Grupo Gen (199)
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Medium 9788521630869

Capítulo 2 - A Sala de Aula Invertida

BERGMANN, Jonathan; SAMS, Aaron Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

2

A

Sala de Aula Invertida

A esta altura, você já deve ter uma ideia dos resultados da sala de aula invertida, mas talvez esteja em dúvida sobre o que exatamente se “inverte”. Basicamente, o conceito de sala de aula invertida é o seguinte: o que tradicionalmente é feito em sala de aula, agora é executado em casa, e o que tradicionalmente é feito como trabalho de casa, agora é realizado em sala de aula. Como você verá, porém, há mais que isso a ser invertido.

Frequentemente nos perguntam como é a rotina da sala de aula invertida. Em essência, começamos cada aula com alguns minutos de discussão sobre o vídeo que foi visto em casa. Um dos inconvenientes do modelo invertido é o de que os alunos não podem fazer de imediato as perguntas que lhes vêm à mente, como teria sido o caso numa aula ao vivo. Para enfrentar essa questão, gastamos, no começo do ano, um bom tempo treinando os alunos a assistirem ao vídeo de maneira eficaz. Nós os incentivamos a desligar iPods, telefones e outras distrações enquanto assistem ao vídeo. Sugerimos que

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Medium 9788521630463

PARTE II – 11 - DELINEAMENTO DE CASO-CONTROLE

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF Criptografado

11

C apítulo

Delineamento de caso-controle

ALTEMIR JOSÉ GONÇALVES BARBOSA, MARINA MERLIM E MAKILIM NUNES BAPTISTA

As pesquisas do tipo caso-controle têm sido amplamente utilizadas por pesquisadores de várias áreas do conhecimento, especialmente das ciências da saúde. Medicina, educação física, fisioterapia, farmácia e psicologia representam uma amostra de áreas que têm se beneficiado com esse tipo de estudo.

Para ilustrar a importância do delineamento de caso-controle para as ciências da saúde e seu desenvolvimento ao longo do tempo, foi feita uma busca1 por publicações indexadas pela base de dados MEDLINE2 que têm no título o termo “caso-controle” (Figura 11.1). Foram recuperados 7.061 títulos, especialmente artigos de pesquisa. Ressalta-se que o número de indexações salta para mais de 63.000 se se considerar a aparição desse termo em todos os campos indexados (p. ex., resumo).

Figura 11.1: Distribuição temporal dos títulos indexados (1967–2003) na base de dados MEDLINE que têm o termo “caso-controle”.

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Medium 9788521621829

Capítulo 9 - Outras Práticas que Compõem a Avaliação Formativa

ALVES, Júlia Falivene Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 9

Outras Práticas que Compõem a

Avaliação Formativa

Contextualização

Na avaliação tradicional, é o professor quem decide, sozinho, o destino do aluno em sua escolaridade, conforme o aprova para uma série ou nível superior ou o reprova, detendo-o na mesma etapa em que ele se encontrava. Daí o fato de esse tipo de avaliação ser classificada, entre outros adjetivos, como avaliação autoritária.

Para que isso não ocorra, na avaliação formativa o aluno deverá ser orientado para se autoavaliar continuamente, pois, dessa forma, ele pode detectar os desafios que teve ou ainda tem de enfrentar, suas dúvidas e seus equívocos, mas também as suas facilidades, seus acertos e os objetivos já atingidos.

Conceitos para entender a prática

A autoavaliação do aluno, a avaliação dos seus colegas e a autoavaliação do professor

Durante essa avaliação, orientado pelo seu professor, o aluno poderá identificar quais são as estratégias, os procedimentos, os conceitos e as atitudes que adotou; quais o estão conduzindo ao sucesso e quais são inadequados.

