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Medium 9788521613954

CAPÍTULO 10 - MATEMÁTICA COMPLEXA

BLOCH, Sylvan Charles Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 10

MATEMÁTICA COMPLEXA

DO QUE TRATA ESTE CAPÍTULO

O nome deste capítulo é até um certo grau contraditório uma vez que em muitas situações, ao contrário do que possa parecer, a matemática com números complexos simplifica o cálculo em vez de torná-lo complexo. Inúmeras vezes os números complexos não são apenas convenientes, mas absolutamente essenciais. Os números reais não são suficientes para lidar com todas as situações e todos os problemas de ciência e de engenharia. Sem os núme-

ros complexos não teríamos como resolver uma equação tão simples como y2 ϩ1 ϭ 0.

Qual é a solução dessa equação? Naturalmente, y ϭ Ϯi, onde

Em outras palavras, i2 ϭ Ϫ1. (Algumas vezes você verá a unidade imaginária i designada por j.) O EXCEL possui 18 funções complexas para facilitar a sua vida ajudando nas tarefas mais difíceis e trabalhosas.

10.1 REVISÃO RÁPIDA SOBRE A ÁLGEBRA DE NÚMEROS

COMPLEXOS

Os chamados números complexos foram descobertos centenas de anos atrás. Podemos identificar um número imaginário pelo símbolo i, como em y ϭ i3. Pense neste número como um ponto do semi-eixo positivo y (habitualmente usado para os números imaginários) distante 3 unidades da origem. Veja a Fig. 10-1. Podemos combinar números reais (sobre o eixo dos x) com números imaginários (sobre o eixo dos y) para obter números complexos, como em: onde x ϭ 4 é a parte real (designada habitualmente por Re) e y ϭ 3 é a parte imaginária (usualmente designada por Im). Por exemplo, Re z ϭ 4 e Im z ϭ 3. (Observação: o EXCEL designa números complexos com as notações x ϩyi ou x ϩyj.).

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Medium 9788521614807

Capítulo 11- Princípios de segurança

Burgess Mark Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

11

Princípios de segurança

A necessidade de uma visão integrada tem sido enfatizada em todo o livro: o gerenciamento da segurança não pode ser separado da administração de sistemas e redes porque a segurança requer uma abordagem integralmente sistemática. No entanto, é importante que identifiquemos alguns princípios do gerenciamento da segurança isoladamente para melhor compreendê-los e destacar sua relevância. Neste capítulo e no próximo, dissecaremos a segurança em suas partes constituintes.

A segurança está relacionada à proteção das coisas que têm valor para uma organização, no que diz respeito a possíveis riscos. Isso inclui bens materiais e intelectuais; inclui os pressupostos fundamenais de uma organização ou de um sistema homem-computador. O que quer que possa causar uma falha nesses pressupostos pode resultar em perda e, portanto, deve ser considerado uma ameaça. Em termos de administração de sistemas, geralmente isso significa perda de dados ou de disponibilidade no sistema de computação, mas na verdade trata-se apenas da ponta do iceberg. A quantidade de formas como pode ocorrer é vasta — tornando a segurança um problema difícil.

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Medium 9788521629139

Parte III - 19 A Biblioteca de Manipulação de Bits

IERUSALIMSCHY, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

Ierusalimschy — Prova 4 — 13/4/2015 — Maluhy&Co. — página 197

19

A Biblioteca de Manipulação de Bits

Uma fonte de constantes reclamações sobre Lua tem sido a sua falta de operações de manipulação de bits. Essa ausência não é acidental. Não é fácil conciliar operações de manipulação de bits com números de ponto flutuante.

Podemos expressar algumas operações de manipulação de bits como operações aritméticas. Por exemplo, deslocamentos (shifts) para a esquerda correspondem a multiplicações por potências de dois; deslocamentos para a direita correspondem a divisões. No entanto, e (and) e ou (or) bit a bit não parecem ter essas traduções.

