defesa dos direitos humanos na ADIn nº 3.510, que objetivava declarar a inconstitucionalidade do art. 5º da Lei nº 11.105/2005 – Lei de Biossegurança). Nesse tipo de intervenção o amicus curiae atua não como parte no processo, mas como interessado na causa.

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Medium 9788527715935

Cap. 105 Quimioterapia da Hanseníase

Penildon Silva Grupo Gen PDF Criptografado

105

Quimioterapia da Hanseníase

Ênio Ribeiro Maynard Barreto e Paulo Roberto Lima Machado

INTRODUÇÃO

A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, crônica, caracterizada por lesões cutâneas e neurológicas, mas que pode atingir outros órgãos.

É causada pelo Mycobacterium leprae, bacilo álcool-acidorresistente cujo cultivo, in vitro, é difícil. Conseguiu-se, com êxito, a multiplicação bacilar através de inoculação no coxim da pata de camundongo (Shepard,

1962). Em 1971, Kirchheimer e Storrs obtiveram sucesso com a inoculação em tatus (Dasypus novencinctus). Mais recentemente, Gormus e cols. detectaram a infecção em macacos (Cercocebus atys). Começa, assim, a se abrir o campo para um melhor estudo sobre a moléstia. Infectado, o indivíduo, de acordo com sua capacidade imunológica, desenvolve ou não defesa contra o bacilo. A intradermorreação de Mitsuda, usando antígenos bacilares, nos dá a indicação dessa resposta.

A hanseníase foi classificada por Ridley e Jopling, com base imunológica, em duas formas polares (tuberculoide e virchoviana); em duas formas subpolares (indeterminada tuberculoide e indeterminada virchoviana); e em três intermediárias (dimorfa tuberculoide, dimorfa central e dimorfa virchoviana). A classificação brasileira, entretanto, ainda é com base no VI Congresso Internacional de Leprologia (Madri, 1953).

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Medium 9788527732901

28 - Conceitos em Regeneração Tecidual Periodontal

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 28

Conceitos em Regeneração

Tecidual Periodontal

Thorkild Karring1 e Jan Lindhe2

Department of Periodontology and Oral Gerontology, Royal Dental College, University of Aarhus,

Aarhus, Dinamarca

2

Department of Periodontology, Institute of Odontology, The Sahlgrenska Academy at

University of Gothenburg, Gotemburgo, Suécia

1

Introdução

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Na avaliação de risco dos pacientes periodontais, a presença de locais com profundidade residual de bolsa ≥ 6 mm após terapia ativa é importante na previsibilidade de progressão da doença periodontal (Haffajee et al., 1991; Grbic e Lamster,

1992; Claffey e Egelberg, 1995). Sendo assim, reduzir a profundidade de bolsa torna-se um importante objetivo da terapia periodontal no intuito de evitar a progressão da doença.

Geralmente, esse objetivo pode ser alcançado com a terapia não cirúrgica em pacientes com periodontite moderada, ao passo que, nos casos avançados, particularmente na presença de defeitos intraósseos e de furca, o tratamento tem de ser suplementado com cirurgia periodontal. Um objetivo fundamental da cirurgia periodontal é permitir acesso a instrumentação e limpeza adequadas da superfície radicular; além disso, a maioria dos procedimentos cirúrgicos resulta na eliminação ou na redução do tecido mole da bolsa periodontal.

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Medium 9788541202862

99 | Distúrbios Ósseos Metabólicos, Nutricionais e Endócrinos

M. Joséph BoJúniorab Grupo Gen PDF Criptografado

Distúrbios Ósseos Metabólicos,

Nutricionais e Endócrinos

99

Herman A.W. Hazewinkel

Doenças metabólicas do esqueleto podem resultar de erros congênitos do metabolismo ou podem ser adqui­ ridas. As primeiras incluem as anormalidades na sínte­ se do colágeno e, como conse­quência, o crescimento ou a mineralização anormal do esqueleto, enquanto as úl­ timas incluem as várias doen­ças hormonais, com ou sem uma causa nutricional. Aqui vamos nos limitar a três exemplos de doen­ças do colágeno que são importantes de ser reconhecidas como diagnósticos diferenciais de doen­ças de origens endógena e nutricional.

Displasia epifisária múltipla

Apesar de existirem vários tipos, as mais importantes características da displasia epifisária múltipla são o cres­ cimento epifisário irregular, com pequeno envolvimento

A

B

vertebral, leve nanismo e acetábulo com conformação irregular.1 Em seres humanos, esse trato genético é do­ minante autossômico e também recessivo, enquanto em cães parece ser autossômico recessivo.

