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Medium 9788580556025

Capítulo 37. Dor abdominal

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

178

Seção 3

ApresentAções comuns do pAciente

QUADRo 36.3 CoMPLICAçÕeS PRoVoCADAS PeLoS DIURÉTICoS

Comuns

Incomuns

Depleção volêmica

Nefrite intersticial (tiazidas, furosemida)

Azotemia pré-renal

Pancreatite (tiazidas)

Depleção de potássio

Perda da audição (diuréticos de alça)

Hiponatremia (tiazidas)

Anemia, leucopenia, trombocitopenia (tiazidas)

Alcalose metabólica

Hipercolesterolemia

Hiperglicemia (tiazidas)

Hiperpotassemia (poupadores de K)

Hipomagnesemia

Hiperuricemia

Hipercalcemia (tiazidas)

Queixas GI

Erupções cutâneas (tiazidas)

Fonte: Do Manual de Medicina de Harrison,18a edição, Cap. 42.

Em casos de ICC (Cap. 124), evitar a diurese excessiva, pois isso pode induzir a uma queda no débito cardíaco e acarretar azotemia pré-renal. Evitar a hipopotassemia induzida por diuréticos, o que predispõe à toxicidade digitálica.

Na cirrose e em outras causas hepáticas do edema, a espironolactona é o diurético inicial de escolha, mas pode produzir acidose e hiperpotassemia. As tiazidas e as pequenas doses de diuréticos de alça também podem ser acrescentadas. Entretanto, a depleção de volume pode resultar em insuficiência renal. A diurese excessiva pode resultar em hiponatremia, hipopotassemia e alcalose, que podem agravar a encefalopatia hepática (Cap. 154).

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Medium 9788584290994

Capítulo 5. Epidemiologia

Christine P. Dancey, John G. Reidy, Richard Rowe Artmed PDF Criptografado

5

Epidemiologia

Panorama do capítulo

A epidemiologia envolve o estudo de doenças e outros fatores relacionados à saúde dentro de populações específicas. Os epidemiologistas estão geralmente interessados:

99 Na prevalência da doença. Prevalência se refere à frequência da patologia.

99 Na incidência da doença. A incidência se refere ao início de novos casos da condição em um período de tempo em particular.

99 Na identificação de fatores de risco para a doença. Indivíduos expostos a fatores de risco têm maior probabilidade de desenvolver uma patologia. Fatores potenciais de risco incluem uma faixa muito extensa de itens como idade, sexo, fatores sociais (p. ex., qualidade das amizades) e fatores biológicos

(p. ex., exposição a altos níveis de testosterona durante o desenvolvimento pré-natal). Uma vez que os fatores de risco que aumentam as chances de doença são identificados, uma pesquisa adicional

é necessária para entender como/se determinado fator de risco está envolvido na causa da doença.

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Medium 9788582714164

Capítulo 4. Terapia cognitivo - comportamental em grupo para depressão

Carmem Beatriz Neufeld, Bernard P. Rangé Artmed PDF Criptografado

4

TERAPIA

COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

EM GRUPO PARA

DEPRESSÃO

Adriana Munhoz Carneiro

Denise Petresco David

Caracterizada pelos sintomas principais de tristeza intensa e falta de interesse/ prazer pelas atividades, a depressão é um transtorno mental que afeta 350 milhões de pessoas no mundo, com perspectivas de ser a maior causa de incapacidade mundial até 2030. Aliadas a essas preocupações, encontram-se as altas taxas de recaída e recorrência, o que gira em torno de 50 a 90% dos casos (Canadian Network for

Mood and Anxiety Treatments [CANMAT],

2012; Fava et al., 2004; Maj, Veltro, Pirozzi,

Lobrace, & Magliano, 1992). Entre essas taxas, estima-se que 20 a 40% dos pacientes com depressão não respondem satisfatoriamente a medicações antidepressivas

(Israel, 2010), o que traz como necessidade o desenvolvimento de outras estratégias para administração em conjunto com o tratamento medicamentoso, como a prática psicoterápica.

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Medium 9788580556025

Capítulo 120. Anfina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

798

Seção 8

CARDIOLOGIA

um antagonista do receptor plaquetário P2Y12) para reduzir a incidência de reinfarto.

No caso de FEVE ≤ 40%, deve-se usar indefinidamente um inibidor da ECA ou BRA

(se o inibidor da ECA não for tolerado). Considerar a adição de um antagonista da aldosterona (ver Insuficiência cardíaca anteriormente).

Deve-se incentivar a modificação dos fatores de risco cardíacos: abandonar o tabagismo; controlar a hipertensão, o diabetes e os lipídeos séricos (geralmente atorvastatina, 80 mg/dia, no período pós-IAM imediato – ver Cap. 178); e praticar exercícios de modo gradual.

Para uma discussão mais detalhada, ver Antman EM, Loscalzo J:

Infarto do miocárdio com elevação do segmento ST, Cap. 295, p. 1599; e Hochman JS, Ingbar DH: Choque cardiogênico e edema pulmonar, Cap. 326, p. 1759, do Medicina Interna de Harrison,

19ª edição.

120

Angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST

A angina instável (AI) e o infarto agudo do miocárdio (IAM) sem elevação do segmento ST (IMSEST) constituem síndromes coronarianas agudas com mecanismos, apresentação clínica e estratégias de tratamento semelhantes.

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Capítulo 104. Infecções virais transmitidas por insetos e animais

Dennis Kasper, Anthony Fauci, Stephen Hauser, Dan Longo, J. Jameson, Joseph Loscalzo Artmed PDF Criptografado

Infecções virais transmitidas por insetos e animais

CAPÍTULo 104

653

para áreas endêmicas ou forem expostos ao poliovírus do tipo selvagem em suas comunidades ou locais de trabalho.

– Os adultos sob maior risco de exposição que receberam a sua série primária de vacinação devem receber uma dose única de VPI.

Para uma discussão mais detalhada, ver Cohen JI: Infecções por enterovírus, parechovírus e reovírus, Cap. 228, p. 1289, do Medicina Interna de Harrison, 19ª edição.

104

Infecções virais transmitidas por insetos e animais

RAIVA

Microbiologia

A raiva é uma zoonose geralmente transmitida a humanos pela mordedura de um animal raivoso e causada pelo vírus da raiva – um vírus RNA não segmentado de fita simples e senso negativo, da família Rhabdoviridae. Cada reservatório animal abriga variantes distintas do vírus da raiva.

Epidemiologia

No mundo inteiro, a raiva canina é responsável por cerca de 55.000 mortes de humanos ao ano, em sua maior parte nas populações rurais e em crianças na Ásia e África.

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