Artmed (63)
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Capítulo 5 - Reggio Emilia: uma cidade em transformação

Edwards Carolyn; Gandini Lella; Forman George Artmed PDF Criptografado

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Reggio Emilia: uma cidade em transformação1

Sandra Piccinini e Claudia Giudici

A cidade representa um palco natural e humano em que os atores são todos os cida­ dãos: mulheres e homens, jovens e idosos que participam diariamente na mudança do cená­ rio urbano. Um palco de eventos, mercados e celebrações civis, conferências e reuniões, co­ mércio e música (Piccinini, 2002, p. 13).

U

ma longa e arriscada jornada liga a educação infantil à cidade de

Reggio Emilia. Tem sido uma aventura extraordinária, principalmente para as mulheres, mas também para os homens, que trabalharam com paixão e inteligência, dia após dia, e tornaram isso realidade. Trata-se de uma experiência que tem sido renovada ao longo do tempo devido à consciência das mudanças sociais e das novas descobertas científicas sobre as crianças. A experiência continua hoje, às vezes desafiadora e às vezes difícil, mas proporciona alegria e aprendizagem a muitas crianças, promete grandes esperanças para o futuro e produz um diálogo contínuo entre as crianças e a cidade.

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Capítulo 3 - A história de Malaguzzi, outras histórias e o respeito pelas crianças

Edwards Carolyn; Gandini Lella; Forman George Artmed PDF Criptografado

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A história de Malaguzzi, outras histórias e o respeito pelas crianças1

David Hawkins

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zzi’s Story, Other Stories,

David Hawkins (1913-2002) foi um importante professor de filosofia da University

Respect forof Children

Colorado, em Boulder, e um dos influentes acadêmicos que ajudou a moldar a reforma

progressista do sistema escolar norte-americano na década de 1960, um período turbulento empolgante de debate e inovação educacional. Ele e sua esposa, Frances, ela mesma uma reconhecida especialista em educação infantil, fundaram o Mountain View Center for

Environmental Education para promover exploração intelectual ativa e científica na educa­

ção de crianças. Hawkins recebeu muitas honrarias durante sua vida e influenciou outros

3–2002) was a distinguished professor of philosophy at the Unipensadores da teoria da educação, utilizando seu amplo conhecimento em teoria social, eco­ t Boulder and one of the influential academics who helped shape nomia, física, e filosofia. e school reform during the 1960s, a turbulent butbiologia exciting period e and innovation. He and his wife, Frances, a notedsão ex- fundamentais para a filosofia da aprendizagem de Hawkins

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Capítulo 11 - A comunidade inclusiva

Edwards Carolyn; Gandini Lella; Forman George Artmed PDF Criptografado

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A comunidade inclusiva1

Ivana Soncini

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Nota dos editores: A Itália é um líder reconhecido no movimento geral pela inte­ gração e inclusão de pessoas com deficiências físicas e mentais. Desde meados da década de 1970, as organizações internacionais apontaram a educação de crianças com deficiências na Itália como a mais inclusiva de todos os países da Europa (Begeny; Mar­ tens, 2007; Gobbo, Ricucci; Galloni, 2009; Philips, 2001; Vitello, 1991). Esse pela integração e inclusão começou na década de 1960, quando instituições

Ivana Soncinimovimento para pessoas com deficiência foram fechadas e todos os serviços de saúde foram reorgani­ zados em unidades descentralizadas para cada região. Reggio Emilia nunca ficou isolada desse movimento, mas sempre manteve contato e respondeu às necessidades desses tempos.

O movimento de desinstitucionalização na saúde mental criou um percurso paralelo den­ ognized leader in the general integration tro damovement educação for contra a segregação de alunos com deficiências e, hoje, está entrando em h mental and physical disabilities. uma novaSince fase the na mid-1970s, formação do pensamento sobre o trabalho inclusivo com famílias e have pointed to Italian crianças educationimigrantes. for children with disve of all the countries of Europe

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Capítulo 17 - O atelier: uma conversa com Vea Vecchi

Edwards Carolyn; Gandini Lella; Forman George Artmed PDF Criptografado

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O atelier: uma conversa com Vea Vecchi1

Lella Gandini

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elier: A Conversation

Gandini: Por favor, conte sobre como with VeaoVecchi atelier começou.

