Editora Manole (16)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520435007

1. Introdução e histórico do incentivo fiscal à cultura no Brasil

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

1

Introdução e histórico do incentivo fiscal à cultura no Brasil

Os incentivos fiscais são soluções criadas pelos governos para o estímulo de determinados setores de interesse estratégico, da economia. Sempre que há necessidade de investimento maciço em determinado setor, cria-se um estímulo tributário para que recursos sejam canalizados para o segmento específico. A cultura pertence a um desses setores que têm precisado de estímulo governamental para conseguir seu impulso inicial. A partir dela, a sociedade adquire consciência de sua importância e passa a contribuir voluntariamente.

O voluntariado nessas áreas, no entanto, dificilmente surge sem um estímulo paralelo dado pelo Estado.

O histórico do investimento em cultura não pode ser feito sem antes explorar a significação da palavra mecenas, tão falada entre nós, e fonte da derivação mecenato, utilizada nos dias atuais pelo Ministério da Cultura para caracterizar projetos em que se concede incentivo fiscal.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432273

1. Origens – Alex Atala, Fernando e Humberto Campana

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

1

ORIGENS

ALEX ATALA,

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

Criativos-comunicadores 4

/Aprender do

puro contato 6 /Sutilezas sem palavras 7

/Toda origem é permitida 8 /Linhas cruzadas 10 /Historia naturalis 12

/O trabalho (ou não) da angústia 13

/Os primeiros jovens do século 21 14

/A emergência das ideias 15 /O nascimento dos irmãos 16 /O partido do erro: andando fora da linha (de produção) 18

/Profissões sensoriais 18 /Punk! Sobre

quando o espelho desenquadrou o Alex 21

/Um vão, uma janela 22 /Brasileiros, com residência criativa 23 /Livre-docência sem cátedra nem beca 25 /O vazio entre atos 27 /Ponto de partida: ensinar e aprender criação 29 /O futuro: jogar xadrez com a vida 30 /O número 1 não

é eterno 33 /Tradução da Amazônia 35

/Concorrências 36 /Uma pausa 37

4

CRIATIVOS-COMUNICADORES

A conversa inaugural aconteceu no D.O.M.

Restaurante, à rua Barão de Capanema, nos

Jardins, em São Paulo, endereço do chef Alex

Ver todos os capítulos
Medium 9788520435007

2. Aspectos constitucionais e tributários do incentivo fiscal

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

2

Aspectos constitucionais e tributários do incentivo fiscal

Incentivos fiscais são estímulos concedidos pelo governo, na área fiscal, para a viabilização de empreendimentos estratégicos, sejam eles culturais, econômicos ou sociais. Eles têm ainda a função de melhorar a distribuição de renda regional. A frase abaixo, extraída do prefácio do livro Incentivos fiscais para o desenvolvimento, organizado por Antônio Roberto Sampaio Dória1, inspira a compreensão do significado do incentivo fiscal:

Velho instrumento de vitalização econômica dirigida, o estímulo tributário desdobrou-se no Brasil, na década passada, num leque de alternativas que em originalidade, amplitude e ambição de propósitos, não encontra símile no mundo contemporâneo. Programas de desenvolvimento lastreados em análoga instrumentação, como o do Mezzogiorno na Itália meridional e o de Porto Rico nas

Antilhas, apequenam-se diante da experiência brasileira que, ainda quase só potencial, entremostra apenas seus primeiros frutos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432273

2. Presente – Fernando e Humberto Campana e Jum Nakao

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

41

PRESENTE

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

E JUM NAKAO

Nakao: “A Costura do Invisível” 44

/Campana: para mostrar a rua 47

/Da ideia ao objeto ou do objeto à ideia 50

/Egoísmo e generosidade 52 /Para si

ou para o outro, para si e para o outro 54

/O máximo: um trabalho de dar raiva! 56

/Entre o “outro” e o “eu” 57 /Inventores de convívios 59 /Maleável como o ar 59

/Resultados diferentes 61 /O tempo da dúvida 63 /O começo e o fim 64 /De porta em porta: sorte e persistência 65

/Coffee break 66 /A qualquer hora: a inspiração 67 /Extimidade 69

/Parcerias comerciais 70 /Educação

criativa: liberdade compartilhada 71

/Fama e reconhecimento 72 /O futuro:

o alcance econômico e social da criação 73

/De mãos dadas 73

44

NAKAO: “A COSTURA DO INVISÍVEL”

É nosso primeiro encontro aberto a convidados. A proposta foi reunir debatedores de diversas áreas, diferentes bases culturais, para investigarem juntos, em uma edição ao vivo, as histórias que os autores nos contariam sobre suas vidas, seus trabalhos, sua visão da criação atual. Quem estava na sala

