Grupo Gen (547)
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Medium 9788521617723

12 - Uma Abordagem de Arquitetura Corporativa Orientada a Serviços

MOLINARO, Carneiro Ramos Grupo Gen PDF Criptografado

Uma Abordagem de

Arquitetura Corporativa

Orientada a Serviços

12

Introdução

Ao longo dos capítulos anteriores foram apresentados modelos, frameworks, métodos, legislações, entre outros, que apoiam a governança e o gerenciamento de TI. Aproveitando o conhecimento obtido, neste capítulo serão apresentados três modelos conceituais complementares que objetivam a construção de uma arquitetura corporativa orientada a serviços para atendimento à governança de TI.

O primeiro modelo é uma estrutura que visa representar uma organização, considerando o alinhamento da TI com o negócio. O segundo modelo mostra como os componentes originados do primeiro modelo podem ser autogerenciados e autogovernados, visando à conformidade com a Governança de TI e com a governança corporativa. Finalmente, o terceiro modelo apresenta as etapas principais da dinâmica do funcionamento de uma arquitetura corporativa orientada a serviços.

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Medium 9788521623908

Capítulo 4 - Sistemas de Gestão de Bancos de Dados

GORDON, Steven R.; GORDON, Judith R. Grupo Gen PDF Criptografado

4

Sistemas de Gestão de Bancos de Dados

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Após completar o Capítulo 4, você estará apto a:

• Definir banco de dados e sistema de gestão de banco de dados.

• Descrever oito funções que os sistemas de gestão de bancos de dados devem proporcionar.

• Definir e descrever como as organizações usam metadados.

• Explicar por que os sistemas de informação procuram preservar a atomicidade da transação.

• Explicar por que os administradores usam data warehouse ou armazéns de dados e data marts.

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106

• Explicar como os sistemas de gestão de bancos de dados ajudam na construção de páginas dinâmicas na Web.

• Usar o modelo entidade-relacionamento para demonstrar o relacionamento entre itens de dados de uma forma visual gráfica.

• Descrever quatro arquiteturas de distribuição e as vantagens e desvantagens de cada uma para os administradores.

• Descrever os cinco modelos de bancos de dados e as vantagens e desvantagens de cada um para os administradores.

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Medium 9788521632337

8. Medindo a Função de Transferência

JANERT, Philipp K. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Medindo a Função de Transferência

Se tivermos um bom modelo teórico para o sistema em consideração, então poderemos deduzir a função de transferência diretamente a partir do modelo calculando a transformada de Laplace da equação diferencial que descreve a dinâmica do sistema. Porém, com bastante frequência, não haverá um bom modelo analítico. Nesses casos, teremos que medir a função de transferência em um processo conhecido como identi�cação do sistema. Mesmo que tenhamos um bom modelo, ainda precisaremos realizar algumas medições para “ajustar” os parâmetros do modelo.

Existem basicamente duas perguntas diferentes que precisamos fazer.

Relação estática de entrada/saída:

Se uma variação na entrada de certo tamanho for aplicada, qual é o tamanho e o sentido da mudança �nal na saída do processo?

Resposta dinâmica do processo:

Se for aplicada uma mudança repentina na entrada, quanto tempo o sistema leva para responder?

Essas são as perguntas básicas que queremos responder pelas observações. A resposta para a primeira é capturada na característica de processo estática, e a resposta para a segunda na curva de reação do processo ou assinatura de planta dinâmica.

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Medium 9788521617488

CAPÍTULO 7 - FLIP-FLOPS

HETEM Jr., Annibal Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

7

Flip-flops

7.1 Introdução

Por definição, flip-flop é um multivibrador biestável. Os circuitos dessa família apresentam dois estados lógicos – mas isso os outros circuitos também apresentam. A diferença é que o estado de um flip-flop pode ser fixado por certo tempo, ou seja, a saída não muda em função apenas das entradas, mas leva em conta o estado atualmente apresentado. O estado de um flip-flop fica inalterado até que seja dada uma ordem através da combinação certa de entradas, quando o estado é mudado. Essa característica estabelece os flip-flops como uma nova categoria de circuitos, podendo até mesmo ser usados como memórias de 1 bit.

