Artmed (30)
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Medium 9788582714485

Capítulo 9. Treinamento pliométrico

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Treinamento pliométrico

O treinamento para potência pode ser a parte mais importante do treinamento. Primeiramente, a força final deve ser obtida para permitir a produção de potência e velocidade. Os aumentos na força que não produzem um aumento simultâneo na potência são de uso limitado, em particular nos esportes sem contato. Com frequência, atletas gastam muito tempo com treinamento de força e pouco tempo treinando potência.

A questão não é “Devemos treinar potência?”, e sim “Como treinamos potência?”.

Em um mundo perfeito, com um atleta saudável, o treinamento de potência é feito de várias maneiras. Pliométricos, arremessos de medicine balls (Cap. 7) e levantamentos olímpicos (Cap. 10) são todos modos efetivos pelos quais se desenvolve produção de potência. Cada método pode ser essencial na criação de um atleta forte e todos têm seu lugar em um programa bem-projetado. O melhor programa usa um pouco de cada um dos seguintes três métodos.

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Medium 9788584290680

Capítulo 8 - Habilidades de pensamento por meio da matemática

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

8

Habilidades de pensamento por meio da matemática

Anitra Vickery

Sempre é possível exercer a razão com razão.

Voltaire

Panorama do capítulo

Se aceitarmos que uma razão para estudar matemática é preparar as pessoas para satisfazer as exigências matemáticas do cotidiano, também temos de aceitar que isso não pode ser alcançado sem enfatizar o desenvolvimento das competências transferíveis de raciocínio e da capacidade de resolver problemas. Este capítulo debate as evidências de que o estudo da matemática é temido por muitos adultos e crianças e explora como os professores podem desafiar esse temor, ajudando as crianças a desenvolver estratégias e habilidades de resolução de problemas e a promover uma “queda pelos números”. O capítulo realça a importância de tornar a matemática divertida e significativa, articulando ideias em um contexto social solidário e a vinculando ao mundo real.

INTRODUÇÃO

Este capítulo começa com uma exploração de tópicos que fornecem um contexto para quem procura desenvolver a resolução de problemas ou as habilidades de pensamento por meio do ensino e da aprendizagem da matemática. Analisamos as evidências das atitudes negativas generalizadas que as pessoas adotam em relação à matemática e a predominância da “ansiedade matemática”. Do ponto de vista

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Medium 9788584290680

Capítulo 3 - Criando uma cultura de indagação

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

3

Criando uma cultura de indagação

Anitra Vickery

Você pode ensinar ao aluno uma lição em um dia; mas se você puder ensiná-lo a aprender por meio da criação da curiosidade, ele continuará o processo de aprendizagem enquanto ele viver.

Clay P. Bedford

Panorama do capítulo

Este capítulo examina o caminho pelo qual a educação pode preparar melhor as crianças para um futuro desconhecido. Explora formas de desenvolver alunos ativos, com base na análise do etos da sala de aula, de diferentes modelos e abordagens para a aprendizagem, de relacionamentos na sala de aula e no ambiente físico. Compartilha ideias de como colocar as crianças no centro de sua própria aprendizagem. Atividades fornecem oportunidades para explorar, em primeira mão, alguns dos tópicos suscitados. Um estudo de caso apresenta uma escola que abraçou o desafio de equipar as crianças para que elas se tornem pensadores críticos. O capítulo termina com referências e sugestões de leituras complementares que permitirão ao leitor obter mais conhecimentos sobre as abordagens recomendadas e acessar mais atividades que podem ser usadas em sala de aula.

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Medium 9788584290680

Capítulo 6 - Aprendizagem por meio da avaliação

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

6

Aprendizagem por meio da avaliação

Anitra Vickery

A instrução começa quando você, professor, aprende com o aluno; coloque-se no lugar dele para que você consiga entender o que ele aprende e a maneira como ele entende a matéria.

