Artmed (60)
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Medium 9788584291106

Introdução

Ronice Müller de Quadros Artmed PDF Criptografado

Introdução

Língua de herança é uma língua usada pelas comunidades locais (étnicas ou de imigrantes) em uma comunidade na qual outra língua é utilizada de forma mais abrangente. Língua de herança é, normalmente, a língua da família, em um contexto no qual outra língua é falada nos demais espaços sociais, tais como a escola e a mídia. “Herança” significa transmissão de bens culturais e materiais de uma geração para a outra. Nesse sentido, os falantes de herança herdam um patrimônio cultural que inclui uma língua em seu berço familiar. No entanto, o termo é usado aqui para se referir especificamente àqueles que nascem em uma família e herdam uma língua que carrega uma bagagem cultural diferente da que está disposta no local onde vivem. São aqueles que têm contato com a língua de herança antes ou paralelamente com a língua usada na comunidade. Dessa forma, esse falante tem a oportunidade de compartilhar duas experiências culturais e linguísticas diferentes. O falante de herança cresce com uma língua de herança e com a língua usada em sua comunidade mais geral, portanto, é supostamente um bilíngue com duas (ou mais) línguas nativas. No entanto, apesar de estarem expostos à língua de herança de forma intensa no período da infância, esses falantes podem não ter a fluência de seus pais. Nesse caso, os falantes de herança podem ser bilíngues com mais ou menos fluência em uma e outra língua (desbalanceados). Fishman (2001) os identifica como aqueles que contam com uma herança cultural, em vez de uma herança linguística.

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Medium 9788584291014

Capítulo 7. Trabalho em grupo e desenvolvimento da linguagem

Elizabeth G. Cohe; Rachel A. Lotan Artmed PDF Criptografado

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Trabalho em grupo e desenvolvimento da linguagem

Rachel A. Lotan

Neste capítulo, a ênfase na linguagem serve para lembrar que o desenvolvimento da proficiência oral e escrita dos alunos nas línguas é parte da manutenção das interações igualitárias. A introdução de novos padrões e de novas avaliações com exigências desafiadoras tornam o envolvimento em um discurso significativo e a produção de um trabalho escrito de alta qualidade atividades necessárias para a aprendizagem. Adotar esse procedimento é imperativo para alunos que ainda se encontram no processo de aprendizagem da língua em que as aulas são ministradas.

O que seus alunos saberão e serão capazes de fazer utilizando as línguas de ensino como resultado do seu trabalho em grupos? O que os alunos precisam saber e ser capazes de fazer do ponto de vista acadêmico e linguístico para realizar a tarefa em grupo e participarem ativamente de grupos pequenos e com toda a turma?

Como os alunos demonstrarão o que aprenderam e o que realizaram? Como você irá desenvolver suas capacidades e habilidades de escutar, falar, ler e escrever? Como apresentado no Capítulo 5, essas perguntas orientam o planejamento, a implantação e a avaliação do trabalho em grupo em sua sala de aula.

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Medium 9788584291014

Apêndice A

Elizabeth G. Cohe; Rachel A. Lotan Artmed PDF Criptografado

Apêndice A

Exercícios de práticas cooperativas

TORNANDO OS ALUNOS SENSÍVEIS ÀS

NECESSIDADES DOS OUTROS EM UM GRUPO

CÍRCULOS PARTIDOS

As instruções aos participantes e a discussão sugerida a seguir foram feitas pelos criadores de “Círculos Partidos”, Nancy e Ted Graves (1985). Os “Círculos Partidos” se baseiam no jogo “Quadrados Partidos”, criado pelo Dr. Alex Bavelas (1973).

A turma é dividida em grupos de três a seis pessoas. Cada pessoa recebe um envelope com diferentes peças do círculo. O objetivo é que cada uma complete um círculo. Para que esse objetivo seja alcançado, algumas peças devem ser trocadas.

Não é permitido que os membros do grupo conversem ou peguem as peças do envelope de outra pessoa. É permitido apenas que eles doem suas peças (uma de cada vez).