Elas são definidas sobre a representação binária de números inteiros na base dois. Parece impossível estendê-las de alguma forma compreensível para números de ponto flutuante em geral. Mesmo algumas operações simples parecem fora de lugar. Qual deve ser o complemento de 0.0? Deve ser -1? Ou 0xFFFFFFFF (que é 4294967295 em Lua, claramente diferente de -1)? Ou talvez 2 64 -1 (um número que não pode ser representado exatamente em um double)?

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Medium 9788521629399

Parte Quatro | Capítulo 12 - Implementação do Sistema de Arquivos

SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg Grupo Gen PDF Criptografado

12

CAPÍTULO

Implementação do

Sistema de Arquivos

Como vimos no Capítulo 11, o sistema de arquivos fornece o mecanismo para o armazenamento e acesso on-line relacionados com o conteúdo dos arquivos, incluindo dados e programas. O sistema de arquivos reside permanentemente em memória secundária que é projetada para armazenar um grande volume de dados de forma permanente. Este capítulo aborda principalmente questões relacionadas com o armazenamento de arquivos e com seu acesso no meio mais comum de armazenamento secundário, o disco. Exploramos maneiras de estruturar o uso de arquivos, de alocar espaço em disco, de recuperar espaço liberado, de rastrear as locações dos dados e de interligar outras partes do sistema operacional à memória secundária.

Questões relacionadas com o desempenho são consideradas no decorrer do capítulo.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Descrever os detalhes de implementação de estruturas de diretórios e sistemas de arquivos locais.

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Medium 9788521618805

3. Pré-processamento de Dados

André Carvalho Grupo Gen PDF Criptografado

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 29 — #29

Cap´ıtulo 3

Pr´ e-processamento de Dados

Apesar de algoritmos de AM serem frequentemente adotados para extrair conhecimento de conjuntos de dados, seu desempenho ´e geralmente afetado pelo estado dos dados. Conjuntos de dados podem apresentar diferentes caracter´ısticas, dimens˜oes ou formatos. Por exemplo, conforme visto no cap´ıtulo anterior, os valores dos atributos de um conjunto de dados podem ser num´ericos ou simb´olicos. Podem ainda estar limpos ou conter ru´ıdos e imperfei¸c˜oes, com valores incorretos, inconsistentes, duplicados ou ausentes; os atributos podem ser independentes ou relacionados; os conjuntos de dados podem apresentar poucos ou muitos objetos, que por sua vez podem ter um n´ umero pequeno ou elevado de atributos.

T´ecnicas de pr´e-processamento de dados s˜ao frequentemente utilizadas para melhorar a qualidade dos dados por meio da elimina¸c˜ao ou minimiza¸c˜ao dos problemas citados.

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Grupo A (12)
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Medium 9788580551105

9. Sistemas de apoio à decisão

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Sistemas de apoio

à decisão

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

III

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Apoio à decisão nos negócios

1. Identificar as mudanças que estão ocorrendo na forma e utilização do sistema de apoio ao processo de decisão nos negócios.

Introdução

“Caso do mundo real 1”: Hillman Group, Avnet e

Quaker Chemical: transformação de processos por meio de implantações de inteligência de negócios

Tendências de apoio à decisão

Sistemas de apoio à decisão (DSS)

Sistemas de informação gerencial (MIS)

Processamento analítico on-line

Utilização dos sistemas de apoio à decisão

Sistemas de informação executiva (EIS)

Portais empresariais e apoio à decisão

Sistemas de gestão do conhecimento

Seção II

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Medium 9788580551105

1. Fundamentos dos sistemas de informação nos negócios

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Fundamentos dos sistemas de informação nos negócios

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

I

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Conceitos fundamentais: sistemas de informação nos negócios

1. Entender o conceito de um sistema e como ele se relaciona com os sistemas de informação.

O mundo real dos sistemas de informação

“Caso do mundo real 1”: eCourier, Cablecom e Bryan Cave: como agregar valor por meio da inteligência de negócios

Os papéis fundamentais dos SI nos negócios

Tendências em sistemas de informação

O papel do e-Business nos negócios

Tipos de sistemas de informação

Desafios gerenciais da tecnologia da informação

2. Explicar por que o conhecimento dos sistemas de informação é importante para os profissionais de negócios e identificar cinco áreas do conhecimento dos sistemas de informação de que eles precisam.

