Artmed (95)
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Medium 9788536319414

Capítulo 2: As virtudes segundo os jovens

Yves La Taille; Maria Suzana De Stefano Menin Artmed PDF Criptografado

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As virtudes segundo os jovens

Yves de La Taille

Virtudes! Tema clássico da moralidade e do civismo. E também tema recorrente da antiga educação moral que, baseada no “verbo docente”, cantava as glórias de algumas delas e denunciava os terríveis riscos pessoais e sociais de seus opostos, os vícios. Lê-se, por exemplo, no livro Petite

Histoire de l’enseignement de la morale à l’école de Michel Jeury e JeanDaniel Baltassat, que uma atividade proposta às crianças era a de conjugar em vários tempos e modos frases do tipo “Eu preferiria me matar a faltar com o meu nome”, ou “Seja bom. Seja forte. Não seja maldoso. Tenha confiança. Não tenha medo. Escute, não se mexa! Acorde! Acabe sua lição.

Não se queixe” (Jeury; Baltassat; 2000, p.73). Como se vê, virtudes como honra, coragem, bondade, confiança, perseverança, tranquilidade, força, e outras mais eram, sem demais nuances, apresentadas como qualidade boas e necessárias ao adulto digno desse nome. Quanto aos vícios, eles eram evidentemente definidos como aspectos pessoais contrários às virtudes.

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Medium 9788536319414

Capítulo 1: Valores em crise: o que nos causa indignação?

Yves La Taille; Maria Suzana De Stefano Menin Artmed PDF Criptografado

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Valores em crise: o que nos causa indignação?

Luciene Regina Paulino Tognetta

Telma Pileggi Vinha

“Quem não tem senso moral não pode envergonhar-se moralmente nem se indignar”.

Tugendhat, 1999

Inúmeras vezes deparamo-nos com certo saudosismo latente que teimosamente nos remete a pensar nos valores de velhas gerações como quase ausentes nas relações estabelecidas atualmente. A mesma angústia prospera na educação. Nesta esfera encontram-se, não raro, educadores de diferentes séries referindo-se aos valores ausentes em seus alunos como a elucidar uma perda de gerações que outrora, em seus conceitos, eram caracterizadas como possuidoras de mais valores morais. É comum declararem: “No meu tempo, bastava o olhar de meu pai... bastava o olhar da professora para que uma regra fosse cumprida.”

Várias são as questões contidas nessa declaração. Uma delas diz respeito ao tipo de obediência e à forma como ela era obtida por nossos progenitores ou autoridades... No entanto, deixemos por hora essa discussão sobre como os valores em épocas anteriores eram desenvolvidos para então nos indagar: quais seriam os valores presentes entre nossos jovens na atualidade. E ainda: seriam esses, valores morais? Para responder e ainda melhor refletir sobre tais perguntas, este capítulo objetiva apresentar os resultados de nossas investigações sobre o sentimento de indignação presente entre adolescentes.

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Medium 9788584290642

Capítulo 15 - A relação entre documentação e avaliação

Edwards Carolyn; Gandini Lella; Forman George Artmed PDF Criptografado

15

A relação entre documentação e avaliação1

Brenda Fyfe

��������ͩͭ

Q

ual é a relação entre o conceito de tionship between documentação em Reggio e a ideia convencional que se tem da avation and liação?Assessment

O que o termo avaliação significa

nos Estados Unidos, na Itália e em outras partes do mundo? O que o conceito de doBrenda Fyfe cumentação significa nas pré-escolas e nas creches em Reggio Emilia?

Gullo (2004), um professor norte-americano e autor de um livro muito reconheciship between do the sobre

Reggioavaliação concept of na documentaeducação infantil, nal understandings of assessment?

What doescomo the define o conceito de avaliação ean in the United States, Italy, and other parts of cept of documentation in the preschools

[...] mean um procedimento usadoand para deterio Emilia? minar o grau em que uma criança possui an professor and author of a widely referenced bookavaliação determinado atributo.