Vecchi: Na década de 1960, Loris

Malaguzzi introduziu um atelier em cada

Lella Gandini pré-escola em Reggio Emilia, junto com um professor com formação em artes.

Essa era uma escolha incomum, mas col us how the atelier began. rajosa,introduced já que,annaquela

1960s, Loris Malaguzzi atelier intoépoca, every bem como representava declaração forte io Emilia, along hoje, with a teacher with an art uma background. oice but a brave one, for then, asda now,importância it represented a atribuída à e tangível ment of the importance attributed toàimagination, creativ-à expressiviimaginação, criatividade, aesthetics in the educational processes of development dade e à estética nos processos educacioAs Malaguzzi said: nais do desenvolvimento e da construção become part of a complex design and, at the same time, an de conhecimento. Como Malaguzzi dizia: ng, or better, for digging with one’s own hands and one’s

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Capítulo 4 - Nossa responsabilidade para com as crianças pequenas e sua comunidade

Edwards Carolyn; Gandini Lella; Forman George Artmed PDF Criptografado

4

Nossa responsabilidade para com as crianças pequenas e sua comunidade1

Graziano Delrio

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Graziano Delrio foi prefeito de Reggio Emilia entre 2004 e 2013. Ele é, por profis­ ponsibilitysão,toward endocrinologista e tem um cargo como professor da Universidade de Modena e Reggio

Pai e marido amoroso, ele disse: “Não é fácil ser o pai de nove, mas isso me ensinou hildren andEmilia. toward a não julgar os outros e a ter compaixão, quando me lembro de como era inadequado quan­ do tive meu primeiro filho aos 23”. Durante seus dois mandatos como prefeito, ele se focou eir Community na comunidade e no povo. O primeiro mandato foi caracterizado pela ideia de “Reggio Emi­

Graziano

lia, um bem coletivo; por uma cidade serena, segura e unida”. Seu segundo mandato, du­ um período de crise econômica global, baseou-se no conceito de “Uma comunidade

Delriorante forte, um futuro seguro” e concentrou-se nas questões da educação, do conhecimento e da inovação como a base para a internacionalização do desenvolvimento de Reggio Emilia.

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Editora Manole (125)
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Medium 9788520438930

19. Contribuições da pesquisa interdisciplinar à gestão compartilhada de uma bacia hidrográfica experimental

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

19

Contribuições da pesquisa interdisciplinar à gestão compartilhada de uma bacia hidrográfica experimental

William B. Rauen, Engenheiro mecânico, Ufes e UP

Edmilson C. Teixeira, Engenheiro civil, Ufes

Gisele Girardi, Geógrafa, Ufes

Marcos E. P. A. Lopes, Agrônomo, Ufes

Introdução

Pesquisas e ações no âmbito da gestão de recursos hídricos e de bacias hidrográficas normalmente demandam uma abordagem interdisciplinar ou transdisciplinar para a consecução de metas abrangentes e socioambientalmente relevantes. Isso se deve à natureza e à extensão dos problemas e temas envolvidos.

Apesar disso, nota-se uma prevalência de abordagens compartimentadas

(multidisciplinares, na melhor das hipóteses) em muitos projetos envolvendo os recursos hídricos (Tucci, 2000), muitas vezes com consequências catastróficas para os mais necessitados (Abbott, 2001). Ademais, ainda ocorre uma defasagem significativa entre a obtenção de avanços científicos e o seu uso efetivo na gestão, como em melhorias no atendimento das necessidades sociais. Reestruturações institucionais e legislativas identificadas como necessárias à implementação de tais avanços raramente ocorrem, ou são feitas tardiamente. Em parte, isso se deve a entraves burocráticos e interesses políticos de curto prazo, mas também à complexidade dos sistemas de gestão, diversidade

