Mcgraw Hill (13)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788580555196

Capítulo 12 - Respondendo eficientemente a problemas de comportamento

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Respondendo eficientemente a problemas de comportamento

Princípios para lidar com comportamento inadequado 289

Lidando com mau comportamento leve 295

Lidando com mau comportamento mais grave 299

Lidando com mau comportamento crônico 305

Lidando com problemas espinhosos 314

Quando a disciplina viola os direitos constitucionais dos alunos 320

Comentários finais 322

Resumo 323

Há não muito tempo, lemos uma notícia no jornal de uma licencianda cujas turmas de quarto e quinto períodos de inglês estavam fazendo-lhe passar por maus momentos.

Era meio do ano escolar e Sharon estava se sentindo frustrada pelo comportamento desrespeitoso e bagunceiro de seus alunos.

“Eles não ficam sentados nem mesmo para ouvir as orientações”, ela escreveu. “Cada vez mais eu perco tempo de aula pedindo silêncio. Eu não entendo por que eles são tão rudes e eu simplesmente não sei o que fazer”. À medida que lemos mais, ficou claro que o problema daquela licencianda não se devia a uma ausência de regras e rotinas claras ou a um ensino chato e entediante:

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555196

Capítulo 9 - Administrando o trabalho independente

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Administrando o trabalho independente

As armadilhas do trabalho independente 217

Planejando e implementando trabalho independente e eficiente 220

Comentários finais 227

Resumo 228

O trabalho independente é uma atividade de ensino comum a partir dos anos finais do ensino fundamental (alguns diriam que é comum até demais, uma posição que iremos discutir posteriormente). Nessa situação, os alunos são colocados para trabalhar em suas carteiras, com seus próprios materiais, enquanto o professor fica livre para monitorar toda a turma – observar o desempenho dos alunos, fornecer apoio e feedback, participar de miniconferências e preparar os alunos para os deveres de casa. O trabalho independente é com frequência usado para proporcionar aos alunos uma chance de praticar ou rever material apresentado previamente. Por exemplo, no “ensino direto” ou “ensino explícito” (ROSENSHINE,

1986), o professor revê a matéria anterior, apresenta novos conteúdos e, então, dá aos alunos a oportunidade de praticar, primeiro sob supervisão (“prática orientada”) e depois de modo independente (“prática independente”).

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555196

Capítulo 13 - Evitando e respondendo à violência

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

Evitando e respondendo

à violência

Quanta violência existe? 327

Estratégias para evitar a violência 328

Respondendo à violência 337

Comentários finais 340

Resumo 341

Por volta do ano 2000, todas as escolas nos

Estados Unidos estarão livres de drogas e violência e da presença não autorizada de armas de fogo e álcool e oferecerão um ambiente disciplinado que é propício ao aprendizado. (KILDEE, 1994).

No final dos anos 1990, uma série de tiroteios em escolas no Mississippi, Kentucky, Arkansas, Pennsylvania, Tennessee e

Oregon deixou claro que esse louvável objetivo nacional, adotado pelo Congresso e assinado pelo então presidente Clinton, estava certamente fora de alcance. Mas nada preparou o país para os eventos de 20 de

Abril de 1999. Nesse dia, dois alunos do último ano do ensino médio na Columbine

High School, em Littleton, Colorado, mataram a tiros 12 alunos e um professor antes de se matarem. De um dia para o outro, o tópico da violência escolar foi lançado para a primeira página do jornal. Tiroteios em série, temores de bombas e ameaças de violência criaram um terror sem precedentes e agitação durante as semanas finais do ano escolar. Os pais sofriam em mandar seus filhos para a escola. Políticos, legisladores e especialistas falavam da violência dos jovens como uma “epidemia nacional” e especula-

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555196

Capítulo 2 - Planejando o ambiente físico

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Planejando o ambiente físico