Historicamente, o primeiro flip-flop foi desenvolvido pelos engenheiros W. Eccles e F.W.

Jordan, que em 1918 construíram o primeiro desses circuitos usando válvulas eletrônicas a vácuo. O circuito de Eccles e Jordan era composto de duas portas lógicas, cujas saídas eram ligadas novamente a uma das entradas, criando uma situação de realimentação (ou feedback, em inglês). Assim, mesmo que as entradas originais fossem desconectadas, a própria saída do circuito mantinha a entrada com o valor estabelecido previamente. Este princípio é, ainda hoje, a base de construção dos flip-flops.

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Medium 9788521622871

Parte III - Capítulo 8 - Gerência do Processador

MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF Criptografado

8

Gerência do

Processador ff 8.1 Introdução

Com o surgimento dos sistemas multiprogramáveis, nos quais múltiplos processos poderiam permanecer na memória principal compartilhando o uso da UCP, a gerência do processador tornouse uma das atividades mais importantes em um sistema operacional. A partir do momento em que diversos processos podem estar no estado de pronto, critérios devem ser estabelecidos para determinar qual processo será escolhido para fazer uso do processador. Os critérios utilizados para esta seleção compõem a chamada política de escalonamento, que é a base da gerência do processador e da multiprogramação em um sistema operacional.

Neste capítulo serão abordadas as funções básicas de escalonamento, políticas e algoritmos, descrevendo os mecanismos existentes e implementados na gerência do processador.

ff 8.2 Funções Básicas

A política de escalonamento de um sistema operacional tem diversas funções básicas, como a de manter o processador ocupado a maior parte do tempo, balancear o uso da UCP entre processos,

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Grupo A (12)
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Medium 9788580551105

7. Sistemas de negócios eletrônicos

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Sistemas de negócios eletrônicos

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

III

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Sistemas empresariais de negócios

1. Identificar os seguintes sistemas interfuncionais para empresas e exemplificar de que forma eles produzem valor significativo para uma empresa:

Introdução

Aplicativos interfuncionais para empresas

“Caso do mundo real 1”: NetSuite Inc., Berlin Packaging,

Churchill Downs e outras: o segredo do CRM está nos dados

Colocando todos os gansos em fila: gerenciamento em nível empresarial

Gestão do relacionamento com o cliente: o foco da empresa

O que é CRM?

As três fases do CRM

Benefícios e desafios do sistema CRM

ERP: a espinha dorsal da empresa

O que é ERP?

Benefícios e desafios do ERP

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Medium 9788580551105

5. Gerenciamento dos recursos de dados

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Gerenciamento dos recursos de dados

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Fundamentos técnicos do gerenciamento de base de dados

1. Explicar o valor empresarial da implementação dos processos de gerenciamento dos recursos de dados e tecnologias em uma organização.

Gerenciamento de banco de dados

Conceitos fundamentais de bancos de dados

“Caso do mundo real 1”: Cogent Communications, Intel e outras empresas: as fusões são mais fáceis quando seus dados estão prontos

Estruturas de banco de dados

Desenvolvimento de banco de dados

2. Resumir as vantagens da abordagem de gerenciamento de banco de dados para administrar os recursos de dados de um negócio, comparado à abordagem de processamento de um arquivo.

Seção II

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Medium 9788580551105

2. Competindo com a tecnologia da informação

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Competindo com a tecnologia da informação

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

I

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Fundamentos da vantagem estratégica

1. Identificar várias estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar tecnologias da informação para confrontar as forças competitivas de um negócio.

