Grupo Gen (514)
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Medium 9788521617419

Capítulo 5 - Componentes Computacionais

DALE, Nell; LEWIS, John Grupo Gen PDF Criptografado

Componentes Computacionais

5

O Capítulo 2 descreveu o sistema de numeração binário, no qual toda a informação é representada em um computador. O Capítulo 4 descreveu como controlamos eletricidade em um nível básico para lidar com valores binários. Agora, podemos descrever os componentes principais de um computador que tiram proveito dessas tecnologias. Esses componentes principais são como peças de Lego; eles podem ser combinados para construir uma variedade de computadores diferentes, assim como peças de Lego podem formar uma variedade de objetos.

Embora esses componentes, tais como memória principal e a unidade central de processamento (CPU), sejam frequentemente pensados como as partes mais fundamentais de um computador, sabemos que eles são abstrações de conceitos ainda mais básicos.

Objetivos

Após estudar este capítulo, você deverá ser capaz de:

ler um anúncio de um computador e entender o jargão. listar os componentes e suas funções em uma máquina de von Neumann. descrever o ciclo busca-decodificação-execução da máquina de von Neumann. descrever como a memória de um computador é organizada e acessada.

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Medium 9788521629399

Parte Sete | Capítulo 18 - O Sistema Linux

SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg Grupo Gen PDF Criptografado

18

CAPÍTULO

O Sistema Linux

Atualizado por Robert Love

Este capítulo apresenta um estudo em profundidade do sistema operacional Linux. Examinando um sistema real completo, podemos ver como os conceitos que temos discutido estão relacionados entre si e com a prática.

O Linux é uma variante do UNIX que ganhou popularidade nas últimas décadas, capacitando dispositivos tão pequenos quanto os telefones móveis e tão grandes quanto supercomputadores que ocupam salas inteiras. Neste capítulo, examinamos a história e o desenvolvimento do Linux e abordamos as interfaces de usuário e de programador que ele apresenta — interfaces que devem muito à tradição do UNIX. Também discutimos o projeto e a implementação dessas interfaces. O Linux é um sistema operacional em rápida evolução. Este capítulo descreve desenvolvimentos no kernel do Linux 3.2 que foi lançado em 2012.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Explorar a história do sistema operacional UNIX do qual o Linux se originou e os princípios nos quais o projeto do Linux é baseado.

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Medium 9788521627234

2 - Fundamentos de Chip: Tempo, Área, Potência, Confiabilidade e Configurabilidade

FLYNN, Michael J.; LUK, Wayne Grupo Gen PDF Criptografado

2  Fundamentos de Chip: Tempo,

Área, Potência, Confiabilidade e

Configurabilidade

2.1  INTRODUÇÃO

O equilíbrio entre custo e desempenho é fundamental para qualquer projeto de sistema. Projetos diferentes resultam da escolha de pontos diferentes no espectro do custo-desempenho ou de diferentes pressupostos a respeito da natureza do custo ou do desempenho.

A força motriz na inovação do projeto é o avanço rápido na tecnologia. A Semiconductor Industry Association (SIA) faz projeções regulares, chamadas de roteiro da SIA dos avanços da tecnologia, as quais se tornam a base e os pressupostos dos projetos de novos chips. Enquanto as projeções mudam, o avanço tem sido, e deve continuar a ser, formidável. A Tabela 2.1 é um resumo das projeções do roteiro para os microprocessadores com o desempenho mais elevado, introduzidos em um determinado ano [133]. Com os avanços na litografia, os transistores estão ficando menores. A largura mínima das portas dos transistores é definida pela tecnologia de processamento. A Tabela 2.1 se refere às gerações de tecnologia de processamento em termos de nanômetros; as gerações mais antigas são classificadas em termos de micra (mm). Então, as gerações anteriores são de 65 e 90 nm, e

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Medium 9788521629139

Parte I - 6 Mais sobre Funções

IERUSALIMSCHY, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

Ierusalimschy — Prova 4 — 13/4/2015 — Maluhy&Co. — página 53

6

Mais sobre Funções

Funções em Lua são valores de primeira classe com escopo léxico próprio.

