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Medium 9788582713570

Capítulo 6. Agentes ansiolíticos

Alan Schatzberg, Charles DeBattista Artmed PDF Criptografado

6

Agentes ansiolíticos

O

s agentes ansiolíticos – definidos no passado como benzodiazepínicos – são os medicamentos psicotrópicos mais utilizados no mundo. A maioria das prescrições desses fármacos é emitida por clínicos gerais. Os psiquiatras são responsáveis por menos de 20% dessas prescrições nos Estados Unidos, o que reflete, em parte, o fato de a maioria dos pacientes ansiosos nunca procurar esses profissionais. Além disso, os ansiolíticos são prescritos para uma grande variedade de pacientes que não apresenta um transtorno primário de ansiedade – isto é, indivíduos que consultam os médicos de cuidados primários com queixas somáticas ou doença somática real.

Os agentes ansiolíticos podem ser divididos em muitas subclasses, das quais os benzodiazepínicos são os mais frequentemente prescritos. Várias dessas subclasses de ansiolíticos (p. ex., benzodiazepínicos) incluem agentes comercializados primariamente como hipnóticos (p. ex., flurazepam). Neste manual, separamos os tratamentos farmacológicos da ansiedade daqueles da insônia.

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Medium 9788580556025

Capítulo 174. Distúrbios do sistema reprodutor masculino

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Distúrbios do sistema reprodutor masculino

174

CAPÍTULo 174

1085

Distúrbios do sistema reprodutor masculino

Os testículos produzem espermatozoides e testosterona. A produção inadequada de espermatozoides pode ocorrer como problema isolado ou na deficiência de androgênios, com o comprometimento secundário da espermatogênese.

DEFICIÊNCIA DE ANDROGÊNIOS

Etiologia

Pode ser causada por insuficiência testicular (hipogonadismo primário) ou defeitos hipotalâmico-hipofisários (hipogonadismo secundário).

O hipogonadismo primário é diagnosticado quando os níveis de testosterona estão baixos, enquanto os níveis de gonadotrofinas (hormônio luteinizante [LH] e hormônio folículo-estimulante [FSH]) se mostram elevados. A síndrome de Klinefelter constitui a causa mais comum (cerca de 1 em 1.000 nascidos masculinos), decorrendo de um ou mais cromossomos X extras, habitualmente com cariótipo 47,

XXY. Outras causas genéticas de desenvolvimento testicular, biossíntese de androgênios ou ação de androgênios são incomuns. Em geral, a insuficiência testicular primária adquirida resulta de orquite viral, mas pode ser causada por traumatismo, torção testicular, criptorquidia, lesão por irradiação ou doenças sistêmicas, como amiloidose, doença de Hodgkin, anemia falciforme ou doenças granulomatosas. A insuficiência testicular pode ocorrer como parte de uma síndrome de insuficiência autoimune poliglandular. Desnutrição, Aids, insuficiência renal, cirrose hepática, distrofia miotônica, paraplegia e toxinas, como álcool, maconha, heroína, metadona, chumbo e agentes antineoplásicos e quimioterápicos, também podem causar insuficiência testicular. A síntese da testosterona pode ser bloqueada por cetoconazol, e a ação da testosterona pode ser bloqueada ao nível do receptor do androgênio por espironolactona ou cimetidina.

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Medium 9788582712757

Capítulo 57. Só a poesia vende

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

57

SÓ A POESIA VENDE

A poesia assusta ao vir em estado puro. Embriaga. É como a cachaça fora da caipirinha. A maioria não quer, e quem quer costuma afundar, afogando-se no excesso. É como a tristeza e a angústia. Ninguém deseja, mas, sem um tanto delas, não se realiza o grande trabalho nem se vive o amor verdadeiro. Por isso, talvez, a maioria não crie com frequência, não vai a fundo e pede para ser medicada.

