Grupo Gen (199)
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Medium 9788522474400

18 - Análise de conteúdo

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

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Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

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Análise de conteúdo

Wilson Corrêa da Fonseca Júnior

... Alguém viu Nasrudin procurando alguma coisa no chão. �O que é que você perdeu, Mullá�?, perguntoulhe. �Minha chave�, respondeu o Mullá.

A

formação do campo comunicacional não pode ser compreendida sem se fazer referência à análise de conteúdo. Desde sua presença nos primeiros trabalhos da communication research às recentes pesquisas sobre novas tecnologias, passando pelos estudos culturais e de recepção, esse método tem demonstrado grande capacidade de adaptação aos desafios emergentes da comunicação e de outros campos do conhecimento. Em determinados momentos, quando se pensava que havia se esgotado toda a sua capacidade de proporcionar análises consistentes e pertinentes, eis que ressurge a análise de conteúdo com novas técnicas e novos objetos a serem investigados. Este capítulo possui como principal objetivo proporcionar a compreensão inicial sobre esse método polêmico, começando por uma breve revisão histórica e terminando com as principais técnicas utilizadas. Ao final do texto, seja qual for a posição do leitor, uma conclusão é certa: a análise de conteúdo é impossível de ser ignorada.

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Medium 9788521630463

PARTE II – 16 - MODELOS ANIMAIS E PESQUISA EXPERIMENTAL EM PSICOLOGIA

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF Criptografado

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C apítulo

Modelos animais e pesquisa experimental em Psicologia

PAULO ROGÉRIO MORAIS E MAKILIM NUNES BAPTISTA

Se você é estudante ou um profissional da Psicologia, muito provavelmente a primeira imagem que vem à sua cabeça quando pensa em experimentos utilizando animais são os clássicos ratos albinos utilizados quase invariavelmente nas aulas de Psicologia Experimental ou de Análise Experimental do Comportamento. No entanto, a experimentação com animais não humanos1 vai muito além dos ratos confinados na caixa de Skinner.

Muito do conhecimento existente atualmente nas mais diversas áreas de saúde foi obtido graças ao emprego criterioso de animais nos mais diversos tipos de estudo. Embora o emprego de animais em pesquisas psicológicas tenha se popularizado com os trabalhos de Darwin, Thorndike e Pavlov na segunda metade do século XIX, e com os de Skinner no início do século XX, já na Grécia antiga tanto o comportamento quanto a anatomia eram estudados com o uso de animais. De acordo com Paixão (2001), existem registros de que Aristóteles (384-322 a.C.) tenha dissecado mais de 50 espécies diferentes de animais, e por isso é considerado o pai da anatomia comparada. Timo-Iaria

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Medium 9788521624714

Capítulo 2 - Funções Sociais da Educação e da Escola

MONTEIRO, Eduardo; MOTTA, Artur; RAMAL, Andrea Cecilia (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

Funções Sociais da Educação e da Escola

Entendendo a história para entender as transformações de hoje

As formas pelas quais a informação circula, e o conhecimento e a riqueza são construídos, são fundamentais para a organização das sociedades. São também fatores dinâmicos e relacionados entre si e, frequentemente, levam as pessoas a se confrontarem com dilemas e desafios cuja superação resulta em transformações sociais. A educação, como processo formador dos indivíduos para a vida social e produtiva, não pode ser compreendida fora dessas relações de vínculo e das mentalidades que as sustentam no cotidiano.

Neste capítulo, vamos procurar compreender como as transformações no espaço social, político e econômico ao longo do tempo influíram sobre o desenvolvimento das concepções e sistemas educativos e modelos escolares que temos hoje. Essas transformações podem ser mais bem compreendidas se colocadas na perspectiva histórica, permitindo perceber no presente aquilo que representa continuidade ou ruptura com os momentos anteriores.

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Medium 9788522474400

13 - Semiologia e semiótica como ferramentas metodológicas

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

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Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

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Semiologia e semiótica como ferramentas metodológicas

Henrique Codato

Flor Marlene E. Lopes

... Alguém viu Nasrudin procurando alguma coisa no chão. �O que é que você perdeu, Mullá�?, perguntoulhe. �Minha chave�, respondeu o Mullá.

1

Primeiras definições

Podemos considerar duas definições de semiologia: 1. �Ciência que estuda a vida dos signos no seio da vida social� (F. Saussure); 2. �Ciência que estuda os sistemas dos signos (línguas, códigos, sinalizações etc.)� (Petit Robert), e cujo

�objetivo é reconstruir o funcionamento dos sistemas de significação diversos�

(R. Barthes). Ambas consideram como seu objeto de estudo, por extensão, o universo geral dos signos.

No dicionário Petit Robert, encontram-se duas acepções do termo semiótica:

�Teoria geral dos signos e de sua articulação no pensamento (> lógica). Teoria dos signos e do sentido, e de sua circulação na sociedade (> semiologia).� A delimitação das definições diz respeito à origem das concepções distintas da expressão semiótica.

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Medium 9788597017335

15 - Qual o lugar da ética no Ensino Superior

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

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Qual o lugar da ética no Ensino Superior

A Didática do Ensino Superior não pode tratar exclusivamente dos procedimentos voltados à facilitação da aprendizagem dos estudantes. As maiores dificuldades com que se deparam os professores do Ensino Superior não se referem propriamente à formulação de objetivos, à seleção dos conteúdos, à determinação das estratégias de ensino ou aos procedimentos adotados na avaliação. As principais questões referem-se à maneira com que os professores se relacionam com os estudantes, com os seus colegas, com a instituição e com a própria disciplina que ministram.

Questões dessa natureza não podem ser facilmente respondidas, pois envolvem considerações acerca do que é bom ou mau, do que é justo ou injusto ou do que vale ou não a pena. Referem-se a valores. Assim, qualquer obra elaborada com o objetivo de proporcionar respostas definitivas a essas questões corre naturalmente o risco de ser denunciada por seu viés ideológico.

As dificuldades que envolvem a abordagem destas questões não podem, no entanto, levar ao encerramento de uma obra sem que as questões éticas subjacentes sejam consideradas. Nos últimos anos, muito tem sido escrito e debatido acerca de questões éticas no Ensino Superior, em decorrência, principalmente, das estratégias adotadas por muitas instituições para cooptar e para manter seus alunos.

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Grupo A (5)
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Medium 9788584290840

Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

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100 psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

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Medium 9788584290840

Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

1

Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

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2

psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

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Medium 9788584290840

Capítulo 5 - A inteligência como um espectro de competências

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

5

A inteligência como um espectro de competências

KATIA SMOLE

>> Debater as teorias que levaram ao conceito atual de inteligências múltiplas.

>> Definir o conceito de inteligências múltiplas criado por Gardner e seus espectros de competência.

>> As diversas teorias relacionadas à inteligência até o conceito atual criado por Gardner.

>> Os espectros de competências e a complementação do espectro pictórico ao musical.

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128 psicologia da educação

A VISÃO PSICOMÉTRICA DA INTELIGÊNCIA

Existem diferentes concepções e tentativas de definir e caracterizar a inteligência. No entanto, a concepção hegemônica ainda está atrelada a um ponto de vista psicométrico ou ao enfoque de testes de inteligência que, como o nome indica, foram elaborados e construídos em torno do intento de medir o rendimento intelectual da maneira mais exata e confiável possível.

Pensar numa forma de classificar as pessoas a partir de suas capacidades intelectuais é uma ideia antiga. Segundo Gould (1991), a tese de que o valor dos indivíduos e dos grupos sociais pode ser determinado por meio da medida da inteligência como quantidade isolada apoia-se em dados provindos inicialmente da craniometria − ou medida do crânio −, cujas bases remontam ao século XII.

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Medium 9788584290840

Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

3

Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

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Medium 9788584290840

Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

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Grupo A (1948)
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Medium 9788565852951

Capítulo 21 - Alterações posturais e riscos futuros

Cristiano Nabuco de Abreu; Evelyn Eisenstein; Susana Graciela Bruno Estefenon Grupo A PDF Criptografado

ALTERAÇÕES POSTURAIS

E RISCOS FUTUROS

DENISE DEL PELOSO

Como todos sabemos, com a vida moderna fomos nos tornando mais sedentários, menos ativos. Com isso também ocorreram mudanças na estrutura musculoesquelética e funcional de nossos corpos.

Há alguns anos era diferente, computadores eram utilizados principalmente para trabalhar, e celulares quase não existiam. Hoje estamos conectados 24 horas por dia. Será que percebemos como isso afeta nossa postura? As quase oito horas de trabalho em frente ao computador, somadas às horas de estudo e de entretenimento também em frente ao computador e outros dispositivos afins, acabam por comprometer a rigidez muscular e sobrecarregar as estruturas articulares. Essa realidade faz com que mesmo indivíduos muito jovens já apresentem sintomas e alterações de postura que têm de ser corrigidas o quanto antes.

Mas quando e como fazer isso? É aí que entra o fisioterapeuta, com a função de avaliar a postura e orientar posicionamentos que evitem sobrecarga, além de tratar as disfunções para que no futuro esse jovem não sofra limitações funcionais.

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Medium 9788563899958

Estratégia 3 - Ler textos informativos em voz alta

Barbara Moss; Virginia S. Loh Grupo A PDF Criptografado

Estratégia 3

Ler textos informativos em voz alta

Todas as séries

Começando

Ganhando Prática

Vocabulário

Compreensão

Escrita

O QUE É ISSO?

Ler textos informativos em voz alta dá aos alunos uma oportunidade de ouvir textos não narrativos. Eles apresentam aos professores a oportunidade de ajudar os alunos a terem acesso a textos informativos; dessa forma, os professores podem apresentar uma unidade de estudo ou auxiliar o aluno na compreensão de conteúdos do texto que podem estar além de sua habilidade de leitura.

QUAL O SEU PROPÓSITO?

Esses textos expandem o conhecimento dos estudantes, ensinando-lhes conteúdo e termos relacionados a uma variedade de assuntos e pessoas. Eles sensibilizam os alunos a padrões expositivos, que são muito menos familiares aos estudantes do que as histórias. Eles despertam o interesse em assuntos, enriquecem o estudo da literatura e permitem fazer conexões entre muitas matérias curriculares. Mas o mais importante é justamente despertar o interesse dos alunos em diversos tópicos distintos, levando à leitura silenciosa independente; fator importantíssimo no desenvolvimento de leitores para toda a vida.

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Medium 9788565848596

Capítulo 3 - Os tempos da vida nos tempos da escola: em que direção caminha a mudança?

Jaqueline Moll Grupo A PDF Criptografado

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OS TEMPOS DA VIDA NOS TEMPOS DA ESCOLA

Em que direção caminha a mudança?

Jaqueline Moll

Quais foram os aspectos do mundo moderno e de sua crise que efetivamente se revelaram na crise educacional para que, durante décadas, se pudessem dizer e fazer coisas em contradição tão flagrante com o bom senso?

O que podemos aprender dessa crise acerca da essência da educação – não no sentido de que sempre se pode aprender, dos erros, o que não se deve fazer, mas sim refletindo sobre o papel que a educação desempenha em toda civilização, ou seja, sobre a obrigação que a existência de crianças impõe a toda sociedade humana?

Arendt (1954, p. 234)

INTRODUÇÃO

É possível mudar a escola? Muitos dirão que não, afirmando ser a escola uma instituição milenar (ledo engano!) ou “apenas” uma fase da vida a superar ou a antessala da “fábrica”

(ou do mercado de trabalho), portanto desenhada com características próprias da seletividade, da hierarquização e dos silenciamentos que constituem o cerne dos processos de adaptação social.

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Medium 9788565848992

Capítulo 5 - Conhecendo os Sólidos Geométricos

Katia Stocco Smole; Maria Ignez Diniz; Patrícia Cândido Grupo A PDF Criptografado

K ÁTIA S TOCCO S MOLE

z

M ARIA I GNEZ D INIZ

5

z

P ATRÍCIA C ÂNDIDO

131

Conhecendo os Sólidos

Geométricos

O

s sólidos geométricos desempenham um papel importante no trabalho com a geometria na Educação Infantil. A razão disso é que eles podem constituir-se em um contexto rico tanto para desenvolver a percepção espacial dos alunos quanto para permitir que eles estabeleçam relações entre a geometria e o mundo físico que os rodeia, uma vez que os sólidos são figuras que normalmente estão presentes nos objetos e nos cenários com os quais as crianças têm contato, tais como embalagens, construções, esculturas e brinquedos.

Trabalhar desde a Educação Infantil com sólidos geométricos também permite o desenvolvimento de um vocabulário específico sobre suas características – faces, vértices, arestas, nomes dos sólidos – e a percepção da relação entre figuras planas e não planas.

Enquanto manipula, constrói e representa objetos tridimensionais e a partir das intervenções que o professor faz, problematizando cada atividade, a criança descobre formas, percebe dimensões, observa semelhanças e diferenças, desenvolve noções de perspectiva, nota que alguns sólidos são limitados somente por figuras planas, enquanto outros são arredondados.