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Medium 9788580551105

10. Desenvolvendo soluções de negócios/TI

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Desenvolvendo soluções de negócios/TI

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

IV

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Desenvolvendo sistemas de negócios

1. Usar o processo de desenvolvimento de sistemas esboçado neste capítulo e o modelo dos componentes de SI do Capítulo 1 como estruturas de solução de problemas para ajudar a propor soluções de sistemas de informação para problemas simples de negócios.

Desenvolvimento de sistemas de informação

Abordagem sistêmica

“Caso do mundo real 1”: PayPal: globalizando em todos os idiomas de uma só vez

Análise e projeto de sistemas

O ciclo de desenvolvimento de sistemas

Iniciando o processo de desenvolvimento de sistemas

Análise de sistemas

Projeto de sistemas

Desenvolvimento pelo usuário final

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Medium 9788580551105

3. Hardware

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Hardware

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Sistemas de computador: computação empresarial e por usuário final

1. Compreender a história e a evolução do hardware.

Introdução

Breve histórico de hardware

“Caso do mundo real 1”: IBM, Wachovia e PayPal: a computação em grade torna o processo mais fácil e mais barato

Tipos de sistemas de informação

Sistemas de microcomputador

Sistema de médio porte

Sistemas de grande porte

Observação técnica: o conceito de sistema de computador

Lei de Moore: aonde vamos parar?

3. Ressaltar as principais tecnologias e usos de periféricos para entrada, saída e armazenamento de dados.

Seção II

Periféricos: tecnologias de entrada, saída e armazenamento de dados

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Medium 9788580551105

7. Sistemas de negócios eletrônicos

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Sistemas de negócios eletrônicos

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

III

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Sistemas empresariais de negócios

1. Identificar os seguintes sistemas interfuncionais para empresas e exemplificar de que forma eles produzem valor significativo para uma empresa:

Introdução

Aplicativos interfuncionais para empresas

“Caso do mundo real 1”: NetSuite Inc., Berlin Packaging,

Churchill Downs e outras: o segredo do CRM está nos dados

Colocando todos os gansos em fila: gerenciamento em nível empresarial

Gestão do relacionamento com o cliente: o foco da empresa

O que é CRM?

As três fases do CRM

Benefícios e desafios do sistema CRM

ERP: a espinha dorsal da empresa

O que é ERP?

Benefícios e desafios do ERP

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Grupo A (736)
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Medium 9788577801480

10. Trabalhando com Pincéis

Edson Furmankiewicz, Simone Belém Grupo A PDF Criptografado

10 Trabalhando com Pincéis

Nesta lição, você aprenderá a:

• Utilizar os quatro tipos de pincel: Art, Calligraphic, Pattern e Scatter

• Alterar a cor do pincel e ajustar as suas configurações

• Criar novos pincéis partindo de arte-final no Adobe Illustrator

• Aplicar pincéis a paths criados com ferramentas de desenho

• Utilizar o efeito Scribble na arte-final e no texto

Introdução

Os pincéis do Adobe Illustrator CS3 permitem aplicar a arte-final aos paths para decorá-los com padrões, figuras, texturas ou traços angulares.

Você pode modificar os pincéis fornecidos no Adobe Illustrator CS3 e criar seus próprios pincéis. Pincéis aparecem no painel Brushes.

Você aplica pincéis a paths utilizando a ferramenta Paintbrush ou as ferramentas de desenho. Para aplicar pincéis utilizando a ferramenta Paintbrush, você escolhe um pincel no painel Brushes e desenha na arte-final.

O pincel é aplicado diretamente aos paths enquanto você desenha. Para aplicar pincéis utilizando uma ferramenta de desenho, você desenha na arte-final, seleciona um path e então escolhe um pincel no painel Brushes.