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Medium 9788521624714

Capítulo 7 - Bases Políticas e Legais da Educação

MONTEIRO, Eduardo; MOTTA, Artur; RAMAL, Andrea Cecilia (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Bases Políticas e

Legais da Educação

Compromissos e limites formais da gestão escolar no Brasil

A área de educação como um todo se encontra em intenso processo de rearranjo interno de seus conceitos e proposições, especialmente no que tange ao metodológico. Isso se deve a um efervescente processo que critica os métodos, as práticas e as funções tradicionais da

Educação diante das transformações sociais, culturais e econômicas atualmente em curso.

Para além da constatação do esvaziamento e da ineficácia dos modelos educacionais e das estruturas deles derivadas, educadores e instituições comprometem-se, crescentemente, com a reconfiguração das funções sociais e culturais da educação e da escola. E fazem isso em diversos níveis, na busca por novas ideias e instrumentos com que educar no novo contexto.

Um dos aspectos que devem fundamentar esse processo diz respeito às normas legais, desde o nível maior da Constituição Brasileira, até a concretização das propostas educacionais no Projeto Pedagógico e no Regimento Escolar.

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Medium 9788521630463

PARTE II – 14 - DELINEAMENTO EXPERIMENTAL

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF Criptografado

14

C apítulo

Delineamento experimental

MAKILIM NUNES BAPTISTA E PAULO ROGÉRIO MORAIS

Neste capítulo os autores tentarão explicar, de forma simples, como desenvolver um delineamento experimental, definindo e utilizando primeiramente exemplos simples por pontos de explicação para depois criar um exemplo completo do que se deve pensar para o desenvolvimento de uma pesquisa experimental. Diversos conceitos precisam ser explorados antes da exemplificação para que o profissional ou aluno possam ir criando intimidade com os conceitos ou fixá-los de forma mais efetiva. Mesmo que você já tenha certa familiaridade com o delineamento em questão, não custa testar seus conhecimentos, para verificar se não esqueceu de nada no planejamento de uma pesquisa. Os termos mais importantes, no decorrer do capítulo, estão em negrito para que você se lembre deles na execução de qualquer planejamento de pesquisa.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO DELINEAMENTO EXPERIMENTAL

Delineamentos experimentais não precisam necessariamente ocorrer dentro de um laboratório; eles podem ocorrer também em situações do cotidiano. A pesquisa experimental, também chamada de ensaio clínico randomizado nas ciências médicas (clinical trial), tem a pretensão de estabelecer relações de causa-efeito, geralmente em condições ideais. Isso quer dizer que é o único delineamento que realmente pode demonstrar que uma mudança em uma variável X provocou uma mudança previsível e pré-planejada em outra variável Y, podendo-se considerar o delineamento mais complexo e minucioso de ser planejado, exigindo do pesquisador uma vasta experiência em pesquisa, bem como um profundo conhecimento do problema a ser pesquisado. Os ensaios clínicos controlados randomizados podem ser considerados um dos métodos de pesquisa mais avançados, com maior desenvolvimento no século XX, considerado um estudo de intervenção prospectivo.

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Grupo A (5)
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Medium 9788584290840

Capítulo 5 - A inteligência como um espectro de competências

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

5

A inteligência como um espectro de competências

KATIA SMOLE

>> Debater as teorias que levaram ao conceito atual de inteligências múltiplas.

>> Definir o conceito de inteligências múltiplas criado por Gardner e seus espectros de competência.

>> As diversas teorias relacionadas à inteligência até o conceito atual criado por Gardner.

>> Os espectros de competências e a complementação do espectro pictórico ao musical.

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A VISÃO PSICOMÉTRICA DA INTELIGÊNCIA

Existem diferentes concepções e tentativas de definir e caracterizar a inteligência. No entanto, a concepção hegemônica ainda está atrelada a um ponto de vista psicométrico ou ao enfoque de testes de inteligência que, como o nome indica, foram elaborados e construídos em torno do intento de medir o rendimento intelectual da maneira mais exata e confiável possível.

