273 capítulos
Medium 9788520427064

12. Moagem da farinha

Stanley P. Cauvain, Linda S. Young Manole PDF Criptografado

12. Moagem da farinha

Paul Catterall e Stanley P. Cauvain

12.1 Introdução

Questão: a moagem da farinha é uma arte ou uma ciência? Resposta: nenhuma das duas. É sim uma tecnologia, a união da ciência dos alimentos com a arte do moleiro experiente; tanto uma como a outra evoluíram ao longo de muitos anos.

Certas pessoas podem sustentar que, no fim, a ciência vai superar a arte da moagem e enviar o moleiro experiente para a lata de farinha da história; no entanto, com a variedade de produtos panificados ainda se expandindo diariamente, e com as novas variedades de trigo sendo desenvolvidas, esse evento deve ainda levar muito tempo para acontecer. Este capítulo tem o objetivo de ajudar a definir a ciência e a arte de um processo que produz uma das mais versáteis matérias-primas da panificação, e visa proporcionar um background relativo ao vínculo entre o trigo, o processo de moagem e as propriedades da farinha final.

O trigo tem sido uma fonte alimentar importante por milhares de anos. As propriedades singulares das suas proteínas depois de hidratadas deram ao trigo uma flexibilidade que o tornou ideal para diversos produtos de panificação, desde os pães achatados do Mediterrâneo e dos países equatoriais (p. ex., chapatti, pizza e ciabatta) até os pães para sanduíche da Europa, América e Austrália.

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Medium 9788520431092

12. Desenvolvimento sustentável e gestão socioambiental em feiras

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

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Desenvolvimento sustentável e gestão socioambiental em feiras

Armando Arruda Pereira de Campos Mello e Marlene Matias

Introdução

O tema objeto de nosso estudo é muito oportuno, pois demonstra que feiras e eventos são utilizados como espaço para reflexão, discussão e divulgação de ideias, e também para a integração da sociedade civil nessa cruzada em prol do meio ambiente.

Para atingir o estágio atual em que se encontra o desenvolvimento sustentável e a gestão socioambiental, ocorreram uma série de discussões desde 1972.

O ponto de partida foi a Conferência de Estocolmo, que deu origem ao documento Declaração sobre Meio Ambiente Humano ou Declaração de Estocolmo, que estabeleceu uma série de princípios, que, posteriormente, tornaram-se elementos e metas de negociação para o desenvolvimento sustentável dos países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Após 38 anos da realização da Conferência de Estocolmo, percebe-se que muita coisa caminhou no mundo para as práticas do desenvolvimento sustentável, mas muita coisa ainda precisa ser feita para alcançar a situação ideal. Isso pode ser constatado nas discussões e negociações que envolvem o assunto, e que aconteceram direta ou indiretamente em algum evento e/ou feira ao longo desses anos.

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Medium 9788520433430

1. A gênese e o lugar do Za no conjunto da obra de Nietzsche

José Nicolao Julião Manole PDF Criptografado

capítulo 1

a gênese e o lugar do Za no conjunto da obra de

Nietzsche

A gênese do Za

Apresentação

Este capítulo tem por objetivo explicitar a gênese da obra Za, assim como suas influências e estilo, e também apontar a direção que seguia Nietzsche na época de sua composição, ou seja, sua preocupação com o sentido histórico da humanidade. A ideia de sentido histórico (historische Sinn) aparece em Nietzsche desde a segunda das UB;1 porém, é posteriormente abandonada e retomada em MA

I2 e FW. A nossa hipótese interpretativa é a de que Za nasce das reflexões de Nietzsche enquanto escrevia FW, com uma preocupação acerca da história e da sua falta de sentido. Por

1 Sobre essa questão, cf. Lacoue-Labarthe, P., Historie et Mimèsis,

1986.

2 MA I, §2.

filosofia em pílulas

isso, Zaratustra deve ser visto como o vislumbrador e indicador de um novo futuro para a história humana.

O nascimento do Za

Segundo Montinari,3 a primeira vez que Nietzsche falou sobre o Zoroastro, em sua obra, foi em um reduzido fragmento póstumo do período de setembro de 1870 a janeiro de 1871. Nele foi dito, sem a mínima conexão com

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Medium 9788520431733

4. Efeitos da mobilização associada à massagem

Cláudia Marchetti V. da Cruz, Fátima A. Caromano Manole PDF Criptografado

4

Efeitos da mobilização associada à massagem

T

odas as técnicas descritas na literatura associam algum tipo de mobilização à massagem. Cabe descrever os benefícios dessa associação.

Sabe-se que as sensações cutâneas promovidas pelo toque, pela mudança de posição e pelas mobilizações desempenham um importante papel no desenvolvimento da criança. O modo de carregar, de trocar, de dar banho e de alimentar o bebê, além da sua atividade espontânea, faz que o bebê explore e descubra o seu mais interessante brinquedo – o próprio corpo26.

Existem evidências de que o desenvolvimento se processa no sentido da cabeça para os pés (cefalocaudal) e dos ombros e pelve para as extremidades

(proximal para distal). A criança adquire primeiramente a coordenação dos olhos com as mãos antes de poder usar os braços e as mãos para agarrar um objeto; mais tarde usará as pernas para andar. Da mesma forma, o desenvolvimento prossegue das respostas gerais para as específicas, ou seja, dos grandes para os pequenos músculos. Cabe ressaltar que a idade em que cada criança se torna capaz de executar atividades novas e a maneira como as executa variam de acordo com a influência da hereditariedade e do ambiente onde vive27. Isso significa que podemos ajudar a criança a se preparar para essas aquisições21.

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Medium 9788520432488

6. O papel da família no processo de reabilitação

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

6

O papel da família no processo de reabilitação

Janaina Carvalho

Luciana Rodrigues Giannico

Lydiane Regina Pereira Fabretti

Marina de Castro Nascimento Gonçalves

Sandra Regina Rodrigues Iriya

Introdução

Este capítulo apresenta como objetivos descrever e discutir as formas de relacionamento familiar relevantes ao processo de reabilitação do paciente neurológico, assim como as propostas de intervenções para o familiar utilizadas pela psicologia do centro de reabilitação Lar Escola São Francisco.

A equipe de psicologia desse centro de reabilitação trabalha com pacientes de diversos diagnósticos: paralisia cerebral, síndromes genéticas, doenças ortopédicas, doenças neurodegenerativas, amputações, lesões medulares e lesões encefálicas adquiridas. No decorrer deste texto, serão abordadas questões pertinentes aos pacientes com diagnósticos neurológicos.

A variedade de quadros também corresponde à diversidade de incapacidades e prejuízos, que podem dificultar tarefas como locomoção, comunicação, autonomia e autocuidados; podem gerar incapacidades que variam do nível motor ao nível neuropsicológico. É importante lembrar que, sob o paradigma da inclusão, as incapacidades geradas pelas deficiências são intensificadas de acordo com as barreiras arquitetônicas e de acessibilidade; e outras barreiras sociais, como o estigma e o preconceito (Almeida, 2007). Desse modo, cada vez mais a reabilitação deve envolver o meio social no qual as deficiências são compreendidas e tratadas.

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