Artmed (60)
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Medium 9788584291038

Capítulo 5. Brincar, explorar e interagir nos espaços externos das instituições de educação infantil

Maria da Graça Souza Horn Artmed PDF Criptografado

5

Brincar, explorar e interagir nos espaços externos das instituições de educação infantil

A

s crianças hoje, em sua grande maioria, veem-se privadas de desfrutar do espaço ao ar livre e de conviver com a natureza.

Muitas são as razões que corroboram tal evidência: uma sociedade que impõe uma infância que se distancia cada vez mais do brincar com a terra, com a água e com o fogo, elementos que estão presentes na vida ao ar livre; a violência dos centros urbanos; o pouco espaço deixado pelas construções; a identidade da escola infantil com um modelo tradicional que, para ser concebida como local que

“ensina”, deve ter prioritariamente mesas, berços, cadeiras e crianças que “aprendem passivamente”.

Cada vez mais se colocam lajes nos pátios, encurtando-se os horários de se estar nesses locais, com a desculpa de que o fato de as crianças encherem os sapatos com areia, sujarem-se com o barro ou se molharem com a água causa “transtornos e trabalho”.

Também existe a crença de que, para realmente aprenderem o que a escola tem de ensinar, as atividades com lápis e papel, realizadas em mesas, devem ser as mais importantes. Espera-se que a escola aposte na organização de contextos que sejam significativos para as crianças, que as coloquem em relação umas com as outras, que desafiem sua interação com diferentes materiais, que postulem o princípio de que todos os espaços são potencialmente promotores da brincadeira e da interação. Como já afirmamos, tal premissa legitima os eixos das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil − o brincar e o interagir −, que poderão nortear as propostas pedagógicas das instituições de educação infantil, concebendo a criança como protagonista capaz e competente, com muita energia e necessidade de exercitá-la. Isso também deverá acontecer nos espaços externos.

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Medium 9788582714485

Capítulo 4. Montagem de um programa

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Montagem de um programa

Com frequência, converso com treinadores sobre programas de desempenho no esporte. Em geral, a conversa inicia com algo do tipo “Eu uso um pouco do teu método, eu pouco do método de Mark Verstegen e uma combinação de...”. Isso quase sempre soa como um elogio, mas sai de um modo diferente.

Quando se trata de desenvolver novos programas de desempenho ou adotar a totalidade ou partes de programas coexistentes, uma analogia da área da culinária se aplica.

Algumas pessoas conseguem realmente cozinhar; outras precisam de livros e receitas.

Algumas pessoas escrevem livros de receita; outras os leem. Mesmo no mundo dos restaurantes, existem cozinheiros e existem chefes de cozinha. Cozinheiros seguem receitas, chefes as criam.

Então, você é um cozinheiro ou um chefe de cozinha? Se você está montando seu primeiro programa para si mesmo ou para uma equipe, você é um cozinheiro. Ache uma boa receita que satisfaça suas necessidades e siga-a com exatidão. Além disso, na culinária, todo ingrediente em uma receita tem um propósito. A maioria das comidas assadas requer farinha, por exemplo. Você não assaria um bolo e deixaria a farinha de fora, deixaria?

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Medium 9788584290680

Capítulo 9 - Desenvolvendo as habilidades de pensamento e aprendizagem em ciências

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

9

Desenvolvendo as habilidades de pensamento e aprendizagem em ciências

Chris Collier e Rebecca Digby

Jamais se fez uma grande descoberta sem um palpite ousado.

Isaac Newton

Panorama do capítulo

O capítulo introduz as habilidades de pensamento e aprendizagem que se situam no âmago da ciência. Abordagens que preconizam uma experiência prática, com a aplicação de braços e cérebros na busca do desenvolvimento dessas habilidades, são discutidas com referência às pesquisas e à literatura atuais. Em seguida, um estudo de caso sobre duas turmas distintas permite uma análise sobre certas atividades exploradas no contexto da sala de aula. Por fim, são apresentadas sugestões de atividades para o leitor experimentar, exemplificando a aprendizagem e o desenvolvimento das habilidades em ciências. O capítulo encerra com um resumo e uma lista com referências para leitura adicional e com recursos, incluindo materiais e pesquisas com base na internet.

