Artmed (30)
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Medium 9788584290680

Capítulo 4 - Desenvolvendo as habilidades de questionamento de professores e alunos

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

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Desenvolvendo as habilidades de questionamento de professores e alunos

Anitra Vickery

À arte de propor uma pergunta deve ser atribuído maior valor do que à de respondê-la.

George Cantor

Panorama do capítulo

Este capítulo explora o papel do questionamento no desenvolvimento da aprendizagem ativa. Ao longo do capítulo, consideramos o desenvolvimento da arte do questionamento tanto para professores quanto para alunos, por meio da discussão dos fatores que, de acordo com as pesquisas e as opiniões publicadas, influenciam a eficácia do questionamento. Os fatores analisados incluem tipos de perguntas, desenvolver as crianças como questionadores, assuntos afetivos e habilidades e estratégias dos professores. O leitor é incentivado a experimentar e refletir sobre as diferentes abordagens e técnicas. Um breve estudo de caso descreve a abordagem que uma escola está adotando para desenvolver seu uso de questionamento eficaz. O capítulo termina com o resumo, as sugestões para leituras complementares e as referências.

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Medium 9788584290680

Capítulo 5 - Professores reflexivos, crianças reflexivas

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

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Professores reflexivos, crianças reflexivas

Anitra Vickery

Sê a mudança que queres ver no mundo.

Mahatma Gandhi

Panorama do capítulo

Este capítulo examina a maneira pela qual os professores podem desenvolver uma prática reflexiva, pessoalmente motivadora e valorizadora, que, por sua vez, influencie positivamente a qualidade da experiência educacional que eles são capazes de fornecer às crianças. Apresenta informações sobre estruturas reflexivas estabelecidas e sugere maneiras de os professores se tornarem mais reflexivos. Explora caminhos para ajudar as crianças a se tornarem reflexivas para que consigam se tornar mais ativas em relação ao desenvolvimento de sua aprendizagem. Atividades abrem um leque de oportunidades para reflexão sobre pedagogia e também sobre a aprendizagem e o envolvimento das crianças. Estudos de caso citam como alunos do PGCE1 usaram o processo reflexivo para desvendar preocupações e dilemas e também para demonstrar como o processo pode mudar e se desenvolver durante o primeiro ano da docência.

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Medium 9788584291038

Capítulo 2. As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infatil: brincar e interagir

Maria da Graça Souza Horn Artmed PDF Criptografado

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As Diretrizes Curriculares

Nacionais para a Educação Infantil: brincar e interagir

O

documento que norteia e estabelece os princípios para a educação infantil no Brasil é o Parecer CNE/CEB nº 20/09 (BRASIL,

2009), que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEIs). Esse documento destaca que a organização dos espaços e dos materiais deverá prever estruturas que facilitem a interação das crianças, permitindo-lhes construir sua cultura de pares.

Destaca, ainda, que é indispensável o contato com a diversidade de produtos culturais (livros de literatura, brinquedos, objetos e outros materiais), com manifestações artísticas e com elementos da natureza.

Para tanto, existe a necessidade de uma infraestrutura e de formas de funcionamento da instituição que garantam, ao espaço físico, constituir-se como um ambiente que permita o bem-estar promovido pela estética, pela boa conservação dos materiais, pela higiene, pela segurança e, principalmente, pela possibilidade de as crianças brincarem e interagirem − eixos fundamentais que perpassam toda a estrutura das DCNEIs. Nesse aspecto, é importante ressaltar que os espaços destinados às crianças de diferentes faixas etárias não podem ser considerados como uma sala de aula na perspectiva tradicional, mas como um espaço de referência para os grupos de crianças.

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Medium 9788582714485

Capítulo 4. Montagem de um programa

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Montagem de um programa

Com frequência, converso com treinadores sobre programas de desempenho no esporte. Em geral, a conversa inicia com algo do tipo “Eu uso um pouco do teu método, eu pouco do método de Mark Verstegen e uma combinação de...”. Isso quase sempre soa como um elogio, mas sai de um modo diferente.