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432273

3. Intermezzo: convívio – Jum Nakao e colaboradores

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

INTERMEZZO:

CONVÍVIO

JUM NAKAO E COLABORADORES

Década de 1970: abaixo o pudor de

/O paraíso e o inferno da experimentação digital 81 /Jum Nakao:

criar! 80

a criação não está no desenho 83

/Impacto. Porque a referência comercial é pouco comercial 84 /Quem quer ser

Pablo Picasso? A busca (ou não) da ruptura histórica 85

/Estamos mais

/A tese da explosão de criatividade 91 /Um corte e uma costura pessoais 92 /“Os criativos” não existem

96 /Malcriação? 97 /O talento insiste 98 /A questão é de convívio 99

/Esses “bichos criativos” 101 livres? 88

80

DÉCADA DE 1970: ABAIXO

O PUDOR DE CRIAR!

É nosso último encontro. Uma noite agitada pela abertura de exposições e eventos na cidade deixa a agenda dos convidados movimentada. Alex virá para a conversa com Jum algumas horas mais tarde – direto da cozinha, vestido em seu dólmã branco.

Iniciamos com Jum um debate livre, em que se revelam especialmente os conhecimentos profissionais e as preocupações dos convidados. Enrique Lipszyc, que fundou a Panamericana – Escola de Arte e Design em São Paulo, abre a conversação:

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (157)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577806188

10. ADICIONANDO EFEITOS DE VÍDEO

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

194 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

Os efeitos de vídeo adicionam sofisticação visual ao seu projeto ou corrigem problemas técnicos no seu material bruto. Eles podem alterar a exposição ou cor da filmagem, distorcer imagens ou adicionar um estilo artístico, bem como girar e animar um clipe ou ajustar seu tamanho e posição dentro do frame.

Adicionar efeitos de vídeo é fácil: arraste um efeito até um clipe, ou selecione o clipe e arraste o efeito até o painel Effect Controls. Combine quantos efeitos quiser em um único clipe, o que pode produzir resultados surpreendentes. Além disso, é possível usar uma sequência aninhada para adicionar os mesmos efeitos a uma coleção de clipes.

Praticamente todos os parâmetros de efeito de vídeo estão acessíveis dentro do painel Effect Controls, facilitando a configuração dos comportamentos e a intensidade desses efeitos. Keyframes podem ser adicionados de maneira independente a cada atributo listado no painel Effect Controls, a fim de que esses comportamentos mudem ao longo do tempo. Curvas de Bezier são empregadas para ajustar a velocidade e aceleração dessas modificações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577805594

10. AUMENTANDO A PRODUTIVIDADE

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO 10

Aumentando a Produtividade

237

Crie um modelo

Um modelo do Dreamweaver é um tipo de página-mestre da qual páginas filhas são derivadas. Modelos são úteis para configurar uma página-mestre na qual algumas áreas são editáveis e outras não. Ao trabalhar em ambientes de equipe, o conteúdo de página pode ser alterado por várias pessoas da equipe, enquanto o

Web designer é capaz de controlar o design de página e os elementos específicos que precisam permanecer inalterados.

Embora você possa criar um modelo a partir de uma página em branco, é muito mais prático – e comum – converter uma página existente em um modelo. Neste exercício, você vai criar um modelo a partir de uma página existente.

1 Abra o Dreamweaver.

2 Se necessário, pressione F8 para abrir o painel Files e escolha DW CIB na lista de sites.

3 No painel Files, expanda a pasta lesson10 e dê um clique duplo no arquivo template-start.html para abri-lo.

A operação básica para converter uma página existente em um modelo é um

único passo: salve a página como um modelo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577801107

10. Carregando e Otimizando o Conteúdo Flash

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

10 Carregando e Otimizando o Conteúdo Flash

Visão geral da lição

Nesta lição, você aprenderá a:

• Carregar um arquivo SWF

• Monitorar o progresso do carregamento

• Utilizar o ActionScript para animar um preloader

• Trabalhar com texto dinâmico

• Tornar símbolos visíveis e invisíveis

• Armazenar bitmaps em cache para melhorar o desempenho

Esta lição levará menos de uma hora para ser concluída. Se necessário, remova a pasta de lição anterior da unidade de disco e copie a pasta Lesson10 para ela.

Introdução

Você iniciará a lição visualizando o filme final que inclui um preloader semelhante àquele que você criou na Lição 2.

1 Dê um clique duplo no arquivo 10End.swf na pasta Lesson10/10End

para visualizar o filme final.

