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Medium 9788530984281

Capítulo IV – Classificação das Leis

PEREIRA, Caio Mário da Silva Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo IV

Bibliografia

Sumário

Classificação das Leis

17. Classificação das leis segundo a hierarquia. 18. Classificação das leis segundo a extensão territorial. 19. Classificação das leis segundo a força obrigatória. 20.

Classificação das leis segundo a natureza. 21. Classificação das leis segundo a intensidade da sanção.

Henri Capitant, Introduction à l’Étude du Droit Civil, cap. III; Mazeaud et

Mazeaud, Leçons de Droit Civil, I, nos 67 e ss.; Brethe de la Gressaye e Labor­‑deLacoste, Introduction, nos 236 e ss.; François Gény, Science e Technique, IV, p.

198; Cunha Gonçalves, Tratado de Direito Civil, I, nº 11; Serpa Lopes, Curso de

Direito Civil, I, nos 21 e ss.; João Franzen de Lima, Curso de Direito Civil, I, nos 33 e ss.; Vicente Ráo, O Direito e a Vida dos Direitos, nos 214 e ss.; Orlando Gomes,

Introdução, nº 18.

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04/12/2018 16:59:23

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Medium 9788521626398

Apêndice A4: Metrologia Dimensional e de Superfície

GROOVER, Mikell P. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice A4: Metrologia

Dimensional e de Superfície

A medição* é o procedimento em que uma quantidade conhecida é comparada a um padrão conhecido, utilizando um sistema de unidades consistente e conhecido. Dois sistemas de unidades são mais utilizados no mundo: (1) o sistema americano USCS e (2) o sistema internacional de unidades (SI de Systeme Internationale d’Unites), popularmente chamado sistema métrico. O sistema métrico é muito aceito em quase todos os países industrializados à exceção dos EUA que de maneira gradual começa a adotar o SI.

A medição proporciona valor numérico a uma grandeza de interesse, dentro de certos limites de precisão e exatidão.* A exatidão revela quanto um valor medido se aproxima do valor real do parâmetro aferido. Um procedimento de medida tem exatidão quando é isento de erros sistemáticos, ou seja, de desvios positivos ou negativos do valor real que se mantém consistente de uma medida para a seguinte. A precisão representa o quanto uma medida tem repetibilidade no processo de aferição de uma grandeza. Ter boa precisão significa que erros aleatórios na medida estão minimizados. Erros aleatórios são normalmente associados com a contribuição humana ao processo de aferição, como, por exemplo, às modificações na montagem, aos erros de leitura da escala, aos erros de arredondamento e assim por diante, mas há também aquelas em que o operador não tem influência, como, por exemplo, a mudança de temperatura, o desgaste gradual e/ou desalinhamento das grandezas medidas na montagem.

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Medium 9788530979119

Capítulo LXXXVII – A decadência na venda ad corpus e na venda ad mensuram

RIZZARDO, Arnaldo; RIZZARDO FILHO, Arnaldo; RIZZARDO, Carine Ardissone Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo LXXXVII

A DECADÊNCIA NA VENDA AD CORPUS

E NA VENDA AD MENSURAM

1. VENDA AD CORPUS E VENDA AD MENSURAM

É ad corpus a venda realizada sem determinação da área do imóvel, ou sem fixação do preço por medida de extensão. Na venda, considera-se o bem como corpo certo ou determinado, individualizado por suas características e confrontações, e mesmo pela simples denominação, se rural.

É a hipótese da alienação de uma fazenda ou propriedade com denominação específica por um valor determinado.

Chama-se ad mensuram a venda quando se determina a área do imóvel. Ou, ainda, se a determinação da área é o critério decisivo na fixação do preço. Compra-se uma extensão territorial por um valor calculado por metro ou outra medida empregada.

Efetivamente, reza o art.  500 do Código Civil:

“Se, na venda de um imóvel, se estipular o preço por medida de extensão, ou se determinar a respectiva área, e esta não corresponder, em qualquer dos casos, às dimensões dadas, o comprador terá o direito de exigir o complemento da área, e, não sendo isso possível, o de reclamar a resolução do contrato ou abatimento proporcional do preço”.

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Medium 9788521608714

Capítulo 4 - Levantamento de requisitos e planejamento

CARMARGO, Liriane Soares de Araujo de; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borseti Gregório Grupo Gen PDF Criptografado

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Capítulo 4

Levantamento de requisitos e planejamento

4.1 Atividade 1: Coletar requisitos

4.2 Atividade 2: Elaborar documento de requisitos

4.3 Atividade 3: Elaborar planejamento

4.4 Exercícios propostos

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O primeiro passo para projetar ou desenvolver qualquer produto envolve entender tudo a respeito dele.

Vistos alguns conceitos e definições essenciais para o entendimento da metodologia de desenvolvimento de ambientes informacionais digitais baseada em princípios da arquitetura da informação proposta neste livro, apresentaremos agora cada fase de desenvolvimento de forma detalhada.

Na Figura 2, apresentada a seguir, é destacada a primeira fase dessa metodologia, que consiste no levantamento de requisitos e planejamento e envolve três atividades, sendo elas: coletar requisitos, elaborar documento de requisitos e elaborar planejamento.

O objetivo dessa fase é coletar requisitos sobre o público-alvo, os conteúdos e as especificações funcionais e de interfaces do ambiente que será construído ou reformulado e elaborar o planejamento, identificando as necessidades de negócio e o escopo do esforço do desenvolvimento para viabilizar o próprio desenvolvimento do ambiente informacional.

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Medium 9788527726955

4 - Tabaco

FIGLIE, Neliana Buzi; BORDIN, Selma; LARANJEIRA, Ronaldo Grupo Gen PDF Criptografado

4

Tabaco

Selma Bordin, Alessandra Diehl, Rosiane Lopes da Silva,

Neliana Buzi Figlie e Ronaldo Laranjeira

Introdução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que um terço da população mundial adulta, a qual corresponde a 1 bilhão e 200 milhões de pessoas, seja fumante.1,2

No Brasil, segundo dados do II Levantamento

Nacional de Uso de Drogas Psicotrópicas, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), em 2005, o uso na vida de tabaco é de 44% e a dependência de nicotina é de 10,1%.3 O Brasil tem porcentagens inferiores às do Chile (72%) e dos EUA (67,3%) quanto ao uso de tabaco na vida.3

As taxas de prevalência do tabagismo no Brasil também são inferiores às dos países vizinhos.

Porém, deve-se considerar que nesses países os dados sobre as taxas de prevalência do tabagismo são deficitários e não regulares quando comparados: Argentina (38,4%), Uruguai (32,3%), Chile

(40,9%) e Bolívia (28,6%).4

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