Grupo Gen (518)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521632337

19. Fechamento dos Estudos de Caso

JANERT, Philipp K. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 19

Fechamento dos Estudos de Caso

Ao fecharmos este conjunto de estudos de caso, gostaria de salientar alguns temas recorrentes.

Controladores Simples, Loops Simples

Os elementos de um sistema com feedback não são complicados: a estrutura de loop básica e um controlador simples são tudo o que é necessário. De fato, todos os estudos de caso foram concluídos com nada mais complicado do que o loop de feedback genérico implementado na função de conveniência closed_loop().

Além disso, a maior parte dos controladores foi do tipo PID genérico, embora situações particulares às vezes exijam controladores projetados especialmente para elas. Porém, mesmo esses controladores foram muitos simples e não faziam nada mais do que controlar uma saída com base na entrada, enquanto mantinham apenas um estado interno mínimo.

Provavelmente, deve-se resistir à tentação de criar controladores mais complicados na maioria dos casos. O princípio de feedback não trata de algoritmos inteligentes (e complexos); em vez disso, ele funciona com componentes simples reunidos de uma forma direta. O que faz o feedback funcionar é que as ações corretivas são calculadas e aplicadas constantemente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629351

Capítulo 16 - Métodos de Planejamento

COPPIN, Ben Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

16

Métodos de Planejamento

Tenho um plano genial...

–Baldrick de Blackadder

Este bem destacado homem

Recomenda um plano muito prático:

Você pode fazer o que quiser

Se você pensa que não pode,

Então não pense que não possa – pense que possa.

–Charles Inge, ‘On Monsieur Coué’

Desperte meu São João! Deixe todas as coisas menores

Para pouca ambição e o orgulho dos reis.

Vamos (já que Vida pode pouco mais fornecer

Do que apenas cuidar de nós e morrer)

Divagar livre sobre toda esta cena humana;

Um enorme labirinto! mas não sem um plano.

–Papa Alexandre, An Essay on Man

16.1 Introdução

Métodos de planejamento são usados para resolver problemas nos quais uma sequência de ações deve ser realizada para que se alcance um objetivo. Neste capítulo, consideramos com frequência o mundo dos blocos, no qual um braço de robô deve reorganizar um conjunto de blocos — de uma arrumação para outra. Planejamento também é bastante usado industrialmente, para rotear transportes, organizar a alocação de máquinas em fábricas e controlar robôs e agentes inteligentes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521608714

Capítulo 1 - Arquitetura da informação

CARMARGO, Liriane Soares de Araujo de; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borseti Gregório Grupo Gen PDF Criptografado

2

Capítulo 1

Arquitetura da informação

1.1 A importância da arquitetura da informação

1.2 História e origem da arquitetura da informação

1.3 Conceitos e definição da arquitetura da informação

1.4 Relação da arquitetura da informação com outras áreas do conhecimento

1.5 O papel do arquiteto da informação

1.6 Características e princípios da arquitetura da informação

1.7 Exercícios propostos

Camargo_001.indd 02

3/7/2011 19:08:49

3

A arquitetura é a arte/técnica para projetar e construir ambientes. A arquitetura da informação também!

A arquitetura da informação (AI) é um campo ainda em consolidação, e entre os autores da área há aspectos convergentes e divergentes. Como aspectos convergentes podemos destacar:

᭿ O consenso de que a AI oferece informações para auxiliar o arquiteto da informação no desenvolvimento de ambientes digitais.

᭿ O conceito de que a AI permite elaborar uma estrutura que visa à organização das informações para que os usuários possam acessá-las mais facilmente e encontrar seus caminhos para a construção de conhecimentos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629139

Parte I - 9 Corrotinas

IERUSALIMSCHY, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

Ierusalimschy — Prova 4 — 13/4/2015 — Maluhy&Co. — página 86

9

Corrotinas

Uma corrotina é similar a uma thread (no sentido de multithreading): ela é uma linha de execução com sua própria pilha, suas próprias variáveis locais e seu próprio ponteiro de instruções, mas que compartilha variáveis globais e praticamente tudo o mais com outras corrotinas. A principal diferença entre threads e corrotinas é que, conceitualmente (ou de forma literal, em uma máquina multiprocessada), um programa com threads executa várias delas em paralelo. Corrotinas, por outro lado, são colaborativas: em determinado momento, um programa com corrotinas está executando apenas uma delas, e esta suspende sua execução apenas quando ela explicitamente pede para ser suspensa.