Triste e real perspectiva. A epifania fica para poucos, escasseia a liber­ dade de uma vida com arte. É o que se pode, mas não deveria. A poesia como ritmo é necessária. Como metáfora, deslocamento e, sobretudo, emoção, olho no olho. Ela promoveu o primeiro encontro entre a mãe e o bebê. Promoveu o segundo e todos os outros, inclusive o último. Ela permitiu a separação, o reencontro, o crescimento. Mergulhou no senti­ mento e botou o sal na vida como a gordura na carne. A vida sem ela torna-se músculo seco. Ser bebê é difícil e fascinante por causa da poesia.

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Medium 9788582714287

Capítulo 1. Histórias simbólicas sobre o que é recuperação

Ronaldo Laranjeira, Hugo Leal Artmed PDF Criptografado

1

HISTÓRIAS SIMBÓLICAS

SOBRE O QUE

É RECUPERAÇÃO

A vivência do alcoólico no Alcoólicos Anônimos (AA) vai muito além do intercâmbio de experiências individuais sobre o desenvolvimento da doença ou o fortalecimento do propósito de se manter abstinente por meio de uma disciplina comportamental comum de mútuo apoio. Na verdade, o que acontece é uma relação de cumplicidade no processo de crescimento e aprimoramento das consciências, que dá, a cada um, ganhos na qualidade de vida e na realização pessoal psíquica e material que realmente compensam as dores da abstinência, com uma nova cosmovisão e novos objetivos de vida.

Nesse caminho, a criatividade e o repertório simbólico das buscas individuais se so­mam e formam uma cultura própria, na qual elementos de diversas expressões se reúnem de modo a convergir em um caminho único, que mostra alegoricamente saídas para angústias e indefinições comuns no cotidiano. Essas histórias, muitas delas refletindo máximas de filosofia perene (conjunto de verdades universais presentes em diversas civilizações de todas as eras), são contadas pelos membros da irmandade quando ex­ põem suas reflexões e acabam funcionando como ícones, indicando o que se fazer ante distorções emocionais ou encruzilhadas nos rumos da existência.

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Medium 9788580556025

Capítulo 197. Medicamentos psiquiátricos

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

1260

Seção 15

Psiquiatria e abuso de substâncias

isolada, fria e indiferente, ao passo que a personalidade esquizotípica é excêntrica e supersticiosa, com pensamento mágico e experiências perceptuais incomuns.

TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE DO GRUPO B

Descreve os indivíduos cujo comportamento é impulsivo, excessivamente emocional e errático. A personalidade limítrofe (borderline) é impulsiva e manipuladora, com humores intensos imprevisíveis e oscilantes, bem como relacionamentos instáveis, medo do abandono e episódios ocasionais de raiva. O paciente histriônico é dramático, envolvente, sedutor e chama a atenção. O paciente narcisista é autocentrado e tem um senso inflado de autoestima combinado com uma tendência a desvalorizar ou rebaixar os outros, ao passo que os pacientes com transtorno de personalidade antissocial usam as outras pessoas para alcançar seus próprios objetivos e se engajam em comportamentos de exploração e manipulação sem qualquer sentimento de remorso.

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Medium 9788582714409

Capítulo 6. Substâncias bioativas

Siomara da Cruz Monteiro, Clara Lia Costa Brandelli Artmed PDF Criptografado

6

SUBSTÂNCIAS BIOATIVAS

Clara Lia Costa Brandelli

Patrícia de Brum Vieira

Objetivos de aprendizagem

Definir substância bioativa.

Descrever as origens das substâncias bioativas.

Caracterizar e classificar os principais compostos que constituem as

substâncias bioativas: compostos fenólicos, terpenos e alcaloides.

Associar determinadas substâncias bioativas a atividades biológicas e aplicações farmacêuticas, cosméticas e/ou alimentícias.

