Grupo A (157)
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IDOSOS

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IDOSOS

Atualmente, há mais norte-americanos com mais de 65 anos de idade do que adolescentes. Existem dados para uma população específica de idosos com idades entre 65 e 79 anos. Não há dados disponíveis para a faixa entre 80 e 90 anos.

O idoso alto sofreu uma perda de 5% da sua altura, comparada com a que ele tinha aos 20 anos de idade, devido a vários fatores. O homem idoso já não tem mais a vantagem do crescimento de 10 mm por década e suas cartilagens encolheram, principalmente na coluna vertebral. Além disso, a postura dos mais velhos tende a ser pior.

A idosa baixa perdeu 6% de sua altura, pelos mesmos motivos citados para o idoso.

Alguns outros fatores relativos aos idosos e às idosas:

• A força das mãos é reduzida em cerca de 16–40%.

• A força dos braços é reduzida em cerca de 50%.

• A força das pernas é reduzida em cerca de 50%.

• A capacidade pulmonar é reduzida em cerca de 35%.

• A maioria das dimensões corporais diminui com o aumento da idade.

• O nariz e as orelhas aumentam em largura e comprimento.

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MOSTRADORES

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MOSTRADORES

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Dê preferência a mostradores circulares, semicirculares, mostradores de conferência e mostradores com códigos de zona. Mostradores com contadores, mecânicos e digitais são úteis, assim como as unidades de leitura com matrizes de ponto e matrizes de segmentos e os mostradores gráficos. Use escalas simplificadas e índices como os apresentados.

Evite ponteiros ornamentados. Use a largura necessária para o ponteiro e diminua sua largura em direção à extremidade, de modo a corresponder à menor largura de índice. As cores dos ponteiros e dos índices devem combinar, especialmente se estes estiverem nivelados.

MOSTRADORES ANALÓGICOS E GRÁFICOS CIRCULARES

Dê preferência a um diâmetro de 57–102 mm para o mostrador, ou para maior precisão, use 102–150. Comece com zero do lado inferior esquerdo

(por exemplo, às 7 h) e sempre conte no sentido horário; colocar o zero às

12 h também é aceitável. Os números geralmente são colocados do lado de fora dos índices; mostradores muito pequenos, mostradores de conferência e mostradores codificados por zonas requerem números internos.

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3. Criando Formas

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94 ADOBE ILLUSTRATOR CS3

Classroom in a Book

Crie formas básicas

Você começará esse exercício criando um novo documento e configurando as unidades da régua para polegadas, exibindo uma grade para utilizar como uma diretriz para os desenhos e fechando os painéis que você não utilizará.

1 Escolha File > New para abrir um novo documento sem título. Escolha Print no menu

New Document Profile e altere as unidades para polegadas. Deixe o restante das configurações como estão, e clique em OK.

2 Escolha File > Save As. Na caixa de diálogo Save As, atribua ao arquivo o nome Pencil.ai

e escolha a pasta Lesson03. Deixe o formato de arquivo configurado como Illustrator (*.AI) e clique em Save. Em Illustrator Options, deixe as configurações padrão inalteradas e clique em OK.

3 Restaure o espaço de trabalho escolhendo Window > Workspace > [Basic].

4 Escolha View > Show Grid para exibir uma grade que seja útil para medir, desenhar e ali-

nhar formas. Essa grade não será impressa com a arte-final.

5 Escolha View > Show Rulers ou mantenha pressionadas as teclas Ctrl+R (Windows) ou

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9 CARREGANDO E CONTROLANDO O CONTEÚDO FLASH

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346 ADOBE FLASH CS5

Classroom in a Book

Carregue o conteúdo externo

Você vai usar o ActionScript para carregar os SWFs externos no filme Flash principal – isso mantém seu projeto geral em módulos separados e impede que ele se torne muito grande e dif ícil de descarregar, além de deixar a edição mais fácil, pois você pode editar seções individuais em vez de um arquivo grande e pesado.

Por exemplo, se você quisesse alterar o artigo sobre o novo carro na segunda seção, bastaria abrir e editar o arquivo Flash page2.fla, onde se encontra esse conteúdo.

Para carregar os arquivos externos, você vai usar dois objetos ActionScript: um chamado Loader e o outro URLRequest.

1 Insira uma nova camada no topo da lista e nomeie-a actionscript.

2 Pressione F9 (Windows) ou Option+F9 (Mac) para abrir o painel Actions.

● Nota: Para comparar pontuação, espacejamento, ortografia ou outros aspectos do

ActionScript, visualize o painel Actions no arquivo 09End.fla.

3 Digite a linha a seguir exatamente como aparece aqui: var myLoader:Loader=new Loader();

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6. DESIGN E INOVAÇÃO: COORDENAÇÃO POR MEIO DO DESIGN

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CAPÍTULO 6

DESIGN E INOVAÇÃO: COORDENAÇÃO POR

MEIO DO DESIGN

O design é uma ferramenta de gestão que cria diferenciação nas capacidades internas da empresa. O design não é mais visto como apenas um resultado relacionado à forma, mas como um processo criativo de gestão que pode ser integrado em outros processos da organização, como gestão de ideias, de inovação e de pesquisa e desenvolvimento, e que modifica a estrutura tradicional do gerenciamento de processos em uma empresa.

O design relaciona-se com questões fundamentais de gestão da inovação e com o sucesso do desenvolvimento de novos produtos (DNP), alinhado com importantes fatores que são cruciais para o sucesso da inovação: vantagem competitiva, compreensão das necessidades do usuário e sinergia entre inovação e pontos fortes da empresa em termos de tecnologia (ver Tabela 6.1).

Entretanto, um bom produto não é suficiente para o sucesso da inovação: estudos anteriores enfatizam a importância da gestão no desempenho da inovação.

Nesse processo, o design cria valor porque participa da melhoria da qualidade do processo de DNP, da definição da estratégia de produto e da qualidade das equipes de novos produtos (ver Tabela 6.2).

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Editora Manole (16)
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Sobre o design gráfico deste livro – depoimento de Rico Lins

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SOBRE O DESIGN

GRÁFICO DESTE LIVRO

DEPOIMENTO DE

RICO LINS

LIBERDADE E LIMITES

O limite é um estímulo poderoso na criação.

Os designers gráficos de minha geração, no

Brasil, puderam experimentá-lo de modo bastante claro: para muito do que realizamos anos atrás, não tivemos referências, não havia nem mesmo certas técnicas, e justamente por isso tivemos liberdade e valia tudo na solução dos desenhos.

As pessoas às vezes não gostam de lidar com limites. Eu gosto. Eles exigem consistência do trabalho criativo. Geram necessidade de um envolvimento maior – quando temos que encontrar uma solução em condições estritas.

Não impedem a conceitualização. Ao contrário, oferecem uma base para ela. Este livro nasceu com limites importantes para o design.

AS FOTOGRAFIAS DOS DEBATES

O primeiro e principal limite estava nas fotos.

Elas não foram preparadas para o projeto gráfico.

São um registro documental dos encontros.

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4. Mecanismos estaduais de incentivo à cultura

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Mecanismos estaduais de incentivo à cultura

Alguns estados brasileiros possuem legislação de incentivo à cultura, como

é o caso do Acre, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso do Sul, de Minas Gerais, da Paraíba, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo.

Parte dessas leis data do início da nova estrutura de incentivos fiscais no

Brasil; a lei do Rio de Janeiro, por exemplo, data de 1992 e permanece em vigor até hoje.

Do mesmo modo que o incentivo federal se baseia no benefício de imposto de renda, os incentivos estaduais baseiam-se no imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias sobre prestação de serviços e de comunicação de transporte interestadual e intermunicipal (ICMS), tributo de competência dos estados federados.

