Grupo Almedina (21)
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Medium 9789724417134

Introdução

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

Introdução

Um espectro assombra a reflexão sobre a arte; é o espectro do fim da arte, fixado por Hegel na fórmula «a arte é para nós coisa do passado»(1). Não se trata, como por vezes ainda se pode ler, de um decreto de um pensador tido por obscuro, que, do alto de uma sabedoria esotérica, relega sem apelo nem agravo a arte para uma posição subalterna. Uma tal arbitrariedade, imputada a Hegel, iria ao arrepio do sentido da tese hegeliana. O fim da arte é antes a verificação histórica post factum do desenvolvimento cultural da Europa e do seu apogeu na modernidade, de uma era em que

«o poder de unificação desapareceu da vida dos homens, e os opostos perderam a sua relação viva e acção recíproca e ganharam autonomia», pois «quanto mais a cultura prospera, quanto mais diversificado se torna o desenvolvimento das expressões da vida, no qual a cisão se pode devorar a si mesma, tanto maior se torna o poder da cisão, tanto mais firme a sua sacralidade climática, tanto mais estranhos para a totalidade da cultura, e sem significado, os

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3. A relação dos valores de actualidade com o cultodos monumentos

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

o culto moderno dos monumentos

intencionais; daí que o valor de antiguidade seja de raiz o inimigo figadal do valor de memória intencional. Enquanto os homens não renunciarem à imortalidade terrena, também o culto do valor de antiguidade encontra as suas barreiras inultrapassáveis no culto do valor de memória intencional. Este conflito implacável entre valor de antiguidade e valor de memória intencional importa, contudo, menos dificuldades para a conservação dos monumentos do que poderíamos supor à primeira vista, porquanto o número de monumentos «intencionais» é relativamente escasso perante a grande massa dos que são pura e simplesmente não intencionais.

3. A relação dos valores de actualidade com o culto dos monumentos

A maioria dos monumentos possuiu igualmente a capacidade de satisfazer aquelas necessidades sensíveis ou intelectuais das pessoas para cuja saciação as novas formas modernas tão bem se prestam (quando não ainda melhor), e naquela capacidade, onde não está em causa, evidentemente, a génese no passado e o valor de memória que nela se escora, assenta o valor de actualidade de um monumento. Do ponto de vista deste valor, estaremos dispostos antecipadamente a considerar o monumento não como uma tal forma, mas sim igual a uma forma moderna acabada de ser produzida e, por isso, também a exigir do monumento (antigo) a manifestação exterior de cada obra humana (nova) no seu estado nascente (ver p. 28 e ss.): quer isto dizer a impressão de completa coesão e intangibilidade relativamente aos influxos deletérios naturais. Pode-se, sem dúvida, tolerar sintomas destes últimos, consoante a natureza do valor de actualidade que estiver a ser considerado; mas estes acabarão por colidir, mais cedo ou mais tarde, com limites inultrapassáveis, para além dos quais o valor de actualidade seria impossível e nos quais tem assim de esforçar-se por se impor contra o valor de antiguidade. O tratamento de um monumento segundo os princípios do culto do valor de antiguidade que, por princípio, gostaria de deixar as coisas, sempre e

43

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Medium 9789724418933

REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATA

Em 1931, Christian Zervos solicitou a Kandinsky, para os Cahiers d’Art, uma resposta a um inquérito sobre a arte abstrata, acusada:

«1. de ser voluntariamente inexpressiva e excessivamente cerebral e, por conseguinte, de estar em contradição com a própria natureza da verdadeira arte, a qual seria essencialmente de ordem sensual e emotiva;

«2. de ter voluntariamente substituído a emoção proveniente das longínquas profundezas do inconsciente por um exercício mais ou menos hábil e subtil, mas sempre objetivo, de tons puros e desenhos geométricos;

«3. de ter limitado as possibilidades que se ofereciam à pintura e à escultura até reduzir a obra de arte a um simples jogo de cores inscritas em formas de um racionalismo plástico muito restritivo, as quais poderiam ser muito convenientes para um cartaz ou um catálogo de publicidade mas de valor nulo para obras que se pretendem do domínio artístico;

«4. de ter, por severidade técnica e despojamento total, levado a arte a um impasse, assim suprimindo todas as suas possibilidades de evolução e de desenvolvimento.»