Pensar numa forma de classificar as pessoas a partir de suas capacidades intelectuais é uma ideia antiga. Segundo Gould (1991), a tese de que o valor dos indivíduos e dos grupos sociais pode ser determinado por meio da medida da inteligência como quantidade isolada apoia-se em dados provindos inicialmente da craniometria − ou medida do crânio −, cujas bases remontam ao século XII.

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Medium 9788584290840

Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

1

Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

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2

psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

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Medium 9788584290840

Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

4

Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

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100 psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

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Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

3

Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

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Medium 9788584290840

Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

2

A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

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Grupo A (1913)
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Medium 9788565848657

Capítulo 13 - Contratos educacionais: características, conflitos e soluções

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

13

Contratos educacionais: características, conflitos e soluções

Brígida Paiva Lycarião

A educação

Raízes da educação

Não se pode falar precipuamente em contratos educacionais sem, de forma prévia, referir-se mesmo que sinteticamente à educação. O ato de refletir sobre as raízes da educação nos leva a questionar o próprio homem, pois, conforme Paulo Freire (1983, p. 27),

Não é possível fazer uma reflexão sobre o que é educação sem refletir sobre o próprio homem. [...] Não haveria educação se o homem fosse um ser acabado [...] é um ser na busca constante de ser mais e, como pode fazer esta autorreflexão, pode descobrir-se como um ser inacabado, que está em constante busca. Eis a raiz da Educação.

Esse “inacabamento” é que dá origem à educação. Por ser incompleto, o homem não sabe nada de maneira absoluta, onisciência esta, só atribuída a Deus. Ele busca, todavia, o saber, como sujeito de sua própria educação. Sendo sujeito de sua educação, não pode ser objeto dela; por conseguinte, ninguém educa ninguém. Então, a existência da educação formal nas escolas teria como escopo oferecer aos educandos oportunidades de experiência e de aprendizagem, em interação com o meio e com outros seres buscantes. O mestre vai ainda mais longe quando preleciona

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Medium 9788582715079

Capítulo 5 - Treinamento do controle executivo no contexto da pesquisa e da clínica psicopedagógica

Newra Tellechea Rotta Grupo A PDF Criptografado

5

TREINAMENTO

DO CONTROLE

EXECUTIVO

NO CONTEXTO

DA PESQUISA

E DA CLÍNICA

PSICOPEDAGÓGICA

HELENA CORSO

GRACIELA INCHAUSTI DE JOU

TAISE CORTEZ ANTUNES PEREIRA

VIVIANE BASTOS FORNER

O

ditado “A prática leva à perfeição” – tão utilizado em nosso cotidiano para estimular a aprendizagem de todo iniciante – exprime a ideia de que repetindo, treinando e praticando tudo pode ser aprendido.

Mas o que há por trás dessa premissa?

Qual é o processo cognitivo responsável por essa prometida mudança? Quais são as transformações que acontecem em nosso cérebro para alcançar tal objetivo?

Tentando responder a essas perguntas, o presente capítulo aborda o treinamento das funções executivas (FEs) e a neuroplasticidade cognitiva, tendo como base o artigo de revisão Executive control training from middle childhood to adolescence, de Julia Karbach e Kerstin Unger, publicado em 2014.1

Essas autoras chamam a atenção para o aumento de estudos científicos sobre treinamento das FEs, uma vez que tais funções cognitivas são apontadas como preditoras de várias realizações ao longo da vida, como desempenho acadêmico, nível socioeconômico e saúde física.

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Medium 9788563899958

Estratégia 23 - Mapa semântico

Barbara Moss; Virginia S. Loh Grupo A PDF Criptografado

Estratégia 23

Mapa semântico

Todas as séries

Começando

Ganhando prática

Vocabulário

Compreensão

Escrita

O QUE É ISSO?

Os cinco padrões mais comuns de textos expositivos incluem descrição, sequência, comparação-contraste, causa-efeito e problema-solução. Assim como histórias de ficção seguem um padrão que inclui personagens, um cenário e trama, textos expositivos tipicamente seguem um desses cinco padrões. Todos esses padrões, aliás, podem aparecer em uma única página de um texto.

As próximas cinco estratégias, que incluem Mapa Semântico, Tabela de Séries de Eventos (Estratégia 24), Diagrama de Venn (Estratégia

25), Mapa de Causa-Efeito (Estratégia 26) e Resumo de Problema-Solução (Estratégia 27) são todas formas de ajudar os estudantes a reconhecer e a compreender esses cinco padrões.

Um Mapa Semântico (Heimlich e Pittelman, 1986) é um organizador visual que pode ajudar os alunos a organizarem informações de uma passagem expositiva que esteja escrita de forma descritiva. Esse tipo de texto normalmente descreve uma pessoa, lugar, coisa ou objeto. Não há palavras específicas associadas com esse tipo de estrutura textual.

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Medium 9788573079661

3. SINTOMA ESCOLAR: UMA QUESTÃO DE SENTIDO E DE DIREÇÃO

Bossa, Nadia A. Grupo A PDF Criptografado

60

Nadia A. Bossa

nossa cultura faz dessa instituição o lugar privilegiado na formação de um sintoma; ela não só gera o sintoma, como também o denuncia.

É importante salientar que, ao falarmos de “escolha”, estamos referindo-nos a uma escolha inconsciente. Não queremos dizer com isso que o problema da aprendizagem escolar, em nossa leitura, seja um fenômeno gerado pelo sujeito sem a participação da escola. Trata-se de um sofrimento contemporâneo, um sintoma produzido na sociedade, uma patologia de nosso tempo, que encontra em certos casos as condições de possibilidade.

Freud, em um texto de 1930, “O mal-estar na civilização”, afirma que o propósito da vida dos homens é a busca da felicidade. Os homens “esforçamse para obter felicidade; querem ser felizes e assim permanecer” (1980, v.

21, p. 94). Para Freud, essa busca tem duas metas: a ausência de sofrimento e a experiência de intensos sentimentos de prazer. Em relação ao sofrimento, escreve (1980, v. 21, p. 95):

O sofrimento nos ameaça a partir de três direções: de nosso próprio corpo, condenado à decadência e à dissolução, e que nem mesmo pode dispensar o sofrimento e a ansiedade como sinais de advertência; do mundo externo, que pode voltar-se contra nós com forças de destruição esmagadoras e impiedosas; e, finalmente, de nossos relacionamentos com os outros homens. O sofrimento que provém desta última fonte talvez nos seja mais penoso do que qualquer outro.

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Medium 9788584291694

Capítulo 33. Relato de experiência de leitura do livro Fiel, de Jessé Andarilho

Flavio Rodrigues Campos; Paulo Blikstein Grupo A PDF Criptografado

RELATO DE EXPERIÊNCIA DE LEITURA

DO LIVRO FIEL, DE JESSÉ ANDARILHO

Romario Pires de Novaes | Zoralia Aparecida dos Santos Ferreira

A descoberta do prazer pela leitura é algo surpreendente, pois, por meio dela, podemos inventar e reinventar nosso mundo, criando personagens, elaborando histórias e compartilhando nossas experiências de leitura. E, nessa perspectiva, buscamos traçar as metas que seriam abordadas pelas turmas do 8º e 9º anos do ensino fundamental do Colégio Premium, em Ubatã/BA.

Sendo assim, mediante nossas pesquisas em revistas sobre obras literárias, encontramos na revista Nova Escola uma proposta bem pertinente para se discutir as questões geográficas do Rio de Janeiro com base nos livros Fiel

(ANDARILHO, 2014) e O cortiço (AZEVEDO, 2016). Logo após essa descoberta, propusemos uma reunião para decidirmos como realizaríamos nosso trabalho com esses livros.

Por fim, após diálogos entre nós, decidimos trabalhar somente com a obra literária Fiel.