Quando se trata de desenvolver novos programas de desempenho ou adotar a totalidade ou partes de programas coexistentes, uma analogia da área da culinária se aplica.

Algumas pessoas conseguem realmente cozinhar; outras precisam de livros e receitas.

Algumas pessoas escrevem livros de receita; outras os leem. Mesmo no mundo dos restaurantes, existem cozinheiros e existem chefes de cozinha. Cozinheiros seguem receitas, chefes as criam.

Então, você é um cozinheiro ou um chefe de cozinha? Se você está montando seu primeiro programa para si mesmo ou para uma equipe, você é um cozinheiro. Ache uma boa receita que satisfaça suas necessidades e siga-a com exatidão. Além disso, na culinária, todo ingrediente em uma receita tem um propósito. A maioria das comidas assadas requer farinha, por exemplo. Você não assaria um bolo e deixaria a farinha de fora, deixaria?

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Medium 9788582714485

Capítulo 6. Treinamento para região inferior do corpo

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

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Treinamento para a região inferior do corpo

As minhas perspectivas sobre o treinamento para membros inferiores mudaram drasticamente desde a publicação da primeira edição deste livro. Durante a última década, passamos de um programa bem convencional orientado ao agachamento livre (back squat) para um programa orientado ao agachamento pela frente (front squat) e, por fim, a um programa centrado, principalmente, em torno de levantamento terra unilateral e variações de agachamento unilateral. Em determinadas situações, primeiro usamos agachamentos bilaterais e levantamentos terra bilaterais, mas a ênfase passou para exercícios mais unilaterais quando se trata de desenvolver a força nos membros inferiores.

A razão primária para essa evolução na estratégia de treinamento da região inferior do corpo é nosso desejo de atingir, com mais objetividade, estas três metas:

■ Ausência de lesões no treinamento. Quase todas as dores nas costas de nossos atletas

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Editora Manole (17)
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Medium 9788520433133

1. Os impasses do Humanismo e a “crise da educação”

GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo; CASTRO, Susana de Editora Manole PDF Criptografado

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Os impasses do Humanismo e a “crise da educação”

Paulo Ghiraldelli Jr.

O que é que está mesmo em crise?

Dos estudantes do ensino superior brasileiro, 38% não sabem

ler e escrever de modo satisfatório. Esse dado, de julho de 2012,

é alarmante e caracteriza uma crise da educação brasileira. Ou-

tros países populosos, mesmo em fase de melhoria de vida da população, já tiveram crises da educação no passado. Os Estados

Unidos detectaram uma crise assim no ensino básico, na década

de 1950, em plena época de ouro de sua economia. Eles saíram

dessa situação e hoje o estudante norte-americano rivaliza com

o europeu. Talvez o Brasil saia dessa crise, talvez não. Pode ser até que entre de cabeça nisso de modo irrecuperável em médio

prazo. Não sabemos. O que sabemos é que essas crises que apon-

tam as deficiências dos estudantes estão circunscritas a tempos

e lugares, e vão e voltam. É importante prestar atenção nelas,

1

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Medium 9788520438404

9. O discurso científico e suas nuances sobre comunicação e sustentabilidade

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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<�QV`Pb_`\�PVR[a~ºP\�R�`bN`� nuances  sobre  comunicação  e   sustentabilidade

Ana  Maria  Dantas  de  Maio

INTRODUÇÃO

O  discurso  científico  sobre  comunicação  e  sustentabilidade   apresentado  pela  Revista  Brasileira  de  Comunicação  Organizacional   e   Relações   Públicas   (Organicom)   constitui   rico   material   para   estudo,  considerando-se  que  a  publicação  é  tida  como  referência  para  as  pesquisas  em  comunicação  organizacional  e  relações   públicas.   Decifrar   a   interface   que   congrega   sustentabilidade   e   comunicação   a   partir   desse   corpus   representa   um   desafio,   que   decidimos  assumir  sob  a  perspectiva  da  análise  de  discurso.

