Grupo Gen (518)
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3. Pré-processamento de Dados

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; FACELI, Katti; LORENA, Ana Carolina; GAMA, João Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 29 — #29

Cap´ıtulo 3

Pr´ e-processamento de Dados

Apesar de algoritmos de AM serem frequentemente adotados para extrair conhecimento de conjuntos de dados, seu desempenho ´e geralmente afetado pelo estado dos dados. Conjuntos de dados podem apresentar diferentes caracter´ısticas, dimens˜oes ou formatos. Por exemplo, conforme visto no cap´ıtulo anterior, os valores dos atributos de um conjunto de dados podem ser num´ericos ou simb´olicos. Podem ainda estar limpos ou conter ru´ıdos e imperfei¸c˜oes, com valores incorretos, inconsistentes, duplicados ou ausentes; os atributos podem ser independentes ou relacionados; os conjuntos de dados podem apresentar poucos ou muitos objetos, que por sua vez podem ter um n´ umero pequeno ou elevado de atributos.

T´ecnicas de pr´e-processamento de dados s˜ao frequentemente utilizadas para melhorar a qualidade dos dados por meio da elimina¸c˜ao ou minimiza¸c˜ao dos problemas citados.

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4. Métodos Baseados em Distâncias

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; FACELI, Katti; LORENA, Ana Carolina; GAMA, João Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 58 — #58

Cap´ıtulo 4

M´ etodos Baseados em Distˆ ancias

4.1

Introdu¸ c˜ ao

Neste cap´ıtulo ser˜ao apresentadas t´ecnicas de AM que consideram a proximidade entre os dados na realiza¸c˜ao de predi¸c˜oes. A hip´otese base ´e que dados similares tendem a estar concentrados em uma mesma regi˜ao no espa¸co de entrada. De maneira alternativa, dados que n˜ao s˜ao similares estar˜ao distantes entre si.

A t´ıtulo ilustrativo, na Figura 4.1 ´e apresentada a proje¸c˜ao em duas dimens˜oes do conjunto de dados iris. Os objetos da mesma classe est˜ao representados por uma mesma

´ f´acil observar visualmente a existˆencia de ´areas densas com objetos pertencentes `a cor. E mesma classe, evidenciando que a distˆancia entre os objetos est´a relacionada `a defini¸c˜ao de suas classes.

2,0

3,0

4,0

0,5

1,5

2,5

7,5

6,5

Tamanho da sépala

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2. Análise de Dados

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; FACELI, Katti; LORENA, Ana Carolina; GAMA, João Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 12 — #12

Cap´ıtulo 2

An´ alise de Dados

A an´alise das caracter´ısticas presentes em um conjunto de dados permite a descoberta de padr˜oes e tendˆencias que podem fornecer informa¸c˜oes valiosas que ajudem a compreender o processo que gerou os dados. Muitas dessas caracter´ısticas podem ser obtidas por meio da aplica¸c˜ao de f´ormulas estat´ısticas simples. Outras podem ser observadas por meio do uso de t´ecnicas de visualiza¸c˜ao.

Neste cap´ıtulo s˜ao descritas as principais caracter´ısticas observadas para a descri¸c˜ao, an´alise e compreens˜ao de um conjunto de dados utilizado em experimentos de AM, como os dados podem estar organizados e os tipos de valores que eles podem assumir. Ser˜ao apresentados ainda v´arios gr´aficos que facilitam a an´alise visual da distribui¸c˜ao dos valores em conjuntos de dados com uma ou mais vari´aveis.

Para isso, este cap´ıtulo est´a organizado da seguinte maneira. A Se¸c˜ao 2.1 descreve como os atributos de um conjunto de dados podem ser caracterizados pelo seu tipo e escala. Ao final, na Se¸c˜ao 2.2, s˜ao apresentadas v´arias medidas, assim como gr´aficos, que permitem descrever conjuntos de dados, tanto univariados quanto multivariados.

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1. Introdução

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; FACELI, Katti; LORENA, Ana Carolina; GAMA, João Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 1 — #1

Cap´ıtulo 1

Introdu¸ c˜ ao

Problemas s˜ao resolvidos em computa¸c˜ao por meio da escrita de um algoritmo ou pseudoc´odigo, que especifica passo a passo como o problema pode ser resolvido. No entanto, n˜ao ´e f´acil escrever um programa de computador que realize com eficiˆencia algumas tarefas que realizamos com facilidade no nosso dia a dia, como reconhecer pessoas pelo rosto ou pela fala. Que caracter´ısticas dos rostos ou da fala ser˜ao consideradas? O que fazer para diferentes express˜oes faciais de uma mesma pessoa, altera¸c˜oes na face, como o uso de ´oculos ou bigode, cortes de cabelo, mudan¸cas na voz por uma gripe ou estado de esp´ırito? No entanto, os seres humanos conseguem realizar essas tarefas com relativa facilidade. Fazem isso por meio de reconhecimento de padr˜oes, quando aprendem o que deve ser observado em um rosto ou na fala para conseguir identificar pessoas ap´os terem tido v´arios exemplos de rostos ou falas com identifica¸c˜ao clara.

