Grupo Gen (189)
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Parte II - Escolher uma boa escola é o começo do sucesso

RAMAL, Andrea Grupo Gen PDF Criptografado

Parte II

Escolher uma boa escola

é o começo do sucesso

“Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas.”

Rubem Alves (1933)

Psicanalista, educador, teólogo e escritor

Ramal, Andrea.indb 35

9/12/11 8:06 PM

estudo de caso qual é a melhor escola para henrique?

Denise e Bruno tomaram uma decisão: não iriam economizar recursos na educação do filho. Como dizia o vovô, “educação é a melhor herança”. Por isso, escolheram uma escola de grife: o Colégio Educa-Top.

O casal visitou a escola, adorou as instalações e sentiu muita confiança nos educadores. Não se pode ter tudo: o colégio ficava a quase quarenta minutos da casa deles. O investimento era alto, mas logo iria se refletir em bons resultados.

No entanto, para surpresa de Denise e Bruno, algo inesperado começou a acontecer.

No início Henrique parecia entusiasmado. Mas depois de alguns meses começou a ficar incrivelmente irritado e mal-humorado. Menino de apenas sete anos, em certos dias parecia até um adolescente daqueles mais rebeldes. Mesmo para a escolinha de futebol e o curso de inglês ele ficava de má vontade.

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Anexos

RAMAL, Andrea Grupo Gen PDF Criptografado

Epílogo

...........................................................

A educação que a escola não pode dar

...........................................................

Um filho não é um fardo, um castigo, uma obrigação. Um filho é um presente.

Você pode ter uma carreira profissional, sua vida, seus amigos, seus problemas e sonhos, seus planos. Mas você também tem um filho. Cuide bem dele. Dedique tempo para estar ao seu lado.

Quando seu filho nasceu, era indefeso e frágil, totalmente dependente de você. Você olhava para ele e desejava, com toda a força do seu coração: Que seja muito feliz. O que você pode fazer por ele agora?

Existe uma chave para a felicidade e para o sucesso na vida do seu filho. É algo simples, construído no instante de cada dia. Essa chave é o amor.

Amor é saber cobrar quando necessário, exigir compromisso, colocar limites. Amor é ter paciência diante dos erros, é pensar junto como resolver os problemas, é tratar os problemas dele com a mesma importância que os seus.

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Parte IV - Como ajudar seu filho a alcançar resultados excelentes

RAMAL, Andrea Grupo Gen PDF Criptografado

Parte IV

Como ajudar seu filho a alcançar resultados excelentes

“A educação é um ato de amor e, por isso, um ato de coragem.”

Paulo Freire (1921-1997)

Educador

Ramal, Andrea.indb 125

9/13/11 11:43 AM

estudo de Caso essa não, problemas na escola!?

Quando Tiago foi chamado pela professora para dizer o seu nome, sentiu um friozinho na barriga. Era seu primeiro dia de aula.

Grande responsabilidade: finalmente estudar!

Ele disse o seu nome bem baixinho, e a professora perguntou: “Você é de onde, Tiago?”

E ele:

– Paraíba.

– Nós é paraíba! – falou logo o valentão da turma, imitando a voz do menino e exagerando num sotaque carregado.

– Ráaaaaaaaaa! Ele é paraíba!!!! – seguiram-se outros colegas do valentão, numa sonora gargalhada.

Tiago calou-se e abaixou a cabeça, sem entender: Esses eram os coleguinhas que esperavam por ele? E a mãe nem havia avisado nada.

O menino olhou para a professora num misto de pedido de socorro e desespero. Ela disse:

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Parte I - Família e escola: a sinergia que leva ao sucesso

RAMAL, Andrea Grupo Gen PDF Criptografado

Parte I

Família e escola: a sinergia que leva ao sucesso

“Ninguém educa ninguém. Ninguém se educa sozinho. As pessoas se educam em comunhão, mediadas pela realidade.”

Paulo Freire (1921-1977)

Educador

Ramal, Andrea.indb 1

9/12/11 8:06 PM

estudo de caso quem é o responsável pelo meu filho?

Certa vez eu estava na recepção de uma das escolas em que lecionava e presenciei uma cena curiosa.

Era o horário de saída do turno da manhã e de entrada do turno da tarde. A recepção estava bastante movimentada. A mãe de um aluno entrou agitadíssima e muito nervosa. Dirigindo-se à recepcionista, num volume bem alto, de forma que todos pudessem ouvir, exigiu:

– Eu quero saber quem é o responsável pelo meu filho!

Um professor, que estava também naquele mesmo local, não resistiu, e respondeu com naturalidade:

– É a senhora!

Esta cena é um retrato dos muitos mal-entendidos que existem entre as famílias e as escolas. Você, que é pai ou mãe, e a escola têm uma missão em comum: educar uma criança, um jovem. Mas vocês estão alinhados?

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Parte III - Conheça a escola de hoje para conseguir o melhor serviço

RAMAL, Andrea Grupo Gen PDF Criptografado

Parte III

Conheça a escola de hoje para conseguir o melhor serviço

“A educação não muda o mundo. A educação muda as pessoas, e estas sim, mudam o mundo.”

Paulo Freire (1921-1977)

Educador

Ramal, Andrea.indb 79

9/13/11 1:38 PM

estudo de Caso

Só não gosto das aulas, o resto é ótimo!

Gabriela é uma menina conectada com tudo o que acontece à sua volta. Visita sites com jogos, pesquisa letras de músicas, assiste a um canal de TV que traz descobertas científicas, garimpa aplicativos de I-phone.

Ela tem muitos amigos e diz que adora ir à escola. “Só não gosto de uma coisa no colégio”, diz ela. “As aulas. O resto é ótimo!”

Preocupada com o rendimento nas avaliações, Débora, mãe de Gabriela, tem estudado com ela os conteúdos mais difíceis. Veja alguns deles:

– O sistema de irrigação no antigo Egito.

– O que eram as capitanias hereditárias.

– A comparação entre cantigas dos trovadores medievais.

– A fórmula exata de elementos químicos.

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Grupo A (5)
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Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

3

Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

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Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

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100 psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

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Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

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Capítulo 5 - A inteligência como um espectro de competências

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

5

A inteligência como um espectro de competências

KATIA SMOLE

>> Debater as teorias que levaram ao conceito atual de inteligências múltiplas.

>> Definir o conceito de inteligências múltiplas criado por Gardner e seus espectros de competência.

>> As diversas teorias relacionadas à inteligência até o conceito atual criado por Gardner.

>> Os espectros de competências e a complementação do espectro pictórico ao musical.

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128 psicologia da educação

A VISÃO PSICOMÉTRICA DA INTELIGÊNCIA

Existem diferentes concepções e tentativas de definir e caracterizar a inteligência. No entanto, a concepção hegemônica ainda está atrelada a um ponto de vista psicométrico ou ao enfoque de testes de inteligência que, como o nome indica, foram elaborados e construídos em torno do intento de medir o rendimento intelectual da maneira mais exata e confiável possível.

Pensar numa forma de classificar as pessoas a partir de suas capacidades intelectuais é uma ideia antiga. Segundo Gould (1991), a tese de que o valor dos indivíduos e dos grupos sociais pode ser determinado por meio da medida da inteligência como quantidade isolada apoia-se em dados provindos inicialmente da craniometria − ou medida do crânio −, cujas bases remontam ao século XII.

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Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

1

Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

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2

psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

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Grupo A (1879)
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Medium 9788584291335

Química Orgânica

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

CIÊNCIAS DA NATUREZA

QUÍMICA ORGÂNICA

COMPOSTOS ORGÂNICOS

São compostos se diferenciam dos inorgânicos por apresentarem

átomos de carbono distribuídos em cadeias e/ou ligados diretamente a hidrogênios.

FUNÇÕES ORGÂNICAS

Hidrocarbonetos: são compostos orgânicos constituídos exclusivamente por carbono e hidrogênio.

PF e PE: baixos. Quanto maior a cadeia carbônica e menos ramificações, maiores são os PE e PF.

Solubilidade: solúveis em solventes apolares;

Forças intermoleculares: dipolo induzido.

Alcanos: são hidrocarbonetos de saturados alicíclicos – cadeia aberta – (ou seja, possuem apenas ligações simples entre os átomos).

Fórmula geral: CnH2n+2

Nomenclatura: O Prefixo indica o número de átomos de carbono na cadeia principal:

Nº de C

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

Prefixo

met

et

prop

but

pent

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Medium 9788584291335

Conteúdo Bônus - Apoio Emocional: Como Você se Percebe?

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

CONTEÚDO BÔNUS

A POI O EMOCIONAL

COMO VOCÊ

SE PERCEBE?

Nessa aula, a psicóloga e professora

Marcelle trabalha como você se percebe e como você acha que os outros veem você! Para isso, ela usa exemplos de personagens famosos, como o Harry Potter e o Homem-Aranha.

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Conteúdo em Vídeo

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Medium 9788584291335

Semana de Arte Moderna

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

LINGUAGENS

SEMANA DE ARTE

MODERNA

A Semana de Arte Moderna foi o evento considerado o estopim do

Modernismo Brasileiro. A Semana foi um evento bastante divulgado que aconteceu no Teatro Municipal de São

Paulo em fevereiro de 1922. Não há um mentor oficial, pois foram vários os organizadores, incluindo Mário de

Andrade e Oswald de Andrade.

O objetivo da Semana de Arte Moderna era simples e ambicioso: destruir as velhas formas de arte na literatura, na música e nas artes plásticas.

Nesse evento se pretendia – e de fato se conseguiu – discutir e afirmar os princípios de uma nova arte.

Capa do catálogo da exposição, desenhado por Di Cavalcanti.

(Imagem: Acervo/Theatro

Municipal de São Paulo)

A SAM foi um evento de grande porte, com muita divulgação e algum escândalo. Com duração de três noites, a “Semana” trouxe para o

Teatro conferências, recitais, leituras, exposição, música e muita ironia, muito deboche em cima de uma arte que, para os jovens artistas, não fazia mais sentido. Havia uma postura revolucionária entres os modernistas, pois as grandes mudanças que os artistas almejavam não aconteceriam progressivamente, mas de maneira radical, brusca.

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Século XIX

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

CIÊNCIAS HUMANAS

SÉCULO XIX

A partir da segunda metade do século XIX o capitalismo industrial atingiu seu apogeu. A Revolução Industrial modificava a sociedade e apresentava como consequência a utilização das máquinas, a divisão do trabalho, a urbanização, a evolução dos transportes e,

é claro, o aumento da produção.

Após o ano de 1870, o capitalismo europeu passou por um processo de expansão econômica. Essa fase ficou conhecida como sendo uma etapa imperialista. O termo imperialista se refere ao controle econômico e político exercido pelas grandes potências em regiões não industrializadas.

Para manter e expandir o complexo industrial as nações europeias iniciaram uma corrida para conseguir o maior número possível de colônias, principalmente na Ásia e na África. O objetivo neocolonial era buscar os 3 M’s. 3 M’s? Sim, se liga nessa:

MATÉRIA-PRIMA

MÃO DE OBRA BARATA

MERCADO CONSUMIDOR

E por que chamamos esse processo de NEOCOLONIAL?

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O Que é a Redação do ENEM?

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CHANCES DE CAIR NO ENEM

LINGUAGENS

O QUE É A REDAÇÃO

DO ENEM?

A prova de redação do ENEM é uma parte do Exame Nacional do

Ensino Médio que solicita ao candidato a redação de um texto dissertativo-argumentativo (com letra legível) para um tema específico, seja ele uma problemática de ordem social, científica, cultural ou política. Nesse texto, o autor deverá apresentar e defender um ponto de vista (tese) a partir de argumentos claros e concretos para que, por fim, apresente uma proposta de intervenção detalhada que tenha a finalidade de resolver a problemática desenvolvida ao longo do texto.

Agora que você já sabe as principais características que deve ter em mente antes mesmo de começar e escrever a Redação do ENEM, vamos entender quais são os critérios que devem ser atendidos para nos aproximarmos da nota 1000!

Eles se dividem em 5 competências, nas quais cada uma tem o valor máximo de 200 pontos, que podem ser descontados de 40 em 40 (se o texto não as atender) até chegar à nota 0.

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Editora Manole (79)
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Medium 9788520443958

29. A multi e a interdisciplinaridade na visão das áreas de avaliação da Capes

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

29

A multi e a interdisciplinaridade na visão das áreas de avaliação da Capes

Roberto C. S. Pacheco | Engenheiro civil, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC

Andrea Valéria Steil | Psicóloga, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC

Denilson Sell | Cientista da computação, Instituto Stela

INTRODUÇÃO

A internalização e, principalmente, a institucionalização da interdisciplinaridade são processos de mudança (Jacobs; Frieckel, 2009). Tratam-se de fatores que desencadeiam alterações nas estruturas clássicas das organizações de sistemas de ciência, tecnologia e inovação (Casey, 2010). Tanto a multi como a interdisciplinaridade constituem-se em formas alternativas de interação e integração de disciplinas científicas (Klein, 2010). Internalizar práticas multi/ interdisciplinares significa introduzir mudanças nas formas tradicionais de planejamento, avaliação (ex. Huutoniemi, 2010), fomento, gestão e produção de conhecimento técnico-científico, bem como em técnicas e métodos de ensino tradicionais (Hackett; Rhoten, 2009; Dezure, 2010).

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1. Interdisciplinaridade e institucionalização: reciprocidade e alteridade

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

1

Interdisciplinaridade e institucionalização: reciprocidade e alteridade

Arlindo Philippi Jr | Engenheiro civil, Faculdade de Saúde Pública, USP

Valdir Fernandes | Cientista social, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, UTFPR

Roberto C. S. Pacheco | Engenheiro civil, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC

Embora não haja consenso para uma definição de interdisciplinaridade, autores como Klein (2010) e Huutoniemi et al. (2010) concordam que a combinação de disciplinas pode se dar em escalas crescentes de integração de conhecimentos existentes, na busca de produção de novos conhecimentos.

Nesse sentido, interdisciplinaridade pode ser entendida como inter‑relações entre distintos campos, disciplinas ou ramos do conhecimento, na busca por novas respostas para problemas prementes (Graff, 2015). Essa combinação de fontes distintas requer diferentes graus de articulação e de interação entre seus protagonistas.

São os contextos sociais dessas relações que associam interdisciplinaridade e institucionalização, esta última entendida como o processo central à criação de grupos sociais duradouros (Berger e Luckmann, 1967), que gera, como resultado, uma instituição, ou seja, um sistema de regras (procedimentos, práticas) aceito coletivamente e que permite criar fatos institucionais (i.e., atribuir função a um objeto, pessoa ou estado de coisas que não poderia ser exercida isoladamente sem que essa função lhe fosse atribuída ‑ Searle, 2005).

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Medium 9788520443958

15. Internalização da interdisciplinaridade na pesquisa a partir da experiência de um programa de pós-graduação: desafios e estratégias

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

15

Internalização da interdisciplinaridade na pesquisa

Herivelto Moreira | Educador Físico, UTFPR

Faimara do Rocio Strauhs | Pedagoga, UTFPR

INTRODUÇÃO

O avanço da interdisciplinaridade no Brasil é incontestável, seja pela refle‑ xão teórica (Philippi Jr e Silva Neto, 2011), seja por práticas sustentadas por es‑ sa reflexão (Philippi Jr e Fernandes, 2015). No âmbito da pós‑graduação, esse movimento teve seu impulso, sobretudo pelo processo de institucionalização, iniciado a partir de 1999 com a criação da Área de Avaliação Multidisciplinar da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e mais fortemente, a partir de 2008, com a transformação desta Área Multidis‑ ciplinar em Interdisciplinar. Em que pese estes avanços, a internalização da interdisciplinaridade de forma orgânica no âmbito interno dos programas de pós‑graduação ainda é um desafio a ser vencido.

Um dos aspectos deste desafio aponta para tomada de ações aparente‑ mente simples, como o estabelecimento de uma linguagem comum que, se na área disciplinar é pressuposto de partida, na pesquisa interdisciplinar pode ser o primeiro obstáculo a ser transposto, dado o caráter diverso dos vários

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9. Institucionalização da interdisciplinaridade em uma agência governamental de fomento e sua percepção na comunidade acadêmica

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

9

Institucionalização da interdisciplinaridade em uma agência governamental de fomento

Talita Moreira de Oliveira | Engenheira de Alimentos, Capes

Lívio Amaral | Físico, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

INTRODUÇÃO

Nos últimos anos, observa‑se crescentemente que questões complexas e pro‑ blemas de importância global desafiam a comunidade acadêmica e científica mundial e demandam uma abordagem que envolve a interação do conheci‑ mento proveniente de áreas historicamente disciplinares e clássicas.