Corrotina é um conceito poderoso. Como tal, vários dos seus principais usos são complexos. Não se preocupe se você não entender alguns dos exemplos deste capítulo em sua primeira leitura. Você pode ler o restante do livro e voltar aqui depois, mas, por favor, volte mesmo; será um tempo bem gasto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624356

1 - Conceitos Básicos

MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF Criptografado

1

1.1

Conceitos Básicos

Introdução

O principal objetivo deste capítulo é apresentar os conceitos básicos para a compreensão inicial das redes de computadores e do restante do livro. Na maioria dos casos, os conceitos introduzidos aqui serão reapresentados com maior detalhamento nos capítulos seguintes. Desta forma, é possível aprofundar o tema gradualmente, tornando o processo de aprendizado mais fácil.

O capítulo apresenta, inicialmente, uma visão geral dos principais conceitos e termos aplicados às redes de computadores. Um fator importante no estudo das redes é poder avaliar e comparar os diversos tipos, suas vantagens e desvantagens. Para tal, são apresentados os principais parâmetros para a avaliação de redes de computadores.

As redes de computadores podem ser classificadas de diversas formas, e o capítulo apresenta os conceitos de redes locais, metropolitanas e distribuídas, redes cabeadas e sem fio, redes ponto a ponto e multiponto, além de redes comutadas por circuito e pacotes. São apresentados o modelo cliente-servidor e os principais serviços oferecidos pelas redes de computadores, com ênfase nos serviços oferecidos pela Internet. Finalmente, é apresentado um histórico da evolução das redes, especialmente da Internet.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Grupo A (1458)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582601266

Capítulo 1 - Como explorar o PowerPoint 2013

Cox, Joyce Grupo A PDF Criptografado

Como explorar o

PowerPoint 2013

1

NESTE CAPÍTULO, VOCÊ APRENDERÁ A:

Identificar os novos recursos do PowerPoint 2013.

Trabalhar na interface do usuário do PowerPoint 2013.

Abrir, navegar e fechar apresentações.

Visualizar apresentações em diferentes modos.

Obter ajuda com o PowerPoint 2013.

O Microsoft PowerPoint 2013 e um pouco de criatividade são tudo o que você precisa para elaborar apresentações profissionais para qualquer público. Você pode utilizar o PowerPoint para:

▪ Apresentar uma ideia, proposta, empresa, produto ou processo com slides de impacto desenvolvidos profissionalmente.

▪ Adicionar um visual atraente usando temas, estilos e opções de formatação para obter a combinação desejada de cores, fontes e efeitos.

▪ Realçar

marcadores adicionando imagens, formas e caixas de texto elaboradas.

▪ Expor dados numéricos por meio de gráficos e tabelas agradáveis, que facilitam sua compreensão.

▪ Elucidar

um conceito utilizando a ferramenta de Elementos Gráficos

SmartArt para criar diagramas sofisticados que representem processos, hierarquias e outras relações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582602072

Capitulo 9 - Modelagem Ágil

Rafael Prikladnicki; Renato Willi; Fabiano Milani; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

9

Modelagem Ágil

RODRIGO YOSHIMA

Carlos, José, Ruy, Marta e Alex são a equipe de uma empresa que desenvolve software. Eles foram contratados por uma grande distribuidora de alimentos, chamada de Bom Rango, para desenvolver um projeto para a área de vendas.

O objetivo do projeto é equipar seus vendedores com notebooks, sistematizando todo o processo de cadastro de clientes e emissão de pedidos. Sérgio, gerente de vendas da Bom Rango, é o maior interessado no sucesso do projeto, pois atualmente a captura e o faturamento de pedidos são processos manuais, morosos e bastante propensos a erros. Assim, ele busca melhorar seu relacionamento com os clientes, automatizando a sua força de vendas.

Carlos, um analista de negócios bastante experiente, teve o primeiro contato com a Bom Rango há algumas semanas. O projeto parecia simples: uma tela de cadastro e uma tela de emissão de pedidos seriam suficientes para os vendedores de Sérgio. O escopo do projeto foi fechado com o cliente com ajuda de Alex, o gerente de projetos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604137

Capítulo 8 - Gerenciamento de contas de usuário e configurações

Joan Lambert; Steve Lambert Grupo A PDF Criptografado

Gerenciamento de contas de usuário e configurações

Os computadores se tornaram uma parte essencial de nossas vidas. Nós os usamos para armazenar informações pessoais e profissionais e para acessar informações financeiras e sociais online. Essas informações podem estar protegidas por senhas, mas a senha pode ser acessada facilmente por qualquer pessoa que esteja usando o seu computador. Para proteger sua privacidade e a integridade das informações, é importante controlar quem pode entrar no seu computador ou tablet e o que eles podem fazer após entrarem.

