Editora Manole (16)
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Medium 9788520435007

1. Introdução e histórico do incentivo fiscal à cultura no Brasil

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

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Introdução e histórico do incentivo fiscal à cultura no Brasil

Os incentivos fiscais são soluções criadas pelos governos para o estímulo de determinados setores de interesse estratégico, da economia. Sempre que há necessidade de investimento maciço em determinado setor, cria-se um estímulo tributário para que recursos sejam canalizados para o segmento específico. A cultura pertence a um desses setores que têm precisado de estímulo governamental para conseguir seu impulso inicial. A partir dela, a sociedade adquire consciência de sua importância e passa a contribuir voluntariamente.

O voluntariado nessas áreas, no entanto, dificilmente surge sem um estímulo paralelo dado pelo Estado.

O histórico do investimento em cultura não pode ser feito sem antes explorar a significação da palavra mecenas, tão falada entre nós, e fonte da derivação mecenato, utilizada nos dias atuais pelo Ministério da Cultura para caracterizar projetos em que se concede incentivo fiscal.

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3. Mecanismos federais de incentivo à cultura

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

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Mecanismos federais de incentivo à cultura

O mecanismo federal de incentivo à cultura foi criado no início dos anos de 1990 e é um dos que mais evoluíram dentre as formas de política de incentivo fiscal à cultura. É composto pelas leis Rouanet, do Audiovisual e por legislações conexas1.

Para o pleito dos incentivos concedido pela União Federal, o Ministério da Cultura e a Agência Nacional de Cinema (Ancine) colocaram à disposição do público formulários ou programas específicos para apresentação de projetos culturais. A partir desse formulário o produtor pode apresentar projetos à Lei

Rouanet (FNC ou mecenato) ou aos mecanismos de fomento ao audiovisual.

O Ministério da Cultura (MinC) é composto, dentre outros órgãos, por seis secretarias temáticas, além da Secretaria Executiva. São elas: Secretaria de Políticas Culturais, Secretaria de Cidadania Cultural, Secretaria de Articulação Institucional, Secretaria do Audiovisual (SAV), Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (que está se transformando em Secretaria de Economia Criativa) e Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). As secretarias que tratam de projetos incentivados são a Secretaria de Fomento e

1 �Os anexos citados neste capítulo podem ser encontrados no sítio http://www.manoleeducacao.com.br.

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2. Aspectos constitucionais e tributários do incentivo fiscal

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

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Aspectos constitucionais e tributários do incentivo fiscal

Incentivos fiscais são estímulos concedidos pelo governo, na área fiscal, para a viabilização de empreendimentos estratégicos, sejam eles culturais, econômicos ou sociais. Eles têm ainda a função de melhorar a distribuição de renda regional. A frase abaixo, extraída do prefácio do livro Incentivos fiscais para o desenvolvimento, organizado por Antônio Roberto Sampaio Dória1, inspira a compreensão do significado do incentivo fiscal:

Velho instrumento de vitalização econômica dirigida, o estímulo tributário desdobrou-se no Brasil, na década passada, num leque de alternativas que em originalidade, amplitude e ambição de propósitos, não encontra símile no mundo contemporâneo. Programas de desenvolvimento lastreados em análoga instrumentação, como o do Mezzogiorno na Itália meridional e o de Porto Rico nas

Antilhas, apequenam-se diante da experiência brasileira que, ainda quase só potencial, entremostra apenas seus primeiros frutos.

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Medium 9788520432273

6. Um pouco de história

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

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UM POUCO

DE HISTÓRIA

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DESIGN

UMA RESPOSTA À

“ARTE DE SALÃO”

Humberto lembra da escola de Walter Gropius, a Bauhaus, quando pensa no alcance popular da criação.

A Bauhaus foi o instituto de arquitetura e design criado por Gropius na cidade alemã de

Weimar, no início do século 20, com o desejo de que muitas das coisas que pareciam ser luxo se tornassem “normais entre as pessoas em um futuro próximo”. Design acessível.

Naquela época, despontavam endereços de arquitetura moderna ao redor do planeta. As formas geométricas, os materiais de escolha e outras características da Bauhaus – cimento, vidro, madeira sem adornos, ângulos retos, amplos ambientes abertos – deixavam para trás os detalhes rebuscados, os cantos em rococó, as marchetarias coloridas e os veludos e sedas decorativos, que vestiam objetos e compunham estilos com nomes em homenagem aos reis da França.