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Medium 9788577804962

7 nível de aplicação

Alexandre da Silva Carissimi, Juergen Rochol, Lisandro Zambenedetti Granville Grupo A PDF Criptografado

306

Redes de Computadores

O nível de aplicação é responsável por interagir com os níveis “inferiores” de uma arquitetura de protocolos de forma a disponibilizar aos usuários humanos uma visão mais simples da rede de computadores. Outras simplificações dessa visão já são oferecidas em outros níveis (como no nível de transporte, apresentado anteriormente), mas é no nível de aplicação que a visão final apresentada aos usuários é formada.

Quanto mais abstrata for a visão de rede, mais simples tende a ser aos usuários a rede de computadores utilizada.

No modelo de referência OSI, entre o nível de transporte e o nível de aplicação, existem ainda os níveis de sessão e apresentação. Como sabemos, a arquitetura OSI não possui representantes relevantes nas modernas redes de computadores, sendo que a arquitetura TCP/IP acabou se tornando a arquitetura dominante ao longo dos últimos

20 anos. Nem por isso os níveis de sessão e apresentação OSI deixaram de ser considerados. Na verdade, os serviços originalmente definidos nos níveis de sessão e apresentação são, com frequência, efetivamente implementados nas aplicações Internet.

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Medium 9788577808403

9. Contabilidade Social Ambiental

Duilio de Ávila Bêrni, Vladimir Lautert Grupo A PDF Criptografado

9

Contabilidade Social Ambiental

Flavio Tosi Feijó, Vladimir Lautert e Duilio de Avila Bêrni

9.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Ao longo dos Capítulos 3 a 8, e de modo intermitente em boa parte dos demais, o foco de nossa atenção reside na definição e mensuração dos resultados da atividade econômica levada a efeito durante um período. Conseguimos avaliar o valor adicionado da sociedade usando o modelo completo do fluxo circular da renda e sua extensão, a matriz de contabilidade social. Com relação à matriz de insumo-produto dela emergente, partimos de variáveis pertinentes a toda a economia e chegamos simultaneamente aos conceitos de produto (receita menos compras de insumos) e despesa (receita menos vendas de insumos). Em ambos os casos, esta definição remete diretamente ao questionamento de quais itens devem ou não ser considerados como integrantes do valor da produção, e mesmo quais atividades devem ser consideradas como produtivas.

Neste sentido, passaremos a chamar de fronteira de produção o conjunto de todos os resultados possíveis das atividades consideradas produtivas. Nesta fronteira, incluímos todos os bens e serviços produzidos para atender à demanda emanada dos consumidores finais (as instituições famílias, governo, empresas nacionais investidoras e estrangeiras que compram as exportações nacionais), bem como à demanda que se originou dos agentes produtores. A partir desta constatação, ao centrarmos nosso interesse no lado da oferta total, notamos que o valor adicionado, ao ser mensurado pela ótica do produto, exibiu o mesmo conjunto de bens e serviços intermediários também associado à mensuração da ótica da despesa. Isto é, para o valor adicionado (produto ou despesa) que se quer calcular, para o agregado de todo o sistema1, sua obtenção resulta da subtração dos bens de consumo intermediário ao valor da produção. Com esta operação, queremos aquilatar o montante de recursos criados durante um determinado período a partir da utilização de recursos que existiam previamente ao início deste período de produção, nomeadamente, blocos de recursos hídricos, aéreos, minerais, vegetais ou animais. Em outras palavras, nos1

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Medium 9788577804153

14. Ferramentas de Refatoração

Martin Fowler Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Ferramentas de Refatoração

por Don Roberts e John Brant

U

ma das maiores barreiras à refatoração de código tem sido a aflitiva falta de ferramentas de suporte. Linguagens nas quais a refatoração é parte da cultura, como Smalltalk, geralmente têm ambientes poderosos que suportam muitas das características necessárias para refatorar código. Mesmo lá, até recentemente, o processo tem sido apenas parcialmente suportado, e a maioria do trabalho ainda está sendo feito à mão.