O termo ion (2004), defines the concept of assessment as “apor menpode ser substituído livremente he degree to which suração. an individual child possesses

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Medium 9788536321714

Capítulo 2 - A atuação eficiente das competências em um determinado contexto

Antoni Zabala; Laia Arnau Artmed PDF Criptografado

Como aprender e ensinar competências 27

A atuação eficiente das competências em um determinado contexto

2

A competência, no âmbito da educação escolar, identificará o que qualquer pessoa necessita para responder aos problemas que enfrentará ao longo de sua vida. Sendo assim, a competência consistirá na intervenção eficaz nos diferentes âmbitos da vida, mediante ações nas quais são mobilizados, ao mesmo tempo e de maneira inter-relacionada, componentes atitudinais, procedimentais e conceituais.

Em busca de uma definição de competência

No capítulo anterior vimos que a utilização do termo “competência” apresenta-se como alternativa a modelos formativos que, tanto no mundo do trabalho quanto no da escola, são insuficientes para responder às necessidades laborais e aos problemas que a vida apresenta.

Dessa forma, o conceito de competência surge de posições basicamente funcionais, ou seja, com relação ao papel que devem cumprir para que as ações humanas sejam o mais eficiente possível. No entanto, ao mesmo tempo tenta-se definir suas características e sua estrutura, ou seja, seus componentes, e de que forma estes se relacionam, e isso ocorre de tal modo que atualmente existem diversas maneiras de descrever o que se deve entender por competência. Dessa forma, podemos propor diferentes questionamentos com diferentes respostas, nem sempre coincidentes, desde as mais gerais: para que devem servir as competências?, quais são seus campos de intervenção?, em quais situações devem ser aplicadas?; às mais específicas: são capacidades ou talvez habilidades?, e caso seja alguma dessas possibilidades, outros componentes intervêm, qual é a diferença entre competência e atuação competente?

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Medium 9788584290680

Capítulo 2 - Aprendizagem ativa na educação infantil

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

2

Aprendizagem ativa na educação infantil

Mary ffield

Por que não transformar as escolas em lugares em que as crianças sejam permitidas, incentivadas e (se e quando elas pedirem) ajudadas a explorar e a compreender o mundo ao seu redor [...] de maneiras que levem em conta os interesses delas?

John Holt

Panorama do capítulo

Este capítulo explora algumas das características distintivas da aprendizagem das crianças pequenas. Examina o papel da motivação intrínseca na aprendizagem ativa e o papel exercido pelas pessoas envolvidas na educação infantil em sustentar a motivação das crianças, apoiar o seu desenvolvimento e, ao mesmo tempo, capacitá-las a seguir as suas próprias linhas de interesse. Utiliza um estudo de caso para exemplificar como as escolas e os professores podem trabalhar criativamente com espaços e recursos, a fim de otimizar a aprendizagem ativa da criança, além de incluir algumas sugestões de estratégias práticas para os profissionais em seus próprios locais de trabalho. Junto com as referências, o capítulo traz sugestões de leituras complementares para esclarecer e ampliar alguns dos temas explorados no capítulo.

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Editora Manole (79)
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Medium 9788520440186

1. Por que é importante ensinar ginástica às crianças?

WERNER, Peter H.; WILLIAMS, Lori H.; HALL, Tina J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

1

Por que é importante ensinar ginástica

às crianças?

Após ler e compreender este capítulo, você será capaz de:

• explicar como a ginástica pode contribuir para o desenvolvimento motor humano, tanto nas habilidades relacionadas ao esporte como nas experiências diárias da vida;

• definir ginástica com suas próprias palavras;

• descrever a rica história e as várias manifestações da ginástica;

• discutir os resultados de um programa de educação física da qualidade com referência a ginástica e a resultados específicos de desempenho em diferentes níveis;

• explicar como a ginástica contribui para o desenvolvimento da criança nas áreas psicomotora, cognitiva e afetiva; e

• discutir como a ginástica deve ser ensinada com referência à pesquisa sobre o ensino e ao estudo pedagógico e de conteúdo.

D

esde a infância tentamos dominar as possibilidades do movimento humano. Engatinhamos, começamos a andar, buscamos formas de desenvolver e variar nosso repertório de movimentos, nos aventurando no aprendizado de deslocamentos diversos, do equilíbrio e de rotações. Cada uma dessas habilidades está relacionada à ginástica em um sentido amplo.

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Medium 9788520434802

11. Saberes que convivem, mas que não são amigos

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

11.

