Editora Manole (21)
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2. Comportamento alimentar em pediatria

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Comportamento alimentar em pediatria

Glauce Hiromi Yonamine

Carla Aline Fernandes Satiro

Introdução

O comportamento alimentar envolve as ações relacionadas ao ato de se alimentar, isto é, o que se come, como, com quem, onde e por que comemos1. Esse comportamento começa a ser formado logo após o nascimento, e sabe-se que os hábitos alimentares adquiridos na infância estão relacionados com a alimentação ao longo da vida.

Neste capítulo, discutiremos os principais aspectos envolvidos no comportamento alimentar em pediatria. Para abordar didaticamente esse tema, o capítulo foi dividido em tópicos: “Divisão de responsabilidades na alimentação”; “Aspectos relacionados aos cuidadores”; “Aspectos relacionados às crianças e adolescentes”; e “O papel do nutricionista”.

Divisão de responsabilidades na alimentação

As crianças têm uma habilidade inata para se alimentar. Por isso é fundamental que elas participem ativamente da sua alimentação.

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7. Educação nutricional em hospital

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 7

Educação nutricional em hospital

Camila Pugliese

Adriana Hidelfonso Zampolo

Maria Aparecida Carlos Bonfim

Introdução

Hábitos alimentares saudáveis devem ser estimulados desde a infância, pois ajudam no desenvolvimento adequado dos indivíduos e auxiliam na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis. É na infância, durante o processo de socialização, que as crianças aprimoram a percepção para sabores, começam a ter suas preferências por determinados alimentos e iniciam o desenvolvimento do seu comportamento alimentar1.

É consenso que as crianças comem o que gostam e que nem sempre suas preferências são compatíveis com uma dieta saudável. Elas são predispostas a rejeitar alimentos novos (neofobia) e a associar os sabores aos contextos sociais e às consequências fisiológicas pós-ingestão.

O hospital configura-se como uma instituição complexa na qual pacientes e familiares e/ou acompanhantes convivem com a dor e a doença, exigindo-se um esforço para se adaptarem à nova situação, imposta pelo processo de adoecimento. O paciente e sua família passam a vivenciar os limites impostos pela hospitalização, que pode desconsiderar suas subjetividades, tendo que adaptar-se às regras, fazendo-os assumir uma postura passiva diante dos profissionais da saúde e das situações que enfrentam nesse contexto2.

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11. Educação alimentar e nutricional em escolas

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 11

Educação alimentar e nutricional em escolas

Julliana Augusto Sanches Bonato

Rachel Helena Vieira Machado

O que é educação alimentar e nutricional e por que ela precisa ser realizada na infância

A educação alimentar e nutricional (EAN) é uma estratégia preconizada pelas políticas públicas em alimentação e nutrição, sendo considerada um importante instrumento para promoção de hábitos alimentares saudáveis. No Brasil, pratica-se EAN desde a década de 1940, a princípio voltada para adultos e através de divulgação de materiais informativos e/ou medidas que privilegiavam a suplementação alimentar e atividades de combate a carências nutricionais específicas. Dada a ausência de diretrizes específicas que norteiem a prática em EAN, foi desenvolvido em 2012 o documento intitulado Marco de referência de educação alimentar e nutricional para as políticas públicas, lançado com objetivo de promover um campo comum de reflexão e orientação da prática, no conjunto de iniciativas de EAN1.

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1. Educação nutricional em pediatria

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Educação nutricional em pediatria

Andréa Gislene do Nascimento

Fernanda Ferreira dos Santos

Introdução

Inserida no âmbito das políticas públicas direcionadas à promoção da saúde e da segurança alimentar e nutricional (SAN), a educação alimentar e nutricional (EAN) constitui o campo do conhecimento transdisciplinar em constante construção que tem seu referencial histórico caminhando juntamente à criação e desenvolvimento da categoria de nutricionistas no país1,2.

A EAN passa a ser discutida no Brasil em meados de 1930, a partir da instalação do parque industrial nacional e do surgimento de organizações de trabalhadores urbanos. Paralelamente, Josué de Castro apresenta importantes ponderações quanto à predominante desnutrição e desigualdade social entre indivíduos de diferentes classes econômicas, dentre os quais se encontravam os atendidos pelos programas assistenciais difundidos no período e especialmente aqueles que estavam fora dessa cobertura. Observa-se então que as ações em EAN estavam centradas na atenção às necessidades dos trabalhadores e seus familiares, tendo como foco o binômio saúde-doença, prevalente na ocasião1,3-5.

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6. Aleitamento materno: orientação na prática

Andréa Gislene do Nascimento... [et al.]. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 6

Aleitamento materno: orientação na prática

Analisa Gabriela Zuchi Leite

Renata Hyppolito Barnabe

Vanessa Camargo Trida

Introdução

O aleitamento materno consiste no melhor alimento para o recém-nascido, sendo uma fonte cujos benefícios reverberam desde o início da vida até a idade adulta1.

A amamentação tem conhecida relevância do ponto de vista biológico, nutricional, imunológico, econômico, psicológico e também ecológico, e interfere de maneira positiva no crescimento e desenvolvimento da criança. É considerada uma das estratégias que mais contribuem para evitar a desnutrição e a hospitalização, e auxiliam na prevenção da mortalidade no primeiro ano de vida, sendo recomendada sua prática, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de forma exclusiva até os

6 meses e complementada até os 2 anos ou mais1,2.

Existem evidências de que crianças amamentadas ao seio apresentam melhores resultados em testes de inteligência, desenvolvimento cognitivo, maturação gastrintestinal e imunológica, além de criarem um melhor vínculo mãe-filho3.

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