Grupo A (53)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788584291885

Capítulo 9. Da roca à máquina de costura: formação de professores, robótica livre e implantação de FabLearn em uma escola de ensino médio do Sesi-RS

Rodrigo Barbosa e Silva; Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

formação de professores, robótica livre e implantação de FabLearn em uma escola de ensino médio do Sesi-RS

Joice Welter Ramos, Sônia Elizabeth Bier, Danielle Schio Rockenbach

O Serviço Social da Indústria (Sesi) é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 1º de julho de 1946. Conforme previsto no artigo 1º de seu regulamento, tem por finalidade “estudar, planejar e executar medidas que contribuam diretamente para o bem-estar social dos trabalhadores na indústria e nas atividades assemelhadas, concorrendo para a melhoria do padrão de vida no país”. Nesse sentido, tem por atribuição a prestação de serviços nas áreas de educação e qualidade de vida, principais focos estratégicos da organização. O Sesi-RS, cuja sede está em Porto Alegre, faz parte de um sistema federativo formado pelo Departamento Nacional e por 27 Departamentos Regionais. Na gerência de educação do RS, um dos programas são as escolas de ensino médio, nas quais analistas coordenam as atividades junto com as equipes diretivas de cada escola.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291816

9. Construo relacionamentos e confiança para que a aprendizagem ocorra em um ambiente seguro para cometer erros e aprender com os outros

John Hattie; Klaus Zierer Grupo A ePub Criptografado

9

QUESTIONÁRIO PARA AUTORREFLEXÃO

Avalie-se de acordo com as seguintes afirmações:

1 = discordo totalmente, 5 = concordo totalmente.

Sou muito bom em...

…levar em consideração o ambiente dos alunos.

…estabelecer um sentimento de pertencimento na turma.

Sei perfeitamente bem...

…que um relacionamento positivo com os alunos é importante.

…que o ambiente dos alunos tem grande influência em sua aprendizagem.

Meu objetivo é sempre...

…fazer os alunos confiarem em mim.

…construir confiança entre os alunos.

Estou plenamente convencido...

…de que um relacionamento positivo com os alunos é importante.

…de que é importante estabelecer um clima justo e positivo na aula.

Cenário

Pouquíssimas crianças não têm medo quando precisam fazer sua primeira apresentação em uma aula. Não há muitas opções disponíveis para um professor em situações como essa. O aluno pode dizer: “Estou ansioso”, “E se esquecer o que tenho que falar?”, “E se eu errar?”, “E se os colegas rirem de mim?” ou “Não consigo fazer isso”. Todos esses comentários podem sinalizar que eles precisam de ajuda. Não faz diferença quão meticulosamente o professor discutiu a apresentação com a criança de antemão – toda teoria vai por água abaixo quando chega a hora da apresentação. A criança precisa de uma atmosfera de confiança, que lhe dê uma sensação de segurança para que possa fazer a apresentação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291854

Capítulo 7 Vá à fonte

Ken Robinson; Lou Aronica Grupo A ePub Criptografado

Quem foram seus professores favoritos quando você estava na escola? Não me recordo de todos, mas alguns ainda permanecem após todos esses anos; alguns por suas excentricidades, outros por seu ensino inspirador, alguns, por ambos. No meio do ensino médio, Davis era o nosso professor de latim, um homem pálido e de rosto fino, na casa dos 60 anos, que parecia um irmão mais velho do Mr. Bean. Ele era desgrenhado como muitos acadêmicos e impressionantemente erudito. Quando ele falava, embalava a bochecha em sua mão levantada, como se estivesse se consolando, o que ele provavelmente estava. Ele o fazia quando estava sentado, com seu cotovelo apoiado sobre a mesa. O que me intrigava era que ele continuava fazendo isso mesmo quando se levantava e andava pela sala, parecendo uma manobra ainda mais desajeitada.

Ele sempre segurava um pequeno bastão, como a varinha de um mágico, que apontava para qualquer lugar de seu interesse, alguma coisa no quadro ou para um aluno desatento. Quando ele fazia uma pergunta, ficava em pé em frente a você e tocava o bastão ameaçadoramente em sua mesa enquanto esperava, como um louva-a-deus, pela resposta. Era uma técnica própria, mas ele concentrava a turma maravilhosamente. Eu aprendi muito de latim desse modo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291816

1. Sou um avaliador do meu impacto na aprendizagem dos alunos

John Hattie; Klaus Zierer Grupo A ePub Criptografado

1

QUESTIONÁRIO PARA AUTORREFLEXÃO

Avalie-se de acordo com as seguintes afirmações:

1 = discordo totalmente, 5 = concordo totalmente.