O que significa o fato de funções serem “valores de primeira classe”? Significa que, em Lua, uma função é um valor com os mesmos direitos dos valores convencionais, como números e cadeias. Podemos armazenar funções em variáveis (tanto globais quanto locais) e em tabelas, podemos passá-las como argumentos e podemos retorná-las de outras funções.

O que significa funções terem “escopo léxico”? Significa que elas podem acessar as variáveis das funções que as contêm.¹ Como veremos neste capítulo, essa propriedade aparentemente inócua traz grande poder à linguagem, pois nos permite aplicar em Lua muitas técnicas de programação poderosas do mundo das linguagens funcionais. Mesmo que você não tenha qualquer interesse em programação funcional, vale a pena aprender um pouco sobre como explorar essas técnicas, já que elas podem tornar os seus programas menores e mais simples.

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Medium 9788521605843

12- conclusões

PADUA FILHO, Wilson de Paula Grupo Gen PDF Criptografado

00:12

Conclusões

Padua_cap12.indd 343

7/10/2010 15:11:22

344

Multimídia: Conceitos e Aplicações

FORMAÇÃO DE PESSOAL EM MULTIMÍDIA

O Profissional de Multimídia

Áreas de atuação

Os sistemas multimídia passaram a ser utilizados em todas as áreas de aplicação da informática, na medida em que os recursos de imagem, som e animação se tornaram acessíveis em computadores baratos e dotados de grande espaço de armazenamento, tanto em discos rígidos quanto em mídia removível. A demanda cresceu também na medida em que se difundiu o material em formato de multimídia, graças principalmente à disponibilidade na

WWW, em equipamento de foto, áudio e vídeo de consumidor e, mais recentemente, em telefonia móvel.

No capítulo inicial viu-se uma classificação dos produtos multimídia, juntamente com exemplos de cada categoria. As seguintes aplicações, apresentadas aqui em ordem aproximadamente crescente de complexidade, se tornaram comuns, entre muitas outras:

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Grupo A (12)
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Medium 9788580551105

3. Hardware

James A. OBrien ; George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Hardware

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Sistemas de computador: computação empresarial e por usuário final

1. Compreender a história e a evolução do hardware.

Introdução

Breve histórico de hardware

“Caso do mundo real 1”: IBM, Wachovia e PayPal: a computação em grade torna o processo mais fácil e mais barato

Tipos de sistemas de informação

Sistemas de microcomputador

Sistema de médio porte

Sistemas de grande porte

Observação técnica: o conceito de sistema de computador

Lei de Moore: aonde vamos parar?

3. Ressaltar as principais tecnologias e usos de periféricos para entrada, saída e armazenamento de dados.

Seção II

Periféricos: tecnologias de entrada, saída e armazenamento de dados

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Medium 9788580551105

1. Fundamentos dos sistemas de informação nos negócios

James A. OBrien ; George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Fundamentos dos sistemas de informação nos negócios

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

I

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Conceitos fundamentais: sistemas de informação nos negócios

1. Entender o conceito de um sistema e como ele se relaciona com os sistemas de informação.

O mundo real dos sistemas de informação

“Caso do mundo real 1”: eCourier, Cablecom e Bryan Cave: como agregar valor por meio da inteligência de negócios

Os papéis fundamentais dos SI nos negócios

Tendências em sistemas de informação

O papel do e-Business nos negócios

Tipos de sistemas de informação

Desafios gerenciais da tecnologia da informação

2. Explicar por que o conhecimento dos sistemas de informação é importante para os profissionais de negócios e identificar cinco áreas do conhecimento dos sistemas de informação de que eles precisam.

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Medium 9788580551105

8. Sistemas de e-commerce

James A. OBrien ; George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Sistemas de e-commerce

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

III

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Fundamentos do e-commerce

1. Identificar as principais categorias e tendências de aplicações de e-commerce.

Introdução ao e-commerce

O escopo do e-commerce

“Caso do mundo real 1”: KitchenAid e Royal Bank of

Canada: você protege a sua marca na internet?

Processos essenciais do e-commerce

Processos de pagamento eletrônico

2. Identificar os processos essenciais de um sistema de e-commerce e dar exemplos de como eles são implantados nas aplicações de e-commerce.