Nosso  objetivo,  com  essa  leitura,  é  responder  a  cinco  perguntas:  quem  fala,  para  quem  fala,  o  que  fala,  o  que  não  fala  e  como   fala.   As   respostas   indicam   a   atribuição   de   sentido   elaborada   a   partir  do  conjunto  de  textos  examinados  e  sua  respectiva  problematização.  Entretanto,  cabe  registrar  que  cada  artigo  mereceria   uma  análise  exclusiva,  tamanha  a  amplitude  de  seus  enunciados.  

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Medium 9788520438404

10. Entre desenvolvimento e sustentabilidade: o discurso da propaganda oficial na Amazônia

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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Entre  desenvolvimento     e  sustentabilidade:     o  discurso  da  propaganda  

\ºPVNY�[N�.ZNg�[VN

Danielle  Tavares  Teixeira

INTRODUÇÃO

A  problemática  ambiental  emergiu  nas  últimas  décadas  como   uma  crise  de  civilização.  Os  problemas  produzidos  pela  devastação  dos  ecossistemas  se  tornaram  globais,  dissolvendo  fronteiras  rígidas  entre  as  nações  e  questionando  a  racionalidade  econômica  e  tecnológica  dominantes.  Ao  mesmo  tempo,  a  relação   homem/natureza  entrou  no  campo  da  cultura  (Leff,  2001).  Nesse  contexto,  sobressai  o  conceito  de  desenvolvimento  sustentável,  fruto  de  processos  objetivos  e  subjetivos  que  levaram  à  consciência  do  esgotamento  do  modelo  vigente  e  da  necessidade  de   uma  nova  concepção  de  desenvolvimento.

Propõe-se,   neste   trabalho,   verificar   como   a   comunicação,   e   mais  especificamente  a  propaganda  oficial,  contribui  para  construir  no  imaginário  popular  a  imagem  da  Amazônia  como  uma   região  de  terra  em  abundância,  fértil,  cheia  de  belezas  e  fartura,   distante  e  inóspita,  e  como  essas  concepções  modificam-se  historicamente  com  a  inserção  de  novos  conceitos  como  o  de  desenvolvimento  sustentável.  

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Medium 9788520438404

4. Comunicação, jornalismo e sustentabilidade: apontamentos críticos

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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Comunicação,  jornalismo   e  sustentabilidade:   apontamentos  críticos1

Wilson  da  Costa  Bueno

ENTENDENDO O CONCEITO

A  comunicação,  vista  sob  uma  perspectiva  ampla,  tem  um  papel  importante  a  desempenhar  no  processo  de  conscientização   e  de  mobilização  para  a  sustentabilidade.  1

De  imediato,  podemos  reconhecer  que  ela  pode  cumprir  três   funções  básicas,  todas  elas  articuladas  e  complementares.

Em  primeiro  lugar,  a  comunicação  competente  pode  contribuir  para  a  consolidação  do  conceito  de  sustentabilidade,  buscando  eliminar  equívocos  como  os  que  a  associam  a  ações  meramente  pontuais  ou  que  a  reduzem  à  simples  dimensão  ambiental.

A  sustentabilidade  deve  ser  percebida  de  maneira  abrangente  e   incorporar  aspectos  ambientais,  socioculturais,  políticos  e  econômicos,  porque,  ao  contrário  do  que  entendem  alguns  gestores,  in1  

Estes  apontamentos  resultam,  originalmente,  de  anotações  de  aula,  posts   e  partes  de  textos  inseridos  em  portais  de  comunicação  que  foram  aqui   reunidos  e  sistematizados  com  o  objetivo  de  permitir  uma  visão  crítica   com  respeito  a  alguns  temas  emergentes  e  relevantes  que  envolvem  o  debate  atual  sobre  comunicação,  jornalismo  e  sustentabilidade.