Cinco funções do ambiente de sala de aula 25

O professor como um planejador do ambiente 36

Algumas reflexões sobre ter de compartilhar salas 39

Comentários finais 41

Resumo 41

Discussões de organização e gestão frequentemente negligenciam as características físicas da sala de aula. A menos que ela se torne quente demais, fria demais, cheia demais ou barulhenta demais, tendemos a pensar no ambiente da sala de aula como um cenário sem importância para a interação. Essa tendência geral a ignorar o ambiente físico é especialmente predominante nas escolas de

PARE E REFLITA

Você provavelmente passou mais de 13 mil horas como estudante em salas de aula do ensino fundamental e médio. Sem dúvida, algumas dessas salas eram bem mais atraentes e confortáveis do que outras. Pense o que as tornava desse jeito. Por exemplo, eram os quadros de aviso ou pôsteres? A presença de plantas? O tipo e o arranjo da mobília? A iluminação? O tamanho ou a localização da sala? Pense sobre as características específicas que fizeram dessas salas ambientes agradáveis para aprender e, então, reflita sobre quais delas estão sob o controle do professor. Tenha essas características em mente

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555196

Capítulo 7 - Aproveitando ao máximo o tempo de sala de aula

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Aproveitando ao máximo o tempo de sala de aula

Quanto tempo existe, afinal? 166

Aumentando as oportunidades de aprender 170

O uso de horários em bloco 181

Comentários finais 184

Resumo 184

No primeiro dia de aula, o ano acadêmico parece se estender indefinidamente. Se você for um professor iniciante, você pode se perguntar como irá preencher todas as horas escolares que estão previstas – especialmente se você não está nem mesmo certo do que irá fazer no dia seguinte. À medida que os dias passam, você pode começar a sentir que falta tempo para realizar todas as suas atividades. Com assembleias, simulações de incêndio, testes, feriados e tarefas burocráticas, as horas disponíveis para o ensino parecem bem mais reduzidas do que pareciam no início do ano. De fato, a tendência ao longo do ano é você encarar

o tempo como um recurso precioso – não algo que precisa ser preenchido (ou gasto), mas algo que deve ser conservado e usado com sabedoria (é claro que seus alunos podem não compartilhar dessa visão – como ilustra a Fig. 7.1).

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Gen (322)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788530978587

PARTE I: 1. - Princípios Fundamentais de Direito Penal

RODRIGUES, Cristiano; CURY, Rogério Grupo Gen PDF Criptografado

1

Princípios

Fundamentais de Direito Penal

Nesta parte faremos uma análise resumida dos principais temas de Direito

Penal Material cobrados na prova de 2ª fase Penal do exame da OAB, como fundamentos das teses defensivas nas peças prático-profissionais, e como objeto das questões discursivas.

1.1

PRINCÍPIO DA LEGALIDADE OU RESERVA LEGAL (ART. 1º DO

CP E ART. 5º, XXXIX, DA CF)

Não há crime sem lei anterior que o defina nem pena sem prévia cominação legal.

Funções/consequências da legalidade:

• 1ª função: proibir a retroatividade de uma lei penal incriminadora (princípio da irretroatividade e princípio da retroatividade benéfica) (art. 2º do CP).

• Abolitio criminis: quando uma lei nova deixa de considerar como crime algo que antes era assim tratado, e terá como consequência:

• retroagir para afastar todos os efeitos penais da prática do fato, se sobrepondo até o trânsito em julgado;

• afastar também antecedentes e até a própria reincidência, embora não afete os efeitos cíveis da prática do fato (ex.: adultério – art. 240 do CP).

Ver todos os capítulos
Medium 9788530978587

PARTE II: 24. - Habeas Corpus

RODRIGUES, Cristiano; CURY, Rogério Grupo Gen PDF Criptografado

24

Habeas Corpus

24.1 CONCEITO

O habeas corpus é uma ação com previsão constitucional, utilizada para impedir ilegalidade ou abuso de poder que ameacem ou violem a liberdade de locomoção.