Saberes que convivem, mas que não são amigos

À

s vezes, a falta de rancor é antes um problema que uma solução. Esse é o caso da situação vigente na universidade brasileira atual, um lugar que vive atualmente o inverso da guerra hobbesiana de“todos contra todos”. A universidade hoje

é o local da amizade entre todos. Isso pode não ser uma verdade em termos práticos, mas é o que corre no discurso, graças a uma literatura que tem entupido nossa paciência com teses pouco corretas sobre interdisciplinaridade e multidisciplinaridade.

Segundo esse discurso, tudo que o estudante deve fazer

é caminhar no sentido de integrar saberes, mas os professores que assim falam não integram saber algum. Continuam dentro de suas “caixinhas”. No entanto, se são obrigados a falar para os alunos sobre o “sentido dos estudos universitários”, enchem a boca com frases sobre os benefícios da interdisciplinaridade.

No campo do que convencionamos chamar de “humanidades”, esse discurso tornou-se sagrado. Contra ele, elegeu-se um inimigo comum, batizado como “positivismo” – algo que poucos

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Medium 9788520434802

1. O futuro do oprimido

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

1.

O futuro do oprimido

O

que nos diz a palavra “oprimido”? Essa palavra se associou de modo umbilical ao nome de Paulo Freire. O livro Pedagogia do oprimido tornou-se mundialmente famoso.

Nos Estados Unidos, em menos de duas décadas, ultrapassou a casa de 25 edições. Uma vez nas livrarias, saltou das prateleiras da área de educação para se reproduzir também nas ciências sociais e filosofia. E isso para o bem e para o mal das relações entre Paulo Freire e a palavra “oprimido”. Qual o papel da palavra “oprimido” no discurso de Paulo Freire? O que ocorreu de ruim e de bom com o ganho de popularidade dessa palavra?

Primeiro, aponto o bom. Durante muito tempo, a educação foi desatenta a uma crença que agora nos parece simples: as relações políticas, ou seja, as relações de poder atravessam nossas vidas e também toda a educação, seja ela escolar ou não. A pedagogia ganhou muito ao ver que estudantes (e professores) podiam ser tomados antes como aprendizes-oprimidos do que simplesmente como aprendizes. Um banho freireano de socio-

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Medium 9788520438404

2. Planejamento, comunicação e sustentabilidade: relato de uma experiência a partir do surgimento de uma nova praga na agricultura brasileira

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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Planejamento,  comunicação   e  sustentabilidade:  relato  de   uma  experiência  a  partir  do   surgimento  de  uma  nova  praga   na  agricultura  brasileira

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INTRODUÇÃO

Em  uma  organização  como  a  Empresa  Brasileira  de  Pesquisa  

Agropecuária  (Embrapa),  em  que  o  principal  produto  é  o  desenvolvimento   de   conhecimentos,   que   se   transformam   em   tecnologias,  serviços,  produtos  e  recomendações  técnicas  para  os  sistemas  produtivos,  a  palavra  sustentabilidade  não  tem   apenas  efeito  de  discurso.  Ela  é  a  alma  da  empresa.  É  um  valor   que   inspira   e   orienta   o   desenvolvimento   de   cada   tecnologia   que  é  levada  ao  campo.  Há  quarenta  anos,  o  país  era  importador   de   alimentos   e   o   que   se   viu   desde   então   foi   uma   intensa   transformação,   que   gerou   benefícios   econômicos   e   sociais.  

Hoje,  o  Brasil  detém  uma  das  agriculturas  mais  sustentáveis  e   competitivas  do  planeta.

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Medium 9788520433133

2. Infantilização, filisteísmo e indústria cultural

GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo; CASTRO, Susana de Editora Manole PDF Criptografado

2

Infantilização, filisteísmo e indústria cultural

Paulo Ghiraldelli Jr.

É fácil ver que os jovens hoje ficam mais tempo jovens, até crian-

ças. Não sob aspectos morais muito específicos, mas intelectual­

mente, tomando isso de modo amplo e geral. Falta-lhes capacidade intelectual para se colocarem no lugar do outro e saírem

de certo egocentrismo. Carecem daquela percepção pós-adoles-

cência que permite a nós todos vermos que o que sabemos não

é mais nem talvez melhor do que o que os mais velhos sabem.

