Artmed (60)
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Capítulo 8 - Habilidades de pensamento por meio da matemática

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

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Habilidades de pensamento por meio da matemática

Anitra Vickery

Sempre é possível exercer a razão com razão.

Voltaire

Panorama do capítulo

Se aceitarmos que uma razão para estudar matemática é preparar as pessoas para satisfazer as exigências matemáticas do cotidiano, também temos de aceitar que isso não pode ser alcançado sem enfatizar o desenvolvimento das competências transferíveis de raciocínio e da capacidade de resolver problemas. Este capítulo debate as evidências de que o estudo da matemática é temido por muitos adultos e crianças e explora como os professores podem desafiar esse temor, ajudando as crianças a desenvolver estratégias e habilidades de resolução de problemas e a promover uma “queda pelos números”. O capítulo realça a importância de tornar a matemática divertida e significativa, articulando ideias em um contexto social solidário e a vinculando ao mundo real.

INTRODUÇÃO

Este capítulo começa com uma exploração de tópicos que fornecem um contexto para quem procura desenvolver a resolução de problemas ou as habilidades de pensamento por meio do ensino e da aprendizagem da matemática. Analisamos as evidências das atitudes negativas generalizadas que as pessoas adotam em relação à matemática e a predominância da “ansiedade matemática”. Do ponto de vista

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Capítulo 7 - Aprendizagem ativa com as TICs

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

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Aprendizagem ativa com as TICs

Keith Ansell

O grande objetivo da educação não é o conhecimento, mas a ação.

Herbert Spencer, filósofo inglês (1820-1903)

Panorama do capítulo

Dizer que as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) nas escolas dos anos iniciais do ensino fundamental estão em processo de mudança é uma obviedade. As TICs estão relacionadas com as tecnologias do momento. À medida que os tablets sucedem os netbooks, haverá a evolução da tecnologia nas salas de aula. Como nós, educadores, aplicamos a tecnologia? Como utilizamos a tecnologia no ensino e na aprendizagem? Estamos desenvolvendo “alunos ativos”? Hoje em dia há muito debate sobre as TICs estarem se tornando um “tiro no pé” nas escolas, em especial na fase do 7º ao 9º ano do ensino fundamental

(na Inglaterra, Key Stage 3, com crianças de 11 a 14 anos). Em vez de educar as crianças, estamos apenas treinando-as, sem dar ênfase suficiente para que elas usem e apliquem as TICs? O relatório da Royal

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Medium 9788584291038

Capítulo 2. As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infatil: brincar e interagir

Maria da Graça Souza Horn Artmed PDF Criptografado

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As Diretrizes Curriculares

Nacionais para a Educação Infantil: brincar e interagir

O

documento que norteia e estabelece os princípios para a educação infantil no Brasil é o Parecer CNE/CEB nº 20/09 (BRASIL,

2009), que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEIs). Esse documento destaca que a organização dos espaços e dos materiais deverá prever estruturas que facilitem a interação das crianças, permitindo-lhes construir sua cultura de pares.

Destaca, ainda, que é indispensável o contato com a diversidade de produtos culturais (livros de literatura, brinquedos, objetos e outros materiais), com manifestações artísticas e com elementos da natureza.

Para tanto, existe a necessidade de uma infraestrutura e de formas de funcionamento da instituição que garantam, ao espaço físico, constituir-se como um ambiente que permita o bem-estar promovido pela estética, pela boa conservação dos materiais, pela higiene, pela segurança e, principalmente, pela possibilidade de as crianças brincarem e interagirem − eixos fundamentais que perpassam toda a estrutura das DCNEIs. Nesse aspecto, é importante ressaltar que os espaços destinados às crianças de diferentes faixas etárias não podem ser considerados como uma sala de aula na perspectiva tradicional, mas como um espaço de referência para os grupos de crianças.