Søren Kierkegaard

Panorama do capítulo

Este capítulo explora o papel da avaliação no desenvolvimento da aprendizagem das crianças. Ao longo do capítulo, abordamos a participação ativa das crianças na sua aprendizagem e fazemos sugestões sobre como elas podem ser proativas em relação ao seu próprio desenvolvimento.

Examinamos o papel da autoavaliação e da avaliação por colegas; em seguida, analisamos como fazer as crianças irem além de respostas de avaliação superficiais. São discutidos métodos e estratégias que desenvolvem a metacognição, além de procedimentos de avaliação que asseguram os julgamentos de avaliação e tornam gerenciável e produtivo o processo como um todo. Um breve estudo de caso descreve a abordagem que uma escola está adotando para aprimorar o seu uso das avaliações e registra o interesse da escola em ampliar o uso da avaliação em todo o currículo.

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Medium 9788536321714

Capítulo 11 - Avaliar competências é avaliar processos na resolução de situações-problema

Antoni Zabala; Laia Arnau Artmed PDF Criptografado

Avaliar competências é avaliar processos na resolução de situações-problema

11

Conhecer o nível de domínio que os alunos adquiriram de uma competência é uma tarefa bastante complexa, pois implica partir de situações-problema as quais simulem contextos reais e dispor dos meios de avaliação específicos para cada um dos componentes da competência.

A avaliação de competências é substancialmente diferente da avaliação de outros conteúdos de aprendizagem?

Analisar as consequências da avaliação em uma educação baseada em qualquer aprendizagem de competências representa uma revisão de todas as competências relacionadas a ela. Para que deve servir a avaliação e quem, e quais, devem ser os sujeitos e objetos de estudo? A avaliação dever servir para punir o aluno segundo os objetivos adquiridos ou para valorizá-los? Ou talvez, deva servir para auxiliar o aluno, estimulá-lo, conhecer de que forma aprende ou quais são suas dificuldades ou suas melhores estratégias de aprendizagem, melhorar o processo de ensino, conhecer a conveniência de alguns conteúdos sobre outros ou a metodologia utilizada, ou para tudo isso ao mesmo tempo?

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Editora Manole (17)
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Medium 9788520438930

25. Espaços para a prática da interdisciplinaridade: laboratórios de fabricação digital na pesquisa, ensino e extensão

PHILIPPI JR., Arlindo; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

25

Espaços para a prática da interdisciplinaridade: laboratórios de fabricação digital na pesquisa, ensino e extensão

Gabriela Celani, Arquiteta, Unicamp

Introdução

O atual interesse pela interdisciplinaridade resulta da constatação de que a troca de informações, métodos e maneiras de ver o mundo entre as diferen­ tes áreas do conhecimento contribui para o desenvolvimento de processos e produtos mais criativos e inovadores, e pode levar à solução de problemas complexos que seriam impossíveis de resolver sob a ótica unidisciplinar. Con­ tudo, além das múltiplas disciplinas, a formação profissional interdisciplinar requer a conjugação de diferentes tipos de saberes, que incluem os “saberes da experiência, saberes técnicos e saberes teóricos” (Fazenda, 2009, p. 38).

A contribuição dos experimentos práticos e dos modelos físicos para a ciência é reconhecida há muito tempo. Há quase 100 anos, Dewey (1997), um dos maiores educadores americanos, já propunha o uso de experimentos práticos para revolucionar a educação. Diversos autores também reconhecem a importância dos modelos físicos no desenvolvimento de novas ideias. Um exemplo famoso é a descoberta das equações do campo magnético por Max­

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Medium 9788520438404

6. A incorporação da espiritualidade no jornalismo ambiental

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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A  incorporação  da   espiritualidade  no  jornalismo   ambiental