Seção II

Questões e aplicações do e-commerce

4. Identificar e explicar o valor de negócio dos vários tipos de mercado de e-commerce.

E-commerce empresa-consumidor (B2C)

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Medium 9788580551105

12. Gerenciamento global e na empresa de tecnologia da informação

James A. OBrien ; George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Desafios gerenciais

Gerenciamento global e na empresa de tecnologia da informação

Aplicações de negócios

Módulo

V

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Gerenciando a tecnologia da informação

1. Identificar cada um dos três componentes do gerenciamento da tecnologia da informação e usar exemplos para ilustrar como eles podem ser implementados em um negócio.

Negócios e TI

Gerenciando a tecnologia da informação

“Caso do mundo real 1”: Toyota, Procter & Gamble,

Hess Corporation e outras: CIOs prestes a se aposentar e a necessidade de planejamento de sucessão

Planejamento de negócios/TI

Gerenciando a função da TI

Organização da TI

Terceirização e offshoring de TI e SI

Falhas no gerenciamento de TI

Seção II

Gerenciando uma TI global

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Medium 9788580551105

4. Software

James A. OBrien ; George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Software

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

II

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Software de aplicação para usuários finais

1. Descrever as diversas tendências importantes em termos de software.

Introdução ao software

“Caso do mundo real 1”: GE, H.B. Fuller Co., e outras empresas: implementações bem-sucedidas de software como serviço

Software de aplicação empresarial

Suítes de softwares e pacotes integrados

Navegadores web e outros softwares

Correio eletrônico, mensagem instantânea e blog

Processamento de texto e editoração eletrônica

Planilhas eletrônicas

Apresentações gráficas

Gerenciador de informações pessoais

Groupware

Softwares alternativos

2. Exemplificar os principais tipos de software de sistema e de aplicação.

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Grupo A (1647)
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Medium 9788582604762

Capítulo 6 - Programação com arrays

Edward Finegan; Robert Liguori Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Programação com arrays

OBJETIVOS DA CERTIFICAÇÃO

•• Trabalhar com arrays Java

•• Trabalhar com objetos Arraylist e seus métodos

•• Revisão rápida

•• Teste

228   OCA Java SE 8

U

  m recurso importante do desenvolvimento de softwares é o trabalho

  com estruturas de dados para o armazenamento e a recuperação de

 dados. O array é uma das estruturas de dados mais básicas; na verdade, eles podem ser encontrados em quase todas as linguagens de programação, e Java não é exceção. Java herdou os arrays da linguagem C, junto com várias de suas outras regras de sintaxe. Além dos arrays padrão,

Java tem uma classe ArrayList que foi incluída em seu kit de desenvolvimento de softwares. Trata-se de uma abordagem moderna dos arrays padrão que segue os princípios da programação orientada a objetos. Este capítulo discutirá os dois tipos de arrays e o preparará para as perguntas que você encontrará no exame OCA.

OBJETIVO DA CERTIFICAÇÃO

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Medium 9788577260270

Capítulo 11 - Indexação Baseada em Hash

Raghu Ramakrishnan; Johannes Gehrke Grupo A PDF Criptografado

11

INDEXAÇÃO BASEADA EM HASH

Qual é intuição por trás dos índices estruturados com hash? Por que eles são especialmente bons para pesquisas de igualdade mas inúteis para seleções por intervalo?

O que é Hashing Extensível? Como ele lida com a pesquisa, inserção e exclusão?

O que é Hashing Linear? Como ele lida com a pesquisa, inserção e exclusão?

Quais são as semelhanças e diferenças entre Hashing Extensível e Linear?

Conceitos-chave: função hash, bucket, páginas primárias e de overflow, índices de hash dinâmicos versus estáticos; Hashing Extensível, diretório de buckets, divisão de um bucket, profundidade local e global, duplicação de diretório, páginas de overflow e colisões; Hashing Linear, rodadas de divisão, família de funções hash; páginas de overflow, escolha do bucket para divisão e tempo de divisão; relacionamento entre diretório de Hashing Extensível de Hashing Linear de e família funções hash de Hashing Linear, necessidade de páginas de overflow em ambos os esquemas na prática, uso de um diretório para Hashing Linear.