Refatorando com uma Ferramenta

Refatorar com suporte de uma ferramenta automatizada é diferente da refatoração manual. Mesmo com a rede de segurança de um conjunto de testes, a refatoração

à mão consome tempo. Esse simples fato impede que os programadores façam refatorações que eles sabem que deveriam fazer, simplesmente porque refatorar torna-se muito caro. Se a refatoração se tornar tão barata quanto o ajuste do formato do código, o trabalho de limpeza do código pode ser feito de uma maneira semelhante à limpeza da aparência do mesmo. Entretanto, esse tipo de limpeza pode ter um profundo efeito positivo na capacidade de manutenção, reusabilidade e legibilidade do código.

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Medium 9788563308320

1 A natureza da análise de regressão

Damodar N. Gujarati, Dawn C. Porter Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

natureza da

A análise de regressão

Conforme mencionado na Introdução, a regressão é a principal ferramenta da econometria e neste capítulo examinaremos sucintamente sua natureza.

1.1  Origem histórica do termo regressão

O termo regressão foi criado por Francis Galton. Em um artigo famoso, Galton verificou que, em­bora existisse uma tendência de que pais altos tivessem filhos altos e pais baixos tivessem filhos bai­xos, a estatura média das crianças nascidas de pais com uma dada altura tendia a mover-se ou

"re­gredir" à altura média da população como um todo.1 Em outras palavras, a altura dos fi­lhos de pais mais altos ou mais baixos que o padrão tende a mover-se no sentido da altura mé­dia da população. A lei da regressão universal de Galton foi confirmada por seu amigo Karl Pearson, que coletou mais de mil registros de altura de membros de grupos familiares.2 Ele constatou que a altura média dos filhos de um grupo de pais altos era menor do que a de seus pais e que a al­tura média de um grupo de filhos de pais baixos era maior do que a de seus pais; portanto, filhos de pais altos e baixos "regrediam" igualmente à altura média de todos os homens. Nas pa­lavras de Galton, isso era uma "regressão à mediocridade".

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Editora Saraiva (43)
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Medium 9788536506654

13. Alimentação da Motherboard

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Alimentação da

Motherboard

13

Para começar

Neste capítulo serão apresentadas as etapas necessárias para a conexão dos cabos de alimentação provenientes da fonte chaveada em seus respectivos conectores na motherboard Asus® H81M-C/BR.

13.1 Procedimento inicial

Antes de iniciar, tome os seguintes cuidados:

»

Livre-se das cargas eletrostáticas, conforme descrito no Capítulo 4.

»

Use a pulseira contra EDS durante todo o processo de montagem do PC.

»

Evite, ao máximo, tocar nos contatos metálicos da motherboard ou, também, em seus circuitos integrados.

»

Organize os cabos de saída da fonte chaveada.

13.2 Conexão dos cabos de alimentação na motherboard

O processo de conexão dos cabos de alimentação na motherboard é simples e rápido. Vamos lá!

101

13.2.1 Identificação dos conectores de alimentação na motherboard

Primeiramente, é necessário saber se a motherboard requer um ou mais conjuntos de cabos de alimentação. Lembre-se de que há diversos modelos de motherboards, cada qual com suas particularidades e em conformidade com algum padrão da indústria (AT, ATX, BTX, ITX etc.).

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Medium 9788536506654

15. Adição de Controladoras aos Slots da Motherboard

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Adição de

Controladoras aos Slots da

Motherboard

15

Para começar

Neste capítulo será apresentado o procedimento para a instalação de uma placa adicional em um slot vago da motherboard. Como a adição de placas é comum mesmo em PCs mais antigos, não nos limitaremos à instalação de uma placa atual PCIe (ou PCI-X), mas daremos uma olhada em outros padrões de placas e aprenderemos alguns conceitos fundamentais.

15.1 Conceitos fundamentais

A expansão dos recursos de um PC, tais como aceleradoras de vídeo, controladoras especiais de áudio (som), fax/modem, conectividade de redes (LAN), placas controladoras customizadas (por exemplo, uma placa desenvolvida especialmente para controlar os robôs soldadores em uma linha de montagem de veículos), é feita por interfaces implementadas na motherboard, isto é, por meio de slots ou portas do tipo USB. É importante salientar que o slot está interligado ao chipset por um barramento apropriado. Por exemplo, os slots PCI de uma motherboard estão interconectados ao chipset por um único barramento PCI. O mesmo vale para os demais slots e barramentos, exceto PCI Express que possuem barramentos distintos e exclusivos para cada slot que está integrado na motherboard.

