Mcgraw Hill (13)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788580555196

Capítulo 10 - Administrando o trabalho em pequenos grupos

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Administrando o trabalho em pequenos grupos

As armadilhas do trabalho em pequenos grupos 232

Planejando e implantando trabalho em grupo eficiente 236

Comentários finais 254

Resumo 255

Mantenha os olhos no papel.

Trabalhe sem conversar com o colega.

Preste atenção no professor.

Se precisar de ajuda, levante a mão.

Faça o seu próprio trabalho.

Essas são as regras da sala de aula tradicional, um cenário em que os alunos têm pouca oportunidade para interagir, ajudar uns aos outros e colaborar em tarefas (ver Fig.

10.1). Frases como essas são tão representativas da visão que temos das salas de aula que elas são usadas até mesmo por alunos de 4 anos que nunca frequentaram a educação infantil.

Essa falta de interação é lamentável, especialmente nas salas de aula heterogêneas dos dias de hoje. Deixar os alunos trabalharem juntos em pares ou grupos pequenos tem muitas vantagens. Donnie e Christina mencionaram uma vantagem no Capítulo 8: quando os alunos ajudam uns aos outros durante o trabalho em sala de aula, eles se sentem menos “presos”, pois não precisam ficar sentados, esperan-

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555196

Capítulo 9 - Administrando o trabalho independente

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Administrando o trabalho independente

As armadilhas do trabalho independente 217

Planejando e implementando trabalho independente e eficiente 220

Comentários finais 227

Resumo 228

O trabalho independente é uma atividade de ensino comum a partir dos anos finais do ensino fundamental (alguns diriam que é comum até demais, uma posição que iremos discutir posteriormente). Nessa situação, os alunos são colocados para trabalhar em suas carteiras, com seus próprios materiais, enquanto o professor fica livre para monitorar toda a turma – observar o desempenho dos alunos, fornecer apoio e feedback, participar de miniconferências e preparar os alunos para os deveres de casa. O trabalho independente é com frequência usado para proporcionar aos alunos uma chance de praticar ou rever material apresentado previamente. Por exemplo, no “ensino direto” ou “ensino explícito” (ROSENSHINE,

1986), o professor revê a matéria anterior, apresenta novos conteúdos e, então, dá aos alunos a oportunidade de praticar, primeiro sob supervisão (“prática orientada”) e depois de modo independente (“prática independente”).

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555196

Capítulo 2 - Planejando o ambiente físico

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Planejando o ambiente físico

Cinco funções do ambiente de sala de aula 25

O professor como um planejador do ambiente 36

Algumas reflexões sobre ter de compartilhar salas 39

Comentários finais 41

Resumo 41

Discussões de organização e gestão frequentemente negligenciam as características físicas da sala de aula. A menos que ela se torne quente demais, fria demais, cheia demais ou barulhenta demais, tendemos a pensar no ambiente da sala de aula como um cenário sem importância para a interação. Essa tendência geral a ignorar o ambiente físico é especialmente predominante nas escolas de

PARE E REFLITA

Você provavelmente passou mais de 13 mil horas como estudante em salas de aula do ensino fundamental e médio. Sem dúvida, algumas dessas salas eram bem mais atraentes e confortáveis do que outras. Pense o que as tornava desse jeito. Por exemplo, eram os quadros de aviso ou pôsteres? A presença de plantas? O tipo e o arranjo da mobília? A iluminação? O tamanho ou a localização da sala? Pense sobre as características específicas que fizeram dessas salas ambientes agradáveis para aprender e, então, reflita sobre quais delas estão sob o controle do professor. Tenha essas características em mente

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555196

Capítulo 1 - Gestão de turma em um ambiente lotado e complexo

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Gestão de turma em um ambiente lotado e complexo