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Medium 9788582601686

Capítulo 8 - Como criar contas de usuário e de grupo

William R. Stanek Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Como criar contas de usuário e de grupo

Modelo de segurança do Windows Server

Diferenças entre contas de usuário e de grupo

294

Contas de usuário e grupos padrão

Capacidades de conta

Uso de contas de grupo padrão

Configuração e organização da conta de usuário

Configuração das políticas de conta

Configuração das políticas de direitos do usuário

Como adicionar uma conta de usuário

Como adicionar uma conta de grupo 333

Manipulação de associação de grupo 336

Implementação de contas gerenciadas

299

304

307

313

316

320

325

328

339

O

gerenciamento de contas é uma das tarefas primárias de um administrador do

Microsoft Windows. O Capítulo 7, “Administração básica do Active Directory”, aborda as contas de computador. Este capítulo examina as contas de usuário e de grupo. Com as contas de usuário, você pode permitir que usuários individuais se conectem à rede e acessem os recursos da rede. Com as contas de grupo, você gerencia recursos para vários usuários. As permissões e privilégios que você atribui a contas de usuário e de grupo determinam quais ações os usuários podem executar, bem como quais sistemas de computador e recursos eles podem acessar.

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Medium 9788582603956

Capítulo 8 - Analise conjuntos alternativos de dados

Curtis Frye Grupo A PDF Criptografado

8

Neste capítulo

᭿ Examine dados usando a Lente de

Análise Rápida

᭿ Defina um conjunto alternativo de dados

᭿ Defina vários conjuntos alternativos de dados

᭿ Analise dados usando tabelas de dados

᭿ Varie seus dados para obter um resultado específico com o recurso Atingir Meta

᭿ Encontre as melhores soluções com o Solver

᭿ Analise dados por meio de estatísticas descritivas

Arquivos de prática

Use neste capítulo os arquivos de prática da pasta Excel2016PAP\

Cap08. Para ver as instruções de download dos arquivos de prática, consulte a Introdução.

Analise conjuntos alternativos de dados

Quando os dados estão armazenados em uma pasta de trabalho do Excel 2016, você pode usá-los, isolados ou como parte de um cálculo, para descobrir informações importantes sobre sua empresa. É possível resumir seus dados rapidamente usando a Lente de Análise Rápida para criar gráficos, calcular totais ou aplicar formatação condicional.

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Medium 9788577809783

Capítulo 10 - Crie gráficos e elementos gráficos

Curtis Frye Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Crie gráficos e elementos gráficos

Neste capítulo, você vai aprender a:

Criar gráficos.

Personalizar a aparência dos gráficos.

Localizar tendências em seus dados.

Resumir dados com o recurso minigráficos.

Criar gráficos dinâmicos com o recurso Gráfico Dinâmico.

Criar diagramas com o recurso SmartArt.

Criar formas e equações matemáticas.

Ao inserir dados em uma planilha do Microsoft Excel 2010, você cria um registro de eventos importantes, como vendas individuais, vendas ocorridas em determinado horário do dia ou preço de produtos. Entretanto, o que uma lista de valores contidos em células não consegue transmitir facilmente são as tendências gerais que permeiam seus dados. A melhor maneira de mostrar as tendências que transitam em um grande conjunto de dados é criar um gráfico, que resume os dados visualmente. Adicionalmente aos gráficos padrão, no Excel, você pode compactar gráficos, denominados minigráficos, que resumem uma série de dados por meio de um elemento gráfico contido dentro de uma única célula.

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Artmed (11)
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Medium 9788582604465

Capítulo 8. Armazenamento de dados

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Armazenamento de dados

Quando você atribui valores às variáveis, esses dados são conservados na memória somente enquanto a placa do Arduino estiver ligada. No momento em que você desligá-lo ou der reset, todos os dados serão perdidos.

Neste capítulo, iremos examinar algumas maneiras de conservar esses dados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender maneiras de armazenar dados depois de desligar o Arduino.

Aprender a armazenar dados na memória flash.

Aprender a usar a memória EEPROM para armazenar dados permanentes que podem ser alterados.

Aprender o modo mais eficiente de representar os dados quando eles são maiores que o espaço disponível.

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31/05/2017 09:50:16

112

PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Constantes

Se os dados que você desejar armazenar são sempre os mesmos, então você poderá simplesmente inicializar os dados toda vez que o Arduino começar a executar um sketch. Um exemplo dessa abordagem é o caso do array de letras do seu tradutor de código Morse do

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Medium 9788582604465

Capítulo 5. Arrays e strings

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Arrays e strings

Depois da leitura do Capítulo 4, você ficou com uma ideia razoável de como estruturar os seus sketches para facilitar a sua vida. Se há alguma coisa que um bom programador gosta, é uma boa vida. Agora, a nossa atenção estará nos dados que você usa nos sketches.