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Medium 9788520438930

25. Espaços para a prática da interdisciplinaridade: laboratórios de fabricação digital na pesquisa, ensino e extensão

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

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Espaços para a prática da interdisciplinaridade: laboratórios de fabricação digital na pesquisa, ensino e extensão

Gabriela Celani, Arquiteta, Unicamp

Introdução

O atual interesse pela interdisciplinaridade resulta da constatação de que a troca de informações, métodos e maneiras de ver o mundo entre as diferen­ tes áreas do conhecimento contribui para o desenvolvimento de processos e produtos mais criativos e inovadores, e pode levar à solução de problemas complexos que seriam impossíveis de resolver sob a ótica unidisciplinar. Con­ tudo, além das múltiplas disciplinas, a formação profissional interdisciplinar requer a conjugação de diferentes tipos de saberes, que incluem os “saberes da experiência, saberes técnicos e saberes teóricos” (Fazenda, 2009, p. 38).

A contribuição dos experimentos práticos e dos modelos físicos para a ciência é reconhecida há muito tempo. Há quase 100 anos, Dewey (1997), um dos maiores educadores americanos, já propunha o uso de experimentos práticos para revolucionar a educação. Diversos autores também reconhecem a importância dos modelos físicos no desenvolvimento de novas ideias. Um exemplo famoso é a descoberta das equações do campo magnético por Max­

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Editora Saraiva (28)
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Medium 9788547214951

A G R A D E C I M E N T O S

José Osvaldo de Sordi Editora Saraiva PDF Criptografado

AGRADECIMENTOS

Ao pesquisador Manuel Meireles, pelo incentivo e intenso envolvimento e colaboração com as minhas pesquisas. Até o momento, nossas pesquisas resultaram em um livro e em trinta artigos publicados em revistas científicas internacionais e nacionais. Neste livro, o professor Meireles desenvolveu os conteúdos pertinentes às técnicas para análise quantitativa de dados, presentes nas seções 5.4 e

6.8 (nos Capítulos 5 e 6, respectivamente). A ele, os meus mais sinceros agradecimentos e reconhecimento pela sua criatividade e engenhosidade intelectual.

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Medium 9788547215781

2.5 design thinking em diferentescontextos educacionais

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

2.5 �design thinking em diferentes contextos educacionais

Neste capítulo, tratamos das três principais aplicações do DT no campo da educação: abordagem de inovação, metodologia para solução de problemas e estratégia de ensino-aprendizagem.

De fato, o modo de pensar, o processo e as estratégias do DT são aplicáveis a uma ampla variedade de situações no campo da educação: para solucionar problemas complexos (como evasão escolar, bullying, gravidez precoce, consciência ambiental, participação comunitária, conflito geracional, fraudes em exames, para citar alguns exemO MODO DE PENSAR, O PROCESSO E AS plos), para definir novos produtos educacionais

ESTRATÉGIAS DO DT SÃO APLICÁVEIS A UMA AMPLA

(como cursos, materiais didáticos, metodologias

VARIEDADE DE SITUAÇÕES NO CAMPO DA EDUCAÇÃO de trabalho, modelos pedagógicos), para subsidiar o trabalho de equipe técnica e/ou administrativa das instituições (na criação de fluxo de trabalho, no desenvolvimento de projetos etc.) e para colocar em prática o protagonismo discente (no projeto integrador e trabalho em grupo). Nos tópicos seguintes serão apresentadas algumas das especificidades e aplicações do DT na educação presencial, a distância e corporativa.

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Medium 9788547215781

1.1 significado da expressão design thinking

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

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Este capítulo inicial apresenta, em linhas gerais, o conceito de design thinking

(DT), recuperando a origem da expressão, suas características gerais e principais vertentes de pesquisa e prática.

Situa o conceito nas áreas de educação presencial, a distância e corporativa.