A mais recente lei, comentada nessa nova edição do livro, é o programa de apoio à cultura do governo do estado de São Paulo, recentemente bastante aprimorado. A seguir, serão mantidas atualizadas as últimas alterações da lei de incentivo do estado da Bahia.

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4. Destinos – Alex Atala e Jum Nakao

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DESTINOS

ALEX ATALA E JUM NAKAO

A criação de pés no chão: técnica e

/Alex Atala: da imaginação à mesa 111 /Similaridade

112 /O ingrediente racionalidade 113

/Preguiça: o tempo de fazer nada 115 /Os tempos e seus pesos 117

/Manteiga de cacau! À exaustão, e utilidade 108

de novo, de novo, de novo... 118

/O que simboliza? Para que serve?

Por que gostamos? 119 /As lições de criação 119 /Jogos de espelhos 122 /Lindo! Delicioso!

Inesquecível! Bravo! Silêncio 124

/Autocrítica e autopromoção 125

/E agora, acabou? 127 /A imagem

do homem e a imagem do criador 129

/Repercussão 130

108

A primeira rodada de conversas desta noite durou duas horas, encerrada com o atrelamento, defendido pelo Jum, de limite e criatividade. Logo, Alex entra na sala – apressado, agitado, ritmado como a cozinha de restaurante exige. São 22 horas e todos querem ouvi-lo também. Alceu Baptistão reinicia o debate.

Brasília, com Cardozo contratado pela empresa de engenharia responsável. Foi ele quem conseguiu fazer a cúpula da Câmara Federal ficar elevada sobre o prédio do Congresso; são seus os números da curvatura que mantém em pé a

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3. Mecanismos federais de incentivo à cultura

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Mecanismos federais de incentivo à cultura

O mecanismo federal de incentivo à cultura foi criado no início dos anos de 1990 e é um dos que mais evoluíram dentre as formas de política de incentivo fiscal à cultura. É composto pelas leis Rouanet, do Audiovisual e por legislações conexas1.

Para o pleito dos incentivos concedido pela União Federal, o Ministério da Cultura e a Agência Nacional de Cinema (Ancine) colocaram à disposição do público formulários ou programas específicos para apresentação de projetos culturais. A partir desse formulário o produtor pode apresentar projetos à Lei

Rouanet (FNC ou mecenato) ou aos mecanismos de fomento ao audiovisual.

O Ministério da Cultura (MinC) é composto, dentre outros órgãos, por seis secretarias temáticas, além da Secretaria Executiva. São elas: Secretaria de Políticas Culturais, Secretaria de Cidadania Cultural, Secretaria de Articulação Institucional, Secretaria do Audiovisual (SAV), Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (que está se transformando em Secretaria de Economia Criativa) e Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). As secretarias que tratam de projetos incentivados são a Secretaria de Fomento e

1 �Os anexos citados neste capítulo podem ser encontrados no sítio http://www.manoleeducacao.com.br.

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1. Introdução e histórico do incentivo fiscal à cultura no Brasil

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Introdução e histórico do incentivo fiscal à cultura no Brasil

Os incentivos fiscais são soluções criadas pelos governos para o estímulo de determinados setores de interesse estratégico, da economia. Sempre que há necessidade de investimento maciço em determinado setor, cria-se um estímulo tributário para que recursos sejam canalizados para o segmento específico. A cultura pertence a um desses setores que têm precisado de estímulo governamental para conseguir seu impulso inicial. A partir dela, a sociedade adquire consciência de sua importância e passa a contribuir voluntariamente.

O voluntariado nessas áreas, no entanto, dificilmente surge sem um estímulo paralelo dado pelo Estado.

O histórico do investimento em cultura não pode ser feito sem antes explorar a significação da palavra mecenas, tão falada entre nós, e fonte da derivação mecenato, utilizada nos dias atuais pelo Ministério da Cultura para caracterizar projetos em que se concede incentivo fiscal.

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