No passado recente, a ampliação de números de anos do que

se entendia por infância ou adolescência tinha uma causa nos

países do Ocidente ou ocidentalizados. Falávamos de certo es-

forço das classes médias de protegerem seus rebentos, até mesmo

mimá-los, dando-lhes condições de se integrarem ao trabalho

só tardiamente. O trabalho, então, seria o fator de “maturidade”.

Essa tese não se sustenta mais. Em vários países emergentes, o

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Grupo A (2125)
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Medium 9788584291267

Capítulo 8 - Novos paradigmas para a educação e para o trabalho

Rui Fava Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Novos paradigmas para a educação e para o trabalho

Existe uma diferença fundamental entre montar uma estratégia para mercados atuais versus uma estratégia competitiva para a participação nos mercados a serem criados.

Rui Fava

2002

Desde o início do século XX, houve acentuadas elucubrações sobre como seria o modus vivendi no advento do século XXI. Herbert George Wells publicou, em

1895, a primeira versão de seu romance de ficção científica A máquina do tempo, enquanto Eric Arthur Blair, mais conhecido como George Orwell, previa um futuro bem mais distópico em sua célebre obra 1984.

Menos conhecido, no entanto tão inspirado quanto, foi o ilustrador francês

Villemard, que, em 1910, criou uma série de ilustrações representando a vida parisiense no ano 2000. Intitulada Utopie, a série de cartões postais colecionáveis criados por ele faz parte do acervo permanente da Bibliothèque Nationale de France. Villemard previa um mundo cujo cotidiano assemelhava-se ao que vivemos hoje, com monotrilhos, teleconferência, trens elétricos, entre outros.

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Medium 9788584291328

Questões de 753 a 800

Me Salva! Cursos e Consultorias LTDA, Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

MATEMÁTICA

QUESTÃO 753

QUESTÃO 755

100%

(2017) Uma empresa especializada em conservação de piscinas utiliza um produto para tratamento da água cujas especificações técnicas sugerem que seja adicionado 1,5 mL desse produto para cada 1 000 L de água da piscina. Essa empresa foi contratada para cuidar de uma piscina de base retangular, de profundidade constante igual a 1,7 m, com largura e comprimento iguais a 3 m e 5 m, respectivamente. O nível da lâmina d’água dessa piscina é mantido a 50 cm da borda da piscina.

93%

(2012) Maria quer inovar em sua loja de embalagens e decidiu vender caixas com diferentes formatos. Nas imagens apresentadas estão as planificações dessas caixas.

A quantidade desse produto, em mililitro, que deve ser adicionada a essa piscina de modo a atender às suas especificações técnicas é

Quais serão os sólidos geométricos que Maria obterá a partir dessas planificações?

49,50

27,00

32,25

Cilindro, prisma e tronco de cone.

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Medium 9788536305141

Capítulo 12. Marketing Lateral na Educação

Sonia Simões Colombo Grupo A PDF Criptografado

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12

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Marketing Lateral na Educação

Shemi Jacob

OS DESAFIOS DO MARKETING TRADICIONAL

Antes de mergulharmos no mercado educacional, vale a pena explorarmos a função do marketing em alguns mercados tradicionais de bens e serviços. É no mercado de bens de consumo que vemos mais facilmente os principais fenômenos de concentração em distribuição, que há algum tempo também têm se manifestado na educação. Nos anos de 1950 vimos nos Estados Unidos e na Europa o surgimento do varejo, por meio da estruturação de pequenos estabelecimentos ou de lojas maiores, os magazines. Olhando de forma global para o mercado atual de varejo, notamos a presença dominante de grandes redes, tendo como maior ícone o Wal Mart. O Brasil não passou incólume por esse processo; basta lembrarmos as inúmeras aquisições feitas pelo Pão de Açúcar ao longo dos últimos anos.

Em função da concentração de distribuição, temos um segundo fenômeno sendo deflagrado: a presença de menos competidores detendo um maior número de marcas. No varejo, como os fabricantes menores possuem baixo poder de negociação e poucos produtos/marcas, ocorre a migração de suas produções para as marcas próprias dessas redes varejistas como uma alternativa de expansão ou sobrevivência de tais produtores. Em outros casos, vemos também as grandes redes fazendo a adoção das chamadas marcas talibãs, que possuem forte apelo de preço e razoável qualidade como fator de variedade de produtos e, principalmente, como fator moderador de preços para as marcas estabelecidas. Existem, portanto, cada vez mais marcas nas mãos de menos competidores.