INTRODUÇÃO

Nos últimos tempos, substâncias bioativas vêm despertando o interesse de diversas áreas, como farmacologia, cosmetologia e indústria alimentícia. Esse tema tem grande potencial e está em franco desenvolvimento, resultando em trabalhos de pesquisa cada vez mais numerosos. Apesar do número significativo de pesquisas, sua definição é ambígua e pouco clara. Assim, o que é uma substância bioativa?

Em etimologia, o termo “bioativo” é formado por duas palavras: “bio” e

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Medium 9788580555585

Capítulo 22. Constipação intestinal

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

22

CAPÍTULO

Constipação intestinal

•• Uma definição de constipação intestinal é menos de três evacuações por semana em mulheres e

menos de cinco em homens, apesar de uma dieta rica em resíduos, ou um período de mais de três dias sem evacuação, esforço para evacuar em mais de 25% das vezes e/ou duas ou menos evacuações por semana e esforço para defecar e menos de uma evacuação por dia com esforço mínimo.

A American Gastroenterological Association define a constipação intestinal como dificuldade de evacuação ou evacuações infrequentes, algumas vezes associadas a esforço para defecar ou sensação de defecação incompleta.

Fisiopatologia

•• A constipação intestinal pode ser primária (i.e., ocorre sem nenhuma causa subjacente identificá-

vel) ou secundária (em consequência de fármacos que provocam constipação intestinal, fatores do estilo de vida ou distúrbios clínicos). Não se trata de uma doença, mas de um sintoma de doença ou problema subjacente.

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Medium 9788582712757

Capítulo 58. A poesia ajuda

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

58

A POESIA AJUDA

Desde cedo, eu li muita poesia. Não sei como começou. Acho que com a mãe, com a negra Maria e com a vó Branquinha quando eu era bebê.

Mas isso vem da teoria que eu li depois. A poesia, para mim, sempre foi prática. Acontecimento visceral.

Lia por ler. Lia porque gostava. Não tinha a noção da importância, pelo contrário: lia pela inutilidade, pela “desimportância”. O dia, os pais, a escola impunham obrigações, e a poesia desobrigava, deixava livre, um brinquedo como qualquer outro do tipo jogar botão, bola, bater figurinha, andar de carrinho de lomba. Não era de ajudar, mas de viver.

Nunca imaginei que a poesia pudesse ajudar tanto e teria a ver com o mais importante da medicina, da psicanálise, do amor. A medicina que eu fiz não seria digna sem poesia. Seria técnica, fria, e a psicanálise, também. A fundação delas era poética, igual a quando a vida começou.

O amor nem aconteceria. O que seria dele sem a poesia do amor, escrita ou olhada, vivida ou contada?

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Medium 9788582712672

Capítulo 1. Sobre o aprender e suas relações: interfaces entre neurologia, psicologia e psicopedagogia

Newra Tellechea Rotta, César Augusto Bridi Filho, Fabiane De Souza Bridi Artmed PDF Criptografado

Sobre o aprender e suas relações: interfaces entre neurologia, psicologia e psicopedagogia

1

CÉSAR AUGUSTO BRIDI FILHO E

FABIANE ROMANO DE SOUZA BRIDI

SOBRE O CAMPO

DA APRENDIZAGEM

Considerando a aprendizagem como elemento central que une diferentes campos do conhecimento, este capítulo se propõe a pensar e problematizar as relações constituintes da neurologia, da psicologia e da psicopedagogia no que tange ao aprender humano. De que forma essas três áreas se relacionam, se influenciam e se constituem?

Como intervenções terapêuticas no campo da psicopedagogia podem alterar a estrutura e o funcionamento neurológico? Como os aspectos neurológicos determinam os elementos psicológicos que caracterizam o ato de aprender?

O lugar central da aprendizagem no

âmbito das diferentes disciplinas vincula-se

à importância do aprender em nossa cultura, uma vez que todos necessitam cumprir com êxito essa ação. O imperativo da aprendizagem na atualidade se traduz na obrigatoriedade da escolarização e na apropriação do conhecimento sistematizado, manifestado principalmente por meio das habilidades como a leitura, a escrita e o cálculo.