TI estratégica

Conceitos de estratégia competitiva

“Caso do mundo real 1”: Líderes de TI: reinventando a TI como parceira estratégica de negócios

Usos estratégicos da tecnologia da informação

Construindo um negócio focado no cliente

A cadeia de valor e os SI estratégicos

Seção II

Utilizando a tecnologia da informação para vantagem estratégica

Usos estratégicos da TI

Processos de reengenharia de negócios

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Medium 9788580551105

1. Fundamentos dos sistemas de informação nos negócios

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Fundamentos dos sistemas de informação nos negócios

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

I

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Conceitos fundamentais: sistemas de informação nos negócios

1. Entender o conceito de um sistema e como ele se relaciona com os sistemas de informação.

O mundo real dos sistemas de informação

“Caso do mundo real 1”: eCourier, Cablecom e Bryan Cave: como agregar valor por meio da inteligência de negócios

Os papéis fundamentais dos SI nos negócios

Tendências em sistemas de informação

O papel do e-Business nos negócios

Tipos de sistemas de informação

Desafios gerenciais da tecnologia da informação

2. Explicar por que o conhecimento dos sistemas de informação é importante para os profissionais de negócios e identificar cinco áreas do conhecimento dos sistemas de informação de que eles precisam.

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Medium 9788580551105

6. Telecomunicações e redes

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Telecomunicações e redes

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

A empresa em rede

1. Compreender o conceito de rede.

A empresa em rede

O conceito de rede

“Caso do mundo real 1”: Starbucks e outros: o futuro do

Wi-Fi público

Tendências das telecomunicações

O valor empresarial das redes de telecomunicações

A revolução da internet

O papel da intranet

O papel da extranet

3. Identificar principais desenvolvimentos e tendências importantes das aplicações setoriais, tecnológicas e empresariais das telecomunicações e da tecnologia da internet.

Seção II

Alternativas de redes de telecomunicações

Alternativas de telecomunicações

Modelo de rede de telecomunicações

“Caso do mundo real 2”: Brain Saving Technologies Inc., e o

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Grupo A (1456)
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Medium 9788563308153

Capítulo 6: Ganhos provenientes do comércio na teoria neoclássica

Dennis R. Appleyard, Alfred J. Field Jr., Steven L. Cobb Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

GANHOS PROVENIENTES

DO COMÉRCIO NA TEORIA

NEOCLÁSSICA

6

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

■ Entender o equilíbrio econômico em um país que não faz nenhum comércio.

■ Entender o impacto no aumento do bem-estar de um país a partir da sua abertura

para o comércio internacional.

■ Compreender que tanto diferenças de oferta quanto de demanda entre países são

suficientes na geração de uma base para o comércio.

■ Avaliar as implicações de suposições-chave sobre o modelo neoclássico de comércio.

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PARTE 2

TEORIA NEOCLÁSSICA DO COMÉRCIO

INTRODUÇÃO

Os efeitos de restrições sobre o comércio dos

Estados Unidos

Em 1999, o economista Howard J. Wall, do Federal Reserve Bank de St. Louis, investigou a extensão em que barreiras ao comércio restringiram o comércio dos Estados Unidos e o tamanho dos custos ao bem-estar gerados por essas obstruções ao livre-comércio.1 Ele concentrou sua atenção no comércio dos Estados Unidos com países que não México e Canadá a partir do momento em que barreiras ao comércio com aqueles países foram removidas, com o início do Tratado Norte-Americano de Livre-Comércio (NAFTA), em 1994. Wall ressaltou que, em 1996, os Estados Unidos importaram $723,2 bilhões em produtos de países não pertencentes ao NAFTA, mas tiveram de importar $111,6 bilhões a mais porque criaram restrições às importações. Portanto, as importações americanas foram 15,4% maiores ($111,6 bilhões � $723,2 bilhões � 15,4%) por causa das restrições. Ele também calculou que as exportações americanas para os países não pertencentes ao NAFTA, que atingiram $498,8 bilhões em 1996, foram de $130,4 bilhões, ou mais de 26% maiores ($130,4 bilhões � $498,8 bilhões

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Medium 9788577803811

6.4 árvores binárias de pesquisa

Nina Edelweiss, Renata Galante Grupo A PDF Criptografado

214

6.4

Estruturas de Dados

árvores binárias de pesquisa

Árvores binárias que apresentam uma relação de ordem nos campos de informação de seus nodos são denominadas Árvores Binárias de Pesquisa

(ABP). A ordem é definida pelo valor contido em um determinado campo de informação dos nodos, aqui denominado chave.

A ordem entre os nodos de uma ABP é a seguinte: para qualquer nodo de uma

ABP, todos os nodos de sua subárvore da esquerda contém valores de chave menores do que a do nodo considerado, e todos os nodos da subárvore da direita apresentam valores de chave maiores ou iguais à chave do nodo considerado. A possibilidade de uma ABP apresentar chaves duplicadas depende da aplicação que estiver sendo representada: algumas aplicações requerem que as chaves sejam únicas, enquanto que outras permitem chaves repetidas.

A Figura 6.11 apresenta um exemplo de ABP na qual estão representados somente os valores das chaves – outros valores de informação, não representados na figura, podem estar contidos nos nodos. Neste exemplo, os nodos da árvore estão em ordem crescente caso a árvore seja percorrida através de caminhamento central à esquerda, e em ordem decrescente caso a árvore seja percorrida através de caminhamento central à direita.

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Medium 9788582601686

Capítulo 16 - Otimização do DNS

William R. Stanek Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

Otimização do DNS

Introdução ao DNS

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Configuração de resolução de nomes em clientes DNS

Instalação de servidores DNS

Gerenciamento de servidores DNS

Gerenciamento de registros de DNS

Atualização de propriedades de zona e o registro SOA

Gerenciamento da configuração e da segurança do servidor DNS

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616

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E

ste capítulo mostra as técnicas utilizadas para instalar e gerenciar o Domain Name

System (DNS, Sistema de Nomes de Domínio) em uma rede. O DNS é o serviço de resolução de nomes que resolve nomes de computadores para endereços IP. Quando se utiliza o DNS, um nome de host totalmente qualificado – omega.microsoft.com, por exemplo – pode ser resolvido para um endereço IP, permitindo que os computadores localizem uns aos outros. O DNS opera na pilha de protocolo TCP/IP e pode ser integrado com o Windows Internet Name Service (WINS), o Dynamic Host Configuration

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Medium 9788582604113

Capítulo 6 - Aplicativo Cannon Game

Paul Deitel, Harvey Deitel, Alexander Wald Grupo A PDF Criptografado

6

Aplicativo Cannon Game

Animação quadro a quadro manual, elementos gráficos, som, threads, SurfaceView e SurfaceHolder, modo imersivo e tela inteira

Objetivos

Neste capítulo, você vai:

᭿

Criar um aplicativo de jogo simples, divertido e fácil de codificar.

᭿

Criar uma subclasse de SurfaceView personalizada para exibir os elementos gráficos do jogo a partir de uma thread de execução separada.

᭿

Desenhar elementos gráficos usando componentes Paint e um Canvas.

᭿

Sobrescrever o método onTouchEvent de View para disparar uma bala de canhão quando o usuário toca na tela.

᭿

Realizar detecção de colisão simples.

᭿

Adicionar som a seu aplicativo usando SoundPool e

AudioManager.

᭿

Sobrescrever o método de ciclo de vida onDestroy de

Fragment.

᭿

Usar o modo imersivo para permitir que o jogo ocupe a tela inteira, mas ainda deixar que o usuário acesse as barras de sistema.

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Medium 9788577806423

Capítulo 7 - Particionamento

Mike Hotek Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Particionamento

Neste capítulo, você vai aprender a:

■ Criar funções de partição

■ Criar esquemas de partição

■ Particionar tabelas e índices

■ Manter as partições

■ Mover os dados para dentro e para fora das tabelas usando o particionamento

O particionamento de tabelas foi introduzido primeiramente no SQL Server 2005 para permitir que os usuários dividam grandes tabelas em múltiplas estruturas de armazenamento. Anteriormente, os objetos estavam restritos a um único filegroup que poderia conter vários arquivos. Entretanto, o local dos dados em um filegroup ainda era determinado pelo SQL Server.

O particionamento de tabelas permite que tabelas, índices e views indexadas sejam criados em múltiplos filegroups, embora também permita que o DBA especifique que parte do objeto será armazenado em um filegroup específico.

O processo para particionar uma tabela, índice ou views indexada é o seguinte:

1. Criar uma função de partição (partition function)

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Editora Saraiva (43)
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Medium 9788536507934

3. Programação com Desvios

MANZANO, José Augusto N. G.; JUNIOR, Roberto Affonso da Costa Editora Saraiva PDF Criptografado

3

Programação com Desvios

Para começar

Este capítulo apresenta os detalhes sobre o uso de tomadas de decisão em programação no estabelecimento de processamento lógico. São apresentados os conceitos de condição, decisão, operadores relacionais, operadores lógicos, decisão simples, decisão composta, decisão seletiva e divisibilidade.

3.1 Decisões, Condições e Operadores Relacionais

Para um programa de computador tomar decisões, é necessário criarmos para ele uma condição. Assim, para tomar uma decisão, é necessário existir uma condição. Uma condição pode produzir uma de duas respostas: pode ser uma resposta verdadeira ou uma resposta falsa.

A condição, por sua vez, do ponto de vista condicional, é a definição de relação lógica entre variáveis versus variáveis ou variáveis versus constantes definidas com o uso de operadores relacionais. A relação lógica existente entre os elementos de uma condição é conseguida com a utilização dos operadores relacionais, de acordo com o que mostramos na Tabela 3.1.

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Medium 9788536510859

13 - JavaScript

ALVES, William Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

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JavaScript

Para começar

Neste capítulo estudaremos os conceitos básicos da linguagem JavaScript.

13.1 Apresentação da linguagem JavaScript

JavaScript é uma linguagem de script, desenvolvida no ano de 1995 por Brendam Eich, da

Netscape, com base em outra linguagem denominada EMACScript. Inicialmente foi chamada de

LiveScript. Essa linguagem é utilizada na criação de pequenas rotinas (scripts) que podem ser inseridas no corpo de documentos HTML. No entanto, existem algumas particularidades e diferenças em relação ao Java propriamente dito.

Uma linguagem de script assemelha-se a qualquer outra, com a exceção de que ela somente pode ser executada dentro de um ambiente (no caso específico, o navegador de Internet). Assim, não é possível criar um aplicativo completo que seja autoexecutável. Isso significa que uma aplicação escrita em JavaScript sempre depende do seu navegador para ter alguma funcionalidade.

Essa linguagem também permite o desenvolvimento desde rotinas simples até as mais sofisticadas.

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Medium 9788536506654

21. Utilitários e Softwares de Testes

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Utilitários e

Softwares de Testes

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Para começar

Este capítulo tem como objetivo principal apresentar alguns softwares que detectam o hardware instalado no PC, de tal maneira que seja possível confrontar as informações obtidas por eles com os dados técnicos da instalação, a fim de aferir se o PC montado está funcionando adequadamente. Por fim, alguns testes de desempenho serão apresentados para verificar se o PC montado possui um desempenho compatível.

21.1 Por que testar e medir o desempenho do PC?

A bateria de testes e a aferição do desempenho do PC são as últimas etapas do processo de montagem e após a montagem, configuração e instalação do sistema operacional, é realizada uma bateria de testes no hardware do PC a fim de identificar alguma anomalia e, também, comparar se o desempenho obtido está em conformidade com o hardware instalado. É importantíssimo realizar uma bateria de testes e verificar o real desempenho do PC antes que ele entre em uso.

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Medium 9788536507934

8. Programação Gráfica

MANZANO, José Augusto N. G.; JUNIOR, Roberto Affonso da Costa Editora Saraiva PDF Criptografado

8

Programação

Gráfica

Para começar

Este capítulo apresenta detalhes introdutórios à programação orientada a objetos. São descritos os conceitos de classe, estruturas, campos e métodos. São mostradas as ações necessárias para a declaração de classes, a criação e o uso de objetos. Mostram-se recursos de acesso a métodos, encapsulamento, herança e polimorfismo.

8.1 Java e o Modo Gráfico

Nos capítulos anteriores, desenvolvemos exemplos de programas em modo texto. Neste capítulo, vamos ver alguns exemplos de programação em modo gráfico para a linguagem Java.

O desenvolvimento de aplicações gráficas em Java usa dois pacotes de funcionalidades chamados

AWT (Abstract Windowing Toolkit) e Swing. O pacote AWT foi o primeiro pacote gráfico para Java, e o pacote Swing foi o segundo. Há quem ache que o segundo pacote substitui o primeiro, mas o que muitos não sabem é que ambos os pacotes são complementares e devem ser usados em conjunto.

Fique de olho!

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Medium 9788536506654

16. Organização dos Cabos Internos do Gabinete

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Organização dos

Cabos Internos do Gabinete

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Para começar

Neste capítulo, será apresentado o procedimento de organização de todos os cabos instalados na parte interna do gabinete do PC, isto é, todos os cabos de alimentação, de sinais e de sinalização do painel frontal.

16.1 Por que organizar?

Após a instalação de placas adicionais, dos cabos de sinais, dos cabos de sinalização do painel frontal e dos de alimentação, para motherboard e os periféricos internos, é necessário organizar da melhor forma possível todos os cabos existentes internos no gabinete do PC, pois eles estão soltos e completamente desorganizados. Mas por quê?

Primeiramente, para facilitar o fluxo de ar na parte interna, evitando que a temperatura interna do gabinete atinja um valor acima do nível máximo especificado e, assim, impedir que os componentes eletrônicos internos queimem por excesso de temperatura. Lembre-se, por exemplo, de que um cabo solto pode “cair” sobre o ventilador, travá-lo e diminuir a dissipação de calor gerado pelo processador e causar o desligamento do PC, se houver um monitoramento adequado na motherboard, ou até queimar o processador por causa do superaquecimento. Infelizmente, há técnicos e montadores de computadores que relegam esse procedimento e causam inúmeros prejuízos aos usuários finais, tais como travamentos intermitentes do PC com perda de dados importantes; queima de componentes internos, tais como processador, memória, chipset, HDD, entre outros.

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Artmed (11)
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Capítulo 9. Displays

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Displays

Neste capítulo, você verá como se pode escrever software para controlar displays LCD. A Figura 9.1 mostra os dois tipos de display que usaremos. O primeiro é um shield de display LCD alfanumérico.

O segundo é um display OLED gráfico de 128 × 64 pixels. Esses dois tipos populares de display são muito usados com o Arduino.

Este é um livro sobre software e não hardware, mas neste capítulo teremos que explicar um pouco do funcionamento da eletrônica desses displays para compreendermos melhor como acioná-los.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender um pouco do funcionamento da eletrônica dos displays para saber como acioná-los.

Aprender a usar algumas funções da biblioteca de LCD.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Figura 9.1

Um shield de display LCD alfanumérico

(esquerda) e um display OLED gráfico (direita).

Displays LCD alfanuméricos

O módulo LCD que usaremos é um shield de Arduino, que é encaixado em cima de uma placa de Arduino. Além do display, ele também tem alguns botões. Há muitos shields diferentes, mas a grande maioria usa o mesmo chip controlador de LCD (o HD44780). Sendo assim, procure utilizar um shield que use esse chip controlador.

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Capítulo 3. Fundamentos de linguagem C

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Fundamentos de linguagem C

A linguagem usada na programação de Arduinos é a linguagem C. Neste capítulo, você verá os fundamentos da linguagem C. Como programador de

Arduino, o que aprender aqui você usará nos sketches que desenvolver. Para tirar o máximo do Arduino, você precisa compreender esses fundamentos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é programação e como funciona uma linguagem de programação.

Entender um pouco das funções setup e loop.

Aprender fundamentos da linguagem C.

Aprender o que é uma variável em C.

Explorar alguns comandos de decisão e repetição da linguagem C.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Programando

Não é incomum pessoas falarem mais de uma língua. De fato, quanto mais línguas você falar, mais fácil fica aprender outras línguas, porque você começa a se dar conta das estruturas comuns de gramática e vocabulário. O mesmo vale para as linguagens de programação.

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Medium 9788582604465

Capítulo 6. Entrada e saída

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Entrada e saída

O Arduino trata da chamada computação física. Isso significa ligar circuitos eletrônicos à placa do Arduino. Portanto, é necessário que você compreenda a usar as várias opções de conexão dos seus pinos.

As saídas podem ser digitais, apresentando valores de 0 volts ou 5 volts, ou analógicas, apresentando qualquer valor entre 0 e 5 volts – embora não seja tão simples assim, como veremos. Por outro lado, as entradas podem ser digitais

(verificar se um botão foi apertado ou não) ou analógicas (verificar o valor medido por um sensor luminoso).

Em um livro que trata basicamente de software e não de hardware, procuraremos não nos envolver com discussões aprofundadas de eletrônica. Neste capítulo, entretanto seria útil se você pudesse dispor de um multímetro e de um pedaço de fio rígido para compreender melhor o que está acontecendo.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender como funcionam as saídas e as entradas digitais.

Aprender a estabelecer a comunicação entre o Arduino e um computador PC.

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Medium 9788582604465

Capítulo 7. A biblioteca padrão do Arduino

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

A biblioteca padrão do Arduino

É nesta biblioteca que vivem as guloseimas. Até agora você se limitou a usar apenas um mínimo da linguagem C. O que você realmente precisa é de um grande conjunto de funções que você possa usar em seus sketches.

Você já encontrou algumas dessas funções, tais como pinMode, digitalwrite e analogWrite, mas na realidade há muitas outras. São funções que você pode usar para realizar operações matemáticas, gerar números aleatórios, manipular bits, detectar pulsos em um pino de entrada e usar algo denominado interrupção.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ajudar a descobrir outras funções diponíveis na biblioteca padrão.

Entender a função Random.

Conhecer as funções matemáticas mais usadas.

Aprender a realizar manipulação de bits.

Entender algumas funções que ajudam a realizar atividades de entrada e saída.

Aprender a usar interrupções para estruturar a realização de diversas tarefas simultâneas.

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Medium 9788582604465

Capítulo 5. Arrays e strings

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Arrays e strings

Depois da leitura do Capítulo 4, você ficou com uma ideia razoável de como estruturar os seus sketches para facilitar a sua vida. Se há alguma coisa que um bom programador gosta, é uma boa vida. Agora, a nossa atenção estará nos dados que você usa nos sketches.

O livro Algoritmos + Estruturas de Dados = Programas (Prentice-Hall, 1976), de Niklaus Wirth, foi escrito há muito tempo, mas continua conseguindo captar as essências da ciência da computação e da programação em particular. Posso recomendá-lo fortemente para qualquer um que foi fisgado pela programação. Ele também capta a ideia de que, para escrever um bom programa, você precisa pensar tanto no algoritmo

(o que você faz) como na estrutura dos dados que você usa.

Você viu os comandos loop e if e também aquilo que se denomina o lado “algorítmico” da programação de um Arduino.

Agora, você verá como estruturar os seus dados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Mostrar como estruturar dados em um sketch usando arrays e strings.

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