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Medium 9788536314457

4 Aspectos de ensino e aprendizagem para alunos com dificuldades de aprendizagem grave

Farrell, Michael Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Aspectos de ensino e aprendizagem para alunos com dificuldades de aprendizagem graves

Introdução

Enquanto o capítulo anterior concentrou-se na educação de alunos com DAG em relação ao currículo e à avaliação, este capítulo trata principalmente do ensino e aprendizagem desses alunos, embora os dois claramente se inter-relacionem.

As abordagens de ensino e aprendizagem incluem abordagens multissensoriais, abordagens interativas, inputs visuais, comunicação aumentativa e alternativa e incentivo à comunicação por meio da música. Também é considerado o uso das

TIC (tecnologias de informação e comunicação) para melhorar o acesso ao currículo, o desenvolvimento e a utilização de rotinas regulares, começando com o que

é familiar e escolhendo e tomando decisões. Finalmente, o capítulo examina o uso e o desenvolvimento da compreensão de perguntas; aproveitamento máximo de atividades práticas; desenvolvimento de vocabulário; narração de histórias interativa; desenvolvimento de mobilidade e coordenação; agrupamento de alunos; uma abordagem de �gerenciamento de sala� e recursos.

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Medium 9788563899385

Capítulo 9. O abc do sucesso na escola

Corinne Smith; Lisa Strick Grupo A PDF Criptografado

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O abc do sucesso na escola

Não é segredo que as crianças com dificuldades de aprendizagem devem se esforçar mais do que as outras para avançar na escola. Essas crianças com frequência precisam ser motivadas, ser mais dedicadas e passar mais tempo envolvidas com as tarefas escolares do que seus colegas, apenas para sobreviverem. “Eu ficava maluco quando os professores criticavam minha escrita e diziam para eu me esforçar mais”, recorda uma aluna do ensino médio com déficits de percepção visual e de coordenação motora fina. “Na 3a série, eu levava quase uma hora para realizar uma simples folha de exercícios. Suava durante duas ou três horas todas as noites em casa, enquanto minhas irmãs assistiam TV. Quantas crianças de 8 anos meus professores conheciam que se esforçavam mais do que eu?”

Não se pode esperar que as crianças mantenham esse nível de disciplina e motivação por muito tempo, a menos que seus esforços encontrem algum grau de sucesso.

Não é difícil entender por quê. Apenas imagine que você mesmo está tentando aprender uma nova habilidade em seu emprego e não está chegando a lugar algum. Quanto tempo você insistiria até desistir? Um mês?

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Grupo A (38)
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Medium 9788584291151

Capítulo 9 - Desenvolvimento do currículo STEAM no ensino médio: a formação de professores em movimento

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

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Desenvolvimento do currículo

STEAM no ensino médio: a formação de professores em movimento

Mariana Lorenzin

Cristiana Mattos Assumpção

Alessandra Bizerra

Tradicionalmente estruturado pela relação entre os processos e a produção científica, o ensino de ciências apresenta uma visão estática, linear e descontextualizada do conhecimento, resultado da compartimentação do saber acumulado ao longo do tempo. Apesar de possibilitar a organização da realidade, a fragmentação do conhecimento não é capaz de explicá-la, mas apenas de descrevê-la em caminhos já estabelecidos. Buscando superar essa situação e compreendendo a produção do conhecimento como um processo intencional, integrador e mediado pelas interações, o currículo escolar pautado na interdisciplinaridade busca possibilitar ao aluno uma experiência de aprendizagem para a promoção do pensamento complexo e a descoberta da sua realidade e suas relações.

Desenvolver um currículo para o ensino de ciências na perspectiva interdisciplinar envolve, entre outros elementos, a seleção de conteúdos e de metodologias para sua concretização. As ações práticas em sala de aula refletem as concepções dos professores sobre os processos de ensino e aprendizagem, a organização dos conteúdos, os métodos selecionados e o papel de professores e alunos, entre outros.