1.1  significado da expressão design thinking

N

as palavras de Tim Brown,1 um dos maiores defensores do design thinking, esta é uma abordagem que usa a sensibilidade e os métodos dos designers para conciliar as necessidades das pessoas com o que é tecnologicamente exequível, visando converter oportunidades que agregam valor em soluções para um contexto específico. Literalmente, o autor afirma que:

O Design Thinking começa com habilidades que os designers têm aprendido ao longo de várias décadas na busca por estabelecer a correspondência entre as necessidades humanas com os recursos técnicos disponíveis considerando as restrições práticas dos negócios. Ao integrar o desejável do ponto de vista humano ao tecnológico e economicamente viável, os designers têm conse­guido criar os produtos (processos, serviços e estratégias) que usufruímos hoje.2

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Medium 9788547215781

4.3 compreender o problema

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 4  •  Como utilizar o design thinking?

Descrevemos, nos próximos tópicos, como o DT pode ser adotado em contextos educacionais. Entretanto, cabe lembrar que as estratégias detalhadas no Capítulo 5 devem ser utilizadas de acordo com as demandas e especificidades da cada projeto.

4.3  compreender o problema

A primeira etapa do DT é compreender o problema que foi estabelecido pela Definição do desafio estratégico (estratégia 1). Essa etapa é dividida em três momentos:

1. organização de conhecimentos prévios;

2. imersão no contexto analisado para coleta de informações;

3. análise dos dados coletados.

O trabalho dos design thinkers começa de fato quando eles fazem um levantamento inicial de tudo o que sabem sobre o contexto do desafio estratégico. Para isso, devem realizar a Organização de conhecimentos prévios (estratégia 2). Nesse momento, identificam quem são as partes interessadas envolvidas no contexto analisado que podem ajudar na compreensão do problema a ser resolvido. Em seguida, vão a campo para fazer uma Pesquisa exploratória (estratégia 3) com o objetivo de observar e ouvir representantes das partes interessadas.

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Medium 9788547215781

4.6 implementar a melhor opção

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

por fim, definir, as soluções que serão implementadas. A etapa prototipar pode ocorrer em vários ciclos. É comum que um protótipo precise ser testado e adequado algumas vezes antes de a solução proposta estar amadurecida e pronta para ser implementada.

4.6  implementar a melhor opção

Nesta etapa, as soluções propostas e testadas nas etapas anteriores precisam estar maduras e prontas para serem colocadas em prática.

Para isso, é necessário estabelecer o Plano de implementação (estratégia 22), que abrange as ações e os prazos para cada uma delas. Nesse documento, aspectos relevantes a serem considerados na implementação das soluções são elencados. Os design thinkers irão definir as pessoas (ou grupos de pessoas) que estarão envolvidas na implementação e manutenA ETAPA PROTOTIPAR PODE OCORRER EM VÁRIOS

ção da solução e aquelas que serão afetadas pela

CICLOS. É COMUM QUE UM PROTÓTIPO PRECISE proposta. Além disso, definirão os recursos tecnoSER TESTADO E ADEQUADO ALGUMAS VEZES ANTES lógicos e materiais que precisarão ser utilizados e, por fim, os possíveis parceiros que poderiam ser

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Grupo A (2165)
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Medium 9788584291854

Capítulo 3 Conheça seu filho

Ken Robinson, Lou Aronica Grupo A ePub Criptografado

Você sabe que seu filho é diferente. Nunca o confundiria com outra criança que more na mesma rua. Evitaremos analogias de flocos de neve aqui, mas o fato é que nenhuma criança é igual a qualquer outra no planeta, ou até na mesma casa. Se você tem dois ou mais filhos, sabe que eles não nasceram como páginas em branco. Cada um tem seu próprio caráter inato, talentos e personalidades únicas e são geneticamente destinados a viver de maneiras diferentes. Claro, algumas crianças são parecidas, mas suas personalidades são inconfundíveis. O que significa para você educá-las?

QUEM SÃO ESSAS PESSOAS?