Princípios norteadores 5

Plano do livro 7

Conhecendo os professores 8

O que dizem os alunos? 16

Comentários finais 18

Resumo 20

Para muitos futuros professores e para iniciantes, entrar em uma sala de aula do ensino médio ou dos anos finais do ensino fundamental é como voltar para casa após uma breve ausência. Muito pouco mudou: carteiras com braços grandes demais ainda são arranjadas em fileiras desarrumadas; sinais sonoros ainda marcam o final das aulas; e quadros de aviso ainda mostram cópias apagadas dos horários dos sinais e das instruções do treinamento para incêndio. A familiaridade desses sinais e sons nos faz sentir confortáveis e à vontade. Porém, ironicamente, essa mesma familiaridade pode ser uma armadilha; ela pode tornar difícil apreciar o quanto a sala de aula do ensino médio é, na verdade, um ambiente curioso e exigente. Olhar para a sala de aula como se nunca tivéssemos visto uma anteriormente pode nos ajudar a reconhecer algumas de suas características estranhas e contradições.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580555196

Parte I - Introdução

Carol Simon Weinstein, Ingrid Novodvorsky McGraw-Hill PDF Criptografado

PA R T E I

Introdução

Quando você escuta as palavras “um professor realmente bom” o que vem à sua mente?

Nós fazemos essa pergunta aos nossos alunos de formação de professores, eles invariavelmente falam sobre cuidar.

Um bom professor é atencioso, eles afirmam, alguém que respeita e apoia os estudantes, que não os coloca para baixo e que demonstra um interesse genuíno por eles. Nossos estudantes de licenciatura também acreditam ter capacidade para ser esse tipo de professor e se veem fortalecendo a autoestima dos alunos, se alegrando com seus sucessos e criando fortes laços de afeição e respeito mútuo.

E então esses futuros professores começam a ensinar aos alunos. Ao longo das semanas, o discurso sobre cuidar começa a desaparecer, substituído por uma fala sobre controle e disciplina, penalidades e consequências, nomes no quadro e punição. Nossos estudantes lamentam o fato de terem sido “bonzinhos demais” no início e concluem que deveriam ter sido

“mais duros”. Alguns parecem mesmo acreditar que cuidar e manter a ordem são mutuamente excludentes.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Gen (207)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788512303505

6. - As abordagens do processo ensino-aprendizagem e o professor

MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti Grupo Gen PDF Criptografado

C a p í t ul o 6

As abordagens do processo ensino-aprendizagem e o professor

Com o objetivo de fornecer informações adicionais referentes à pesquisa realizada, este capítulo contém, num primeiro momento, reflexões pertinentes às análises feitas nos capítulos um a cinco deste livro e, num segundo momento, as relativas às opções teóricas declaradas e práticas manifestas dos professores que participaram da pesquisa em questão.

A partir das análises relativas às abordagens do processo ensinoaprendizagem, pode-se constatar alguns aspectos metateóricos que definem seus elementos idiossincráticos. Um deles é a já reiterada multidimensionalidade do fenômeno educacional, considerada em nível teórico. Outro refere-se à possibilidade de se analisar as interpretações do fenômeno educacional em seus pressupostos, decorrências e/ou implicações principais.

Algumas linhas teóricas, porém, parecem desconsiderar alguns aspectos pressupostos e/ou implicações do processo ensino-aprendizagem, que só puderam ser caracterizados por inferência, o que se constitui numa das dificuldades deste tipo de trabalho.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527717571

5 OS CONTEÚDOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

Darido, Suraya Cristina Grupo Gen PDF Criptografado

Os Conteúdos da

Educação Física na Escola

5

SURAYA CRISTINA DARIDO

5.1 Para além do fazer: a dimensão conceitual, procedimental e atitudinal

5.1.1 Dimensão conceitual

5.1.2 Dimensão procedimental

5.1.3 Dimensão atitudinal

5.2 As influências e tendências da Educação Física e implicações para os conteúdos escolares

5.3 Por que diversificar e aprofundar os conteúdos

5.4 Referências bibliográficas

Neste capítulo, discutiremos o conceito de conteúdo, as dimensões dos conteúdos atitudinais, conceituais e procedimentais propostas por Coll (2000), as influências dessa classificação para a Educação Física escolar e, por fim, analisaremos brevemente como ao longo do tempo a Educação Física privilegiou um ou outro tipo de conteúdo, da ginástica passando para o esporte e as novas propostas que visam a diversificação e aprofundamento dos conhecimentos.