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Medium 9788580555585

Capítulo 14. Tromboembolismo venoso

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Tromboembolismo venoso

•• O tromboembolismo venoso (TEV) resulta da formação de coágulos na circulação venosa e manifesta-se na forma de trombose venosa profunda (TVP) e embolia pulmonar (EP).

FISIOPATOLOGIA

•• A hemostasia normal (Figura 14-1) mantém a integridade do sistema circulatório após a ocorrên-

cia de lesão dos vasos sanguíneos. Com a ocorrência de lesão vascular, os componentes do processo da coagulação impedem a ruptura por meio de interação das plaquetas ativadas e da cascata dos fatores da coagulação desencadeada pelo fator tecidual, culminando na formação de um coágulo de fibrina.

•• Diferentemente da hemostasia fisiológica, a trombose venosa patológica ocorre na ausência de ruptura macroscópica da parede venosa e pode ser desencadeada por micropartículas que exibem o fator tecidual, e não pelo fator tecidual expresso nas paredes dos vasos.

•• As plaquetas são ativadas e contribuem para a formação de trombo por meio de duas vias: (1) a exposição do sangue ao colágeno subendotelial após a lesão vascular; e (2) a geração de trombina pelo fator tecidual derivado da parede do vaso ou presente no sangue. O trombo plaquetário forma-se

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Capítulo 13. Casquinhas

Celso Gutfreind Artmed PDF Criptografado

13

CASQUINHAS

Existe na dor uma realidade intensa, extraordinária.

Oscar Wilde

Ela tinha quinze anos e já sabia pensar sobre si mesma. O sintoma que a trouxe – urticárias refratárias – tinha quase desaparecido. Já estávamos em outra fase, refletindo sobre a relação com o primeiro namorado. Ela reclamava que ele era possessivo, ciumento, não a deixava fazer nada sem ele, como sair com as amigas, dançar balé, jogar tênis, “Nem cocô”.

Ela também era ciumenta, reconhecia, mas achava que nem tanto: “Ele pode pelo menos fazer xixi em paz”. Ziguezagueávamos já com algum humor entre isso e a relação com a mãe, vista mais no tempo das urticárias. Enfim, dependia muito da mãe para sair, voltar – estar ali. Se a mãe esquecia, não vinha. Se a mãe atrasava, também atrasava.

Comentávamos um atraso e uma falta decorrentes de falhas da mãe.

Ela tentava me explicar que não eram muitas faltas nem atrasos ao defender as dificuldades maternas com uma resistência (refratária) ao que eu dizia. Acolhi. Depois de um tempo em silêncio, tirou uma casquinha da perna e falou:

– Não sei por que tenho o hábito de tirar casquinhas.

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Medium 9788580555585

Apêndice 1. Reações alérgicas e pseudoalérgicas e fármacos

Barbara G. Wells, Joseph T. DiPiro, Terry L. Schwinghammer, Cecily V. DiPiro Artmed PDF Criptografado

APÊNDICE

Apêndices

Editados por Barbara G. Wells

1

QUADRO a1-1

Reações alérgicas e pseudoalérgicas a fármacos

Classificação das reações alérgicas a fármacos

Tipo

Descrição

Características

I

Anafilática (mediada por IgE)

O alérgeno liga-se à IgE nos Dentro de 30 min Reação imediata basófilos ou mastócitos, a < 2 horas

à penicilina resultando na liberação

Hemoderivados de mediadores

Hormônios inflamatórios. polipeptídicos

Vacinas

Dextrana

Início típico

II

Citotóxica

Ocorre destruição celular,

Geralmente devido ao antígeno

> 72 h a várias associado à célula que semanas inicia a citólise por meio de anticorpo antígeno específico (IgG ou IgM).

Com mais frequência, envolve os elementos do sangue.