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Medium 9788521616511

Capítulo 4 - Luz e Visão

FERREIRA, Simone Bacellar Leal; NUNES, Ricardo Rodrigues Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

LUZ E VISÃO

4.1 INTRODUÇÃO

O emprego da cor em sistemas computacionais apresenta várias vantagens: deixa os terminais de vídeo mais atraentes; facilita a visualização de desenhos complexos e, em conseqüência, a compreensão da informação; possibilita a geração de imagens realistas e de mecanismos de segurança (por exemplo, a cor vermelha usada como alerta em situações críticas). Enfim, as cores aumentam a eficiência do processo de comunicação (Hall, 1987).

As interfaces dos sistemas constituem poderoso veículo de comunicação. Por meio delas transmitem-se, diariamente, textos, artigos, idéias e propagandas a milhares de usuários espalhados pelos quatro cantos do mundo. Essa comunicação se faz por diversas formas: textos, imagens, sons, combinações de cores etc. Independentemente da forma, porém, o essencial é fornecer informações completas, inequívocas e inteligíveis.

A cor, elemento fundamental em qualquer processo de comunicação, merece especial atenção. Ela influi profundamente no dia-a-dia das pessoas, pois afeta os sentidos, as emoções e o intelecto (Marcus, 1987). Exerce ação tríplice: de impressionar, de expressar e de construir. A cor é vista: impressiona a retina. É sentida: provoca emoção. É construtiva: por ser dotada de significado próprio, tem valor de símbolo e pode, portanto, construir uma linguagem para comunicar idéias (Farina, 1987). Por isso, o projetista de interface não deve negligenciá-la: empregada adequadamente, a cor torna as interfaces mais poderosas.

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Grupo A (1458)
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Medium 9788580555332

Capítulo 13 - Projeto de arquitetura

Roger Pressman; Bruce Maxim Grupo A PDF Criptografado

13 Projeto de arquitetura

Conceitos-chave agilidade e arquitetura. . . 280 arquétipos . . . . . . . . . . . . . 269 arquitetura. . . . . . . . . . . . . 253 decisões de arquitetura. . . . . . . . . . . . . 266 descrições de arquitetura. . . . . . . . . . . . . 255 estilos de arquitetura . . . . 258 gêneros de arquitetura . . 257 linguagens de descrição da arquitetura . . . . . . . . . . 276 padrões de arquitetura . . 263

Projeto foi descrito como um processo em várias etapas no qual as representações de dados e da estrutura do programa, as características das interfaces e os detalhes procedurais são combinados com base nos requisitos de informação. Essa descrição é ampliada por Freeman [Fre80]:

Projeto é uma atividade preocupada com a tomada de decisões importantes, frequentemente de natureza estrutural. Ele divide com a programação a responsabilidade de abstrair a representação de informações e de sequências de processamento, porém o nível de detalhe é bastante diverso nos extremos. Um projeto constrói representações de programas coerentes e bem planejadas, que se concentram nas inter-relações das partes em um alto nível e nas operações lógicas envolvidas em níveis mais baixos.

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Medium 9788580555332

Capítulo 29 - Gestão de configuração de software

Roger Pressman; Bruce Maxim Grupo A PDF Criptografado

Gestão de configuração de software

Mudanças são inevitáveis quando o software de computador é construído e podem causar confusão quando os membros de uma equipe de software estão trabalhando em um projeto. A confusão surge quando as mudanças não são analisadas antes de serem feitas, não são registradas antes de serem implementadas, não são relatadas àqueles que precisam saber ou não são controladas de maneira que melhorem a qualidade e reduzam os erros. Babich [Bab86] discute isso quando afirma:

A arte de coordenar o desenvolvimento de software para minimizar a... confusão

é chamada de gestão de configuração. A gestão de configuração é a arte de identificar, organizar e controlar modificações no software que está em construção por uma equipe de programação. O objetivo é maximizar a produtividade minimizando os erros.

A gestão de configuração de software (SCM, software configuration management) é uma atividade de apoio, aplicada a toda a gestão da qualidade.

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Medium 9788580555486

Capítulo 7 - Armazenamento da informação organizacional – bancos de dados

Paige Baltzan Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U LO

7

Armazenamento da informação organizacional – bancos de dados

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

7.1 Descrever um banco de dados, um sistema de gerenciamento de banco de dados e o modelo de banco de dados relacional.

7.2 Identificar as vantagens de negócios de um banco de dados relacional.

7.3 Explicar as vantagens de um site baseado em dados.

7.4 Explicar por que uma organização gostaria de integrar seus bancos de dados.

Armazenamento de informações usando um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional

O componente central de qualquer sistema, independentemente do tamanho, é o banco de dados e o sistema de gerenciamento do banco de dados. Em uma definição ampla, um banco de dados mantém informações sobre vários tipos de objetos (estoque), eventos (transações), pessoas (funcionários) e locais (depósitos). Um sistema de gerenciamento de banco de dados (DBMS – Database Management System) cria, lê, atualiza e exclui dados do banco de dados, ao mesmo tempo que controla o acesso e a segurança. Os gestores enviam solicitações para o DBMS e ele realiza a manipulação real dos dados no banco de dados. As empresas armazenam suas informações em bancos de dados, e os gestores acessam esses sistemas para responder a questões operacionais, como o número de clientes que compraram o produto A em dezembro ou quais foram as vendas médias por região. Existem duas ferramentas principais disponíveis para recuperar as informações de um DBMS. A primeira é a ferramenta QBE

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Medium 9788577260270

Capítulo 1 - Visão Geral sobre Sistemas de Banco de Dados

Raghu Ramakrishnan; Johannes Gehrke Grupo A PDF Criptografado

1

VISÃO GERAL SOBRE

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

O que é um SGBD, em particular, um SGBD relacional?

Por que devemos utilizar um SGBD para gerenciar dados?

Como os dados da aplicação são representados em um SGBD?

Como os dados em um SGBD são recuperados e manipulados?

Como um SGBD suporta o acesso concorrente e protege os dados na ocorrência de falhas no sistema?

Quais são os principais componentes de um SGBD?

Quem está envolvido com bancos de dados na vida real?

Conceitos-chave: gerenciamento de banco de dados, independência de dados, projeto de banco de dados, modelo de dados; bancos de dados e consultas relacionais; esquemas, níveis de abstração; transações, concorrência e bloqueio, recuperação e registro em log; arquitetura de um SGBD; administrador de um banco de dados, programador do aplicativo, usuário final.

Reparou que todas as letras da palavra database (banco de dados, em inglês) são digitadas com a mão esquerda? Sabemos que a disposição do teclado da máquina de escrever (QWERTY) foi projetada, entre outras coisas, para facilitar o uso uniforme de ambas as mãos. Conclui-se, então, que escrever sobre bancos de dados, além de ser algo não natural, é bem mais difícil do que parece.

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Medium 9788577260270

Capítulo 6 - Desenvolvimento de Aplicativo de Banco de Dados

Raghu Ramakrishnan; Johannes Gehrke Grupo A PDF Criptografado

6

DESENVOLVIMENTO DE

APLICATIVO DE BANCO DE DADOS

Como os programas de aplicativos se conectam a um SGBD?

Como os aplicativos podem manipular os dados obtidos de um SGBD?

Como os aplicativos modificam dados em um SGBD?

O que são cursores?

O que é JDBC e como ele é usado?

O que é SQLJ e como ele é usada?

O que são procedimentos armazenados (stored procedures)?

Conceitos-chave: SQL Embutida, SQL Dinâmica, cursores; JDBC, conexões, drivers, ResultSets, java.sql, SQLJ; procedimentos armazenados (stored procedures),

SQL/PSM.

Quem tem maior lucro é quem serve melhor.

— Lema do Rotary International

No Capítulo 5, examinamos um amplo conjunto de construtores de consulta SQL, que tratam a SQL como uma linguagem independente por si só. Um SGBD relacional suporta uma interface SQL interativa, e os usuários podem digitar comandos SQL diretamente. Essa abordagem simples é boa, contanto que a tarefa em mãos possa ser realizada inteiramente com comandos SQL. Na prática, normalmente encontramos situações nas quais necessitamos de maior flexibilidade de uma linguagem de programação de propósito geral, além dos recursos de manipulação de dados fornecidos pela

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Artmed (11)
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Medium 9788582604465

Capítulo 4. Funções

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Funções

Este capítulo dedica-se principalmente aos tipos de função que você mesmo pode escrever. Estas funções são diferentes das funções internas, tais como digitalwrite e delay, que já foram predefinidas para você.

A razão pela qual você precisa saber como escrever as suas próprias funções é que, quando os sketches começam a se tornar complicados, as funções setup e loop crescem até se tornarem longas e complexas, ficando difícil de entender a maneira como funcionam.

O maior problema no desenvolvimento de software de qualquer tipo é saber lidar com a complexidade. Os melhores programadores escrevem software que é fácil de ser lido e compreendido, requerendo pouca explicação.

As funções são uma ferramenta chave para criar sketches de fácil compreensão. Elas podem ser modificadas sem dificuldade e sem risco de a coisa toda se transformar em uma grande confusão.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é uma função.

Aprender como passar parâmetros a funções.

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Capítulo 1. Este é o Arduino

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Este é o Arduino

O Arduino é uma plataforma de microcontrolador que atraiu a imaginação dos entusiastas de eletrônica. Sua facilidade de uso e sua natureza aberta fazem dele uma ótima opção para qualquer um que queira realizar projetos eletrônicos.

Basicamente, permite que você conecte circuitos eletrônicos a seus terminais, permitindo que ele controle coisas – como, por exemplo, ligar ou desligar dispositivos, como lâmpadas e motores, ou medir grandezas físicas, como luz e temperatura. Essa é a razão pela qual algumas vezes dizemos que o Arduino realiza uma computação física (concreta). Como os Arduinos podem ser conectados a um computador por meio de um cabo USB (universal serial bus, ou barramento serial universal), isso significa também que você pode usar o Arduino como placa de interface e controlar esses mesmos dispositivos a partir de seu computador.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer microcontroladores e placas de desenvolvimento.

Conhecer uma placa de Arduino.

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Capítulo 3. Fundamentos de linguagem C

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CAPÍTULO 3

Fundamentos de linguagem C

A linguagem usada na programação de Arduinos é a linguagem C. Neste capítulo, você verá os fundamentos da linguagem C. Como programador de

Arduino, o que aprender aqui você usará nos sketches que desenvolver. Para tirar o máximo do Arduino, você precisa compreender esses fundamentos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é programação e como funciona uma linguagem de programação.

Entender um pouco das funções setup e loop.

Aprender fundamentos da linguagem C.

Aprender o que é uma variável em C.

Explorar alguns comandos de decisão e repetição da linguagem C.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Programando

Não é incomum pessoas falarem mais de uma língua. De fato, quanto mais línguas você falar, mais fácil fica aprender outras línguas, porque você começa a se dar conta das estruturas comuns de gramática e vocabulário. O mesmo vale para as linguagens de programação.

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Capítulo 6. Entrada e saída

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Entrada e saída

O Arduino trata da chamada computação física. Isso significa ligar circuitos eletrônicos à placa do Arduino. Portanto, é necessário que você compreenda a usar as várias opções de conexão dos seus pinos.

As saídas podem ser digitais, apresentando valores de 0 volts ou 5 volts, ou analógicas, apresentando qualquer valor entre 0 e 5 volts – embora não seja tão simples assim, como veremos. Por outro lado, as entradas podem ser digitais

(verificar se um botão foi apertado ou não) ou analógicas (verificar o valor medido por um sensor luminoso).

Em um livro que trata basicamente de software e não de hardware, procuraremos não nos envolver com discussões aprofundadas de eletrônica. Neste capítulo, entretanto seria útil se você pudesse dispor de um multímetro e de um pedaço de fio rígido para compreender melhor o que está acontecendo.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender como funcionam as saídas e as entradas digitais.

Aprender a estabelecer a comunicação entre o Arduino e um computador PC.

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Capítulo 5. Arrays e strings

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CAPÍTULO 5

Arrays e strings

Depois da leitura do Capítulo 4, você ficou com uma ideia razoável de como estruturar os seus sketches para facilitar a sua vida. Se há alguma coisa que um bom programador gosta, é uma boa vida. Agora, a nossa atenção estará nos dados que você usa nos sketches.

O livro Algoritmos + Estruturas de Dados = Programas (Prentice-Hall, 1976), de Niklaus Wirth, foi escrito há muito tempo, mas continua conseguindo captar as essências da ciência da computação e da programação em particular. Posso recomendá-lo fortemente para qualquer um que foi fisgado pela programação. Ele também capta a ideia de que, para escrever um bom programa, você precisa pensar tanto no algoritmo

(o que você faz) como na estrutura dos dados que você usa.

Você viu os comandos loop e if e também aquilo que se denomina o lado “algorítmico” da programação de um Arduino.

Agora, você verá como estruturar os seus dados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Mostrar como estruturar dados em um sketch usando arrays e strings.

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