INTRODUÇÃO

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Medium 9788582714485

Capítulo 6. Treinamento para região inferior do corpo

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Treinamento para a região inferior do corpo

As minhas perspectivas sobre o treinamento para membros inferiores mudaram drasticamente desde a publicação da primeira edição deste livro. Durante a última década, passamos de um programa bem convencional orientado ao agachamento livre (back squat) para um programa orientado ao agachamento pela frente (front squat) e, por fim, a um programa centrado, principalmente, em torno de levantamento terra unilateral e variações de agachamento unilateral. Em determinadas situações, primeiro usamos agachamentos bilaterais e levantamentos terra bilaterais, mas a ênfase passou para exercícios mais unilaterais quando se trata de desenvolver a força nos membros inferiores.

A razão primária para essa evolução na estratégia de treinamento da região inferior do corpo é nosso desejo de atingir, com mais objetividade, estas três metas:

■ Ausência de lesões no treinamento. Quase todas as dores nas costas de nossos atletas

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Medium 9788584291038

Capítulo 1. A organização dos espaços e dos materiais e o cotidiano na educação infantil

Maria da Graça Souza Horn Artmed PDF Criptografado

1

A organização dos espaços e dos materiais e o cotidiano na educação infantil

C

onforme já afirmamos anteriormente, as Diretrizes Curriculares da Educação Infantil (BRASIL, 2010), no item 7: organização de tempo, espaço e materiais, destacam que, para a efetivação de seus objetivos, as propostas pedagógicas das instituições de educação infantil deverão prever condições para o trabalho coletivo e para a organização de materiais, espaços e tempos.

Nessa perspectiva, entende-se que o espaço não é simplesmente um cenário na educação infantil. Na verdade, ele revela concepções da infância, da criança, da educação, do ensino e da aprendizagem que se traduzem no modo como se organizam os móveis, os brinquedos e os materiais com os quais os pequenos interagem. Sua construção, portanto, nunca é neutra, pois envolve um mundo de relações que se explicitam e se entrelaçam. A organização do espaço na educação infantil tem como premissa, portanto, o entendimento do espaço como parte integrante do currículo escolar e como parceiro pedagógico do educador infantil, profissional que exerce o importante papel de mediador nesse processo. Para compreender essa dinâmica, é crucial adentrar nos ambientes das creches e pré-escolas para, a partir dessa imersão, construir solidariamente um espaço que reflita a cultura, as vivências e as necessidades dos adultos e das crianças que nele habitam.

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Editora Manole (79)
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Medium 9788520443958

22. Relações multidisciplinares: produção científica em pesquisas sobre cidade

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

22

Relações multidisciplinares: produção científica em pesquisas sobre cidade

Eduardo Guimarães | Bacharel em Letras português‑francês, DL‑IEL/Labeurb Unicamp

INTRODUÇÃO

O objetivo deste capítulo é apresentar uma experiência específica de or‑ ganização multidisciplinar da pesquisa científica em um domínio das ciên‑ cias humanas. Trata‑se da história de pesquisas desenvolvidas sobre cidade, a partir da criação do Laboratório de Estudos Urbanos da Unicamp. O de‑ senvolvimento deste percurso se deu em condições históricas específicas de‑ terminadas pelo desenvolvimento, na Unicamp, de um sistema de centros e núcleos interdisciplinares de pesquisa e pelas condições que se instalaram a seguir, no Brasil, pelo fim da ditadura, criação do Ministério de Ciência e

Tecnologia (MCT) e estabelecimento de condições de financiamento (Finep,

CNPq, Capes e Fapesp, por exemplo) para grupos de pesquisa e grandes pro‑ jetos interinstitucionais, inclusive.

