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Medium 9788520432488

3. Paraplegias

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Paraplegias

Sandra Tripodi

Fernanda Moraes Rocco

ANATOMIA

A coluna vertebral é o eixo ósseo do corpo constituído por 33 vértebras, divididas em regiões: 7 cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e 4 coccígeas. A sequência de forames vertebrais determina o canal vertebral, por onde passa a medula espinhal.

Os 31 pares de nervos espinhais estão ligados à medula, e há correspondência com as vértebras através dos forames intervertebrais. A função da coluna vertebral é dar suporte, estabilidade, mobilidade e proteção à medula.

A medula espinhal é uma massa cilindroide de tecido nervoso dentro do canal vertebral e mede aproximadamente 45 cm. Seu limite cranial é o bulbo (no nível do forame magno do osso occipital), e seu limite caudal geralmente está no nível da vértebra L2. A medula termina afilando-se para formar o cone medular.

O cone medular é a porção terminal da medula, compreende os segmentos S2/

S3/S4/S5, corresponde ao corpo da segunda vértebra lombar (L2) e é responsável pela inervação dos músculos do períneo e pela sensibilidade cutânea da região sacrococcígea, do ânus, do períneo e dos órgãos genitais. No cone medular, localizam-se os centros de inervação da bexiga e do reto.

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Medium 9788520431092

6. Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

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Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Rosânia Dela Bruna

Introdução

Normalmente, quando falamos em eventos corporativos imaginamos um ambiente formal e sério. Os formatos que nos vêm à mente são: convenções, treinamentos, reuniões de negócios, de ajustes ou apresentação de metas; participações em feiras e exposições, e lançamentos de produtos. Neste capítulo, porém, pretendemos abordar um aspecto do evento corporativo que, muitas vezes, é negligenciado: atrair pelo encantamento para, então, aproximar e, consequentemente, facilitar o processo de realização de negócios.

Alguns eventos corporativos atuais, se parecem, na plástica, muito mais com eventos sociais, mas seus objetivos não se afastam um centímetro do principal motivo da existência de todas as empresas: gerar negócios.

Cada vez mais as empresas têm realizado eventos com atmosfera mais amena e relaxada, propícia ao network, ao desenvolvimento de relacionamentos com seus clientes; são os chamados “eventos de relacionamento”, que, de maneira mais descontraída, criam momentos que possibilitam a aproximação de suas equipes ou diretorias com as respectivas equipes e diretorias de seus clientes, ou seja, os mantenedores de seus negócios, seu maior capital. Não significa que os formatos mais fechados não cumpram essa função; mas como têm atmosfera mais rígida, horários definidos e programação a ser cumprida, mesmo sendo produtivos, nem sempre aproximam as pessoas na relação empresa versus cliente.

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Medium 9788520432488

16. Estimulação elétrica funcional

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF Criptografado

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Estimulação elétrica funcional

Vanessa Costa Monteiro

INTRODUÇÃO

A estimulação elétrica funcional (EEF) baseia-se na aplicação de uma corrente elétrica capaz de causar uma contração muscular que ocorre por meio da estimulação intramuscular do ramo do nervo, que supre o músculo ou grupo muscular.

Na reabilitação ortopédica, já é uma técnica amplamente difundida, utilizada principalmente no pós-operatório. Os primeiros estudos sobre neurologia foram rea­ lizados nas décadas de 1980 e 1990, nos quais a aplicação da eletroestimulação em tibial anterior era destinada à melhora da força, ao controle dos dorsiflexores e ao aumento da amplitude de movimento de dorsiflexão.

Na maioria desses estudos, utilizava-se estimulação elétrica neuromuscular estática que não era associada a alguma atividade funcional. Porém, atualmente, sabe-se da importância do treinamento funcional e da prática de repetição de tarefas para aprendizado motor. Por isso, a maioria dos estudos utiliza EEF associada às mais diversas tarefas. Uma das precursoras a publicar estudos sobre estimulação elétrica associada a atividades funcionais e mostrar a importância de estimular também músculos espásticos foi Judy Carmick. Em seus relatos de caso com crianças hemiparéticas portadoras de paralisia cerebral, a autora mostra bons resultados aplicando EEF em dorsi e plantiflexores para melhora da marcha. A autora ressalta a importância do uso da EEF em plantiflexores, pois esse grupo muscular é fundamental na manutenção do equilíbrio em pé e na marcha.

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Medium 9788520430972

Anexo 11 – Plano de Negócios para uma Empresa de Serviços

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 11

Plano de Negócios para uma

Empresa de Serviços

Book 1.indb 367

1/13/16 15:06

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Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

SOLARIS CONSULTING S/C

Praça Gaspar Ricardo, 50 – Box 11 – Centro

CEP: 13300-000 – Itu – SP

Tel: (11) 4022-4216

PLANO DE NEGÓCIOS

Elaborado por Luiggi Biaggioni

Agosto/2002

N. 001/Edição 01

Nota: os dados apresentados neste estudo de caso são reais; porém, por questão de confidencialidade, foi criada uma denominação fictícia para a empresa e seu endereço, bem como para seus sócios.

Book 1.indb 368

1/13/16 15:06

Anexo 11

369

Índice

Sumário executivo ........................................................................................................................................

1. Descrição da empresa ..........................................................................................................................

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Medium 9788520432860

8. Foucault e a alma como prisão do corpo

Paulo Ghiraldelli Jr. Manole PDF Criptografado

Capítulo 8

Foucault e a alma como prisão do corpo

I

Pronto para a morte, Sócrates a saudou dizendo que ela seria sua libertação do corpo. Modificada, essa expressão de

Sócrates poderia endossar um platonismo rasteiro, que afirmaria algo como “o corpo é a prisão da alma”. Os cristãos preferiram não falar em prisão. Douraram a pílula dizendo que “o corpo é o templo da alma”. Já em nossos tempos, o nietzscheano Foucault, na contramão, fustigou-nos dizendo que “a alma é a prisão do corpo”.

A alma é a prisão do corpo? Como? O que Foucault quis dizer com uma frase desse tipo que, convenhamos, não deixa de ser esquisita?

Falando sobre o nascimento e o desenvolvimento das prisões modernas, Foucault afirma que o “homem real”, que é “objeto do conhecimento, da reflexão filosófica ou da intervenção tecnológica” na modernidade, não é substituído pela alma,

“a ilusão dos teólogos”. É necessário notar, diz Foucault, que o próprio homem, nos tempos modernos, é o “efeito de uma subjetivação mais profunda”. Nesse sentido, pode-se então enxergar uma “alma que habita o homem e o traz à existência”.

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