Grupo A (157)
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Medium 9788577807826

2. A HISTÓRIA DO DESIGN: RETRATOS DE EMPREENDEDORES

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

A HISTÓRIA DO DESIGN: RETRATOS DE

EMPREENDEDORES

A história do design revela a diversidade nas formas criadas pelos designers e a variedade de suas opiniões sobre o papel do artefato em nossa sociedade. Explorar as diferentes fases da história do design ajuda-nos a compreender os valores básicos dessa nova disciplina, valores que uma empresa pode desejar integrar em seu sistema de gestão. Este capítulo descreve os diferentes períodos da história do design e discute como a história pode ser útil para a compreensão dos elos entre design e sociedade como um todo.

MARCOS FUNDAMENTAIS NA HISTÓRIA DO DESIGN

Precursores (1850-1907)

A pré-história do design começa na Inglaterra, com o conceito de padronização da produção, que dissociou a concepção de um objeto da sua fabricação. Até aquela

época, essas duas operações estavam incorporadas na habilidade de uma pessoa: o artífice.

Exemplos: A cerâmica Wedgwood em meados do século XVIII, a cadeira Thonet Bistrot, de 1830, e o

Palácio de Cristal, em Londres, em

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Medium 9788577806188

4. GERENCIANDO CONFIGURAÇÕES, PREFERÊNCIAS E CONTEÚDO

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

74 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

Na maioria dos seus projetos do Adobe Premiere Pro CS4, nenhum esforço será necessário para alterar as configurações e preferências de projeto, embora seja interessante conhecer as opções disponíveis. Você vai aprender a gerenciar seus conteúdos no painel Project e aprofundar-se no Adobe Bridge CS4 – um navegador de conteúdos completo que trabalha com todos os produtos e tipos de arquivo do Adobe Creative Suite 4 Production Premium.

Selecione configurações de projeto por sequência

A regra ao selecionar configurações de projeto e sequência é corresponder as configurações ao material original e não à saída final. Manter a qualidade original do material faz com que, posteriormente, você tenha mais opções. Mesmo que seu objetivo seja criar um vídeo de baixa resolução para reproduzir na Internet, espere até terminar de editar e, então, reduza as configurações da qualidade de saída para deixar o vídeo pronto para a Internet.

Talvez você tenha uma mistura de fontes de mídia – widescreen, padrão, HDV e P2, por exemplo – entre seus conteúdos de projeto. Com o Adobe Premiere

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Medium 9788536321318

Capítulo 5 - TRANSTORNOS DO HUMOR

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

TRANSTORNOS

DO HUMOR

Afetividade e humor são conceitos estreitamente relacionados. Os afetos consistem em estados psíquicos subjetivos que se caracterizam pela propriedade de serem agradáveis ou desagradáveis. O humor, por sua vez, representa um somatório de todos os afetos presentes na consciência em um dado momento, constituindo o estado afetivo basal.

Caracteriza-se por ser difuso e persistente e não relacionado a um objeto específico. O humor imprime ao indivíduo um importante componente motivacional e é capaz de influenciar, praticamente, todas as outras funções mentais, assim como o seu comportamento.

Tradicionalmente, pode-se descrever o humor de acordo com duas dimensões: intensidade e valência. Como ilustrado na Figura 5.1, a intensidade ou ativação do humor pode variar entre um polo de alta e outro de baixa intensidade. A valência, por sua vez, pode ser subdividida em positiva, quando o estado afetivo é agradável para o próprio indivíduo (p. ex., alegria), ou negativa, quando se apresenta desagradável (p. ex., tristeza, raiva e ansiedade). O termo euforia refere-se a um humor positivo de grande intensidade, enquanto o termo disforia está relacionado a uma valência negativa de humor.

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Medium 9788577808540

9 CARREGANDO E CONTROLANDO O CONTEÚDO FLASH

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

346 ADOBE FLASH CS5

Classroom in a Book

Carregue o conteúdo externo

Você vai usar o ActionScript para carregar os SWFs externos no filme Flash principal – isso mantém seu projeto geral em módulos separados e impede que ele se torne muito grande e dif ícil de descarregar, além de deixar a edição mais fácil, pois você pode editar seções individuais em vez de um arquivo grande e pesado.

Por exemplo, se você quisesse alterar o artigo sobre o novo carro na segunda seção, bastaria abrir e editar o arquivo Flash page2.fla, onde se encontra esse conteúdo.

Para carregar os arquivos externos, você vai usar dois objetos ActionScript: um chamado Loader e o outro URLRequest.

1 Insira uma nova camada no topo da lista e nomeie-a actionscript.

2 Pressione F9 (Windows) ou Option+F9 (Mac) para abrir o painel Actions.

● Nota: Para comparar pontuação, espacejamento, ortografia ou outros aspectos do

ActionScript, visualize o painel Actions no arquivo 09End.fla.

3 Digite a linha a seguir exatamente como aparece aqui: var myLoader:Loader=new Loader();

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Medium 9788577806348

12. UTILIZANDO RECURSOS 3D

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

316 ADOBE AFTER EFFECTS CS4

Classroom in a Book

Introdução

Esta lição é uma continuação do projeto iniciado na Lição 11. Comece com o arquivo de projeto Lesson12_Start.aep fornecido neste livro, ou, se completou a

Lição 11, utilize o arquivo de projeto que você salvou no final dessa lição. Os dois arquivos devem ser equivalentes.

1 Certifique-se de que os seguintes arquivos estão na pasta AECS4_CIB/Lessons/

Lesson12 no disco rígido ou copie-os agora do DVD do Adobe After Effects CS4

Classroom in a Book.

· Na pasta Assets: AEBack.jpg, AEFront.jpg, AESpine.jpg, brush.psd

· Na pasta Sample_Movie: Lesson12.mov

· Na pasta Start_Project: Lesson12_Start.aep

2 Abra e reproduza o arquivo Lesson12.mov para ver o que será criado nesta lição. Ao concluir, feche o QuickTime Player. Exclua esse vídeo de exemplo do disco rígido se houver pouco espaço de armazenamento.

Ao iniciar esta lição, restaure as configurações de aplicativo padrão para o After

Effects. Consulte “Restaure as preferências padrão”, na página 15.

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Editora Manole (16)
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Medium 9788520432273

Sobre o design gráfico deste livro – depoimento de Rico Lins

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

SOBRE O DESIGN

GRÁFICO DESTE LIVRO

DEPOIMENTO DE

RICO LINS

LIBERDADE E LIMITES

O limite é um estímulo poderoso na criação.

Os designers gráficos de minha geração, no

Brasil, puderam experimentá-lo de modo bastante claro: para muito do que realizamos anos atrás, não tivemos referências, não havia nem mesmo certas técnicas, e justamente por isso tivemos liberdade e valia tudo na solução dos desenhos.

As pessoas às vezes não gostam de lidar com limites. Eu gosto. Eles exigem consistência do trabalho criativo. Geram necessidade de um envolvimento maior – quando temos que encontrar uma solução em condições estritas.

Não impedem a conceitualização. Ao contrário, oferecem uma base para ela. Este livro nasceu com limites importantes para o design.

AS FOTOGRAFIAS DOS DEBATES

O primeiro e principal limite estava nas fotos.

Elas não foram preparadas para o projeto gráfico.

São um registro documental dos encontros.

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Medium 9788520435007

2. Aspectos constitucionais e tributários do incentivo fiscal

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

2

Aspectos constitucionais e tributários do incentivo fiscal

Incentivos fiscais são estímulos concedidos pelo governo, na área fiscal, para a viabilização de empreendimentos estratégicos, sejam eles culturais, econômicos ou sociais. Eles têm ainda a função de melhorar a distribuição de renda regional. A frase abaixo, extraída do prefácio do livro Incentivos fiscais para o desenvolvimento, organizado por Antônio Roberto Sampaio Dória1, inspira a compreensão do significado do incentivo fiscal:

Velho instrumento de vitalização econômica dirigida, o estímulo tributário desdobrou-se no Brasil, na década passada, num leque de alternativas que em originalidade, amplitude e ambição de propósitos, não encontra símile no mundo contemporâneo. Programas de desenvolvimento lastreados em análoga instrumentação, como o do Mezzogiorno na Itália meridional e o de Porto Rico nas

Antilhas, apequenam-se diante da experiência brasileira que, ainda quase só potencial, entremostra apenas seus primeiros frutos.

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Medium 9788520435007

8. Legislação

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

8

Legislação

LEI ROUANET

LEI N. 8.313,

DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991

Restabelece princípios da Lei n. 7.505, de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e dá outras providências

O Presidente da República,

Faço saber que o Congresso Nacional de­ creta e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Fica instituído o Programa Nacio­ nal de Apoio à Cultura (Pronac), com a fi­ nalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: n

I – contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;

II – promover e estimular a regionaliza­

ção da produção cultural e artística brasilei­ ra, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;

III – apoiar, valorizar e difundir o conjun­ to das manifestações culturais e seus respec­ tivos criadores;

IV – proteger as expressões culturais dos gru­ pos formadores da sociedade brasileira e respon­ sáveis pelo pluralismo da cultura nacional;

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Medium 9788520435007

1. Introdução e histórico do incentivo fiscal à cultura no Brasil

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

1

Introdução e histórico do incentivo fiscal à cultura no Brasil

Os incentivos fiscais são soluções criadas pelos governos para o estímulo de determinados setores de interesse estratégico, da economia. Sempre que há necessidade de investimento maciço em determinado setor, cria-se um estímulo tributário para que recursos sejam canalizados para o segmento específico. A cultura pertence a um desses setores que têm precisado de estímulo governamental para conseguir seu impulso inicial. A partir dela, a sociedade adquire consciência de sua importância e passa a contribuir voluntariamente.

O voluntariado nessas áreas, no entanto, dificilmente surge sem um estímulo paralelo dado pelo Estado.

O histórico do investimento em cultura não pode ser feito sem antes explorar a significação da palavra mecenas, tão falada entre nós, e fonte da derivação mecenato, utilizada nos dias atuais pelo Ministério da Cultura para caracterizar projetos em que se concede incentivo fiscal.

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Medium 9788520435007

Endereços

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

Endereços

DIRIGENTES DO MINISTÉRIO

DA CULTURA E SEUS ÓRGÃOS

COLEGIADOS, FUNDAÇÕES E AUTARQUIAS

Ministério da Cultura – MinC

Esplanada dos Ministérios, Bloco B, sala

401 – CEP: 70068-900

Brasília – Distrito Federal

Tel. Geral: (61) 2024-2000

Ministra de Estado da Cultura

Ana de Hollanda

Tels.: (61) 2024-2460/ 2464

Fax: (61) 3225-9162

Chefe de gabinete

Maristela Rangel Pinto

Tels.: (61) 2024-2472/2024-2474

Fax: (61) 2024-2482

E-mails: maristela.rangel@cultura.gov.br e cgm@cultura.gov.br

Agenda da ministra

Tânia Rodrigues

Tel.: (61) 2024-2470

Fax: (61) 2024-2482

E-mail: agendaministra@cultura.gov.br

Assessora da chefe de gabinete da ministra

Sonia Maria Sousa Pinto

Tel.: (61) 2024-2481

Fax: (61) 2024-2482

E-mail: sonia.sousapinto@cultura.gov.br

Assessora especial

Morgana Eneile

Tel.: (61) 2024-2262/2481

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