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Editora Manole (79)
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Medium 9788520438404

9. O discurso científico e suas nuances sobre comunicação e sustentabilidade

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

9

<�QV`Pb_`\�PVR[a~ºP\�R�`bN`� nuances  sobre  comunicação  e   sustentabilidade

Ana  Maria  Dantas  de  Maio

INTRODUÇÃO

O  discurso  científico  sobre  comunicação  e  sustentabilidade   apresentado  pela  Revista  Brasileira  de  Comunicação  Organizacional   e   Relações   Públicas   (Organicom)   constitui   rico   material   para   estudo,  considerando-se  que  a  publicação  é  tida  como  referência  para  as  pesquisas  em  comunicação  organizacional  e  relações   públicas.   Decifrar   a   interface   que   congrega   sustentabilidade   e   comunicação   a   partir   desse   corpus   representa   um   desafio,   que   decidimos  assumir  sob  a  perspectiva  da  análise  de  discurso.

Nosso  objetivo,  com  essa  leitura,  é  responder  a  cinco  perguntas:  quem  fala,  para  quem  fala,  o  que  fala,  o  que  não  fala  e  como   fala.   As   respostas   indicam   a   atribuição   de   sentido   elaborada   a   partir  do  conjunto  de  textos  examinados  e  sua  respectiva  problematização.  Entretanto,  cabe  registrar  que  cada  artigo  mereceria   uma  análise  exclusiva,  tamanha  a  amplitude  de  seus  enunciados.  

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Medium 9788520440186

3. Como incorporar a ginástica em seu programa

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

3

Como incorporar a ginástica em seu programa

Após ler e compreender este capítulo, você será capaz de:

• criar seus próprios objetivo e sequência para ginástica com base em seu conhecimento das normas norte-americanas, nos resultados de desempenho para a educação física e em sua própria situação de ensino;

• descrever os estágios da ginástica e fornecer exemplos de cada estágio com suas próprias palavras;

• escolher uma tarefa informativa ou um ponto de partida para uma experiência de aprendizagem de ginástica e apresentar três tarefas de extensão, três de refinamento e três de aplicação para desenvolver o conteúdo em ginástica;

• discutir as habilidades gerais da ginástica em relação às categorias em cada uma delas, exemplos de cada categoria e dos princípios do movimento que governam cada categoria;

• descrever como as variáveis do processo (corpo, espaço, esforço e relacionamento) podem ser usadas no desenvolvimento do conteúdo em ginástica;

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Medium 9788520434802

3. Do mau uso de Paulo Freire

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

3.

Do mau uso de Paulo Freire

N

ão existe “método Paulo Freire”. Todos nós sabíamos disso, ao menos os da minha geração. Todavia, como tudo na filosofia tradicional (leia-se filosofia moderna) é epistemologizado e, então, metodologizado, e, como na área pedagógica, até pela própria origem da palavra pedagogia, importam antes os métodos que o conteúdo, logo todos engoliram o vocabulário corrente. Surgiu então o tal “método Paulo Freire”.

Daí por diante, não adiantou mais Paulo Freire insistir que sua pedagogia era antes de tudo política. As pessoas repetiam com ele que “tudo é político” e, assim, como não poderia deixar de ser nesses casos, esvaziaram a expressão “política” e reduziram logo a filosofia da educação de Freire a alguns procedimentos de alfabetização associados a não mais que duas ou três frases

“metodológicas”, principalmente a ideia de “levar em conta a experiência do educando”. Foi assim que geramos o “mau uso de Paulo Freire”.

18

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Medium 9788520443958

19. Institucionalidade da interdisciplinaridade na gestão de recursos hídricos no Brasil

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

19

Institucionalidade da interdisciplinaridade na gestão de recursos hídricos no Brasil

Maria do Carmo M. Sobral | Engenheira civil, Universidade Federal de Pernambuco

Suzana M. G. L. Montenegro | Engenheira civil, Universidade Federal de Pernambuco

Renata Maria Caminha M. O. Carvalho | Engenheira agrônoma, Instituto Federal de Educação,

Ciência e Tecnologia de Pernambuco

Maiara Gabrielle de Souza Melo | Gestora ambiental, Instituto Federal de Educação, Ciência e

Tecnologia da Paraíba

INTRODUÇÃO

A gestão de recursos naturais, especificamente dos recursos hídricos, requer uma abordagem interdisciplinar das diversas áreas de conhecimento diante da complexidade das crescentes questões ambientais, tais como: enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas, gestão de eventos extremos, aumento da poluição ambiental e dos conflitos entre os usos múltiplos da água.

Este capítulo apresenta reflexões sobre a institucionalização da interdisci‑ plinaridade na gestão participativa de recursos hídricos no Brasil, a partir da sua cronologia dos avanços e desafios nos aspectos legais e institucionais para garantia dos usos múltiplos da água, bem como a experiência da academia na incorporação da interdisciplinaridade nos Programas de Pós‑Graduação que atuam na gestão de recursos hídricos.

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Medium 9788520434802

15. O império “natural”

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

15.

O império “natural”

A

riadna foi a primeira eliminada do reality show Big Brother Brasil 11. Sem sombra de dúvida, ela tinha a melhor história de vida de todos os participantes. Aliás, por todas as razões, inclusive as mais objetivas – como sua postura simpática na casa –, não é errado especular que tenha sido o preconceito popular que a jogou para fora em tão pouco tempo. Nossa população consegue ser menos intolerante com os gays, ao menos agora, talvez porque tenha encontrado um “demônio” ainda mais malévolo, o transexual.

Todavia, dizer “o nosso povo tem preconceitos” ou “nossa sociedade é hipócrita” e outras frases desse tipo não explicam nada. Quando evocamos a filosofia e as ciências humanas, aí, sim, melhoramos nosso entendimento. No caso, vale lembrar

Paulo Freire, tão preocupado e, em alguns momentos, muito ocupado com as distinções entre “natureza” e “cultura”. O que se pôs na jogada no caso de Ariadna foi uma dupla, identificada pelos nomes “natureza” e “verdade”, e tudo que envolveu seu

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Artmed (60)
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Medium 9788536321714

Capítulo 3 - A competência sempre envolve conhecimentos inter-relacionados a habilidades e atitudes

Antoni Zabala; Laia Arnau Artmed PDF Criptografado

A competência sempre envolve conhecimentos inter-relacionados a habilidades e atitudes

3

A competência e os conhecimentos não são antagônicos, pois qualquer atuação competente sempre envolve o uso de conhecimentos inter-relacionados a habilidades e atitudes.

Competências versus conhecimentos

Das diferentes definições do termo competência revisadas no capítulo anterior, incluindo nossa proposta, não é possível deduzir que o domínio das competências ocorra em detrimento do conhecimento, muito pelo contrário. O surgimento do termo foi consequência da incapacidade de aplicabilidade de muitos conhecimentos teoricamente aprendidos, a situações reais, tanto da vida cotidiana quanto profissional. Apesar disso, pode parecer que as competências, ao serem uma alternativa a um determinado tipo de ensino de conhecimentos, representem, inegavelmente, sua negação. Diante do dilema entre teoria e prática, optar por um ensino baseado em competências parece uma aposta pela prática e, consequentemente, uma rejeição dos conhecimentos.

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Medium 9788584290680

Capítulo 11 - Falando e aprendendo por meio da linguagem e do letramento

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

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Falando e aprendendo por meio da linguagem e do letramento

Carrie Ansell e Tor Foster

O pensamento é o botão floral; a linguagem, o desabrochar; a ação, o fruto que vem depois.

Ralph Waldo Emerson, 1803-1882, poeta, ensaísta, filósofo

Panorama do capítulo

O capítulo explorará os princípios e os recursos de ensino dialógico e o contexto da fala em salas de aula. Conexões serão feitas com iniciativas-chave no domínio da fala, desde o Projeto Nacional de Oracia (National

Oracy Project) até progressos na natureza da fala exploratória e do interpensamento. Vamos argumentar que a fala é a base da aprendizagem do letramento e que, para os professores, é essencial criar uma cultura de sala de aula que coloque as crianças no centro da aprendizagem. Por fim, examinaremos o papel da fala na aprendizagem bilíngue e na leitura, na escrita e na ortografia. Dois estudos de caso, em que as escolas adotaram a filosofia de educação infantil em toda a escola, serão usados para demonstrar como um foco no diálogo e na escuta tem o potencial de transformar as práticas de letramento.

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Medium 9788584290680

Capítulo 9 - Desenvolvendo as habilidades de pensamento e aprendizagem em ciências

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

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Desenvolvendo as habilidades de pensamento e aprendizagem em ciências

Chris Collier e Rebecca Digby

Jamais se fez uma grande descoberta sem um palpite ousado.

Isaac Newton

Panorama do capítulo

O capítulo introduz as habilidades de pensamento e aprendizagem que se situam no âmago da ciência. Abordagens que preconizam uma experiência prática, com a aplicação de braços e cérebros na busca do desenvolvimento dessas habilidades, são discutidas com referência às pesquisas e à literatura atuais. Em seguida, um estudo de caso sobre duas turmas distintas permite uma análise sobre certas atividades exploradas no contexto da sala de aula. Por fim, são apresentadas sugestões de atividades para o leitor experimentar, exemplificando a aprendizagem e o desenvolvimento das habilidades em ciências. O capítulo encerra com um resumo e uma lista com referências para leitura adicional e com recursos, incluindo materiais e pesquisas com base na internet.

INTRODUÇÃO

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Capítulo 3 - Criando uma cultura de indagação

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

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Criando uma cultura de indagação

Anitra Vickery

Você pode ensinar ao aluno uma lição em um dia; mas se você puder ensiná-lo a aprender por meio da criação da curiosidade, ele continuará o processo de aprendizagem enquanto ele viver.

Clay P. Bedford

Panorama do capítulo

Este capítulo examina o caminho pelo qual a educação pode preparar melhor as crianças para um futuro desconhecido. Explora formas de desenvolver alunos ativos, com base na análise do etos da sala de aula, de diferentes modelos e abordagens para a aprendizagem, de relacionamentos na sala de aula e no ambiente físico. Compartilha ideias de como colocar as crianças no centro de sua própria aprendizagem. Atividades fornecem oportunidades para explorar, em primeira mão, alguns dos tópicos suscitados. Um estudo de caso apresenta uma escola que abraçou o desafio de equipar as crianças para que elas se tornem pensadores críticos. O capítulo termina com referências e sugestões de leituras complementares que permitirão ao leitor obter mais conhecimentos sobre as abordagens recomendadas e acessar mais atividades que podem ser usadas em sala de aula.

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Medium 9788582714485

Capítulo 6. Treinamento para região inferior do corpo

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Treinamento para a região inferior do corpo

As minhas perspectivas sobre o treinamento para membros inferiores mudaram drasticamente desde a publicação da primeira edição deste livro. Durante a última década, passamos de um programa bem convencional orientado ao agachamento livre (back squat) para um programa orientado ao agachamento pela frente (front squat) e, por fim, a um programa centrado, principalmente, em torno de levantamento terra unilateral e variações de agachamento unilateral. Em determinadas situações, primeiro usamos agachamentos bilaterais e levantamentos terra bilaterais, mas a ênfase passou para exercícios mais unilaterais quando se trata de desenvolver a força nos membros inferiores.

A razão primária para essa evolução na estratégia de treinamento da região inferior do corpo é nosso desejo de atingir, com mais objetividade, estas três metas:

■ Ausência de lesões no treinamento. Quase todas as dores nas costas de nossos atletas

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