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Medium 9788565848657

Capítulo 10 - Ensino superior no Brasil: quem paga, quem se beneficia

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

10

Ensino superior no Brasil: quem paga, quem se beneficia

Paulo Eduardo Marcondes de Salles

N

este capítulo, será apresentada uma reflexão relativa à forma como o ensino superior no Brasil vem sendo desenvolvido, tanto na questão de seu financiamento como de quem se beneficia com o atual sistema, com análise dos principais desafios que se apresentam pra a gestão universitária, suas possibilidades e restrições, bem como eventuais formas de vencer as barreiras que lhe são impostas.

Também será apresentada a relação da administração universitária com um mercado globalizado de elevado nível de sofisticação tecnológica, que vem determinando maior grau de exigência dos consumidores para com todos os tipos de produtos e serviços que adquirem em um mundo em transformação.

Nesse sentido, os clientes das instituições de ensino superior (IES) buscam maior nível de qualidade das escolas, obrigando-as a lançar mão de criatividade com o objetivo de poder melhor se adequar às necessidades impostas pela conjuntura atual na qual estão inseridas, e este passa a ser um desafio da administração universitária.

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Editora Manole (79)
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Medium 9788520433133

7. A vida moral e a utopia

GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo; CASTRO, Susana de Editora Manole PDF Criptografado

7

A vida moral e a utopia

Paulo Ghiraldelli Jr.

Introdução

O título indica dois elementos básicos da educação humanista que, creio eu, mesmo quando essa educação tiver desaparecido

por completo – o que implica termos esquecido até mesmo de

sua crise –, vão se sustentar como tópicos a serem observados. A

não ser que deixemos de lado qualquer tipo de educação e nos

tornemos uma sociedade sem educação, exclusivamente mantida pelo treinamento e por regras diluídas pela cidade, mais ou

menos como as regras de trânsito, teremos em algum lugar algo

como um currículo e, nele, estarão inscritos dois tópicos do Humanismo: “vida moral” e “utopia”.

Uma sociedade, para fazer vingar alguma vida comunitária

e ser efetivamente uma sociedade, precisa de mecanismos de

reprodução de mores e ethos, ou seja, de hábitos e costumes afi85

nados com a vida privada e a vida pública, além de sustentar algum tipo de esperança de melhoria de si mesma. A filosofia

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Medium 9788520434802

15. O império “natural”

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

15.

O império “natural”

A

riadna foi a primeira eliminada do reality show Big Brother Brasil 11. Sem sombra de dúvida, ela tinha a melhor história de vida de todos os participantes. Aliás, por todas as razões, inclusive as mais objetivas – como sua postura simpática na casa –, não é errado especular que tenha sido o preconceito popular que a jogou para fora em tão pouco tempo. Nossa população consegue ser menos intolerante com os gays, ao menos agora, talvez porque tenha encontrado um “demônio” ainda mais malévolo, o transexual.

Todavia, dizer “o nosso povo tem preconceitos” ou “nossa sociedade é hipócrita” e outras frases desse tipo não explicam nada. Quando evocamos a filosofia e as ciências humanas, aí, sim, melhoramos nosso entendimento. No caso, vale lembrar

Paulo Freire, tão preocupado e, em alguns momentos, muito ocupado com as distinções entre “natureza” e “cultura”. O que se pôs na jogada no caso de Ariadna foi uma dupla, identificada pelos nomes “natureza” e “verdade”, e tudo que envolveu seu

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Medium 9788520440186

1. Por que é importante ensinar ginástica às crianças?

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

1

Por que é importante ensinar ginástica

às crianças?

Após ler e compreender este capítulo, você será capaz de:

• explicar como a ginástica pode contribuir para o desenvolvimento motor humano, tanto nas habilidades relacionadas ao esporte como nas experiências diárias da vida;

• definir ginástica com suas próprias palavras;

• descrever a rica história e as várias manifestações da ginástica;

• discutir os resultados de um programa de educação física da qualidade com referência a ginástica e a resultados específicos de desempenho em diferentes níveis;

• explicar como a ginástica contribui para o desenvolvimento da criança nas áreas psicomotora, cognitiva e afetiva; e

• discutir como a ginástica deve ser ensinada com referência à pesquisa sobre o ensino e ao estudo pedagógico e de conteúdo.

D

esde a infância tentamos dominar as possibilidades do movimento humano. Engatinhamos, começamos a andar, buscamos formas de desenvolver e variar nosso repertório de movimentos, nos aventurando no aprendizado de deslocamentos diversos, do equilíbrio e de rotações. Cada uma dessas habilidades está relacionada à ginástica em um sentido amplo.

