Editora Manole (16)
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Medium 9788520435007

Endereços

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

Endereços

DIRIGENTES DO MINISTÉRIO

DA CULTURA E SEUS ÓRGÃOS

COLEGIADOS, FUNDAÇÕES E AUTARQUIAS

Ministério da Cultura – MinC

Esplanada dos Ministérios, Bloco B, sala

401 – CEP: 70068-900

Brasília – Distrito Federal

Tel. Geral: (61) 2024-2000

Ministra de Estado da Cultura

Ana de Hollanda

Tels.: (61) 2024-2460/ 2464

Fax: (61) 3225-9162

Chefe de gabinete

Maristela Rangel Pinto

Tels.: (61) 2024-2472/2024-2474

Fax: (61) 2024-2482

E-mails: maristela.rangel@cultura.gov.br e cgm@cultura.gov.br

Agenda da ministra

Tânia Rodrigues

Tel.: (61) 2024-2470

Fax: (61) 2024-2482

E-mail: agendaministra@cultura.gov.br

Assessora da chefe de gabinete da ministra

Sonia Maria Sousa Pinto

Tel.: (61) 2024-2481

Fax: (61) 2024-2482

E-mail: sonia.sousapinto@cultura.gov.br

Assessora especial

Morgana Eneile

Tel.: (61) 2024-2262/2481

347

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Medium 9788520432273

2. Presente – Fernando e Humberto Campana e Jum Nakao

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

41

PRESENTE

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

E JUM NAKAO

Nakao: “A Costura do Invisível” 44

/Campana: para mostrar a rua 47

/Da ideia ao objeto ou do objeto à ideia 50

/Egoísmo e generosidade 52 /Para si

ou para o outro, para si e para o outro 54

/O máximo: um trabalho de dar raiva! 56

/Entre o “outro” e o “eu” 57 /Inventores de convívios 59 /Maleável como o ar 59

/Resultados diferentes 61 /O tempo da dúvida 63 /O começo e o fim 64 /De porta em porta: sorte e persistência 65

/Coffee break 66 /A qualquer hora: a inspiração 67 /Extimidade 69

/Parcerias comerciais 70 /Educação

criativa: liberdade compartilhada 71

/Fama e reconhecimento 72 /O futuro:

o alcance econômico e social da criação 73

/De mãos dadas 73

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NAKAO: “A COSTURA DO INVISÍVEL”

É nosso primeiro encontro aberto a convidados. A proposta foi reunir debatedores de diversas áreas, diferentes bases culturais, para investigarem juntos, em uma edição ao vivo, as histórias que os autores nos contariam sobre suas vidas, seus trabalhos, sua visão da criação atual. Quem estava na sala

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Medium 9788520435007

2. Aspectos constitucionais e tributários do incentivo fiscal

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

2

Aspectos constitucionais e tributários do incentivo fiscal

Incentivos fiscais são estímulos concedidos pelo governo, na área fiscal, para a viabilização de empreendimentos estratégicos, sejam eles culturais, econômicos ou sociais. Eles têm ainda a função de melhorar a distribuição de renda regional. A frase abaixo, extraída do prefácio do livro Incentivos fiscais para o desenvolvimento, organizado por Antônio Roberto Sampaio Dória1, inspira a compreensão do significado do incentivo fiscal:

Velho instrumento de vitalização econômica dirigida, o estímulo tributário desdobrou-se no Brasil, na década passada, num leque de alternativas que em originalidade, amplitude e ambição de propósitos, não encontra símile no mundo contemporâneo. Programas de desenvolvimento lastreados em análoga instrumentação, como o do Mezzogiorno na Itália meridional e o de Porto Rico nas

Antilhas, apequenam-se diante da experiência brasileira que, ainda quase só potencial, entremostra apenas seus primeiros frutos.

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Medium 9788520432273

6. Um pouco de história

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

223

UM POUCO

DE HISTÓRIA

224

DESIGN

UMA RESPOSTA À

“ARTE DE SALÃO”

Humberto lembra da escola de Walter Gropius, a Bauhaus, quando pensa no alcance popular da criação.

A Bauhaus foi o instituto de arquitetura e design criado por Gropius na cidade alemã de

Weimar, no início do século 20, com o desejo de que muitas das coisas que pareciam ser luxo se tornassem “normais entre as pessoas em um futuro próximo”. Design acessível.

Naquela época, despontavam endereços de arquitetura moderna ao redor do planeta. As formas geométricas, os materiais de escolha e outras características da Bauhaus – cimento, vidro, madeira sem adornos, ângulos retos, amplos ambientes abertos – deixavam para trás os detalhes rebuscados, os cantos em rococó, as marchetarias coloridas e os veludos e sedas decorativos, que vestiam objetos e compunham estilos com nomes em homenagem aos reis da França.

A chegada da modernidade ao design aconteceu no curso da Revolução Industrial e contou com o trabalho de duas figuras distintas: de um lado, o artesão-artista e, de outro, o artesão-máquina, operário de fábrica.

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Medium 9788520435007

1. Introdução e histórico do incentivo fiscal à cultura no Brasil

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

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Introdução e histórico do incentivo fiscal à cultura no Brasil

Os incentivos fiscais são soluções criadas pelos governos para o estímulo de determinados setores de interesse estratégico, da economia. Sempre que há necessidade de investimento maciço em determinado setor, cria-se um estímulo tributário para que recursos sejam canalizados para o segmento específico. A cultura pertence a um desses setores que têm precisado de estímulo governamental para conseguir seu impulso inicial. A partir dela, a sociedade adquire consciência de sua importância e passa a contribuir voluntariamente.

O voluntariado nessas áreas, no entanto, dificilmente surge sem um estímulo paralelo dado pelo Estado.

O histórico do investimento em cultura não pode ser feito sem antes explorar a significação da palavra mecenas, tão falada entre nós, e fonte da derivação mecenato, utilizada nos dias atuais pelo Ministério da Cultura para caracterizar projetos em que se concede incentivo fiscal.

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Grupo A (157)
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Medium 9788577806188

1. UM TOUR PELO ADOBE PREMIERE PRO CS4

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

20 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução ao Adobe Premiere Pro CS4

Como editores de vídeo, percorremos um longo caminho desde as antigas e desajeitadas máquinas de videotape até o caro equipamento de produção para edição profissional em um computador desktop. O Adobe Premiere Pro CS4 amplia as nossas capacidades. Como introdução, vamos ver alguns dos novos recursos do Adobe Premiere Pro CS4. Revisaremos o fluxo de trabalho básico utilizado pela maioria dos editores de vídeo e veremos como o Adobe

Premiere Pro se encaixa nas diferentes versões do Adobe Creative Suite. Por fim, serão apresentados os espaços de trabalho personalizados do Adobe Premiere Pro CS4.

Novos recursos do Adobe Premiere Pro CS4

Embora essa não seja uma lista completa dos novos recursos do Adobe Premiere

Pro CS4, já é possível conhecer alguns avanços desse poderoso aplicativo, que serão apresentados nas lições ao longo do livro.

Efeitos

· Aplique efeitos a vários clipes: Acelere o trabalho de edição selecionando vários clipes em uma sequência e arraste um ou mais efeitos do painel Effects para os clipes selecionados.

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Medium 9788577806188

16. TÉCNICAS DE COMPOSIÇÃO

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

304 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

O Adobe Premiere Pro e outros editores não lineares que utilizam múltiplas trilhas e linhas do tempo têm uma prática operacional geral: clipes nas trilhas de vídeo acima de Video 1 cobrem os clipes nas trilhas abaixo deles. Em outras palavras, qualquer coisa que aparece na trilha cobre tudo o que estiver abaixo dela.

Mas o objetivo não é utilizar clipes nas trilhas acima de Video 1 para eliminar o que está abaixo delas, mas sim, empregar a composição para melhorar o que está ali. O Adobe Premiere Pro oferece muitas maneiras de colocar em camadas vídeos, gráficos e imagens para criar excelentes efeitos.

As técnicas de composição nos clipes permitem que os clipes abaixo deles na

Timeline possam ser exibidos. Os cinco métodos básicos de composição são:

· Reduzir a opacidade de um clipe inteiro.

· Combinar camadas com base em um modo de mesclagem

· Utilizar transparências de canal alfa em clipes e efeitos

· Criar um chroma key verde

· Utilizar efeitos de matte de chroma key

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Medium 9788577801480

8. Trabalhando com Camadas

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

8 Trabalhando com

Camadas

Nesta lição, você aprenderá o seguinte:

• Trabalhar com o painel Layers

• Criar, reorganizar e bloquear camadas, camadas embutidas e grupos

• Mover objetos entre camadas

• Colar camadas dos objetos de um arquivo para outro

• Mesclar camadas em uma única camada

• Aplicar uma sombra projetada a uma camada

• Criar uma máscara de corte de camada

• Aplicar um atributo de aparência a objetos e a camadas

Introdução

Nesta lição, você concluirá a arte-final de um relógio de parede à medida que explora as várias possibilidades do uso do painel Layers. Antes de começar, restaure as preferências padrão do Adobe Illustrator e então abra o arquivo de arte-final desta lição para ver o que você vai fazer.

1 Para assegurar que as ferramentas e os painéis funcionem exatamente

como descritos nesta lição, exclua ou desative (renomeando) o arquivo de preferências do Adobe Illustrator CS3. Consulte “Restaurando as preferências padrão”, na página 19.

2 Inicie o Adobe Illustrator CS3.

Nota: Se você ainda não copiou os arquivos desta lição para o seu disco rígido a partir da pasta Lesson08 do CD que acompanha este livro, faça isso agora. Veja “Copiando os arquivos do Classroom in a Book”, na página 18.

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Medium 9788577806348

11. CRIANDO OBJETOS 3D

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

288 ADOBE AFTER EFFECTS CS4

Classroom in a Book

Introdução

Primeiro, você vai visualizar o vídeo e configurar o projeto.

1 Certifique-se de que os seguintes arquivos estão na pasta AECS4_CIB/Lessons/

Lesson11 no disco rígido ou copie-os agora do DVD do Adobe After Effects CS4

Classroom in a Book.

· Na pasta Assets: AEBack.jpg, AEFront.jpg, AESpine.jpg

· Na pasta Sample_Movie: Lesson11.mov

2 Abra e reproduza o arquivo Lesson11.mov para ver o que será criado nesta lição. Ao concluir, feche o QuickTime Player. Exclua esse vídeo de exemplo do disco rígido se houver pouco espaço de armazenamento.

Ao iniciar esta lição, restaure as configurações de aplicativo padrão para o After

Effects. Consulte “Restaure as preferências padrão”, na página 15.

3 Pressione Ctrl+Alt+Shift (Windows) ou Command+Option+Shift (Mac

OS) ao iniciar o After Effects. Quando solicitado se você quer excluir seu arquivo de preferências, clique em OK. Clique em Close para fechar a janela

Welcome.

O After Effects se abre para exibir um novo projeto.

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Medium 9788582601570

Capítulo 5 - Tipos de vistas

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Tipos de vistas

Já vimos que os desenhos são fundamentais para que exista comunicação adequada no setor da construção, por isso saber interpretá-los é indispensável. Este capítulo traz os princípios de projeção ortogonal (ou ortográfica), responsável por mostrar como o objeto é visto de todos os lados. Vamos aprender que uma única vista é quase sempre insuficiente para mostrar todos os detalhes do objeto de forma precisa. Além disso, você entenderá a importância de conhecer os símbolos de projeção e seus significados, assim como as notas, observações e outras informações possíveis. As vistas auxiliares, as diversas projeções e perspectivas também compõem este capítulo.

Objetivos deste capítulo

Comparar desenhos com duas e três vistas e vista única.

Interpretar adequadamente esses desenhos de acordo com as projeções ortogonais.

Identificar os símbolos de projeção.

Reconhecer as diferentes características entre projeções e desenhos.

Definir os princípios da perspectiva.

Kubba_05.indd 65

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Grupo Almedina (21)
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Medium 9789724418933

TODA A ÉPOCA ESPIRITUAL

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

TODA A ÉPOCA ESPIRITUAL

Texto publicado na revista XX. Siècle em 1943, um ano antes da morte de Kandinsky.

As nove primeiras linhas são retomadas de uma publicação de luxo, 10 Origin, editada em 1942 por Max Bill, na Allianz Verlag de

Zurique e que oferecia xilogravuras de Kandinsky e de muitos outros artistas. Kandinsky escreveu a este propósito uma curta introdução.

Ele retoma a ideia segundo a qual todos os domínios espirituais de uma época estão ligados por um mesmo conteúdo, que eles procuram exprimir seguindo uma forma perfeitamente adequada.

O conteúdo espiritual da nossa época é a luta contra o materialismo puro.

A arte possui além disso uma virtude profética que lhe permite exprimir o conteúdo da época futura. Este conteúdo é o advento da ideia sintética na qual se unirão o espírito e a matéria.

O texto continua com um grande extrato do texto anterior a este

(«O valor de uma obra concreta»), no qual ele liga a obra de um determinado pintor a essa fisionomia geral de uma época, ao seu conteúdo presente e futuro.

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Medium 9789724418933

PINTURA ABSTRATA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

PINTURA ABSTRATA

Publicado em 1935, no n.° 6 da Kronick van Hedendaagse Kunst en Kultuur.

Tendo fugido da Alemanha nazi em 1933, Kandinsky encontrara refúgio em Paris. Paris era para ele um sonho já antigo, que a necessidade o forçou a realizar. Mas aí ir-se-ia encontrar muito isolado.

Como escreveu Miró, testemunha dessa época, «nessa altura, os mestres recusavam-se educadamente a recebê-lo, os críticos apelidavam-no de professor escolar e classificavam os seus quadros como obras de senhoras».

Foi uma grande deceção para Kandinsky, que já na Alemanha, em 1912, sofrera os ataques mais ferozes contra as suas teorias.

O texto que apresentamos dá testemunho da necessidade de se justificar e de explicar uma vez mais aquilo que criou.

Trata-se, portanto, de um artigo essencialmente polémico, no qual o autor se faz advogado da arte abstrata.

Nele encontramos, primeiro, uma reflexão sobre as diferentes denominações da arte abstrata: o termo «não-figurativo» exclui o objeto sem o substituir, o termo «absoluto» não vale muito mais.

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Medium 9789724418933

REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

REFLEXÕES SOBRE A ARTE ABSTRATA

Em 1931, Christian Zervos solicitou a Kandinsky, para os Cahiers d’Art, uma resposta a um inquérito sobre a arte abstrata, acusada:

«1. de ser voluntariamente inexpressiva e excessivamente cerebral e, por conseguinte, de estar em contradição com a própria natureza da verdadeira arte, a qual seria essencialmente de ordem sensual e emotiva;

«2. de ter voluntariamente substituído a emoção proveniente das longínquas profundezas do inconsciente por um exercício mais ou menos hábil e subtil, mas sempre objetivo, de tons puros e desenhos geométricos;

«3. de ter limitado as possibilidades que se ofereciam à pintura e à escultura até reduzir a obra de arte a um simples jogo de cores inscritas em formas de um racionalismo plástico muito restritivo, as quais poderiam ser muito convenientes para um cartaz ou um catálogo de publicidade mas de valor nulo para obras que se pretendem do domínio artístico;

«4. de ter, por severidade técnica e despojamento total, levado a arte a um impasse, assim suprimindo todas as suas possibilidades de evolução e de desenvolvimento.»

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Medium 9789724417134

Obra da natureza e obra de arte. I

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

Obra da natureza e obra de arte. I

A concepção moderna da relação entre natureza e artes plásticas é dominada de uma ponta à outra pela noção de evolução.

Foi precedida pela concepção idealista que descortinava o objectivo das artes plásticas numa correcção da natureza, e acreditara que este objectivo fora alcançado na Antiguidade Clássica. Todas as restantes realizações humanas que se viriam a suceder nas artes plásticas seriam de entender apenas como obscurecimentos e imperfeições perante a ideia artística, pura e antiga, e o nosso objectivo prático seria hoje em dia atingir novamente essa correcção da natureza na obra de arte, se possível, na igual medida em que isso acontecera na Antiguidade Clássica.

A ideia de evolução, a que até as orientações artísticas não clássicas concedem uma razão de ser histórica, começou, em meados do século XIX, a ser compreendida pelo pensamento do homem moderno como património comum. Introduziu-se na história da arte, primeiramente, em nítida oposição à concepção idealista anterior, que recusava ao homem toda a capacidade de determinar o género da sua própria criação artística segundo a sua livre opinião. A concepção deste primeiro período da visão moderna da

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Medium 9789724417134

Uma nova história da arte

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

Uma nova história da arte

Quando Bramante foi incumbido pelo Papa Júlio II (21) de executar a construção da cúpula de São Pedro, no seu entusiasmo impulsivo, conseguiu fazer avançar a obra com uma celeridade tal que, alguns anos depois, aquando da morte do primeiro empreiteiro e construtor, os quatro poderosos pilares da cúpula erguiam-se prontos. Ora, a isso seguiu-se um longo intervalo de reflexão até que se tomou a decisão de avançar para a abóboda da cúpula e terminar assim a construção; conta-se que se examinou a capacidade de carga dos pilares e que ela foi considerada insuficiente, de tal modo que foi preciso proceder ao reforço substancial dos alicerces, antes de se continuar a construção. Foi necessário meio século, até Miguel Ângelo e Giacomo della Porta (22), para que a

(21) Donato d’Angelo Lazzari, dito Bramante da Urbino (1444-1514), recebeu do Papa Júlio II, em 1503, a comissão de reconstruir a basílica de São Pedro em Roma. O seu projecto, que era marcadamente romano-bizantino, foi bastante alterado depois da sua morte.

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