O preloader – um copo com água gaseificada – aparece. À medida que o filme promocional para a bebida gaseificada da empresa Aqua Zero é carregado, o copo é preenchido e a porcentagem é impressa abaixo do copo aumenta. Depois de todo o filme ser carregado, o preloader desaparece e o filme é reproduzido.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577801145

10. Construindo Formulários

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

10 Construindo Formulários

Nesta lição, você aprenderá a criar formulários para sua página e a fazer o seguinte:

• Inserir um formulário

• Incluir campos de texto

• Trabalhar com componentes de formulário Spry

• Utilizar botões de opção

• Aplicar caixas de seleção

• Inserir listas

• Adicionar botões de formulário

• Incorporar conjuntos de campos e legendas

• Formatar formulários com estilos de CSS

Esta lição levará aproximadamente 120 minutos para ser concluída. Certifique-se de você copiou Lessons/Lesson10 do CD do Adobe Dreamweaver

CS3, Classroom in a Book para sua unidade de disco antes de iniciar. Ao trabalhar nesta lição, você sobrescreverá os arquivos iniciais. Se for necessário restaurar os arquivos iniciais, copie-os novamente do CD.

Visualize seu arquivo final

Para ter uma idéia do arquivo em que você trabalhará na primeira parte desta lição, vamos visualizar a página final no navegador.

1 Inicie o Adobe Dreamweaver CS3.

2 Se necessário, pressione F8 para abrir o painel Files e escolha DW CIB

Ver todos os capítulos
Medium 9788577806348

10. CORREÇÃO DE CORES

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

10

CORREÇÃO DE CORES

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Utilizar o efeito Levels para corrigir as cores em uma foto

· Substituir o céu por uma imagem diferente

· Utilizar o efeito Auto Levels para introduzir um deslocamento de cor

· Corrigir um intervalo de cores utilizando Synthetic Aperture Color Finesse 2

· Aplicar o efeito Photo Filter para tornar mais quente partes de uma imagem

· Remover elementos indesejáveis com a ferramenta Clone Stamp

Como o nome indica, a correção de cores é um modo de alterar ou adaptar a cor da imagem capturada. Ela é utilizada para otimizar o material bruto, chamar a atenção a um elemento-chave em uma foto, corrigir erros no balanço de branco e na exposição, assegurar uma consistência de cores entre uma foto e outra ou criar uma paleta de cores para uma aparência visual que um diretor deseja. Nesta lição, você vai aprimorar as cores de um videoclipe que foi filmado sem uma configuração adequada de balanço de branco. Vários efeitos de correção de cores serão aplicados para limpar e aprimorar a imagem. Por fim, você vai remover uma parte indesejável da foto com a ferramenta Clone

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo Almedina (21)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9789724417134

1. Os valores de monumento e o seu desenvolvimentohistórico

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

O Culto Moderno dos Monumentos

1. Os valores de monumento e o seu desenvolvimento histórico

Por monumento no sentido mais antigo e originário compreende-se uma obra de mão humana, construída com o fito determinado de conservar sempre presentes e vivos na consciência das gerações seguintes feitos ou destinos humanos particulares

(ou conjuntos de tais feitos e destinos). Pode ser um monumento artístico ou um monumento escrito, conforme se dá a conhecer ao espectador o acontecimento a imortalizar com os meros meios expressivos da arte plástica ou valendo-se de uma inscrição; o mais frequente é encontrarem-se unidos em igual grau os dois géneros. O estabelecimento e conservação de tais monumentos

«intencionais», que se pode seguir até aos tempos mais recuados de que há provas da cultura humana, é hoje ainda maior. Mas, ao falarmos do culto moderno dos monumentos e da sua protecção, não pensamos de modo nenhum nos monumentos «intencionais», mas sim nos «monumentos artísticos e históricos», como rezou até ao presente a expressão oficial para tal, pelo menos na Áustria.

Ver todos os capítulos
Medium 9789724417134

2. A relação do valor de memória com o cultodos monumentos

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

o culto moderno dos monumentos

do curso natural, regular, a que toda a obra humana está certa e infalivelmente sujeita. Os sinais de uma destruição violenta fazem que as ruínas de um castelo, mesmo proporcionalmente, pareçam menos apropriadas para evocar no espectador moderno uma pura disposição harmoniosa do valor de antiguidade; se recorremos a este exemplo, contudo, num passo anterior, para ilustrar o valor de antiguidade, tal só sucedeu porque, a partir das ruínas, um tal valor torna-se sonora e nitidamente perceptível, demasiado sonoro para proporcionar ao homem afectivamente impressionável moderno a redenção perfeita.

2. A relação do valor de memória com o culto dos monumentos

Distinguimos nos monumentos três valores de memória diferentes e temos agora de investigar que exigências ao culto dos monumentos resultam da índole de cada um destes valores individualmente. Seguidamente, cumpre considerar os restantes valores que um monumento pode oferecer ao homem moderno; enquanto valores de actualidade, podem contrapor-se em globo aos valores de passado ou de memória.