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Medium 9788520443958

6. A interdisciplinaridade na agenda institucional do Fórum de Pró-Reitores de Pós-Graduação e Pesquisa

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

6

A interdisciplinaridade na agenda institucional do Fórum de Pró-Reitores

Joviles Vitório Trevisol | Filósofo, Pró‑Reitor de Pesquisa e Pós‑Graduação, UFFS

Isac Almeida de Medeiros | Farmacêutico, Pró‑Reitor de Pós‑Graduação e Pesquisa, UFPB

Maria José Giannini | Farmacêutica, Pró‑Reitora de Pesquisa, Unesp

INTRODUÇÃO

O Fórum de Pró‑Reitores de Pós‑Graduação e Pesquisa (Foprop) completou, em 2015, trinta anos de existência, contando atualmente com 221 instituições de ensino e de pesquisa associadas. Surgiu em 1985, no bojo da redemocratização do país e no contexto das discussões sobre os grandes temas nacionais, entre os quais o papel da universidade, da ciência e da tecnologia em um país em processo de abertura política, econômica e cultural. A reunião que deu origem à entidade, realizada entre os dias 20 e 22 de março, na Universidade Federal Fluminense (Niterói/RJ), foi motivada por alguns acontecimentos que se revelaram de grande importância para a história política e científica do Brasil. A reunião de Niterói, considerada o

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Medium 9788520443958

12. Sobre as condições internas e externas para a interdisciplinaridade na Faculdade de Ciências aplicadas da Unicamp

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

12

Sobre as condições internas e externas para a interdisciplinaridade

Peter Alexander Bleinroth Schulz | Físico, Faculdade de Ciências Aplicadas (Unicamp)

Álvaro de Oliveira D’Antona | Cientista Social, Faculdade de Ciências Aplicadas (Unicamp)

Flávio Batista Ferreira | Historiador, Faculdade de Ciências Aplicadas (Unicamp)

“A Universidade existe somente na extensão em que é institucionalizada.

A ideia torna‑se concreta em sua institucionalização... entretanto...

A ideia nunca é perfeitamente realizada.

Devido a isso existe um permanente estado de tensão...

Entre a ideia e as restrições da realidade institucional e corporativa”

Karl Jaspers

In “A ideia de universidade”

O título acima é uma paráfrase do manifesto fundador da Universidade de Berlin, de Wilhelm Von Humbold, considerado a origem da universidade moderna (Castilho, 2008). Guardadas as devidas proporções, a identidade e prática interdisciplinares da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade

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Artmed (60)
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Medium 9788582714485

Capítulo 9. Treinamento pliométrico

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Treinamento pliométrico

O treinamento para potência pode ser a parte mais importante do treinamento. Primeiramente, a força final deve ser obtida para permitir a produção de potência e velocidade. Os aumentos na força que não produzem um aumento simultâneo na potência são de uso limitado, em particular nos esportes sem contato. Com frequência, atletas gastam muito tempo com treinamento de força e pouco tempo treinando potência.

A questão não é “Devemos treinar potência?”, e sim “Como treinamos potência?”.

Em um mundo perfeito, com um atleta saudável, o treinamento de potência é feito de várias maneiras. Pliométricos, arremessos de medicine balls (Cap. 7) e levantamentos olímpicos (Cap. 10) são todos modos efetivos pelos quais se desenvolve produção de potência. Cada método pode ser essencial na criação de um atleta forte e todos têm seu lugar em um programa bem-projetado. O melhor programa usa um pouco de cada um dos seguintes três métodos.

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Medium 9788584291014

Capítulo 9. O papel do professor: deixar os alunos livres e construir parcerias

Elizabeth G. Cohe; Rachel A. Lotan Artmed PDF Criptografado

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O papel do professor: deixar os alunos livres e construir parcerias

Pergunta: Qual é sua percepção mais importante sobre o ensino que você gostaria de ter conhecido nos seus primeiros dois anos de experiência?

Resposta: Deixar que os alunos façam mais e eu menos. Essa foi uma lição difícil de ser aprendida ao longo dos anos. Eu utilizo muito a aprendizagem cooperativa, atividades práticas e questionamento na turma, e foi difícil aprender a recuar e deixar as coisas acontecerem.

(Paul Martini, professor de ciências da Escola de Ensino Médio de

Woodside – Woodside High School, Woodside, Califórnia)

O trabalho em grupo muda drasticamente o papel de um professor. Com ele, você não é mais um supervisor direto dos alunos, responsável por garantir que façam seu trabalho exatamente como você os orienta. Não é mais sua responsabilidade buscar cada erro e corrigi-lo de imediato. Em vez disso, a autoridade é delegada aos alunos e a grupos de alunos, que são encarregados de garantir que o trabalho seja feito de maneira eficiente e eficaz e que seus colegas de turma recebam a ajuda necessária. Eles são empoderados para cometerem erros, descobrirem o que deu errado e explorarem o que pode ser feito a respeito. “Na minha sala de aula, os erros são esperados, respeitados e investigados”, afirmam professores que se tornaram confortáveis em delegar autoridade.

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Medium 9788584291014

Capítulo 2. Por que trabalhar em grupo?

Elizabeth G. Cohe; Rachel A. Lotan Artmed PDF Criptografado

2

Por que trabalhar em grupo?

O trabalho em grupo é uma técnica eficaz para atingir certos tipos de objetivos de aprendizagem intelectual e social. É excelente para o aprendizado conceitual, para a resolução criativa de problemas e para o desenvolvimento de proficiência em linguagem acadêmica. Socialmente, melhora as relações intergrupais, aumentando a confiança e a cordialidade. Ensina habilidades para atuar em equipe que podem ser transferidas para muitas situações, sejam escolares ou da vida adulta. O trabalho em grupo é também uma estratégia para enfrentar problemas comuns na condução da sala de aula, como manter os alunos envolvidos com sua atividade. Mais importante ainda, o trabalho em grupo torna mais acessíveis as tarefas de aprendizagem para um número maior de alunos em salas de aula com grande diversidade de competências acadêmicas e proficiência linguística. O trabalho de grupo produtivo aumenta e aprofunda a oportunidade de aprender conteúdos e desenvolver a linguagem e, portanto, tem o potencial para formar salas de aula equitativas.

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Medium 9788584290680

Capítulo 5 - Professores reflexivos, crianças reflexivas

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

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Professores reflexivos, crianças reflexivas

Anitra Vickery

Sê a mudança que queres ver no mundo.

Mahatma Gandhi

Panorama do capítulo

Este capítulo examina a maneira pela qual os professores podem desenvolver uma prática reflexiva, pessoalmente motivadora e valorizadora, que, por sua vez, influencie positivamente a qualidade da experiência educacional que eles são capazes de fornecer às crianças. Apresenta informações sobre estruturas reflexivas estabelecidas e sugere maneiras de os professores se tornarem mais reflexivos. Explora caminhos para ajudar as crianças a se tornarem reflexivas para que consigam se tornar mais ativas em relação ao desenvolvimento de sua aprendizagem. Atividades abrem um leque de oportunidades para reflexão sobre pedagogia e também sobre a aprendizagem e o envolvimento das crianças. Estudos de caso citam como alunos do PGCE1 usaram o processo reflexivo para desvendar preocupações e dilemas e também para demonstrar como o processo pode mudar e se desenvolver durante o primeiro ano da docência.

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Medium 9788584290680

Capítulo 1 - Estruturas de pensamento

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

1

Estruturas de pensamento

Anitra Vickery

Não posso ensinar nada a ninguém; só posso fazê-los pensar.

Sócrates

Panorama do capítulo

Durante muitos anos, o currículo dos anos iniciais enfatizou a aprendizagem passiva, e a criança era considerada um recipiente vazio que precisava ser preenchido com conhecimentos por meio de uma abordagem didática.

Incentivar as crianças a serem ativas em relação à própria aprendizagem e ao desenvolvimento da cognição e da metacognição exige uma pedagogia muito diferente, uma pedagogia que saliente as habilidades de pensamento gerais.

O desenvolvimento explícito das habilidades de pensamento pode ser oferecido de maneiras diferentes: por meio de programas concebidos especificamente e acrescentados ao currículo normal, do direcionamento do pensamento e do raciocínio a disciplinas específicas e de permear o currículo normal com a identificação e a criação de oportunidades em todas as aulas. Seja qual for a abordagem escolhida, o objetivo será permitir que as crianças participem ativamente no pensamento e na aprendizagem de alta qualidade. Esforços para tornar a habilidade de pensamento uma característica central do currículo têm encontrado resistência. Existem opiniões rivais quanto a se as habilidades de pensamento podem ser ensinadas ou se elas são mais bem desenvolvidas por meio do conteúdo das disciplinas, e certos setores questionam se o ensino das habilidades de pensamento é um objetivo curricular legítimo.

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