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Medium 9788580555790

Capítulo 39. Ultrassonografia musculoesquelética

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

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Ultrassonografia musculoesquelética

Paul Lento, MD

Edward Rosero, DO

Desde o desenvolvimento de transdutores de alta frequência, nos anos de 1980, médicos e ultrassonografistas têm utilizado o ultrassom musculoesquelético para obter imagens detalhadas de estruturas anatômicas. Hoje, muitos médicos usam o ultrassom musculoesquelético como uma ferramenta útil e auxiliar na avaliação e no tratamento de seus pacientes. Como a popularidade do ultrassom musculoesquelético continua aumentando, é necessária uma melhor compreensão de suas capacidades.

Este capítulo apresenta o conhecimento essencial sobre o ultrassom musculoesquelético, incluindo as indicações de uso; as vantagens e desvantagens dessa técnica em relação a outras modalidades de imagens; e a física básica da ultrassonografia. O aspecto dos tecidos musculoesqueléticos normais é revisado e ilustrado pelo uso de numerosas imagens de estruturas normais e patológicas que são avaliadas durante o exame diagnóstico de ultrassonografia musculoesquelética.

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Medium 9788580555585

Capítulo 64. Câncer de próstata

Barbara G. Wells; Joseph T. DiPiro; Terry L. Schwinghammer; Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

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CAPÍTULO

Câncer de próstata

•• O câncer de próstata é uma neoplasia maligna que surge na próstata e tem uma evolução indolor.

O câncer de próstata localizado é passível de cura por cirurgia ou radioterapia, porém o câncer avançado não é mais curável.

FISIOPATOLOGIA

•• A próstata normal é composta por células acinares secretoras que ficam alteradas quando invadidas pelo câncer. O principal tipo celular patológico é o adenocarcinoma (> 95% dos casos).

•• O câncer de próstata pode ser graduado. Os tumores bem diferenciados crescem lentamente, enquanto os tumores pouco diferenciados crescem rapidamente e apresentam prognóstico ruim.

•• Pode ocorrer disseminação metastática por extensão local, drenagem linfática ou disseminação

hematogênica. As metástases ósseas que ocorrem por via hematogênica constituem os tipos mais comuns de disseminação a distância. Os pulmões, o fígado, o cérebro e as glândulas suprarrenais constituem os locais mais comuns de comprometimento visceral, porém esses órgãos em geral não são acometidos no início da doença.

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Medium 9788582714164

Capítulo 16. O treino de controle dp estresse em grupo: um modelo da tcc

Carmem Beatriz Neufeld; Bernard P. Rangé Artmed PDF Criptografado

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O TREINO DE

CONTROLE DO

ESTRESSE EM

GRUPO: UM MODELO

DA TCC

Marilda Lipp

O principal objetivo deste capítulo é for­ ne­cer ao leitor proficiência no uso de prin­ cípios cognitivo-comportamentais para o tratamento do estresse emocional em grupo. Será apresentada uma descrição pormenorizada do modelo de intervenção desenvolvido no Laboratório de Estudos

Psicofisiológicos do Stress da PUC-Campi­ nas, cuja eficácia mutativa foi comprovada em várias pesquisas, dissertações de mes­ trado, teses de doutorado e trabalhos de conclusão de pós-doutorado. Devido a sua praticidade e curta duração, esse modelo, intitulado treino psicológico de controle do estresse (TCS), tem sido utilizado em várias instituições públicas, como Secretarias de

Segurança Pública dos Estados de Mato

Grosso, Tocantins e Sergipe e Tribunais de

Justiça do Trabalho, bem como em insti­ tuições hospitalares, principalmente para tratamento coadjuvante de hipertensos.

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Medium 9788580556025

Capítulo 164. Gota, psudogota e doenças correlatas

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

gota, pseudogota e doenças correlatas

CAPÍTULo 164

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dor das articulações afetadas, assim como uso de órteses e suportes para corrigir o desalinhamento.

Creme tópico de capsaicina pode ajudar a aliviar a dor na mão ou no joelho.

Paracetamol: analgésico comumente usado; deve-se ter cuidado em relação à toxicidade hepática.

AINEs, inibidores da COX-2: a toxicidade GI, renal e cardiovascular deve ser avaliada quanto a riscos e benefícios individuais.

AINEs tópicos: menos efeitos colaterais GI e sistêmicos; podem causar irritação cutânea.

Analgésicos opioides: podem ser considerados em pacientes selecionados cujos sintomas não são adequadamente controlados com outras medidas e que não podem ser submetidos à cirurgia; hábito no uso é preocupação potencial.

Glicocorticoides intra-articulares: podem proporcionar alívio sintomático, porém seu efeito é tipicamente de curta duração.

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Medium 9788580556025

Capítulo 23. Cetoacidose diabética e coma hiperosmolar

Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Stephen L. Hauser; Dan L. Longo; J. Larry Jameson; Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

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Seção 2

23

EmErgências médicas

Cetoacidose diabética e coma hiperosmolar

A cetoacidose diabética (CAD) e o estado hiperglicêmico hiperosmolar (EHH) são complicações agudas do diabetes melito (DM). A CAD é observada nos indivíduos com DM tipo 1 e o EHH nos indivíduos com DM tipo 2. Ambos os distúrbios estão associados a uma deficiência absoluta ou relativa de insulina, depleção volêmica e estado mental alterado. As semelhanças e diferenças metabólicas entre a CAD e o EHH estão resumidas no Quadro 23.1.

CETOACIDOSE DIABÉTICA

ETIOLOGIA

A CAD resulta de uma deficiência de insulina com um aumento relativo ou absoluto no glucagon e pode ser causada por administração inadequada de insulina, infecção

(pneumonia, ITU, gastrenterite, sepse), infarto (cerebral, coronariano, mesentérico, periférico), cirurgia, trauma, drogas (cocaína) ou gravidez. Um cenário precipitante

QUADRo 23.1 VALoReS LABoRAToRIAIS NA CAD e No eHH (VARIAçÕeS RePReSeNTATIVAS

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