Artmed (63)
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Medium 9788584291038

Capítulo 1. A organização dos espaços e dos materiais e o cotidiano na educação infantil

Maria da Graça Souza Horn Artmed PDF Criptografado

1

A organização dos espaços e dos materiais e o cotidiano na educação infantil

C

onforme já afirmamos anteriormente, as Diretrizes Curriculares da Educação Infantil (BRASIL, 2010), no item 7: organização de tempo, espaço e materiais, destacam que, para a efetivação de seus objetivos, as propostas pedagógicas das instituições de educação infantil deverão prever condições para o trabalho coletivo e para a organização de materiais, espaços e tempos.

Nessa perspectiva, entende-se que o espaço não é simplesmente um cenário na educação infantil. Na verdade, ele revela concepções da infância, da criança, da educação, do ensino e da aprendizagem que se traduzem no modo como se organizam os móveis, os brinquedos e os materiais com os quais os pequenos interagem. Sua construção, portanto, nunca é neutra, pois envolve um mundo de relações que se explicitam e se entrelaçam. A organização do espaço na educação infantil tem como premissa, portanto, o entendimento do espaço como parte integrante do currículo escolar e como parceiro pedagógico do educador infantil, profissional que exerce o importante papel de mediador nesse processo. Para compreender essa dinâmica, é crucial adentrar nos ambientes das creches e pré-escolas para, a partir dessa imersão, construir solidariamente um espaço que reflita a cultura, as vivências e as necessidades dos adultos e das crianças que nele habitam.

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Medium 9788584290642

Capítulo 17 - O atelier: uma conversa com Vea Vecchi

Edwards Carolyn; Gandini Lella; Forman George Artmed PDF Criptografado

17

O atelier: uma conversa com Vea Vecchi1

Lella Gandini

��������ͩͯ

elier: A Conversation

Gandini: Por favor, conte sobre como with VeaoVecchi atelier começou.

Vecchi: Na década de 1960, Loris

Malaguzzi introduziu um atelier em cada

Lella Gandini pré-escola em Reggio Emilia, junto com um professor com formação em artes.

Essa era uma escolha incomum, mas col us how the atelier began. rajosa,introduced já que,annaquela

1960s, Loris Malaguzzi atelier intoépoca, every bem como representava declaração forte io Emilia, along hoje, with a teacher with an art uma background. oice but a brave one, for then, asda now,importância it represented a atribuída à e tangível ment of the importance attributed toàimagination, creativ-à expressiviimaginação, criatividade, aesthetics in the educational processes of development dade e à estética nos processos educacioAs Malaguzzi said: nais do desenvolvimento e da construção become part of a complex design and, at the same time, an de conhecimento. Como Malaguzzi dizia: ng, or better, for digging with one’s own hands and one’s

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Medium 9788584290680

Capítulo 1 - Estruturas de pensamento

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

1

Estruturas de pensamento

Anitra Vickery

Não posso ensinar nada a ninguém; só posso fazê-los pensar.

Sócrates

Panorama do capítulo

Durante muitos anos, o currículo dos anos iniciais enfatizou a aprendizagem passiva, e a criança era considerada um recipiente vazio que precisava ser preenchido com conhecimentos por meio de uma abordagem didática.

Incentivar as crianças a serem ativas em relação à própria aprendizagem e ao desenvolvimento da cognição e da metacognição exige uma pedagogia muito diferente, uma pedagogia que saliente as habilidades de pensamento gerais.

O desenvolvimento explícito das habilidades de pensamento pode ser oferecido de maneiras diferentes: por meio de programas concebidos especificamente e acrescentados ao currículo normal, do direcionamento do pensamento e do raciocínio a disciplinas específicas e de permear o currículo normal com a identificação e a criação de oportunidades em todas as aulas. Seja qual for a abordagem escolhida, o objetivo será permitir que as crianças participem ativamente no pensamento e na aprendizagem de alta qualidade. Esforços para tornar a habilidade de pensamento uma característica central do currículo têm encontrado resistência. Existem opiniões rivais quanto a se as habilidades de pensamento podem ser ensinadas ou se elas são mais bem desenvolvidas por meio do conteúdo das disciplinas, e certos setores questionam se o ensino das habilidades de pensamento é um objetivo curricular legítimo.