A necessidade de integração e contribuição das diversas especialidades em torno da solução para problemas que, por sua natureza, extrapolam o campo de conhecimento de uma única disciplina desencadeou significativas mudan‑

ças na realidade da pesquisa e da formação de pesquisadores e professores altamente qualificados. Estas mudanças trouxeram, por via de consequência, desafios conceituais e de processos para órgãos e agências governamentais de muitos países e mesmo em organismos multinacionais de fomento e apoio à formação de recursos humanos pós‑graduados.

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Medium 9788520443958

16. Institucionalização da interdisciplinaridade em uma universidade comunitária: o Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Socioeconômico da Unesc

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

16

Institucionalização da interdisciplinaridade em uma universidade comunitária

Rafael Rodrigo Mueller | Administrador, Unesc

Giovana Ilka Jacinto Salvaro | Psicóloga, Unesc

Alcides Goulart Filho | Economista, Unesc

INTRODUÇÃO

A partir do processo de expansão da Pós‑Graduação stricto sensu no Brasil nas duas últimas décadas, constituiu‑se em 1999 a Área Interdisciplinar1 vinculada à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Supe‑ rior (Capes) e que atualmente conta com 294 Programas de Pós‑Graduação

(PPG) e 380 cursos entre mestrado (acadêmico e profissional) e doutorado

(Capes, 2015). Nesse sentido, é hoje a maior Área de avaliação da Capes de‑ monstrando sua legitimidade e relevância para a compreensão da dinâmica da sociedade contemporânea. Em agosto de 2013, o Programa de Pós‑Gra‑ duação em Desenvolvimento Socioeconômico (PPGDS) da Universidade do

Extremo Sul Catarinense (Unesc) obteve recomendação de implementação ao ser submetido à Área Interdisciplinar, estando vinculado à Câmara I –

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Editora Atlas S A (2)
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Parte II - 11 Métodos e técnicas de pesquisa

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

11

Métodos e técnicas de pesquisa

11.1 Métodos

Quando o homem começou a interrogar-se a respeito dos fatos do mundo exterior, na cultura e na natureza, surgiu a necessidade de uma metodologia da pesquisa científica.

Metodologia é o conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento.

Descartes, pensador e filósofo francês, em seu Discurso do método,1 expõe a ideia fundamental de que é possível chegar-se à certeza por intermédio da razão.

Das concepções de Descartes surgiu o método dedutivo, cuja técnica se fundamenta em esclarecer as ideias através de cadeias de raciocínio.

Para Descartes, para quem verdade e evidência são a mesma coisa, pelo raciocínio torna-se possível chegar a conclusões verdadeiras, desde que o assunto seja pesquisado em partes, começando-se pelas proposições mais simples e evidentes até alcançar, por deduções lógicas, a conclusão final.

Segundo Francis Bacon (1561-1626), filósofo inglês, a lógica cartesiana, racionalista, não leva a nenhuma descoberta, apenas esclarece o que estava implícito, pois somente através da observação se pode conhecer algo novo. Este princípio básico fundamenta o método indutivo, que privilegia a observação como processo para chegar-se ao conhecimento. A indução consiste em enumerar os enunciados

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Parte II - 10 Pesquisa científica: noções introdutórias

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

10

Pesquisa científica: noções introdutórias

10.1 Conceitos de pesquisa

Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistemáticos, baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para problemas propostos, mediante a utilização de métodos científicos.

Todos os conceitos de pesquisa, de uma ou de outra maneira, apontam seu caráter racional predominante. Para Gil (1987a, p. 19), pesquisa é o “procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos.”

Segundo Cervo e Bervian (1983, p. 50): “A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos.”

Salomon (1977, p. 136) associa pesquisa à atividade científica, que se concretiza no trabalho científico:

(...) trabalho científico passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a investigação e o tratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente.

Longa seria a enumeração das várias conceituações propostas por diversos autores. Essas conceituações apenas acrescentam detalhes especificadores, mantendo a ideia de procedimento racional que utiliza métodos científicos.

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