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Capítulo 5. Brincar, explorar e interagir nos espaços externos das instituições de educação infantil

Maria da Graça Souza Horn Artmed PDF Criptografado

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Brincar, explorar e interagir nos espaços externos das instituições de educação infantil

A

s crianças hoje, em sua grande maioria, veem-se privadas de desfrutar do espaço ao ar livre e de conviver com a natureza.

Muitas são as razões que corroboram tal evidência: uma sociedade que impõe uma infância que se distancia cada vez mais do brincar com a terra, com a água e com o fogo, elementos que estão presentes na vida ao ar livre; a violência dos centros urbanos; o pouco espaço deixado pelas construções; a identidade da escola infantil com um modelo tradicional que, para ser concebida como local que

“ensina”, deve ter prioritariamente mesas, berços, cadeiras e crianças que “aprendem passivamente”.

Cada vez mais se colocam lajes nos pátios, encurtando-se os horários de se estar nesses locais, com a desculpa de que o fato de as crianças encherem os sapatos com areia, sujarem-se com o barro ou se molharem com a água causa “transtornos e trabalho”.

Também existe a crença de que, para realmente aprenderem o que a escola tem de ensinar, as atividades com lápis e papel, realizadas em mesas, devem ser as mais importantes. Espera-se que a escola aposte na organização de contextos que sejam significativos para as crianças, que as coloquem em relação umas com as outras, que desafiem sua interação com diferentes materiais, que postulem o princípio de que todos os espaços são potencialmente promotores da brincadeira e da interação. Como já afirmamos, tal premissa legitima os eixos das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil − o brincar e o interagir −, que poderão nortear as propostas pedagógicas das instituições de educação infantil, concebendo a criança como protagonista capaz e competente, com muita energia e necessidade de exercitá-la. Isso também deverá acontecer nos espaços externos.

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Medium 9788584290680

Capítulo 3 - Criando uma cultura de indagação

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

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Criando uma cultura de indagação

Anitra Vickery

Você pode ensinar ao aluno uma lição em um dia; mas se você puder ensiná-lo a aprender por meio da criação da curiosidade, ele continuará o processo de aprendizagem enquanto ele viver.

Clay P. Bedford

Panorama do capítulo

Este capítulo examina o caminho pelo qual a educação pode preparar melhor as crianças para um futuro desconhecido. Explora formas de desenvolver alunos ativos, com base na análise do etos da sala de aula, de diferentes modelos e abordagens para a aprendizagem, de relacionamentos na sala de aula e no ambiente físico. Compartilha ideias de como colocar as crianças no centro de sua própria aprendizagem. Atividades fornecem oportunidades para explorar, em primeira mão, alguns dos tópicos suscitados. Um estudo de caso apresenta uma escola que abraçou o desafio de equipar as crianças para que elas se tornem pensadores críticos. O capítulo termina com referências e sugestões de leituras complementares que permitirão ao leitor obter mais conhecimentos sobre as abordagens recomendadas e acessar mais atividades que podem ser usadas em sala de aula.

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Editora Manole (79)
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Medium 9788520434802

1. O futuro do oprimido

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

1.

O futuro do oprimido

O

que nos diz a palavra “oprimido”? Essa palavra se associou de modo umbilical ao nome de Paulo Freire. O livro Pedagogia do oprimido tornou-se mundialmente famoso.

Nos Estados Unidos, em menos de duas décadas, ultrapassou a casa de 25 edições. Uma vez nas livrarias, saltou das prateleiras da área de educação para se reproduzir também nas ciências sociais e filosofia. E isso para o bem e para o mal das relações entre Paulo Freire e a palavra “oprimido”. Qual o papel da palavra “oprimido” no discurso de Paulo Freire? O que ocorreu de ruim e de bom com o ganho de popularidade dessa palavra?