Ilza  Maria  Tourinho  Girardi

Eloisa  Beling  Loose

Ângela  Camana

O NOSSO LUGAR DE FALA

Escrever  este  texto  é  para  nós  um  desafio  e  uma  oportunidade   de  compartilhar  as  reflexões  desenvolvidas  no  Grupo  de  Pesquisa  em  Jornalismo  Ambiental  (CNPq/UFRGS)  ao  longo  dos  últimos  seis  anos  –  e  mesmo  antes  da  oficialização  do  grupo,  a  partir   do  ano  de  2005,  quando  surgem  as  primeiras  pesquisas  em  nível   de  mestrado.  Pesquisamos  o  jornalismo  ambiental  e  suas  relações  com  diferentes  áreas  porque  acreditamos  no  seu  potencial   transformador   tanto   para   a   sociedade,   que   pode   compartilhar   outras  visões  de  mundo,  quanto  para  o  sujeito  que  o  pratica  –  e,   para  isso,  precisa  estar  atento  às  conexões  que  geralmente  estão   ocultas.  Em  nossos  estudos,  chegamos  à  conclusão  de  que  o  jornalismo  ambiental  é  aquele  que  apresenta  a  contextualização  do   tema  abordado,  além  de  incorporar  a  visão  sistêmica,  contemplar  a  complexidade  dos  eventos  ambientais  e  dar  voz  às  diferentes  vozes  que  têm  algo  a  dizer  sobre  o  assunto  que  é  objeto  de   dada  matéria  jornalística.  O  emprego  cuidadoso  dos  conceitos,   com  suas  explicações  claras,  faz  parte  dessa  construção  jornalís87

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Medium 9788520438404

5. O olhar da mídia sobre economia e consumo

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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O  olhar  da  mídia  sobre   economia  e  consumo

Adalberto  Wodianer  Marcondes  (Dal  Marcondes)

INTRODUÇÃO

Movimentar  a  economia  por  meio  do  consumo  foi  uma  decisão  tomada  após  a  Segunda  Guerra  Mundial,  e  serviu  apenas  para  acelerar  o  uso  e  a  degradação  dos  recursos  naturais  e  econômicos  do  planeta.  O  consumo  foi,  então,  eleito  como  o  principal   vetor  de  desenvolvimento,  o  indicador  de  resultados  sem  o  qual   as  economias  modernas  estariam  fadadas  ao  fracasso.  A  mídia   tornou-se   parceira   privilegiada   desse   modelo   de   desenvolvimento;  em  alguns  casos,  uma  irmã  siamesa  do  consumo,  uma   vez  que  tem  na  publicidade,  principalmente  dos  bens  de  consumo,  a  principal  fonte  de  financiamento  para  manter  essa  enorme   indústria   em   operação.   Esse   padrão   está   se   esgotando,   o   consumo  não  pode  mais  ser  o  principal  vetor  e  indicador  da  economia  e  os  meios  de  comunicação  já  estão  repensando  seus  modelos  de  negócios.  No  entanto,  não  estão  ainda  oferecendo  ao   público  uma  visão  crítica  sobre  o  consumo  e  seus  impactos  sobre   o   uso   de   matérias-primas,   energia   e   descarte   de   resíduos,   entre  outros.

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Medium 9788520438404

1. Comunicação: por um licenciamento ambiental sustentável

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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Comunicação:     por  um  licenciamento   ambiental  sustentável

Backer  Ribeiro  Fernandes

INTRODUÇÃO

O  Licenciamento  Ambiental  é  uma  exigência  legal  para  a  implantação  e  instalação  de  qualquer  empreendimento  ou  atividade  potencialmente  poluidora  ou  degradadora  do  meio  ambiente.   Para   que   os   projetos   se   viabilizem,   é   necessário   que   as   em  presas  empreendedoras  desenvolvam  um  Estudo  de  Impacto  Ambiental  (EIA)  e  um  Relatório  de  Impacto  ao  Meio  Ambiente  (Rima),  e  os  apresentem  aos  órgãos  licenciadores  para  análise   dos  estudos  ambientais  e  emissão  dos  pareceres  técnicos  e  das   licenças   ambientais.   No   contexto   dos   EIAs,   inserem-se   os   planos  ou  programas  de  comunicação  que  os  empreendedores  devem  desenvolver  como  forma  de  garantir  a  divulgação  das  informações,   participação   e   debate   do   empreendimento   com   a   sociedade,  conforme  previsto  na  legislação  ambiental  brasileira.