5.1 Para além do fazer: a dimensão conceitual, procedimental e atitudinal

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624714

Capítulo 1 - Projeto de Sociedade, de Escola e de Gestão

Eduardo Monteiro, Artur Motta Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Projeto de Sociedade, de Escola e de Gestão

Implicações trazidas pelas transformações na sociedade e na cultura

A educação é um processo inerente às comunidades humanas, desde que os nossos ancestrais passaram a viver em grupos, dominaram o fogo e, em volta dele, aprenderam a contar histórias. Sua função em termos ideais é a de entronizar os indivíduos para desempenharem os diferentes papéis sociais, o que envolve o trabalho de preparar em cada um as condições necessárias para as diferentes funções e posições que dão forma

à estrutura social.

Esse dado antropológico confere à educação alguns traços essenciais:

>> Ela é estreitamente relacionada aos processos socioculturais.

>> Em profunda interdependência com os modelos e instrumentos de comunicação que os constituem.

>> E tem, sobretudo, um caráter ético e político.

Esse último aspecto é especialmente visível na medida em que toda educação implica:

>> Um projeto de pessoas envolvendo o modo como outras pessoas serão formadas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636250

Capítulo 3 Relação entre Professor e Aluno

Bruno Malheiros Grupo Gen ePub Criptografado

Contextualizando

Bons amigos (Machado de Assis)

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.

Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.

Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.

Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.

Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.

Porque amigo sofre e chora.

Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.

Porque amigo é a direção.

Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.

Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.

Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,

Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

Machado de Assis, assim como outros grandes poetas, escrevia bastante sobre diversos tipos de relacionamento: amizade, cumplicidade, amor. Os relacionamentos existem onde existem duas ou mais pessoas. Na sala de aula, portanto, diversos tipos de relacionamento acontecem. Baseado no poema de Machado de Assis, reflita:

Ver todos os capítulos
Medium 9788522474400

9 - O uso da Internet

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

�"$

Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

'

O uso da Internet

Eloi Juniti Yamaoka

�Conhecimento e poder são um.� F. BACON

(Aforisma iii)

(GRANGER, 1967, p. 21)

A

riqueza da Internet como fonte de informação independe das motivações e dos objetivos da busca. Ela materializa algumas das marcantes características da nossa era, como a sobrecarga informacional, a fragmentação da informação e a globalização, todas provocadoras de estudos, pesquisas, discussões e polêmicas. Tratar essas questões não é objetivo aqui, mas, ao utilizar a Internet, somos diretamente afetados por elas. Uma busca na Web com os populares mecanismos de busca (search engine), como o Google, AltaVista, Alltheweb, Teoma e outros, dependendo da palavra-chave escolhida, terá como resposta endereços de milhões de páginas (materializando a sobrecarga), de documentos muitas vezes difíceis de contextualizar (materializando a fragmentação), em vários idiomas (materializando a globalização).

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (5)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788584290840

Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

3

Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

COLL_03_Novo.indd 69

26/01/2016 14:18:35

70

psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290840

Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

2

A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

COLL_02_Novo.indd 51

27/01/2016 10:33:47

52

psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290840

Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

4

Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

COLL_04_Final PAGINA ALTERADA.indd 99

28/01/2016 11:28:52

100 psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290840

Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

1

Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

COLL_01_.indd 1

28/01/2016 16:33:30

2

psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290840

Capítulo 5 - A inteligência como um espectro de competências

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

5

A inteligência como um espectro de competências

KATIA SMOLE

>> Debater as teorias que levaram ao conceito atual de inteligências múltiplas.

>> Definir o conceito de inteligências múltiplas criado por Gardner e seus espectros de competência.

>> As diversas teorias relacionadas à inteligência até o conceito atual criado por Gardner.

>> Os espectros de competências e a complementação do espectro pictórico ao musical.

COLL_05_Novo.indd 127

27/01/2016 10:35:53

128 psicologia da educação

A VISÃO PSICOMÉTRICA DA INTELIGÊNCIA

Existem diferentes concepções e tentativas de definir e caracterizar a inteligência. No entanto, a concepção hegemônica ainda está atrelada a um ponto de vista psicométrico ou ao enfoque de testes de inteligência que, como o nome indica, foram elaborados e construídos em torno do intento de medir o rendimento intelectual da maneira mais exata e confiável possível.