Primeiro, aponto o bom. Durante muito tempo, a educação foi desatenta a uma crença que agora nos parece simples: as relações políticas, ou seja, as relações de poder atravessam nossas vidas e também toda a educação, seja ela escolar ou não. A pedagogia ganhou muito ao ver que estudantes (e professores) podiam ser tomados antes como aprendizes-oprimidos do que simplesmente como aprendizes. Um banho freireano de socio-

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Medium 9788520438404

1. Comunicação: por um licenciamento ambiental sustentável

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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Comunicação:     por  um  licenciamento   ambiental  sustentável

Backer  Ribeiro  Fernandes

INTRODUÇÃO

O  Licenciamento  Ambiental  é  uma  exigência  legal  para  a  implantação  e  instalação  de  qualquer  empreendimento  ou  atividade  potencialmente  poluidora  ou  degradadora  do  meio  ambiente.   Para   que   os   projetos   se   viabilizem,   é   necessário   que   as   em  presas  empreendedoras  desenvolvam  um  Estudo  de  Impacto  Ambiental  (EIA)  e  um  Relatório  de  Impacto  ao  Meio  Ambiente  (Rima),  e  os  apresentem  aos  órgãos  licenciadores  para  análise   dos  estudos  ambientais  e  emissão  dos  pareceres  técnicos  e  das   licenças   ambientais.   No   contexto   dos   EIAs,   inserem-se   os   planos  ou  programas  de  comunicação  que  os  empreendedores  devem  desenvolver  como  forma  de  garantir  a  divulgação  das  informações,   participação   e   debate   do   empreendimento   com   a   sociedade,  conforme  previsto  na  legislação  ambiental  brasileira.

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2. Planejamento, comunicação e sustentabilidade: relato de uma experiência a partir do surgimento de uma nova praga na agricultura brasileira

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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Planejamento,  comunicação   e  sustentabilidade:  relato  de   uma  experiência  a  partir  do   surgimento  de  uma  nova  praga   na  agricultura  brasileira

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INTRODUÇÃO

Em  uma  organização  como  a  Empresa  Brasileira  de  Pesquisa  

Agropecuária  (Embrapa),  em  que  o  principal  produto  é  o  desenvolvimento   de   conhecimentos,   que   se   transformam   em   tecnologias,  serviços,  produtos  e  recomendações  técnicas  para  os  sistemas  produtivos,  a  palavra  sustentabilidade  não  tem   apenas  efeito  de  discurso.  Ela  é  a  alma  da  empresa.  É  um  valor   que   inspira   e   orienta   o   desenvolvimento   de   cada   tecnologia   que  é  levada  ao  campo.  Há  quarenta  anos,  o  país  era  importador   de   alimentos   e   o   que   se   viu   desde   então   foi   uma   intensa   transformação,   que   gerou   benefícios   econômicos   e   sociais.  

Hoje,  o  Brasil  detém  uma  das  agriculturas  mais  sustentáveis  e   competitivas  do  planeta.

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3. Cartografia dos sentidos de sustentabilidade de premiados no Guia Exame de Sustentabilidade 2012

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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0N_a\T_NºN�Q\`�`R[aVQ\`�   de  sustentabilidade   premiados  no  Guia  Exame  de  

Sustentabilidade  20121

Rudimar  Baldissera  e  Cristine  Kaufmann

APROXIMAÇÕES E ALINHAVOS

Como  prosseguir?  Durante  muito  tempo  essa  questão  traduziu-se,   por   um   lado,   em   pesquisas   e   inovações   tecnológicas   e,   por  outro,  na  construção  da  cultura  do  consumismo  materializado  na  máxima  do  “consuma  tudo  o  que  puder,  mesmo  que  não   necessite”.  Esse  consumir  tornou-se  sinônimo  de  viver  bem,  de   progredir,  de  prosperar,  enquanto  a  natureza  foi  percebida  como   algo  a  ser  dominado,  subjugado,  explorado  e  mesmo  expropriado   pela   sociedade.   Porém,   essa   mesma   pergunta,   hoje,   parece   estar  assumindo  novos  contornos,  pois  o  meio  ambiente,  cada   vez  mais,  dá  sinais  de  esgotamento.1

Os  problemas  ambientais  do  presente  e  seus  prováveis  desdobramentos  assumem  a  configuração  de  uma  crise  civilizatória   que  questiona  o  conhecimento  do  mundo  e  o  comportamento  