O livro Algoritmos + Estruturas de Dados = Programas (Prentice-Hall, 1976), de Niklaus Wirth, foi escrito há muito tempo, mas continua conseguindo captar as essências da ciência da computação e da programação em particular. Posso recomendá-lo fortemente para qualquer um que foi fisgado pela programação. Ele também capta a ideia de que, para escrever um bom programa, você precisa pensar tanto no algoritmo

(o que você faz) como na estrutura dos dados que você usa.

Você viu os comandos loop e if e também aquilo que se denomina o lado “algorítmico” da programação de um Arduino.

Agora, você verá como estruturar os seus dados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Mostrar como estruturar dados em um sketch usando arrays e strings.

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Medium 9788582604465

Capítulo 7. A biblioteca padrão do Arduino

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

A biblioteca padrão do Arduino

É nesta biblioteca que vivem as guloseimas. Até agora você se limitou a usar apenas um mínimo da linguagem C. O que você realmente precisa é de um grande conjunto de funções que você possa usar em seus sketches.

Você já encontrou algumas dessas funções, tais como pinMode, digitalwrite e analogWrite, mas na realidade há muitas outras. São funções que você pode usar para realizar operações matemáticas, gerar números aleatórios, manipular bits, detectar pulsos em um pino de entrada e usar algo denominado interrupção.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ajudar a descobrir outras funções diponíveis na biblioteca padrão.

Entender a função Random.

Conhecer as funções matemáticas mais usadas.

Aprender a realizar manipulação de bits.

Entender algumas funções que ajudam a realizar atividades de entrada e saída.

Aprender a usar interrupções para estruturar a realização de diversas tarefas simultâneas.

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Medium 9788582604465

Capítulo 6. Entrada e saída

Simon Monk Artmed PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Entrada e saída

O Arduino trata da chamada computação física. Isso significa ligar circuitos eletrônicos à placa do Arduino. Portanto, é necessário que você compreenda a usar as várias opções de conexão dos seus pinos.

As saídas podem ser digitais, apresentando valores de 0 volts ou 5 volts, ou analógicas, apresentando qualquer valor entre 0 e 5 volts – embora não seja tão simples assim, como veremos. Por outro lado, as entradas podem ser digitais

(verificar se um botão foi apertado ou não) ou analógicas (verificar o valor medido por um sensor luminoso).

Em um livro que trata basicamente de software e não de hardware, procuraremos não nos envolver com discussões aprofundadas de eletrônica. Neste capítulo, entretanto seria útil se você pudesse dispor de um multímetro e de um pedaço de fio rígido para compreender melhor o que está acontecendo.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender como funcionam as saídas e as entradas digitais.

Aprender a estabelecer a comunicação entre o Arduino e um computador PC.

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Medium 9788582604465

Capítulo 11. C++ e bibiliotecas

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CAPÍTULO 11

C++ e bibliotecas

Os Arduinos são simples microcontroladores. Na maior parte do tempo, os sketches de Arduino são bem pequenos, de modo que o uso da linguagem

C de programação funciona muito bem. Entretanto, a linguagem de programação do Arduino é, na realidade, C++ em vez de C. A linguagem C++ é uma extensão da linguagem C e contém algo denominado orientação a objeto.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender alguns fundamentos da linguagem C++ e de orientação a objeto.

Examinar mais de perto a biblioteca LCD.

Criar uma biblioteca simples para entender os conceitos que estão por trás.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Orientação a objeto

Este é apenas um pequeno livro, de modo que uma explicação aprofundada da linguagem

C++ de programação está além de seus propósitos. No entanto, o livro cobrirá alguns fundamentos de C++ e de orientação a objeto, sabendo que o seu objetivo principal é aumentar o encapsulamento dos programas. O encapsulamento mantém juntas as coisas relevantes, algo que torna a linguagem C++ muito adequada para escrever bibliotecas como as que você usou nos sketches de Ethernet e de LCD em capítulos anteriores.

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