Artmed (87)
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Medium 9788584290642

por educadores em Reggio Emilia

Edwards Carolyn; Gandini Lella; Forman George Artmed PDF Criptografado

Glossário de termos usados por educadores em Reggio Emilia

Asilo Nido ou Nido: Centro de educação infantil, no Brasil denominadas creches. Programa de turno integral que oferece educação e cuidado a crianças dos 3 meses aos 3 anos.

Assessore: Secretário municipal, cargo subordinado ao prefeito, encarregado de toda a educação pública da cidade.

Associazione Internazionale Amici di Reggio

Children: Associação Internacional dos Amigos da Reggio Children. É uma associação sem fins lucrativos que depende do trabalho de voluntários para promover e colaborar com muitas iniciativas em conjunto com as creches e as pré-escolas, com a Reggio Children.

Atelier: Uma palavra de origem francesa que se refere às oficinas historicamente usadas por artistas. O termo foi escolhido por Loris Malaguzzi para referir-se à sala de artes, oficina ou estúdio da escola, composta por diversos recursos materiais e usada por todas as crianças e adultos na escola. O mini-atelier é o espaço estabelecido em uma sala (ou espaço adjacente) com materiais semelhantes ou diferentes de forma tão convidativa quanto o atelier central. O mini-ate­ lier possibilita que um pequeno grupo de crianças trabalhe junto e explore materiais com ou sem a presença de um professor.

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Medium 9788536319414

Capítulo 3: Adolescência, personalidade e projeto de vida solidário

Yves La Taille; Maria Suzana De Stefano Menin Artmed PDF Criptografado

3

Adolescência, personalidade e projeto de vida solidário

Denise D’Aurea-Tardeli

A missão da educação é transmitir conhecimentos integrados em uma cultura por meio de uma perspectiva ética, fato que leva a educar em valores, não quaisquer valores, mas sim, valores éticos, isto é, aqueles que formam o caráter e permitem promover um mundo mais justo. Isso não é tarefa fácil, já que esses valores vinculam-se a representações sociais e manifestações afetivas que os constituem, bem como a conteúdos de natureza moral.

Tomamos aqui as explicações de Piaget (1954) que dizem que os valores referem-se a uma troca afetiva do sujeito com os objetos, entendendo objeto como as coisas e as pessoas do mundo exterior. Sendo assim, os valores são construídos com base nas interações que o sujeito faz com a realidade. Segundo Araújo (2007, em Arantes, p. 20), “nessa concepção (...) os valores nem estão pré-determinados nem são simples internalizações (de fora para dentro), mas resultantes das ações do sujeito sobre o mundo objetivo e subjetivo em que ele vive”.

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Medium 9788536321714

Capítulo 8 - As disciplinas não são suficientes para aprender competências

Antoni Zabala; Laia Arnau Artmed PDF Criptografado

Como aprender e ensinar competências 119

As disciplinas não são suficientes para aprender competências

8

A análise das competências nos permite concluir que sua fundamentação não pode ser reduzida ao conhecimento que os distintos saberes científicos trazem, o que implica realizar uma abordagem educacional que considere o caráter metadisciplinar de uma grande parte de seus componentes.

Fundamentação teórica das competências e seus componentes

Uma vez identificadas as competências que serão objeto da educação, analisadas a sua aprendizagem e os critérios para seu ensino, é necessário, para poder iniciar o processo de planejamento pedagógico, conhecer minuciosamente sua consistência. No entanto, além de suas características gerais, o conhecimento existente é muito limitado. O problema é grave, pois não existe uma ciência que tenha as competências como objeto de estudo. Portanto, poderíamos chegar à conclusão de que dificilmente possa ser desenvolvido um processo de ensino sobre algo sem dispor de uma informação segura a qual permita identificar rigorosamente os passos desse processo.

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Medium 9788584290680

Capítulo 9 - Desenvolvendo as habilidades de pensamento e aprendizagem em ciências

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

9

Desenvolvendo as habilidades de pensamento e aprendizagem em ciências

Chris Collier e Rebecca Digby

Jamais se fez uma grande descoberta sem um palpite ousado.

Isaac Newton

Panorama do capítulo

O capítulo introduz as habilidades de pensamento e aprendizagem que se situam no âmago da ciência. Abordagens que preconizam uma experiência prática, com a aplicação de braços e cérebros na busca do desenvolvimento dessas habilidades, são discutidas com referência às pesquisas e à literatura atuais. Em seguida, um estudo de caso sobre duas turmas distintas permite uma análise sobre certas atividades exploradas no contexto da sala de aula. Por fim, são apresentadas sugestões de atividades para o leitor experimentar, exemplificando a aprendizagem e o desenvolvimento das habilidades em ciências. O capítulo encerra com um resumo e uma lista com referências para leitura adicional e com recursos, incluindo materiais e pesquisas com base na internet.

INTRODUÇÃO

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Medium 9788536321714

Capítulo 7 - Ensinar competências significa partir de situações e problemas reais

Antoni Zabala; Laia Arnau Artmed PDF Criptografado

Ensinar competências significa partir de situações e problemas reais

7

Ensinar competências significa utilizar formas de ensino consistentes para responder a situações, conflitos e problemas próximos da realidade, em um complexo processo de construção pessoal com exercitações de progressiva dificuldade e ajudas contingentes conforme as características diferenciais dos alunos.

As competências podem ser ensinadas ou apenas podem ser desenvolvidas?

Devido ao caráter essencialmente contextual das competências, existe um debate teórico sobre a possibilidade de que as competências não possam ser ensinadas, mas somente desenvolvidas. De forma breve, o argumento teórico considera que, dado que as competências são aplicadas em situações reais, em um momento determinado e em condições que por natureza sempre são distintas, é impossível determinar de antemão seu ensino. Argumento ao qual se une, em alguns casos, uma concepção ainda relativamente vigente no âmbito empresarial, que associa o termo “ensino” a uma de suas formas. Isto é, ao modelo transmissivo, expositivo ou reprodutor, e, dado o caráter fortemente procedimental e atitudinal das competências, para as quais esse modelo é inválido, conclui com a impossibilidade de que as competências possam ser “ensinadas”. Ambos os raciocínios são os que propiciam a ideia de que as competências somente podem ser desenvolvidas. Entretanto, este debate é irrelevante para as intenções deste livro.

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Editora Manole (79)
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Medium 9788520433133

7. A vida moral e a utopia

GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo; CASTRO, Susana de Editora Manole PDF Criptografado

7

A vida moral e a utopia

Paulo Ghiraldelli Jr.

Introdução

O título indica dois elementos básicos da educação humanista que, creio eu, mesmo quando essa educação tiver desaparecido

por completo – o que implica termos esquecido até mesmo de

sua crise –, vão se sustentar como tópicos a serem observados. A

não ser que deixemos de lado qualquer tipo de educação e nos

tornemos uma sociedade sem educação, exclusivamente mantida pelo treinamento e por regras diluídas pela cidade, mais ou

menos como as regras de trânsito, teremos em algum lugar algo

como um currículo e, nele, estarão inscritos dois tópicos do Humanismo: “vida moral” e “utopia”.

Uma sociedade, para fazer vingar alguma vida comunitária

e ser efetivamente uma sociedade, precisa de mecanismos de

reprodução de mores e ethos, ou seja, de hábitos e costumes afi85

nados com a vida privada e a vida pública, além de sustentar algum tipo de esperança de melhoria de si mesma. A filosofia

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Medium 9788520443958

17. Internalizando a inter/transdisciplinaridade: experiência do Programa de Pós-graduação em Educação Agrícola da UFRRJ

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

17

Internalizando a inter/ transdisciplinaridade

Akiko Santos | Letras, UFRRJ

Ana Cristina Souza dos Santos | Química, UFRRJ

INTRODUÇÃO

Este capítulo versa sobre a forma como a inter/transdisciplinaridade se insti‑ tucionaliza e internaliza por meio do Programa de Pós‑graduação em Educação

Agrícola (PPGEA), da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), cujo principal público‑alvo são docentes e técnico‑administrativos em ativi‑ dade na rede dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs).

Os mestrandos do PPGEA provêm de várias unidades escolares de diversas regiões do país. O Programa funciona na modalidade de alternância forman‑ do centros regionais itinerantes para as aulas presenciais, aproveitando‑se a própria estrutura física dos IFs. Até o momento, formaram‑se centros regionais nos seguintes institutos: IF do Amazonas (Campi Coari, Maués e Tabatinga);

IF do Amapá; IF do Roraima (Campus Boa Vista); IF do Rondônia (Campi

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Medium 9788520443958

25. A interdisciplinaridade no projeto político institucional da Universidade Federal da Fronteira Sul

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

25

A interdisciplinaridade no projeto político institucional da Universidade Federal da Fronteira Sul

Joviles Vitório Trevisol | Filósofo, Universidade Federal da Fronteira Sul

Sérgio Roberto Martins | Agrônomo, Universidade Federal da Fronteira Sul

INTRODUÇÃO

A maior contribuição do conhecimento do século XX foi o conhecimento dos limites do conhecimento. (Edgar Morin)

A exigência interdisciplinar impõe a cada especialista que transcenda sua própria especialidade, tomando consciência de seus próprios limites para acolher as contribuições das outras disciplinas. (Georges Gusdorf)

A confusão não nasce da diversidade, quando ela é devidamente reconhecida e pensada, mas sim da incapacidade de identificá-la e aceitá-la. (Claude Raynaut)

A Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) é uma das instituições de ensino públicas federais criadas no bojo das políticas públicas de expansão e de

A interdisciplinaridade no projeto político institucional da Universidade Federal da Fronteira Sul 583

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Medium 9788520443958

29. A multi e a interdisciplinaridade na visão das áreas de avaliação da Capes

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

29

A multi e a interdisciplinaridade na visão das áreas de avaliação da Capes

Roberto C. S. Pacheco | Engenheiro civil, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC

Andrea Valéria Steil | Psicóloga, Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC

Denilson Sell | Cientista da computação, Instituto Stela

INTRODUÇÃO

A internalização e, principalmente, a institucionalização da interdisciplinaridade são processos de mudança (Jacobs; Frieckel, 2009). Tratam-se de fatores que desencadeiam alterações nas estruturas clássicas das organizações de sistemas de ciência, tecnologia e inovação (Casey, 2010). Tanto a multi como a interdisciplinaridade constituem-se em formas alternativas de interação e integração de disciplinas científicas (Klein, 2010). Internalizar práticas multi/ interdisciplinares significa introduzir mudanças nas formas tradicionais de planejamento, avaliação (ex. Huutoniemi, 2010), fomento, gestão e produção de conhecimento técnico-científico, bem como em técnicas e métodos de ensino tradicionais (Hackett; Rhoten, 2009; Dezure, 2010).

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Medium 9788520434802

11. Saberes que convivem, mas que não são amigos

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

11.

Saberes que convivem, mas que não são amigos

À

s vezes, a falta de rancor é antes um problema que uma solução. Esse é o caso da situação vigente na universidade brasileira atual, um lugar que vive atualmente o inverso da guerra hobbesiana de“todos contra todos”. A universidade hoje

é o local da amizade entre todos. Isso pode não ser uma verdade em termos práticos, mas é o que corre no discurso, graças a uma literatura que tem entupido nossa paciência com teses pouco corretas sobre interdisciplinaridade e multidisciplinaridade.

Segundo esse discurso, tudo que o estudante deve fazer

é caminhar no sentido de integrar saberes, mas os professores que assim falam não integram saber algum. Continuam dentro de suas “caixinhas”. No entanto, se são obrigados a falar para os alunos sobre o “sentido dos estudos universitários”, enchem a boca com frases sobre os benefícios da interdisciplinaridade.

No campo do que convencionamos chamar de “humanidades”, esse discurso tornou-se sagrado. Contra ele, elegeu-se um inimigo comum, batizado como “positivismo” – algo que poucos

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Editora Saraiva (17)
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Medium 9788547214951

C A P Í T U L O 8 - SEÇÃO DE ESTUDOS OU TESTES PRELIMINARES

José Osvaldo de Sordi Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

SEÇÃO DE ESTUDOS

OU TESTES

PRELIMINARES

“Estatísticas não substituem o julgamento.”

HENRY CLAY

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26/01/17 18:12

OBJETIVO DE APRENDIZAGEM

Após a leitura deste capítulo, você:

Saberá como utilizar as coletas de dados já realizadas para tornar mais proveitosa a sessão de discussão e qualificação do projeto de pesquisa.

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26/01/17 18:12

Se a pesquisa a executar, descrita no projeto de pesquisa, apresentar método quantitativo, recomenda-se denominar esta seção do documento de projeto de pesquisa como

“Testes preliminares” ou, então, de “Estudos preliminares”.

Tudo que se escreve nessa seção pode estar presente no texto do projeto de pesquisa, em seção de mesmo nome, e, principalmente, nos slides a serem utilizados para apresentação e discussão do projeto de pesquisa, evento descrito no Capítulo 10.

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Medium 9788547214951

R E F E R Ê N C I A S

José Osvaldo de Sordi Editora Saraiva PDF Criptografado

REFERÊNCIAS

ALVES, R. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras.

13. ed. São Paulo: Loyola, 2008.

AYRES, M.; AYRES JÚNIOR, M. BioEstat: aplicações estatísticas nas áreas das ciências biomédicas. Belém: Universidade Federal do Pará, 2007.

BAKER, T.; NELSON, R. E. Creating something from nothing:

Resource construction through entrepreneurial bricolage.

Administrative Science Quarterly, v. 50, n. 3, p. 329-366, 2005.

BANSAL, P.; CORLEY, K. From the Editors – Publishing in AMJ –

Part 7: What’s different about qualitative research? The Academy of Management Journal, v. 55, n. 3, p. 509-513, 2012.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. 4. ed. Lisboa: Edições 70, 2009.

BLACK, T. R. Doing Quantitative Research in the Social Sciences:

An Integrated Approach to Research Design, Measurement and

Statistics. Londres: Sage, 1999.

BURRELL, G.; MORGAN, G. Sociological Paradigms and

Organizational Analysis: elements of the sociology of corporate life. Londres: Heinemann, 1979.

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Medium 9788547214951

C A P Í T U L O 3 - ESTRUTURAÇÃO E REDAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA

José Osvaldo de Sordi Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

ESTRUTURAÇÃO

E REDAÇÃO

DO PROJETO

DE PESQUISA

“Simplicidade não precede a complexidade, vem a posteriori.”

ALAN PERLIS

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após a leitura deste capítulo, você:

Saberá estruturar as partes do projeto de pesquisa.

Entenderá a evolução da redação entre os documentos envolvidos no processo de desenvolvimento da pesquisa científica.

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A estrutura de projeto de pesquisa, no tocante aos detalhes de seções e subseções obrigatórias e opcionais, apresenta muitas nuances e depende dos padrões vigentes da instituição que o solicita e avalia; sendo assim, quem elabora o projeto deve procurar conhecer o padrão esperado pela instituição, em geral divulgado em seu website. Ao contrário de modelos de documentos finais, como dissertações, teses, artigos e relatórios de pesquisa, o projeto de pesquisa não é perene, uma vez que se trata de um produto intermediário. Por essa razão, as instituições armazenam e disponibilizam apenas os documentos finais resultantes dos projetos de pesquisa já analisados e aprovados. Por esse motivo, não é possível consultar os

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Medium 9788547214951

C A P Í T U L O 2 - MOTIVAÇÃOE PREPARO PARAA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA

José Osvaldo de Sordi Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

MOTIVAÇÃO

E PREPARO PARA

A ELABORAÇÃO

DO PROJETO

DE PESQUISA

“O especialista, em qualquer coisa, em algum momento foi um principiante.”

HELEN HAYES

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26/01/17 18:12

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após a leitura deste capítulo, você:

Entenderá como ocorre a seleção do tema de pesquisa e do docente orientador.

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26/01/17 18:12

As motivações para elaborar um projeto de pesquisa são bastante diversas, então citaremos aqui quatro situações dentre as mais corriqueiras:

1. obter um título acadêmico: dependendo do nível

(graduação ou pós-graduação lato sensu e stricto sensu), terá algumas características específicas, porém todos servem para uma fase inicial de análise e aprovação para execução da pesquisa;

2. candidatar-se como discente de programa stricto sensu (mestrado ou doutorado): muitos programas de mestrado e doutorado solicitam aos candidatos a apresentação do projeto da pesquisa que pretendem realizar;

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Medium 9788547214951

C A P Í T U L O 4 - SEÇÃO DE INTRODUÇÃO

José Osvaldo de Sordi Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

SEÇÃO DE

INTRODUÇÃO

“É sempre assim: quando as perguntas não são boas, as respostas não servem para nada.”

RUBEM ALVES

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26/01/17 18:12

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após a leitura deste capítulo, você:

Aprenderá a definir o objetivo da pesquisa.

Saberá desenvolver a justificativa da pesquisa

(relevância do problema).

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26/01/17 18:12

Na seção de introdução do projeto de pesquisa, temos de informar o objetivo deste, ou seja, o que se pretende fazer.

Além do objetivo, é preciso justificar a importância desse objetivo a ser alcançado. Estes são os dois principais assuntos da seção inicial: o que será feito e a justificativa para tal.

O objetivo de um projeto de pesquisa pode ser redigido no tempo presente ou futuro, considerando que é algo a ser realizado; todavia, para fins de estruturação do raciocínio, o objetivo (geral) pode ser decomposto em objetivos específicos. Por exemplo, o projeto de pesquisa elaborado para a execução deste livro apresentava um objetivo geral e quatro objetivos específicos (Quadro 4.1):

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Grupo A (2917)
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Medium 9788536305745

Capítulo 34. Princípios intracelulares e intercelulares da farmacoterapia dos transtornos neuropsiquiátricos

Stuart C. Yudofsky Grupo A PDF Criptografado

Parte V

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Tratamentos neuropsiquiátricos

917

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34

919

Neuropsiquiatria e neurociências na prática clínica

Princípios intracelulares e intercelulares da farmacoterapia dos transtornos neuropsiquiátricos

W. Dale Horst, Ph.D.

Michael J. Burke, M.D., Ph.D.

O

s avanços técnicos para a identificação dos genes responsáveis por componentes de proteína específicos do processo de neurotransmissão estão revolucionando a psicofarmacologia. Esses métodos biológicos moleculares estão mudando a maneira como novas drogas estão sendo descobertas, fornecendo conhecimento mais específico sobre a natureza biológica da doença mental e redefinindo conceitos básicos e até mesmo o dicionário de psicofarmacologia.

Por exemplo, as drogas psicoterapêuticas têm sido tradicionalmente denominadas pelos transtornos que tratam: antidepressivos, ansiolíticos e antipsicóticos. Essa nomenclatura é compreensível no caso de drogas como os antidepressivos tricíclicos, que têm múltiplos sítios de ação e farmacodinâmica complexa, mas é inadequada em termos de agentes terapêuticos mais modernos, mais específicos. Assim, tornou-se mais comum falar de agonistas de receptor de benzodiazepínico, antagonistas, agonistas inversos ou inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs), termos que não apenas definem o sítio de ação, mas também caracterizam a atividade do agente.

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Medium 9788536302270

Capítulo 8. Desenvolvimento da linguagem

César Coll; Álvaro Marchesi; Jesús Palacios Grupo A PDF Criptografado

160

COLL, MARCHESI, PALACIOS & COLS.

Desenvolvimento da linguagem

8

MIGUEL PÉREZ PEREIRA

A linguagem provavelmente é uma das faculdades mais típicas da espécie humana, se não a mais típica. Não se conhece nenhuma outra espécie que tenha desenvolvido por si mesma um sistema de comunicação e simbólico tão complexo como a linguagem humana.

Também não parece que as espécies mais próximas a nós, os macacos antropóides, tenhamno desenvolvido com a mesma plenitude e da mesma forma que os humanos em situações de contato com eles, e isso apesar de, às vezes, terem sido submetidos a programas muito estritos de instrução no uso de sinais manuais ou de símbolos (fichas de plástico). E mais, não foi possível observar se podem transmitir isso que aprenderam com os humanos a seus filhotes. No entanto, qualquer humano que não tenha suas faculdades danificadas é capaz de aprender a falar simplesmente pelo fato de estar em interação com outros seres humanos e sem necessidade de um treinamento específico. Dessa potencialidade humana, dão testemunho as milhares de línguas humanas existentes hoje em dia. Por mais isolado que esteja, não existe grupo social humano sem linguagem (Miller, 1981).

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Medium 9788584291267

Capítulo 13 - Educação no mundo contemporâneo

Rui Fava Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Educação no mundo contemporâneo

Importante não é ver o que ninguém nunca viu, mas sim, pensar o que ninguém nunca pensou sobre algo que todo mundo vê.

Arthur Schopenhauer

1788-1860

Para a maioria dos países desenvolvidos, educação é coisa séria. A chanceler alemã Ângela Merkel salienta: “[...] professores não são pessoas comuns e pessoas comuns não são professores” (JOTTA CLUB, 2017, documento on-line).

Docentes na Alemanha recebem os maiores salários do país. E quando os juízes, médicos e engenheiros reivindicam equiparação salarial à chanceler, que é doutora em física, ela responde: “[...] como eu posso compará-los e equipará-los com quem ensinou vocês?” (JOTTA CLUB, 2017, documento on-line).

Infelizmente, para o governo brasileiro, para grupos educacionais, para muitas escolas, o novo, o criativo, a fantasia, a verdadeira importância da educação está nos slogans, nas frases de efeito, na missão bem elaborada, mas pouco praticada, no marketing institucional e não na transmutação, na reforma, na atualização, no upgrade e na inovação dos processos de ensino e de aprendizagem, das metodologias e dos materiais didáticos. Lamentavelmente, o Brasil está na contramão do incremento da automação, perdendo competitividade, deixando nosso país cada vez mais distante das benesses proporcionadas pela tecnologia nas nações desenvolvidas. A desesperança se amplifica, uma vez que as escolas e os grupos educacionais não estão engenhando coisa alguma para que isso se reverta.

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Medium 9788577807246

18. Primeiros Passos para xUnit

Kent Beck Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

18

Primeiros Passos para xUnit

Dirigir uma ferramenta de testes usando a própria ferramenta de testes para rodar os testes pode parecer um pouco com realizar uma cirurgia cerebral em si próprio.

(“Não mexa nesses centros motores – opa, muito ruim, fim de jogo.”) Ficará estranho de vez em quando. Entretanto, a lógica do framework de testes é mais complicada que o exemplo financeiro fraquinho da Parte I. Você pode ler a Parte II como um passo em direção ao desenvolvimento guiado por testes de softwares “reais”.

Você pode lê-lo como um exercício de ciência da computação em programação com autorreferência.

Primeiro, precisamos ser capazes de criar um caso de teste e rodar um método de teste. Por exemplo: TestCase(“testMethod”).run(). Temos um problema de inicialização (bootstrap): estamos escrevendo casos de teste para testar um framework que será usado para escrever casos de teste. Ainda não temos um framework, então teremos que verificar a operação do primeiro pequeno passo à mão. Felizmente, estamos bem descansados e relaxados e longe de cometer erros, e é por isso que iremos a passos pequeninos, verificando tudo de diversas maneiras. Aqui está a lista de tarefas que vêm à mente para um framework de testes.

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Medium 9788536323459

8. Mania

Jesse H. Wright Grupo A PDF Criptografado

8

Mania

T

alvez nem precise mencionar, mas o pico de um episódio de mania – quando os pensamentos estão acelerados, a perda de sono causa fadiga, o humor está irritável, e a agitação, alta – pode não ser o melhor momento para o ensino de habilidades da

TCC. As intervenções geram maior impacto e as informações têm mais chances de serem retidas se transmitidas quando o indivíduo está muito menos sintomático. À medida que os sintomas maníacos emergem, o paciente pode evocar habilidades adquiridas previamente para ajudar a controlá­‑los. À medida que pioram os sintomas, normalmente é necessária a orientação do terapeuta para auxiliar o paciente a desacelerar, concentrar­

‑se em um sintoma de cada vez e utilizar intervenções estruturadas.

A principal ênfase da TCC na mania encontra­‑se na prevenção de recorrências por meio do reconhecimento dos sintomas

à medida que começam a se desenvolver e da rápida intervenção para diminuir ou interromper sua evolução. Para atingir essas metas, o paciente deve ser capaz de reconhecer quando a mania se aproxima e estar motivado a interromper sua evolução. A mania evolui rapidamente e pode não ser óbvia até que os sintomas comecem a comprometer o funcionamento. A essa altura, a mania pode estar grave demais para ser controlada sem mudanças vigorosas no tratamento farmacológico.

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Grupo A (38)
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Medium 9788584291151

Capítulo 4. Procedimentos metodológicos nas salas de aula do curso de pedagogia: experiências de ensino híbrido

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

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Procedimentos metodológicos nas salas de aula do curso de pedagogia: experiências de ensino híbrido

Ivaneide Dantas da Silva

Elizabeth dos Reis Sanada

PALAVRAS INICIAIS

A discussão sobre o baixo desempenho dos estudantes brasileiros da educação básica tem sido algo permanente nos últimos anos. Entre os diversos fatores responsáveis por essa situação, podemos mencionar as dificuldades dos docentes em, considerando as demandas do mundo contemporâneo, acompanhar as contribuições teóricas mais recentes para a condução dos processos de ensino e aprendizagem em sala de aula de modo inovador, personalizado e centrado na aprendizagem do estudante.

Em documento produzido pelo Ministério da Educação, no ano de 2000, já se apontava o quanto as mudanças propostas para a educação básica no país necessitariam redimensionar a formação de professores. Segundo o documento,

[...] as novas concepções sobre a educação, as revisões e atualizações nas teorias de desenvolvimento e aprendizagem, o impacto da tecnologia da informação e das comunicações sobre os processos de ensino e de aprendizagem, suas metodologias, técnicas e materiais de apoio [...] delineiam um cenário educacional com exigências para cujo atendimento os professores não foram nem estão sendo preparados.

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Medium 9788584291151

Créditos

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

© Penso Editora Ltda., 2018.

Gerente editorial

Letícia Bispo de Lima

Colaboraram nesta edição

Editora

Paola Araújo de Oliveira

Capa

Paola Manica

Preparação de originais

Priscila Zigunovas

Leitura final

Luiza Signorelli Germano

Editoração

Kaéle Finalizando Ideias

Reservados todos os direitos de publicação à

PENSO EDITORA LTDA., uma empresa do GRUPO A EDUCAÇÃO S.A.

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Capítulo 6. Construção de jogos e uso de realidade aumentada em espaços de criação digital na educação básica

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

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Construção de jogos e uso de realidade aumentada em espaços de criação digital na educação básica1

Helena Andrade Mendonça

A reflexão sobre o uso de tecnologias digitais em uma escola pode ocorrer de diversas formas: a partir das tecnologias como foco de estudo, como apoio a uma prática pedagógica e como recursos ubíquos da sociedade atual, que causam grande impacto nas relações sociais e profissionais, entre outros. Neste trabalho, as ações relatadas acontecem em espaços de criação digital abertos em uma escola de educação básica,2 com foco no estudo sobre as tecnologias digitais e na exploração de suas possibilidades de uso. Um dos principais objetivos das atividades é a apropriação crítica e participativa dos recursos tecnológicos mobilizados (BUZATO, 2010).

Esta análise tem como uma das referências as teorias dos novos e multiletramentos

(KALANTZIS; COPE, 2009; MONTE MOR, 2013) e como material de investigação atividades de programação com o aplicativo Scratch e de criação de um jogo de caça ao tesouro com realidade aumentada, ambas realizadas com alunos do ensino fundamental.

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Untitled

Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

7

Design thinking na formação de professores: novos olhares para os desafios da educação

Julciane Rocha

Design thinking (DT) é o nome dado à apropriação por outras áreas do conhecimento da metodologia e sistemática utilizada pelos designers para gerar, aprimorar ideias e efetivar soluções. O DT tem características muito particulares que visam facilitar o processo de solução dos desafios cotidianos com criatividade e de forma colaborativa. Graças a elas, pode-se dizer que o DT provoca a inovação e a ação prática.

Essa abordagem ficou conhecida mundialmente pelas publicações da empresa de design IDEO, que apostou no seu potencial para provocar transformações em diferentes espaços da sociedade. Embora algumas experiências tenham sido mapeadas em anos anteriores, foi em 2009 que a designer Kiran Bir Sethi (Índia) tornou pública a sua inspiração no design thinking para a transformação das diretrizes de sua escola, criando um movimento denominado Design for Change.1

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Medium 9788584291151

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Lilian Bacich; José Moran Grupo A PDF Criptografado

PARTE

II

Formação continuada de professores para o uso de metodologias ativas

Lilian Bacich

BACICH_Parte_II.indd 129

18/09/2017 11:09:47

130  Bacich & Moran (Orgs.)

O desenvolvimento profissional dos professores que atuam em instituições de ensino, da educação básica ao ensino superior, tem sido considerado um desafio nas esferas pública e privada. Podemos observar que, na época em que os computadores foram inseridos na escola, muitos professores que aderiram à novidade continuaram a ministrar o mesmo tipo de aula, mudando apenas o recurso (computador no lugar do quadro de giz). Tornar o professor proficiente no uso das tecnologias digitais de forma integrada ao currículo é importante para uma modificação de abordagem que se traduza em melhores resultados na aprendizagem dos alunos.

Sancho (2006, p. 19) considera que a principal dificuldade de transformação dos contextos educacionais para a incorporação das tecnologias digitais parece estar centrada no fato de que “a tipologia de ensino dominante na escola é a centrada no professor” . Assim como encontrado em constatações de outros autores (BACICH;

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