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13. Interdisciplinaridade e mudanças climáticas: caminhos para sustentabilidade

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

13

Interdisciplinaridade e mudanças climáticas: caminhos para sustentabilidade

Pedro Roberto Jacobi, Cientista social e economista, USP

Leandro Luiz Giatti, Biólogo, USP

Tercio Ambrizzi, Físico, USP

Introdução

Este capítulo objetiva explorar o potencial interdisciplinar em torno do fenômeno global de mudanças climáticas e de suas consequências intrínsecas para, mediante uma ampla problematização, discutir perspectivas e desafios de práticas interdisciplinares, tendo como principal foco a aprendizagem so­ cial, que se possibilita a partir de vasto processo de produção de conhecimen­ to que se estende desde os avanços científicos sobre o campo até as possibi­ lidades de diálogo entre esses saberes especializados, as reais demandas e a percepção dos mais diversos atores sociais sobre a questão.

O quadro socioambiental que caracteriza as sociedades contemporâneas revela que o impacto dos humanos sobre o meio ambiente está causando alterações cada vez mais complexas, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos. Nessa direção, o tema da sustentabilidade tem assumido papel

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18. Cidadania global como tema interdisciplinar em universidades inglesas

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

18

Cidadania global como tema interdisciplinar em universidades inglesas

Silvia Elisabeth Moraes, Letras, UFC

INTRODUÇÃO

Este capítulo traz resultados da primeira fase do projeto de pesquisa “Cidadania global (CG) como tema interdisciplinar/transdisciplinar no currículo de instituições do ensino superior”, realizado durante um estágio sênior da Capes

(fevereiro de 2013 a janeiro de 2014) no Centro de Pesquisa em Educação para o Desenvolvimento (Derc), Instituto de Educação, Universidade de Londres.

A questão CG surgiu em projetos temáticos interdisciplinares de alunos de licenciatura e pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Ceará

(UFC) entre os anos de 2008 e 2012. A preocupação com o planeta, a convivência entre os povos e, especialmente, o lugar do Brasil nessa nova configuração ocasionaram aprofundamento e expansão dos assuntos abordados nos projetos que passaram a se relacionar com problemas não mais restritos ao contexto local, regional, ou mesmo nacional: os alunos constataram a necessidade de ampliar sua abrangência situando-os em sistemas inter-relaciona-

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24. Interdisciplinaridade como ferramenta de inclusão em ambiente de aprendizagem

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

24

Interdisciplinaridade como ferramenta de inclusão em ambiente de aprendizagem

Silvia Quevedo, Jornalista, UFSC

Tarcísio Vanzin, Arquiteto, UFSC

Vania Ribas Ulbricht, Matemática, UFSC

Introdução

Este capítulo relata o exercício da interdisciplinaridade na construção do

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) WebGD Acessível, voltado ao atendimento de jovens e adultos com deficiência sensorial nos estudos de Geometria Descritiva (GD). Realizado desde 2009 com apoio da Capes e do

CNPq, o projeto reúne cerca de 20 pesquisadores ligados majoritariamente ao Programa de Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPEGC) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). É um projeto inédito no Brasil, construído para atender alunos sob o prisma da inclusão. Por meio dele, cegos, surdos, pessoas com baixa visão e audição poderão adquirir competências para aprender compartilhando conhecimento junto aos colegas sem deficiência. Todos no mesmo ambiente virtual.