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Medium 9789724418933

O VALOR DE UMA OBRA CONCRETA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

O VALOR DE UMA OBRA CONCRETA

Publicado no n.º 5-6 da revista XX. Siècle, em 1938, este artigo continha uma continuação publicada no número seguinte. Trata-se de um texto escrito para o catálogo da Galeria Guggenheim.

Nele, Kandinsky interroga-se quanto ao papel da razão nas questões da arte. Poderemos basear nela uma opinião respeitante a uma obra?

A resposta é não: «Desconfiemos da razão pura em arte e não tentemos compreender a arte seguindo o perigoso caminho da lógica».

Este conselho retoma os temas do seu texto «Da compreensão da arte» (*), embora o ponto de vista seja diferente, uma vez que se trata aqui do problema dos critérios de julgamento da obra de arte.

A arte é o domínio do irracional, o único que resta aos homens num mundo esmagado pelo reinado da razão. Este irracional existe também na arte figurativa, sendo o objeto a ponte que permite ao artista entrar na pintura pura, se bem que ele goze de muito mais liberdade na pintura abstrata, na qual a supressão do objeto liberta e multiplica até ao infinito os meios de expressão.

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Medium 9789724418933

TELA VAZIA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

TELA VAZIA

Publicado no n.º 5-6 da revista Cahiers de l’Art, em 1935.

Esta edição da revista era quase exclusivamente consagrada aos surrealistas. Kandinsky inseria-se nela de um modo bastante natural tendo em conta os numerosos contactos que os surrealistas haviam tido com ele desde a sua chegada a Paris em 1933. Convém a este propósito sublinhar que Kandinsky é o único pintor abstrato de quem

André Breton disse bem desde 1938 (1).

Aqui, de maneira quase fenomenológica, o autor dá-nos informações acerca da sua criação. Trata-se de uma tentativa, conforme aos objetivos gerais de Kandinsky, para aproximar de modo interior os meios e o conteúdo da sua arte.

O resultado é uma expressão literária, que retoma mesmo certas passagens dos seus poemas e que nos mostra o pintor em contacto com os meios da criação pictórica. Kandinsky define os três períodos do seu encontro com estes meios nos últimos 25 anos.

Antes da Primeira Guerra Mundial é o «diapasão dramático»:

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Grupo A (157)
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Medium 9788577805617

5. MOVIMENTO E TRANSFORMAÇÃO ARTICULADOS

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO 5

Movimento e Transformação Articulados

Movimento articulado com cinética inversa

Para facilitar a animação de um objeto articulado (com várias junções), como uma pessoa caminhando ou o guindaste em movimento do nosso exemplo, o

Flash CS4 apresenta a cinemática inversa. A cinemática inversa é um meio matemático de calcular os diferentes ângulos de um objeto articulado para alcançar certa configuração. Você pode posicionar o objeto em um keyframe inicial e então definir uma posição diferente em um keyframe posterior. O Flash utiliza a cinemática inversa para descobrir os diferentes ângulos para todas as junções da primeira posição até a seguinte.

A cinemática inversa facilita o processo de animação porque você não precisa se preocupar em animar cada segmento de um objeto ou o membro de um personagem. Basta se concentrar nas posições gerais.

Defina os bones

O primeiro passo para criar movimento articulado é definir os bones (ossos) do objeto com a ferramenta Bone ( ). A ferramenta Bone informa ao Flash o modo como uma série de instâncias de movie clip é conectada. Movie clips conectados são chamados de armaduras (armatures) e cada movie clip é chamado de node.