24.2 NOÇÕES GERAIS

Apesar de localizado no Código de Processo Penal sob a égide do Título II, denominado “Dos Recursos em Geral”, o habeas corpus, segundo a maioria da doutrina, é uma ação constitucional, e não um recurso.

Por via de regra, não é de boa técnica a utilização do habeas corpus em substituição ao recurso cabível, devendo tal solução ser utilizada somente em casos excepcionais. Para os leitores candidatos ao Exame de Ordem é importante saber: o habeas corpus nunca deverá ser utilizado em substituição ao recurso cabível.

São características do habeas corpus: (i) não é recurso; (ii) basicamente, é uma ação por meio da qual o juiz ou tribunal analisa a legalidade do ato; (iii) sempre há uma autoridade coatora, a qual determinou o ato que violou ou está prestes a violar a liberdade de locomoção do paciente. Mas quem é tal autoridade? Autoridade coatora é aquela que determinou a realização do ato que configura constrangimento ilegal à liberdade de ir e vir do paciente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530978587

PARTE II: 10. - Dos Recursos e da Competência Recursal

RODRIGUES, Cristiano; CURY, Rogério Grupo Gen PDF Criptografado

10

Dos Recursos e da

Competência Recursal

10.1 CONCEITO

O recurso representa um ato de inconformismo da parte que tem pretensão.

O recurso é um ato voluntário. O juiz não é parte e, portanto, não tem pretensão para recorrer. Os recursos de ofício ou oficiais não são, na verdade, recursos.

Por eles, algumas decisões ou sentenças, por expressa disposição legal, estão sujeitas ao reexame necessário, também chamado de duplo grau de jurisdição obrigatório.

10.2 COMPETÊNCIA RECURSAL DA JUSTIÇA COMUM ESTADUAL

No que diz respeito à Justiça Comum Estadual, temos o Tribunal de Justiça, cujos integrantes, denominados desembargadores, têm competência para julgar recursos relacionados a todos os crimes, salvo os crimes de menor potencial ofensivo (crimes com pena máxima em abstrato de até dois anos e as contravenções penais). Tais infrações serão decididas pelo Colégio Recursal do

Juizado Especial Criminal responsável pela comarca onde foi julgado o caso.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530978587

PARTE I: 3. - Classificação de Crimes

RODRIGUES, Cristiano; CURY, Rogério Grupo Gen PDF Criptografado

3

3.1

Classificação de Crimes

QUANTO AO SUJEITO ATIVO

3.1.1 Crime comum

É a regra geral e pode ser praticado por qualquer pessoa (ex.: arts. 121, 155,

129 etc. do CP). O tipo penal não faz qualquer exigência quanto ao sujeito ativo.

3.1.2 Crime próprio

É aquele em que o tipo penal exige características específicas do sujeito ativo, ou seja, só pode ser realizado por determinada categoria de pessoa (ex.: peculato

(art. 312 do CP) e demais crimes de funcionário público; infanticídio (art. 123 do

CP) que é próprio de quem é mãe sob influência do estado puerperal).

ATENÇÃO!

No crime próprio, coautores e partícipes que colaborarem para o fato, mesmo sem ter a característica exigida pelo tipo, responderão pelo crime próprio junto com o autor, isto em face da regra prevista no art. 30 do CP, que permite que as circunstâncias pessoais, quando elementares do tipo, se comuniquem a todos os participantes do crime.

Ex.: Aquele que ajudar uma mãe a matar o próprio filho, logo após o parto e sob influência de estado puerperal, responderá também pelo crime de infanticídio, como partícipe ou coautor.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530978587

PARTE II: 26. - Livramento Condicional

RODRIGUES, Cristiano; CURY, Rogério Grupo Gen PDF Criptografado

26

Livramento

Condicional

26.1 CONCEITO

Segundo Noronha,24 o livramento condicional é “a concessão, pelo poder jurisdicional, da liberdade antecipada ao condenado, mediante a existência de pressupostos, e condicionada a determinadas exigências durante o restante da pena que deveria cumprir preso”.