Você provavelmente já ouviu a discussão sobre “inato versus adquirido” (nature versus nurture). As crianças são moldadas por sua herança genética ou por suas experiências culturais? Se você é o pai biológico, fez uma grande contribuição para a natureza genética de seu filho. Ele pode ter seus olhos e sua intolerância à comida picante; pode ter o nariz de seu parceiro, a altura e a tendência para espirrar sob luz solar intensa. Ele também pode ter o seu fascínio por bandas de rock da década de 60 e a aversão do seu parceiro a romances de mistério com gatos. Esse provavelmente é o lado “experiencialista” em jogo. Então, o que é mais importante para seu filho e o que ele pode se tornar?

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Medium 9788584291854

Capítulo 7 Vá à fonte

Ken Robinson, Lou Aronica Grupo A ePub Criptografado

Quem foram seus professores favoritos quando você estava na escola? Não me recordo de todos, mas alguns ainda permanecem após todos esses anos; alguns por suas excentricidades, outros por seu ensino inspirador, alguns, por ambos. No meio do ensino médio, Davis era o nosso professor de latim, um homem pálido e de rosto fino, na casa dos 60 anos, que parecia um irmão mais velho do Mr. Bean. Ele era desgrenhado como muitos acadêmicos e impressionantemente erudito. Quando ele falava, embalava a bochecha em sua mão levantada, como se estivesse se consolando, o que ele provavelmente estava. Ele o fazia quando estava sentado, com seu cotovelo apoiado sobre a mesa. O que me intrigava era que ele continuava fazendo isso mesmo quando se levantava e andava pela sala, parecendo uma manobra ainda mais desajeitada.

Ele sempre segurava um pequeno bastão, como a varinha de um mágico, que apontava para qualquer lugar de seu interesse, alguma coisa no quadro ou para um aluno desatento. Quando ele fazia uma pergunta, ficava em pé em frente a você e tocava o bastão ameaçadoramente em sua mesa enquanto esperava, como um louva-a-deus, pela resposta. Era uma técnica própria, mas ele concentrava a turma maravilhosamente. Eu aprendi muito de latim desse modo.

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Medium 9788584291885

Capítulo 3. Uma experiência de implementação de robótica e computação física no Brasil

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

João Vilhete Viegas d’Abreu, Josué J. G. Ramos, Anderson Pires Rocha, Guilherme Bezzon, Simone Xavier, José Luis de Souza

A robótica pedagógica (RP) é uma área de conhecimento que vem sendo desenvolvida em muitas instituições educacionais em diferentes países do mundo, sobretudo naqueles preo­cupados em inserir a tecnologia na educação (HIRSCH et al., 2009). No contexto brasileiro, com enfoque educacional, a RP é utilizada junto a escolas de ensino regular ou não, universidades, empresas, ambientes formais ou não de aprendizagem, entre outros espaços nos quais situações específicas de aprendizagem podem ser criadas a partir do uso de dispositivos robóticos integrados a outros recursos digitais. Nesses locais, a­ RP tem sido empregada como ferramenta auxiliar para enriquecer e diversificar a forma como se ensinam conceitos científicos tanto no contexto de sala de aula como no aprendizado interdisciplinar de conteúdos curriculares (D’ABREU; GARCIA, 2010).

A área de RP faz parte do campo de pesquisa e desenvolvimento de recursos educacionais em universidades ou instituições específicas de pesquisa e pode ser dividida em duas categorias. A primeira, mais antiga, preocupa-se em desenvolver ambientes de ensino e aprendizagem utilizando exclusivamente conjuntos de montar (kits) prontos, de padrão comercial. A segunda categoria tem como foco desenvolver ambientes de ensino e aprendizagem mesclando a utilização de kits de padrão comercial com materiais alternativos de padrão não comercial do tipo “sucata”.

