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Medium 9788580555790

Capítulo 13. Traumatismo craniencefálico

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

Traumatismo craniencefálico

Thomas K. Watanabe, MD

Michael H. Marino, MD

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FUNDAMENTOS DO DIAGNÓSTICO

O traumatismo craniencefálico (TCE) pode ser leve, moderado ou grave.

No TCE leve, a duração da perda de consciência (PDC) é inferior a 30 minutos, a duração da amnésia pós-traumática

(APT) é inferior a 60 minutos, e o escore na Escala de Coma de Glasgow (GCS, de Glasgow Coma Scale) é de 13 a 15.

No TCE moderado, a duração da PDC é inferior a 24 horas, a duração da APT fica entre 1 e 7 dias, e o escore na GCS é de 9 a 12.

No TCE grave, a duração da PDC é superior a 24 horas, a duração da APT é superior a 7 dias, e o escore na GCS é inferior ou igual a 8.

O exame de tomografia computadorizada (TC) da cabeça é a modalidade de imagem de escolha inicial.

CONSIDERAÇÕES GERAIS

O TCE é uma importante causa de morbidade nos Estados Unidos e no mundo todo. Uma ampla gama de déficits pode ser observada, incluindo problemas físicos, cognitivos e comportamentais. As dificuldades encontradas em uma área podem impedir o progresso do paciente em outras áreas. O TCE é caracterizado por uma mudança no funcionamento neurológico e pode ser classificado como leve, moderado ou grave. Como alguns problemas de origem neurológica observados após TCE são bem específicos da população com lesão cerebral, o clínico de reabilitação deve estar familiarizado com o diagnóstico e tratamento dessas complicações. A reabilitação do TCE abrange o cuidado na unidade de terapia intensiva (UTI) por meio da reabilitação na fase aguda e o cuidado ambulatorial, que se estende

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Medium 9788580555790

Capítulo 11. Análise da marcha

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

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Análise da marcha

Nathaniel H. Mayer, MD

Philip Noto, DO

Albert Esquenazi, MD

A locomoção humana normal tem sido o foco de intensa análise observacional clínica há várias décadas. Por meio desses esforços, os componentes básicos do ciclo da marcha ‒ duas fases e subfases ‒ foram identificados, definidos de modo observacional e ligados a cinemática, cinética e comportamentos musculares.

Uma análise mais profunda revelou combinações de subfases que definem os aspectos operacionais da marcha – componentes organizados do ciclo da marcha que refletem as características funcionais para alcançar importantes objetivos operacionais do sistema de locomoção. Esses objetivos incluem avanço do centro de massa corporal por meio de mecanismos de propulsão da fase de oscilação e fase de apoio, mecanismos de liberação do pé no chão do membro em oscilação e mecanismos de estabilidade antigravitacionais que operam durante a carga do peso do corpo e o período subsequente de apoio unipodal. Os desvios comuns da marcha também foram analisados em termos de como eles se relacionam com um contexto maior dos aspectos operacionais da marcha, esclarecendo as estratégias de reabilitação que podem melhor abordar as características operacionais desaparecidas.

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Medium 9788580556025

Capítulo 63. Leucocitose e leucopenia

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

leucocitose e leucopenia

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CAPÍTULo 63

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outras formas de anemia de doença crônica não está bem esclarecido; a resposta é mais provável se os níveis séricos de eritropoetina forem baixos. O alvo terapêutico

é uma hemoglobina de 9 a 10 g/dL. A administração de ferro não é útil.

Anemia falciforme: a hidroxiureia, 10 a 30 mg/kg/dia VO, aumenta o nível de HbF e evita o afoiçamento; tratar as infecções precocemente, ácido fólico suplementar; crises dolorosas tratadas com oxigênio, analgésicos (opioides), hidratação e hipertransfusão; considerar o transplante de medula óssea alogênica em pacientes com crises cada vez mais frequentes.

Talassemia: transfusão para manter a Hb > 90 g/L (> 9 g/dL), ácido fólico, prevenção da sobrecarga de Fe por quelação com desferroxamina (parenteral) ou deferasirox

(oral); considerar a esplenectomia e o transplante de medula óssea alogênica.

Anemia aplásica: a globulina antitimocitária e a ciclosporina levam a uma melhora em 70% dos casos, transplante de medula óssea em pacientes jovens com doador compatível.

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Medium 9788582713686

Capítulo 19 - Agora Ouvindo as Melodias e Lendo as Partituras

Rodrigo Bressan, Géder Grohs, Ary Gadelha Artmed PDF Criptografado

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AGORA OUVINDO AS MELODIAS

E LENDO AS PARTITURAS

QUIRINO CORDEIRO, PEDRO SHIOZAWA

IDENTIFICAÇÃO

Féres, 31 anos, músico, natural e procedente de São Paulo.

MOTIVO DO ATENDIMENTO

Féres apresenta quadro de esquizofrenia marcado por alucinações visuais e auditivas refratárias ao uso de vários esquemas de tratamento com antipsicóticos. Por conta de sua baixa resposta clínica, os médicos responsáveis por seu tratamento o encaminharam para avaliação no laboratório de neuromodulação de nosso hospital, onde estava em acompanhamento ambulatorial.

O objetivo era oferecer ao paciente uma nova abordagem terapêutica, já que as re­percussões causadas por seus sintomas psicóticos estavam comprometendo sobre­ maneira seus estudos: o paciente era músico e estava pleiteando uma bolsa de estudos em um conservatório.

HISTÓRIA

Paciente de 31 anos de idade, sexo masculino, natural e procedente de São Paulo, com histórico de esquizofrenia, subtipo paranoide.

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Medium 9788582713877

Capítulo 3. O complexo do ombro

Evan Osar Artmed PDF Criptografado

Capítulo 3

O complexo do ombro

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Identificar e compreender os componentes funcionais do complexo do ombro

Identificar as principais regiões de disfunção dentro do complexo do ombro

Compreender a mecânica ideal do complexo do ombro

O ombro é um sistema complexo de articulações que trabalham juntas para permitir uma grande amplitude de mobilidade da extremidade superior. O complexo do ombro age para sustentar a extremidade superior, permitindo a colocação específica da mão nas ações de puxar, empurrar, levantar e arremessar.

ESTRUTURA DO COMPLEXO DO OMBRO

O complexo do ombro é formado por quatro articulações: glenoumeral (GU), escapulotorácica (ET), acromioclavicular (AC) e esternoclavicular (EC). A ação coletiva dessas quatro articulações torna o complexo do ombro o complexo articular mais móvel do corpo. Contudo, essa mobilidade tem um preço: a estabilidade. Para compreender exatamente como a estabilidade é criada, um conhecimento básico da cinemática e da anatomia funcional do ombro é necessário.

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