26.2 NOÇÕES GERAIS

O livramento condicional é um instituto inerente à execução da pena. No entanto, parte da sua disciplina legal vem elencada no Código Penal, a partir do art. 83. Cuida-se de direito subjetivo do sentenciado. Portanto, uma vez preenchidos os requisitos, deve ser concedido pelo juiz.

26.2.1 Tramitação

O requerimento é feito ao juiz juntamente com os documentos comprobatórios do cumprimento dos requisitos. O magistrado poderá determinar a realização dos exames criminológicos. Após, será aberta vista ao Ministério Público para o oferecimento de parecer, sendo a decisão judicial prolatada na sequência.

24

NORONHA, E. Magalhães. Direito penal. São Paulo: Saraiva, 1999. p. 291.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (15)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788584291151

Capítulo 8 - O professor autor e experiências significativas na educação do século XXI: estratégias ativas baseadas na metodologia de contextualização da aprendizagem

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

8

O professor autor e experiências significativas na educação do século XXI: estratégias ativas baseadas na metodologia de contextualização da aprendizagem1

Julia Pinheiro Andrade

Juliana Sartori

Hoje há praticamente um consenso de que a escola necessária ao século XXI deve ser bem diferente da experiência escolar que a maioria de nós experimentou. Mas o que há de exatamente novo? Ao apresentarem a discussão sobre ensino híbrido,

José Moran e Lilian Bacich (2015, p. 1) afirmam que a educação sempre foi híbrida, misturada, mesclada,

[...] sempre combinou vários espaços, tempos, atividades, metodologias, públicos.

Agora esse processo, com a mobilidade e a conectividade, é muito mais perceptível, amplo e profundo: trata-se de um ecossistema mais aberto e criativo.

O que mudou foi o ecossistema, o contexto social no qual está inserida a escola.

O mundo e a vida mudaram muito – e a escola mudou pouco. A vida no século

XXI, especialmente a vida das crianças e dos jovens nas grandes cidades, tem sido cada vez mais mediada pelas tecnologias digitais da era urbana do consumo e da informação. Esse contexto, desde o século XX, obrigou a escola a repensar a relação entre teoria e prática, entre ciência e técnica; isso ocorreu, por exemplo, quando muitas escolas inseriram em suas rotinas a tecnologia digital dos computadores, televisões e, em algumas delas, tablets e lousas digitais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291151

Capítulo 6 - Construção de jogos e uso de realidade aumentada em espaços de criação digital na educação básica

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

6

Construção de jogos e uso de realidade aumentada em espaços de criação digital na educação básica1

Helena Andrade Mendonça

A reflexão sobre o uso de tecnologias digitais em uma escola pode ocorrer de diversas formas: a partir das tecnologias como foco de estudo, como apoio a uma prática pedagógica e como recursos ubíquos da sociedade atual, que causam grande impacto nas relações sociais e profissionais, entre outros. Neste trabalho, as ações relatadas acontecem em espaços de criação digital abertos em uma escola de educação básica,2 com foco no estudo sobre as tecnologias digitais e na exploração de suas possibilidades de uso. Um dos principais objetivos das atividades é a apropriação crítica e participativa dos recursos tecnológicos mobilizados (BUZATO, 2010).

Esta análise tem como uma das referências as teorias dos novos e multiletramentos

(KALANTZIS; COPE, 2009; MONTE MOR, 2013) e como material de investigação atividades de programação com o aplicativo Scratch e de criação de um jogo de caça ao tesouro com realidade aumentada, ambas realizadas com alunos do ensino fundamental.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291151

Capítulo 5 - Mediação e educação na atualidade: um diálogo com formadores de professores

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

5

Mediação e educação na atualidade: um diálogo com formadores de professores

Jordana Thadei

A ação mediadora do professor há alguns anos ocupa as pautas de discussões acadêmicas de cursos de formação inicial ou continuada de professores, sobretudo da educação básica. Diferentes correntes teóricas, entre elas a sócio-histórico-cultural, que embasa este artigo, estudaram a mediação na educação e são responsáveis por importantes contribuições às práticas pedagógicas.

