Grupo Gen (518)
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Medium 9788521632337

23. Polos e Zeros

JANERT, Philipp K. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 23

Polos e Zeros

Uma vantagem importante da “tecnologia da função de transferência” é que não precisamos avaliar a função de transferência inteira para obter informações sobre a dinâmica de um sistema. Em vez disso, basta simplesmente saber os locais dos polos e zeros da função de transferência — ou seja, os locais onde a função de transferência diverge ou desaparece (respectivamente) para que se tenha uma compreensão substancial do comportamento dinâmico.

Estrutura de uma Função de Transferência

Por construção, as funções de transferência para sistemas com feedback tendem a ser funções racionais apropriadas — ou seja, frações de um polinômio em s sobre outro polinômio em s:

Este fato é uma consequência da forma como as funções de transferência surgem como soluções das equações lineares com coe�cientes constantes via transformadas de Laplace. (Se a dinâmica inclui atrasos de tempo, então fatores adicionais na forma esT ocorrem na função de transferência — veja mais detalhes sobre esse assunto mais adiante neste capítulo.)

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Medium 9788521613954

CAPÍTULO 10 - MATEMÁTICA COMPLEXA

BLOCH, Sylvan Charles Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 10

MATEMÁTICA COMPLEXA

DO QUE TRATA ESTE CAPÍTULO

O nome deste capítulo é até um certo grau contraditório uma vez que em muitas situações, ao contrário do que possa parecer, a matemática com números complexos simplifica o cálculo em vez de torná-lo complexo. Inúmeras vezes os números complexos não são apenas convenientes, mas absolutamente essenciais. Os números reais não são suficientes para lidar com todas as situações e todos os problemas de ciência e de engenharia. Sem os núme-

ros complexos não teríamos como resolver uma equação tão simples como y2 ϩ1 ϭ 0.

Qual é a solução dessa equação? Naturalmente, y ϭ Ϯi, onde

Em outras palavras, i2 ϭ Ϫ1. (Algumas vezes você verá a unidade imaginária i designada por j.) O EXCEL possui 18 funções complexas para facilitar a sua vida ajudando nas tarefas mais difíceis e trabalhosas.

10.1 REVISÃO RÁPIDA SOBRE A ÁLGEBRA DE NÚMEROS

COMPLEXOS

Os chamados números complexos foram descobertos centenas de anos atrás. Podemos identificar um número imaginário pelo símbolo i, como em y ϭ i3. Pense neste número como um ponto do semi-eixo positivo y (habitualmente usado para os números imaginários) distante 3 unidades da origem. Veja a Fig. 10-1. Podemos combinar números reais (sobre o eixo dos x) com números imaginários (sobre o eixo dos y) para obter números complexos, como em: onde x ϭ 4 é a parte real (designada habitualmente por Re) e y ϭ 3 é a parte imaginária (usualmente designada por Im). Por exemplo, Re z ϭ 4 e Im z ϭ 3. (Observação: o EXCEL designa números complexos com as notações x ϩyi ou x ϩyj.).

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Medium 9788521617419

Capítulo 12 - Sistemas de Informação

DALE, Nell; LEWIS, John Grupo Gen PDF Criptografado

12

Sistemas de Informação

A maioria das pessoas interage com computadores no nível de aplicativo. Isto é, mesmo se uma pessoa não souber nada sobre os detalhes dos outros níveis subjacentes de computação, as chances são de que ela já tenha usado software aplicativo. Nosso objetivo, neste nível, é dar a você uma apreciação de como funcionam vários sistemas de aplicativos. Software aplicativo pode ser classificado de diversas maneiras. Neste capítulo, focamos sistemas de informação em geral. No Capítulo 13 discutimos aplicativos no mundo da inteligência artificial e no Capítulo 14 focamos simulações, gráficos e jogos.

Computadores existem para gerenciar e analisar dados. Hoje em dia, eles afetam quase todos os aspectos de nossas vidas. Usamos sistemas de informação em geral para gerenciar tudo, desde estatísticas de esportes até dados de folhas de pagamento. Da mesma maneira, caixas registradoras e caixas eletrônicos são sustentados por grandes sistemas de informação.

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 2 – SELEÇÃO E GERENCIAMENTO DO PROJETO

DENNIS, Alan; WIXOM, Barbara Haley; ROTH, Roberta M. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

SELEÇÃO E

GERENCIAMENTO

DO PROJETO

E

ste capítulo analisa como as organizações avaliam e selecionam os projetos a serem levados a cabo dentre os muitos disponíveis. Uma vez selecionado um projeto, o gerente do projeto o planeja. O gerenciamento do projeto envolve a escolha da metodologia do projeto, criação do plano de trabalho do projeto, identificação das exigências a serem satisfeitas para determinação dos integrantes da equipe do projeto e preparação para a gestão e controle do projeto. Essas etapas resultam em produtos importantes no gerenciamento do projeto, incluindo o plano de trabalho, plano para a determinação dos integrantes da equipe, lista de padrões, gráfico do projeto e avaliação de riscos.

OBJETIVOS

■ Explicar como os projetos são selecionados em algumas organizações.

■ Descrever os vários métodos para o CVDS que podem ser usados para estruturar um projeto de desenvolvimento.

■ Explicar como selecionar a metodologia de um projeto com base nas características do projeto.

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 6 – MODELAGEM DE DADOS

DENNIS, Alan; WIXOM, Barbara Haley; ROTH, Roberta M. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

MODELAGEM

DE DADOS

U

m modelo de dados descreve os dados que trafegam pelos processos de negócios de uma organização. Durante a fase de análise, esse modelo apresenta a organização lógica dos dados sem indicar como eles são armazenados, criados ou manipulados, para que o analista possa se dedicar ao negócio sem ter sua atenção desviada por detalhes técnicos. Posteriormente, na fase de design (projeto), o modelo de dados é alterado para refletir exatamente como os dados serão armazenados em bancos de dados ou arquivos.

Este capítulo descreve a diagramação entidade relacionamento, uma das técnicas de modelagem de dados mais comuns usadas na indústria.

OBJETIVOS

■ Explicar as regras e as diretrizes de estilo para criar diagramas de relacionamento de entidades.

■ Criar diagrama de relacionamento de entidades.

■ Descrever o uso de um dicionário de dados e de metadados.

■ Explicar como compatibilizar diagramas de relacionamento de entidades e diagramas de fluxos de dados.

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Grupo A (1458)
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Medium 9788582601266

Capítulo 11 - Como compartilhar e revisar apresentações

Cox, Joyce Grupo A PDF Criptografado

Como compartilhar e revisar apresentações

11

NESTE CAPÍTULO, VOCÊ APRENDERÁ A:

Compartilhar apresentações em outros formatos.

Enviar apresentações diretamente do PowerPoint.

Proteger apresentações usando senhas.

Adicionar e revisar comentários.

Mesclar diferentes versões de uma mesma apresentação.

Colaborar com outras pessoas.

Muitas apresentações são desenvolvidas por uma equipe. Você pode ser o principal desenvolvedor de algumas apresentações que serão revisadas por outros, ou o revisor de algumas apresentações desenvolvidas por colegas. Com o

Microsoft PowerPoint 2013, é fácil anexar uma apresentação a uma mensagem de email e enviá-la para alguém revisar. Se quiser enviar a apresentação para alguém que não possui o PowerPoint 2013 instalado no computador, você pode salvar a apresentação em um formato de arquivo diferente. Se quiser ter certeza de que apenas pessoas autorizadas possam revisar uma apresentação, você pode atribuir uma senha a ela.

Hoje, a maior parte das apresentações é revisada em tela. Com o PowerPoint,

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Medium 9788582602270

Capítulo 9 - Codificação e sinalização

César Augusto Hass Loureiro; Marcelo Augusto Rauh Schmitt; André Peres; Alex Martins de Oliveira Grupo A PDF Criptografado

capítulo 9

Codificação e sinalização

Dados digitais diferem dos analógicos, pois estes adquirem valores contínuos, enquanto aqueles apresentam um conjunto discreto de valores. Quando estudamos redes de computadores, estamos analisando a transmissão de dados digitais, uma vez que os computadores são equipamentos que armazenam e manipulam esse tipo de informação. Mesmo que a informação original transmitida seja analógica, como a voz, ela deverá ser digitalizada para trafegar em uma rede. Este capítulo analisa o nível físico da arquitetura OSI (Open

System Interconnection) e o ajudará a compreender de que forma os dados digitais são codificados e sinalizados para que ocorra a comunicação de dados em meios de transmissão.

Objetivos de aprendizagem

Identificar a base teórica que explica os limites da sinalização.

Identificar os principais problemas associados à transmissão de dados por um meio.

Interpretar o funcionamento da sinalização digital e distinguir os esquemas de codificação existentes.

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Medium 9788582604823

Capítulo 15 - Configuração de ferramentas de gerenciamento avançadas

Andrew Bettany & Andrew Warren Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Configuração de ferramentas de gerenciamento avançadas

O Windows 10 fornece várias ferramentas para gerenciar o sistema operacional. Qualquer uma delas ou todas podem ser usadas, dependendo de suas necessidades. Este capítulo explora o uso dessas ferramentas para gerenciar eficientemente os dispositivos Windows

10 de seus usuários.

Objetivos deste capítulo:

JJ

Configurar serviços

JJ

Configurar Device Manager

JJ

Configurar e usar o MMC

JJ

Configurar Task Scheduler

JJ

Configurar automação de tarefas de gerenciamento usando Windows PowerShell

Objetivo: Configurar serviços

Um serviço pode ser descrito como um componente de software que interage em um nível com drivers de dispositivo e em outro com componentes de aplicativos. De certa forma, os serviços se situam entre os aplicativos e os dispositivos de hardware e são considerados uma parte fundamental do sistema operacional, controlando pedidos de usuário por recursos de hardware por meio de aplicativos.

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Medium 9788577803828

5 transformações entre modelos

Heuser, Carlos Alberto Grupo A PDF Criptografado

136

Projeto de Banco de Dados

Inicialmente, vamos apresentar o projeto lógico de BD relacional. O projeto lógico consta da transformação de um modelo ER em um modelo lógico, que implementa, em nível de SGBD relacional, os dados representados abstratamente no modelo ER. O termo “implementação” significa que ocorre uma transformação de um modelo mais abstrato para um modelo que contém mais detalhes de implementação. Neste livro somente o projeto de BD relacional é tratado. Para outros tipos de SGBD (p.ex.: orientado a objetos ou objeto/relacional) outras regras de projeto são necessárias.

Após discutir o projeto lógico, vamos apresentar o processo inverso ao projeto, chamado de engenharia reversa de modelos relacionais. Neste processo, partese de um modelo relacional e obtém-se um diagrama ER, que representa de forma abstrata os dados armazenados no BD.

A Figura 5.1 dá uma visão geral dos dois processos de transformação entre modelos.

modelo ER

(nível conceitual)

engenharia reversa de BD relacional

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Medium 9788577800445

LIÇÃO 1 Fundamentos da Planilha

Moraes, Altair Dias Caldas de Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

1

Fundamentos da planilha

Depois desta lição, você será capaz de:

Criar uma pasta de trabalho.

Entender os elementos da janela do Microsoft Excel.

Selecionar células.

Digitar texto, números e datas em uma planilha.

Digitar um intervalo de dados.

Editar um conteúdo de célula.

Mover-se entre planilhas.

Nomear e salvar uma pasta de trabalho.

Abrir uma pasta de trabalho.

Renomear uma planilha.

Visualizar a impressão e imprimir uma planilha.

Fechar uma pasta de trabalho e sair do Excel.

TERMOS-CHAVE

célula célula ativa intervalo modelos painel de tarefas

pasta de trabalho planilhas selecionando

Visualizar impressão

O Microsoft Office Excel 2003 é um poderoso programa de planilha projetado para organizar, formatar e calcular dados numéricos. O Excel exibe os dados em um formato de linhas e colunas, com linhas de grade entre as linhas e colunas, similar a um livro de contabilidade ou papel para gráfico. Conseqüentemente, o Excel é adequado para o trabalho com dados numéricos em contabilidade, pesquisa científica, registros estatísticos e todas as outras situações que podem ser beneficiadas pela organização de dados em um formato de tabela. Freqüentemente, professores registram as informações sobre notas de alunos e gerentes armazenam listas de dados – como registros de estoque ou registros de pessoal – no Excel. Durante o curso, você aprenderá como o

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Artmed (11)
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Medium 9788582604465

Capítulo 3. Fundamentos de linguagem C

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Fundamentos de linguagem C

A linguagem usada na programação de Arduinos é a linguagem C. Neste capítulo, você verá os fundamentos da linguagem C. Como programador de

Arduino, o que aprender aqui você usará nos sketches que desenvolver. Para tirar o máximo do Arduino, você precisa compreender esses fundamentos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é programação e como funciona uma linguagem de programação.

Entender um pouco das funções setup e loop.

Aprender fundamentos da linguagem C.

Aprender o que é uma variável em C.

Explorar alguns comandos de decisão e repetição da linguagem C.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Programando

Não é incomum pessoas falarem mais de uma língua. De fato, quanto mais línguas você falar, mais fácil fica aprender outras línguas, porque você começa a se dar conta das estruturas comuns de gramática e vocabulário. O mesmo vale para as linguagens de programação.

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Medium 9788582604465

Capítulo 2. Começando

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Começando

Depois de introduzir o Arduino e ter aprendido um pouco a respeito do que estamos programando, chegou o momento de instalar em nosso computador o software que é necessário para começar a trabalhar com os códigos de programa.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender a ligar eletricamente o Arduino.

Aprender a instalar o software aplicativo do Arduino.

Aprender a instalar um Sketch na placa do Arduino.

Fazer um pequeno passeio pelo aplicativo Arduino.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

A alimentação elétrica

Quando você compra uma placa de Arduino, ela normalmente vem com um sketch

(programa) já instalado denominado Blink (pisca-pisca). Esse sketch faz piscar o pequeno LED

(diodo emissor de luz) que faz parte da placa.

Na placa, há um LED marcado com “L” que está conectado ao pino digital 13, que é um dos pinos de entrada e saída da placa. Isso não significa que esse pino 13 destina-se somente para acender o LED. Você também poderá usá-lo normalmente como entrada ou saída digital.

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Medium 9788582604465

Capítulo 5. Arrays e strings

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Arrays e strings

Depois da leitura do Capítulo 4, você ficou com uma ideia razoável de como estruturar os seus sketches para facilitar a sua vida. Se há alguma coisa que um bom programador gosta, é uma boa vida. Agora, a nossa atenção estará nos dados que você usa nos sketches.

O livro Algoritmos + Estruturas de Dados = Programas (Prentice-Hall, 1976), de Niklaus Wirth, foi escrito há muito tempo, mas continua conseguindo captar as essências da ciência da computação e da programação em particular. Posso recomendá-lo fortemente para qualquer um que foi fisgado pela programação. Ele também capta a ideia de que, para escrever um bom programa, você precisa pensar tanto no algoritmo

(o que você faz) como na estrutura dos dados que você usa.

Você viu os comandos loop e if e também aquilo que se denomina o lado “algorítmico” da programação de um Arduino.

Agora, você verá como estruturar os seus dados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Mostrar como estruturar dados em um sketch usando arrays e strings.

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Medium 9788582604465

Capítulo 6. Entrada e saída

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Entrada e saída

O Arduino trata da chamada computação física. Isso significa ligar circuitos eletrônicos à placa do Arduino. Portanto, é necessário que você compreenda a usar as várias opções de conexão dos seus pinos.

As saídas podem ser digitais, apresentando valores de 0 volts ou 5 volts, ou analógicas, apresentando qualquer valor entre 0 e 5 volts – embora não seja tão simples assim, como veremos. Por outro lado, as entradas podem ser digitais

(verificar se um botão foi apertado ou não) ou analógicas (verificar o valor medido por um sensor luminoso).

Em um livro que trata basicamente de software e não de hardware, procuraremos não nos envolver com discussões aprofundadas de eletrônica. Neste capítulo, entretanto seria útil se você pudesse dispor de um multímetro e de um pedaço de fio rígido para compreender melhor o que está acontecendo.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender como funcionam as saídas e as entradas digitais.

Aprender a estabelecer a comunicação entre o Arduino e um computador PC.

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Medium 9788582604465

Capítulo 10. Progamando o Arduino para a Internet das Coisas

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Programando o

Arduino para a Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) consiste na ideia de que dispositivos irão se conectar entre si através da Internet, numa quantidade extraordinária e crescente. Isso não significa simplesmente mais e mais computadores e seus navegadores, mas coisas reais, como celulares, tablets, eletrodomésticos, roupas, etc. Estão incluídos todos os tipos de automação residencial, desde iluminação e eletrodomésticos inteligentes até sistemas de segurança, e mesmo dispositivos para alimentação de animais de estimação operados pela Internet, assim como muitos projetos de pouca aplicação prática, porém muito divertidos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer brevemente as possibilidades da Internet das Coisas.

Conhecer um pouco sobre HTTP e HTML.

Aprender a usar um shield de Ethernet permitindo que o Arduino funcione como servidor de web.

Aprender a realizar requisições de web para acessar serviços disponíveis na

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