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Medium 9788577801107

1. Conhecendo o Flash

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

20 ADOBE FLASH CS3 PROFESSIONAL

Classroom in a Book

1 Inicie o Adobe Flash. No Windows, escolha Iniciar > Todos os programas> Adobe Flash

CS3. No Mac OS, dê um clique duplo no ícone do Adobe Flash CS3 na pasta Applications ou no Dock.

Nota: Você também pode iniciar o Flash dando um clique duplo em um arquivo Flash (*.fla), como o arquivo 01Start.fla que você utilizará nesta lição.

2 Escolha File > Open. Na caixa de diálogo Open, selecione o arquivo 01End.swf na pasta

Lesson01/01End e clique em Open para visualizar o projeto final.

Uma animação é reproduzida. Durante a animação, uma garrafa se move pela tela e derrama água.

3 Feche a janela de visualização.

4 Escolha File > Open. Na caixa de diálogo Open, dê um clique duplo no arquivo 01Start.

fla na pasta Lesson01/01Start.

O arquivo 01Start.fla abre com um logotipo no Stage. A Timeline contém várias camadas; o conteúdo dessas camadas muda nos diferentes quadros.

5 Escolha File > Save As. Atribua ao arquivo o nome de 01_workingcopy.fla e salve-o na

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Medium 9788577801480

9. Mesclando Formas e Cores

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

9 Mesclando Formas e Cores

Nesta lição, você aprenderá a:

• Criar e salvar degradês

• Adicionar cores a um degradê

• Ajustar a direção de uma mesclagem de gradiente

• Criar mesclagens de cores suaves entre objetos

• Mesclar as formas dos objetos em passos intermediários

• Modificar uma mesclagem, seu path, forma e cores

Introdução

Você irá explorar várias maneiras de criar seus próprios degradês de cores e mesclar cores e formas utilizando o painel Gradient e a ferramenta

Blend.

Antes de começar, restaure as preferências padrão do Adobe Illustrator.

Abra o arquivo de arte finalizado desta lição para ver o que você vai criar.

1 Para assegurar que as ferramentas e os painéis funcionem exatamente

como descritos nesta lição, exclua ou desative (renomeando) o arquivo de preferências do Adobe Illustrator CS3. Consulte “Restaurando as preferências padrão”, na página 19.

2 Inicie o Adobe Illustrator CS3.

Nota: Se você ainda não copiou os arquivos desta lição para o seu disco rígido a partir da pasta Lesson09 do CD que acompanha este livro, faça isso agora. Veja “Copiando os arquivos do Classroom in a Book”, na página 18.

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Medium 9788577805617

9. CARREGANDO E CONTROLANDO O CONTEÚDO FLASH

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

326 ADOBE FLASH CS4

Classroom in a Book

Carregue o conteúdo externo

Você vai usar o ActionScript para carregar os SWFs externos no filme Flash principal – isso mantém seu projeto geral em módulos separados e impede que ele se torne muito grande e dif ícil de descarregar, além de deixar a edição mais fácil, pois você pode editar seções individuais em vez de um arquivo grande e pesado.

Por exemplo, se você quisesse alterar o artigo sobre o novo carro na segunda seção, bastaria abrir e editar o arquivo Flash page2.fla, onde se encontra esse conteúdo.

Para carregar os arquivos externos, você vai usar dois objetos ActionScript: um chamado Loader e o outro URLRequest.

1 Insira uma nova camada no topo da lista e nomeie-a actionscript.

2 Pressione F9 (Windows) ou Option+F9 (Mac OS) para abrir o painel Actions.

● Nota: Para comparar pontuação, espacejamento, ortografia ou outros aspectos do

ActionScript, visualize o painel Actions no arquivo 09End.fla.

3 Digite a linha a seguir exatamente como aparece aqui: var myLoader:Loader=new Loader();

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Medium 9788536321318

Capítulo 9 - TRANSTORNOS FACTÍCIOS E SIMULAÇÃO

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

TRANSTORNOS FACTÍCIOS E SIMULAcãO

160

~

(p. ex., cortando-se com uma lâmina). A síndrome de Münchhausen diferencia-se da hipocondria

(e de outros transtornos somatoformes; ver Capítulo 7) pelo fato de que o paciente com um transtorno factício sabe que está mentindo, enquanto o hipocondríaco realmente acredita estar doente.

Em uma forma especial de síndrome de Münchhausen, denominada Münchhausen por procuração, o indivíduo produz sinais clínicos em outra pessoa, a qual está sob seus cuidados, podendo acontecer em mães ou outras pessoas responsáveis por uma criança. A síndrome caracteriza-se pela invenção ou produção intencional de alterações clínicas na criança, fazendo com que ela seja considerada doente. Mais uma vez, esse comportamento tem como única motivação a obtenção de atenção médica. A síndrome de Münchhausen por procuração é uma forma de abuso infantil e, com frequência, envolve a ocorrência de outras formas de abuso, na ausência de qualquer violência explícita. Paradoxalmente, a pessoa responsável demonstra uma grande preocupação com a saúde da criança, que, com o passar do tempo, pode participar desse processo patológico e, até mesmo, sofrer, ela própria, da síndrome de

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Editora Manole (16)
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Medium 9788520435007

7. Considerações finais

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

7

Considerações finais

Com as modificações ocorridas nas leis de incentivo à cultura desde o início da década de 1990, quando estas foram instituídas, identificamos uma situação de efervescência de ideias e posições sobre as diversas formas de estímulo das atividades culturais. O quadro que temos é extremamente positivo, pois está estimulando a criação de uma consciência do empresariado sobre quanto é importante o investimento em cultura e como este pode dar retorno para sua marca e para seu balanço financeiro e social. No que pesem algumas críticas contrárias às leis, todos concordam que elas foram fundamentais no processo de consolidação do investimento em cultura no Brasil.

A edição da Medida Provisória n. 2.228-1, de 6 de setembro de 2001, aumenta a carteira de incentivos fiscais para o empresário que pretende aplicar seus recursos na atividade cultural, criando novos fundos e novos programas de governo. A partir dele criaram-se dois grandes benefícios ao audiovisual, por exemplo. São eles o Fundo de Financiamento da Indústria Cinematográfica

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Medium 9788520432273

2. Presente – Fernando e Humberto Campana e Jum Nakao

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

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PRESENTE

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

E JUM NAKAO

Nakao: “A Costura do Invisível” 44

/Campana: para mostrar a rua 47

/Da ideia ao objeto ou do objeto à ideia 50

/Egoísmo e generosidade 52 /Para si

ou para o outro, para si e para o outro 54

/O máximo: um trabalho de dar raiva! 56

/Entre o “outro” e o “eu” 57 /Inventores de convívios 59 /Maleável como o ar 59

/Resultados diferentes 61 /O tempo da dúvida 63 /O começo e o fim 64 /De porta em porta: sorte e persistência 65

/Coffee break 66 /A qualquer hora: a inspiração 67 /Extimidade 69

/Parcerias comerciais 70 /Educação

criativa: liberdade compartilhada 71

/Fama e reconhecimento 72 /O futuro:

o alcance econômico e social da criação 73

/De mãos dadas 73

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NAKAO: “A COSTURA DO INVISÍVEL”

É nosso primeiro encontro aberto a convidados. A proposta foi reunir debatedores de diversas áreas, diferentes bases culturais, para investigarem juntos, em uma edição ao vivo, as histórias que os autores nos contariam sobre suas vidas, seus trabalhos, sua visão da criação atual. Quem estava na sala

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Medium 9788520432273

4. Destinos – Alex Atala e Jum Nakao

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

DESTINOS

ALEX ATALA E JUM NAKAO

A criação de pés no chão: técnica e

/Alex Atala: da imaginação à mesa 111 /Similaridade

112 /O ingrediente racionalidade 113

/Preguiça: o tempo de fazer nada 115 /Os tempos e seus pesos 117

/Manteiga de cacau! À exaustão, e utilidade 108

de novo, de novo, de novo... 118

/O que simboliza? Para que serve?

Por que gostamos? 119 /As lições de criação 119 /Jogos de espelhos 122 /Lindo! Delicioso!

Inesquecível! Bravo! Silêncio 124

/Autocrítica e autopromoção 125

/E agora, acabou? 127 /A imagem

do homem e a imagem do criador 129

/Repercussão 130

108

A primeira rodada de conversas desta noite durou duas horas, encerrada com o atrelamento, defendido pelo Jum, de limite e criatividade. Logo, Alex entra na sala – apressado, agitado, ritmado como a cozinha de restaurante exige. São 22 horas e todos querem ouvi-lo também. Alceu Baptistão reinicia o debate.

Brasília, com Cardozo contratado pela empresa de engenharia responsável. Foi ele quem conseguiu fazer a cúpula da Câmara Federal ficar elevada sobre o prédio do Congresso; são seus os números da curvatura que mantém em pé a

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Medium 9788520435007

3. Mecanismos federais de incentivo à cultura

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

3

Mecanismos federais de incentivo à cultura

O mecanismo federal de incentivo à cultura foi criado no início dos anos de 1990 e é um dos que mais evoluíram dentre as formas de política de incentivo fiscal à cultura. É composto pelas leis Rouanet, do Audiovisual e por legislações conexas1.

Para o pleito dos incentivos concedido pela União Federal, o Ministério da Cultura e a Agência Nacional de Cinema (Ancine) colocaram à disposição do público formulários ou programas específicos para apresentação de projetos culturais. A partir desse formulário o produtor pode apresentar projetos à Lei

Rouanet (FNC ou mecenato) ou aos mecanismos de fomento ao audiovisual.

O Ministério da Cultura (MinC) é composto, dentre outros órgãos, por seis secretarias temáticas, além da Secretaria Executiva. São elas: Secretaria de Políticas Culturais, Secretaria de Cidadania Cultural, Secretaria de Articulação Institucional, Secretaria do Audiovisual (SAV), Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (que está se transformando em Secretaria de Economia Criativa) e Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). As secretarias que tratam de projetos incentivados são a Secretaria de Fomento e

1 �Os anexos citados neste capítulo podem ser encontrados no sítio http://www.manoleeducacao.com.br.

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Medium 9788520435007

5. Leis municipais de incentivo à cultura

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

5

Leis municipais de incentivo à cultura

Hoje, as leis municipais têm participação significativa no montante total concedido em incentivos culturais no Brasil. O primeiro município, antes mesmo da lei federal, a implantar o apoio a atividades culturais com abatimento em impostos foi São Paulo. Posteriormente, surgiu um grande número deles, tais como: São José dos Campos (SP), Americana (SP), Belém (PA), Belo Hori­zonte

(MG), Contagem (MG), Cabedelo (PB), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Londrina (PR), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), Santa Maria (RS) e Vitória (ES).

As leis municipais de incentivo à cultura concedem abatimentos no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto Sobre Serviço (ISS) de qualquer natureza , nos limites do território de sua competência.

LEI DE INCENTIVO À CULTURA

DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO – LEI MENDONÇA

O Município de São Paulo é pioneiro na criação de uma lei municipal de incentivo à cultura. Instituído pela Lei Municipal n. 10.923, de 30 de dezembro de 1990, e batizada de Lei Mendonça, por se tratar de um projeto de lei (n. 398/90) do então vereador Marcos Mendonça, a lei disciplina em seu texto o apoio a projetos culturais no âmbito da cidade de São Paulo.

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