Sou muito bom em...

…tornar meu impacto visível na aprendizagem do aluno.

…usar métodos para tornar meu impacto visível na aprendizagem do aluno.

Sei perfeitamente bem...

…que o desempenho do aluno torna meu impacto visível.

…que o desempenho do aluno me ajuda a aumentar meu impacto.

Meu objetivo é sempre...

…avaliar meu impacto na aprendizagem do aluno.

…usar vários métodos para medir o desempenho do aluno e avaliar meu impacto na sua aprendizagem.

Estou plenamente convencido...

…de que preciso avaliar meu impacto na aprendizagem do aluno de forma regular e sistemática.

…de que preciso usar a aprendizagem do aluno para avaliar meu impacto.

Cenário

Imagine dois professores. Ambos preparam suas aulas de forma apropriada e consciente. Enquanto o primeiro formula sua mensagem central como “quero dar uma boa aula”, a máxima do outro é “quero que o meu impacto sobre os alunos seja visível ao final da aula”. Ambas as abordagens são convincentes em um primeiro momento. No entanto, em um segundo momento, a diferença fica clara: o primeiro professor ficará satisfeito se sentir que, no final do período, a aula foi boa, os alunos participaram, não houve interrupção no fluxo da aula e o conteúdo mais importante foi apresentado. Sem dúvida, isso também importa para o outro professor, mas ele não confiará na intuição e procurará evidências. Como resultado, pelo menos no final da aula, mas provavelmente também durante ela, ele terá de assumir o papel de avaliador repetidas vezes, ouvindo em vez de falar, tornando a aprendizagem visível e mostrando aos alunos o que são capazes de fazer – e o que ainda não são capazes. A aula não terminará sem que esse professor tente tornar sua influência visível por meio da avaliação do desempenho de aprendizagem dos alunos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291885

Capítulo 10. Avaliação de projetos de tecnologias digitais na educação pública brasileira: experiência do programa Escolas Rurais Conectadas

Rodrigo Barbosa e Silva; Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

experiência do programa Escolas Rurais Conectadas

Gustavo Giolo Valentim, Juliano Bittencourt, Mariana Pereira da Silva

A inovação no sistema escolar tem sido um desafio para a comunidade que advoga o potencial transformador da tecnologia nos ambientes de aprendizagem. Na primeira década dos anos de 2000, Papert (2001), ao refletir sobre por que os sistemas educacionais assimilavam as inovações às práticas antigas, em vez de se transformarem frente às novas possibilidades abertas pela tecnologia, aponta para a necessidade de uma estratégia mais sistêmica e desenvolvimentista para a introdução do computador nas escolas.

Cavallo e colaboradores (2004) aprofundam essa reflexão ao apresentar um framework para se refletir sobre o processo de inovação em sistemas educacionais, trazendo como ideia central o conceito de que a transformação em escala macro é constituída por inúmeras transformações micro que progressivamente se agregam, chegando a um momento em que colocam o sistema vigente em contradição, tornando a mudança de paradigma inevitável e posicionando novos modelos como alternativas.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Gen (17)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521621881

Capítulo 2 - As Raízes Filosóficas em Psicologia da Educação

GAMEZ, L Grupo Gen ePub Criptografado

Se o estudo da Filosofia pode lhe parecer reservado aos teóricos e às conversas entre intelectuais, você pode estar enganado. Você já pensou de que forma a Filosofia pode ajudar a organizar seu pensamento e resolver algumas questões do dia a dia, ou ainda problemas mais complexos?

Antes de começar a refletir sobre esse assunto e entender a influência do pensamento filosófico nas diferentes abordagens em Psicologia da Educação, observe a tirinha do Franjuca.

De que forma a Filosofia auxilia o personagem Franjuca a viver? Por que ele busca uma nova realidade para alcançar sua felicidade? Afinal, a percepção, nesse caso, é influenciada pelos sentidos, ou a aparente razão é que dá o tom do cenário?

Neste capítulo, você conhecerá as origens do pensamento filosófico em Psicologia da Educação. Já que existe uma grande diversidade de abordagens teóricas nessa área de conhecimento, você verá que tais divergências são originadas por diferentes filosofias, isto é, diferentes maneiras de ver o mundo e encontrar explicações para ele, sobretudo na visão de homem e da sua relação com os demais. Para entender esses questionamentos, você estudará a origem da escola e as diferenças entre o pensamento empirista e racionalista, cuja dicotomia explica as grandes divergências entre as várias abordagens psicológicas aqui retratadas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636250

Capítulo 9 Tecnologia na Educação: Novos Desafios para a Didática

MALHEIROS, Bruno Taranto Grupo Gen ePub Criptografado

Contextualizando

A Viúva Simões (excerto, de Júlia Lopes de Almeida)

A rua tinha trechos menos tumultuosos de feição aristocrática, onde as casas não se abriam tão burguesmente à poeira e à curiosidade de fora; mas logo em outro quarteirão, tudo mudava, aspecto de pessoas e de coisas, como se se tivesse dado um salto para outro bairro. Então, em vez de prédios grandes, de cortinas cerradas e plantas ornamentais nas entradas, eram as casas apertadas, desiguais; e, de vez em quando, ou um frege tresandando a azeite e sardinhas, ou uma quitanda apertada, cheirando a fruta apodrecida e a hortaliça murcha. Nesse ponto andavam crianças aos magotes pela calçada, de mãos dadas, embaraçando os transeuntes. À porta de um barbeiro ou de outra qualquer casa de negócio, sufocada por prédios maiores, conversavam algumas pessoas com muitos gestos e poucas risadas.

No trecho extraído do livro de Almeida, é possível perceber que ela faz uma leve, mas objetiva, crítica às mudanças, principalmente pelo fato de estas acontecerem tão próximas ao diferente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636250

Capítulo 6 Métodos de Ensino

MALHEIROS, Bruno Taranto Grupo Gen ePub Criptografado

Contextualizando

O voo de Santos Dumont

Os dois aviões apresentados a seguir foram projetados por Santos Dumont:

As duas aeronaves voaram, mas somente a primeira tornou-se bastante conhecida do povo brasileiro. Isto se deve ao fato de o voo do 14 Bis (1906) ter sido realizado antes do voo do Demoiselle (1907). Entretanto, especialistas garantem que o segundo foi o melhor avião desenhado pelo inventor brasileiro.

Mas se o 14 Bis voou, por que Santos Dumont insistiu em buscar uma nova forma de fazer o mesmo equipamento? Nas ciências em geral, sempre se buscam novas formas de fazer algo melhor. Frequentemente, é possível fazer uma mesma coisa de diversas maneiras – algumas melhores, outras nem tanto; algumas mais rápidas, outras mais lentas.

Com base na história dos aviões de Santos Dumont, reflita:

• Como aplicar à educação as diversas formas de se fazer alguma coisa?

• Existem diversas formas de ensinar?

• O que são métodos de ensino?

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636250

Capítulo 8 Ambientes de Aprendizagem e Recursos Instrucionais

MALHEIROS, Bruno Taranto Grupo Gen ePub Criptografado

Contextualizando

O Cortiço, de Aluísio Azevedo

João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirar-se o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.

Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lha, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521636250

Capítulo 10 Avaliação da Aprendizagem Escolar

MALHEIROS, Bruno Taranto Grupo Gen ePub Criptografado

Contextualizando

Dizes-me, de Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa)

(...)

Sim, escrevo versos, e a pedra não escreve versos.

Sim, faço ideias sobre o mundo, e a planta nenhuma.

Mas é que as pedras não são poetas, são pedras;

E as plantas são plantas só, e não pensadores.

Tanto posso dizer que sou superior a elas por isto,

 

Como que sou inferior.

Mas não digo isso: digo da pedra, “é uma pedra”,

Digo da planta, “é uma planta”,

Digo de mim, “sou eu”.

E não digo mais nada. Que mais há a dizer?

No trecho de Caeiro, o autor discute a questão da superioridade do ser humano em relação a pedras e plantas. Em sua conclusão, parece ficar claro que não há uma relação hierárquica de importância entre as coisas que existem; há somente o fato de elas existirem. Com base neste texto, reflita:

• As pessoas tendem a avaliar as situações cotidianas com frequência?

• Por que, sempre que se quer avaliar, atribui-se um valor de julgamento?

Ver todos os capítulos

Ver Todos