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Medium 9788584291885

Capitulo 15 - A experiência do grupo acadêmico de robótica ITAndroids

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Felipe Celso Reis Pinheiro, Júlio César Ferreira Filho, Luckeciano Carvalho Melo, Marcos R. O. A. Maximo

Proveniente do latim competitione, a palavra competição é em geral associada a uma disputa entre duas ou mais pessoas na execução de uma atividade predeterminada, na qual os critérios de vitória estão associados a quão próximo da perfeição foi o desempenho dos competidores. No âmbito da robótica autônoma, foco da ITAndroids, esse conceito é utilizado para a execução das tarefas sem interferência humana no momento de sua realização, isto é, por protótipos robóticos programados. A Figura 15.1 apresenta os robôs humanoides desenvolvidos pelo time, denominados “Chape”, utilizados na categoria Humanoid KidSize na RoboCup 2018.

Figura 15.1 Robôs “Chape” – Categoria Humanoid KidSize na RoboCup 2018.

Diante disso, nota-se que competições de robótica, assim como olimpíadas científicas, envolvem diversas áreas do conhecimento técnico, como, por exemplo, mecânica, engenharia de software, eletrônica aplicada, processamento de sinais, controle e inteligência artificial (IA). Contudo, há dois aspectos diferenciais nas competições de robótica que as colocam em um paradigma totalmente distinto das olimpíadas científicas, além de caracterizá-las como atividade mais própria de engenheiros: gerenciamento de projetos e gestão de pessoas.

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Medium 9788584291885

Capítulo 7. Relato de experiência sobre a implementação do projeto robótica educacional em uma escola rural

Rodrigo Barbosa e Silva, Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

Anderson Szeuczuk

Este capítulo aborda o processo de implementação do projeto Robótica Educacional em uma escola rural no município de Guarapuava (PR). Relatarei a seguir a prática que realizei como orientador do projeto. Serão descritas impressões acerca do projeto e as dificuldades e desafios encontrados pelos estudantes durante o trabalho.

No primeiro semestre de 2009, as atividades com o projeto Robótica Educacional foram iniciadas em uma escola localizada a mais de 30 quilômetros do centro de Guarapuava. Grande parte dos alunos não residia no entorno da escola e dependia exclusivamente do transporte escolar para chegar a seu destino.

A escola municipal dividia seu espaço físico, inclusive o laboratório de informática, com uma escola estadual. As aulas de robótica educacional eram ministradas uma vez por semana nas turmas da 3ª série (atual 4º ano) e da 4ª série (atual 5º ano) do ensino fundamental. Cada aula tinha aproximadamente duas horas, divididas entre o trabalho conceitual em sala de aula e a prática no laboratório de informática, com a programação em linguagem Logo.

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Grupo A (5)
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Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

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Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

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Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

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100 psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

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Capítulo 5 - A inteligência como um espectro de competências

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A inteligência como um espectro de competências

KATIA SMOLE

>> Debater as teorias que levaram ao conceito atual de inteligências múltiplas.

>> Definir o conceito de inteligências múltiplas criado por Gardner e seus espectros de competência.

>> As diversas teorias relacionadas à inteligência até o conceito atual criado por Gardner.

>> Os espectros de competências e a complementação do espectro pictórico ao musical.

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128 psicologia da educação

A VISÃO PSICOMÉTRICA DA INTELIGÊNCIA

Existem diferentes concepções e tentativas de definir e caracterizar a inteligência. No entanto, a concepção hegemônica ainda está atrelada a um ponto de vista psicométrico ou ao enfoque de testes de inteligência que, como o nome indica, foram elaborados e construídos em torno do intento de medir o rendimento intelectual da maneira mais exata e confiável possível.

Pensar numa forma de classificar as pessoas a partir de suas capacidades intelectuais é uma ideia antiga. Segundo Gould (1991), a tese de que o valor dos indivíduos e dos grupos sociais pode ser determinado por meio da medida da inteligência como quantidade isolada apoia-se em dados provindos inicialmente da craniometria − ou medida do crânio −, cujas bases remontam ao século XII.

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Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

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psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

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