Ver todos os capítulos
Medium 9789724417134

3. A relação dos valores de actualidade com o cultodos monumentos

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

o culto moderno dos monumentos

intencionais; daí que o valor de antiguidade seja de raiz o inimigo figadal do valor de memória intencional. Enquanto os homens não renunciarem à imortalidade terrena, também o culto do valor de antiguidade encontra as suas barreiras inultrapassáveis no culto do valor de memória intencional. Este conflito implacável entre valor de antiguidade e valor de memória intencional importa, contudo, menos dificuldades para a conservação dos monumentos do que poderíamos supor à primeira vista, porquanto o número de monumentos «intencionais» é relativamente escasso perante a grande massa dos que são pura e simplesmente não intencionais.

3. A relação dos valores de actualidade com o culto dos monumentos

A maioria dos monumentos possuiu igualmente a capacidade de satisfazer aquelas necessidades sensíveis ou intelectuais das pessoas para cuja saciação as novas formas modernas tão bem se prestam (quando não ainda melhor), e naquela capacidade, onde não está em causa, evidentemente, a génese no passado e o valor de memória que nela se escora, assenta o valor de actualidade de um monumento. Do ponto de vista deste valor, estaremos dispostos antecipadamente a considerar o monumento não como uma tal forma, mas sim igual a uma forma moderna acabada de ser produzida e, por isso, também a exigir do monumento (antigo) a manifestação exterior de cada obra humana (nova) no seu estado nascente (ver p. 28 e ss.): quer isto dizer a impressão de completa coesão e intangibilidade relativamente aos influxos deletérios naturais. Pode-se, sem dúvida, tolerar sintomas destes últimos, consoante a natureza do valor de actualidade que estiver a ser considerado; mas estes acabarão por colidir, mais cedo ou mais tarde, com limites inultrapassáveis, para além dos quais o valor de actualidade seria impossível e nos quais tem assim de esforçar-se por se impor contra o valor de antiguidade. O tratamento de um monumento segundo os princípios do culto do valor de antiguidade que, por princípio, gostaria de deixar as coisas, sempre e

43

Ver todos os capítulos
Medium 9789724418933

A ARTE ABSTRATA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

A ARTE ABSTRATA

Publicado na revista «Der cicerone» n.º 13, em 1925, este artigo era acompanhado de dez reproduções de obras de Kandinsky produzidas entre 1913 e 1924, assim como de uma xilogravura.

Neste texto é abordado o aspeto capital da contribuição teórica definida por Kandinsky: a conversão dos valores, que é feita no sentido do interior. O ponto de vista desloca-se do exterior para o interior, do material para o espiritual. Nesta «destituição do tema», verdadeira revolução copernicana da arte, se encontra a chave da abstração.

A arte abstrata foi precedida pela análise metódica do material exterior da arte, através do impressionismo, do neoimpressionismo e do cubismo. A partir de agora pode ser feita a análise do valor interior destas expressões da arte. É essa a tarefa da arte abstrata.

Os grandes problemas da nossa época, que são também os mesmos da arte nova, serão solucionados graças a um estudo preciso das expressões exteriores e do seu valor interior: são os problemas da arte sintética e da ciência estética, do conteúdo e da forma.

Ver todos os capítulos
Medium 9789724418933

A ARTE DE HOJE ESTÁ MAIS VIVADO QUE NUNCA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

A ARTE DE HOJE ESTÁ MAIS VIVA

DO QUE NUNCA

Em 1935, Christian Zervos publica um número especial dos Cahiers d’Art, destinada a demonstrar que «a arte de hoje está mais viva do que nunca», para responder às inquietações dos jovens.

A resposta de Kandinsky às questões colocadas a diferentes artistas é uma lição de sabedoria: não há receitas para transmitir aos jovens. A única receita seria a de terem como referência não as formas herdadas, mas sim o espírito da época, o «conteúdo» das obras de arte. Apenas conta a honestidade do artista e, de qualquer das maneiras, este não deve ser levado pelo gosto do público, isto se ele estiver seguro da autenticidade do seu caminho.

O jovem deve tomar em conta o conteúdo das formas de arte do passado, mas também as do mundo ambiente que ele, de resto, não

é obrigado a representar literalmente. A natureza, a vida, o mundo, a alma, são a única fonte da arte. As diferenças situam-se ao nível dos meios de expressão, tendo a expressão abstrata a vantagem de provocar vibrações puras, emoções mais livres e mais elásticas do que a expressão objetiva (assim se passa com a música com ou sem palavras, abstrata).

Ver todos os capítulos

Ver Todos