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A lingerie desde os anos 1960 até os dias de hoje

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie desde os anos

1960 até os dias de hoje

Enquanto na década de 1950 era inadmissível que uma mulher decente saísse de casa sem um sutiã de firme sustentação – possivelmente um bustiê – e uma cinta para controlar e achatar a barriga, nos anos 1960 houve uma mudança radical em relação ao uso da roupa íntima. O corpo da moda era mais infantil, com modelos que quase não tinham seios, tais como Twiggy, ao passo que o surgimento do movimento feminista significava que muitas mulheres não estavam mais dispostas a se achatar em nome da moda.

Mais tarde, ainda que os avanços na tecnologia de tecidos e desenhos tenham conduzido a uma nova gama de roupas

íntimas modeladoras confortáveis, outras mulheres optavam por dietas e exercícios aeróbicos para tonificar o corpo, o que tornava as vestimentas de contenção em parte redundantes.

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Cena do filme Boneca de carne

(1956) de Elia Kazan

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Escolha, compra e cuidados com a lingerie

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Escolha, compra e cuidados com a lingerie

É verdade que uma lingerie bem certinha no corpo pode tanto empobrecer quanto valorizar uma roupa – e, hoje em dia, pode literalmente transformar a imagem de uma mulher e aumentar a gama de roupas que ela pode usar.

Uma grande variedade de tamanhos (existem na Europa sutiãs desde o tamanho AAA ao KK) significa que quase todo mundo poderá encontrar um sutiã que vista bem e favoreça a mulher. Lingeries bonitas se tornaram o foco principal das lojas atualmente, e até mesmo lojas com produtos mais acessíveis possuem conjuntos de sutiã e calcinha atraentes.

Na seção de peças luxuosas de uma loja, observa-se uma enorme variedade de lingeries elaboradas com requinte, que combinam os mais novos modelos com os mais finos tecidos.

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Dicas para a escolha do sutiã

Para escolher a lingerie correta e cuidar dela de maneira apropriada, siga algumas das dicas da estilista Tina Gill.

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A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

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A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

Bem justa no corpo, a lingerie tem o poder de provocar fantasias melhor do que qualquer outra peça do vestuário.

Super-heroínas como a Mulher-Maravilha usam trajes que não são muito diferentes das roupas íntimas exóticas usadas orgulhosamente por heróis da ficção científica e, em tempos mais recentes, por habitantes de um mundo virtual – os avatares. Modelos vestindo lingeries têm sido uma inspiração para fotógrafos como Helmut Newton e

Guy Bourdin, cujas representações muitas vezes acabam declinando para o voyeurismo. Na cultura popular, o encanto associado à habilidade da lingerie em transformar um corpo fez ressurgir recentemente o interesse pelos corpetes e pela técnica de redução de medidas.

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Milla Jovovich em figurino desenhado por Jean Paul

Gaultier

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A lingerie nAs Artes gráficAs e nA culturA pop

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Da invenção do sutiã até os anos 1950

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Da invenção do sutiã até os anos 1950

Na década de 1890, surgiram as primeiras versões da lingerie, que acabou por se tornar um item indispensável no guarda-roupa das mulheres. A princípio um tipo de espartilho dividido, o brassière foi aperfeiçoado por uma série de estilistas empreendedoras, até que nos anos 1930 a produção em massa permitiu que o sutiã fosse acessível a todas. Os novos tecidos elásticos e a invenção das taças deixaram o sutiã mais confortável e sofisticado, e o busto se tornava uma zona erógena cada vez mais importante. Provavelmente, a história do sutiã atingiu o seu apogeu com as belas Sweater Girls, como Lana Turner, que usavam sutiãs cônicos para valorizar ao máximo seus atributos.

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Pedido de patente de

Mary Phelps para o

“brassière frente única”

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Da invenção Do sutiã até os anos 1950

A invenção do sutiã

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A lingerie desde a antiguidade até o século XIX

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A lingerie desde a antiguidade até o século XIX

Imagens da antiguidade mostram as mulheres vestindo roupas semelhantes à lingerie. A estatueta da deusa minoica das serpentes veste com orgulho uma roupa que parece um espartilho, enquanto as “Garotas de biquíni” da Roma antiga usam roupas desconfortavelmente apertadas com o propósito evidente de sustentar os seios. Na era medieval, as roupas íntimas costumavam esconder e achatar o corpo, em vez de realçá-lo. Os espartilhos que serviam para sustentar e reduzir medidas atingiram extremos na corte francesa de Catarina de Médici, no século XVI, época em que se considerava ideal uma cintura de 33 cm. No mesmo período, as saias foram ampliadas para dar ênfase ao pequeno tamanho da cintura; no final do século XVIII, uma série de roupas íntimas complexas era necessária para sustentar as saias da moda.

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A estatueta da deusa minoica das serpentes, 1600 a.C., veste uma espécie de espartilho

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Grupo A (237)
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Capítulo 2 - Demanda de Consumo e Marketing de Moda

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

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Demanda de Consumo e

Marketing de Moda

Foco de carreira

Os profissionais da moda, incluindo gerentes de produto, vendedores, designers, compradores e todas as pessoas envolvidas no marketing, estão sempre aprendendo sobre as novidades na demanda de consumo, na economia, no comércio internacional e na tecnologia. Desenvolvimento de produto, produção e decisões de marketing são inteiramente baseados nessas informações.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender:

1. O que é o marketing de moda e a cadeia produtiva em moda

2. Quais são as influências técnicas, econômicas e globais na produção em moda

3. Qual é a importância do consumidor na produção em moda e como os estudos demográficos e psicográficos ajudam a indústria a determinar os mercados-alvo.