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Medium 9788520434802

1. O futuro do oprimido

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

1.

O futuro do oprimido

O

que nos diz a palavra “oprimido”? Essa palavra se associou de modo umbilical ao nome de Paulo Freire. O livro Pedagogia do oprimido tornou-se mundialmente famoso.

Nos Estados Unidos, em menos de duas décadas, ultrapassou a casa de 25 edições. Uma vez nas livrarias, saltou das prateleiras da área de educação para se reproduzir também nas ciências sociais e filosofia. E isso para o bem e para o mal das relações entre Paulo Freire e a palavra “oprimido”. Qual o papel da palavra “oprimido” no discurso de Paulo Freire? O que ocorreu de ruim e de bom com o ganho de popularidade dessa palavra?

Primeiro, aponto o bom. Durante muito tempo, a educação foi desatenta a uma crença que agora nos parece simples: as relações políticas, ou seja, as relações de poder atravessam nossas vidas e também toda a educação, seja ela escolar ou não. A pedagogia ganhou muito ao ver que estudantes (e professores) podiam ser tomados antes como aprendizes-oprimidos do que simplesmente como aprendizes. Um banho freireano de socio-

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Editora Saraiva (28)
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Medium 9788547215781

APÊNDICE UMA PALAVRA SOBRE A RELAÇÃOENTRE DESIGN THINKING (DT)

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

APÊNDICE

UMA PALAVRA SOBRE A RELAÇÃO

ENTRE DESIGN THINKING (DT) E

DESIGN INSTRUCIONAL (DI)

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A

o deparar com o design thinking pela primeira vez, senti um misto de desconfiança e desafio. Pesquisando e praticando design em educação há vários anos, à primeira vista imaginei que ali estava mais um modismo do tipo “quebra de paradigma”, que, embora se autoproclamasse libertador do passado, repetia a mesma fórmula batida de querer se impor como solução matadora sobre as práticas já estabelecidas – incluindo aí o design instrucional.

Incomodava o fato de ser essa uma metodologia, ou abordagem, ou novidade, enfim, imposta de fora para dentro: de autores norte-americanos a nós, brasileiros; da área de negócios e do marketing a nós, educadores; e até mesmo de uma produção originária de instituições de renome da Ivy League, ou das garagens abastadas do Silício, a nós, trabalhadores e estudiosos da educação que calejamos há tanto tempo diante das limitações e pressões da vida real nacional.

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Medium 9788547215781

2.1 aplicações do design thinking

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

2

O design thinking tem sido disseminado no mundo dos negócios, da publicidade e da tecnologia, entre outros, como uma abordagem de inovação.

E chega ao campo educacional com essa mesma marca.

Reconhecemos seu potencial

ímpar não apenas para lidar com o que é novo, mas também para construir algo que não existe, algo diferente, revolucionário ou até mesmo disruptivo. Neste capítulo, vamos pensar para que serve o design thinking e que tipo de inovação ele pode representar.

2.1  aplicações do design thinking

C

ertamente, a abordagem de inovação é uma das aplicações mais interessantes do DT na educação. Mas também visualizamos o DT como metodologia para solução de problemas difíceis ou mal definidos, que possibilite a construção de respostas desejáveis, viáveis e praticáveis, mas não necessariamente inovadoras, no sentido mais clássico do termo.

Adicionalmente, identificamos outra aplicação tão interessante quanto as anteriores para o âmbito da educação, que é o DT como estratégia de ensino-aprendizagem, um tipo específico de metodologia ativa acoplado à aprendizagem baseada em problemas e projetos.

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Medium 9788547214951

R E F E R Ê N C I A S

José Osvaldo de Sordi Editora Saraiva PDF Criptografado

REFERÊNCIAS

ALVES, R. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras.

13. ed. São Paulo: Loyola, 2008.

AYRES, M.; AYRES JÚNIOR, M. BioEstat: aplicações estatísticas nas áreas das ciências biomédicas. Belém: Universidade Federal do Pará, 2007.

BAKER, T.; NELSON, R. E. Creating something from nothing:

Resource construction through entrepreneurial bricolage.

Administrative Science Quarterly, v. 50, n. 3, p. 329-366, 2005.

BANSAL, P.; CORLEY, K. From the Editors – Publishing in AMJ –

Part 7: What’s different about qualitative research? The Academy of Management Journal, v. 55, n. 3, p. 509-513, 2012.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. 4. ed. Lisboa: Edições 70, 2009.

BLACK, T. R. Doing Quantitative Research in the Social Sciences:

An Integrated Approach to Research Design, Measurement and

Statistics. Londres: Sage, 1999.

BURRELL, G.; MORGAN, G. Sociological Paradigms and

Organizational Analysis: elements of the sociology of corporate life. Londres: Heinemann, 1979.

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Medium 9788547215781

Design como profissão

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

Essa brevíssima retomada do conceito é insuficiente para entendermos a complexidade do conceito de design. Por essa razão, nos tópicos seguintes, analisaremos o termo em algumas de suas muitas dimensões – design como profissão, processo, produto e modo de pensar – como destaca a figura a seguir.

figura i.1  As várias dimensões do design

Modo de pensar

Produto

Processo

Profissão

Fonte: elaborada pelas autoras.

Design como profissão

A despeito da recente democratização do design entre as pessoas sem formação específica, essa área só se tornou objeto de uma profissão a partir da crise econômica de 1929 nos Estados Unidos, quando os fabricantes perceberam a relevância do design de produtos para atingirem o sucesso comercial.

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Introdução

Os primeiros designers eram contratados pela indústria como colaboradores autônomos com o objetivo de criar produtos que fossem funcionais e esteticamente atraentes aos consumidores. De lá para cá, o design se desdobrou em uma série de vertentes profissionais, como as que seguem.

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Medium 9788547215781

1.2 origem da expressão design thinking

Andrea Cristina Filatro, Carolina Costa Cavalcanti Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

1.2  origem da expressão design thinking

Antes de nos debruçarmos sobre a origem da expressão, é importante observar que existem divergências entre pesquisadores do campo do design e da administração em relação à gênese dela.

Alguns autores indicam que o design thinking “nasceu” no século passado com Herbert A. Simon, autor de As ciências do artificial6 (publicado originalmente em 1969),7 e Donald Schön, autor de Educando o profissional reflexivo8 (publicado originalmente em 1983). As duas obras apresentam as características do modo de pensar dos designers. Autores do campo da administração, por sua vez, defendem que o conceito foi criado na Universidade de Stanford e na empresa de inovação Ideo no início dos anos 2000.

Tentaremos, no breve histórico a seguir, registrar as contribuições de ambos os campos para a formulação do DT tal como o conhecemos hoje.

1.2.1  A origem do design thinking segundo a área de design

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Grupo A (2165)
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Medium 9788584290581

Capítulo 10 - Regras matemáticas sem sentido para alunos e professores: uma análise sobre a formação docente

Terezinha Valim Oliver Gonçalves, Francisco Cristiano Da Silva Macêdo, Fábio Lustosa Souza Grupo A PDF Criptografado

10

Regras matemáticas sem sentido para alunos e professores: uma análise sobre a formação docente1

Marisa Rosâni Abreu da Silveira e Valdomiro Pinheiro Teixeira Jr.

O

s indicadores da educação básica apontam para o insucesso na aprendizagem dos estudantes na matemática. Por meio de uma pesquisa com estudantes de um Curso de Licenciatura em Matemática em fase final de formação, constatamos que esses futuros professores não obtiveram sucesso com alguns conteúdos matemáticos que ensinarão e que alguns de seus erros são os mesmos dos alunos da educação básica. Neste texto, analisamos as possíveis causas do fracasso desses professores em formação, tais como a filiação às teorias educacionais, a falta de preocupação dos especialistas da educação com a sala de aula, o desprezo de alguns educadores por certos conteúdos matemáticos e, consequentemente, a falta de preparo do professor para ensinar, já que muitas regras matemáticas não lhes apresentam sentido. O referencial teórico que guiou nossas reflexões, quanto ao tratamento da linguagem, é a filosofia da linguagem e da matemática de Ludwig Wittgenstein – que contribui com a ideia de como seguimos e aplicamos regras – e, quanto aos problemas de ensino e de aprendizagem, recorremos às ideias de

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Medium 9788577807826

8. A EMPRESA DE DESIGN

Brigitte Mozota Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

GESTÃO DO DESIGN

NA PRÁTICA

CAPÍTULO 8

A EMPRESA DE DESIGN

Outro aspecto da gestão do design é a gestão de empresas de design. Tendo em vista que existem livros para designers que abordam questões de “como fazer” negócios (como organizar o marketing, escrever contratos e proteger seus projetos), esta obra não se destina a essas áreas. Tampouco aborda os métodos básicos gerais de gestão que se aplicam tanto a empresas de design quanto a outras organizações.

O foco aqui são as ferramentas de gestão específicas para uma empresa de design e os métodos que garantem alta competitividade a uma organização dessa natureza.

O objetivo envolve outros dois: 1) auxiliar as empresas de design a compreender que estratégias lhes estão disponíveis, que competências centrais são necessárias e o que constrói a reputação da empresa; e 2) fornecer aos gerentes de organizações contratantes de serviços de design o conhecimento necessário para selecionar a empresa de design correta. A escolha de uma empresa de design é uma questão crucial para os gerentes, uma vez que a integração do design exerce um grande impacto no desempenho da organização.

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Medium 9788536322964

Capítulo 3. A cidadania se torna competência: avanços e retrocessos

José Gimeno Sacristán, Ángel I. Pérez Gómez, Juan Bautista Martínez Rodríguez, Jurjo Torres Santomé, Félix Angulo Rasco, Juan Manuel Álvarez Méndez Grupo A PDF Criptografado

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A cidadania se torna competência

Avanços e retrocessos

Juan Bautista Martínez Rodríguez

Por que era preciso criar a disjunção entre família e cidade?

Para impedir que a igualdade democrática se infiltrasse na vida privada.

Geneviève Fraisse (2003, p. 144)

A incorporação das competências básicas no currículo, apesar de na Espanha se dar de forma precipitada e de maneira parcial no desenvolvimento da Lei Orgânica da Educação (LOE), e de maneira geral no âmbito universitário, é um primeiro passo para aproximar o sistema educacional espanhol

às exigências internacionais que, por um lado, são de inclinação europeia do sistema educacional e, por outro, de orientação em direção à aprendizagem.

Ambas as decisões ou tendências devem ser analisadas em nosso contexto para identificar de que maneira afetam as decisões curriculares e quem as adotam. Ao mesmo tempo, o governo espanhol assume na legislação (Lei

Orgânica de Educação 2/2006, de 3 de maio) as conclusões dos organismos internacionais, a OCDE e a Comissão Europeia, e se incorpora ao programa para a avaliação internacional dos alunos da própria OCDE (PISA) sobre o ensino e a aprendizagem das competências básicas, como um meio para melhorar a qualidade e a equidade do sistema educacional. (Incorporar as competências básicas ao currículo nasce – de novo – com o olhar em direção

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Medium 9788536313696

18. A Filosofia como Dizer o Indizível

Havi Carel Grupo A PDF Criptografado

○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○

18

A FILOSOFIA COMO

DIZER O INDIZÍVEL

Hilary Lawson

Começar é sempre um negócio enganoso. Como começar a dizer aquilo que ainda não se sabe como dizer? Nesta ocasião o começo é mais enganoso do que o usual. Pois aquilo que desejo dizer é algo que não pode ser dito, algo que não pode ser transmitido; algo que está além de nossas histórias usuais, além de nossos fechamentos usuais. E, no entanto, não estou engajado aqui em algum misticismo vazio, ou em um romantismo emocional a respeito de um outro que não pode ser obtido.