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4. Comunicação, jornalismo e sustentabilidade: apontamentos críticos

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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Comunicação,  jornalismo   e  sustentabilidade:   apontamentos  críticos1

Wilson  da  Costa  Bueno

ENTENDENDO O CONCEITO

A  comunicação,  vista  sob  uma  perspectiva  ampla,  tem  um  papel  importante  a  desempenhar  no  processo  de  conscientização   e  de  mobilização  para  a  sustentabilidade.  1

De  imediato,  podemos  reconhecer  que  ela  pode  cumprir  três   funções  básicas,  todas  elas  articuladas  e  complementares.

Em  primeiro  lugar,  a  comunicação  competente  pode  contribuir  para  a  consolidação  do  conceito  de  sustentabilidade,  buscando  eliminar  equívocos  como  os  que  a  associam  a  ações  meramente  pontuais  ou  que  a  reduzem  à  simples  dimensão  ambiental.

A  sustentabilidade  deve  ser  percebida  de  maneira  abrangente  e   incorporar  aspectos  ambientais,  socioculturais,  políticos  e  econômicos,  porque,  ao  contrário  do  que  entendem  alguns  gestores,  in1  

Estes  apontamentos  resultam,  originalmente,  de  anotações  de  aula,  posts   e  partes  de  textos  inseridos  em  portais  de  comunicação  que  foram  aqui   reunidos  e  sistematizados  com  o  objetivo  de  permitir  uma  visão  crítica   com  respeito  a  alguns  temas  emergentes  e  relevantes  que  envolvem  o  debate  atual  sobre  comunicação,  jornalismo  e  sustentabilidade.

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Grupo A (1948)
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Medium 9788565848442

Capítulo 11 - O currículo interpretado: o que as escolas, mos professores e as professoras ensinam?

José Gimeno Sacristán Grupo A PDF Criptografado

11 O currículo interpretado: o

que as escolas, os professores e as professoras ensinam?

Javier Marrero Acosta

Universidade de La Laguna

Os profetas podem ensinar conhecimentos privados; os professores devem tratar de conhecimentos públicos. (Stenhouse, 1984, p. 31)

U

ma primeira resposta seria afirmar que o que as escolas, os professores e as professoras ensinam é uma adaptação pedagogicamente transfigurada da cul­tura valiosa disponível na sociedade.

O que os professores transmitem não é somente aquilo que fazem em aula ou na escola com os alunos. Às vezes, vai além do espaço e do tempo. Torna-se mais fácil falar do que eles devem ensinar e como isso deve ser feito do que falar do conteúdo que eles, de fato, ensinam. Por que o que é ensinado é somente aquilo que se comunica aos estudantes em aula? E quanto à visão do conhecimento do professor demonstrada diariamente aos alunos? E a relação emocional e afetiva que se mantém entre professores e alunos? Quando um pro­fessor ou uma professora diz que ensina matemática, está dizendo que ensina os conceitos e procedimentos básicos, os mecanismos de análise

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Medium 9788565848442

Capítulo 12 - O currículo e o livro didático: uma dialética sempre aberta

José Gimeno Sacristán Grupo A PDF Criptografado

O currículo e o livro didático: uma dialética sempre aberta

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Jaume Martinéz Bonafé

Universidade de Valência

Jesús Rodríguez Rodríguez

Universidade de Santiago de Compostela

E

m plena era digital, os livros didáticos continuam sendo o dispositivo didático hegemônico para o desenvolvimento curricular nas aulas de educação primária e secundária e, com uma intensidade crescente, também na educação infantil. Nesse capítulo, pretendemos problematizar essa prática pedagógica, colocando em dia o conhecimento científico a respeito desse fato, situando o enfoque problematizador tanto na análise do livro didático quanto na teoria curricular que o sustenta e nas políticas curriculares que o revitalizam.

