Grupo A (237)
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Medium 9788582602171

Áreas do design de serviços

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Quem são os designers de serviços?

ÁREAS DO DESIGN DE SERVIÇOS

O design thinking de serviços, como abordagem interdisciplinar, inclui e conecta diversas áreas de atividade. Os artigos apresentados nas próximas páginas fornecem um panorama abrangente de como diferentes disciplinas de design e gestão incorporam o design thinking de serviços e de como essas disciplinas facilitam o design de serviços.

A seleção de disciplinas está longe de ser uma listagem completa.

Na verdade, muitas outras poderiam ser incluídas aqui, como Engenharia, TI, Arquitetura e Psicologia, apenas para citar algumas.

No entanto, estes exemplos ilustram bem a faixa de aplicação do design thinking de serviços.

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Fundamentos

Áreas do design de serviços

Introdução

SATU MIETINNEN, FINLÂNDIA

Design de produtos

JAKOB SCHNEIDER, ALEMANHA

Design gráfico

SIMON CLATWORTHY, NORUEGA

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Medium 9788577807154

A equipe de criação

Ken Burtenshaw; Nik Mahon; Caroline Barfoot Grupo A PDF Criptografado

Quem é a equipe de criação?

A equipe de criação

A equipe de criação da agência é responsável pela criação de ideias e conceitos publicitários a partir do briefing criativo fornecido pela equipe de atendimento. Tradicionalmente, a equipe consistia em uma dupla (a dupla de criação): um diretor de arte e um redator, modelo desenvolvido na década de 1960, em Nova York, pela agência Doyle Dane Bernbach que logo se tornou padrão no mundo da publicidade.

Na agência de publicidade moderna, os membros da equipe de criação precisam ser pessoas de ideias, resolvendo os problemas de publicidade do cliente. Isso é realizado com a compreensão completa do comportamento do consumidor e dos diversos canais de mídia disponíveis para o anunciante a fim de se alcançar públicos-alvo fragmentados.

O conceito criativo está na base de toda campanha publicitária de sucesso. O trabalho de criar um conceito original e a grande variedade de ideias que vêm com o conceito está nas mãos da equipe de criação. As melhores equipes são ao mesmo tempo originais e ágeis quando se trata de gerar ideias. Em outras palavras, não basta ter uma ideia original apenas... é preciso ter muitas!

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Medium 9788582600733

A evolução dos meios de representação do design

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

A evolução dos meios de representação do design

O ato da representação visual faz parte da evolução do homem. Mais do que apenas a caracterização de crenças, o desenho tem um papel fundamental como elemento de comunicação entre os povos. Tem sido assim desde a evolução das antigas formas de escrita, que nasceram da necessidade de registro e de transmissão do conhecimento adquirido, estabelecendo uma ligação entre o emissor e o receptor e permitindo o compartilhamento de códigos comuns ao longo das gerações.

A representação no design – apesar de utilizar alguns códigos específicos que, muitas vezes, diferenciam-se de outras formas de representação visual – tem um papel similar ao da escrita porque também parte da necessidade de comunicar uma ideia. Desde a Antiguidade, o ato da representação tem uma estreita ligação com as artes, mas foi somente no final da Idade Média, quando arquitetos e projetistas começaram a ser chamados pela Igreja para projetar e renovar catedrais e edifícios, que surgiu a real necessidade de se estabelecer um diálogo efetivo entre o projetista, o cliente e os operários que deveriam executar a obra. Filippo Brunelleschi, um dos mais importantes arquitetos daquele período, foi um dos primeiros a desenvolver seus projetos com base na transferência de ideias para o papel, tendo sido responsável pelo projeto da cúpula da Igreja Santa Maria Del Fiore, em Florença, na Itália.

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Medium 9788577807154

A função do briefing

Ken Burtenshaw; Nik Mahon; Caroline Barfoot Grupo A PDF Criptografado

O que o briefing oferece

A função do briefing

Um bom briefing criativo deve ser escrito de modo a estimular a criatividade e promover ideias originais. Alguns briefings sugerem caminhos que a equipe de criação pode querer explorar, enquanto outros contêm “pontos de partida criativos” ou pequenas informações para analisar o problema. O briefing criativo permite que a agência verifique a integridade estratégica de suas ideias e avalie se todos os requisitos definidos no briefing do cliente estão sendo atendidos. No entanto, seja lá como o briefing criativo for estruturado, ele deve satisfazer cinco critérios principais:

Um diálogo de abertura

O briefing criativo é o ponto em que o processo estratégico termina e o processo criativo começa. Assim, ele deve abrir um diálogo com a equipe de criação que, além de oferecer informações básicas importantes, também estimulará debates e exploração de rotas alternativas.

As equipes de atendimento e planejamento da agência transformam o briefing do cliente em um briefing criativo.

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Medium 9788577807154

A sessão de fotos

Ken Burtenshaw; Nik Mahon; Caroline Barfoot Grupo A PDF Criptografado

A sessão de fotos

Muitas vezes é mais fácil construir um pequeno cenário em estúdio do que ir para uma locação. Se for esse o caso, então é preciso brifar os modelistas e construtores de cenário. A iluminação de estúdio é mais fácil de montar do que a de uma locação. A utilização de estúdios também diminui o transporte de equipamentos para a sessão. Ao planejar uma sessão em estúdio, é preciso selecionar e adquirir os painéis de fundo e acessórios necessários. Além disso, é preciso contratar especialistas, como cabeleireiros e maquiadores, para auxiliar a sessão.

O grande dia

Após o planejamento e a preparação, é importante que o diretor de arte esteja presente durante a sessão de fotos. No dia, o dever principal dele é garantir que todos os planos serão executados corretamente, tirar dúvidas e resolver os problemas que surgirem.

Após decidir utilizar uma fotografia original como visual do anúncio e contratar o fotógrafo é que o processo de produção realmente começa. Essa é uma fase importante da campanha publicitária: uma fotografia mal planejada ou mal executada enfraquece drasticamente uma boa ideia.

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Editora Manole (8)
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Medium 9788520435649

A lingerie desde a antiguidade até o século XIX

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie desde a antiguidade até o século XIX

Imagens da antiguidade mostram as mulheres vestindo roupas semelhantes à lingerie. A estatueta da deusa minoica das serpentes veste com orgulho uma roupa que parece um espartilho, enquanto as “Garotas de biquíni” da Roma antiga usam roupas desconfortavelmente apertadas com o propósito evidente de sustentar os seios. Na era medieval, as roupas íntimas costumavam esconder e achatar o corpo, em vez de realçá-lo. Os espartilhos que serviam para sustentar e reduzir medidas atingiram extremos na corte francesa de Catarina de Médici, no século XVI, época em que se considerava ideal uma cintura de 33 cm. No mesmo período, as saias foram ampliadas para dar ênfase ao pequeno tamanho da cintura; no final do século XVIII, uma série de roupas íntimas complexas era necessária para sustentar as saias da moda.

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A estatueta da deusa minoica das serpentes, 1600 a.C., veste uma espécie de espartilho

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Medium 9788520435649

A lingerie desde os anos 1960 até os dias de hoje

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie desde os anos

1960 até os dias de hoje

Enquanto na década de 1950 era inadmissível que uma mulher decente saísse de casa sem um sutiã de firme sustentação – possivelmente um bustiê – e uma cinta para controlar e achatar a barriga, nos anos 1960 houve uma mudança radical em relação ao uso da roupa íntima. O corpo da moda era mais infantil, com modelos que quase não tinham seios, tais como Twiggy, ao passo que o surgimento do movimento feminista significava que muitas mulheres não estavam mais dispostas a se achatar em nome da moda.

Mais tarde, ainda que os avanços na tecnologia de tecidos e desenhos tenham conduzido a uma nova gama de roupas

íntimas modeladoras confortáveis, outras mulheres optavam por dietas e exercícios aeróbicos para tonificar o corpo, o que tornava as vestimentas de contenção em parte redundantes.

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Cena do filme Boneca de carne

(1956) de Elia Kazan

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Medium 9788520435649

A lingerie na cultura popular: cinema, música e dança

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie na cultura popular: cinema,música e dança

O poder dos filmes de transformar um visual em uma tendência mundial data dos anos 1920 e 1930, e o desenvolvimento da máquina de Hollywood se aplica tanto à lingerie quanto

à roupa de cima. Os filmes também usaram a lingerie para representar as mulheres como uma vasta gama de arquétipos, da pureza virginal a deusas vulgares do sexo e de vítimas a predadoras. Dançarinas e artistas da música usaram o simbolismo da lingerie para criar uma série de personalidades no palco, bem como para fazer protestos em relação à sociedade,

à cultura e à política. A mais recente, e uma das mais poderosas, representante dessa tendência é a polêmica Lady Gaga.

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Lingerie: da antiguidade à cultura pop

A lingerie e a mulher ultramoderna

A forma como Madonna, definitivamente uma Material Girl, não apenas fez uso da sua sexualidade, mas também a exibiu para ganhar importante fama e fortuna, desafiou as noções feministas sobre o que poderia – e deveria

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Medium 9788520435649

A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

Bem justa no corpo, a lingerie tem o poder de provocar fantasias melhor do que qualquer outra peça do vestuário.

Super-heroínas como a Mulher-Maravilha usam trajes que não são muito diferentes das roupas íntimas exóticas usadas orgulhosamente por heróis da ficção científica e, em tempos mais recentes, por habitantes de um mundo virtual – os avatares. Modelos vestindo lingeries têm sido uma inspiração para fotógrafos como Helmut Newton e

Guy Bourdin, cujas representações muitas vezes acabam declinando para o voyeurismo. Na cultura popular, o encanto associado à habilidade da lingerie em transformar um corpo fez ressurgir recentemente o interesse pelos corpetes e pela técnica de redução de medidas.

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Milla Jovovich em figurino desenhado por Jean Paul

Gaultier

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A lingerie nAs Artes gráficAs e nA culturA pop

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Medium 9788520435649

A lingerie no século XIX

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie no século XIX

A Revolução Francesa de 1789 sinalizou uma grande mudança política e social. Saias amplas, corpetes exagerados, anáguas e paniers complexos foram jogados fora com o antigo regime, e estilos românticos mais simples com cinturas largas foram adotados, exigindo o mínimo de roupas íntimas.

Porém, em meados da década de 1820, o tamanho da cintura diminuiu novamente, e o espartilho, que depois passou a se chamar corset, entrou de novo na moda, dessa vez criando uma forma mais parecida com a “ampulheta”.

O século XIX presenciou uma série de avanços tecnológicos no desenho dos corpetes, incluindo uma renda elástica, bem como elaborações complicadas, como as crinolinas e anquinhas, desenvolvidas para dar suporte às elegantes saias da época.

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Neste retrato da Madame Récamier do início do século XIX, de François

Gérard, as roupas eram minimalistas

Vestidos delicados e esvoaçantes, com um evidente toque do século XIX

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