Artmed (60)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788584290680

Capítulo 9 - Desenvolvendo as habilidades de pensamento e aprendizagem em ciências

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

9

Desenvolvendo as habilidades de pensamento e aprendizagem em ciências

Chris Collier e Rebecca Digby

Jamais se fez uma grande descoberta sem um palpite ousado.

Isaac Newton

Panorama do capítulo

O capítulo introduz as habilidades de pensamento e aprendizagem que se situam no âmago da ciência. Abordagens que preconizam uma experiência prática, com a aplicação de braços e cérebros na busca do desenvolvimento dessas habilidades, são discutidas com referência às pesquisas e à literatura atuais. Em seguida, um estudo de caso sobre duas turmas distintas permite uma análise sobre certas atividades exploradas no contexto da sala de aula. Por fim, são apresentadas sugestões de atividades para o leitor experimentar, exemplificando a aprendizagem e o desenvolvimento das habilidades em ciências. O capítulo encerra com um resumo e uma lista com referências para leitura adicional e com recursos, incluindo materiais e pesquisas com base na internet.

INTRODUÇÃO

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291014

Capítulo 9. O papel do professor: deixar os alunos livres e construir parcerias

Elizabeth G. Cohe; Rachel A. Lotan Artmed PDF Criptografado

9

O papel do professor: deixar os alunos livres e construir parcerias

Pergunta: Qual é sua percepção mais importante sobre o ensino que você gostaria de ter conhecido nos seus primeiros dois anos de experiência?

Resposta: Deixar que os alunos façam mais e eu menos. Essa foi uma lição difícil de ser aprendida ao longo dos anos. Eu utilizo muito a aprendizagem cooperativa, atividades práticas e questionamento na turma, e foi difícil aprender a recuar e deixar as coisas acontecerem.

(Paul Martini, professor de ciências da Escola de Ensino Médio de

Woodside – Woodside High School, Woodside, Califórnia)

O trabalho em grupo muda drasticamente o papel de um professor. Com ele, você não é mais um supervisor direto dos alunos, responsável por garantir que façam seu trabalho exatamente como você os orienta. Não é mais sua responsabilidade buscar cada erro e corrigi-lo de imediato. Em vez disso, a autoridade é delegada aos alunos e a grupos de alunos, que são encarregados de garantir que o trabalho seja feito de maneira eficiente e eficaz e que seus colegas de turma recebam a ajuda necessária. Eles são empoderados para cometerem erros, descobrirem o que deu errado e explorarem o que pode ser feito a respeito. “Na minha sala de aula, os erros são esperados, respeitados e investigados”, afirmam professores que se tornaram confortáveis em delegar autoridade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582714485

Capítulo 5. Foam rolling, alongamento e aquecimento dinâmico

Michael Boyle Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Foam rolling, alongamento e aquecimento dinâmico

Sobre a prescrição de atividades e aparatos pré e pós-treinamento, você pode ter certeza de uma coisa: continuará mudando e melhorando à medida que mais pontos de vista funcionais permeiam o treinamento esportivo. Os velhos dias de trabalhar uma série dos mesmos alongamentos estáticos para todo o esporte, só porque deve ser assim, não se aplicam mais.

FOAM ROLLING

Um grau de ceticismo é justificado quando se trata de novos equipamentos e dispositivos. Para cada inovação útil, três ou quatro outras são lixo e não merecem sequer um minuto de exposição nos infomerciais (comerciais informativos) televisivos. No entanto, também precisamos ser receptivos a invenções e soluções criativas, mesmo que inicialmente pareçam estranhas.

Quando a primeira edição de Treinamento Funcional para os Esportes foi publicada em 2004, não tínhamos ainda sequer começado a usar um rolo de espuma (foam roller) em nossa sequência pré-séries. Na verdade, há 10 anos os treinadores de força e condicionamento, os preparadores físicos e fisioterapeutas teriam olhado de modo zombeteiro para um pedaço cilíndrico de espuma de 90 cm de comprimento e perguntado: O que eu devo fazer com isso?

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290680

Capítulo 10 - Filosofia para crianças

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

10

Filosofia para crianças

Darren Garside

[...] a mente não é vasilhame que precisa ser preenchido, mas madeira que precisa ser inflamada.

Plutarco

Panorama do capítulo

Este capítulo introduz a prática da filosofia para crianças. Embora as melhores práticas exijam o contínuo treinamento para o desenvolvimento profissional, o capítulo indica como os docentes podem desenvolver técnicas que sejam úteis em sala de aula. Pitadas contextuais são fornecidas para entender o movimento da filosofia para crianças, e, a partir disso, é salientado que a atitude do professor é tão importante quanto a sua habilidade. Dois estudos de caso são fornecidos com base em cenários contrastantes. Uma escola na extremidade leste de Londres começa a filosofia para crianças a partir do maternal e a considera crucial na construção de uma aspiração comunitária e individual. A outra escola, situada em um cenário rural, ao sul da Inglaterra, considera que a filosofia para crianças está no âmago da produção de cidadãos do futuro. O capítulo conclui com referências e sugestões de leituras complementares.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290680

Capítulo 6 - Aprendizagem por meio da avaliação

Anitra Vickery Artmed PDF Criptografado

6

Aprendizagem por meio da avaliação

Anitra Vickery

A instrução começa quando você, professor, aprende com o aluno; coloque-se no lugar dele para que você consiga entender o que ele aprende e a maneira como ele entende a matéria.

Søren Kierkegaard

Panorama do capítulo

Este capítulo explora o papel da avaliação no desenvolvimento da aprendizagem das crianças. Ao longo do capítulo, abordamos a participação ativa das crianças na sua aprendizagem e fazemos sugestões sobre como elas podem ser proativas em relação ao seu próprio desenvolvimento.

Examinamos o papel da autoavaliação e da avaliação por colegas; em seguida, analisamos como fazer as crianças irem além de respostas de avaliação superficiais. São discutidos métodos e estratégias que desenvolvem a metacognição, além de procedimentos de avaliação que asseguram os julgamentos de avaliação e tornam gerenciável e produtivo o processo como um todo. Um breve estudo de caso descreve a abordagem que uma escola está adotando para aprimorar o seu uso das avaliações e registra o interesse da escola em ampliar o uso da avaliação em todo o currículo.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Editora Atlas S A (2)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788522478392

Parte II - 11 Métodos e técnicas de pesquisa

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

11

Métodos e técnicas de pesquisa

11.1 Métodos

Quando o homem começou a interrogar-se a respeito dos fatos do mundo exterior, na cultura e na natureza, surgiu a necessidade de uma metodologia da pesquisa científica.

Metodologia é o conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento.

Descartes, pensador e filósofo francês, em seu Discurso do método,1 expõe a ideia fundamental de que é possível chegar-se à certeza por intermédio da razão.

Das concepções de Descartes surgiu o método dedutivo, cuja técnica se fundamenta em esclarecer as ideias através de cadeias de raciocínio.

Para Descartes, para quem verdade e evidência são a mesma coisa, pelo raciocínio torna-se possível chegar a conclusões verdadeiras, desde que o assunto seja pesquisado em partes, começando-se pelas proposições mais simples e evidentes até alcançar, por deduções lógicas, a conclusão final.

Segundo Francis Bacon (1561-1626), filósofo inglês, a lógica cartesiana, racionalista, não leva a nenhuma descoberta, apenas esclarece o que estava implícito, pois somente através da observação se pode conhecer algo novo. Este princípio básico fundamenta o método indutivo, que privilegia a observação como processo para chegar-se ao conhecimento. A indução consiste em enumerar os enunciados

Ver todos os capítulos
Medium 9788522478392

Parte II - 10 Pesquisa científica: noções introdutórias

ANDRADE, Maria Margarida de Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

10

Pesquisa científica: noções introdutórias

10.1 Conceitos de pesquisa

Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistemáticos, baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivo encontrar soluções para problemas propostos, mediante a utilização de métodos científicos.

Todos os conceitos de pesquisa, de uma ou de outra maneira, apontam seu caráter racional predominante. Para Gil (1987a, p. 19), pesquisa é o “procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos.”

Segundo Cervo e Bervian (1983, p. 50): “A pesquisa é uma atividade voltada para a solução de problemas, através do emprego de processos científicos.”

Salomon (1977, p. 136) associa pesquisa à atividade científica, que se concretiza no trabalho científico:

(...) trabalho científico passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a investigação e o tratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente.

Longa seria a enumeração das várias conceituações propostas por diversos autores. Essas conceituações apenas acrescentam detalhes especificadores, mantendo a ideia de procedimento racional que utiliza métodos científicos.

Ver todos os capítulos
Editora Manole (79)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520434802

17. Teoria e prática

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

17.

Teoria e prática

P

aulo Freire insistia na articulação perfeita entre teoria e prática, ele queria ultrapassar essa dualidade. Todavia, não raro, era difícil que fosse entendido no que efetivamente estava propondo. Uma boa parte de seu público, até por razões

óbvias – a falta de filosofia no ensino médio e até mesmo no superior –, não o compreendia exatamente. Muitos passaram uma vida toda trabalhando com escritos de Paulo Freire sem nunca terem tomado o que ele dizia sobre teoria e prática no sentido que em que ele utilizava essa terminologia.

Frequentemente, as pessoas imaginavam que, com o termo

“prática”, Freire estava se referindo ao cotidiano do fazer educação, envolvendo as relações entre professor e aluno. Tratar-se-ia, portanto, do comportamento de ambos, o que os levariam, após algum tempo, a poder dizer que viveram e se transformaram por meio de uma contínua relação de ensino-aprendizagem.

Nessa mesma linha, essas pessoas imaginavam que o termo

“teoria” referia-se aos princípios políticos e à pedagogia ao que

Ver todos os capítulos
Medium 9788520438404

9. O discurso científico e suas nuances sobre comunicação e sustentabilidade

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

9

<�QV`Pb_`\�PVR[a~ºP\�R�`bN`� nuances  sobre  comunicação  e   sustentabilidade

Ana  Maria  Dantas  de  Maio

INTRODUÇÃO

O  discurso  científico  sobre  comunicação  e  sustentabilidade   apresentado  pela  Revista  Brasileira  de  Comunicação  Organizacional   e   Relações   Públicas   (Organicom)   constitui   rico   material   para   estudo,  considerando-se  que  a  publicação  é  tida  como  referência  para  as  pesquisas  em  comunicação  organizacional  e  relações   públicas.   Decifrar   a   interface   que   congrega   sustentabilidade   e   comunicação   a   partir   desse   corpus   representa   um   desafio,   que   decidimos  assumir  sob  a  perspectiva  da  análise  de  discurso.

Nosso  objetivo,  com  essa  leitura,  é  responder  a  cinco  perguntas:  quem  fala,  para  quem  fala,  o  que  fala,  o  que  não  fala  e  como   fala.   As   respostas   indicam   a   atribuição   de   sentido   elaborada   a   partir  do  conjunto  de  textos  examinados  e  sua  respectiva  problematização.  Entretanto,  cabe  registrar  que  cada  artigo  mereceria   uma  análise  exclusiva,  tamanha  a  amplitude  de  seus  enunciados.  

Ver todos os capítulos
Medium 9788520434802

18. Paulo Freire: filosofia da educação e a política

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

18.

Paulo Freire: filosofia da educação e a política

A

palavra educação pode ser derivada, alternadamente, de dois termos do latim: educere e educare. A primeira tem o sentido de “conduzir exteriormente” e a segunda, de “criar” ou

“alimentar”. É interessante notar que nenhuma das partes dessa etimologia dupla é dispensável. Optando por educere, temos uma acepção de educação em que são importantes as regras exteriores ao aprendiz. Adotando educare, a acepção de educação é a que espera ver o aprendiz colocando regras para si mesmo. Em termos de filosofia da educação, as duas grandes linhas mestras na pedagogia coincidem com essa dupla etimologia.

Há uma pedagogia que acredita que a educação se realiza como uma maneira de tornar o aprendiz aquele que assimila regras que não são suas, mas que passarão a ser e, por isso, o tornarão uma pessoa educada. Há uma outra linha da pedagogia que entende a educação como uma maneira de tornar o aprendiz capaz de forjar suas próprias regras e, tendo isso ocorrido, pode se considerar uma pessoa educada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520434802

3. Do mau uso de Paulo Freire

GHIRALDELLI JR., Paulo Editora Manole PDF Criptografado

3.

Do mau uso de Paulo Freire

N

ão existe “método Paulo Freire”. Todos nós sabíamos disso, ao menos os da minha geração. Todavia, como tudo na filosofia tradicional (leia-se filosofia moderna) é epistemologizado e, então, metodologizado, e, como na área pedagógica, até pela própria origem da palavra pedagogia, importam antes os métodos que o conteúdo, logo todos engoliram o vocabulário corrente. Surgiu então o tal “método Paulo Freire”.

Daí por diante, não adiantou mais Paulo Freire insistir que sua pedagogia era antes de tudo política. As pessoas repetiam com ele que “tudo é político” e, assim, como não poderia deixar de ser nesses casos, esvaziaram a expressão “política” e reduziram logo a filosofia da educação de Freire a alguns procedimentos de alfabetização associados a não mais que duas ou três frases

“metodológicas”, principalmente a ideia de “levar em conta a experiência do educando”. Foi assim que geramos o “mau uso de Paulo Freire”.

18

Ver todos os capítulos
Medium 9788520443958

5. Internalização da interdisciplinaridade como condição para a internacionalização da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR

Arlindo Philippi Jr; Valdir Fernandes; Roberto C. S. Pacheco Editora Manole PDF Criptografado

capítulo

5

Internalização da interdisciplinaridade como condição para a internacionalização

Luiz Alberto Pilatti | Educador físico, UTFPR

INTRODUÇÃO

Em uma sociedade desigual e reativa para qualquer aspecto relacionado ao desenvolvimento, como a brasileira, é imperioso avançar para além da condição de um país exportador de commodities, ampliando os percentuais de participação nas exportações de produtos com valor agregado. As universidades, principalmente as públicas, enquanto produtoras de conhecimento, têm a possibilidade de tardiamente assumirem um protagonismo que já deveria ser seu. A possibilidade consiste, usando como alegoria a obra maior de Gilberto Freyre, na transformação da senzala em casa grande.

Pensando o sistema de ensino de forma piramidal, tem‑se que as universidades de pesquisa e a pós‑graduação compõem o topo (Steiner, 2005). O sistema de ensino é indispensável e presente na maior parte dos países, quase sempre de forma diversificada e robusta. No Brasil, onde o governo e o Estado brasileiro são, e devem continuar sendo, os principais agentes de financiamento da pesquisa, novos caminhos devem ser buscados para que o país tenha condições de disputar um lugar entre aqueles que estão na fronteira do conhecimento científico e tecnológico.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (1879)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788584290420

Capítulo 9 - Iniciando a compreensão das lutas

Luiz Gustavo Bonatto Rufino; Suraya Cristina Darido Grupo A PDF Criptografado

9

Iniciando a compreensão das lutas

A partir de agora, veremos uma série de atividades que podem ser abordadas na escola durante as aulas de educação física. Vamos nos aprofundar também nas diferentes formas de compreensão das lutas por meio de muitos jogos de luta.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

Espera-se que ao final dessa unidade didática os alunos aprendam o que caracteriza as lutas e quais são seus elementos comuns. Devem também conhecer quais são as lutas presentes nos jogos olímpicos e o porquê da opção na escola pela aprendizagem de jogos de lutas. Um último aspecto importante que pode ser reforçado em todas as atividades é a diferenciação entre “brigar” e “lutar”.

Atividade 1: Quais modalidades os alunos conhecem?

Professor, elenque com os alunos a quantidade e o nome de modalidades conhecidas por eles e escreva-as na lousa. Quantas modalidades os alunos conhecem? Quais?

Pesquisa: Conhecendo mais modalidades de lutas

Solicite uma pesquisa sobre mais modalidades conhecidas e desconhecidas deles para a próxima aula. É possível ainda elaborar painéis e cartazes de modo coletivo, ilustrando as práticas de luta conhecidas pelos alunos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290567

Capítulo 3. Desenvolvimento e motivação de alunos da educação vocacional

Steve Ingle; Vicky Duckworth Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Desenvolvimento e motivação de alunos da educação vocacional

Nos capítulos anteriores, exploramos diferentes perspectivas e definições do que é educação vocacional e as qualificações, organizações, políticas e os contextos que moldam o trabalho dos tutores vocacionais em todo o Reino Unido. Neste capítulo, concentramo-nos nos alunos do setor de ensino e treinamento vocacionais e na necessidade de desenvolver e otimizar as suas abordagens ao ensino, aprendizado e à avaliação vocacional.

Objetivos de aprendizagem

Identificar as abordagens behaviorista, cognitiva e humanista do aprendizado.

Aplicar as teorias da motivação e suas considerações na prática.

Criar ambientes de aprendizado seguros por meio de igualdade e diversidade.

Relacionar as diferenças entre mentalidade fixa e de crescimento.

Combinar maneiras de diferenciar a sua abordagem ao aprendizado.

Reconhecer a importância de feedback, escolha e desafio ideal para a motivação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290628

Capítulo 9 - Resultados do questionário

Eric Mazur Grupo A PDF Criptografado

9

Resultados do questionário

E

ste capítulo apresenta um texto que eu distribuo após fazer a compilação das respostas que os estudantes deram ao questionário de introdução, mostrado nas páginas

22–23. Essas respostas são típicas e variam pouco ano a ano. Eu normalmente distribuo este texto na segunda aula expositiva e discuto-o por alguns minutos, enfatizando o papel das aulas expositivas e do livro.

Este texto está disponível no site do Grupo A (arquivo Questionnaires, em inglês) e pode ser modificado para atender às suas necessidades.

Resultados do questionário introdutório

1.

O que você espera aprender nesta disciplina?

Eu estou entusiasmado em ver que muitos de vocês esperam aprender exatamente o que eu estou planejando ensinar! Entretanto, para aqueles de vocês que esperavam algo diferente, eu gostaria de esclarecer os meus objetivos. Eu pretendo ensinar os princípios básicos da física (especificamente, cinemática, leis de conservação, mecânica, fluidos, ondas e óptica) e durante esse processo pretendo também:

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290642

Capítulo 16 - A beleza é uma forma de conhecimento?

Edwards, Carolyn; Gandini, Lella; Forman, George Grupo A PDF Criptografado

16

A beleza é uma forma de conhecimento?1

Margie Cooper

��������ͩͮ

a Way of seKnowing? nós estivéssemos vivendo em uma

E

época de mudança de paradigmas

Margie Cooper na nossa compreensão das relações entre ensino e aprendizagem? Estaríamos cientes disso? Estaríamos abertos a isso?

Estaríamos dispostos a investigar com mais ng in a time of shifting paradigms in our understandprofundidade e perspectiva nossos papéis nship between learning and teaching? Would we be deWould educadores? d we welcome it? we take it up as our charge spective in our roles asPode-se educators?argumentar que a última grande no nosso campo se deve e last major shift in ourmudança field was brought about by

às contribuições construtivisonstructivist theorists who advanceddos our teóricos perceptions ial influences oftas others, whether peers or adults, in sociais que avançaram nossas percepns build up learning meaning.

Because ourse isessenciais a

çõesand sobre as importantes inting the most positive conditions for human learning, fluências dos outros, quer sejam pares ou g or misunderstanding other adultos, emimportant termosand dasessential formas em que for learning? nós, seres humanos, construímos a aprenlanguages, as proposed by Reggio Emilia educators, dizagem e o significado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584291304

Capítulo 12 - Letramento corporal e questões de diversidade

Margaret Whitehead Grupo A PDF Criptografado

12

Letramento corporal e questões de diversidade

Philip Vickerman e Karen DePauw

Introdução

Este capítulo discute questões que concernem à promoção do letramento corporal no contexto da diversidade, analisando como se relacionam com as oportunidades e as limitações para que as pessoas se tornem corporalmente letradas. O capítulo definirá a natureza da diversidade e abordará porque certos indivíduos e grupos podem experimentar contextos menos favoráveis que outros. O capítulo também examinará estratégias de promoção do letramento corporal entre grupos diversos

(PECEK; CUK; LESAR, 2008) e o papel que pessoas próximas no contexto da atividade física podem ter para facilitar a prática de uma atividade física inclusiva.

Serão examinadas também algumas declarações internacionais sobre direitos, assim como questões sobre igualdade de oportunidades. Três tópicos de discussões a respeito do letramento corporal em relação a gênero, orientação sexual e religião, raça e cultura serão abordados.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (5)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788584290840

Capítulo 2 - A teoria bioecológica do desenvolvimento humano

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

2

A teoria bioecológica do desenvolvimento humano1

URIE BRONFENBRENNER

>> Analisar as perspectivas atuais e futuras da teoria bioecológica do desenvolvimento humano.

>> As proposições de trabalho e pesquisa derivadas do modelo bioecológico.

1 BRONFENBRENNER, U. The bioecological theory of human development. In: SMELSER, N. J.; BALTES, P.

B. (Ed.). International encyclopedia of the social and behavioral sciences (Vol. 10, pp. 6963–6970). New

York: Elsevier, 2001. Reimpresso com a permissão da editora Elsevier Science Ltd.

COLL_02_Novo.indd 51

27/01/2016 10:33:47

52

psicologia da educação

INTRODUÇÃO

O modelo bioecológico, juntamente com seus respectivos delineamentos de pesquisa, é uma evolução do sistema teórico para o estudo científico do desenvolvimento humano ao longo do tempo. Dentro da Teoria Bioecológica, o desenvolvimento

é definido como o fenômeno de continuidade e de mudança das características biopsicológicas dos seres humanos como indivíduos e grupos. Esse fenômeno se estende ao longo do ciclo de vida humano por meio das sucessivas gerações e ao longo do tempo histórico, tanto passado quanto presente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290840

Capítulo 5 - A inteligência como um espectro de competências

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

5

A inteligência como um espectro de competências

KATIA SMOLE

>> Debater as teorias que levaram ao conceito atual de inteligências múltiplas.

>> Definir o conceito de inteligências múltiplas criado por Gardner e seus espectros de competência.

>> As diversas teorias relacionadas à inteligência até o conceito atual criado por Gardner.

>> Os espectros de competências e a complementação do espectro pictórico ao musical.

COLL_05_Novo.indd 127

27/01/2016 10:35:53

128 psicologia da educação

A VISÃO PSICOMÉTRICA DA INTELIGÊNCIA

Existem diferentes concepções e tentativas de definir e caracterizar a inteligência. No entanto, a concepção hegemônica ainda está atrelada a um ponto de vista psicométrico ou ao enfoque de testes de inteligência que, como o nome indica, foram elaborados e construídos em torno do intento de medir o rendimento intelectual da maneira mais exata e confiável possível.

Pensar numa forma de classificar as pessoas a partir de suas capacidades intelectuais é uma ideia antiga. Segundo Gould (1991), a tese de que o valor dos indivíduos e dos grupos sociais pode ser determinado por meio da medida da inteligência como quantidade isolada apoia-se em dados provindos inicialmente da craniometria − ou medida do crânio −, cujas bases remontam ao século XII.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290840

Capítulo 1 - Educação e aprendizagem no século XXI

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

1

Educação e aprendizagem no século XXI

Novas ferramentas, novos cenários, novas finalidades

CÉSAR COLL E CARLES MONEREO

>> Discutir o impacto das tecnologias da informação e da comunicação

(TICs) e das novas ferramentas tecnológicas na aprendizagem.

>> O surgimento e o desenvolvimento das TICs, e as consequentes mudanças no cenário social.

>> A transformação na forma de pensar a educação a partir das possibilidades oferecidas pelas TICs.

COLL_01_.indd 1

28/01/2016 16:33:30

2

psicologia da educação

TECNOLOGIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: UMA

ENCRUZILHADA DE INFLUÊNCIAS

AS FORÇAS DA MUDANÇA

Tentar entender e valorizar o impacto educacional das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) considerando apenas sua influência sobre as variáveis psicológicas do aprendiz que opera com um computador e que se relaciona, por seu intermédio, com os conteúdos e tarefas de aprendizagem, com seus colegas ou com seu professor seria, do nosso ponto de vista, uma abordagem tendenciosa e míope da questão. O impacto das TICs na educação é, na verdade, um aspecto particular de um fenômeno muito mais amplo, relacionado com o papel dessas tecnologias na sociedade atual.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290840

Capítulo 3 - Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

3

Piaget e Vygotsky: uma comparação crítica

JOSÉ A. CASTORINA E RICARDO J. BAQUERO

>> Identificar as semelhanças e as diferenças entre a concepção dialética de Piaget e a de Vygotsky.

>> As ideias e os enfoques metodológicos de Piaget e Vygotsky.

>> A dialética na explicação genética de Piaget e na explicação psicológica de Vygotsky.

COLL_03_Novo.indd 69

26/01/2016 14:18:35

70

psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem por objetivo reexaminar as principais ideias de Piaget e Vygostky sobre a dialética, estabelecendo uma comparação crítica entre as concepções e identificando semelhanças e diferenças. Antes, contudo, vale a pena retomar dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, Piaget tematizou explicitamente – em particular na última parte de sua obra – o significado da categoria para a discussão epistemológica e realizou pesquisas empíricas especialmente dedicadas a reconstruir a dialética do conhecimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788584290840

Capítulo 4 - Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem

César Coll Salvador; Carles Monereo; Urie Bronfenbrenner; José A. Castorina; Ricardo J. Baquero; John Heron; Katia Stocco Smole Grupo A PDF Criptografado

4

Ciclos de vida e ciclos de aprendizagem*

JOHN HERON

>> Conhecer uma teoria contemporânea sobre a aprendizagem, percebendo uma interação dinâmica entre vida e mente.

>> Os ciclos básico e reverso de aprendizagem do ego e de aprendizagem da pessoa.

* N. de E.: Capítulo originalmente publicado no livro ILLERIS, K. et al. Teorias contemporâneas da aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2012. 280p.

COLL_04_Final PAGINA ALTERADA.indd 99

28/01/2016 11:28:52

100 psicologia da educação

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, apresento minha abordagem aos processos de vida e aprendizagem, derivada de minha teoria da pessoa (HERON, 1992). Ela leva a uma série de modelos e mapas – conjecturas estruturais – que o leitor é convidado a conhecer, como um conjunto de lentes para olhar diferentes aspectos da vida e da aprendizagem.

Como essas lentes proporcionam uma visão seletiva, por mais que possam esclarecer, elas também limitam. Elas não representam a realidade; não oferecem mais do que maneiras possíveis de interpretar nossa experiência. Elas se concentram em apenas um tipo de história, entre muitas outras concebíveis, sobre como vivemos e aprendemos. Contudo, creio que seja uma história proveitosa.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais