Artmed (11)
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Capítulo 6. Entrada e saída

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CAPÍTULO 6

Entrada e saída

O Arduino trata da chamada computação física. Isso significa ligar circuitos eletrônicos à placa do Arduino. Portanto, é necessário que você compreenda a usar as várias opções de conexão dos seus pinos.

As saídas podem ser digitais, apresentando valores de 0 volts ou 5 volts, ou analógicas, apresentando qualquer valor entre 0 e 5 volts – embora não seja tão simples assim, como veremos. Por outro lado, as entradas podem ser digitais

(verificar se um botão foi apertado ou não) ou analógicas (verificar o valor medido por um sensor luminoso).

Em um livro que trata basicamente de software e não de hardware, procuraremos não nos envolver com discussões aprofundadas de eletrônica. Neste capítulo, entretanto seria útil se você pudesse dispor de um multímetro e de um pedaço de fio rígido para compreender melhor o que está acontecendo.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender como funcionam as saídas e as entradas digitais.

Aprender a estabelecer a comunicação entre o Arduino e um computador PC.

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Capítulo 8. Armazenamento de dados

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CAPÍTULO 8

Armazenamento de dados

Quando você atribui valores às variáveis, esses dados são conservados na memória somente enquanto a placa do Arduino estiver ligada. No momento em que você desligá-lo ou der reset, todos os dados serão perdidos.

Neste capítulo, iremos examinar algumas maneiras de conservar esses dados.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Aprender maneiras de armazenar dados depois de desligar o Arduino.

Aprender a armazenar dados na memória flash.

Aprender a usar a memória EEPROM para armazenar dados permanentes que podem ser alterados.

Aprender o modo mais eficiente de representar os dados quando eles são maiores que o espaço disponível.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Constantes

Se os dados que você desejar armazenar são sempre os mesmos, então você poderá simplesmente inicializar os dados toda vez que o Arduino começar a executar um sketch. Um exemplo dessa abordagem é o caso do array de letras do seu tradutor de código Morse do

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Capítulo 3. Fundamentos de linguagem C

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CAPÍTULO 3

Fundamentos de linguagem C

A linguagem usada na programação de Arduinos é a linguagem C. Neste capítulo, você verá os fundamentos da linguagem C. Como programador de

Arduino, o que aprender aqui você usará nos sketches que desenvolver. Para tirar o máximo do Arduino, você precisa compreender esses fundamentos.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender o que é programação e como funciona uma linguagem de programação.

Entender um pouco das funções setup e loop.

Aprender fundamentos da linguagem C.

Aprender o que é uma variável em C.

Explorar alguns comandos de decisão e repetição da linguagem C.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Programando

Não é incomum pessoas falarem mais de uma língua. De fato, quanto mais línguas você falar, mais fácil fica aprender outras línguas, porque você começa a se dar conta das estruturas comuns de gramática e vocabulário. O mesmo vale para as linguagens de programação.

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Capítulo 9. Displays

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CAPÍTULO 9

Displays

Neste capítulo, você verá como se pode escrever software para controlar displays LCD. A Figura 9.1 mostra os dois tipos de display que usaremos. O primeiro é um shield de display LCD alfanumérico.

O segundo é um display OLED gráfico de 128 × 64 pixels. Esses dois tipos populares de display são muito usados com o Arduino.

Este é um livro sobre software e não hardware, mas neste capítulo teremos que explicar um pouco do funcionamento da eletrônica desses displays para compreendermos melhor como acioná-los.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Entender um pouco do funcionamento da eletrônica dos displays para saber como acioná-los.

Aprender a usar algumas funções da biblioteca de LCD.

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PROGRAMAÇÃO COM ARDUINO

Figura 9.1

Um shield de display LCD alfanumérico

(esquerda) e um display OLED gráfico (direita).

Displays LCD alfanuméricos

O módulo LCD que usaremos é um shield de Arduino, que é encaixado em cima de uma placa de Arduino. Além do display, ele também tem alguns botões. Há muitos shields diferentes, mas a grande maioria usa o mesmo chip controlador de LCD (o HD44780). Sendo assim, procure utilizar um shield que use esse chip controlador.

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Capítulo 7. A biblioteca padrão do Arduino

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CAPÍTULO 7

A biblioteca padrão do Arduino

É nesta biblioteca que vivem as guloseimas. Até agora você se limitou a usar apenas um mínimo da linguagem C. O que você realmente precisa é de um grande conjunto de funções que você possa usar em seus sketches.

Você já encontrou algumas dessas funções, tais como pinMode, digitalwrite e analogWrite, mas na realidade há muitas outras. São funções que você pode usar para realizar operações matemáticas, gerar números aleatórios, manipular bits, detectar pulsos em um pino de entrada e usar algo denominado interrupção.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ajudar a descobrir outras funções diponíveis na biblioteca padrão.

Entender a função Random.

Conhecer as funções matemáticas mais usadas.

Aprender a realizar manipulação de bits.

Entender algumas funções que ajudam a realizar atividades de entrada e saída.

Aprender a usar interrupções para estruturar a realização de diversas tarefas simultâneas.

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Editora Saraiva (43)
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21. Utilitários e Softwares de Testes

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Utilitários e

Softwares de Testes

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Para começar

Este capítulo tem como objetivo principal apresentar alguns softwares que detectam o hardware instalado no PC, de tal maneira que seja possível confrontar as informações obtidas por eles com os dados técnicos da instalação, a fim de aferir se o PC montado está funcionando adequadamente. Por fim, alguns testes de desempenho serão apresentados para verificar se o PC montado possui um desempenho compatível.

21.1 Por que testar e medir o desempenho do PC?

A bateria de testes e a aferição do desempenho do PC são as últimas etapas do processo de montagem e após a montagem, configuração e instalação do sistema operacional, é realizada uma bateria de testes no hardware do PC a fim de identificar alguma anomalia e, também, comparar se o desempenho obtido está em conformidade com o hardware instalado. É importantíssimo realizar uma bateria de testes e verificar o real desempenho do PC antes que ele entre em uso.

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10. Instalação do Processador

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Instalação do

Processador

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Para começar

Neste capítulo serão apresentadas as etapas necessárias para se instalar um processador Intel®

Core™ i3 com encapsulamento FC-LGA1150 em uma motherboard Asus® H81M-C/BR.

10.1 Procedimento inicial

Antes de iniciar, tome os seguintes cuidados:

»

Livre-se das cargas eletrostáticas, conforme descrito no Capítulo 4.

»

Use a pulseira contra EDS durante todo o processo de montagem do PC.

»

Ao retirar o processador de sua embalagem, manipule-o somente pelas bordas e não toque nos pinos ou terminais dele.

»

Seja extremamente cuidadoso com o processador. Não o deixe cair nem o raspe em outros corpos, pois poderá danificá-lo permanentemente.

10.2 Instalação de processadores Intel®,

Socket LGA 1150

As etapas aqui descritas podem ser seguidas para a maioria dos processadores Intel® encapsulados em FC-LGA (Flip Chip - Land Grid Array), em suma, desde o Pentium® 4 até os mais recentes

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20. Instalação do Windows®

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Instalação do

Windows®

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Para começar

Este capítulo tem como finalidade principal apresentar o procedimento de instalação básica e automatizada do Microsoft® Windows® 7 Professional de 64 bits.

20.1 Conceitos fundamentais

Após a configuração adequada da BIOS, o próximo passo é a instalação de um sistema operacional que possa atender a todas as suas necessidades. Logo, não há o melhor sistema, e sim aquele que possibilita extrair o melhor desempenho para as aplicações que você vai executar nesse novo PC e, consequentemente, satisfazer suas reais necessidades.

Escolhi o Microsoft® Windows® 7, versão de 64 bits, por atender a todos os requisitos de performance e compatibilidade com o hardware integrado no meu PC e, também, com os aplicativos que serão instalados. Outras opções da Microsoft® seriam a instalação do Windows® XP, Windows®

Vista™ ou Windows® 8, todos em suas versões de 64 bits. Lembre-se de que as versões de 32 bits só conseguem gerenciar até 3 GB de DRAM, portanto, são inadequadas para o PC que ilustra este livro, pois ele integra 4 GB. Inadequado, nesse caso, significa que um sistema de 32 bits funcionará, mas com a limitação de recursos. De qualquer forma, você deve instalar um sistema operacional em conformidade com seu o hardware e com as suas necessidades. Não se esqueça de que nos últimos anos houve uma polarização entre dois sistemas operacionais, a saber, Linux (e suas variações) e Windows®

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19. Configuração da BIOS

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Confi guração da BIOS

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Para começar

Este capítulo tem como finalidade principal apresentar o procedimento para a configuração de alguns parâmetros de BIOS por meio do programa denominado residente SETUP.

19.1 Conceitos fundamentais

A configuração dos parâmetros da BIOS é uma operação que deve ser feita com cuidado e em conformidade com os componentes de hardware instalados no PC. Antes de iniciar o processo de configuração, você deve reunir todos os manuais que estão instalados em seu PC, pois isso facilita a consulta de dados técnicos de cada um deles, caso seja necessário, enquanto o procedimento de configuração está sendo executado.

A configuração dos parâmetros da BIOS é feita pelo programa residente denominado SETUP, o qual é invocado quando uma tecla específica é pressionada enquanto POST (Power On Self Test, em português, autoteste) é executado. Para você rodar o SETUP no seu computador, consulte o manual da sua motherboard ou leia as instruções exibidas no monitor de vídeo durante a execução do POST para identificar qual tecla deve ser pressionada para carregar o SETUP. Normalmente a tecla DEL, quando pressionada durante o POST, invoca o SETUP.

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6. Filtros de Linha, Estabilizadores de Tensão e Nobreaks

PAIXÃO, Renato Rodrigues Editora Saraiva PDF Criptografado

Filtros de Linha,

Estabilizadores de

Tensão e Nobreaks

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Para começar

Este capítulo tem por objetivo apresentar os variados distúrbios que a rede elétrica pode transmitir, ao longo tempo, e sugerir equipamentos que possam eliminar ou amenizar tais distúrbios e evitar que provoquem problemas técnicos.

6.1 Conceitos fundamentais

Como visto no Capítulo 5, a fonte chaveada de um PC transforma a corrente alternada senoidal obtida da rede elétrica em corrente contínua para alimentar os componentes internos do computador.

Toda fonte chaveada é projetada com base em alguns parâmetros, tais como: frequência da rede elétrica (50 Hz ou 60 Hz), onda senoidal “pura” e sem distorções, desvio máximo permissível da tensão de entrada, entre outros. O problema é que nem sempre a rede elétrica fornece ondas elétricas compatíveis com os parâmetros de projeto e, para piorar, em muitos casos, a rede acaba “fornecendo” ou “transportando” distúrbios indesejáveis, que podem prejudicar a operação do PC com travamentos aleatórios, resets espontâneos e até a queima da fonte ou de componentes integrados no PC, em alguns casos.

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Grupo A (1456)
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Medium 9788582600931

Capítulo 8. Correio eletrônico

Marcelo Augusto Rauh Schmitt, André Peres, César Augusto Hass Loureiro Grupo A PDF Criptografado

capítulo 8

Correio eletrônico

O correio eletrônico, também conhecido como email, é um dos serviços mais importantes da internet. Permite que pessoas se comuniquem de forma assíncrona.

Empresas utilizam esse serviço para estabelecerem relacionamentos com fornecedores e clientes. Pessoas, em sua vida privada, contam com ele para diminuir distâncias e manter contato com seus amigos. Neste capítulo, você aprenderá sobre o seu funcionamento, além da sua instalação no sistema operacional Linux.

Objetivos deste capítulo

Explicar o funcionamento do sistema de correio eletrônico

Configurar clientes de email

Instalar e configurar um servidor de email em ambientes Linux

Instalar software de webmail

Introdução

O objetivo do serviço de correio eletrônico é criar uma infraestrutura que permita aos usuários da Internet trocar mensagens uns com os outros, com agilidade. As mensagens permanecem disponíveis aos destinatários em locais de fácil acesso, para leitura no momento mais adequado. O modelo é uma cópia do serviço postal tradicional. Colocamos nossas cartas em caixas do correio; este, por sua vez, faz a entrega no endereço do destinatário; e a pessoa-alvo pega suas cartas na caixa do correio em sua casa.

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Capítulo 2. TCP/IP

Marcelo Augusto Rauh Schmitt, André Peres, César Augusto Hass Loureiro Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

TCP/IP

Neste capítulo, você aprenderá um pouco do histórico do modelo TCP/IP e do modelo de referência OSI. Além disso, entenderá como funcionam os protocolos de comunicação e a interação entre as camadas que compõem os protocolos.

Objetivos deste capítulo

Descrever como funciona o modelo em camadas

Listar as camadas que compõem o modelo OSI

Interpretar a interação entre camadas

Identificar as camadas do modelo TCP/IP e seu funcionamento

Introdução

Até o início dos anos 1990, as empresas privadas estavam focadas na implantação de redes locais, conhecidas como LAN (Local Area Network), as quais utilizam protocolos de comunicação proprietários, desenvolvidos pelos fabricantes dos sistemas operacionais de rede.

Com a interligação dessas LANs, as redes foram ficando maiores e mais distantes, criando o conceito de WAN (Wide Area Network). Contudo, para realizar a interligação dessas redes, era necessário um protocolo capaz de saber para qual rede cada informação deveria ser encaminhada.

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Capítulo 5. DNS

Marcelo Augusto Rauh Schmitt, André Peres, César Augusto Hass Loureiro Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

DNS

Servidores de DNS (Domain Name System), também conhecidos como servidores de nome, são utilizados continuamente na internet. Sempre que você acessa uma página, envia um email, ou mesmo fala com alguém no Skype, servidores desse tipo estão sendo utilizados. Neste capítulo, você estudará o que é esse sistema, para que ele serve, como funciona, e aprenderá a instalá-lo no sistema operacional Linux.

Objetivos deste capítulo

Compreender o funcionamento do sistema denominado DNS

Configurar clientes DNS no Windows e no Linux

Instalar um servidor de DNS em ambiente Linux

Configurar servidores de DNS primários e secundários

Delegar a responsabilidade por subdomínio

Configurar um servidor de DNS reverso

Diagnosticar problemas de configuração de DNS

Introdução

O que é o DNS

Se traduzirmos a sigla DNS para o português, o resultado é algo do tipo “Sistema de Nomes de Domínio”. Essas três palavras indicam que a sigla trata de algo que

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Capítulo 10. Servidor LAMP

Marcelo Augusto Rauh Schmitt, André Peres, César Augusto Hass Loureiro Grupo A PDF Criptografado

capítulo 10

Servidor LAMP

A utilização de sistemas web dinâmicos permite que se executem sistemas inteiros em um servidor web. Isso significa que a entrada, o processamento e o armazenamento de dados ficam concentrados nesse servidor. Neste capítulo, você encontrará algumas informações sobre como proceder a instalação e a configuração de um servidor LAMP.

Objetivos deste capítulo

Realizar a instalação de um servidor LAMP

Configurar o servidor LAMP

Proceder a criação de um script

Introdução

DEFINIÇÃO

Os thinclients são computadores com baixa capacidade de processamento utilizados principalmente em ambientes empresariais e educacionais. Esses computadores são utilizados para acesso a servidores de desktop remotos como o serviço de Terminal Service da

Microsoft, XenApp da

Citrix, VNC, entre outros, e navegação web.

A utilização de sistemas web dinâmicos facilita a implantação de sistemas em rede uma vez que não é mais necessária a criação e instalação de programas executáveis no computador do usuário do sistema, ou seja, os usuários necessitam apenas de um navegador web. Isso facilita também o acesso ao sistema a partir de clientes com baixa capacidade de processamento, tais como dispositivos móveis como tablets e celulares, ou até mesmo computadores do tipo thinclients.

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Capítulo 7. DHCP (dynamic host configuration protocol)

Marcelo Augusto Rauh Schmitt, André Peres, César Augusto Hass Loureiro Grupo A PDF Criptografado

capítulo 7

DHCP (Dynamic Host

Configuration Protocol)

DHCP é um protocolo que elimina a necessidade de configurar os parâmetros de rede de cada dispositivo que queira estar conectado. A instalação de servidores de DHCP simplifica o trabalho dos administradores de rede que não precisam ter acesso a cada equipamento. Neste capítulo, você estudará como funciona o protocolo HTTP e como instalar um servidor no sistema operacional Linux.

Objetivos deste capítulo

Descrever o funcionamento do protocolo DHCP

Configurar clientes DHCP no Windows e no Linux

Instalar um servidor de DHCP em ambiente Linux

Configurar a integração de servidores DHCP e DNS

Introdução

A sigla DHCP – Dynamic Host Configuration Protocol – aponta para algo que permite a configuração dinâmica de computador. Mas há tantas configurações necessárias em um computador que a sigla parece muito vaga. Trata-se aqui das configurações necessárias para que um equipamento esteja conectado em uma rede TCP/IP.

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Grupo A (12)
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Medium 9788580551105

2. Competindo com a tecnologia da informação

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Competindo com a tecnologia da informação

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

I

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Fundamentos da vantagem estratégica

1. Identificar várias estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar tecnologias da informação para confrontar as forças competitivas de um negócio.

TI estratégica

Conceitos de estratégia competitiva

“Caso do mundo real 1”: Líderes de TI: reinventando a TI como parceira estratégica de negócios

Usos estratégicos da tecnologia da informação

Construindo um negócio focado no cliente

A cadeia de valor e os SI estratégicos

Seção II

Utilizando a tecnologia da informação para vantagem estratégica

Usos estratégicos da TI

Processos de reengenharia de negócios

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12. Gerenciamento global e na empresa de tecnologia da informação

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Desafios gerenciais

Gerenciamento global e na empresa de tecnologia da informação

Aplicações de negócios

Módulo

V

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Gerenciando a tecnologia da informação

1. Identificar cada um dos três componentes do gerenciamento da tecnologia da informação e usar exemplos para ilustrar como eles podem ser implementados em um negócio.

Negócios e TI

Gerenciando a tecnologia da informação

“Caso do mundo real 1”: Toyota, Procter & Gamble,

Hess Corporation e outras: CIOs prestes a se aposentar e a necessidade de planejamento de sucessão

Planejamento de negócios/TI

Gerenciando a função da TI

Organização da TI

Terceirização e offshoring de TI e SI

Falhas no gerenciamento de TI

Seção II

Gerenciando uma TI global

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10. Desenvolvendo soluções de negócios/TI

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Desenvolvendo soluções de negócios/TI

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

IV

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Desenvolvendo sistemas de negócios

1. Usar o processo de desenvolvimento de sistemas esboçado neste capítulo e o modelo dos componentes de SI do Capítulo 1 como estruturas de solução de problemas para ajudar a propor soluções de sistemas de informação para problemas simples de negócios.

Desenvolvimento de sistemas de informação

Abordagem sistêmica

“Caso do mundo real 1”: PayPal: globalizando em todos os idiomas de uma só vez

Análise e projeto de sistemas

O ciclo de desenvolvimento de sistemas

Iniciando o processo de desenvolvimento de sistemas

Análise de sistemas

Projeto de sistemas

Desenvolvimento pelo usuário final

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9. Sistemas de apoio à decisão

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Sistemas de apoio

à decisão

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

III

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Apoio à decisão nos negócios

1. Identificar as mudanças que estão ocorrendo na forma e utilização do sistema de apoio ao processo de decisão nos negócios.

Introdução

“Caso do mundo real 1”: Hillman Group, Avnet e

Quaker Chemical: transformação de processos por meio de implantações de inteligência de negócios

Tendências de apoio à decisão

Sistemas de apoio à decisão (DSS)

Sistemas de informação gerencial (MIS)

Processamento analítico on-line

Utilização dos sistemas de apoio à decisão

Sistemas de informação executiva (EIS)

Portais empresariais e apoio à decisão

Sistemas de gestão do conhecimento

Seção II

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Medium 9788580551105

11. Desafios éticos e de segurança

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Desafios éticos e de segurança

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

V

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Desafios éticos, sociais e de segurança da TI

1. Identificar vários temas éticos em como o uso das tecnologias da informação nos negócios afeta o emprego, a individualidade, as condições de trabalho, a privacidade, o crime, a saúde e as soluções para os problemas da sociedade.

Introdução

Responsabilidade ética dos profissionais de negócios

“Caso do mundo real 1”: Ética, dilemas morais e decisões difíceis: os vários desafios de trabalhar com TI

Crime em informática

Questões de privacidade

O estado atual das leis cibernéticas

Outros desafios

Questões de saúde

Soluções sociais

Seção II

Gerenciamento da segurança da tecnologia da informação

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Grupo Gen (574)
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Medium 9788521636694

Capítulo 2 Capacitação em procesos

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Um programa de melhoria de processos não pode ser desenhado de maneira intuitiva. Ele deve refletir o acervo de experiência dos profissionais e organizações da área. Diversas organizações do mundo propuseram paradigmas para a melhoria dos processos dos setores produtivos; em particular, algumas desenvolveram modelos de referência para a melhoria dos processos de software. Interessam aqui, especialmente, os paradigmas chamados de modelos de maturidade de capacitação (capability maturity model): modelos que contêm os elementos essenciais de processos eficazes para uma ou mais disciplinas, e descrevem um caminho de melhoria evolutiva que parte de processos imaturos e ad hoc, até chegar a processos maduros e disciplinados, que melhoram de forma significativa a qualidade dos produtos e a eficácia do trabalho [CMMI10].

Um modelo de maturidade de capacitação serve de referência para avaliar a maturidade dos processos de uma organização. Isso é feito comparando-se as práticas reais da organização com aquelas que o modelo de capacitação prescreve ou recomenda. Essa apreciação (appraisal) produz um diagnóstico da organização quanto à maturidade de seus processos oficiais e reais. O diagnóstico serve de base para recomendações de melhoria de processos, e essas recomendações podem ser consolidadas em um plano de melhoria, como sugere o modelo IDEAL.

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Capítulo 5 Gestão das al terações

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Projetos e produtos de software sofrem muitos tipos de alterações durante todo o ciclo de vida. Excetuando-se os projetos e produtos de organizações minúsculas e quase individuais, todos envolvem quantidades significativas de artefatos, pessoas e procedimentos. Para evitar a explosão de possibilidades de introdução de defeitos, é indispensável executar todos os tipos de alterações dentro de procedimentos disciplinados, de preferência usando soluções automatizadas. As alterações em artefatos dos projetos e produtos são administradas pelo uso dos procedimentos e técnicas da disciplina de Gestão de alterações. Essas técnicas são aqui divididas em três grupos, descritos a seguir.

A Gestão de configurações, segundo o CMMI e o IEEE, é a “disciplina que aplica direção e vigilância técnicas e administrativas à identificação e documentação das características físicas e funcionais de itens, ao controle de alterações dessas características, ao registro e relato do processamento e status de implementação de alterações, e à verificação de conformidade com requisitos especificados”. Ela abrange a identificação, a agregação e a organização dos artefatos quanto ao controle de alterações, assim como os processos usados para garantir que as alterações possam ser feitas sem prejuízo da qualidade.

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Capítulo 3 Gestão da qualidade

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo trata de assuntos referentes à qualidade em projetos e produtos de software. O Glossário do IEEE define qualidade como “Grau de conformidade de um sistema, componente ou processo com os respectivos requisitos”, ou, alternativamente, como “Grau de conformidade de um sistema, componente ou processo com as necessidades e expectativas de clientes ou usuários”. Ambas as definições refletem aspectos importantes da qualidade; diversos autores apresentam outras definições, geralmente girando em torno dos temas de conformidade com os requisitos e atendimento das expectativas. Naturalmente, pode haver diferenças entre as aplicações dessas definições, se os requisitos explícitos não refletirem corretamente as necessidades reais. Como salienta [Glass03], a qualidade é definida por uma coleção de atributos, sendo funcionalidade, confiabilidade, satisfação do usuário e desempenho aspectos importantes, mas parciais.

Um conceito central deste capítulo é o de garantia da qualidade, definida pelo Glossário do IEEE como “Conjunto planejado e sistemático de ações necessárias para estabelecer um nível adequado de confiança de que um item ou produto está em conformidade com seus requisitos técnicos”. Essas ações incluem ações preventivas, como o uso de processos e ferramentas adequadas e a capacitação das equipes no uso desses processos e ferramentas. A definição de garantia da qualidade constante do CMMI enfatiza a aderência aos processos: “Conjunto planejado e sistemático de meios para garantir à gerência que os padrões, métodos, práticas e procedimentos definidos por um processo são aplicados”.

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Medium 9788521636694

Capítulo 7 Engenharia de sistemas

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Produtos de software desenvolvidos por encomenda, principalmente para clientes que são organizações de grande porte, raramente existem em forma isolada. Geralmente, diversos produtos devem se articular de variadas maneiras. Entre outros, são comuns os casos em que produtos se integram:

• partilhando dados, por exemplo, por meio de bancos de dados;

• apresentando uma fachada de acesso comum, ou pelo menos partilhando convenções de interface de usuários;

• utilizando recursos tecnológicos comuns, como componentes, plataformas e arquiteturas;

• funcionando de forma concorrente ou paralela;

• dividindo funções de uma missão organizacional comum.

Além disso, sistemas compostos de vários produtos de software podem ser, por sua vez, partes de sistemas ainda maiores, que envolvem recursos de hardware, de dados, de comunicações e de dispositivos e equipamentos da área de aplicação. Sistemas de comunicação, eletrodomésticos, sistemas de computação embarcada (como automóveis, aviões, trens, embarcações), instrumentação médica e muitos outros são responsáveis por grande parte do mercado atual de Engenharia de software.

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Medium 9788521636694

Capítulo 1 Produção de software

Wilson de Pádua PAULA FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

A produção industrial de software é quase sempre uma atividade coletiva. Alguns produtos são construídos inicialmente por indivíduos ou pequenas equipes, como produtos comerciais de prateleira, conhecidos como COTS (commercial off-the-shelf). À medida que se tornam sucesso de mercado, passam a evoluir. A partir daí um número cada vez maior de pessoas passa a cuidar da sua manutenção e evolução. Outras vezes trata-se de produtos desenvolvidos por encomenda de um cliente. Quando esses produtos são bem recebidos, as organizações passam a receber encomendas cada vez maiores, tendo de crescer para atendê-las.

Por isso, quase todas as atividades de engenharia de software são empreendidas por organizações, ou seja, estruturas administrativas em que pessoas conduzem um ou mais projetos, sob uma diretoria e partilhando as mesmas políticas [CMMI10]. Uma organização produtora de software pode ser toda uma empresa (ou fundação, órgão governamental etc.) na qual a produção de software é a atividade-fim, ou uma das atividades-fim; ou uma divisão de uma empresa que tem outros objetivos, sendo a produção de software uma atividade-meio.

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