Não, eu sou impulsionado por um poderoso racionalismo , um desejo de ser absolutamente preciso. Além disso, é justamente aquele desejo de ser preciso, de levar a efeito as implicações do meu próprio pensamento, que me leva a me engajar neste aparentemente esotérico gesto.

Argumentarei que a filosofia, desde os seus primórdios, consistiu em uma tentativa de dizer o indizível. Ela tem assim feito não por um engano, mas porque essa é a natureza da filosofia. Ela é o produto da incômoda situação em que nos encontramos. Prosseguirei defendendo que o que tem caracterizado a filosofia durante o século passado aproximadamente foi a percepção explícita dessa situação incômoda. Por sua vez, essa percepção gerou uma variedade de estratégias que têm por objetivo escapar desta situação, porque ela foi percebida como algo que não pode ser tolerado ou prolongado. Não obstante a sofisticação e sutilezas dessas estratégias, concluirei por meio do argumento de que não se trata de uma situação incômoda da qual podemos escapar, e, em vez disso, apresentarei um esboço de um quadro que nos permite render-nos à situação incômoda e endossar a noção de filosofia como o dizer do indizível.

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Medium 9788536324845

Capítulo 4.3 - Dorso Curvo

Sizinio H. Hebert Grupo A PDF Criptografado

4 COLUNA VERTEBRAL

CAPÍTULO 4.3

DORSO CURVO

NILSON RODNEI RODRIGUES

SÉRGIO ZYLBERSZTEJN

PABLO MARIOTTI WERLANG

Cifose é uma curvatura no plano sagital da coluna vertebral em que o ápice da deformidade está localizado na região posterior, ou seja, a concavidade é anterior e a convexidade, posterior. Quando a cifose torácica atinge valores acima dos normais, tem-se a cifose patológica.

SEMIOLOGIA

SINTOMAS

Os pacientes com doença de Scheuermann podem apresentar dor. A queixa inicia na adolescência, e não devido a dor, mas ao aspecto estético que a doença causa.

A dor localiza-se no ápice da deformidade, é do tipo intermitente e não tem irradiação para outro local. Ela pode ser agravada durante o exercício, e são raros os casos de dor intensa e incapacitante. Alguns autores encontraram a presença de dor em até 78% quando a curva envolvia as vértebras LI e LII. A doença inicia na adolescência, durante o período de estirão do crescimento. Quando a dor se localiza na região lombar e a cifose é torácica, deve-se suspeitar de espondilólise lombar, que é mais comum nessa população.

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Grupo A (5)
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Capítulo 5 - A inteligência como um espectro de competências

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A inteligência como um espectro de competências

KATIA SMOLE

>> Debater as teorias que levaram ao conceito atual de inteligências múltiplas.

>> Definir o conceito de inteligências múltiplas criado por Gardner e seus espectros de competência.

>> As diversas teorias relacionadas à inteligência até o conceito atual criado por Gardner.

>> Os espectros de competências e a complementação do espectro pictórico ao musical.

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128 psicologia da educação

A VISÃO PSICOMÉTRICA DA INTELIGÊNCIA

Existem diferentes concepções e tentativas de definir e caracterizar a inteligência. No entanto, a concepção hegemônica ainda está atrelada a um ponto de vista psicométrico ou ao enfoque de testes de inteligência que, como o nome indica, foram elaborados e construídos em torno do intento de medir o rendimento intelectual da maneira mais exata e confiável possível.

Pensar numa forma de classificar as pessoas a partir de suas capacidades intelectuais é uma ideia antiga. Segundo Gould (1991), a tese de que o valor dos indivíduos e dos grupos sociais pode ser determinado por meio da medida da inteligência como quantidade isolada apoia-se em dados provindos inicialmente da craniometria − ou medida do crânio −, cujas bases remontam ao século XII.

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Medium 9788584290840

Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

3

Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

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Medium 9788584290840

Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

2

A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

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Medium 9788584290840

Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

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psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

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Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

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100 psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

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