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Medium 9788527726665

105 - Clamidofilose Felina

JERICÓ, Márcia Marques Grupo Gen PDF Criptografado

105

Clamidofilose

Felina

Maria Alessandra Martins Del Barrio

JJ

Introdução

Chlamydophila felis (clamidofilose ou clamidiose felina), anteriormente conhecida como cepa felina de Chlamydia psi‑ tacci, foi o primeiro patógeno isolado do sistema respiratório de gatos, em 1942, por Baker e outros pesquisadores.1,2 Por essa ocasião, acreditava‑se ser o principal agente etiológico das doen­ças do trato respiratório anterior dos felinos. No entanto, ao final da década de 1950, com o isolamento do herpes‑vírus felino tipo 1 (FHV‑1) e do calicivírus felino (FCV), sua rele‑ vância como agente causal de afecção respiratória passou a ser questionada.1,3 Estima‑se que, atualmente, 30% dos casos de doen­ças respiratórias dos felinos no Reino Unido sejam decorrentes da infecção por C. felis, enquanto na América do

Norte este número declina a menos de 5%.4

A partir de 1970, estudos passaram a enfatizar a sua impor‑ tância como patógeno primário de conjuntivite aguda e crônica em felinos, associado a intensa inflamação e secreção ­ocular.3,5,6

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Medium 9788527713382

Capítulo 22 - Hemorragia Digestiva Alta

Norma Arteiro Filgueira, José Iran Costa Júnior, Virgilio Gonçalves de Lucena, Clezio Cordeiro de Sá Leitão, Daniel Kitner, Jorge Cabral Monteiro de Azevedo de Souza Mendes, Heloísa Ramos Lacerda de Melo, Carlos Alexandre Antunes de Brito Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

22

Hemorragia

Digestiva Alta

Suênia Tavares França e Rafaela Machado

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INTRODUÇÃO

EPIDEMIOLOGIA

Hemorragia digestiva alta (HDA) é definida como aquela cuja causa está localizada em qualquer região do trato gastrointestinal (TGI) compreendida entre o esôfago e o duodeno, proximal ao ligamento de Treitz.

A conduta, diante dos pacientes com HDA, vai depender da forma de apresentação, da gravidade do episódio e da causa da hemorragia.

A hemorragia digestiva alta pode se manifestar como hematêmese, melena, enterorragia, hematoquezia ou sangramento oculto. Hematêmeses são episódios de vômitos escuros em “borra de café”, ou, ainda, com sangue vivo ou coágulos.

A melena é a eliminação de fezes escuras, brilhantes, amolecidas, com odor característico. A sua presença indica a permanência de sangue no trato gastrointestinal por período geralmente superior a 14 h e, provavelmente, resulta da degradação da hemoglobina por bactérias do cólon.

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Medium 9788527732611

45 - Endocardite Infecciosa

Reinaldo Salomão Grupo Gen PDF Criptografado

Seção

3.6

Sistema Cardiovascular

45

Endocardite Infecciosa

Luis Fernando Aranha Camargo  Claudio Cirenza

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Introdução

O termo endocardite infecciosa refere-se à infecção na superfície endocárdica no coração. Considera-se também, dentro das endocardites infecciosas, as infecções de shunts arteriovenosos, arterioarteriais, coarctação da aorta, infecções de cabos de marca-passo e de valvas prostéticas. A apresentação clínica varia de acordo com o agente causal, que está relacionado a fatores epidemiológicos específicos.

Dados americanos e ingleses estimam sua ocorrência em torno de

1,7 caso/100.000 in­di­ví­duos por ano. É menos frequente na população pediá­trica, na qual tende a predominar em situações específicas

(cardiopatias congênitas, em próteses após cirurgia cardía­ca). Mais de 50% dos casos ocorrem em pessoas com mais de 50 anos.

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Etiologia

XX

Estreptococos.

É o gênero mais frequentemente encontrado. A maioria é causada pelo grupo viridans (S. mitis, S. salivarius, S. bovis,

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Medium 9788521625018

PARTE II - O atual cenário das PPPs no setor de saúde pública no Brasil: potencialidades, desafios e as primeiras experiências em âmbito estadual

Chrysostomo, Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

O atual cenário das

PPPs no setor de saúde pública no

Brasil: potencialidades, desafios e as primeiras experiências em

âmbito estadual1

TOMAS ANKER

BRUNO RAMOS PEREIRA2

Introdução

Este artigo descreve um conjunto de percepções que derivam, sobretudo, de um exercício de sistematização realizado em virtude de um seminário em que se comemorou os dois anos de funcionamento do Hospital do Subúrbio, em

Salvador, que é a iniciativa pioneira de parceria públicoprivada (PPP) em saúde no Brasil.

Após quase dez anos da promulgação da Lei Federal no 11.079/04, também conhecida como “Lei das PPPs”,

  Este artigo reflete tão somente as visões e opiniões dos autores e não representa necessariamente as visões e opiniões das instituições as quais os autores estão vinculados.

2

  Os autores agradecem à Secretária de Saúde e à Unidade de PPP do Estado da

Bahia pelo convite para o seminário que comemorou os dois anos de funcionamento do Hospital do Subúrbio, pelas reflexões elaboradas a partir desse evento.

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Medium 9788597010800

2. Contabilidade Geral

Alexandre Costa Quintana, Débora Pool da Silva Freitas, Jozi Cristiane da Costa Quaresma, Solimar Riograndino Zabot Schmitt, Taiane Lemõns Gonçalves Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T UL O 2

Contabilidade Geral

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02/01/17 16:47

[ 6 ]  EXAME DE SUFICIÊNCIA DO CFC COMENTADO

2.1 Questões de contabilidade geral

De acordo com o Anexo II – Detalhamento do Conteúdo Programático Aplicável à Prova de Bacharel em Ciências Contábeis do Edital Exame de Suficiência no 01/2016, as questões de contabilidade geral têm por base o seguinte conteúdo: a) Patrimônio e Variações Patrimoniais: Conceituação, ativos, passivos, patrimônio líquido, aspecto qualitativo e quantitativo do patrimônio, representação gráfica do patrimônio, equação básica da contabilidade. Atos e fatos contábeis

(permutativos, modificativos e mistos), formação, subscrição e integralização de capital, registros de mutações patrimoniais e apuração do resultado (receitas e despesas). b) Plano de Contas e Procedimentos de Escrituração: Conceito, classificação

(patrimoniais, resultado e compensação) e natureza das contas (devedoras e credoras). Método das partidas dobradas, mecanismos de débito e crédito, origens e aplicação de recursos, lançamento (elementos essenciais, fórmulas), regime de caixa x regime competência, balancete de verificação, livros utilizados na escrituração. c) Mensuração e Reconhecimento de Operações: Normatização, mensuração e reconhecimento das transações das sociedades empresárias, tais como: transações de compras e vendas, transações de mercadorias, fretes e seguros, apuração do custo das mercadorias, produtos e serviços vendidos (inventário periódico e inventário permanente), receitas, despesas, apuração e destinação do resultado, tributos, aplicações financeiras, empréstimos e financiamentos bancários, duplicatas descontadas, receitas e despesas financeiras, folha de pagamento, estoques, ativo imobilizado, ativos biológicos e ativos intangíveis, métodos de depreciação, de amortização e de exaustão, vendas de ativos diversos (ganhos e perdas), constituição de provisões e demais operações necessárias à atividade das sociedades empresárias. d) Avaliação de Ativos e Passivos: Custo histórico. Custo corrente. Valor realizável. Valor presente. Valor justo. Valor recuperável de ativos. Atualização monetária. Método da equivalência patrimonial. e) Provisões, Ativos e Passivos Contingentes: Normatização, mensuração e reconhecimento, conceitos, critérios de avaliação de contingências, contingências ativas, contingências passivas. f) Balanço Patrimonial: Apresentação, aspectos conceituais, finalidades e normatização, critérios de classificação e avaliação, Ativo Circulante, Ativo Não

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Medium 9788527726979

Capítulo 7 Reptilia

Evanilde Benedito Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Reptilia

Oscar Rocha‑Barbosa, Mariana Fiuza de Castro Loguercio, Felipe Mesquita de Vasconcellos,

Gustavo Aveiro Lins, Iara Alves Novelli e Leandro dos Santos Lima Hohl

▪▪

Introdução, 142

▪▪

Crocodylia, 142

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Testudines, 144

▪▪

Squamata, 145

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Morfologia externa, 146

▪▪

Morfologia interna e funcionamento geral, 151

▪▪

Sistemática e filogenia, 170

▪▪

Sugestão de aulas práticas, 172

▪▪

Sugestão de leitura, 172

▪▪

Referências bibliográficas, 172

Benedito - cap 7 gráficaA.indd 141

28/10/2014 08:40:33

142 Biologia e Ecologia dos Vertebrados

XX

Introdução

Os répteis atuais são representados pelos clados Testudines,

Archosauria (Crocodylia + Aves) e Lepidosauria (Sphenodontia

+ Squamata). Como o grupo das aves é tão particular, em geral, ele é caracterizado à parte dos outros répteis. Logo, este capí‑ tulo irá se referir ao termo “répteis” no seu senso herpetoló‑ gico, que inclui todos os répteis atuais, excluindo as aves.

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Medium 9788527726900

Capítulo 98 - Considerações e Tratamento de Doenças Infecciosas em Gatos de Vida Livre

Craig E. Greene Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 98

Considerações e Tratamento de Doenças Infecciosas em Gatos de Vida Livre

Julie K. Levy

Demografia dos gatos de vida livre

Os paí­ses com os maiores números absolutos, em ordem decres‑ cente, de gatos domésticos são os EUA, China, Rússia, Brasil, França,

Itália, Reino Unido, Ucrânia, Japão, Alemanha, Canadá e México.33

No entanto, quando ajustadas à população humana, as maiores por‑ centagens de gatos estão nos EUA, seguidas pela maioria dos paí­ses da Europa, Rússia, Japão e paí­ses da bacia do Mediterrâneo.44 Nos

EUA, a população de gatos como animais de estimação aumentou ao ponto de os americanos agora terem mais gatos do que cães. A situa‑

ção de superpopulação de gatos ocorre nos EUA e, em menor escala, nos outros paí­ses mencionados. Contudo, a discussão neste capítulo tem como foco os problemas encontrados nos EUA. A informação apresentada pode ser aplicada a qualquer país onde se estabeleceram gatos de vida livre.

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