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Medium 9788584291151

Capítulo 4. Procedimentos metodológicos nas salas de aula do curso de pedagogia: experiências de ensino híbrido

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

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Procedimentos metodológicos nas salas de aula do curso de pedagogia: experiências de ensino híbrido

Ivaneide Dantas da Silva

Elizabeth dos Reis Sanada

PALAVRAS INICIAIS

A discussão sobre o baixo desempenho dos estudantes brasileiros da educação básica tem sido algo permanente nos últimos anos. Entre os diversos fatores responsáveis por essa situação, podemos mencionar as dificuldades dos docentes em, considerando as demandas do mundo contemporâneo, acompanhar as contribuições teóricas mais recentes para a condução dos processos de ensino e aprendizagem em sala de aula de modo inovador, personalizado e centrado na aprendizagem do estudante.

Em documento produzido pelo Ministério da Educação, no ano de 2000, já se apontava o quanto as mudanças propostas para a educação básica no país necessitariam redimensionar a formação de professores. Segundo o documento,

[...] as novas concepções sobre a educação, as revisões e atualizações nas teorias de desenvolvimento e aprendizagem, o impacto da tecnologia da informação e das comunicações sobre os processos de ensino e de aprendizagem, suas metodologias, técnicas e materiais de apoio [...] delineiam um cenário educacional com exigências para cujo atendimento os professores não foram nem estão sendo preparados.

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Medium 9788584290840

Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

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2

psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

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Medium 9788584290840

Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

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Medium 9788584290840

Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

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Grupo Gen (279)
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Medium 9788597017335

13 - Como utilizar recursos tecnológicos no Ensino Superior

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

13

Como utilizar recursos tecnológicos no Ensino

Superior

Um problema facilmente observado na comunicação docente no Ensino Superior

é o verbalismo, ou seja, a transmissão de informações mediante o emprego exagerado de palavras. Muitos professores acreditam que a utilização de dis‑ cursos longos e bem elaborados é suficiente para levar os alunos a aprender o conteúdo das disciplinas que lecionam. Mas, na maioria das vezes, o que esses professores conseguem é que os alunos decorem parte do que foi apresentado, sem que se tornem capazes de compreender o seu significado ou de aplicá‑lo a situações concretas. E, se a respectiva avaliação for elaborada de forma a privilegiar a memorização, poderão ter a falsa impressão de que os estudantes compreenderam a matéria.

Com intuito de tornar a comunicação mais eficaz, os professores vêm lan‑

çando mão de recursos auxiliares de ensino. Esses recursos, graças ao notável desenvolvimento tecnológico observado nas últimas décadas, vêm se sofisticando, e desafiando os professores universitários. Isto porque os estudantes da chamada geração Y, que nasceram depois de 1982, nunca conheceram a vida sem internet, veem o computador como o núcleo de seu trabalho, buscam on‑line a maioria das informações de que necessitam e utilizam o celular como o principal meio de comunicação. Quando estes estudantes em sala de aula se deparam com professores utilizando recursos tradicionais – que em muitas circunstâncias são os mais adequados – tendem a sentir algum tipo de desconforto.

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Medium 9788522474400

9 - O uso da Internet

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

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Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

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O uso da Internet

Eloi Juniti Yamaoka

�Conhecimento e poder são um.� F. BACON

(Aforisma iii)

(GRANGER, 1967, p. 21)

A

riqueza da Internet como fonte de informação independe das motivações e dos objetivos da busca. Ela materializa algumas das marcantes características da nossa era, como a sobrecarga informacional, a fragmentação da informação e a globalização, todas provocadoras de estudos, pesquisas, discussões e polêmicas. Tratar essas questões não é objetivo aqui, mas, ao utilizar a Internet, somos diretamente afetados por elas. Uma busca na Web com os populares mecanismos de busca (search engine), como o Google, AltaVista, Alltheweb, Teoma e outros, dependendo da palavra-chave escolhida, terá como resposta endereços de milhões de páginas (materializando a sobrecarga), de documentos muitas vezes difíceis de contextualizar (materializando a fragmentação), em vários idiomas (materializando a globalização).