Atualmente, (re)afirmar que a postura do professor transmissor de informações deve dar lugar à postura de mediador entre o sujeito e o objeto de conhecimento parece ser redundante e insuficiente aos anseios daqueles que estão se tornando professores ou cuja formação acadêmica não favorece a prática pedagógica, sobretudo quando se trata do aprendiz do mundo contemporâneo. É comum e quase um jargão pedagógico a expressão professor mediador (ou apenas mediador) vinculada a relatos de práticas que se distanciam do verdadeiro sentido de mediação ou revelam uma compreensão rasa do conceito.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291151

Capítulo 4 - Procedimentos metodológicos nas salas de aula do curso de pedagogia: experiências de ensino híbrido

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

4

Procedimentos metodológicos nas salas de aula do curso de pedagogia: experiências de ensino híbrido

Ivaneide Dantas da Silva

Elizabeth dos Reis Sanada

PALAVRAS INICIAIS

A discussão sobre o baixo desempenho dos estudantes brasileiros da educação básica tem sido algo permanente nos últimos anos. Entre os diversos fatores responsáveis por essa situação, podemos mencionar as dificuldades dos docentes em, considerando as demandas do mundo contemporâneo, acompanhar as contribuições teóricas mais recentes para a condução dos processos de ensino e aprendizagem em sala de aula de modo inovador, personalizado e centrado na aprendizagem do estudante.

Em documento produzido pelo Ministério da Educação, no ano de 2000, já se apontava o quanto as mudanças propostas para a educação básica no país necessitariam redimensionar a formação de professores. Segundo o documento,

[...] as novas concepções sobre a educação, as revisões e atualizações nas teorias de desenvolvimento e aprendizagem, o impacto da tecnologia da informação e das comunicações sobre os processos de ensino e de aprendizagem, suas metodologias, técnicas e materiais de apoio [...] delineiam um cenário educacional com exigências para cujo atendimento os professores não foram nem estão sendo preparados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291151

Capítulo 1 - A sala de aula invertida e a possibilidade do ensino personalizado: uma experiência com a graduação em midialogia

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

1

A sala de aula invertida e a possibilidade do ensino personalizado: uma experiência com a graduação em midialogia

José Armando Valente

Os estudantes deste início de século XXI, especialmente os do ensino superior, têm tido um comportamento diferente em sala de aula, em parte, graças ao uso das tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC). Nesse sentido, as instituições de ensino superior têm se mobilizado, incrementando os recursos tecnológicos e até mesmo a formação de docentes para se adequarem a essa nova realidade.

No entanto, está ficando claro que o foco não deve estar na tecnologia em si, mas no fato de as TDIC terem criado novas possibilidades de expressão e de comunicação, que podem contribuir para o desenvolvimento de novas abordagens pedagógicas.

Exemplos dessas novas possibilidades são: a capacidade de animar objetos na tela, recurso essencial para complementar ou mesmo substituir muitas atividades que foram desenvolvidas para o lápis e o papel; a possibilidade de novos letramentos além do alfabético, como o imagético, o sonoro, etc.; e a criação de contextos educacionais que começam a despontar e que vão além das paredes da sala de aula e dos muros da universidade. Os caminhos possíveis são inúmeros. Porém, o caminho que interessa consiste na implantação de metodologias ativas e na criação de ambientes de aprendizagem que promovam a construção de conhecimento e permitam a integração das TDIC nas atividades curriculares. Para tanto, as instituições têm de ser repensadas, e, em particular, as salas de aula.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (2682)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788584291335

Modernismo: Oswald de Andrade

Rafael Guerra Ortiz, Augusto Borges, Clara Tonolli, Diego Alba, Evandro Machado, Flávia Bernardi, Júlio Meister, Luana Pereira, Marcelo Pereira, Marcus Bartelli, Ronaldo Paesi, Tiago Morais, Vicente Dolgener, Vicente Schneider, Virgínea da Rocha Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

LINGUAGENS

MOD ERN I SMO

OSWALD DE

ANDRADE

Dê-me um cigarro

Diz a gramática

Do professor e do aluno

E do mulato sabido

Mas o bom negro e o bom branco

Da Nação Brasileira

Dizem todos os dias

Deixa disso camarada

Me dá um cigarro.