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Medium 9788520438404

8. A sustentabilidade como objeto para o jornalismo

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

8

A  sustentabilidade  como  objeto   para  o  jornalismo

Reges  Schwaab

INTRODUÇÃO

Desde   o   final   do   século   XX,   a   emergência   da   questão   ambiental  se  dá  no  contexto  de  uma  idade  mídia,  nos  termos  de  

Rubim  (2000),  ou  seja,  da  forte  incidência  da  comunicação  na   sociabilidade   e   das   modalidades   de   sua   conexão   com   a   contemporaneidade.   Além   disso,   como   pensa   Schmidt   (2003),   houve  uma  paulatina  politização  da  questão  ambiental,  ocasionada  por  duas  razões.  A  mais  imediata  é  que  não  é  possível  conhecer   as   representações   do   ambiente   “sem   integrar   nelas   o   próprio   discurso   que   as   tornou   tão   politicamente   relevantes   que  passaram  a  merecer  atenção”  (Schmidt,  2003,  p.  393).  Ainda  segundo  a  autora  portuguesa,  o  registro  político  do  discurso   ambiental   organizou   outros   referentes   que   acabaram   por   formar  o  âmbito  global  do  tema,  que  reflete  sua  acolhida  nas  esferas  política  e  empresarial,  por  exemplo,  inclusive  como  resultado   da   atuação   social   de   movimentos   em   prol   do   verde   e   das   evidências   científicas   acerca   da   degradação   ambiental,   suas   causas  e  consequências.  

113

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Medium 9788520433133

2. Infantilização, filisteísmo e indústria cultural

GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo; CASTRO, Susana de Editora Manole PDF Criptografado

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Infantilização, filisteísmo e indústria cultural

Paulo Ghiraldelli Jr.

É fácil ver que os jovens hoje ficam mais tempo jovens, até crian-

ças. Não sob aspectos morais muito específicos, mas intelectual­

mente, tomando isso de modo amplo e geral. Falta-lhes capacidade intelectual para se colocarem no lugar do outro e saírem

de certo egocentrismo. Carecem daquela percepção pós-adoles-

cência que permite a nós todos vermos que o que sabemos não

é mais nem talvez melhor do que o que os mais velhos sabem.

No passado recente, a ampliação de números de anos do que

se entendia por infância ou adolescência tinha uma causa nos

países do Ocidente ou ocidentalizados. Falávamos de certo es-

forço das classes médias de protegerem seus rebentos, até mesmo

mimá-los, dando-lhes condições de se integrarem ao trabalho

só tardiamente. O trabalho, então, seria o fator de “maturidade”.

Essa tese não se sustenta mais. Em vários países emergentes, o

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Medium 9788520434802

13. Bullying

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

13.

Bullying

H

á uma distinção entre bullying e mobbing que é antes europeia que americana. Ambos apontam para a prática da intimidação que varia da conversa ameaçadora à agressividade física. O bullying é mais americano; diz respeito às ameaças de um indivíduo “fortão” ou poderoso a algum menos musculoso ou sem qualquer poder. Não é uma prática incentivada nos Estados Unidos, mas guarda uma característica que, enfim, tem relação com um modo americano antigo de vida. O cultivo da individualidade e de certa “bravura” foram práticas próprias da maneira como a colonização se fez sentir na América.

O mobbing é, antes de tudo, o comportamento agressivo grupal contra um indivíduo. Está relacionado à intimidação mafiosa, é claro, mas, em determinadas situações, não fica longe do que, no limite, em uma situação de acirramento ideológico de

ânimos, pode levar à intimidação de tipo nazista. Nos Estados

Unidos, talvez fosse tomado por alguns praticantes do bullying como covardia – e o covarde e o looser, na América, têm igual