Currículo, modernidade e texto: O discurso

O currículo foi pensado como o dispositivo escolar que concretiza o texto para a sua reprodução. Na análise de Lundgren (1992), o currículo é o texto que leva à reprodução social e cultural. Da mesma forma, Gimeno Sacristán (1989) diz que o currículo concretiza, em um complexo cruzamento de práticas de diferentes níveis institucionais, a seleção cul-

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Medium 9788584291243

Capítulo 8 - Fixe o Conhecimento

Peter C. Brown; Henry L. Roediger III; Mark A. McDaniel Grupo A PDF Criptografado

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FIXE O CONHECIMENTO

Não importa o que você queira fazer ou se tornar, se quiser ser um competidor sério, só uma coisa vai colocá-lo e mantê-lo no jogo: dominar a sua capacidade de aprender.

Nos capítulos anteriores, resistimos à tentação de sermos abertamente prescritivos, sentindo que, se lançássemos as ideias principais das pesquisas empíricas e, com exemplos, as ilustrássemos bem, você poderia chegar a suas próprias conclusões sobre a melhor forma de aplicá-las. Mas os primeiros leitores daqueles capítulos nos solicitaram que fôssemos mais específicos e déssemos conselhos práticos. Então é isso que vamos fazer aqui.

Começamos com dicas para os alunos, pensando especialmente em alunos do ensino médio, de graduação e pós-graduação. Em seguida, dirigimo-nos aos eternos aprendizes, aos professores e, por fim, aos instrutores. Embora os princípios fundamentais sejam consistentes entre esses grupos, há uma diferença de contextos, estágios de vida e conteúdos de aprendizagem. Para ajudá-lo a entender como aplicar essas dicas, vamos contar as histórias de várias pessoas que, de um jeito ou de outro, já conseguiram dominar essas estratégias e as estão utilizando com resultados excelentes.

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Medium 9788584291199

Estratégia 16 - Diagrama dos cinco porquês

Fausto Camargo, Thuinie Daros Grupo A PDF Criptografado

A sala de aula inovadora   57

Teste sua solução.

8 Compartilhe sua solução e obtenha feedback.

– O que poderia ser melhorado...

� Outras anotações/ sugestões extras...

?

Perguntas/Questionamentos...

M

OD

EL

O

+ O que funcionou...

!

Ideias...

6 min e 20 s, 1 sessão de 1 min e 20 s para cada grupo expor a solução e 1 sessão de 5 min para preencher a matriz de validação (feedback)

Figura 13 Folha 5 do formulário design thinking de curta duração.

Fonte: Stanford d.school.

Assim, o design thinking de curta duração possibilitou vivenciar as etapas presentes no diamante duplo. Na primeira etapa – descobrir –, foram realizadas entrevistas a partir de uma ideia identificada com base nas necessidades do usuá­rio (sondagem, empatia, entrevista). Na etapa seguinte – definir –, objetivou-se interpretar as necessidades dos usuários, criando um conjunto de requisitos (brief) para as próximas fases

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Medium 9788584290864

Capítulo 5 - A pedagogia lenta, serena e sustentável

Jaume Carbonell Grupo A PDF Criptografado

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A pedagogia lenta, serena e sustentável

A urgência de chegar

Nesta manhã do ano de 2007, um violinista ofereceu um concerto em uma estação de metrô da cidade de Washington.

Apoiado contra a parede, junto a uma lata de lixo, o músico, que mais parecia um jovem desses de bairro, tocou obras de Schubert e outros clássicos durante 45 minutos.

Mil e cem pessoas passaram sem deter seu apressado passo. Sete pararam durante um instante. Ninguém aplaudiu. Houve crianças que quiseram parar, mas foram arrastadas por suas mães.

Ninguém sabia que ele era Joshua Bell, um dos músicos talentosos mais valorizados e admirados do mundo.

O jornal The Washington Post havia organizado este concerto. Foi sua maneira de perguntar: “Você tem tempo para a beleza?”.

Galeano (2012)

Jornada em escola de ensino médio

Sua distribuição do tempo é Alice no País das Maravilhas: você toma o chá na casa da Lebre de Março e se encontra, sem transição, jogando críquete com a Rainha de Copas. Uma jornada que acontece na coqueteleira de

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Grupo A (5)
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Medium 9788584290840

Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

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Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

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100 psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

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Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

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psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

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Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

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Capítulo 5 - A inteligência como um espectro de competências

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A inteligência como um espectro de competências

KATIA SMOLE

>> Debater as teorias que levaram ao conceito atual de inteligências múltiplas.

>> Definir o conceito de inteligências múltiplas criado por Gardner e seus espectros de competência.

>> As diversas teorias relacionadas à inteligência até o conceito atual criado por Gardner.

>> Os espectros de competências e a complementação do espectro pictórico ao musical.

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A VISÃO PSICOMÉTRICA DA INTELIGÊNCIA

Existem diferentes concepções e tentativas de definir e caracterizar a inteligência. No entanto, a concepção hegemônica ainda está atrelada a um ponto de vista psicométrico ou ao enfoque de testes de inteligência que, como o nome indica, foram elaborados e construídos em torno do intento de medir o rendimento intelectual da maneira mais exata e confiável possível.

Pensar numa forma de classificar as pessoas a partir de suas capacidades intelectuais é uma ideia antiga. Segundo Gould (1991), a tese de que o valor dos indivíduos e dos grupos sociais pode ser determinado por meio da medida da inteligência como quantidade isolada apoia-se em dados provindos inicialmente da craniometria − ou medida do crânio −, cujas bases remontam ao século XII.

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Grupo Gen (199)
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14 - Painel integrado: envolvendo todos individualmente

LEAL, Edvalda Araújo; MIRANDA, Gilberto José; NOVA, Silvia Pereira de Castro Casa Grupo Gen PDF Criptografado

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Painel integrado: envolvendo todos individualmente

CRISTIANO CAMARGO

MÁRCIA FREIRE DE OLIVEIRA

Todo o conhecimento supõe ao mesmo tempo separação e comunicação. Assim, as possibilidades e os limites do conhecimento revelam o mesmo princípio: o que permite o nosso conhecimento limita o nosso conhecimento, e o que limita o nosso conhecimento permite o nosso conhecimento. O conhecimento do conhecimento permite reconhecer as origens da incerteza do conhecimento e os limites da lógica dedutiva identitária. O aparecimento de contradições e de antinomias num desenvolvimento racional assinala-nos os estratos profundos do real.

EDGARD MORIN

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Capítulo 14

1. Introdução

O processo de ensino-aprendizagem reserva ao professor um papel central na transmissão, comunicação e orientação do conteúdo programático da(s) disciplina(s) que ministra. Nesse sentido avalia-se1 que quando se atribui ao professor a prerrogativa de condutor do processo de ensino-aprendizagem, concomitantemente a ênfase passa a ser o ensino, o que reafirma o paradigma da função do docente para orientar, instruir e avaliar o aluno a quem, por sua vez, cabe receber, assimilar e repetir o conhecimento.

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15 - Prática de campo: desenvolvendo uma atitude científica nos estudantes

LEAL, Edvalda Araújo; MIRANDA, Gilberto José; NOVA, Silvia Pereira de Castro Casa Grupo Gen PDF Criptografado

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Prática de campo: desenvolvendo uma atitude científica nos estudantes

NÁLBIA DE ARAÚJO SANTOS

Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.

PAULO FREIRE

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Capítulo 15

1. Introdução

Haveria um senso comum sobre ver “ao vivo” aquilo que se quer estudar, pois a situação de ir a campo, sair da sala de aula para buscar as informações sobre o tema estudado, motivaria a aprendizagem dos estudantes.1 A realização de atividades pedagógicas fora da sala de aula convencional é possível em qualquer fase escolar dos indivíduos. A visita a museus, sítios arqueológicos, dentre outros lugares, são alguns exemplos de atividades extraclasse que podem ser desenvolvidas na educação fundamental e no ensino médio.

Na educação superior, também é possível aplicar o trabalho de campo como estratégia de ensino. A observação da formação rochosa de uma área territorial, por exemplo, é interessante para o curso de Geografia; ainda, a pesquisa junto ao acervo de um museu pode contribuir para a formação do estudante de História. Assim,

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Medium 9788521636250

Capítulo 1 Uma Breve História das Formas de Ensinar

MALHEIROS, Bruno Taranto Grupo Gen ePub Criptografado

Contextualizando

Antepassado, de Carlos Drummond de Andrade

Só te conheço de retrato,

não te conheço de verdade,

mas teu sangue bole em meu sangue

e sem saber te vivo em mim

e sem saber vou copiando

tuas imprevistas maneiras. (...)

Refaço os gestos que o retrato

não pode ter, aqueles gestos

que ficaram em ti à espera

de tardia repetição,

e tão meus eles se tornaram,

tão aderentes ao meu ser

que suponho tu os copiaste

de mim antes que eu os fizesse. (...)

Neste poema, Drummond fala sobre como nossos antepassados são capazes de influenciar nossas atitudes, ainda que não os tenhamos conhecido. Com base na leitura deste poema, reflita:

• As formas de ensinar utilizadas no passado influenciam os métodos atuais?

• É possível existir um método de ensino que não tenha sido influenciado pelos pensadores da educação do passado?

• Existe algum método de ensino que seja totalmente livre da influência do contexto histórico?

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Medium 9788521621881

Capítulo 5 - A Abordagem Histórico-Cultural e o Aporte Sociointeracionista

GAMEZ, L Grupo Gen ePub Criptografado

Você sabe por que a teoria histórico-cultural, ou como é conhecida no Brasil, a escola de Vygotsky, ou sociointeracionismo, tem esse nome? Seus autores partiam do pressuposto de que o homem é um ser de natureza eminentemente social.

O sociointeracionismo passou a ser conhecido e discutido no Brasil há relativamente pouco tempo, a partir dos estudos de Vygotsky, que foram amplamente divulgados por Luria e Leontiev, a chamada psicologia soviética, produzida após a Revolução soviética de 1917.

O período posterior à Revolução soviética foi de efervescência intelectual, abrindo espaço para as vanguardas artísticas, o pensamento científico e uma grande preocupação em promover novas políticas educacionais. Foi nesse período que Vygotsky intensificou seus estudos em Psicologia, visitando comunidades rurais a fim de pesquisar a relação entre o nível de escolaridade e o conhecimento e a influência das tradições no desenvolvimento cognitivo.

Porém, em 1924, quando Josef Stálin assumiu o poder, o ambiente cultural ficou cada vez mais limitado e a obra de Vygotsky foi censurada pela ditadura.

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Medium 9788521621881

Capítulo 1 - A Natureza da Psicologia da Educação

GAMEZ, L Grupo Gen ePub Criptografado

Quando alguém comenta que um objeto ou uma pessoa é inteligente, a que exatamente está se referindo? Será que à sua capacidade de resposta e aprendizado? Ou será que se refere, no caso dos seres humanos, à existência de um elevado coeficiente intelectual, como se fosse possível medi-lo com precisão e confiabilidade? Será então que aprendizagem e inteligência caminham juntas?

Você já pensou?

O que exerce maior influência na aprendizagem humana, a capacidade cognitiva de processamento da informação ou o meio em que a pessoa está inserida? E este interfere diretamente no seu aprendizado e na formação da sua inteligência? Afinal, existe uma inteligência inata, que trazemos ao nascer, ou a mente é uma tábula rasa e tudo o que sabemos é derivado de um processo de aprendizagem e de interação com o meio? Você, no que acredita?

Howard Gardner, um conhecido psicólogo cognitivo e educacional que leciona Cognição e Educação na Universidade de Harvard, define inteligência como “a capacidade de resolver problemas ou de criar produtos que sejam valorizados dentro de um ou mais cenários culturais”.1

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