Pensar numa forma de classificar as pessoas a partir de suas capacidades intelectuais é uma ideia antiga. Segundo Gould (1991), a tese de que o valor dos indivíduos e dos grupos sociais pode ser determinado por meio da medida da inteligência como quantidade isolada apoia-se em dados provindos inicialmente da craniometria − ou medida do crânio −, cujas bases remontam ao século XII.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (2165)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582713822

Capítulo 25 - Estratégias de treinamento para o desenvolvimento de potência para o MMA e outros esportes

Craig Liebenson Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

25

Chad Waterbury

Estratégias de treinamento para o desenvolvimento de potência para o MMA e outros esportes

Para o atleta das artes marciais mistas (MMA, do inglês mixed martial arts), ou qualquer outro atleta que necessite de potência, a habilidade de induzir rapidamente e sustentar altos níveis de força são fundamentais para o sucesso. Nunca ocorreu a algum atleta do MMA nocautear seu oponente apenas com um “tapinha no queixo”; por isso, é essencial para esse atleta ser capaz de sustentar altos níveis de fadiga.

O esporte do MMA requer uma infinidade de movimentos e demandas diferentes; desde movimentos de alta velocidade e pouca força (p. ex., socar ou chutar) até movimentos de baixa velocidade a alta força (luta de solo), além de uma infinidade de variações entre esses polos. Não importa qual seja o movimento realizado, qualquer movimento é melhorado quando o atleta aumenta sua taxa de produção de força (TPF). A TPF nada mais é do que uma medida do quão rápido o atleta consegue atingir picos de força*. De fato, um atleta de potência se beneficiaria se atingisse o pico de força em menos de 0,3 s (1).

Ver todos os capítulos
Medium 9788565848442

Capítulo 19 - O currículo da educação infantil

José Gimeno Sacristán Grupo A PDF Criptografado

19 O currículo da educação infantil

Justa Bejarano Pérez

Universidade de Valência

A

educação infantil corresponde à primeira etapa da escolarização da criança, ela precede a educação obrigatória;

é uma etapa que compreende a educação dos mais jovens oferecida sob as denominações de educação maternal, de infantes, pré-escolar, pré-primária, jardins de infância, escolas infantis, creches, etc. A educação infantil hoje se preocupa com os meninos e as meninas de idade entre 0 e 6 anos.* Na Espanha, ela está dividida em dois ciclos: o primeiro ciclo para crianças de 0 a 3 anos e o segundo ciclo para crianças de 3 a 6 anos. Ambos os ciclos acontecem em instituições específicas e têm características próprias quanto ao seu funcionamento, aos profissionais que nelas trabalham, por seu caráter assistencial e educativo, pelas características próprias do desenvolvimento da criança pela importância social que têm, assim como pelas preocupações que geram.

Na elaboração do currículo da educação infantil, as atuações para seu desenvolvimento são determinadas, como assinalam Apple e King (apud Gimeno sacristán, 1983),

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291328

Questões de 351 a 400

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CIÊNCIAS HUMANAS

O fragmento do discurso dirigido ao parlamentar do Império refere-se às mudanças então em curso no campo brasileiro, que confrontaram o Estado e a elite agrária em torno do objetivo de regulamentar o tráfico interprovincial de cativos para sobrevivência das fazendas. adotar o regime assalariado para proteção da mão de obra estrangeira. financiar a fixação de famílias camponesas para estímulo da agricultura de subsistência. definir uma política de subsídio governamental para o fomento da imigração. fomentar ações públicas para ocupação das terras do interior.

QUESTÃO 351

28%

(2016) A regulação das relações de trabalho compõe uma estrutura complexa, em que cada elemento se ajusta aos demais. A lystiuskUrabalhp é apenas uma das peças dessa vasta engrenagem. A presença de representantes classistas na composição dos órgãos da Justiça do Trabalho é também resultante da montagem dessa regulação. O poder normativo também reflete essa característica. Instituída pela Constituição de 1934, a Justiça do Trabalho só vicejou no ambiente político do Estado Novo instaurado em 1937.