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Medium 9788520443958

3. Universidade Federal do ABC – UFABC: As origens

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

3

Universidade Federal do ABC – UFABC: As origens

Luiz Bevilacqua | Engenheiro Civil, UFABC

INTRODUÇÃO

A criação de uma Universidade que incorpora na sua estrutura pedagógica o novo recorte de organização disciplinar reunindo em novos fios condutores as recentes conquistas científicas é um dos mais eficazes meios de permitir uma educação mais completa recorrendo à convergência disciplinar. Além da reforma pedagógica, para que se consiga de fato uma maior interação entre os diversos atores, torna‑se necessária uma reestruturação administrativa de modo a romper as barreiras departamentais. Finalmente a rígida grade de requisitos de créditos que restringe muito a liberdade de os estudantes escolherem suas próprias carreiras também precisa ser revista. Portanto, um projeto dessa monta requer de seus autores não somente a compreensão do que significa o exercício da convergência disciplinar na educação superior, como, também, a habilidade de criar e viabilizar os mecanismos institucionais para tornar essa prática uma realidade diante de visões e estruturas contrárias.

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Grupo A (1938)
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Medium 9788573077636

3. Caravana e Resta Um

Macedo, Lino de Grupo A PDF Criptografado

APRENDER COM JOGOS E SITUAÇÕES - PROBLEMA

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CARAVANA

História

CARAVANA é o nome designado pela Coluna Brinquedos para identificar um antigo jogo muito conhecido no norte da África (principalmente na Argélia), chamado Kalah, pertencente à “família” dos mancalas. Neste capítulo, serão propostas atividades e análises exclusivamente sobre esta modalidade. No entanto, antes de apresentá-la e como há muitos estudos sobre os mancalas, selecionamos algumas informações interessantes. Do livro Os melhores jogos do mundo (sem data, p.122-125) extraímos os trechos a seguir:

A palavra mancala origina-se do árabe naqaala, que significa mover. Com o tempo, esse termo passou a ser usado pelos antropólogos para designar uma série de jogos disputados num tabuleiro com várias concavidades e com o mesmo princípio de distribuição das peças. A forma pela qual este se realiza está intimamente associada à semeadura. Esse fato, aliado ao local de origem, leva alguns a crer que os jogos da família mancala são talvez os mais antigos do mundo.

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Medium 9788584291328

Questões de 753 a 800

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

MATEMÁTICA

QUESTÃO 753

QUESTÃO 755

100%

(2017) Uma empresa especializada em conservação de piscinas utiliza um produto para tratamento da água cujas especificações técnicas sugerem que seja adicionado 1,5 mL desse produto para cada 1 000 L de água da piscina. Essa empresa foi contratada para cuidar de uma piscina de base retangular, de profundidade constante igual a 1,7 m, com largura e comprimento iguais a 3 m e 5 m, respectivamente. O nível da lâmina d’água dessa piscina é mantido a 50 cm da borda da piscina.

93%

(2012) Maria quer inovar em sua loja de embalagens e decidiu vender caixas com diferentes formatos. Nas imagens apresentadas estão as planificações dessas caixas.

A quantidade desse produto, em mililitro, que deve ser adicionada a essa piscina de modo a atender às suas especificações técnicas é

Quais serão os sólidos geométricos que Maria obterá a partir dessas planificações?

49,50

27,00

32,25

Cilindro, prisma e tronco de cone.

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Medium 9788536317687

13 O desenvolvimento físico dos tenistas infanto-juvenis: possibilidades e riscos

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF Criptografado

O ensino do tênis

221

13

O DESENVOLVIMENTO FÍSICO DOS

TENISTAS INFANTO-JUVENIS:

POSSIBILIDADES E RISCOS

Daniel Pacheco Simões

Carlos Balbinotti

A preparação física exerce um papel determinante na performance no tênis. Trata-se de uma composição formada por aspectos gerais e específicos do rendimento esportivo. Ao longo da carreira do tenista, a interação entre tais aspectos determinará as possibilidades e os riscos relativos, respectivamente, quanto à otimização do desempenho e às possíveis lesões oriundas dos desequilíbrios e encurtamentos da musculatura implicada na prática do tênis. Este capítulo apresenta uma reflexão acerca das bases teóricas da preparação física do tenista, considerando que o tênis é um esporte de natureza assimétrica.