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Medium 9788521636250

Capítulo 5 Seleção e Organização de Conteúdos

MALHEIROS, Bruno Taranto Grupo Gen ePub Criptografado

Contextualizando

Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift

Desconheço qual tivesse sido a sorte dos meus companheiros de lancha, nem dos que se salvaram do escolho, ou ainda dos que ficaram no navio, mas desconfio que pereceram todos; quanto a mim, nadei ao acaso e fui levado para terra pelo vento e pela maré. De vez em quando estendia as pernas a ver se encontrava fundo; por fim, estando quase exausto, tomei pé. Por então, o temporal amainara. Como o declive era um tanto insensível, caminhei perto de meia légua pelo mar, antes que pusesse pé em terra firme.

Andei quase um quarto de légua sem avistar casa alguma, nem encontrar vestígios de habitantes, embora esse país fosse muito povoado. O cansaço, o calor e o meio quartilho de aguardente que bebera ao deixar o navio tinham-me dado sono. Deitei-me na relva, que era de uma finura extrema, e pouco depois, dormia profundamente. Dormi durante nove horas seguidas. Ao cabo desse tempo, acordei, tentei levantar-me, mas em vão o fiz. Vi-me deitado de costas, notando também que as pernas e os braços estavam presos ao chão, assim como os cabelos. Cheguei a observar que muitos cordões delgadíssimos me rodeavam o corpo, das axilas às coxas. Só podia olhar para cima; o sol começava a aquecer e a sua forte claridade feria-me a vista. Ouvi um confuso rumor em torno de mim, mas na posição em que me encontrava só podia olhar para o sol.

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Medium 9788522474400

6 - Fazendo etnografia no mundo da comunicação

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

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Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

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Fazendo etnografia no mundo da comunicação

Isabel Travancas

�Conhecimento e poder são um.� F. BACON

(Aforisma iii)

(GRANGER, 1967, p. 21)

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A etnografia para a antropologia

Há muitas maneiras de fazer pesquisa no âmbito das ciências sociais e humanas. Este livro apresenta um amplo leque de possibilidades e usos dentro do universo da comunicação. Meu capítulo busca trazer uma contribuição muito específica e particular da Antropologia e de seu método de pesquisa no trabalho de campo: a etnografia.

Mas o que é exatamente uma etnografia? O velho e bom Aurélio (FERREIRA,

1999, p. 849) define etnografia de duas maneiras distintas: como �parte dos estudos antropológicos que corresponde à fase de elaboração de dados obtidos em pesquisa de campo e estudo descritivo de um ou de vários aspectos sociais ou culturais de um povo ou grupo social�. Destas duas definições, uma aponta para a idéia de prática do ofício do antropólogo e a outra chama a atenção para a noção de descrição de um grupo. O antropólogo norte-americano Clifford Geertz (1997, p. 15) afirma que os praticantes de antropologia social fazem etnografia e esta, a seu ver, não é apenas um método cuja prática significa �estabelecer relações, selecionar informantes, transcrever textos, levantar genealogias, mapear campos, manter um diário, assim por diante�, elementos muito importantes no chamado �trabalho de campo�. O que define a sua prática é o tipo de esforço intelectual que ela representa e que seria elaborar uma �descrição densa�. Esta sim é a �sua� definição de etnografia.

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Medium 9788521621324

Parte III - Capítulo 8 - Avaliação de Resultados em Educação Corporativa

RAMAL, Andrea Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 8

Avaliação de Resultados em

Educação Corporativa

Cristina Palmeira

Contextualização

Quantos CEOs, diretores, presidentes, gerentes e governantes (alta administração em geral) já não rejeitaram projetos por julgar que seus custos seriam superiores ao que poderiam agregar ao negócio? Conceitos, técnicas e tecnologias apresentadas neste livro sobre Educação

Corporativa por vezes geram questionamentos por parte daqueles que a patrocinam, por apresentarem custos, mas nem sempre claramente seus resultados.

Na aprovação de uma nova solução educacional, muitos profissionais ainda hoje enfrentam frustração por não poder explicitar para a organização os impactos positivos ou os prejuízos a evitar com sua aplicação, ou, ainda, as competências que poderiam ser estimuladas para sua sustentabilidade. Quantos programas já não foram suspensos por esse mesmo motivo?

Foi com a necessidade de provar o retorno do investimento em treinamento que o tema vem ganhando destaque em discussões, congressos, pesquisas acadêmicas, publicações, ao longo dos 10 últimos anos, e hoje já podem ser colhidos exemplos em órgãos de educação corporativas de instituições públicas e privadas.

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