Ver todos os capítulos
Medium 9788563308061

23. Cegueira

Paul Riordan-Eva Grupo A PDF Criptografado

Cegueira

23

John P. Whitcher, MD, MPH

135 milhões sofrem de deficiência visual significativa.

Mesmo nos casos em que as estatísticas de saúde são mais confiáveis, muitas vezes os métodos de contagem dos cegos são imprecisos e podem ser aplicados de acordo com critérios diferentes em diferentes locais e em momentos diferentes dentro de qualquer área geográfica extensa. Devido a essas limitações, com frequência são feitas extrapolações a partir de estudos de amostragem pequenos para grandes populações. Cerca de 90% dos cegos do mundo vivem em países em desenvolvimento, principalmente na

Ásia (aproximadamente 20 milhões) e África (cerca de

6 milhões), concentrados em grande parte em comunidades desfavorecidas, nas zonas rurais e em favelas urbanas.

O risco de cegueira em muitas dessas comunidades negligenciadas é 10 a 40 vezes superior ao das regiões industrialmente desenvolvidas da Europa e da América.

O Quadro 23.2 enumera alguns países nos quais há poucos dados disponíveis sobre a prevalência de cegueira.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536317687

4 O tênis nas escolas: uma prática apropriada à cultura escolar

Carlos Balbinotti Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

61

4

O TÊNIS NAS ESCOLAS: UMA PRÁTICA

APROPRIADA À CULTURA ESCOLAR

Juarez Müller Dias

Osvaldo André Furlaneto Rodrigues

Este capítulo trata de uma prática social apropriada à cultura escolar do Ensino Fundamental desenvolvida por estratégias e uso de tecnologias e metodologias simplificadas em projeto voltado ao ensino-aprendizagem do tênis como modalidade de iniciação esportiva no âmbito da rede escolar do estado de Santa Catarina.

A idéia central se pauta no trabalho do professor de educação física com crianças de 7 a 15 anos em aprendizagem do jogo básico do tênis na escola. Esse trabalho é desenvolvido por meio da utilização de materiais de baixo custo como parte de um processo de inclusão social, com vistas

à iniciação de alunos nessa modalidade esportiva em ambientes organizados de acordo com a cultura escolar vigente.

A CULTURA ESCOLAR NO

ENSINO FUNDAMENTAL

A dimensão das práticas escolares se faz fundamental para se estudar a cultura escolar. A aproximação com o estudo da cultura escolar como objeto de investigação vem se dando sob a tônica da atenção

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Saraiva (28)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788547215781

2.5 design thinking em diferentescontextos educacionais

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

2.5 �design thinking em diferentes contextos educacionais

Neste capítulo, tratamos das três principais aplicações do DT no campo da educação: abordagem de inovação, metodologia para solução de problemas e estratégia de ensino-aprendizagem.

De fato, o modo de pensar, o processo e as estratégias do DT são aplicáveis a uma ampla variedade de situações no campo da educação: para solucionar problemas complexos (como evasão escolar, bullying, gravidez precoce, consciência ambiental, participação comunitária, conflito geracional, fraudes em exames, para citar alguns exemO MODO DE PENSAR, O PROCESSO E AS plos), para definir novos produtos educacionais

ESTRATÉGIAS DO DT SÃO APLICÁVEIS A UMA AMPLA

(como cursos, materiais didáticos, metodologias

VARIEDADE DE SITUAÇÕES NO CAMPO DA EDUCAÇÃO de trabalho, modelos pedagógicos), para subsidiar o trabalho de equipe técnica e/ou administrativa das instituições (na criação de fluxo de trabalho, no desenvolvimento de projetos etc.) e para colocar em prática o protagonismo discente (no projeto integrador e trabalho em grupo). Nos tópicos seguintes serão apresentadas algumas das especificidades e aplicações do DT na educação presencial, a distância e corporativa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215781

conceito de design

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

conceito de design

Originalmente (1588)1, o vocábulo inglês design significa “intenção, propósito, arranjo de elementos num dado padrão artístico”, vindo do latim designare, “marcar, indicar”, através do francês désigner, “designar, desenhar”.

Mas a história do design como campo de conhecimento e prática remonta à Revolução Industrial, quando o termo emergiu na esteira do novo modelo de produção que se impunha. Na verdade, antes da mecanização industrial, o artesão, conforme suas particularidades físicas, geográficas e históricas, projetava e ao mesmo tempo construía os bens que produzia, que em geral eram utilizados por ele próprio ou por usuários bastante próximos.

ORIGINALMENTE, O VOCÁBULO INGLÊS DESIGN

As demandas por mecanização e por divisão do

SIGNIFICA “INTENÇÃO, PROPÓSITO, ARRANJO DE trabalho, contudo, tornaram necessário estabelecer padrões para que esses bens pudessem ser produziELEMENTOS NUM DADO PADRÃO ARTÍSTICO”, VINDO dos em escala industrial. Também foi preciso dar forDO LATIM DESIGNARE, “MARCAR, INDICAR”, ATRAVÉS ma a esses produtos, de modo que eles pudessem ser

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215781

Design como profissão

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

Essa brevíssima retomada do conceito é insuficiente para entendermos a complexidade do conceito de design. Por essa razão, nos tópicos seguintes, analisaremos o termo em algumas de suas muitas dimensões – design como profissão, processo, produto e modo de pensar – como destaca a figura a seguir.

figura i.1  As várias dimensões do design

Modo de pensar

Produto

Processo

Profissão

Fonte: elaborada pelas autoras.

Design como profissão

A despeito da recente democratização do design entre as pessoas sem formação específica, essa área só se tornou objeto de uma profissão a partir da crise econômica de 1929 nos Estados Unidos, quando os fabricantes perceberam a relevância do design de produtos para atingirem o sucesso comercial.

4

design thinking - miolo.indd 4

16/01/17 15:14

Introdução

Os primeiros designers eram contratados pela indústria como colaboradores autônomos com o objetivo de criar produtos que fossem funcionais e esteticamente atraentes aos consumidores. De lá para cá, o design se desdobrou em uma série de vertentes profissionais, como as que seguem.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215781

APÊNDICE UMA PALAVRA SOBRE A RELAÇÃOENTRE DESIGN THINKING (DT)

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

APÊNDICE

UMA PALAVRA SOBRE A RELAÇÃO

ENTRE DESIGN THINKING (DT) E

DESIGN INSTRUCIONAL (DI)

design thinking - miolo.indd 224

16/01/17 15:19

A

o deparar com o design thinking pela primeira vez, senti um misto de desconfiança e desafio. Pesquisando e praticando design em educação há vários anos, à primeira vista imaginei que ali estava mais um modismo do tipo “quebra de paradigma”, que, embora se autoproclamasse libertador do passado, repetia a mesma fórmula batida de querer se impor como solução matadora sobre as práticas já estabelecidas – incluindo aí o design instrucional.

Incomodava o fato de ser essa uma metodologia, ou abordagem, ou novidade, enfim, imposta de fora para dentro: de autores norte-americanos a nós, brasileiros; da área de negócios e do marketing a nós, educadores; e até mesmo de uma produção originária de instituições de renome da Ivy League, ou das garagens abastadas do Silício, a nós, trabalhadores e estudiosos da educação que calejamos há tanto tempo diante das limitações e pressões da vida real nacional.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215781

Design como produto

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

Introdução

Embora não exista acordo entre os designers sobre quando determinadas atividades ocorrem no processo, há pouco desacordo sobre o processo como um todo e suas principais etapas:

identificar uma necessidade ou problema; projetar soluções para o problema; desenvolver as soluções projetadas; implementar as solução desenvolvidas.

O design thinking adota processo semelhante, com algumas peculiaridades que serão exploradas no Capítulo 2 e no Capítulo 4. Como um aperitivo da abordagem, antecipamos aqui as quatro etapas do processo de DT:

compreender o problema; projetar soluções; prototipar; implementar a melhor opção.

Como você pode rapidamente verificar, há uma distinção no número de soluções projetadas, que são prototipadas em vez de totalmente desenvolvidas, para que se possa decidir qual delas será a melhor opção a implementar. São essas características que tornam o DT mais centrado nas pessoas do que nos produtos e mais propício à criatividade e à inovação.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais