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A lingerie na cultura popular: cinema, música e dança

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A lingerie na cultura popular: cinema,música e dança

O poder dos filmes de transformar um visual em uma tendência mundial data dos anos 1920 e 1930, e o desenvolvimento da máquina de Hollywood se aplica tanto à lingerie quanto

à roupa de cima. Os filmes também usaram a lingerie para representar as mulheres como uma vasta gama de arquétipos, da pureza virginal a deusas vulgares do sexo e de vítimas a predadoras. Dançarinas e artistas da música usaram o simbolismo da lingerie para criar uma série de personalidades no palco, bem como para fazer protestos em relação à sociedade,

à cultura e à política. A mais recente, e uma das mais poderosas, representante dessa tendência é a polêmica Lady Gaga.

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Lingerie: da antiguidade à cultura pop

A lingerie e a mulher ultramoderna

A forma como Madonna, definitivamente uma Material Girl, não apenas fez uso da sua sexualidade, mas também a exibiu para ganhar importante fama e fortuna, desafiou as noções feministas sobre o que poderia – e deveria

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A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

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A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

Bem justa no corpo, a lingerie tem o poder de provocar fantasias melhor do que qualquer outra peça do vestuário.

Super-heroínas como a Mulher-Maravilha usam trajes que não são muito diferentes das roupas íntimas exóticas usadas orgulhosamente por heróis da ficção científica e, em tempos mais recentes, por habitantes de um mundo virtual – os avatares. Modelos vestindo lingeries têm sido uma inspiração para fotógrafos como Helmut Newton e

Guy Bourdin, cujas representações muitas vezes acabam declinando para o voyeurismo. Na cultura popular, o encanto associado à habilidade da lingerie em transformar um corpo fez ressurgir recentemente o interesse pelos corpetes e pela técnica de redução de medidas.

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Milla Jovovich em figurino desenhado por Jean Paul

Gaultier

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A lingerie nAs Artes gráficAs e nA culturA pop

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A lingerie desde os anos 1960 até os dias de hoje

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A lingerie desde os anos

1960 até os dias de hoje

Enquanto na década de 1950 era inadmissível que uma mulher decente saísse de casa sem um sutiã de firme sustentação – possivelmente um bustiê – e uma cinta para controlar e achatar a barriga, nos anos 1960 houve uma mudança radical em relação ao uso da roupa íntima. O corpo da moda era mais infantil, com modelos que quase não tinham seios, tais como Twiggy, ao passo que o surgimento do movimento feminista significava que muitas mulheres não estavam mais dispostas a se achatar em nome da moda.

Mais tarde, ainda que os avanços na tecnologia de tecidos e desenhos tenham conduzido a uma nova gama de roupas

íntimas modeladoras confortáveis, outras mulheres optavam por dietas e exercícios aeróbicos para tonificar o corpo, o que tornava as vestimentas de contenção em parte redundantes.

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Cena do filme Boneca de carne

(1956) de Elia Kazan

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Roupa íntima para todos os momentos: a lingerie no século XXI

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Roupa íntima para todos os momentos: a lingerie no século XXI

Por algum tempo pareceu que as lingeries absolutamente deslumbrantes eram reservadas apenas para ocasiões especiais e para o budoar. Mas, nos últimos 15 anos, houve uma explosão de disponibilidade de lingeries encantadoras, a todos os tipos de preço. Em lojas de departamento, redes de lojas e até mesmo em grandes promoções localizadas nos fundos de mercados, as mulheres podem encontrar lingeries atraentes com suporte e caimento melhores do que em qualquer outra época. Não há mais desculpas para usar aquele sutiã sem graça ou aquelas calçolas largas, quando você pode comprar algo bonito e apropriado por menos de

20 reais. E, como o tamanho dos seios das mulheres tem aumentado, os fabricantes também estão seguindo essa tendência, produzindo sutiãs para praticamente todo tipo de corpo.

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Sutiã de cetim retrô

Lingeries bonitas a preços acessíveis

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A lingerie no século XIX

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A lingerie no século XIX

A Revolução Francesa de 1789 sinalizou uma grande mudança política e social. Saias amplas, corpetes exagerados, anáguas e paniers complexos foram jogados fora com o antigo regime, e estilos românticos mais simples com cinturas largas foram adotados, exigindo o mínimo de roupas íntimas.

Porém, em meados da década de 1820, o tamanho da cintura diminuiu novamente, e o espartilho, que depois passou a se chamar corset, entrou de novo na moda, dessa vez criando uma forma mais parecida com a “ampulheta”.

O século XIX presenciou uma série de avanços tecnológicos no desenho dos corpetes, incluindo uma renda elástica, bem como elaborações complicadas, como as crinolinas e anquinhas, desenvolvidas para dar suporte às elegantes saias da época.

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Neste retrato da Madame Récamier do início do século XIX, de François

Gérard, as roupas eram minimalistas

Vestidos delicados e esvoaçantes, com um evidente toque do século XIX

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Grupo A (246)
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Capítulo 6 - Design e inovação

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Design e inovação

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Design, gestão e inovação

A relação entre design, gestão e inovação tem se desenvolvido e estreitado em contextos de mudanças aceleradas. Visto historicamente como um elo entre o recurso interno de design e outras funções organizacionais, como marketing, gestão e estratégia, o design cada vez mais tem desempenhado um papel catalítico nas empresas, operando de forma interdisciplinar e estabelecendo o denominador comum entre as agendas e objetivos dos departamentos.

Design e empresa

Para o desenvolvimento de novos processos, produtos e serviços, o design adota uma perspectiva centrada no usuário (ou focada no cliente), em contraposição à tradicional ênfase posta nas hierarquias internas ou capacidades essenciais da organização; ademais, seja no contexto de produtos e serviços, seja no contexto organizacional, o design sempre visualiza soluções centradas nas pessoas. Gerenciar a forma como o design se alinha aos objetivos organizacionais, estratégica e operacionalmente, é um dos papéis fundamentais do gestor de design.

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Medium 9788540701465

Introdução

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

Introdução

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Gestão do design é o gerenciamento bem-sucedido de pessoas, projetos, processos e procedimentos que estão por trás da criação dos produtos, serviços, ambientes e experiências que fazem parte de nossa vida diária.

Envolve também a gestão das relações entre diferentes disciplinas (como design, gestão, marketing e finanças) e diferentes papéis (clientes, designers, equipes de projeto e stakeholders).

A indústria criativa (também conhecida como

“economia criativa”) inclui as áreas de design, artesanato, publicidade, arquitetura, moda, cinema, música, TV, rádio, artes cênicas, produção editorial e software interativo. As atuais tendências globais relacionadas à criatividade nos segmentos de design identificam essa indústria como um dos setores que mais crescem no mundo e um dos melhores veículos para ampliar a vantagem competitiva entre as empresas comerciais e mesmo entre os países. Além disso, há uma crescente demanda por um enfoque mais holístico do impacto cultural, ambiental, político e social produzido pelo modus operandi das empresas comerciais e outras organizações. E como o design, por sua própria natureza, trata da solução de problemas a partir de uma perspectiva centrada nas pessoas, proporciona uma abordagem mais integrativa e holística para a solução dos desafios contemporâneos “mundiais”.

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Classificação de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

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Classificação de tipos

Cliente: Absolut Label

Design: KesselsKramer

Resumo tipográfico:

Eclética coleção de tipos usados em harmonia com o tema

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(02-AC30671) 175# Dtp:119 Page:34

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Classificação de tipos

A vasta gama de tipos disponíveis torna essencial a existência de algum sistema de classificação para, principalmente, simplificar as especificações de um trabalho.

Tipos e famílias de tipos podem ser classificados de acordo com suas características intrínsecas. Para entender o sistema de classificação, e os meios pelos quais um tipo é classificado, devemos estar familiarizados com a terminologia utilizada para descrever essas características. Muitas faces – e grande parte da terminologia adotada para descrevê-las – têm origem em projetos concebidos há 500 anos, e foram originalmente fundidas em metal ou gravadas em rocha. Mesmo agora, em nossa era digital, tais faces ainda apresentam as características inconfundíveis associadas às necessidades físicas dos períodos nos quais foram criadas. A classificação de tipos é um daqueles raros casos em que faz sentido julgar somente pela aparência. Por isso, é importante compreender como os tipos são classificados e quais são as diferenças entre suas variações, a fim de entender melhor quando usá-los em um projeto.

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Medium 9788577809011

Conclusão

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 187

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

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Conclusão

Contudo, se você encontrar prazer nas minúcias da profissão ou vibrar de alegria com os resultados de um boneco aparentemente se movendo sozinho, então logo poderá ficar encantado. Se você consegue valorizar alguns segundos de filme produzidos em um dia como uma conquista, então bem-vindo ao stop-motion. Você terá enorme satisfação com as atividades detalhistas da arte, desde colocar a mão na massa e tentar controlar o mínimo detalhe, até a própria repetição do processo.

Se você quer dar vida a personagens extraordinárias e muito verossímeis pelo contato íntimo de suas mãos, então o stop-motion certamente é sua praia.

Você precisará aceitar que o imprevisível acontecerá. Veja isso como uma característica positiva, não como uma

mudança em seu filme, mas como seu crescimento. Uma vez que aceite isso, o stop-motion poderá ser realmente viciante, pois você fez algo se mover aparentemente sozinho; na verdade, você criou vida. As pessoas que nunca tentaram fazer isso podem achar essa necessidade de dar vida

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Medium 9788577809011

Ferramentas e técnicas

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch5_P134-159:5 Tools & techniques 24/11/2009 4:40 PM Page 135

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

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Ferramentas e técnicas

No Capítulo 5, veremos como todos os elementos técnicos envolvidos no stop-motion afetam a narrativa e o filme em si, e por que eles são tão importantes quanto a animação.

Preparativos > Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Como precisamos criar absolutamente tudo a partir do zero, é importante extrair o máximo de cada elemento, permitindo que contribuam para o filme, em vez de serem apenas algo secundário, mera decoração ou arquitetura. Tente relacionar cada corte, cada enquadramento, cada música a alguma coisa na narrativa e no tema global.

A animação é mais do que personagens móveis; trata-se de narrativa, e cada elemento pode ajudar a contar essa história.

Wallace e Gromit:

A batalha dos vegetais

2005 animador

Aardman

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