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Medium 9788520415061

7. Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Sandie Randall

Departamento de Estudos de Negócios e do Consumidor, Universidade

Rainha Margaret, Edimburgo

Assuntos-chave: ssuntos-ch

• A cultura localizada e mediada

• A interpretação do conteúdo textual da mídia – análise semiótica

• O gênero em programas de culinária da TV apresentados por personalidades

• O discurso televisivo

• Os significados a respeito de comida e hospitalidadeA

Em busca da hospitalidade

Reconheceu-se que a comida é de fundamental importância para um melhor entendimento da natureza da hospitalidade no mundo moderno. Como Telfer afirma, é através da oferta e da recepção da comida que um vínculo de confiança e interdependência e de amizade e generosidade é criado entre o anfitrião e a visita (1996).

Apesar da proliferação, na segunda metade do século XX, de conteúdo textual na mídia sobre comida, é surpreendente verificar que até agora deu-se pouca atenção às mensagens que se referem à comida e ao ato de comer apresentadas pelos meios de comunicação. O estudo nesse campo poderia melhorar nosso entendimento a respeito da função da hospitalidade no mundo contemporâneo. Strange (1998, p. 301) afirma, referindo-se a um exemplo importante desse tipo de conteúdo textual – o programa de culinária da TV:

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Medium 9788520424070

Capítulo 7 - A Estrutura de um Navio de Cruzeiro

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 7

A ESTRUTURA DE UM

NAVIO DE CRUZEIRO

O COMANDO DOS SERVIÇOS

A megaestrutura de serviços de um navio de cruzeiro, que anteriormente podia ser denominada “Hotel Resort Flutuante”, hoje já pode, em alguns casos, ser considerada um “Destino Turístico”, com características e atrativos próprios.

A complexidade da rede de serviços dá abertura a uma ampla gama de estudo. A maioria dos dirigentes dessa estrutura é oriunda dos quadros da tripulação de navios de cruzeiro de todo o mundo, já que diversas particularidades dificultam a ocupação de tal posição por um executivo de outros meios turísticos, mesmo que sejam experientes em atividades de hotelaria e serviços em terra. A complexidade e as inúmeras variáveis do segmento demandam conhecimento específico de cada função a ser executada.

Deve-se considerar que é bastante intenso o trabalho de supervisão e manutenção de uma estrutura de serviços que opera 24 horas por dia, durante todos os dias do ano, e que somente a cada dois anos pode fazer escala para manutenção em doca seca ou em estaleiro (drydock ou wetdock). E mesmo nessas escalas, que duram em média quinze dias, as atividades de bordo são supervisionadas e o trabalho de manutenção

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Medium 9788520432594

Introdução

Susana de Castro Manole PDF Criptografado

introdução

Origem

A tragédia surge na Grécia, especificamente na Ática, no fim do século VI a.C. Nasceu do culto religioso a

Dionísio, deus do vinho e da fertilidade. Por ocasião da vindima (colheita da uva), celebrava-se a cada ano, em

Atenas e por toda Ática, a festa do vinho novo. Os participantes se embriagavam e começavam a cantar e dançar freneticamente ao som de címbalos, até caírem desfalecidos.

Como um culto religioso transformou-se em um acontecimento teatral? A explicação para a transformação do ritual em teatro, a metamorfose do culto agrário em espetáculo teatral, passa necessariamente pelas transformações sociais e políticas de Atenas, pela passagem de um domínio da nobreza agrária e heroica para o domínio do povo no Estado democrático. Como relata

Werner Jaeger (2010, p.270), a encenação das tragédias nasce no período de transição entre uma fase e outra, isto

introdução

Figura 1.  Dionísio (520-510 a.C.). Museu Arqueológico

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Medium 9788520432860

5. Santo Agostinho, aspiração a cirurgião da alma má

Paulo Ghiraldelli Jr. Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

Santo Agostinho, aspiração a cirurgião da alma má

A Rede Globo de TV não consegue admitir a existência do mal. Não se pode dizer se é ou não uma maneira de autodissimulação. O que se constata é que, em suas novelas, que são bem representativas da visão de mundo daquele aparato midiático, é claro que há a apresentação de personagens maldosos, mas, ao fim e ao cabo, quase sempre, eles são apresentados como psicopatas. “Falta-lhes um parafuso”, por isso cometem crimes bárbaros. O prazer que sentem com o mal de outros pode até ter lá, no meio da história, uma gênese mais ou menos cabível em termos literários. Mas, ao final, o destino do malfeitor é se apresentar maluco. A cadeia ou a morte do personagem maldoso não valem se este não se mostra, em algum aspecto, como um exemplar de alguma patologia.

Essa visão simplória tanto da loucura quanto do mal serve para produzir algum efeito tranquilizador ao final. Que não se preocupem os telespectadores, o mal – o demônio em pessoa

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Medium 9788520427064

Prefácio da segunda edição

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

Prefácio da segunda edição

A fabricação de qualquer alimento processado evolui constantemente, e a panificação não é uma exceção. Ainda que o pão seja produzido há milhares de anos, e seus formatos tradicionais continuem sendo tão substanciosos atualmente como no passado, novas idéias e novas tecnologias vêm se desenvolvendo e se adaptando para dar apoio à produção moderna.

Embora as novas tecnologias continuem sendo a força motora dos desenvolvimentos da panificação, sua base tradicional não deve ser desconsiderada. A grande diversidade de produtos, impulsionada em parte pela demanda do consumidor, contribuirá muito para o futuro da panificação. Hoje em dia, por causa do grande número de pessoas que viajam com freqüência e da constante comunicação globalizada, a diversidade dos produtos da panificação é facilmente constatada. O que é um produto tradicional em uma região do mundo é um produto novo em outra.

Desde a elaboração da primeira edição de Tecnologia da panificação, a base de conhecimento sobre a qual a panificação se fundamenta passou por uma ampliação considerável e abasteceu diversos dos mais recentes desenvolvimentos de produtos e processos. Esta segunda edição pretende não apenas atualizar a primeira como também busca identificar e discutir novos conhecimentos, que se tornaram disponíveis desde meados da década de 1990.

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