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Medium 9788520424070

Capítulo 8 - Mitos e Preconceitos

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 8

MITOS E PRECONCEITOS

A experiência de um cruzeiro marítimo é vivencial, plena de elementos subjetivos e intangíveis, que dificilmente podem ser explicados ou traduzidos. Essa natureza específica dos cruzeiros gera condições para o surgimento de mitos e falsas crenças que dificultam a expansão de seu mercado consumidor.

Educar tanto os consumidores quanto os agentes de viagem, intermediários no processo, é tarefa de suma importância e que requer habilidade para lidar com as objeções de alguns clientes em potencial, reticentes em optar por uma modalidade de férias que lhes é desconhecida.

Este capítulo faz o levantamento dos mitos mais comuns e sugere formas adequadas de se lidar com as objeções negativas. Infelizmente as falsas imagens dos cruzeiros marítimos têm sido imagens reforçadas ao longo dos anos, em parte pelo limitado número de novos cruzeiristas, que, apesar de crescente em números relativos ao total anual, ainda é pequeno em números absolutos. Essa situação, porém, está em vias de alteração, pelo crescimento da oferta mundial de leitos em navios de cruzeiro, o que possibilitará a um maior número de pessoas a revisão da atual imagem distorcida.

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Medium 9788520430972

Anexo 4 – Análise do Desempenho de Forças e Fraquezas – Check-list

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 4

Análise do Desempenho de Forças e Fraquezas – Check-list

Book 1.indb 303

1/13/16 15:06

304

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

Check-list para análise de desempenho das forças e fraquezas

GRAU DE

IMPORTÂNCIA

DESEMPENHO

Força

Força

impor- não imtante

portante

Neutro

Fraqueza importante

Fraqueza não importante

ALTA MÉDIA BAIXA

MARKETING

Reputação da empresa

Participação no mercado

Qualidade do produto

Qualidade do serviço

Eficácia do preço

Eficácia da distribuição

Eficácia da promoção

Eficácia da força de vendas

Eficácia da propaganda

Eficácia da inovação

Força da marca

Formulação de estratégias

Lealdade do cliente

Diferenciação de produtos

Cobertura geográfica

(continua)

Book 1.indb 304

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Anexo 4

305

Check-list para análise de desempenho das forças e fraquezas

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Medium 9788520427064

4. Mistura e processamento da massa

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

4. Mistura e processamento da massa

David Marsh e Stanley P. Cauvain

Um elemento integrante de toda panificação é a constituição de uma massa uniforme e homogênea, com uma estrutura de glúten desenvolvida. Como discutido em um capítulo anterior, em certos processos de panificação o desenvolvimento da massa prossegue durante o descanso após o processo de mistura, enquanto em outros o desenvolvimento total é alcançado durante o próprio processo de mistura. Qualquer que seja o método pelo qual o desenvolvimento da massa é obtido, a etapa seguinte na fabricação do pão é a subdivisão da massa (divisão) e a conformação de cada peça de massa (modelagem), para atender às exigências das variedades de pão que estão sendo produzidas. A modelagem pode ser uma operação de multiestágios, e pode envolver um período de descanso adicional entre as etapas de modelagem

(primeira fermentação ou fermentação intermediária). Em geral, depois que as peças de massa são formadas, elas passam pela fermentação antes do assamento.

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Medium 9788520416624

2. Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

A análise do crédito e de seu papel no processo de desenvolvimento dos países nos remete a uma discussão mais ampla sobre o papel da moeda. Os bancos, ao estenderem o crédito, acabam exercendo um impacto significativo na oferta de moeda e na liquidez da economia.

Há enorme controvérsia em teoria econômica acerca do papel da moeda no sistema econômico e na dinâmica de acumulação. Algumas correntes afirmam que a moeda não desempenha nenhum papel na definição da trajetória de crescimento de determinada economia. Outras afirmam que não se pode compreender perfeitamente essas trajetórias sem a análise detalhada da moeda e de como os agentes econômicos se relacionam com ela a cada momento.

Um primeiro grupo de teorias trabalha com a idéia de que a moeda e o crédito não afetam o crescimento real

39

Noções de Macroeconomia

da economia, enquanto um segundo grupo observa que a moeda interfere na trajetória do crescimento econômico. Na classificação das escolas de pensamento econômico utilizada no capítulo anterior, os neoclássicos acham que a moeda não tem efeitos permanentes na atividade econômica efetiva, enquanto os keynesianos e os marxistas acreditam que tem, e afirmam que a moeda e o crédito podem ter efeitos permanentes na produção.

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Medium 9788520436561

Parte 3 – Aspectos complementares para a formação profissional

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

ASPECTOS COMPLEMENTARES PARA A

3

PARTE

8

CERIMONIAL, PROTOCOLO E ETIQUETA

ANTECEDENTES HISTÓRICOS

T

odas as fórmulas, tipos de comportamentos e preceitos necessários ao bom desempenho social seguiram linhas de evolução características de cada cultura.

Os costumes de ordem social, religiosa e política das várias culturas humanas ditaram comportamentos protocolares que vieram a formar a cultura do cerimonial.

Na China, várias correntes contribuíram para a cristalização das normas de costumes. Para o observador ocidental, a principal contribuição foi de origem confuciana, no que diz respeito ao aspecto formal.

O riquíssimo simbolismo clássico da poesia chinesa e dos filósofos motivou, porém, fórmulas de grande sensibilidade, com alusões a evocações que determinaram, por exemplo, o lugar, a hora e a oportunidade para se abordar cada assunto.

Já os egípcios acreditavam na continuação da vida após a morte, o que mostra que os seus rituais funerários eram compostos de uma série de normas e costumes que possibilitassem a continuação da vida extraterrena e a sobrevivência do nome da pessoa, como: a conservação do corpo por meio do processo de mumificação, o aprovisionamento regular de alimentos e da possibilidade de superar os perigos e provas que poderiam dificultar e impedir o avanço deste para

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