Penicilina, quinidina, heparina, fenilbutazona, tiouracilas, sulfonamidas, metildopa

III

Por imunocomplexos

Os complexos antígeno-anticorpo formam-se e depositam-se nas paredes dos vasos sanguíneos, ativando o complemento.

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Medium 9788580555790

Capítulo 7. Intestino neurogênio & bexiga

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

7

Intestino neurogênico

& bexiga

Jonathan Quevado, MD

Jason Smith, MD

Sara Cuccurullo, MD

INTESTINO NEUROGÊNICO

FUNDAMENTOS DO DIAGNÓSTICO

00

Incontinência intestinal.

00

Dificuldade em evacuar.

00

Aumento da incontinência ou constipação intestinal.

00 Considerações gerais

O termo intestino neurogênico é usado para descrever as alterações no funcionamento do sistema gastrintestinal (GI) dos pacientes após uma lesão neurológica. Essas alterações são preocupantes devido a aspectos do controle intestinal e, por fim, do medo e do constrangimento que as acompanham. A maior mudança na função GI após uma lesão da medula espinal (LME) envolve a evacuação. Em contraste com o desafio que os indivíduos com incontinência urinária enfrentam (discutido mais adiante neste capítulo), a continência com um intestino neurogênico é alcançável para a maioria das pessoas, em especial quando o paciente e a família estão motivados e disciplinados.

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Medium 9788580556025

Capítulo 44. Linfadenopatia e esplenomegalia

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Linfadenopatia e esplenomegalia

44

CAPÍTULo 44

219

Linfadenopatia e esplenomegalia

LINFADENOPATIA

A exposição ao antígeno por meio de ruptura na pele ou mucosa faz o antígeno ser captado pela célula apresentadora de antígeno e carreado através dos canais linfáticos para o linfonodo mais próximo. Os canais linfáticos circulam por todo o corpo, com exceção do cérebro e dos ossos. A linfa entra no linfonodo através do vaso aferente e sai dele pelo vaso eferente. À medida que as células apresentadoras de antígeno passam através dos linfonodos, elas apresentam o antígeno aos linfócitos que aí residem.

Os linfócitos existentes em um linfonodo são constantemente substituídos por linfócitos livres de antígeno provenientes do sangue. Eles são retidos no linfonodo por receptores originais especiais. As células B povoam os folículos linfoides no córtex; as células T povoam as regiões paracorticais. Quando uma célula B encontra um antígeno ao qual poderá fixar sua imunoglobulina de superfície, permanece no folículo por alguns dias e forma um centro germinativo onde o gene da imunoglobulina sofre mutação na tentativa de produzir um anticorpo com afinidade mais alta pelo antígeno. A seguir, a célula B migra para a região medular, diferencia-se em plasmócito e secreta imunoglobulina para dentro da linfa eferente.

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Capítulo 25. Reabilitação de queimaduras

Ian B. Maitin Artmed PDF Criptografado

25

Reabilitação de queimaduras

Jonathan Niszczak, MS, OTR/L

Lisa Forbes, MSc, OT Reg(MB)

Michael Andreas Serghiou, OTR, MBA

O cuidado de queimaduras e o manejo da lesão continuam avançando no mundo desenvolvido, levando a melhor sobrevida e reabilitação de indivíduos que sofrem lesões por queimadura.

Esses indivíduos requerem uma abordagem minuciosa para cuidado que os ajude a atingir independência completa e recuperação máxima das lesões. As estimativas atuais sugerem que mais de 1,2 milhão de indivíduos nos Estados Unidos requerem cuidado para lesões por queimadura todos os anos, e esse número

é ainda mais alto em muitos outros países do mundo. A reabilitação bem-sucedida de uma pessoa com uma lesão por queimadura requer uma abordagem de equipe na qual cada membro forneça recursos e habilidades essenciais para ajudar a transição do indivíduo de uma “vítima” de queimadura para um “sobrevivente”, com sua independência funcional preservada.

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