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12. O "Neocosteiro": lições de uma experiência de pesquisa e formação doutoral interdisciplinar em meio ambiente e desenvolvimento

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

12

O "Neocosteiro": lições de uma experiência de pesquisa e formação doutoral interdisciplinar em meio ambiente e desenvolvimento

José Milton Andriguetto Filho1, Oceanógrafo, UFPR

Cristina Teixeira, Socióloga, UFPR

Naína Pierri, Socióloga, UFPR

Carlos Alberto Cioce Sampaio, Administrador, PUC-PR

Natália Tavares de Azevedo, Socióloga, UFPR

Luiz Francisco Ditzel Faraco, Biólogo, ICMBIO

Thiago Zagonel Serafini, Oceanógrafo, Unifesp

Juliana Lima Spínola, Bióloga, UFPR

Introdução1

Este capítulo analisa a experiência de construção coletiva de pesquisa interdisciplinar de um grupo formado pelos autores, todos professores ou egressos do Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento da

Universidade Federal do Paraná (PPGMADE-UFPR). O processo se desenvolveu entre 2008 e 2012 e, seguindo a metodologia do programa, teve por objetivo levar à elaboração das teses de doutoramento, tendo como tema geral os sistemas produtivos da pesca na costa Sul-Sudeste do Brasil e as práticas e políticas de gestão ambiental associadas.

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Editora Saraiva (69)
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Medium 9788547223120

Dicas e cuidados nas citações e referências

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Citaçõe s e r ef er ênci a s 2 0 3

Dicas e cuidados

nas citações e referências

●● Embora muitos pesquisadores que se enveredam para o mundo da pesquisa científica se incomo-

dem com o excesso de regras para as citações de autores e referências das fontes utilizadas, a citação por completo é a única forma de localização de uma obra. Quando um pesquisador lê um trabalho e se interessa por um estudo nele referenciado, dificilmente conseguiria localizar essa obra se faltassem informações importantes, como a página, o nome do autor, a editora, o local de publicação etc.

●● O pesquisador experiente não deixa para colocar as referências completas somente após ter aca-

bado o trabalho. Assim que um autor for citado no texto, ele deve ser incluído na referência, por completo, de imediato. Localizar posteriormente detalhes complementares de obras já citadas de forma incompleta é uma tarefa árdua, que com certeza demandará muito mais tempo do que fazer a referência de imediato. Por essa razão, sugere-se ao pesquisador criar um arquivo específico para as referências e, a cada nova citação ao longo do trabalho, já preencher a referência completa nesse arquivo, incluindo todas as informações de acordo com a ABNT (ou outra norma).

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Medium 9788547223120

7.1 Citações

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

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G U IA P R ÁT IC O PARA E LABORA Ç Ã O D E M O NO G RAF I A S , D I S S ERTA ÇÕ E S E TES E S E M A D M I NI S TRA ÇÃ O

ampliação do acesso à informação – agravou a questão do plágio.2 São muitos os casos de alunos, pesquisadores e até professores acusados de plágio científico.

Há ocorrências nítidas de pura e simples fraude, como a entrega de um trabalho inteiramente copiado, como também de trechos reproduzidos de meios eletrônicos, sem a devida citação da fonte por parte do redator, além dos casos de plágio não intencional, por desconhecimento das normas e das pautas acadêmicas para a elaboração de trabalhos.

Ainda que não intencional, o plágio é uma violação do código de conduta acadêmico e precisa ser fortemente evitado.

Dúvidas sobre a forma correta de se fazer uma citação são cada vez mais evidentes e comuns entre pesquisadores; por essa razão, considerou-se fundamental abordar, neste livro, as regras para a estruturação de citações, assim como a formatação correta das referências bibliográficas utilizadas no decorrer da pesquisa. O objetivo deste capítulo não é esgotar o assunto, já que existem documentos oficiais com todas as regras na íntegra, além de normas específicas de cada instituição, mas, sim, discutir algumas das normas mais utilizadas pelos pesquisadores acadêmicos.

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Dicas e cuidados na construção das considerações finais

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

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Conside ra çõ es fin a is 1 7 3

O associativismo, principalmente nas redes de farmácias, já é uma realidade em larga escala. Conhecer seu funcionamento não apenas traria uma visão diferenciada em outro segmento de mercado, como permitiria a troca de experiências e a identificação de potencialidades de ações no ramo supermercadista.

Um estudo focado na visão e na perspectiva das indústrias em relação às centrais de negócios seria interessante para conhecer a sua aceitação e o seu preparo no atendimento a essa categoria específica do mercado. Também traria conhecimentos relevantes acerca de mudanças negociais e culturais, expansão dos negócios e alterações nas relações de poder e de dependência entre grandes redes, centrais de negócios e fornecedores.

Nesse contexto, uma pesquisa sobre as decorrências do associativismo na percepção de atacadistas e consumidores também enriqueceria e completaria o estudo sobre as possíveis mudanças ao longo da cadeia de suprimentos.

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Medium 9788547223120

6.3 Limitações do estudo

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

6

Conside ra çõ es fin a is 1 6 5

de informatização, diversificação do mix de produtos e alianças estratégicas com fornecedores (JARILLO, 1988; HAMEL; DOZ; PRAHALAD, 1989; RODRIGUES, 2002; HIROSHI, 2002).

A redução de custos em decorrência de boas negociações junto aos fornecedores não

é, nem será, solução para a sobrevivência de um supermercado associado, pois, para que haja futuro para essas instituições, elas devem conseguir equalizar problemas internos e ampliar sua atuação junto aos associados (ALLEVATO JUNIOR, 2001).

A opinião dos entrevistados sobre a importância da central de negócios e a potencialidade de ganhos e racionalização dos custos advindos dessa iniciativa é unânime.

Todos acreditam que ela é uma eficiente alternativa para o ganho de competitividade.

No entanto, a simples integração à central, isoladamente, não gera a “sobrevivência” de nenhuma instituição. Sua formação deve ser vista como uma estratégia complementar, e não única, na busca pela sustentabilidade.

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Dicas e cuidados na construção da análise e da discussãodos resultados

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Anális e e disc u ssã o d o s r es u lta d o s 1 5 5

5.3 Comparação entre as pesquisas qualitativa e quantitativa

O Quadro 5.4 apresenta as principais diferenças entre as pesquisas qualitativa e quantitativa.

Quadro 5.4 Diferenças entre as pesquisas qualitativa e quantitativa

Pesquisa qualitativa

Pesquisa quantitativa

Objetivo

Compreender qualitativamente as razões e as motivações subjacentes.

Quantificar os dados e extrapolar os resultados da amostra para a população-alvo.

Estrutura da amostra

Reduzido número de casos não representativos.

Grande número de casos representativos.

Tipo de coleta de dados

Não estruturado.

Estruturado.

Análise de dados

Qualitativa, sem a utilização de ferramentas estatísticas.

Quantitativa, com a utilização de ferramentas estatísticas.

Conclusão

A compreensão inicial do fenômeno estudado.

Um curso final de ação.

Fonte: elaborado pelos autores.

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Grupo A (2803)
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Medium 9788536326023

Neurofisiologia e neuroquímica

Flavio Kapczinski, João Quevedo, Iván Izquierdo Grupo A PDF Criptografado

Neurofisiologia e neuroquímica

Nadja Schröder

Maria Noêmia Martins de Lima

O sistema nervoso central (SNC) tem a capacidade de integrar informações obtidas de diversas fontes externas e internas, desencadeando uma resposta comportamental por meio de circuitos neurais formados pelas células nervosas. Compreender as propriedades sinalizadoras das células nervosas é, portanto, essencial para o entendimento das bases biológicas do comportamento, bem como de suas formas patológicas.

As células nervosas comunicam­‑se por meio de estruturas altamente especializadas, as sinapses. As sinapses podem ser tanto de natureza quíAs sinapses mica quanto elétripodem ser tanto ca. Em uma sinap­ de natureza se elétrica, as células química quanto pré e pós­‑sinápticas elétrica. Em uma são conectadas por sinapse elétrica, canais iônicos, os as células pré e quais permitem o pós­‑sinápticas são fluxo direto de corconectadas por canais iônicos, os rente de uma céluquais permitem la para a outra. Esse o fluxo direto tipo de sinapse rede corrente de presenta uma minouma célula para a ria entre as sinapoutra. ses encontradas no

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Medium 9788565848657

Capítulo 8 - Três desafios para o ensinosuperior privado no Brasil: expansão,financiamento e governança

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

8

Três desafios para o ensino superior privado no Brasil: expansão, financiamento e governança

Sergio Marcus Nogueira Tavares

Conjuntura da educação superior privada no

Brasil após as reformas da década de 1990

Se analisarmos os dados de evolução de matrículas, oferta de vagas e número de instituições que atuam no ensino superior brasileiro, concluímos rapidamente que o País experimentou, nas últimas décadas, dois momentos importantes de expansão quantitativa. O primeiro, na chamada década do milagre econômico, os anos de 1970 e, um segundo momento, a partir das reformas realizadas na educação superior, desde a segunda metade da década de 1990. A aprovação da Lei 9.394, Lei de Diretrizes e

Bases da Educação (LDB), foi um marco importante para o início das reformas desses últimos anos.

Pode-se também concluir que, na década de 1970, ocorreu, de fato, a privatização da educação superior. O Estado brasileiro, pressionado a ofertar mais vagas para o crescimento do ensino superior, com seu orçamento comprometido por elevado déficit fiscal e perdendo a batalha no controle inflacionário, adotou o caminho do Estado desertor, como qualificou Aguilar (2000), afastando-se gradualmente do papel de executor, no que se refere ao atendimento da demanda reprimida. A iniciativa privada atuou de forma decisiva ocupando esse espaço, inclusive inserindo lideranças desse segmento em órgãos como o Conselho Federal da Educação como forma de criar mecanismos facilitadores para a abertura de cursos e campi, ampliando a atuação do setor.

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Capítulo 7 - Tecnologia educacional no ensinosuperior: cenários da educação adistância e a avaliação institucional

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

7

Tecnologia educacional no ensino superior: cenários da educação a distância e a avaliação institucional

Raquel Acciarito Motta

A educação a distância e as transformações no processo ensino e aprendizagem

Não é recente o debate entre dirigentes de instituições de ensino su­perior (IES), coordenadores pedagógicos de curso, professores e até mesmo alunos sobre o quão rápido foi o advento das tecnologias da informação e comunicação (TICs) na educação e sua ligeira evolução e inserção no dia a dia desses indivíduos. As transformações na forma de aprender e ensinar sofreram interferências significativas destas que todos chamam de “Era Tecnológica” e “Sociedade do Conhecimento”, em que as informações chegam de forma quase instantânea, no mesmo momento em que acontecem, e isso traz à tona a necessidade de reflexão sobre um novo atuar nesse cenário tão dinâmico, cuja questão do saber dos educadores e os métodos de ensino tradicionais são colocados à prova. A informação se torna mutante, e a reciclagem e a aquisição do saber, contínuas, em um ciclo de construção e reconstrução do conhecimento nunca visto antes.

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Capítulo 5 - Os múltiplos aspectos do registroacadêmico e da regulação institucional

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

5

Os múltiplos aspectos do registro acadêmico e da regulação institucional

Simone Uzuelli Legutcke

Thaís Guerreiro Scabar

A

concepção do atual Sistema Nacional de Avaliação da Educação

Superior (Sinaes) propõe a organização da avaliação institucio nal em dimensões que objetivam identificar o perfil e o significado da atuação da instituição por meio de suas atividades, cursos, programas, projetos e setores, as quais devem ser consideradas de modo a respeitar a diversidade e as especificidades das diferentes organizações acadêmicas no cumprimento de sua missão, no exercício da responsabilidade social, na qualidade dos serviços prestados, na valorização das pessoas, na garantia da sustentabilidade financeira, entre outros compromissos assumidos junto à sociedade por meio do seu plano de desenvolvimento, sendo este passível de comprovações mediante o registro das ações institucionais.

A área de registros acadêmicos é responsável pela sistematização e organização dos controles e registros que devem, além de atender às exigências legais, comprovar e subsidiar ações estratégicas que são fundamentais para a tomada de decisões nas esferas da gestão acadêmica e administrativa da instituição de ensino superior (IES).

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Capítulo 4 - Sustentabilidade: uma nova dimensão de avaliação para instituições de ensino?

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

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Sustentabilidade: uma nova dimensão de avaliação para instituições de ensino?

Eduardo Shimahara

Mauricio Escobar

S

ustentabilidade é a palavra do momento. Organizações de todas as naturezas, entidades governamentais, líderes e cidadãos debatem o tema à exaustão. Aliás, exaustão é o termo que melhor descreve nosso contexto atual. Chegamos a um ponto em que os modelos vigentes de desenvolvimento não são capazes de assegurar a perenidade dos sistemas naturais da Terra, com consequências diretas a muitas das espécies que vivem no planeta, incluindo-se o próprio homem.

É no fim da década de 1980, como resultado das discussões da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento das Organizações das Nações Unidas (ONU), que se publica o Relatório Brundtland (UNITED

NATION, 1987), que define o termo “desenvolvimento sustentável”:

O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e econômico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais.

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Grupo A (15)
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Capítulo 8 - O professor autor e experiências significativas na educação do século XXI: estratégias ativas baseadas na metodologia de contextualização da aprendizagem

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

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O professor autor e experiências significativas na educação do século XXI: estratégias ativas baseadas na metodologia de contextualização da aprendizagem1

Julia Pinheiro Andrade

Juliana Sartori

Hoje há praticamente um consenso de que a escola necessária ao século XXI deve ser bem diferente da experiência escolar que a maioria de nós experimentou. Mas o que há de exatamente novo? Ao apresentarem a discussão sobre ensino híbrido,

José Moran e Lilian Bacich (2015, p. 1) afirmam que a educação sempre foi híbrida, misturada, mesclada,

[...] sempre combinou vários espaços, tempos, atividades, metodologias, públicos.

Agora esse processo, com a mobilidade e a conectividade, é muito mais perceptível, amplo e profundo: trata-se de um ecossistema mais aberto e criativo.

O que mudou foi o ecossistema, o contexto social no qual está inserida a escola.

O mundo e a vida mudaram muito – e a escola mudou pouco. A vida no século

XXI, especialmente a vida das crianças e dos jovens nas grandes cidades, tem sido cada vez mais mediada pelas tecnologias digitais da era urbana do consumo e da informação. Esse contexto, desde o século XX, obrigou a escola a repensar a relação entre teoria e prática, entre ciência e técnica; isso ocorreu, por exemplo, quando muitas escolas inseriram em suas rotinas a tecnologia digital dos computadores, televisões e, em algumas delas, tablets e lousas digitais.

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Capítulo 4 - Procedimentos metodológicos nas salas de aula do curso de pedagogia: experiências de ensino híbrido

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

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Procedimentos metodológicos nas salas de aula do curso de pedagogia: experiências de ensino híbrido

Ivaneide Dantas da Silva

Elizabeth dos Reis Sanada

PALAVRAS INICIAIS

A discussão sobre o baixo desempenho dos estudantes brasileiros da educação básica tem sido algo permanente nos últimos anos. Entre os diversos fatores responsáveis por essa situação, podemos mencionar as dificuldades dos docentes em, considerando as demandas do mundo contemporâneo, acompanhar as contribuições teóricas mais recentes para a condução dos processos de ensino e aprendizagem em sala de aula de modo inovador, personalizado e centrado na aprendizagem do estudante.

Em documento produzido pelo Ministério da Educação, no ano de 2000, já se apontava o quanto as mudanças propostas para a educação básica no país necessitariam redimensionar a formação de professores. Segundo o documento,

[...] as novas concepções sobre a educação, as revisões e atualizações nas teorias de desenvolvimento e aprendizagem, o impacto da tecnologia da informação e das comunicações sobre os processos de ensino e de aprendizagem, suas metodologias, técnicas e materiais de apoio [...] delineiam um cenário educacional com exigências para cujo atendimento os professores não foram nem estão sendo preparados.

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Capítulo 3 - Sala de aula compartilhada na licenciatura em matemática: relato de prática

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

3

Sala de aula compartilhada na licenciatura em matemática: relato de prática

Marta de Oliveira Gonçalves

Valdir Silva

O avanço da tecnologia impactou o mundo. Isto pôde ser observado nas mais diferentes áreas do conhecimento, e a educação não foi exceção. Há pouco tempo, o conhecimento era exclusividade escolar. Aprender era possível a partir da possibilidade de se frequentar uma escola e ensinar era papel exclusivo do professor.

O avanço tecnológico e, em particular, o acesso à internet por meio de smartphones contribuíram amplamente com a mudança dessa concepção, pois bastam alguns cliques para que uma questão seja verificada de forma sincronizada. Essa reflexão

é essencial e embasa a escrita deste capítulo, cujos autores atuam em um curso de licenciatura em matemática em uma faculdade privada dedicada à formação de professores.1

Hoje, o aluno tem mais facilidade acesso às informações sem precisar deslocar-se até uma biblioteca, por exemplo. O aluno não pode ser considerado alguém que não sabe nada, e sim, alguém que por si só pode pesquisar a qualquer tempo sobre o assunto que desejar. Se este será o aluno que chegará à sala de aula dos futuros professores, como realizar uma formação de professores que os prepare para esse estudante? A concepção do papel do aluno precisa mudar de passivo para ativo.

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Capítulo 5 - Mediação e educação na atualidade: um diálogo com formadores de professores

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

5

Mediação e educação na atualidade: um diálogo com formadores de professores

Jordana Thadei

A ação mediadora do professor há alguns anos ocupa as pautas de discussões acadêmicas de cursos de formação inicial ou continuada de professores, sobretudo da educação básica. Diferentes correntes teóricas, entre elas a sócio-histórico-cultural, que embasa este artigo, estudaram a mediação na educação e são responsáveis por importantes contribuições às práticas pedagógicas.

Atualmente, (re)afirmar que a postura do professor transmissor de informações deve dar lugar à postura de mediador entre o sujeito e o objeto de conhecimento parece ser redundante e insuficiente aos anseios daqueles que estão se tornando professores ou cuja formação acadêmica não favorece a prática pedagógica, sobretudo quando se trata do aprendiz do mundo contemporâneo. É comum e quase um jargão pedagógico a expressão professor mediador (ou apenas mediador) vinculada a relatos de práticas que se distanciam do verdadeiro sentido de mediação ou revelam uma compreensão rasa do conceito.

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Capítulo 1 - A sala de aula invertida e a possibilidade do ensino personalizado: uma experiência com a graduação em midialogia

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

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A sala de aula invertida e a possibilidade do ensino personalizado: uma experiência com a graduação em midialogia

José Armando Valente

Os estudantes deste início de século XXI, especialmente os do ensino superior, têm tido um comportamento diferente em sala de aula, em parte, graças ao uso das tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC). Nesse sentido, as instituições de ensino superior têm se mobilizado, incrementando os recursos tecnológicos e até mesmo a formação de docentes para se adequarem a essa nova realidade.

No entanto, está ficando claro que o foco não deve estar na tecnologia em si, mas no fato de as TDIC terem criado novas possibilidades de expressão e de comunicação, que podem contribuir para o desenvolvimento de novas abordagens pedagógicas.

Exemplos dessas novas possibilidades são: a capacidade de animar objetos na tela, recurso essencial para complementar ou mesmo substituir muitas atividades que foram desenvolvidas para o lápis e o papel; a possibilidade de novos letramentos além do alfabético, como o imagético, o sonoro, etc.; e a criação de contextos educacionais que começam a despontar e que vão além das paredes da sala de aula e dos muros da universidade. Os caminhos possíveis são inúmeros. Porém, o caminho que interessa consiste na implantação de metodologias ativas e na criação de ambientes de aprendizagem que promovam a construção de conhecimento e permitam a integração das TDIC nas atividades curriculares. Para tanto, as instituições têm de ser repensadas, e, em particular, as salas de aula.

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