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Parte I | Os Fundamentos da Moda

O marketing de moda é todo o processo de pesquisa, planejamento, promoção e distribuição de matérias-primas, peças e acessórios que os consumidores querem comprar. Ele envolve todas as pessoas ligadas à indústria da moda e ocorre ao longo de todo o canal de distribuição. Marketing é o poder por trás do desenvolvimento de produtos, da produção, da distribuição, do varejo e da promoção de fibras, tecidos, couros, peles, acabamentos, vestuário e acessórios.

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Gestão estratégica: Por que as corporações fazem o que fazem

Marc Stickdorn, Jakob Schneider Grupo A PDF Criptografado

Quem são os designers de serviços?

GESTÃO ESTRATÉGICA: POR QUE AS

CORPORAÇÕES FAZEM O QUE FAZEM

RALF BEUKER

Em 2005, W. Chan Kim e Renée Mauborgne criaram seu conceito de “Estratégia do

Oceano Azul” (BOS, Blue Ocean Strategy), que demonstra como superar os tradicionais paradigmas de gestão: posicionamento, estratégias genéricas e correntes de valor. Além de recapitular esses conceitos estabelecidos de gestão, este artigo explica como o design thinking de serviços, em diferentes níveis estratégicos, é o ingrediente perfeito para criar um Oceano Azul em espaços de mercado inexplorados.

Ao acompanhar as inúmeras discussões sobre design de serviços que ocorrem online e offline nos dias de hoje, é possível ficar com a impressão de que a comunidade acredita que as empresas estão deliberadamente entregando maus serviços, diante das óbvias vantagens associadas ao bom design de serviços. Tendo isso em mente, permita-se fazer um breve exercício e feche os olhos por um momento. Tente se lembrar da última interação que teve com um serviço, digamos, com sua provedora de serviços de telefonia móvel. O que quer que venha à sua mente, você acredita realmente que eles fizeram de propósito? Embora eu definitivamente ache que não, acredito que as corporações e seus funcionários têm razões muito particulares para fazer o que fazem, mesmo que isso possa resultar em serviços de má qualidade.

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Medium 9788582605134

Estudos de caso - Jawwy from STC

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Jawwy from STC

A Jawwy é uma nova experiência digital móvel para a geração digital da Arábia Saudita. É um serviço móvel personalizado que permite construir, gerenciar e compartilhar planos.

A Jawwy é um serviço móvel pessoal de propriedade do Saudi Telecom Group (STC Group). Com sede em Riad, Arábia Saudita, o STC Group é a maior empresa de telecomunicações do Oriente

Médio e do Norte da África em capitalização de mercado, prestando serviços de telefonia fixa e móvel, Internet e redes de computadores.

Metas

Cocriar uma marca com o consumidor no centro.

Transformar a experiência de compra, o uso e a manutenção de serviços móveis.

Redefinir a jornada de atendimento ao cliente.

Obter insights sobre o público Millennial saudita.

Batizar um novo serviço e criar uma identidade audaciosa e visual.

Pesquisa e insight, rigor estratégico e design inspirado são todos ingredientes essenciais para a criação e implementação de marcas.

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Medium 9788577807154

Desenvolvendo o briefing

Ken Burtenshaw; Nik Mahon; Caroline Barfoot Grupo A PDF Criptografado

Desenvolvendo o briefing

Antes de o briefing criativo ser formulado, é preciso identificar os objetivos da campanha publicitária, junto à estratégia para realizar tais objetivos. É importante lembrar que a mídia publicitária em si é apenas uma parte da estratégia de comunicação, que por sua vez faz parte da estratégia de marketing geral. Assim, é preciso pensar na estratégia de marketing como um todo para formular o briefing criativo.

A necessidade de identificar com quem o anúncio está falando e o que ele diz ao público está no centro de qualquer estratégia publicitária. Para responder a essas perguntas, a equipe de planejamento realiza um processo de análise chamado de

“ciclo de planejamento” (ver O ciclo de planejamento de campanha, p. 78). O ciclo examina o mercado em que a marca opera, o posicionamento atual dela nesse mercado, seu posicionamento futuro (onde poderá estar) e como ela pode chegar lá.

86 Fundamentos de Publicidade Criativa O briefing criativo

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Medium 9788577808748

Classificação de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

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3/31/06

10:18 PM

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Classificação de tipos

Cliente: Absolut Label

Design: KesselsKramer

Resumo tipográfico:

Eclética coleção de tipos usados em harmonia com o tema

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(02-AC30671) 175# Dtp:119 Page:34

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3/31/06

10:18 PM

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Classificação de tipos

A vasta gama de tipos disponíveis torna essencial a existência de algum sistema de classificação para, principalmente, simplificar as especificações de um trabalho.

Tipos e famílias de tipos podem ser classificados de acordo com suas características intrínsecas. Para entender o sistema de classificação, e os meios pelos quais um tipo é classificado, devemos estar familiarizados com a terminologia utilizada para descrever essas características. Muitas faces – e grande parte da terminologia adotada para descrevê-las – têm origem em projetos concebidos há 500 anos, e foram originalmente fundidas em metal ou gravadas em rocha. Mesmo agora, em nossa era digital, tais faces ainda apresentam as características inconfundíveis associadas às necessidades físicas dos períodos nos quais foram criadas. A classificação de tipos é um daqueles raros casos em que faz sentido julgar somente pela aparência. Por isso, é importante compreender como os tipos são classificados e quais são as diferenças entre suas variações, a fim de entender melhor quando usá-los em um projeto.

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