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Medium 9788582714485

Capítulo 9. Treinamento pliométrico

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Treinamento pliométrico

O treinamento para potência pode ser a parte mais importante do treinamento. Primeiramente, a força final deve ser obtida para permitir a produção de potência e velocidade. Os aumentos na força que não produzem um aumento simultâneo na potência são de uso limitado, em particular nos esportes sem contato. Com frequência, atletas gastam muito tempo com treinamento de força e pouco tempo treinando potência.

A questão não é “Devemos treinar potência?”, e sim “Como treinamos potência?”.

Em um mundo perfeito, com um atleta saudável, o treinamento de potência é feito de várias maneiras. Pliométricos, arremessos de medicine balls (Cap. 7) e levantamentos olímpicos (Cap. 10) são todos modos efetivos pelos quais se desenvolve produção de potência. Cada método pode ser essencial na criação de um atleta forte e todos têm seu lugar em um programa bem-projetado. O melhor programa usa um pouco de cada um dos seguintes três métodos.

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Medium 9788584291038

Capítulo 4. Brincar, explorar e interagir nos diferentes espaços das instituições de educação infantil

Maria da Graça Souza Horn Artmed PDF Criptografado

4

Brincar, explorar e interagir nos diferentes espaços das instituições de educação infantil

U

ma importante reflexão remete-nos a considerar que a organização dos espaços não se restringe às salas de atividades. Entende-se que todos os espaços da instituição de educação infantil educam, e os postulados teóricos até aqui apontados são válidos para a sua organização. Desde o hall de entrada, os corredores, a cozinha, o refeitório, os banheiros e as salas de atividades múltiplas até os pátios internos e externos, o princípio norteador de sua organização é convidar as crianças a estar neles, a acolhê-las, a permitir estar junto uns com os outros. Em todos eles, destacam-se as necessidades afetivas, fisiológicas, de autonomia, de movimento, de socialização, de descoberta, de exploração e conhecimento que elas possuem. Portanto, todos esses espaços e ambientes devem facilitar o crescimento infantil em todas as suas potencialidades, respondendo às necessidades da criança de se sentir completa em termos biológicos e culturais.

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Editora Manole (125)
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Medium 9788520430460

1. Histórico, fundamentos filosóficos e teórico-metodológicos da interdisciplinaridade

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

1

Histórico, fundamentos filosóficos e teórico-metodológicos da interdisciplinaridade

Augusta Thereza de Alvarenga | Socióloga, FSP–USP

Arlindo Philippi Jr. | Engenheiro sanitarista, FSP–USP

Américo Sommerman | Cientista da Educação, UFBA

Aparecida Magali de Souza Alvarez | Psicóloga, FSP–USP

Valdir Fernandes | Sociólogo, Centro Universitário Franciscano do Paraná

Introdução

A discussão do tema interdisciplinaridade inscreve-se no amplo movimento de reflexão crítica sobre o tipo de avanço da ciência e da tecnologia no mundo moderno, associado ao que conhecemos como tecnociência. Trata-se

– em relação a esse avanço – de repensar suas implicações no homem e no planeta, em razão da ambivalência de seus resultados, que trazem benefícios, mas igualmente riscos. Tal ambivalência decorre, segundo Morin (1996; 2000), do fato dessa tecnociência passar a comandar o futuro das sociedades, sem comandar a si própria. Para esse autor, isso se deve não somente pela constatação de que o poder gerado pela tecnociência encontra-se reconcentrado nos poderes econômicos e políticos, mas, também, por esta avançar desvinculada de reflexão própria – reflexão de natureza filosófica – sobre os efeitos negativos que a produção e a aplicação de seu conhecimento geram, o que caracterizaria a existência, nesse cenário, de uma ciência sem consciência.

Conforme afirma Fernandes (2008, p. 9):

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Medium 9788520430460

26. Construção da interdisciplinaridade para a inovação

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

26

Construção da interdisciplinaridade para a inovação

Vinícius Medina Kern| Engenheiro civil, EGC–UFSC

Mauricio Uriona Maldonado| �Engenheiro industrial, NGS–EGC-UFSC

Patrícia de Sá Freire| Pedagoga, EGC–UFSC

Roberto Carlos dos Santos Pacheco| �Engenheiro civil, UFSC

A

interdisciplinaridade convive há cerca de cinco décadas com um su­ cesso retórico concomitante a um bloqueio pragmático intenso e a uma realidade de crescente fragmentação dos saberes científicos (Wein­ gart, 2000), inclusive no Brasil. O desempenho econômico de um país é amplamente reconhecido como consequência de sua capacidade inova­ dora (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico –

OCDE, 1997a). No Brasil, inclusive, a inovação tecnológica passou a fazer parte do noticiário e da agenda governamental, embora os resultados con­ cretos ainda sejam tímidos, malgrado iniciativas e políticas públicas im­ plantadas.

Neste capítulo, sintetizamos características promotoras e inibidoras da pesquisa interdisciplinar e da inovação tecnológica como fenômenos comple­ xos e traçamos um paralelo entre esses fenômenos. Por fim, discutimos os desafios da interdisciplinaridade no Brasil e as perspectivas de avanço, em especial em sua relação com a inovação.

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Medium 9788520428405

13. A Política Educacional de Lula

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 13

A Política Educacional de Lula

O programa de governo e as realizações

Fernando Henrique Cardoso tinha tudo para ser Presidente. E o destino se cumpriu. Luiz Inácio Lula da Silva nada tinha para ser Presidente. Tornou-se presidente contra o destino. Nascido no Nordeste, ele chegou a São Paulo em situação difícil e passou os dissabores conhecidos pelos retirantes. Melhorou sua vida quando se tornou operário metalúrgico. Conheceu o sindicalismo e veio a ser líder das greves no ABC paulista em final dos anos 1970, que modificaram a vida do país. Com colegas do trabalho e da vida sindical, associado a grupos de militantes de esquerda, da Igreja Católica e grupos de intelectuais fundou o Partido dos Trabalhadores (PT). A idéia transmitida na época, com a criação do PT, era a de uma renovação da esquerda – um projeto que seria diferente da chamada esquerda tradicional, representada pelos partidos comunistas (PCB e PC do B).

Lula nunca foi socialista ou comunista. Líder carismático e dedicado, em

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Medium 9788520430460

13. Desafios e experiências do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Modelagem Computacional da UERJ

PHILIPPI JR., Arlindo; SILVA NETO, Antônio J. Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

13

Desafios e experiências do

Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Modelagem Computacional da UERJ

João Flávio Vieira de Vasconcellos | Engenheiro mecânico, IPRJ-UERJ

Ivan Napoleão Bastos | Engenheiro metalúrgico, IPRJ-UERJ

Hermes Alves Filho | Engenheiro eletricista, IPRJ-UERJ

Roberto Aizik Tenenbaum | Engenheiro mecânico, IPRJ-UERJ

O

Instituto Politécnico do Rio de Janeiro (IPRJ), localizado na cidade de

No­va Friburgo, foi incorporado à Universidade do Estado do Rio de

Janeiro (UERJ) no ano de 1993; em 1995, foi implantado o Programa de Pós-Graduação em Modelagem Computacional (PPGMC). O curso de mestrado do referido programa foi recomendado pela Capes em 1996 e o de doutorado em 1999, tendo formado 122 mestres e 34 doutores1. No triênio

2004-2006, quando da última avaliação realizada pela Coordenação de

Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o programa obteve conceito cinco para os cursos de mestrado e doutorado. No triênio anterior,

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Medium 9788520436134

2. Uma abordagem multidisciplinar para educação física

VIRGILIO, Stephen J. Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

2

Uma abordagem multidisciplinar para educação física

“Perguntaram a dois lapidadores de pedra o que eles estavam fazendo.

O primeiro respondeu: ‘Estou cortando esta pedra em blocos’.

O segundo disse: ‘Faço parte de uma equipe que está construindo uma catedral’.”

Autor desconhecido

N

os Estados Unidos, mais de 97% das crianças na faixa etária de 5 a 12 anos estudam em escolas de ensino fundamental particulares ou públicas. Isso cria uma grande oportunidade para as escolas atuarem como local primário para reversão das tendências negativas dos comportamentos de saúde das crianças. Infelizmente, muitas crianças não têm aulas de educação física na escola em quantidade suficiente para impulsionar alguma mudança significativa.

No ensino fundamental, as crianças frequentam em média duas aulas de educação física por semana, com duração aproximada de 30-40 minutos. É evidente que falta tempo para desenvolver comportamentos de saúde positivos nas crianças, em longo prazo. Segundo a National

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Editora Saraiva (69)
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Medium 9788547223120

2.5 Justificativa

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

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G U IA P R ÁT IC O PARA E LABORA Ç Ã O D E M O NO G RAF I A S , D I S S ERTA ÇÕ E S E TES E S E M A D M I NI S TRA ÇÃ O

A quinta delimitação dar-se-á em razão da legislação e da regulamentação sanitária impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em virtude de o transporte ser de produtos perecíveis, além de não ser uma prática comum no mercado, é proibido o transporte de produtos com datas vencidas. Sendo assim, neste trabalho não será abordada a logística reversa.

2.5 Justificativa

A justificativa, como o próprio nome indica, é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é relevante, dado o contexto no qual se insere. Exalta a importância do tema a ser estudado, explicando a necessidade de se levar a efeito tal empreendimento. Sua função é evidenciar a relevância, a originalidade, a importância e a atualidade da pesquisa em questão. Isso significa que o pesquisador deve enfatizar o valor do seu estudo diante dos objetivos propostos. 

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Medium 9788547223120

4.5 Universo e amostra

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Mé todo d e p es q u isa 1 2 9

e explicitado pelo pesquisador, visto que é o elemento-chave para o sucesso da pesquisa.

A quarta etapa, após a aplicação do método, consiste na análise dos resultados obtidos. Uma vez que as três etapas iniciais tenham sido cumpridas e, portanto, seus elementos estejam bem alinhados, a quarta fase deve fluir naturalmente ao longo do processo de pesquisa.

A quinta e última etapa, as considerações finais, deve fechar o trabalho, contribuindo para sua coerência intrínseca, resgatando, assim, a pergunta de pesquisa e discutindo como ela pode ser respondida por meio dos resultados obtidos. Ademais, deve-se discutir quanto e de que forma os objetivos específicos e o objetivo geral foram atingidos ao final do trabalho.

Independentemente da linha epistemológica do pesquisador, quer seja positivista, quer seja crítica, a questão da coerência intrínseca da pesquisa

é um elemento-chave para a validade da investigação. Assim, deve ser tratada com muito cuidado pelo pesquisador, a fim de que seu trabalho tenha boa qualidade.

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Medium 9788547215781

o pensamento de designna educação

CAVALCANTI, Carolina Costa; FILATRO, Andrea Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

Assim, a chave para um “pensamento de design” é a cocriação, pela articulação de pessoas de diferentes áreas de atuação e competências, que geram os melhores resultados em qualquer tipo de atividade.

Adicionalmente, se pensarmos na própria evolução do design, veremos que, à medida que os princípios de design passam a transitar por diferentes áreas, o trabalho individual vai sendo complementado e até substituído pelo trabalho colaborativo. Por conseguinte, quando o design em geral e o design thinking como abordagem específica são aplicados a uma maior variedade e complexidade de problemas e contextos de inovação, é certo que profissionais de diversas áreas atuem em conjunto para o desenvolvimento de novas ideias, processos, estratégias,

O PENSAMENTO DE DESIGN TEM MUITO A CONTRIBUIR produtos e serviços.

o pensamento de design na educação

PARA O CAMPO DA EDUCAÇÃO POR ESTIMULAR

A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS, A INOVAÇÃO E A

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Medium 9788547223120

3.1 Revisão bibliográfica e referencial teórico

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

74

G U IA P R ÁT IC O PARA E LABORA Ç Ã O D E M O NO G RAF I A S , D I S S ERTA ÇÕ E S E TES E S E M A D M I NI S TRA ÇÃ O

trabalhos com uma fraca revisão da literatura, os quais ignoram artigos de revistas internacionais, por exemplo, ou estão baseados em livros pouco atuais, que não refletem o conhecimento atual de um tema, ou, ainda, que desconsideram alguns autores importantes, tidos como referência em dado assunto. Não é por menos que esse capítulo é frequentemente considerado um dos pontos mais fracos em monografias, dissertações e teses.

A má qualidade da revisão bibliográfica compromete todo o estudo, já que ela não constitui um capítulo isolado, mas tem como foco central “iluminar o caminho a ser trilhado pelo pesquisador, desde a definição do problema até a interpretação dos resultados”.2

Embora geralmente as instituições de ensino não estabeleçam um número mínimo e máximo de páginas para esse capítulo, espera-se que ele tenha em torno de 30 a 50 páginas, no caso de ser um mestrado ou um doutorado, e sua escrita provavelmente demandará do pesquisador meses ou até mesmo anos de dedicação. Mas isso, claro, dependerá da complexidade do tema, da maturidade científica e do tempo disponível do pesquisador, bem como da exigência do orientador, podendo haver grande variação.

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Medium 9788547223120

7.2 Referências bibliográficas

NIELSEN, Flávia Angeli Ghisi ; OLIVO, Rodolfo ; MORTILHAS, Leandro José Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Citaçõe s e r ef er ênci a s 1 9 1

7.2 Referências bibliográficas

Consistem na relação de todas as obras explicitamente citadas pelo pesquisador em seu texto (e não apenas lidas), com a finalidade de informar a origem das ideias apresentadas, facilitando a localização dos documentos originais, caso o leitor tenha interesse em verificá-los.

Embora muitos considerem um “exagero acadêmico” a seção de referências bibliográficas, pelo excesso de regras envolvidas, esse rigor estabelece uma padronização mínima para que as obras citadas sejam efetivamente localizadas,28 garantindo a qualidade da apresentação dos trabalhos científicos, bem como o desenvolvimento lógico do seu conteúdo, além de facilitar o reconhecimento, o entendimento e a utilização desses estudos.

As referências bibliográficas representam o último elemento do corpo de um trabalho científico e devem obedecer às normas vigentes estabelecidas pela instituição de ensino. Conforme discutido anteriormente, este capítulo aponta e exemplifica as normas da ABNT (NBR 6023,29 para o caso específico das referências bibliográficas).