O acesso ao computador é gerenciado através das contas de usuário. Todos os usuários individuais do computador, independentemente de idade, devem entrar com sua própria conta. Cada conta de usuário tem acesso a uma área de armazenamento de arquivos privada e a personalizações da interface do usuário, além de uma área de armazenamento de arquivos compartilhada. As contas designadas como contas de criança têm proteções adicionais, feitas para proteger os usuários de conteúdos impróprios para a sua idade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788563308153

Capítulo 28: Taxas de câmbio fixas ou variáveis?

Dennis R. Appleyard, Alfred J. Field Jr, Steven L. Cobb, André Fernandes Lima Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

TAXAS DE CÂMBIO

FIXAS OU VARIÁVEIS?

28

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

■ Conhecer os diferentes impactos de taxas de câmbio fixas e flexíveis sobre o

comércio internacional, investimento internacional e alocação de recursos.

■ Compreender como as respostas macroeconômicas a choques estrangeiros e

domésticos são influenciadas pelo sistema de taxa de câmbio adotado.

■ Reconhecer as vantagens e desvantagens de um currency board.

■ Entender as forças e fraquezas de sistemas de taxas de câmbio que combinam

elementos de taxas de câmbios fixas com flexíveis.

707

Econ Internacional_cap28_F.indd 707

29.04.10 11:05:57

708

PARTE 7

QUESTÕES EM ARRANJOS MONETÁRIOS MUNDIAIS

INTRODUÇÃO

A adesão da

Eslovênia ao euro – um claro sucesso

A introdução do euro na Eslovênia aconteceu sem percalços e, embora os preços de alguns bens e serviços tenham aumentado, a inflação geral permaneceu amplamente estável. Para os outros países na expectativa da adoção do euro, a experiência demonstra que a abordagem do “Big Bang” – isto é, irrevogavelmente travar a taxa de câmbio e simultaneamente introduzir as notas e moedas de euro – funciona, e que um período de duas semanas de circulação dupla é suficiente, dado que a mudança seja sincronizada e bem-preparada. Em alguns aspectos, por exemplo, o retorno do dinheiro legado, a Eslovênia se saiu melhor do que quando o euro foi introduzido em 2002, com isso minimizando os custos e ônus sobre as empresas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788560031528

38. PROJETO DE UM FRAMEWORK DE PERSISTÊNCIA COM PADRÕES

Larman, Craig Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

38

PROJETO DE UM FRAMEWORK DE

PERSISTÊNCIA COM PADRÕES

A maioria dos especialistas concorda que o modo mais provável para o mundo ser destruído é por acidente. Aí é que nós entramos; somos profissionais de computação. Nós causamos acidentes.

– Nathaniel Borenstein

Objetivos

• Projetar parte de um framework com os padrões Método Gabarito, Estado e Comando.

• Apresentar os problemas do mapeamento objeto-relacional (O-R).

• Implementar a materialização sob demanda com Procuradores Virtuais.

Introdução

O objetivo deste capítulo não é, na verdade, o projeto de um framework de persistência mas, mais genericamente, introduzir princípios e padrões de projeto chave OO, usando persistência como um estudo de caso interessante.

O que vem a seguir?

Mais Projeto de Objetos com

Padrões GoF

Resumida mais notação UML para documentação de arquitetura de sistemas, este capítulo aplica padrões GoF ao projeto de um framework – uma habilidade importante de projeto OO. O capítulo seguinte conclui essa interação com uma introdução à documentação de arquiteturas em UML e o bem conhecido modelo das N+1 visões.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Artmed (11)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582604465

Capítulo 7. A biblioteca padrão do Arduino

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

A biblioteca padrão do Arduino

É nesta biblioteca que vivem as guloseimas. Até agora você se limitou a usar apenas um mínimo da linguagem C. O que você realmente precisa é de um grande conjunto de funções que você possa usar em seus sketches.