A chegada da modernidade ao design aconteceu no curso da Revolução Industrial e contou com o trabalho de duas figuras distintas: de um lado, o artesão-artista e, de outro, o artesão-máquina, operário de fábrica.

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Medium 9788520432273

4. Destinos – Alex Atala e Jum Nakao

NACCACHE, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

DESTINOS

ALEX ATALA E JUM NAKAO

A criação de pés no chão: técnica e

/Alex Atala: da imaginação à mesa 111 /Similaridade

112 /O ingrediente racionalidade 113

/Preguiça: o tempo de fazer nada 115 /Os tempos e seus pesos 117

/Manteiga de cacau! À exaustão, e utilidade 108

de novo, de novo, de novo... 118

/O que simboliza? Para que serve?

Por que gostamos? 119 /As lições de criação 119 /Jogos de espelhos 122 /Lindo! Delicioso!

Inesquecível! Bravo! Silêncio 124

/Autocrítica e autopromoção 125

/E agora, acabou? 127 /A imagem

do homem e a imagem do criador 129

/Repercussão 130

108

A primeira rodada de conversas desta noite durou duas horas, encerrada com o atrelamento, defendido pelo Jum, de limite e criatividade. Logo, Alex entra na sala – apressado, agitado, ritmado como a cozinha de restaurante exige. São 22 horas e todos querem ouvi-lo também. Alceu Baptistão reinicia o debate.

Brasília, com Cardozo contratado pela empresa de engenharia responsável. Foi ele quem conseguiu fazer a cúpula da Câmara Federal ficar elevada sobre o prédio do Congresso; são seus os números da curvatura que mantém em pé a

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Grupo A (157)
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Medium 9788577806188

19. UTILIZANDO O PHOTOSHOP E O AFTER EFFECTS EM PROJETOS DE VÍDEO

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

358 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

O Adobe Premiere Pro é uma ferramenta poderosa que também faz parte do

Adobe Creative Suite 4 Production Premium. Você pode comprar o Adobe

Premiere Pro separadamente e utilizar todos os recursos internos, ou comprá-lo como parte do Production Premium, onde ele faz parte de uma poderosa combinação de componentes integrados.

Quem trabalha com imagens gráficas impressas ou faz retoques de fotos provavelmente já utilizou o Adobe Photoshop. Considerado a força motriz do design gráfico, o Photoshop é uma ferramenta versátil e com uma importância cada vez maior no setor de produção de vídeo. Nesta lição, você vai aprender a utilizar os recursos de integração entre o Photoshop e o Adobe Premiere Pro.

O Adobe After Effects é o padrão no setor de produção de vídeo como uma ferramenta de animação de texto e de imagens gráficas em movimento. Nesta lição, você vai explorar a integração única entre o Adobe Premiere Pro e o After Effects para técnicas otimizadoras de tempo.

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Medium 9788536305523

IDOSOS

Tilley, Alvin R Grupo A PDF Criptografado

IDOSOS

Atualmente, há mais norte-americanos com mais de 65 anos de idade do que adolescentes. Existem dados para uma população específica de idosos com idades entre 65 e 79 anos. Não há dados disponíveis para a faixa entre 80 e 90 anos.

O idoso alto sofreu uma perda de 5% da sua altura, comparada com a que ele tinha aos 20 anos de idade, devido a vários fatores. O homem idoso já não tem mais a vantagem do crescimento de 10 mm por década e suas cartilagens encolheram, principalmente na coluna vertebral. Além disso, a postura dos mais velhos tende a ser pior.

A idosa baixa perdeu 6% de sua altura, pelos mesmos motivos citados para o idoso.

Alguns outros fatores relativos aos idosos e às idosas:

• A força das mãos é reduzida em cerca de 16–40%.

• A força dos braços é reduzida em cerca de 50%.

• A força das pernas é reduzida em cerca de 50%.

• A capacidade pulmonar é reduzida em cerca de 35%.

• A maioria das dimensões corporais diminui com o aumento da idade.

• O nariz e as orelhas aumentam em largura e comprimento.

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Medium 9788577806348

11. CRIANDO OBJETOS 3D

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

288 ADOBE AFTER EFFECTS CS4

Classroom in a Book

Introdução

Primeiro, você vai visualizar o vídeo e configurar o projeto.

1 Certifique-se de que os seguintes arquivos estão na pasta AECS4_CIB/Lessons/

Lesson11 no disco rígido ou copie-os agora do DVD do Adobe After Effects CS4

Classroom in a Book.

· Na pasta Assets: AEBack.jpg, AEFront.jpg, AESpine.jpg

· Na pasta Sample_Movie: Lesson11.mov

2 Abra e reproduza o arquivo Lesson11.mov para ver o que será criado nesta lição. Ao concluir, feche o QuickTime Player. Exclua esse vídeo de exemplo do disco rígido se houver pouco espaço de armazenamento.

Ao iniciar esta lição, restaure as configurações de aplicativo padrão para o After

Effects. Consulte “Restaure as preferências padrão”, na página 15.

3 Pressione Ctrl+Alt+Shift (Windows) ou Command+Option+Shift (Mac

OS) ao iniciar o After Effects. Quando solicitado se você quer excluir seu arquivo de preferências, clique em OK. Clique em Close para fechar a janela

Welcome.

O After Effects se abre para exibir um novo projeto.

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Medium 9788582601570

Capítulo 7 - A interpretação de desenhos técnicos na indústria

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Um dos primeiros passos para aprender a ler os desenhos empregados pela indústria é se acostumar com os principais termos, símbolos e convenções de uso geral na indústria. Embora os pacotes atuais de CAD tornem a geração de desenhos industriais muito mais fácil, ainda é fundamental seguir as normas e convenções do setor.

Tolerância

A tolerância é a variação total que uma dimensão pode ter. Ela é basicamente definida como a diferença entre os limites superior e inferior. Trabalhar com dimensões básicas absolutas ou exatas é pouco prático e desnecessário na maioria dos casos; assim, o projetista deve fazer alguns cálculos, além de usar as dimensões básicas com uma variação aceitável. Portanto, o trabalho deve ser executado dento dos limites de precisão especificados no desenho. O entendimento claro das tolerâncias e folgas pode ajudar muito a prevenir erros que, embora pequenos, podem se tornar graves.

As tolerâncias são mostradas em um desenho como +/− determinado valor, seja uma fração ou um valor decimal. Os limites são os valores máximos e/ou mínimos prescritos para uma dimensão específica, enquanto as tolerâncias representam o valor total no qual determinada dimensão pode variar. As tolerâncias podem ser indicadas nos desenhos de diversas maneiras. A Figura 7.1 mostra três exemplos: A. O método unilateral, que é utilizado quando a variação do tamanho do elemento projetado é permitida apenas em uma direção; B. O método bilateral, quando a figura dimensionada mostra a variação aceitável em ambas as direções; e C. O método do dimensionamento limite, no qual tanto a medida máxima como a mínima é mostrada. A Figura 7.2 ilustra um método típico empregado para mostrar tolerâncias em orifícios e pinos. As superfícies que apresentam tolerâncias dimensionais têm características geométricas como o fato de serem cilíndricas ou perpendiculares a outras superfícies. A Figura 7.3 mostra símbolos típicos empregados em vez de notas (ou junto a elas) para mostrar as características geométricas que apresentam tolerâncias dimensionais.

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Medium 9788577805594

9. TRABALHANDO COM O FLASH

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

228 ADOBE DREAMWEAVER CS4

Classroom in a Book

Visualize um arquivo concluído

Para ver o que será utilizado na primeira parte desta lição, visualize a página concluída no navegador. Essa página é a home page do site de turismo que você montou nas outras lições.

1 Abra o Adobe Dreamweaver CS4.

2 Se necessário, pressione F8 para abrir o painel Files e escolha DW CIB na lista de sites.

3 No painel Files, expanda a pasta lesson09.

● Nota: Algumas versões do Microsoft

Internet Explorer talvez solicitem que você permita a execução de conteúdo ActiveX para reproduzir o filme. Se o Flash player não for a versão mais recente, talvez você precise fazer download de uma nova versão.

4 Selecione o arquivo index-finished.html e pressione F12 (Windows) ou

Option+F12 (Mac) para visualizá-lo em seu navegador principal.

A página inclui dois elementos Flash.

5 Observe que o filme de Flash é reproduzido imediatamente quando a página

é carregada.

6 Mova seu cursor sobre o vídeo na coluna esquerda e clique em Play para observar o vídeo de Flash.

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