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Grupo A (2803)
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Medium 9788584290420

Capítulo 1 - O conteúdo das lutas e a cultura corporal

Luiz Gustavo Bonatto Rufino; Suraya Cristina Darido Grupo A PDF Criptografado

1

O conteúdo das lutas e a cultura corporal

As lutas fazem parte da cultura corporal, ou seja, são práticas historicamente importantes e que acompanharam os seres humanos ao longo do tempo, sendo uma das mais elementares manifestações dessa cultura. Assim como as danças, as atividades rítmicas, os esportes, os jogos, as atividades circenses, as ginásticas, dentre outras, as lutas são manifestações inseridas na esfera da cultura corporal, fazendo parte do modo de ser das pessoas e das sociedades de diferentes formas, ao longo da história. É preciso permitir ao aluno o contato e vivências significativas com esses conteúdos, possibilitando-os articular reflexões críticas sobre essas práticas e sobre o mundo em que vivem.

Darido e Souza Júnior (2007) destacam que a área da educação física escolar ultrapassa a ideia de estar voltada apenas para o ensino do gesto motor correto, que, por sua vez, também não precisa ser desconsiderado. Porém, muito mais do que isso, cabe ao professor de educação física problematizar, interpretar, relacionar e analisar com seus alunos as amplas manifestações da cultura corporal, de tal forma que estes compreendam os sentidos e os significados impregnados nas práticas corporais.

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Medium 9788577808496

Capítulo 15 - Implementando propriedades para acessar campos

John Sharp Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 15

Implementando propriedades para acessar campos

Neste capítulo, você vai aprender a:

■ Encapsular campos lógicos utilizando propriedades.

■ Controlar o acesso de leitura às propriedades declarando métodos de acesso get.

■ Controlar o acesso de gravação às propriedades declarando métodos de acesso set.

■ Criar interfaces que declaram propriedades.

■ Implementar interfaces que contêm propriedades utilizando estruturas e classes.

■ Gerar propriedades automaticamente com base em definições de campo.

■ Utilizar propriedades para inicializar objetos.

As duas primeiras partes deste livro apresentaram a sintaxe básica da linguagem C# e mostraram como utilizar o C# para criar novos tipos empregando estruturas, enumerações e classes. Você viu também como o runtime gerencia a memória utilizada pelas variáveis e pelos objetos quando um programa é executado e agora deve entender o ciclo de vida dos objetos do C#. Os capítulos da Parte

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Medium 9788536307572

16. Colaboração lar-escola

José Pacheco, Rósa Eggertsdóttir, Gretar L. Marinósson Grupo A PDF Criptografado

16

Colaboração lar-escola

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

O termo colaboração entre o lar e a escola refere-se à cooperação entre o pessoal da escola e os pais, objetivando melhorar a maturidade geral e o bemestar emocional dos alunos, assim como o entendimento mútuo de ambos os grupos. Após trabalhar com este capítulo, o leitor terá lidado com vários aspectos desse assunto. Ele estará familiarizado com:

• vários pontos de vista relativos à colaboração entre a escola e os pais em várias etapas, desde a preparação dos alunos para a educação escolar até o final de sua carreira escolar;

• como criar um plano de implementação sobre a colaboração entre o lar e a escola em conjunto com os pais;

• a importância de os professores tomarem a iniciativa para estabelecer a colaboração e assumir uma certa responsabilidade por ela;

• o propósito da colaboração, assim como as expectativas dos professores e dos pais quanto a ela;

• a importância da colaboração quando mudanças drásticas ocorrem na educação escolar de um aluno;

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Medium 9788536324838

Introdução

John Palfrey; Urs Gasser Grupo A PDF Criptografado

INTRODUÇÃO

V

ocê os vê em toda parte. A garota adolescente com o iPod, sentada à sua frente no metrô, digitando freneticamente mensagens em seu telefone celular. O inteligente garoto estagiário de verão do seu escritório, a quem você pede ajuda quando o seu programa cliente de e-mail falha. A garota de

8 anos que consegue bater você em qualquer videogame – e também digita muito mais rápido do que você. Até a sua sobrinha recém-nascida em Londres, que você ainda não conheceu, mas a quem já está ligado devido à série de fotos digitais que chegam toda semana.

Todos eles são Nativos Digitais. Todos nasceram depois de 1980, quando as tecnologias digitais, como a Usenet e os Bulletin Board Systems, chegaram online. Todos eles têm acesso às tecnologias digitais. E todos têm habilidades para usar essas tecnologias. (Exceto o bebê – mas ela logo vai aprender.)

É provável que você tenha ficado impressionado diante de algumas habilidades destes Nativos Digitais. Talvez seu jovem assistente tenha mostrado uma hilária sátira política online que você jamais encontraria sozinho, ou tenha apresentado materiais que fazem seus slides do PowerPoint parecerem medievais. Talvez seu filho tenha “Photoshopado” uma nuvem de uma foto de férias familiares e a transformado no cartão de natal perfeito. Talvez aquela garota de 8 anos tenha feito sozinha um vídeo engraçado que dezenas de milhares de pessoas assistiram no YouTube.

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Medium 9788536315607

10. Obsessões por sujeira, germes ou contaminação; nojo; compulsõespor limpeza, lavagens excessivas e evitações (exagerar o risco)

Aristides V. Cordioli Grupo A PDF Criptografado

parte III

Vencendo o transtorno obsessivo-compulsivo | 111

A terapia cognitivo-comportamental no tratamento dos diferentes sintomas do TOC

Capítulo 10

OBSESSÕES POR SUJEIRA, GERMES OU CONTAMINAÇÃO;

NOJO; COMPULSÕES POR LIMPEZA, LAVAGENS

EXCESSIVAS E EVITAÇÕES (EXAGERAR O RISCO)

O

bsessões e compulsões relacionadas com sujeira, nojo e contaminação, assim como rituais de limpeza são sintomas muito comuns no TOC e provocam grande interferência nas rotinas do paciente e na vida familiar. Vamos descrever esses sintomas, comentar um pouco sobre os fatores relacionados ao seu aparecimento e à sua manutenção, identificar os pensamentos automáticos e as crenças distorcidas (exagerar o risco) que estão por trás dessas manifestações e aprender a utilizar as técnicas comportamentais de exposição e prevenção de respostas (EPR) e técnicas cognitivas para tratá-los.

Preocupar-se demasiadamente com sujeira, germes, venenos ou contaminação, ter compulsões por limpeza, realizar lavagens excessivas e evitar o contato com determinados objetos, substâncias ou locais estão entre os sintomas mais comuns do TOC. Um estudo com 431 pacientes verificou que

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Grupo A (15)
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Medium 9788584290840

Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador, Carles Monereo, Urie Bronfenbrenner, José A. Castorina, Ricardo J. Baquero, John Heron, Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

4

Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

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100 psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

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Medium 9788584291151

Capítulo 10 - Metodologias ativas de aprendizagem: elaboração de roteiros de estudos em "salas sem paredes"

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

10

Metodologias ativas de aprendizagem: elaboração de roteiros de estudos em “salas sem paredes”

Célia Maria Piva Cabral Senna

Sarah Papa de Morais

Daniela Zaneratto Rosa

Amélia Arrabal Fernandez

Diferentemente da educação do passado, a escola de hoje precisa articular diversos saberes e práticas metodológicas de ensino para garantir a aprendizagem de seus estudantes. Além de expandir o potencial criativo de crianças e jovens, as instituições de ensino do século XXI têm a tarefa de abrir suas portas e estabelecer parcerias e vínculos com as famílias e comunidades onde estão inseridas. Ou seja, a criança que entra na escola hoje não pode encontrar a mesma estrutura pedagógica de quando estudaram seus avós.

Nesse contexto, surgem escolas centradas no estudante. As escolas tradicionais têm buscado incluir novas propostas metodológicas e o uso da tecnologia, mas normalmente acabam focando na preparação para provas. Além disso, o conceito de liberdade proporcionado ao estudante é limitado, e as aulas acabam repetindo o antigo modelo pouco motivador que “entra por um ouvido e sai pelo outro”.

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Medium 9788584291151

Capítulo 6 - Construção de jogos e uso de realidade aumentada em espaços de criação digital na educação básica

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

6

Construção de jogos e uso de realidade aumentada em espaços de criação digital na educação básica1

Helena Andrade Mendonça

A reflexão sobre o uso de tecnologias digitais em uma escola pode ocorrer de diversas formas: a partir das tecnologias como foco de estudo, como apoio a uma prática pedagógica e como recursos ubíquos da sociedade atual, que causam grande impacto nas relações sociais e profissionais, entre outros. Neste trabalho, as ações relatadas acontecem em espaços de criação digital abertos em uma escola de educação básica,2 com foco no estudo sobre as tecnologias digitais e na exploração de suas possibilidades de uso. Um dos principais objetivos das atividades é a apropriação crítica e participativa dos recursos tecnológicos mobilizados (BUZATO, 2010).

Esta análise tem como uma das referências as teorias dos novos e multiletramentos

(KALANTZIS; COPE, 2009; MONTE MOR, 2013) e como material de investigação atividades de programação com o aplicativo Scratch e de criação de um jogo de caça ao tesouro com realidade aumentada, ambas realizadas com alunos do ensino fundamental.

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Medium 9788584291151

Capítulo 8 - O professor autor e experiências significativas na educação do século XXI: estratégias ativas baseadas na metodologia de contextualização da aprendizagem

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

8

O professor autor e experiências significativas na educação do século XXI: estratégias ativas baseadas na metodologia de contextualização da aprendizagem1

Julia Pinheiro Andrade

Juliana Sartori

Hoje há praticamente um consenso de que a escola necessária ao século XXI deve ser bem diferente da experiência escolar que a maioria de nós experimentou. Mas o que há de exatamente novo? Ao apresentarem a discussão sobre ensino híbrido,

José Moran e Lilian Bacich (2015, p. 1) afirmam que a educação sempre foi híbrida, misturada, mesclada,

[...] sempre combinou vários espaços, tempos, atividades, metodologias, públicos.

Agora esse processo, com a mobilidade e a conectividade, é muito mais perceptível, amplo e profundo: trata-se de um ecossistema mais aberto e criativo.

O que mudou foi o ecossistema, o contexto social no qual está inserida a escola.

O mundo e a vida mudaram muito – e a escola mudou pouco. A vida no século

XXI, especialmente a vida das crianças e dos jovens nas grandes cidades, tem sido cada vez mais mediada pelas tecnologias digitais da era urbana do consumo e da informação. Esse contexto, desde o século XX, obrigou a escola a repensar a relação entre teoria e prática, entre ciência e técnica; isso ocorreu, por exemplo, quando muitas escolas inseriram em suas rotinas a tecnologia digital dos computadores, televisões e, em algumas delas, tablets e lousas digitais.

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Capítulo 7 - Design thinking na formação de professores: novos olhares para os desafios da educação

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

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Design thinking na formação de professores: novos olhares para os desafios da educação

Julciane Rocha

Design thinking (DT) é o nome dado à apropriação por outras áreas do conhecimento da metodologia e sistemática utilizada pelos designers para gerar, aprimorar ideias e efetivar soluções. O DT tem características muito particulares que visam facilitar o processo de solução dos desafios cotidianos com criatividade e de forma colaborativa. Graças a elas, pode-se dizer que o DT provoca a inovação e a ação prática.

Essa abordagem ficou conhecida mundialmente pelas publicações da empresa de design IDEO, que apostou no seu potencial para provocar transformações em diferentes espaços da sociedade. Embora algumas experiências tenham sido mapeadas em anos anteriores, foi em 2009 que a designer Kiran Bir Sethi (Índia) tornou pública a sua inspiração no design thinking para a transformação das diretrizes de sua escola, criando um movimento denominado Design for Change.1

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