Você já encontrou algumas dessas funções, tais como pinMode, digitalwrite e analogWrite, mas na realidade há muitas outras. São funções que você pode usar para realizar operações matemáticas, gerar números aleatórios, manipular bits, detectar pulsos em um pino de entrada e usar algo denominado interrupção.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ajudar a descobrir outras funções diponíveis na biblioteca padrão.

Entender a função Random.

Conhecer as funções matemáticas mais usadas.

Aprender a realizar manipulação de bits.

Entender algumas funções que ajudam a realizar atividades de entrada e saída.

Aprender a usar interrupções para estruturar a realização de diversas tarefas simultâneas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604465

Capítulo 4. Funções

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Funções

Este capítulo dedica-se principalmente aos tipos de função que você mesmo pode escrever. Estas funções são diferentes das funções internas, tais como digitalwrite e delay, que já foram predefinidas para você.

A razão pela qual você precisa saber como escrever as suas próprias funções é que, quando os sketches começam a se tornar complicados, as funções setup e loop crescem até se tornarem longas e complexas, ficando difícil de entender a maneira como funcionam.

O maior problema no desenvolvimento de software de qualquer tipo é saber lidar com a complexidade. Os melhores programadores escrevem software que é fácil de ser lido e compreendido, requerendo pouca explicação.

As funções são uma ferramenta chave para criar sketches de fácil compreensão. Elas podem ser modificadas sem dificuldade e sem risco de a coisa toda se transformar em uma grande confusão.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é uma função.

Aprender como passar parâmetros a funções.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604465

Capítulo 6. Entrada e saída

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Entrada e saída

O Arduino trata da chamada computação física. Isso significa ligar circuitos eletrônicos à placa do Arduino. Portanto, é necessário que você compreenda a usar as várias opções de conexão dos seus pinos.

As saídas podem ser digitais, apresentando valores de 0 volts ou 5 volts, ou analógicas, apresentando qualquer valor entre 0 e 5 volts – embora não seja tão simples assim, como veremos. Por outro lado, as entradas podem ser digitais

(verificar se um botão foi apertado ou não) ou analógicas (verificar o valor medido por um sensor luminoso).

Em um livro que trata basicamente de software e não de hardware, procuraremos não nos envolver com discussões aprofundadas de eletrônica. Neste capítulo, entretanto seria útil se você pudesse dispor de um multímetro e de um pedaço de fio rígido para compreender melhor o que está acontecendo.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender como funcionam as saídas e as entradas digitais.

Aprender a estabelecer a comunicação entre o Arduino e um computador PC.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604465

Capítulo 1. Este é o Arduino

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Este é o Arduino

O Arduino é uma plataforma de microcontrolador que atraiu a imaginação dos entusiastas de eletrônica. Sua facilidade de uso e sua natureza aberta fazem dele uma ótima opção para qualquer um que queira realizar projetos eletrônicos.

Basicamente, permite que você conecte circuitos eletrônicos a seus terminais, permitindo que ele controle coisas – como, por exemplo, ligar ou desligar dispositivos, como lâmpadas e motores, ou medir grandezas físicas, como luz e temperatura. Essa é a razão pela qual algumas vezes dizemos que o Arduino realiza uma computação física (concreta). Como os Arduinos podem ser conectados a um computador por meio de um cabo USB (universal serial bus, ou barramento serial universal), isso significa também que você pode usar o Arduino como placa de interface e controlar esses mesmos dispositivos a partir de seu computador.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Conhecer microcontroladores e placas de desenvolvimento.

Conhecer uma placa de Arduino.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604465

Capítulo 3. Fundamentos de linguagem C

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Fundamentos de linguagem C

A linguagem usada na programação de Arduinos é a linguagem C. Neste capítulo, você verá os fundamentos da linguagem C. Como programador de

Arduino, o que aprender aqui você usará nos sketches que desenvolver. Para tirar o máximo do Arduino, você precisa compreender esses fundamentos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é programação e como funciona uma linguagem de programação.

Entender um pouco das funções setup e loop.

Aprender fundamentos da linguagem C.

Aprender o que é uma variável em C.

Explorar alguns comandos de decisão e repetição da linguagem C.

Monk_C03.indd 27

31/05/2017 09:46:48

28

PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Programando

Não é incomum pessoas falarem mais de uma língua. De fato, quanto mais línguas você falar, mais fácil fica aprender outras línguas, porque você começa a se dar conta das estruturas comuns de gramática e vocabulário. O mesmo vale para as linguagens de programação.

Ver todos os capítulos

Ver Todos