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Medium 9788536510859

8 - Criação do Banco de Dados

ALVES, William Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

8

Criação do

Banco de Dados

Para começar

Neste capítulo estudaremos a definição da estrutura das tabelas que devem compor o banco de dados do site; a criação do banco de dados do projeto e a execução de códigos SQL para criação das tabelas.

8.1 Estruturação das tabelas

No Capítulo 4, vimos a definição da estrutura das diversas entidades para armazenamento de dados que compõem nosso projeto. Vamos retornar a elas para nos lembrarmos quais são os atributos que devem formar as estruturas das tabelas do banco de dados.

Tabela 8.1 – Entidade: Corretores

Nome do atributo

Descrição

Chave primária/

Chave estrangeira

Tipo de dado

Tamanho

Formatação

Domínio

Obrigatório

Código do corretor

Código de identificação do corretor

Nome do corretor

Nome do corretor

Alfanumérico

50

Sim

Telefone celular

Número do telefone celular

Alfanumérico

20

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Medium 9788536506654

17. Conexão dos Cabos Externos no PC

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Conexão dos

Cabos Externos no PC

17

Para começar

O foco deste capítulo está na identificação dos conectores externos da parte traseira do gabinete e, também, na conexão dos cabos externos para que o PC possa ser colocado em operação, tão logo tais conexões sejam concluídas.

17.1 Parte interna do gabinete, verifi cação

Antes de iniciar o processo de identificação e conexão dos cabos externos do PC, verifique:

»

»

»

»

»

»

»

Todos os cabos de sinais internos estão encaixados adequadamente em seus respectivos conectores?

Todas as placas adicionais estão devidamente conectadas em seus respectivos slots?

Todos os suportes metálicos das placas estão parafusados corretamente na estrutura do gabinete?

Os drives HDD, CD, DVD etc. estão bem fixados na estrutura do gabinete?

Todos os cabos de alimentação estão corretamente conectados?

Todos os cabos de sinalização do painel frontal estão devidamente conectados?

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Medium 9788536510859

1 - Uma Revisão de Conceitos

ALVES, William Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Uma Revisão de Conceitos

Para começar

Neste capítulo, estudaremos os conceitos de bits e bytes; uma pequena visão da história dos números e sistemas de numeração, com descrição dos sistemas numéricos decimal, binário e hexadecimal; os conceitos de redes e protocolos e os fundamentos da internet.

1.1 Bits e bytes

Vamos iniciar nosso estudo com uma pequena recapitulação de alguns conceitos básicos, mas necessários para um melhor entendimento do que será visto mais à frente.

Hoje é comum encontrarmos nos lares microcomputadores com as mais diversas configurações, velocidade e capacidade de processamento. Mas nem sempre foi assim. Os computadores surgiram por causa das necessidades militares, principalmente após a Segunda Guerra Mundial, tanto nos Estados Unidos quanto na Inglaterra. E sendo uma invenção militar, por anos sua utilização ficou restrita às forças armadas desses países e quando muito às instituições acadêmicas (como universidades), órgãos do governo e centros de pesquisa.

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Artmed (11)
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Medium 9788582604465

Capítulo 5. Arrays e strings

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Arrays e strings

Depois da leitura do Capítulo 4, você ficou com uma ideia razoável de como estruturar os seus sketches para facilitar a sua vida. Se há alguma coisa que um bom programador gosta, é uma boa vida. Agora, a nossa atenção estará nos dados que você usa nos sketches.

O livro Algoritmos + Estruturas de Dados = Programas (Prentice-Hall, 1976), de Niklaus Wirth, foi escrito há muito tempo, mas continua conseguindo captar as essências da ciência da computação e da programação em particular. Posso recomendá-lo fortemente para qualquer um que foi fisgado pela programação. Ele também capta a ideia de que, para escrever um bom programa, você precisa pensar tanto no algoritmo

(o que você faz) como na estrutura dos dados que você usa.

Você viu os comandos loop e if e também aquilo que se denomina o lado “algorítmico” da programação de um Arduino.

Agora, você verá como estruturar os seus dados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Mostrar como estruturar dados em um sketch usando arrays e strings.

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Capítulo 10. Progamando o Arduino para a Internet das Coisas

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Programando o

Arduino para a Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) consiste na ideia de que dispositivos irão se conectar entre si através da Internet, numa quantidade extraordinária e crescente. Isso não significa simplesmente mais e mais computadores e seus navegadores, mas coisas reais, como celulares, tablets, eletrodomésticos, roupas, etc. Estão incluídos todos os tipos de automação residencial, desde iluminação e eletrodomésticos inteligentes até sistemas de segurança, e mesmo dispositivos para alimentação de animais de estimação operados pela Internet, assim como muitos projetos de pouca aplicação prática, porém muito divertidos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer brevemente as possibilidades da Internet das Coisas.

Conhecer um pouco sobre HTTP e HTML.

Aprender a usar um shield de Ethernet permitindo que o Arduino funcione como servidor de web.

Aprender a realizar requisições de web para acessar serviços disponíveis na

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Medium 9788582604465

Capítulo 11. C++ e bibiliotecas

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

C++ e bibliotecas

Os Arduinos são simples microcontroladores. Na maior parte do tempo, os sketches de Arduino são bem pequenos, de modo que o uso da linguagem

C de programação funciona muito bem. Entretanto, a linguagem de programação do Arduino é, na realidade, C++ em vez de C. A linguagem C++ é uma extensão da linguagem C e contém algo denominado orientação a objeto.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender alguns fundamentos da linguagem C++ e de orientação a objeto.

Examinar mais de perto a biblioteca LCD.

Criar uma biblioteca simples para entender os conceitos que estão por trás.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Orientação a objeto

Este é apenas um pequeno livro, de modo que uma explicação aprofundada da linguagem

C++ de programação está além de seus propósitos. No entanto, o livro cobrirá alguns fundamentos de C++ e de orientação a objeto, sabendo que o seu objetivo principal é aumentar o encapsulamento dos programas. O encapsulamento mantém juntas as coisas relevantes, algo que torna a linguagem C++ muito adequada para escrever bibliotecas como as que você usou nos sketches de Ethernet e de LCD em capítulos anteriores.

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Capítulo 3. Fundamentos de linguagem C

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Fundamentos de linguagem C

A linguagem usada na programação de Arduinos é a linguagem C. Neste capítulo, você verá os fundamentos da linguagem C. Como programador de

Arduino, o que aprender aqui você usará nos sketches que desenvolver. Para tirar o máximo do Arduino, você precisa compreender esses fundamentos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é programação e como funciona uma linguagem de programação.

Entender um pouco das funções setup e loop.

Aprender fundamentos da linguagem C.

Aprender o que é uma variável em C.

Explorar alguns comandos de decisão e repetição da linguagem C.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Programando

Não é incomum pessoas falarem mais de uma língua. De fato, quanto mais línguas você falar, mais fácil fica aprender outras línguas, porque você começa a se dar conta das estruturas comuns de gramática e vocabulário. O mesmo vale para as linguagens de programação.

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Capítulo 4. Funções

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CAPÍTULO 4

Funções

Este capítulo dedica-se principalmente aos tipos de função que você mesmo pode escrever. Estas funções são diferentes das funções internas, tais como digitalwrite e delay, que já foram predefinidas para você.

A razão pela qual você precisa saber como escrever as suas próprias funções é que, quando os sketches começam a se tornar complicados, as funções setup e loop crescem até se tornarem longas e complexas, ficando difícil de entender a maneira como funcionam.

O maior problema no desenvolvimento de software de qualquer tipo é saber lidar com a complexidade. Os melhores programadores escrevem software que é fácil de ser lido e compreendido, requerendo pouca explicação.

As funções são uma ferramenta chave para criar sketches de fácil compreensão. Elas podem ser modificadas sem dificuldade e sem risco de a coisa toda se transformar em uma grande confusão.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é uma função.

Aprender como passar parâmetros a funções.

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