Grupo A (237)
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Medium 9788582602171

Definições: O design de serviços como abordagem interdisciplinar

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

O que é design de serviços?

DEFINIÇÕES:

O DESIGN DE SERVIÇOS COMO

ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR

MARC STICKDORN

Honestamente, uma das maiores forças do design é o fato de que não chegamos a uma única definição. Áreas nas quais se estabeleceu alguma definição tendem a ser áreas com certa letargia e que estão em processo de decadência ou já em extinção.

Nessas áreas, a investigação já não oferece desafios àquilo que é aceito como verdade.

— RICHARD BUCHANAN, 2001

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Fundamentos

Definições:

Se você perguntasse a dez pessoas o que é design de serviços, acabaria com no mínimo onze respostas diferentes.

O design de serviços é uma abordagem interdisciplinar que combina diferentes métodos e ferramentas oriundos de diversas disciplinas. Trata-se de uma nova forma de pensar, e não de uma nova disciplina acadêmica, autônoma. O design de serviços é uma abordagem em constante evolução, o que fica particularmente aparente no fato de que, até o momento, ainda não existe uma definição comum ou uma linguagem claramente articulada associada ao design de serviços.

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Medium 9788577808748

Conclusão

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

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Conclusão

Conclusão

Este livro buscou explicar e ilustrar os princípios básicos da tipografia. Uma boa compreensão desses elementos básicos, aliada ao conhecimento de formato, layout, cor e imagem, equipa o designer com ferramentas poderosas para soltar a criatividade.

O design é uma atividade comercial, e a aplicação desses princípios básicos facilita a eficiência do processo de design, mantendo tempo e custos dentro do planejado. No entanto, a inspiração continua a ser o centro da atividade criativa, e esperamos que os exemplos que ilustram este volume, de muitos dos principais estúdios de design contemporâneos, tenham servido como inspiração. Ao produzirmos este livro, ficou claro que a tipografia tem um apelo especial para muitos designers. O entusiasmo e a compreensão com que nossos colaboradores abordaram o assunto, por sua vez, ajudaram-nos a oferecer um conhecimento sólido sobre essa área muito querida por todos.

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Medium 9788582600733

Galeria

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Galeria

Montagem com sketches produzidos com técnica de marcador, caneta esferográfica e pastel seco

Marcelo Castilho

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abc do Rendering

Rendering utilizando técnica de sketch manual e software de manipulação de imagens

Departamento de Design da

Volkswagen do Brasil / Marco Pavone

Galeria

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Renderings digitais utilizando software 3D

Electrolux Group Design Latin America /

Érik Gurski Lima, Leonardo Hatamura,

Fabio Matsuda, Rafael Raulino

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abc do Rendering

Galeria

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Renderings digitais

Electrolux Group Design Latin America /

Rafael Alonso

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Érik Gurski Lima

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abc do Rendering

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Rafael Raulino

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Vinícius Weinert

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Medium 9788580551457

Capítulo 4 - Dinâmica cultural na avaliação dos mercados globais

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

Ambiente cultural dos mercados globais

Pa r t E d o i s

Perspectiva global ações e eBay – interposição cultural

Dois trilhões de dólares! Isso equivale a aproximada‑ mente 200 trilhões de ienes. Seja em que moeda for, é muito dinheiro. Casas de corretagem americanas como a

Fidelity Investments, a Goldman Sachs e a Merrill Lynch providenciaram depressa novos produtos e serviços de investimento para introduzir no Japão e tentar atrair o imenso fluxo de capital esperado dos depósitos a prazo de dez anos mantidos no sistema postal japonês. A libe‑ ralização dos mercados de capitais japoneses nos últi‑ mos anos agora oferece aos consumidores japoneses maior liberdade de opção quanto aos seus investimentos.

Os depósitos a prazo pelo correio ainda rendem em torno de 2% no Japão, e as poupanças bancárias não têm ren‑ dido nada. Para os padrões de trading eletrônico ameri‑ canos, isso significa uma torrente eletrônica de dinheiro escoando dos correios e entrando nos mercados acioná‑ rios. Correto?

Mas o Japão não é os Estados Unidos. Entre os investi‑ dores japoneses, a cultura de assumir riscos ao estilo ame‑ ricano não tem espaço. O volume do comércio de ações no

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Medium 9788577807154

Visualizando o conceito

Ken Burtenshaw; Nik Mahon; Caroline Barfoot Grupo A PDF Criptografado

Esboços e rafes

Visualizando o conceito

O trabalho em pequena escala, utilizando esboços e rafes, é um bom ponto de partida. Os esboços, também conhecidos como thumbnails, são, como a palavra inglesa indica, pequenos desenhos feitos à mão representando suas ideias, em geral acompanhados por uma explicação por escrito. Você pode produzir um rafe maior, mas não utilize um formato maior do que A5, pois você vai gastar um tempo desnecessário acrescentando detalhes. Concentre-se na ação e limite as informações secundárias apenas ao necessário. Nas primeiras fases do processo de geração de ideias, é preciso colocar a ideia no papel com rapidez e o mínimo de esforço. Não perca tempo pensando em ângulos de câmera e layouts: pare, pendure o visual na parede e passe para a próxima. Pendurar as ideias na parede é um bom jeito de praticar, pois permite que você reflita sobre elas durante o dia. Além disso, outras pessoas terão a oportunidade de vê-las e oferecer críticas.

É importante visualizar sua ideia no papel para que o diretor de criação e a equipe de planejamento possam compreender seu conceito de modo simples e fácil. Se você não é bom desenhista, não se preocupe: é a qualidade da ideia que importa; mesmo desenhando bonequinhos com palitinhos ou descrevendo o conceito em palavras. Com o tempo, você desenvolverá técnicas de visualização melhores. Lembre-se, uma boa ideia sempre se destaca, independentemente do meio utilizado para expressá-la.

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Editora Manole (8)
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Medium 9788520435649

A lingerie desde a antiguidade até o século XIX

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie desde a antiguidade até o século XIX

Imagens da antiguidade mostram as mulheres vestindo roupas semelhantes à lingerie. A estatueta da deusa minoica das serpentes veste com orgulho uma roupa que parece um espartilho, enquanto as “Garotas de biquíni” da Roma antiga usam roupas desconfortavelmente apertadas com o propósito evidente de sustentar os seios. Na era medieval, as roupas íntimas costumavam esconder e achatar o corpo, em vez de realçá-lo. Os espartilhos que serviam para sustentar e reduzir medidas atingiram extremos na corte francesa de Catarina de Médici, no século XVI, época em que se considerava ideal uma cintura de 33 cm. No mesmo período, as saias foram ampliadas para dar ênfase ao pequeno tamanho da cintura; no final do século XVIII, uma série de roupas íntimas complexas era necessária para sustentar as saias da moda.

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A estatueta da deusa minoica das serpentes, 1600 a.C., veste uma espécie de espartilho

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Medium 9788520435649

A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

Bem justa no corpo, a lingerie tem o poder de provocar fantasias melhor do que qualquer outra peça do vestuário.

Super-heroínas como a Mulher-Maravilha usam trajes que não são muito diferentes das roupas íntimas exóticas usadas orgulhosamente por heróis da ficção científica e, em tempos mais recentes, por habitantes de um mundo virtual – os avatares. Modelos vestindo lingeries têm sido uma inspiração para fotógrafos como Helmut Newton e

Guy Bourdin, cujas representações muitas vezes acabam declinando para o voyeurismo. Na cultura popular, o encanto associado à habilidade da lingerie em transformar um corpo fez ressurgir recentemente o interesse pelos corpetes e pela técnica de redução de medidas.

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Milla Jovovich em figurino desenhado por Jean Paul

Gaultier

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A lingerie nAs Artes gráficAs e nA culturA pop

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Medium 9788520435649

A lingerie desde os anos 1960 até os dias de hoje

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie desde os anos

1960 até os dias de hoje

Enquanto na década de 1950 era inadmissível que uma mulher decente saísse de casa sem um sutiã de firme sustentação – possivelmente um bustiê – e uma cinta para controlar e achatar a barriga, nos anos 1960 houve uma mudança radical em relação ao uso da roupa íntima. O corpo da moda era mais infantil, com modelos que quase não tinham seios, tais como Twiggy, ao passo que o surgimento do movimento feminista significava que muitas mulheres não estavam mais dispostas a se achatar em nome da moda.

Mais tarde, ainda que os avanços na tecnologia de tecidos e desenhos tenham conduzido a uma nova gama de roupas

íntimas modeladoras confortáveis, outras mulheres optavam por dietas e exercícios aeróbicos para tonificar o corpo, o que tornava as vestimentas de contenção em parte redundantes.

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Cena do filme Boneca de carne

(1956) de Elia Kazan

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Medium 9788520435649

Da invenção do sutiã até os anos 1950

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

Da invenção do sutiã até os anos 1950

Na década de 1890, surgiram as primeiras versões da lingerie, que acabou por se tornar um item indispensável no guarda-roupa das mulheres. A princípio um tipo de espartilho dividido, o brassière foi aperfeiçoado por uma série de estilistas empreendedoras, até que nos anos 1930 a produção em massa permitiu que o sutiã fosse acessível a todas. Os novos tecidos elásticos e a invenção das taças deixaram o sutiã mais confortável e sofisticado, e o busto se tornava uma zona erógena cada vez mais importante. Provavelmente, a história do sutiã atingiu o seu apogeu com as belas Sweater Girls, como Lana Turner, que usavam sutiãs cônicos para valorizar ao máximo seus atributos.

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Pedido de patente de

Mary Phelps para o

“brassière frente única”

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Da invenção Do sutiã até os anos 1950

A invenção do sutiã

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Medium 9788520435649

Roupa íntima para todos os momentos: a lingerie no século XXI

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

Roupa íntima para todos os momentos: a lingerie no século XXI

Por algum tempo pareceu que as lingeries absolutamente deslumbrantes eram reservadas apenas para ocasiões especiais e para o budoar. Mas, nos últimos 15 anos, houve uma explosão de disponibilidade de lingeries encantadoras, a todos os tipos de preço. Em lojas de departamento, redes de lojas e até mesmo em grandes promoções localizadas nos fundos de mercados, as mulheres podem encontrar lingeries atraentes com suporte e caimento melhores do que em qualquer outra época. Não há mais desculpas para usar aquele sutiã sem graça ou aquelas calçolas largas, quando você pode comprar algo bonito e apropriado por menos de

20 reais. E, como o tamanho dos seios das mulheres tem aumentado, os fabricantes também estão seguindo essa tendência, produzindo sutiãs para praticamente todo tipo de corpo.

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Sutiã de cetim retrô

Lingeries bonitas a preços acessíveis

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