Instruções para os participantes

Cada um de vocês receberá um envelope contendo duas ou três peças de um quebra-cabeça, mas não abram o envelope até que eu lhes autorize. O objetivo do exercício

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Medium 9788536321714

Capítulo 2 - A atuação eficiente das competências em um determinado contexto

Antoni Zabala; Laia Arnau Artmed PDF Criptografado

Como aprender e ensinar competências 27

A atuação eficiente das competências em um determinado contexto

2

A competência, no âmbito da educação escolar, identificará o que qualquer pessoa necessita para responder aos problemas que enfrentará ao longo de sua vida. Sendo assim, a competência consistirá na intervenção eficaz nos diferentes âmbitos da vida, mediante ações nas quais são mobilizados, ao mesmo tempo e de maneira inter-relacionada, componentes atitudinais, procedimentais e conceituais.

Em busca de uma definição de competência

No capítulo anterior vimos que a utilização do termo “competência” apresenta-se como alternativa a modelos formativos que, tanto no mundo do trabalho quanto no da escola, são insuficientes para responder às necessidades laborais e aos problemas que a vida apresenta.

Dessa forma, o conceito de competência surge de posições basicamente funcionais, ou seja, com relação ao papel que devem cumprir para que as ações humanas sejam o mais eficiente possível. No entanto, ao mesmo tempo tenta-se definir suas características e sua estrutura, ou seja, seus componentes, e de que forma estes se relacionam, e isso ocorre de tal modo que atualmente existem diversas maneiras de descrever o que se deve entender por competência. Dessa forma, podemos propor diferentes questionamentos com diferentes respostas, nem sempre coincidentes, desde as mais gerais: para que devem servir as competências?, quais são seus campos de intervenção?, em quais situações devem ser aplicadas?; às mais específicas: são capacidades ou talvez habilidades?, e caso seja alguma dessas possibilidades, outros componentes intervêm, qual é a diferença entre competência e atuação competente?

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Medium 9788536321714

Capítulo 5 - As competências escolares devem abarcar o âmbito social, interpessoal, pessoal e profissional

Antoni Zabala; Laia Arnau Artmed PDF Criptografado

As competências escolares devem abarcar o âmbito social, interpessoal, pessoal e profissional

5

As competências escolares devem abarcar o âmbito social, interpessoal, pessoal e profissional

Educar para a vida, mas com quais competências?

A revisão anterior das declarações institucionais permite comprovar que existe um acordo generalizado sobre a educação contribuir para o pleno desenvolvimento da personalidade em todos os âmbitos da vida. Vimos, também, que a definição das finalidades da educação compromete os poderes públicos, no que tange a agir com vistas a reestruturar um sistema educacional que garanta a obtenção dessas finalidades e que inclua um sistema escolar que assuma, em boa medida, a responsabilidade em seu desenvolvimento.

Dessa forma, sabemos que os fins da escola, do sistema escolar, devem estar dirigidos ao desenvolvimento de todas as competências necessárias ao ser humano para responder aos problemas que a vida apresenta, mas com uma delimitação de responsabilidades em função dos meios disponíveis e de suas possibilidades reais.

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Editora Atlas S A (2)
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Medium 9788522478392

Parte II - 11 Métodos e técnicas de pesquisa

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

11

Métodos e técnicas de pesquisa

11.1 Métodos

Quando o homem começou a interrogar-se a respeito dos fatos do mundo exterior, na cultura e na natureza, surgiu a necessidade de uma metodologia da pesquisa científica.

Metodologia é o conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento.

Descartes, pensador e filósofo francês, em seu Discurso do método,1 expõe a ideia fundamental de que é possível chegar-se à certeza por intermédio da razão.

Das concepções de Descartes surgiu o método dedutivo, cuja técnica se fundamenta em esclarecer as ideias através de cadeias de raciocínio.

Para Descartes, para quem verdade e evidência são a mesma coisa, pelo raciocínio torna-se possível chegar a conclusões verdadeiras, desde que o assunto seja pesquisado em partes, começando-se pelas proposições mais simples e evidentes até alcançar, por deduções lógicas, a conclusão final.

Segundo Francis Bacon (1561-1626), filósofo inglês, a lógica cartesiana, racionalista, não leva a nenhuma descoberta, apenas esclarece o que estava implícito, pois somente através da observação se pode conhecer algo novo. Este princípio básico fundamenta o método indutivo, que privilegia a observação como processo para chegar-se ao conhecimento. A indução consiste em enumerar os enunciados

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Medium 9788522478392

Parte II - 10 Pesquisa científica: noções introdutórias

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

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Pesquisa científica: noções introdutórias

10.1 Conceitos de pesquisa

Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistemáticos, baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para problemas propostos, mediante a utilização de métodos científicos.

Todos os conceitos de pesquisa, de uma ou de outra maneira, apontam seu caráter racional predominante. Para Gil (1987a, p. 19), pesquisa é o “procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos.”

Segundo Cervo e Bervian (1983, p. 50): “A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos.”

Salomon (1977, p. 136) associa pesquisa à atividade científica, que se concretiza no trabalho científico:

(...) trabalho científico passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a investigação e o tratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente.

Longa seria a enumeração das várias conceituações propostas por diversos autores. Essas conceituações apenas acrescentam detalhes especificadores, mantendo a ideia de procedimento racional que utiliza métodos científicos.

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Editora Manole (79)
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Medium 9788520440186

2. Como adaptar a ginástica à sua situação de ensino

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

2

Como adaptar a ginástica à sua situação de ensino

Após ler e compreender este capítulo, você será capaz de:

• discutir fatores que sejam similares no ensino de educação física nas escolas, independentemente do local ou da escola em que você lecione;

• discutir fatores que sejam diferentes e exclusivos a cada escola e a cada situação de ensino;

• discutir ideias que orientem a tomada de decisões ao planejar o ensino da ginástica; e

• aplicar conhecimentos sobre conteúdo, pedagogia e conteúdo pedagógico, de modo a implementar efetivamente um programa de ginástica.

E

nsinar seria muito mais fácil se todas as escolas e todos os níveis fossem idênticos. Nesse caso, um currículo-padrão com planos de aulas detalhados funcionaria em qualquer lugar. O fato, no entanto, é que nossas situações de ensino possuem algumas similaridades – mas algumas enormes diferenças! As similaridades incluem a necessidade de planejar, de estabelecer normas para o uso de equipamentos, de proporcionar uma prática ampla e desenvolver um ambiente de aprendizado positivo, promover um ambiente seguro, trabalhar com várias faixas etárias, diferentes habilidades e com necessidades especiais dentro de um mesmo grupo de alunos, e atuar como defensor da ginástica. As diferenças incluem o tamanho da sala de aula, a frequência e a duração das aulas, as instalações e os tipos de equipamento.

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Medium 9788520438404

10. Entre desenvolvimento e sustentabilidade: o discurso da propaganda oficial na Amazônia

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

10

Entre  desenvolvimento     e  sustentabilidade:     o  discurso  da  propaganda  

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Danielle  Tavares  Teixeira

INTRODUÇÃO

A  problemática  ambiental  emergiu  nas  últimas  décadas  como   uma  crise  de  civilização.  Os  problemas  produzidos  pela  devastação  dos  ecossistemas  se  tornaram  globais,  dissolvendo  fronteiras  rígidas  entre  as  nações  e  questionando  a  racionalidade  econômica  e  tecnológica  dominantes.  Ao  mesmo  tempo,  a  relação   homem/natureza  entrou  no  campo  da  cultura  (Leff,  2001).  Nesse  contexto,  sobressai  o  conceito  de  desenvolvimento  sustentável,  fruto  de  processos  objetivos  e  subjetivos  que  levaram  à  consciência  do  esgotamento  do  modelo  vigente  e  da  necessidade  de   uma  nova  concepção  de  desenvolvimento.

Propõe-se,   neste   trabalho,   verificar   como   a   comunicação,   e   mais  especificamente  a  propaganda  oficial,  contribui  para  construir  no  imaginário  popular  a  imagem  da  Amazônia  como  uma   região  de  terra  em  abundância,  fértil,  cheia  de  belezas  e  fartura,   distante  e  inóspita,  e  como  essas  concepções  modificam-se  historicamente  com  a  inserção  de  novos  conceitos  como  o  de  desenvolvimento  sustentável.  

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Medium 9788520438404

4. Comunicação, jornalismo e sustentabilidade: apontamentos críticos

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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Comunicação,  jornalismo   e  sustentabilidade:   apontamentos  críticos1

Wilson  da  Costa  Bueno

ENTENDENDO O CONCEITO

A  comunicação,  vista  sob  uma  perspectiva  ampla,  tem  um  papel  importante  a  desempenhar  no  processo  de  conscientização   e  de  mobilização  para  a  sustentabilidade.  1

De  imediato,  podemos  reconhecer  que  ela  pode  cumprir  três   funções  básicas,  todas  elas  articuladas  e  complementares.

Em  primeiro  lugar,  a  comunicação  competente  pode  contribuir  para  a  consolidação  do  conceito  de  sustentabilidade,  buscando  eliminar  equívocos  como  os  que  a  associam  a  ações  meramente  pontuais  ou  que  a  reduzem  à  simples  dimensão  ambiental.

A  sustentabilidade  deve  ser  percebida  de  maneira  abrangente  e   incorporar  aspectos  ambientais,  socioculturais,  políticos  e  econômicos,  porque,  ao  contrário  do  que  entendem  alguns  gestores,  in1  

Estes  apontamentos  resultam,  originalmente,  de  anotações  de  aula,  posts   e  partes  de  textos  inseridos  em  portais  de  comunicação  que  foram  aqui   reunidos  e  sistematizados  com  o  objetivo  de  permitir  uma  visão  crítica   com  respeito  a  alguns  temas  emergentes  e  relevantes  que  envolvem  o  debate  atual  sobre  comunicação,  jornalismo  e  sustentabilidade.

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Medium 9788520438404

9. O discurso científico e suas nuances sobre comunicação e sustentabilidade

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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<�QV`Pb_`\�PVR[a~ºP\�R�`bN`� nuances  sobre  comunicação  e   sustentabilidade

Ana  Maria  Dantas  de  Maio

INTRODUÇÃO

O  discurso  científico  sobre  comunicação  e  sustentabilidade   apresentado  pela  Revista  Brasileira  de  Comunicação  Organizacional   e   Relações   Públicas   (Organicom)   constitui   rico   material   para   estudo,  considerando-se  que  a  publicação  é  tida  como  referência  para  as  pesquisas  em  comunicação  organizacional  e  relações   públicas.   Decifrar   a   interface   que   congrega   sustentabilidade   e   comunicação   a   partir   desse   corpus   representa   um   desafio,   que   decidimos  assumir  sob  a  perspectiva  da  análise  de  discurso.

Nosso  objetivo,  com  essa  leitura,  é  responder  a  cinco  perguntas:  quem  fala,  para  quem  fala,  o  que  fala,  o  que  não  fala  e  como   fala.   As   respostas   indicam   a   atribuição   de   sentido   elaborada   a   partir  do  conjunto  de  textos  examinados  e  sua  respectiva  problematização.  Entretanto,  cabe  registrar  que  cada  artigo  mereceria   uma  análise  exclusiva,  tamanha  a  amplitude  de  seus  enunciados.  

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Medium 9788520433133

4. Moralidade e moralismo

GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo; CASTRO, Susana de Editora Manole PDF Criptografado

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Moralidade e moralismo

Paulo Ghiraldelli Jr.

As religiões elaboraram nossos primeiros códigos morais. Criamos os deuses justamente para que eles nos dissessem como

fazer de modo melhor o que vínhamos fazendo, ou ao menos

ensaiando. Eles foram nossos primeiros educadores, para o bem e para o mal. As histórias dos deuses deveriam nos dar bons

exemplos a serem seguidos, mas também apresentariam situa-

ções embaraçosas, que deveríamos evitar, e personagens ataba-

lhoados, que teríamos de observar bem para rechaçar e condenar.

Essa pedagogia tinha de nos ensinar a viver de forma coleti-

va, em situações públicas, fazendo com que não perdêssemos o nosso ethos, ou seja, nossos costumes e hábitos, principalmente

quando deixamos de ser nômades. Demos valor a isso. Daí nas-

ceu a ética. A pedagogia divina também nos ensinou a reproduzir costumes e hábitos não para o convívio público, na cidade,

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mas para a vida em nossos lares, em especial quando fizemos de nossas casas um ambiente privado, deslocado do ambiente

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Grupo A (1898)
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Medium 9788584291816

7. Envolvo-me tanto em diálogo quanto em monólogo

John Hattie; Klaus Zierer Grupo A ePub Criptografado

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QUESTIONÁRIO PARA AUTORREFLEXÃO

Avalie-se de acordo com as seguintes afirmações:

1 = discordo totalmente, 5 = concordo totalmente.

Sou muito bom em...

…incentivar os alunos a falar sobre o conteúdo.

…levar os alunos a alcançar o sucesso por meio da cooperação com os outros.

Sei perfeitamente bem...

…que as instruções precisam ser claramente formuladas.

…os benefícios dos métodos de aprendizagem cooperativa, como o princípio think-pair-share.

Meu objetivo é sempre...

…incentivar os alunos a se comunicar mais uns com os outros.

…incentivar os alunos a apresentar seus processos de reflexão e solução com mais frequência.

Estou plenamente convencido...

…de que os alunos devem se comunicar uns com os outros.

…de que é importante fazer os alunos participarem com mais frequência.

Cenário

Um dos principais momentos do ensino é observar os alunos se envolverem em uma discussão sobre o conteúdo de aprendizagem, para vê-los usar argumentos significativos e fazer críticas construtivas uns aos outros. Nesses momentos, quando eles se tornam professores, não há nada melhor do que simplesmente sentar e ouvir. O poder dos colegas entra em jogo, e os indivíduos experimentam o benefício do diálogo.

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Medium 9788584291816

3. Colaboro com os colegas e alunos sobre minhas concepções de progresso e meu impacto

John Hattie; Klaus Zierer Grupo A ePub Criptografado

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QUESTIONÁRIO PARA AUTORREFLEXÃO

Avalie-se de acordo com as seguintes afirmações:

1 = discordo totalmente, 5 = concordo totalmente.

Sou muito bom em...

…economizar tempo dividindo o trabalho com outros professores.

…compartilhar responsabilidades em equipe.

Sei perfeitamente bem...

…que falhas podem ser superadas em equipe.

…que a responsabilidade pode ser compartilhada em equipe.

Meu objetivo é sempre...

…consolidar forças por meio do trabalho em equipe.

…superar falhas na minha equipe.

Estou plenamente convencido...

…de que os pontos fortes podem ser consolidados em equipe.

…de que é importante cooperar com os colegas.

Cenário

Como um advogado lida com um caso que parece não ter mais salvação? Quais opções tem um jornalista cujas investigações levam a fatos aparentemente contraditórios? O que um cientista faz quando sua pesquisa chega a um beco sem saída? O que pessoas bem-sucedidas fazem nesses casos é dialogar e tentar resolver seus problemas cooperando com os outros.

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Medium 9788584291854

Capítulo 3 Conheça seu filho

Ken Robinson; Lou Aronica Grupo A ePub Criptografado

Você sabe que seu filho é diferente. Nunca o confundiria com outra criança que more na mesma rua. Evitaremos analogias de flocos de neve aqui, mas o fato é que nenhuma criança é igual a qualquer outra no planeta, ou até na mesma casa. Se você tem dois ou mais filhos, sabe que eles não nasceram como páginas em branco. Cada um tem seu próprio caráter inato, talentos e personalidades únicas e são geneticamente destinados a viver de maneiras diferentes. Claro, algumas crianças são parecidas, mas suas personalidades são inconfundíveis. O que significa para você educá-las?

QUEM SÃO ESSAS PESSOAS?

Você provavelmente já ouviu a discussão sobre “inato versus adquirido” (nature versus nurture). As crianças são moldadas por sua herança genética ou por suas experiências culturais? Se você é o pai biológico, fez uma grande contribuição para a natureza genética de seu filho. Ele pode ter seus olhos e sua intolerância à comida picante; pode ter o nariz de seu parceiro, a altura e a tendência para espirrar sob luz solar intensa. Ele também pode ter o seu fascínio por bandas de rock da década de 60 e a aversão do seu parceiro a romances de mistério com gatos. Esse provavelmente é o lado “experiencialista” em jogo. Então, o que é mais importante para seu filho e o que ele pode se tornar?

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Medium 9788584291854

Capítulo 7 Vá à fonte

Ken Robinson; Lou Aronica Grupo A ePub Criptografado

Quem foram seus professores favoritos quando você estava na escola? Não me recordo de todos, mas alguns ainda permanecem após todos esses anos; alguns por suas excentricidades, outros por seu ensino inspirador, alguns, por ambos. No meio do ensino médio, Davis era o nosso professor de latim, um homem pálido e de rosto fino, na casa dos 60 anos, que parecia um irmão mais velho do Mr. Bean. Ele era desgrenhado como muitos acadêmicos e impressionantemente erudito. Quando ele falava, embalava a bochecha em sua mão levantada, como se estivesse se consolando, o que ele provavelmente estava. Ele o fazia quando estava sentado, com seu cotovelo apoiado sobre a mesa. O que me intrigava era que ele continuava fazendo isso mesmo quando se levantava e andava pela sala, parecendo uma manobra ainda mais desajeitada.

Ele sempre segurava um pequeno bastão, como a varinha de um mágico, que apontava para qualquer lugar de seu interesse, alguma coisa no quadro ou para um aluno desatento. Quando ele fazia uma pergunta, ficava em pé em frente a você e tocava o bastão ameaçadoramente em sua mesa enquanto esperava, como um louva-a-deus, pela resposta. Era uma técnica própria, mas ele concentrava a turma maravilhosamente. Eu aprendi muito de latim desse modo.

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Medium 9788584290482

Capítulo 10. Planejando a mudança — Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto, Fernando de Mello Trevisani

Lilian Bacich (org.); Adolfo Tanzi Neto (org.); Fernando de Mello Trevisani (org.) Grupo A ePub Criptografado

LILIAN BACICH
ADOLFO TANZI NETO
FERNANDO DE MELLO TREVISANI

A seguir, apresentaremos alguns planos de aulas que foram elaborados e aplicados pelos professores do nosso Grupo de Experimentações em Ensino Híbrido. Os planos estão comentados e envolvem cada um dos modelos citados ao longo do livro: rotação por estações, laboratório rotacional, sala de aula invertida, rotação individual e flex.

Ao final, são apresentados outros planos de aula, mas sem comentários. O objetivo é que você se baseie nos comentários e observações realizados nos primeiros planos para refletir sobre todos os aspectos envolvidos em um modelo de ensino híbrido. Algumas questões norteadoras serão apresentadas, porém não se restrinja a elas! Pense sobre todos os pontos abordados e discutidos no decorrer desta obra para refletir e construir o modelo de ensino híbrido mais adequado à sua realidade. Boa leitura!

Para ver esta tabela como imagem, clique aqui.

PLANO DE AULA: Modelo de rotação por estações

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Grupo A (5)
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Medium 9788584290840

Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

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Medium 9788584290840

Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

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INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

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Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

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Capítulo 5 - A inteligência como um espectro de competências

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A inteligência como um espectro de competências

KATIA SMOLE

>> Debater as teorias que levaram ao conceito atual de inteligências múltiplas.

>> Definir o conceito de inteligências múltiplas criado por Gardner e seus espectros de competência.

>> As diversas teorias relacionadas à inteligência até o conceito atual criado por Gardner.

>> Os espectros de competências e a complementação do espectro pictórico ao musical.

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A VISÃO PSICOMÉTRICA DA INTELIGÊNCIA

Existem diferentes concepções e tentativas de definir e caracterizar a inteligência. No entanto, a concepção hegemônica ainda está atrelada a um ponto de vista psicométrico ou ao enfoque de testes de inteligência que, como o nome indica, foram elaborados e construídos em torno do intento de medir o rendimento intelectual da maneira mais exata e confiável possível.

Pensar numa forma de classificar as pessoas a partir de suas capacidades intelectuais é uma ideia antiga. Segundo Gould (1991), a tese de que o valor dos indivíduos e dos grupos sociais pode ser determinado por meio da medida da inteligência como quantidade isolada apoia-se em dados provindos inicialmente da craniometria − ou medida do crânio −, cujas bases remontam ao século XII.

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Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

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psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

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