Oswald de Andrade ANDRADE, O. Obras completas, Volumes

6-7. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972

12

Se tivermos de eleger um vetor para a instauração do Movimento

Modernista aqui no Brasil, com certeza precisamos pensar em

Oswald de Andrade. Grande agitador cultural do Modernismo, filho de ricos cafeicultores paulistas que o enviaram à Europa para estudar, o ousado Oswald voltou de viagem em 1912 e começou a divulgar as ideias artísticas vanguardistas que ele conheceu em sua viagem pelo continente Europeu.

Oswald criou, então, duas obras bastante importantes para abrir espaço e consolidar essa nova arte. Na obra teórica Manifesto

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291335

Cultura e Ideologia

Rafael Guerra Ortiz, Augusto Borges, Clara Tonolli, Diego Alba, Evandro Machado, Flávia Bernardi, Júlio Meister, Luana Pereira, Marcelo Pereira, Marcus Bartelli, Ronaldo Paesi, Tiago Morais, Vicente Dolgener, Vicente Schneider, Virgínea da Rocha Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

CIÊNCIAS HUMANAS

CULTURA E

IDEOLOGIA

ETNOCENTRISMO

Compreender e aceitar a multiplicidade de identidades faz parte de uma noção de cultura mais abrangente. O etnocentrismo, ou seja, a ideia de que a minha etnia é mais importante que outras foge a essa defesa da multiplicidade étnica. Em certa medida, a ideia de padronização da sociedade pela indústria cultural e pela cultura de massa fortalece a noção de etnocentrismo.

Você já viu algum filme na televisão falando sobre certos países, e como esses países são “melhores” do que os outros? Boa parte das manifestações de intolerância e de preconceito são baseadas em conceitos etnocêntricos. Vejamos o exemplo brasileiro, em que muitos consideram outras pessoas inferiores porque são de outros estados que não os seus. Talvez aí estejam localizados alguns dos principais perigos da Indústria Cultural, pois, ao promover padronização, pode-se promover também a intolerância.

TROCAS CULTURAIS

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291335

Química Orgânica

Rafael Guerra Ortiz, Augusto Borges, Clara Tonolli, Diego Alba, Evandro Machado, Flávia Bernardi, Júlio Meister, Luana Pereira, Marcelo Pereira, Marcus Bartelli, Ronaldo Paesi, Tiago Morais, Vicente Dolgener, Vicente Schneider, Virgínea da Rocha Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

CIÊNCIAS DA NATUREZA

QUÍMICA ORGÂNICA

COMPOSTOS ORGÂNICOS

São compostos se diferenciam dos inorgânicos por apresentarem

átomos de carbono distribuídos em cadeias e/ou ligados diretamente a hidrogênios.

FUNÇÕES ORGÂNICAS

Hidrocarbonetos: são compostos orgânicos constituídos exclusivamente por carbono e hidrogênio.

PF e PE: baixos. Quanto maior a cadeia carbônica e menos ramificações, maiores são os PE e PF.

Solubilidade: solúveis em solventes apolares;

Forças intermoleculares: dipolo induzido.

Alcanos: são hidrocarbonetos de saturados alicíclicos – cadeia aberta – (ou seja, possuem apenas ligações simples entre os átomos).

Fórmula geral: CnH2n+2

Nomenclatura: O Prefixo indica o número de átomos de carbono na cadeia principal:

Nº de C

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

Prefixo

met

et

prop

but

pent

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291335

Fenômenos Ondulatórios

Rafael Guerra Ortiz, Augusto Borges, Clara Tonolli, Diego Alba, Evandro Machado, Flávia Bernardi, Júlio Meister, Luana Pereira, Marcelo Pereira, Marcus Bartelli, Ronaldo Paesi, Tiago Morais, Vicente Dolgener, Vicente Schneider, Virgínea da Rocha Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

CIÊNCIAS DA NATUREZA

FENÔMENOS

ONDULATÓRIOS

REFLEXÃO

“Efeito Bate e volta” - Aqui considera-se que a onda permanece no mesmo meio e é emitida pela mesma fonte. Desta forma, o módulo da velocidade de propagação, o comprimento de onda (λ) e a frequência permanecem os mesmos. A única coisa que muda é a direção da onda, que se torna refletida;

REFRAÇÃO

“Mudança de meio” - Neste caso a frequência não muda, pois a fonte permanece a mesma. O que se altera é a velocidade, pois o meio de propagação se modifica. Como o comprimento de onda é proporcional à sua velocidade, o comprimento de onda também se modifica;

DIFRAÇÃO

“Contorno de obstáculos” - Ao cruzar um obstáculo a onda tende a modificar a sua forma de propagação. Este fenômeno está intimamente ligado à relação entre o comprimento da onda e o obstáculo encontrado.

84

POLARIZAÇÃO

Único fenômeno que só vale para ondas transversais Polarização é a seleção do plano de vibração de uma onda.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291335

Conteúdo Bônus - Apoio Emocional: Por Que me Sinto Inseguro e Sozinho?

Rafael Guerra Ortiz, Augusto Borges, Clara Tonolli, Diego Alba, Evandro Machado, Flávia Bernardi, Júlio Meister, Luana Pereira, Marcelo Pereira, Marcus Bartelli, Ronaldo Paesi, Tiago Morais, Vicente Dolgener, Vicente Schneider, Virgínea da Rocha Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

CONTEÚDO BÔNUS

A POI O EMOCIONAL

POR QUE ME

SINTO INSEGURO

E SOZINHO?

Quer entender por que,

às vezes, você se sente inseguro ou sozinho? A professora e psicóloga

Marcelle, explica para você de onde vem a insegurança e como é possível lidar com seus sentimentos na hora da prova!

90

Conteúdo em Vídeo

ASSISTIR O VÍDEO

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Saraiva (28)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788547214951

A G R A D E C I M E N T O S

SORDI, José Osvaldo De Editora Saraiva PDF Criptografado

AGRADECIMENTOS

Ao pesquisador Manuel Meireles, pelo incentivo e intenso envolvimento e colaboração com as minhas pesquisas. Até o momento, nossas pesquisas resultaram em um livro e em trinta artigos publicados em revistas científicas internacionais e nacionais. Neste livro, o professor Meireles desenvolveu os conteúdos pertinentes às técnicas para análise quantitativa de dados, presentes nas seções 5.4 e

6.8 (nos Capítulos 5 e 6, respectivamente). A ele, os meus mais sinceros agradecimentos e reconhecimento pela sua criatividade e engenhosidade intelectual.

V

desenvolvimento proj_pesquisa - miolo.indd 5

26/01/17 18:12

desenvolvimento proj_pesquisa - miolo.indd 6

26/01/17 18:12

Ver todos os capítulos
Medium 9788547214951

A P R E S E N T A Ç Ã O

SORDI, José Osvaldo De Editora Saraiva PDF Criptografado

APRESENTAÇÃO

Entre 2003 e 2015, colaborei com 66 bancas de qualificação voltadas à análise de projetos de pesquisa de mestrandos e doutorandos. Orientei o projeto e a execução das pesquisas de 18 mestrandos e apresentei e aprovei 4 projetos de pesquisa em órgãos de fomento à pesquisa, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e