A preparação física ocupa lugar de destaque no incremento da capacidade de rendimento do atleta. Trata-se do desenvolvimento geral das qualidades físicas direta ou indiretamente envolvidas na prática de uma modalidade esportiva específica. Esse conceito de preparação física se diferencia fundamentalmente da expressão treinamento físico, que significa uma atividade mais especificamente orientada para a máxima performance do atleta.

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Medium 9788584290420

Capítulo 2 - O que são e como ensinar as lutas da escola

Luiz Gustavo Bonatto Rufino; Suraya Cristina Darido Grupo A PDF Criptografado

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O que são e como ensinar as lutas da escola

Propostas por Coll et al. (2000), as três dimensões dos conteúdos são uma forma de ampliar a visão sobre as possibilidades de se conceber os conteúdos que devem ser ensinados na escola, expandindo, assim, o papel da educação, indo além de uma ou outra dimensão. Coll et al. (2000) classificam os conteúdos em três dimensões, cada uma respondendo a um questionamento:

• O que se deve saber? (dimensão conceitual);

• O que se deve fazer? (dimensão procedimental);

• Como se deve ser? (dimensão atitudinal).

Zabala (1998) considera que a determinação das finalidades ou dos objetivos da educação, sejam explícitos ou não, é o ponto de partida de qualquer análise da prática. O autor afirma que, para se entender a prática educativa, é necessário que se busquem alguns instrumentos mais definidos. Além da resposta à pergunta “por que ensinar?”, deve-se acrescer a resposta a “o que ensinar?”.

Para Zabala, “conteúdos de aprendizagem” é o termo genérico que responde à pergunta “o que ensinar?”. Mas o que seriam os conteúdos? Este autor entende que conteúdos, de uma maneira ampla, devem ser compreendidos como tudo quanto se tem de aprender para alcançar determinados objetivos que não apenas abranjam as capacidades cognitivas, mas também incluam as demais, como as capacidades motoras, afetivas de relação interpessoal e de inserção social (ZABALA, 1998).

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Medium 9788584291328

Questões de 351 a 400

Rafael Guerra Ortiz Grupo A PDF Criptografado

CIÊNCIAS HUMANAS

O fragmento do discurso dirigido ao parlamentar do Império refere-se às mudanças então em curso no campo brasileiro, que confrontaram o Estado e a elite agrária em torno do objetivo de regulamentar o tráfico interprovincial de cativos para sobrevivência das fazendas. adotar o regime assalariado para proteção da mão de obra estrangeira. financiar a fixação de famílias camponesas para estímulo da agricultura de subsistência. definir uma política de subsídio governamental para o fomento da imigração. fomentar ações públicas para ocupação das terras do interior.

QUESTÃO 351

28%

(2016) A regulação das relações de trabalho compõe uma estrutura complexa, em que cada elemento se ajusta aos demais. A lystiuskUrabalhp é apenas uma das peças dessa vasta engrenagem. A presença de representantes classistas na composição dos órgãos da Justiça do Trabalho é também resultante da montagem dessa regulação. O poder normativo também reflete essa característica. Instituída pela Constituição de 1934, a Justiça do Trabalho só vicejou no ambiente político do Estado Novo instaurado em 1937.

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Grupo A (5)
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Medium 9788584290840

Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

1

Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

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2

psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

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Medium 9788584290840

Capítulo 5 - A inteligência como um espectro de competências

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

5

A inteligência como um espectro de competências

KATIA SMOLE

>> Debater as teorias que levaram ao conceito atual de inteligências múltiplas.

>> Definir o conceito de inteligências múltiplas criado por Gardner e seus espectros de competência.

>> As diversas teorias relacionadas à inteligência até o conceito atual criado por Gardner.

>> Os espectros de competências e a complementação do espectro pictórico ao musical.

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A VISÃO PSICOMÉTRICA DA INTELIGÊNCIA

Existem diferentes concepções e tentativas de definir e caracterizar a inteligência. No entanto, a concepção hegemônica ainda está atrelada a um ponto de vista psicométrico ou ao enfoque de testes de inteligência que, como o nome indica, foram elaborados e construídos em torno do intento de medir o rendimento intelectual da maneira mais exata e confiável possível.

Pensar numa forma de classificar as pessoas a partir de suas capacidades intelectuais é uma ideia antiga. Segundo Gould (1991), a tese de que o valor dos indivíduos e dos grupos sociais pode ser determinado por meio da medida da inteligência como quantidade isolada apoia-se em dados provindos inicialmente da craniometria − ou medida do crânio −, cujas bases remontam ao século XII.

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Medium 9788584290840

Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

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100 psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

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Medium 9788584290840

Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

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Medium 9788584290840

Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

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A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

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psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

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Grupo Gen (199)
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Medium 9788521621324

Parte III - Capítulo 8 - Avaliação de Resultados em Educação Corporativa

RAMAL, Andrea Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 8

Avaliação de Resultados em

Educação Corporativa

Cristina Palmeira

Contextualização

Quantos CEOs, diretores, presidentes, gerentes e governantes (alta administração em geral) já não rejeitaram projetos por julgar que seus custos seriam superiores ao que poderiam agregar ao negócio? Conceitos, técnicas e tecnologias apresentadas neste livro sobre Educação

Corporativa por vezes geram questionamentos por parte daqueles que a patrocinam, por apresentarem custos, mas nem sempre claramente seus resultados.

Na aprovação de uma nova solução educacional, muitos profissionais ainda hoje enfrentam frustração por não poder explicitar para a organização os impactos positivos ou os prejuízos a evitar com sua aplicação, ou, ainda, as competências que poderiam ser estimuladas para sua sustentabilidade. Quantos programas já não foram suspensos por esse mesmo motivo?

Foi com a necessidade de provar o retorno do investimento em treinamento que o tema vem ganhando destaque em discussões, congressos, pesquisas acadêmicas, publicações, ao longo dos 10 últimos anos, e hoje já podem ser colhidos exemplos em órgãos de educação corporativas de instituições públicas e privadas.

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Medium 9788597011906

11 - Encenando o ambiente de negócios: a representação teatral como técnica pedagógica

LEAL, Edvalda Araújo; MIRANDA, Gilberto José; NOVA, Silvia Pereira de Castro Casa Grupo Gen PDF Criptografado

11

Encenando o ambiente de negócios: a representação teatral como técnica pedagógica

CINTIA RODRIGUES DE OLIVEIRA MEDEIROS

Z A N D R A C R I S T I N A L I M A S I LVA QU E I R O Z

Todo teatro é necessariamente político, porque políticas são todas as atividades do homem, e o teatro é uma delas.

AUGUSTO BOAL

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Capítulo 11

1. Introdução

Neste capítulo, procuramos discutir a dramatização como estratégia de ensino na

área de negócios, focalizando a representação de peças teatrais. A dramatização é um recurso técnico originado do teatro, que se fundamenta no psicodrama, e constitui-se em método para o desenvolvimento de habilidades mediante o desempenho de atividades em situações semelhantes

àquelas que seriam realizadas na vida

A dramatização é um recurso real.1 É também uma experiência de técnico originado do teatro, que aprendizagem baseada na apropriação se fundamenta no psicodrama, de práticas da cena teatral que busca e constitui-se em método para o explorar os tipos de competências.2 desenvolvimento de habilidades

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Medium 9788522478392

Parte I - 5 Fases da elaboração dos trabalhos de graduação

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF Criptografado

5

Fases da elaboração dos trabalhos de graduação

5.1 Escolha do tema

A escolha do tema é fator de máxima importância, pois dela depende o bom

êxito do trabalho a ser desenvolvido. Bons temas podem surgir de leituras realizadas, muitas vezes para outras pesquisas, ou de artigos de revistas e jornais; de conversações ou de comentários sobre trabalhos de colegas; de debates e seminários; de experiências pessoais ou da curiosidade sobre determinado assunto ou ainda das reflexões acerca de algum tópico abordado nas diferentes disciplinas do curso. A consulta a catálogos de editoras, fichários de bibliotecas, verbetes de enciclopédias ou de dicionários especializados oferece sugestões aproveitáveis para temas de trabalhos ou pesquisas.

Muitas vezes, vale a pena fazer uma pesquisa exploratória, isto é, verificar se há possibilidade de elaborar um bom trabalho sobre determinado tema. Essa verificação começa pela bibliografia a respeito do assunto; é preciso pesquisar se há fontes fidedignas e de fácil acesso. Pode ocorrer que as fontes de pesquisa se constituam de livros raros, esgotados, de obras publicadas em outro idioma, de preço muito elevado e que não fazem parte do acervo das bibliotecas que podem ser facilmente consultadas. O acesso a uma boa bibliografia é requisito indispensável para a realização de um bom trabalho.

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Medium 9788521630463

PARTE II – 14 - DELINEAMENTO EXPERIMENTAL

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF Criptografado

14

C apítulo

Delineamento experimental

MAKILIM NUNES BAPTISTA E PAULO ROGÉRIO MORAIS

Neste capítulo os autores tentarão explicar, de forma simples, como desenvolver um delineamento experimental, definindo e utilizando primeiramente exemplos simples por pontos de explicação para depois criar um exemplo completo do que se deve pensar para o desenvolvimento de uma pesquisa experimental. Diversos conceitos precisam ser explorados antes da exemplificação para que o profissional ou aluno possam ir criando intimidade com os conceitos ou fixá-los de forma mais efetiva. Mesmo que você já tenha certa familiaridade com o delineamento em questão, não custa testar seus conhecimentos, para verificar se não esqueceu de nada no planejamento de uma pesquisa. Os termos mais importantes, no decorrer do capítulo, estão em negrito para que você se lembre deles na execução de qualquer planejamento de pesquisa.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO DELINEAMENTO EXPERIMENTAL

Delineamentos experimentais não precisam necessariamente ocorrer dentro de um laboratório; eles podem ocorrer também em situações do cotidiano. A pesquisa experimental, também chamada de ensaio clínico randomizado nas ciências médicas (clinical trial), tem a pretensão de estabelecer relações de causa-efeito, geralmente em condições ideais. Isso quer dizer que é o único delineamento que realmente pode demonstrar que uma mudança em uma variável X provocou uma mudança previsível e pré-planejada em outra variável Y, podendo-se considerar o delineamento mais complexo e minucioso de ser planejado, exigindo do pesquisador uma vasta experiência em pesquisa, bem como um profundo conhecimento do problema a ser pesquisado. Os ensaios clínicos controlados randomizados podem ser considerados um dos métodos de pesquisa mais avançados, com maior desenvolvimento no século XX, considerado um estudo de intervenção prospectivo.

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Capítulo 4 - A Corrente Marxista: Karl Marx, Antonio Gramsci e Louis Althusser

MARQUES, Silvia Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

A Corrente Marxista: Karl Marx,

Antonio Gramsci e Louis Althusser

Quebrando o gelo

Escreva um pequeno texto (10 linhas/Arial 12) utilizando o seu conhecimento de mundo sobre a importância da escola para as pessoas. Use exemplos da sua vida. Reflita sobre os ensinamentos recebidos. De que forma as disciplinas escolares o ajudaram a crescer e a se desenvolver como ser humano? Quais atividades despertaram alguma vocação ou habilidade especial?

Colocando em pratos limpos

Quais foram as contribuições de Marx, Engels, Gramsci e Althusser para a escola de hoje?

Quais eram os pontos em comum entre o pensamento de Marx e Gramsci?

Principais conceitos

Como você viu no capítulo anterior, Durkheim via na escola uma ferramenta de socialização.

Enfim, por meio dela os alunos aprendem a viver harmoniosamente em sociedade, cientes do lugar que ocupam.

Para Marx, a coisa era um pouco diferente. O sociólogo, economista, militante político e, por que não, filósofo alemão, acreditava que a escola precisava ser entendida no contexto da sociedade e, como Durkheim, via esta como algo exterior aos indivíduos, algo que paira sobre todos nós. Na visão de Marx a escola podia oprimir ou emancipar as pessoas, dependendo da educação oferecida.

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