Tecnológico (CNPq). Esse conjunto de ações associados

à minha atividade profissional na academia trouxe alguns conhecimentos práticos do aprender-fazendo. Procurei apoio teórico e a consolidação dessa aprendizagem de campo em boas fontes de literatura científica sobre projeto e execução da pesquisa científica. Essa ação integradora entre teoria e prática foi impulsionada pela necessidade de ministrar disciplinas operacionais de apoio a mestrandos e doutorandos, abrangendo disciplinas como capacitação em pesquisa, metodologia da pesquisa, projeto de pesquisa, e workshop de produção científica. O que aprendi com o desenvolvimento desse conjunto de atividades práticas e teóricas compartilho neste livro.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547214951

R E F E R Ê N C I A S

SORDI, José Osvaldo De Editora Saraiva PDF Criptografado

REFERÊNCIAS

ALVES, R. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras.

13. ed. São Paulo: Loyola, 2008.

AYRES, M.; AYRES JÚNIOR, M. BioEstat: aplicações estatísticas nas áreas das ciências biomédicas. Belém: Universidade Federal do Pará, 2007.

BAKER, T.; NELSON, R. E. Creating something from nothing:

Resource construction through entrepreneurial bricolage.

Administrative Science Quarterly, v. 50, n. 3, p. 329-366, 2005.

BANSAL, P.; CORLEY, K. From the Editors – Publishing in AMJ –

Part 7: What’s different about qualitative research? The Academy of Management Journal, v. 55, n. 3, p. 509-513, 2012.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. 4. ed. Lisboa: Edições 70, 2009.

BLACK, T. R. Doing Quantitative Research in the Social Sciences:

An Integrated Approach to Research Design, Measurement and

Statistics. Londres: Sage, 1999.

BURRELL, G.; MORGAN, G. Sociological Paradigms and

Organizational Analysis: elements of the sociology of corporate life. Londres: Heinemann, 1979.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547214951

S O B R E O A U T O R

SORDI, José Osvaldo De Editora Saraiva PDF Criptografado

SOBRE O AUTOR

José Osvaldo De Sordi é bacharel em Análise de Sistemas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), mestre em Gerenciamento de Sistemas de

Informação pela PUC-Campinas, doutor em Administração de Empresas na área de Sistemas de Informação pela

Escola de Administração de Empresas de São Paulo da

Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP) e pós-doutor em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo (USP). É docente-pesquisador permanente do Programa de Mestrado em Administração das

Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e colaborador do Programa de Doutorado em Administração da

Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP). Dedica-se há 30 anos ao desenvolvimento de pesquisas científicas e a projetos de consultoria associados ao tema Gestão da Informação no Contexto das Organizações. Publicou

8 livros e mais de 50 artigos em revistas científicas internacionais e nacionais. Atuou como gerente de projetos em empresas de consultoria internacionais, como Ernst

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215781

Design como processo

CAVALCANTI, Carolina Costa; FILATRO, Andrea Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

Comum a essas diversas áreas de atuação há um conjunto de habilidades variadas, até mesmo ecléticas, exigidas de seus praticantes. Não importa em que campo do design o profissional atue, exige-se que ele opere com base em estruturas de referência comuns, mesmo em situações totalmente distintas.2

Neste livro, falamos bastante sobre o design thinker, aquele que adota a abordagem do design thinking para resolver problemas, gerar novas ideias ou simplesmente aprender. No entanto, diferentemente do designer gráfico, do web designer, do designer de moda, do designer de interiores, do designer de eventos ou do designer instrucional,3 o design thinker não pode ser considerado uma profissão, nem mesmo uma ocupação, pois, como, veremos a seguir, a capacidade de pensar como um designer

UMA DIMENSÃO COMUM AOS VÁRIOS PROFISSIONAIS DA está ao alcance de qualquer pessoa.

Design como processo

ÁREA DE DESIGN É A CRIAÇÃO DE ALGO (UM PRODUTO,

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais